Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
LASK Linz – PSV Eindhoven – 4-1
Rosenborg – Sporting – 0-2

1º Sporting, 9; 2º LASK Linz e PSV Eindhoven, 7; 4º Rosenborg, 0

Grupo F
Standard Liège – E. Frankfurt – 2-1
V. Guimarães – Arsenal – 1-1 (06.11.2019)

1º Arsenal, 10; 2º Standard Liège e E. Frankfurt, 6; 4º V. Guimarães, 1

Grupo G
Rangers – FC Porto – 2-0
Feyenoord – Young Boys – 1-1

1º Young Boys e Rangers, 7; 3º Feyenoord e FC Porto, 4

Grupo K
Wolverhampton – Slovan Bratislava – 1-0
Sp. Braga – Beşiktaş – 3-1

1º Sp. Braga, 10; 2º Wolverhampton, 9; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 0

Ainda com duas jornadas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/16 de final os seguintes clubes: Sevilla, Basel, Celtic, Espanyol e Manchester United.
(mais…)

7 Novembro, 2019 at 9:59 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Paris St.-Germain – Brugge – 1-0
Real Madrid – Galatasaray – 6-0

1º Paris St.-Germain, 12; 2º Real Madrid, 7; 3º Brugge, 2; 4º Galatasaray, 1

Grupo B
Bayern – Olympiakos – 2-0
Crvena Zvezda – Tottenham – 0-4

1º Bayern, 12; 2º Tottenham, 7; 3º Crvena Zvezda, 3; 4º Olympiakos, 1

Grupo C
D. Zagreb – Shakhtar Donetsk – 3-3
Atalanta – Manchester City – 1-1

1º Manchester City, 10; 2º Shakhtar Donetsk e D. Zagreb, 5; 4º Atalanta, 1

Grupo D
Bayer Leverkusen – At. Madrid – 2-1
Lokomotiv Moskva – Juventus – 1-2

1º Juventus, 10; 2º At. Madrid, 7; 3º Lokomotiv Moskva e Bayer Leverkusen, 3

Grupo E
Napoli – RB Salzburg – 1-1
Liverpool – Genk – 2-1

1º Liverpool, 9; 2º Napoli, 8; 3º RB Salzburg, 4; 4º Genk, 1

Grupo F
B. Dortmund – Inter – 3-2
Barcelona – Slavia Praha – 0-0

1º Barcelona, 8; 2º B. Dortmund, 7; 3º Inter, 4; 4º Slavia Praha, 2

Grupo G
Lyon – Benfica – 3-1
Zenit – RB Leipzig – 0-2

1º RB Leipzig, 9; 2º Lyon, 7; 3º Zenit, 4; 4º Benfica, 3

Grupo H
Chelsea – Ajax – 4-4
Valencia – Lille – 4-1

1º Ajax, Chelsea e Valencia, 7; 4º Lille, 1

Ainda com duas rondas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões os seguintes clubes: Paris St.-Germain, Bayern e Juventus.

6 Novembro, 2019 at 9:58 pm 1 comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (17) Real Madrid – Roma

Real Madrid Roma

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
2001-02 LCE  Grupo Roma-Real Madrid 1-2   Real Madrid-Roma 1-1
2002-03 LCE  Grupo Roma-Real Madrid 0-3   Real Madrid-Roma 0-1
2004-05 LCE  Grupo Real Madrid-Roma 4-2   Roma-Real Madrid 0-3
2007-08 LCE   1/8  Roma-Real Madrid 2-1   Real Madrid-Roma 1-2
2015-16 LCE   1/8  Roma-Real Madrid 0-2   Real Madrid-Roma 2-0
2018-19 LCE  Grupo Real Madrid-Roma 3-0   Roma-Real Madrid 0-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Real Madrid - Roma                 12    8    1    3   24 –  9

Os caminhos de Real Madrid e Roma nas competições europeias apenas se cruzaram pela primeira vez já no século XXI, tendo, desde então, integrado por quatro ocasiões o mesmo grupo da Liga dos Campeões (as três primeiras concentradas no quadriénio de 2001 a 2005).

A regra têm sido as vitórias do Real Madrid (oito, face a apenas três da Roma – tendo, curiosamente, duas delas sido obtidas em Madrid, enquanto, por seu lado, os “merengues” ganharam em cinco das suas seis deslocações a Roma!), destacando-se também o reduzido número de golos apontados pelos romanos (apenas nove, nos doze desafios disputados – tendo ficado a zero em metade dos encontros).

Nas duas situações de confrontos a eliminar, por coincidência repetiram-se os “placards” nos jogos em casa e fora, tendo a Roma vencido as duas partidas em 2008 e perdido os dois encontros em 2016. A formação italiana cairia logo de seguida, nos 1/4 de final, ante o futuro Campeão, Manchester United (em 2007-08); por seu lado, o Real Madrid prosseguiria o seu percurso triunfal, em 2015-16, para garantir o seu 11.º título (repetindo o desfecho da Final de 2014, impondo-se ao At. Madrid… desta feita no desempate da marca de grande penalidade).

Nas quatro temporadas em que partilharam o mesmo grupo, os dois clubes começaram por superar essa fase inicial em 2001-02 e 2002-03, assim como na época passada, com a Roma a quedar-se pela 2.ª fase de grupos nos dois primeiros casos, tendo sido eliminada nos 1/8 de final, pelo FC Porto, em 2018-19; em 2004-05 os italianos não conseguiram o apuramento, tendo sido mesmo útlimos classificados do seu grupo.

Quanto ao Real Madrid, sagrar-se-ia também Campeão Europeu em 2001-02 (9.º título), sendo afastado pela Juventus nas meias-finais no ano seguinte e, igualmente pela “Vecchia Signora”, em 2004-05 (nos 1/8 de final) – tal como sucederia em 2018-19, agora derrotado pelo Ajax, logo na primeira ronda a eliminar.

6 Novembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª jornada – Olympique Lyonnais – Benfica

Olympique LyonnaisOlympique Lyonnais – Anthony Lopes, Léo Dubois, Jason Denayer, Joachim Andersen, Youssouf Koné, Jeff Reine-Adélaïde (73m – Bertrand Traoré), Thiago Mendes, Lucas Tousart, Houssem Aouar (90m – Marcelo), Moussa Dembélé e Memphis Depay (45m – Maxwel Cornet)

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro” (16m – Jardel Vieira), Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes (45m – Haris Seferović), Florentino Luís, Gabriel Pires, Francisco “Chiquinho” Machado, Franco Cervi (73m – Luís Fernandes “Pizzi”) e Carlos Vinícius

1-0 – Joachim Andersen – 4m
2-0 – Memphis Depay – 33m
2-1 – Haris Seferović – 78m
3-1 – Bertrand Traoré – 89m

Cartões amarelos – Gabriel Pires (43m) e Florentino Luís (50m)

Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)

Bruno Lage tinha “prometido” um Benfica que procuraria estar à altura da sua história europeia, com a ambição de seguir em frente na Liga dos Campeões, o que passava, inevitavelmente, pela obtenção de um resultado positivo em Lyon.

Independentemente dos méritos e razões justificativas das opções técnicas que tem tomado, a nível da composição do “onze” inicial, a verdade é que, tardando os resultados, a contestação a tais escolhas tende, naturalmente, a aumentar.

Em função de uma espécie de “caminho das pedras” que o clube vem percorrendo, a nível dos desfechos (negativos) que tem vindo a acumular, emerge a dúvida sobre se será sustentável – e se poderá vir algum dia a produzir frutos desportivos – a aposta num grupo tão jovem, cuja rentabilização pressuporá necessariamente a sua continuidade e maturação na equipa.

Neste contexto, dificilmente seria pior o início deste jogo, com o Benfica praticamente a entrar em campo a perder – na sequência de um pontapé de canto, com a equipa a denotar alguma passividade -, para, decorridos pouco mais de dez minutos, ver um dos (jovens) esteios da sua defesa ser forçado a sair (após ter passado mesmo por breve período de perda de sentidos, sendo retirado de maca, com colar cervical) na sequência de um contundente embate do seu próprio guardião.

Não obstante, no imediato, a equipa até pareça não ter acusado em demasia o tento sofrido, a verdade é que as circunstâncias do jogo se alteraram, com a formação portuguesa a ter de assumir o risco, deixando espaço ao Lyon – que logo adoptara uma estratégia de curtas trocas de bola, fazendo o adversário correr atrás dela – para rápidas transições, de que, aliás, viria a surgir o segundo golo, com o (ainda inexperiente) lateral direito a não ter velocidade (nem matreirice) para travar tal investida.

Com pouco mais de meia hora jogada, a missão benfiquista tornara-se já quase “impossível”, em contraponto a uma situação muito confortável no jogo por parte da turma francesa, proporcionada pela vantagem averbada e pela forma como cada equipa podia conduzir a respectiva dinâmica dentro de campo, com o Lyon a dominar por completo, perante a incapacidade de construir jogo denotada pelo opositor.

Ao intervalo, Bruno Lage arriscou “tudo”, substituindo Gedson por Seferović, e a tendência do jogo mudou bastante, com o Benfica, em futebol directo, a conseguir enfim ameaçar a defesa contrária, com várias tentativas de remate.

Primeiro, seria Chiquinho, na sequência de um livre, a “assustar”, para, de seguida, o suíço obrigar Anthony Lopes a redimir-se da falha de Lisboa. Também Grimaldo procuraria o golo.

Já com Pizzi em campo, o Benfica chegaria mesmo ao golo, numa sua assistência, bem finalizada por Seferović.

A equipa portuguesa tinha ainda cerca de um quarto de hora para procurar chegar, pelo menos, ao empate e acreditou que tal seria possível. Mas o Lyon, que baixara ainda mais as suas linhas, foi inteligente na preservação da bola, mesmo oferecendo a iniciativa aos portugueses, e cínico na forma como, praticamente em cima dos 90 minutos, sentenciou o desfecho da partida… e as aspirações do Benfica.

No final, a imagem que transpareceu foi a de uma equipa fragilizada, denotando grandes dificuldades para controlar o jogo a nível defensivo e pouco eficaz ofensivamente, incapaz de se afirmar a este nível de exigência máxima, começando a ser recorrentes as frustrantes campanhas que vem registando.

5 Novembro, 2019 at 10:54 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (18) Bayern München – Anderlecht

Bayern_München Anderlecht

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1975-76 STE  Final Bayern-Anderlecht 2-1 Anderlecht-Bayern 4-1
1985-86 TCE   1/4  Bayern-Anderlecht 2-1 Anderlecht-Bayern 2-0
1986-87 TCE   1/4  Bayern-Anderlecht 5-0 Anderlecht-Bayern 2-2
2003-04 LCE  Grupo Anderlecht-Bayern 1-1 Bayern-Anderlecht 1-0
2007-08 UEFA  1/8  Anderlecht-Bayern 0-5 Bayern-Anderlecht 1-2
2017-18 LCE  Grupo Bayern-Anderlecht 3-0 Anderlecht-Bayern 1-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Bayern München - Anderlecht        12    7    2    3   25 - 14

A história entre estes dois “grandes” do futebol europeu remonta ao ano de 1976, com a disputa da Supertaça Europeia, na qual o Anderlecht (vencedor da Taça das Taças da temporada de 1975-76) obteve a sua maior vitória (4-1) sobre o Bayern (que acabara de se sagrar tri-Campeão Europeu), conquistando o troféu – feito que, curiosamente, viria a repetir apenas dois anos volvidos, então frente ao Liverpool.

O Anderlecht levaria igualmente a melhor sobre o emblema bávaro na eliminatória da Taça dos Campeões Europeus de 1985-86, mas acabaria por ser afastado nas meias-finais, pelo futuro vencedor dessa edição da prova, o Steaua București.

Já na época de 2007-08, com os dois clubes, então, a marcar presença na Taça UEFA, os belgas até conseguiriam vencer em Munique (2-1), mas no contexto de uma eliminatória em que  haviam começado por ser “destroçados”, no seu próprio terreno, por 5-0! Por curiosidade, o Bayern viria a cair também nas meias-finais… goleado (4-0) pelo Zenit St.-Petersburg.

Tratava-se, aliás, de uma marca que não era já inédita entre os dois clubes, tendo o Bayern aplicado igualmente “chapa 5” ao Anderlecht na temporada de 1986-87, na sua caminhada até à Final de Viena, na qual viria a ser derrotado pelo FC Porto.

Nas duas ocasiões em que se cruzaram no mesmo grupo da Liga dos Campeões, o Anderlecht seria eliminado nessa fase (quedando-se mesmo, nas duas vezes, pela última posição do grupo), tendo o Bayern atingido os 1/8 de final em 2003-04 e as meias-finais em 2017-18 (afastado, em ambos os casos, pelo Real Madrid).

5 Novembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 7ª Jornada

O pulsar do campeonato - 2019-20 - 7jornada

(“O Templário”, 31.10.2019)

Dois dos clubes promovidos do segundo escalão estiveram particularmente em evidência no passado fim-de-semana, com o notável Abrantes e Benfica a alcançar a sua sexta vitória consecutiva (e logo frente a um dos principais candidatos ao título, Cartaxo), enquanto o Rio Maior goleava por 8-1 outra das equipas promovidas, o Moçarriense (que até vinha de três jornadas sem perder).

Destaques – No desafio de maior importância da 7.ª ronda, o Abrantes e Benfica bateu o Cartaxo, mercê de um solitário tento, o suficiente para confirmar o seu estatuto, também de candidato aos lugares cimeiros. Efectivamente, ao longo das jornadas já decorridas na prova, a turma abrantina vem cabalmente demonstrando que o seu desempenho está longe de corresponder a simples “fogacho”, antes traduzindo uma sólida campanha, de um grupo consistente (tendo, aliás, imposto também ao U. Tomar – seu parceiro na vice-liderança – o único desaire sofrido no campeonato).

Por seu lado, o algo oscilante Rio Maior – nas cinco partidas anteriores havia obtido um único triunfo (em Samora Correia), tendo perdido nas outras quatro ocasiões –, ainda em fase de consolidação a este nível competitivo, aproveitou uma tarde de grande desacerto do Moçarriense para fixar a, até agora, maior goleada da competição (a qual não será fácil de superar), ganhando por contundente marca de 8-1, isto perante um rival directo na disputa pela manutenção.

O Coruchense, vindo de dois comprometedores desaires sucessivos (em casa, ante o U. Almeirim e em Ferreira do Zêzere), voltou a “acertar o passo”, derrotando o Amiense por 3-1, partilhando agora o 4.º posto com o Cartaxo, mas com ambas as formações já com um atraso de seis pontos em relação ao líder.

Após duas mudanças sucessivas no comando técnico, o Samora Correia conseguiu estancar o ciclo negativo de quatro derrotas consecutivas, batendo o Mação (que também estreou novo treinador) por 2-1, com os maçaenses, na 7.ª posição, já a 12 pontos do comandante (e a cinco da equipa que os precede imediatamente na tabela, o Fazendense), com a possibilidade de repetir o êxito de 2018 a começar a ficar algo remota.

Surpresa – Pela segunda semana sucessiva o Ferreira do Zêzere é protagonista da surpresa da jornada, em ambos os casos pela positiva, tendo, desta feita, ido vencer (1-0) a Torres Novas, ante um conjunto torrejano a braços com a necessidade de sucessivas recomposições do seu “onze”, em função do acumular de sanções disciplinares sofridas. Em termos práticos, foi a terceira vez que os ferreirenses pontuaram no reduto adversário em outras tantas partidas ali disputadas (depois de uma goleada por 4-0 há duas temporadas e do empate na época passada).

Confirmações – Nos restantes três encontros, os grupos mais apetrechados confirmaram a respectiva condição de favoritos, pese embora por números bem mais apertados do que seria previsível, no caso do U. Tomar e do Fazendense.

Os tomarenses, recebendo o “lanterna vermelha” Pego, denotaram, uma vez mais, dificuldades para desbloquear a organização defensiva contrária, apenas tendo inaugurado o marcador mesmo em cima dos 45 minutos. Depois, na segunda parte, mais serenos, chegaram com naturalidade ao 3-0, antes de um auto-golo sofrido ter feito os pegachos voltar a acreditar, sentimento reforçado após terem reduzido para a desvantagem mínima (3-2), fazendo os locais acabar em sobressalto.

O União conseguiria, ainda assim, salvaguardar a vitória – a sexta em sete jornadas disputadas –, no que constitui o melhor arranque de época do clube desde a histórica temporada de 1964-65, na qual se viria a sagrar Campeão Distrital e Campeão Nacional da III Divisão.

Também o Fazendense sentiu dificuldades ante a formação da Glória do Ribatejo, vendo-se forçado a operar a reviravolta no marcador, acabando por vencer por tangencial 2-1, o que lhe permite manter-se colado ao pelotão da frente, ocupando o 6.º lugar da pauta classificativa.

Já o imparável U. Almeirim somou o sétimo triunfo em outros tantos jogos, impondo-se por tranquila marca de 3-0 nos Riachos, ante o Riachense.

II Divisão Distrital – Alcanenense e Tramagal continuam em destaque, tendo alcançado ambos a terceira vitória consecutiva: o grupo de Alcanena, goleando o Aldeiense por 5-0; enquanto os tramagalenses bateram o Caxarias por tangencial 4-3 num bem animado e repartido desafio.

Mais a sul, já não há equipas só com vitórias, após a derrota do Forense em Pontével (3-1), facto de que beneficiou o Benavente – goleando o Fazendense “B” por 6-0 – para ascender à liderança da sua série, um ponto acima de Forense e Marinhais (vencedor, por 1-0, do “derby”, ante o Salvaterrense). Ainda uma nota adicional para a goleada (8-0) do Espinheirense ao Rebocho.

Campeonato de Portugal – Reagindo bem à frustração da Taça, o Fátima obteve um importante triunfo, por 3-1, na recepção ao Condeixa, passando a somar 12 pontos (em oito jornadas), ascendendo ao lote de três clubes que partilha o 5.º posto (com Sertanense e Caldas), ampliando para cinco pontos a margem de segurança em relação à “linha de água”. O U. Santarém, com compromisso mais difícil, perdeu em casa, por 1-4, com o Praiense (2.º classificado), ocupando agora a última posição (13.ª) acima de tal linha, somente com um ponto de vantagem.

Antevisão – Na I Divisão, o “jogo grande” da 8.ª jornada será o Cartaxo-Coruchense, sendo que um eventual derrotado poderá vir a ficar distanciado já nove pontos da liderança…

Tal só sucederá, todavia, se o U. Almeirim se conseguir impor no “derby”, ante o vizinho Fazendense, num desafio a deixar “água na boca”, em que o guia não poderá distrair-se.

Outros pontos de interesse serão o Mação-Abrantes e Benfica, já de cariz “decisivo” para os maçaenses, “proibidos” de perder pontos, tal como o Moçarriense-U. Tomar, com os unionistas a deslocar-se a um campo sempre difícil, para defrontar um grupo ferido no seu orgulho.

No segundo escalão, com os líderes favoritos (Alcanenense em Alferrarede; Tramagal em Abrantes; e Benavente na Goelgã), realce para o Entroncamento-Ortiga e Forense-Espinheirense.

No Campeonato de Portugal, o Fátima tem uma saída não isenta de riscos, a Oleiros (actual 10.º classificado), voltando o U. Santarém a ter tarefa teoricamente ainda mais difícil, na Sertã.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 31 de Outubro de 2019)

3 Novembro, 2019 at 11:00 am Deixe um comentário

Mundial de Râguebi – Final

Disputou-se hoje em Yokohama a final do Campeonato do Mundo de Râguebi, entre as selecções da África do Sul e de Inglaterra, com uma inequívoca vitória da selecção sul-africana.

É o seguinte o palmarés da prova, que conta nove edições, desde a estreia em 1987:

  • 1987 (N. Zelândia)N. Zelândia – França – 29-9 (3.º País de Gales)
  • 1991 (Inglaterra)Austrália – Inglaterra – 12-6 (3.º N. Zelândia)
  • 1995 (África do Sul)África do Sul – N. Zelândia – 15-12 (a.p.) (3.º França)
  • 1999 (País de Gales)Austrália – França – 35-12 (3.º África do Sul)
  • 2003 (Austrália)Inglaterra – Austrália – 20-17 (a.p.) (3.º N. Zelândia)
  • 2007 (França)África do Sul – Inglaterra – 15-6 (3.º Argentina)
  • 2011 (N. Zelândia)N. Zelândia – França – 8-7 (3.º Austrália)
  • 2015 (Inglaterra)N. Zelândia – Austrália – 34-17 (3.º África do Sul)
  • 2019 (Japão)África do Sul – Inglaterra – 32-12 (3.º N. Zelândia)

Ontem, no jogo de disputa do 3.º e 4.º lugares, a N. Zelândia venceu o País de Gales por categórica marca de 40-17.

27 Outubro, 2019 at 12:06 pm Deixe um comentário

Mundial de Râguebi – 1/2 finais

26.10.2019 – Inglaterra – N. Zelândia – 19-7
27.10.2019 – País Gales – África do Sul – 16-19

Para chegar à Final (a disputar no próximo Sábado, 2 de Novembro, em Yokohama) a Inglaterra ganhou sucessivamente a Tonga (35-3), EUA (45-7), Argentina (39-10) – tendo o jogo com a França sido cancelado -, Austrália (40-16) e N. Zelândia.

Por seu lado, a África do Sul começou por perder com a N. Zelândia (23-13), tendo vencido de seguida a Namíbia (57-3), Itália (49-3), Canadá (66-7), Japão (26-3) e País de Gales.

27 Outubro, 2019 at 11:55 am Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 6ª Jornada

O pulsar do campeonato - 2019-20 - 6jornada

(“O Templário”, 24.10.2019)

No reeditar dos disputados embates de há duas épocas, o U. Tomar averbou uma importante vitória em Mação, mantendo-se na perseguição ao líder, U. Almeirim, o qual apenas nos derradeiros minutos conseguiu inverter um inesperado resultado desfavorável ante o Torres Novas. Em foco esteve também o Ferreira do Zêzere, protagonista da surpresa da 6.ª jornada.

Destaques – O primeiro realce vai para o triunfo (1-0) do U. Tomar em Mação, frente a um clube que conquistara o título de Campeão Distrital há dois anos, e que militou no Campeonato de Portugal na última temporada.

Mais significativa que a expressão do marcador foi a forma como os unionistas assumiram, durante praticamente todo o desafio, a iniciativa, determinados a chegar à vitória, denotando forte coesão de grupo, muito solidário, controlando e dominando o jogo, numa exibição ambiciosa e personalizada, a prometer futuros êxitos ao longo deste campeonato. Ao invés, os maçaenses, agora já a nove pontos do líder, parecem começar a ver esfumarem-se as suas eventuais aspirações, pese embora estarmos ainda numa fase tão prematura da competição.

O Amiense, recebendo, em “casa emprestada”, o Cartaxo, esteve a vencer praticamente até ao final do encontro, acabando por sofrer dois golos já em período de compensação, o que possibilitou aos cartaxeiros uma então já imprevista reviravolta no marcador, acabando por vencer por 2-1, continuando também a integrar o agora trio de perseguidores ao comandante. A boa exibição da turma de Amiais de Baixo mereceria melhor prémio, mas a equipa não deixará de sentir o facto de não poder actuar no seu ambiente.

Começam também a faltar palavras para sublinhar a campanha que o Abrantes e Benfica – a par do U. Tomar e do Cartaxo, o outro parceiro de tal trio – vem realizando, tendo vencido, outra vez fora de casa, em Samora Correia, por 2-1, frente a uma equipa em crise, que, para já, se posiciona bastante aquém do expectável, partilhando agora a indesejada condição de “lanterna vermelha” com o Pego.

Com um percurso algo oscilante, o Riachense vai aproveitando os sucessos obtidos em terreno alheio para subir na tabela, somando preciosos pontos, tendo rectificado assim o desaire caseiro da ronda anterior. Desta feita, em deslocação ao sempre difícil terreno da Glória do Ribatejo, os homens dos Riachos impuseram-se, vencendo por 2-1,

Surpresa – A grande surpresa da jornada foi o categórico triunfo do Ferreira do Zêzere, por 2-0, ante o candidato Coruchense, o qual, em função de tal desfecho, descolou do grupo da frente, passando a registar um atraso de seis pontos em relação ao guia. Para os ferreirenses este poderá ser o tónico de confiança esperado para um campeonato mais tranquilo.

Confirmações – Nas outras três partidas, os resultados enquadraram-se dentro das expectativas. Porém, tal como antes referido, esteve prestes a acontecer (grande) surpresa em Almeirim, onde os torrejanos estiveram a vencer por 2-1 até aos últimos dez minutos, apenas cedendo, após se terem visto em inferioridade numérica (num lance, paralelamente, sancionado com grande penalidade, do qual resultou o tento do empate, a dois golos), acabando por perder no reduto do líder por 3-2, o qual, a muito custo, manteve o pleno de vitórias.

Na Moçarria, Moçarriense e Fazendense não desfizeram o nulo, com os visitantes a apresentarem agora a defesa menos batida do campeonato, contando somente dois tentos sofridos em seis jogos. Todavia, em função do empate cedido, o grupo das Fazendas de Almeirim atrasou-se, estando a quatro pontos do terceto que ocupa o 2.º ao 4.º posto, e já a sete pontos do vizinho U. Almeirim.

O Pego, recebendo o Rio Maior, cumpriu, ganhando por 1-0, obtendo assim os seus primeiros pontos no campeonato, mantendo-se, claro, na luta pela manutenção.

II Divisão Distrital – Com duas rondas disputadas, o realce vai para a segunda vitória averbada pelas equipas do Alcanenense (1-0, em Tomar, ante o U. Tomar “B”), Tramagal (5-1 em Alferrarede), do novato Entroncamento AC (2-0, fora, com o Abrantes e Benfica “B”) e Forense (3-2, na recepção ao Marinhais), todos já a posicionar-se para disputar os lugares de topo das respectivas séries.

Taça de Portugal – Depois de o Fátima ter começado por “eliminar” o Marinhense na 1.ª eliminatória da Taça de Portugal, foi agora a vez, nos 1/32 de final, da – entretanto “repescada” – equipa da Marinha Grande, jogando outra vez em casa, eliminar os fatimenses, ganhando por 1-0, numa particularidade do regulamento da prova e em função de um caprichoso sorteio (situação similar ocorreu entre Canelas e Valadares, que se cruzaram também pela segunda vez na presente edição, neste caso, com o Canelas a seguir em frente em ambas as ocasiões). Em consequência, esta prova de âmbito nacional deixa, pois, de integrar representantes do Distrito de Santarém.

Antevisão – Na I Divisão, o principal ponto de interesse será o confronto entre Abrantes e Benfica e Cartaxo, actuais 4.º e 2.º classificados, respectivamente (igualados em pontos). Por seu lado, o líder, U. Almeirim, desloca-se aos Riachos, um reduto tradicionalmente difícil, mas em circunstâncias em que assume favoritismo.

O Coruchense-Amiense será também um desafio a seguir com atenção, enquanto o U. Tomar, recebendo o Pego, deverá confirmar dentro de campo o superior potencial que lhe é reconhecido.

Na Divisão secundária, realce para os desafios Tramagal-Caxarias, o “derby” Marinhais-Salvaterrense, assim como para o Pontével-Forense, para além da curiosidade do encontro entre as equipas “B” de Ferreira do Zêzere e U. Tomar.

O Campeonato de Portugal estará de regresso, para a sua 8.ª jornada, com ambas as equipas do Distrito a jogarem em casa: o Fátima (actual 9.º classificado) a receber o Condeixa (16.º); cabendo ao U. Santarém (11.º) ter a visita do Praiense (3.º). Enfrentam, portanto, dois opositores com argumentos distintos, esperando-se que os fatimenses confirmem o favoritismo, e que os escalabitanos se possam superar.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 24 de Outubro de 2019)

27 Outubro, 2019 at 11:00 am Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
PSV Eindhoven – LASK Linz – 0-0
Sporting – Rosenborg – 1-0

1º PSV Eindhoven, 7; 2º Sporting, 6; 3º LASK Linz, 4; 4º Rosenborg, 0

Grupo F
E. Frankfurt – Standard Liège – 2-1
Arsenal – V. Guimarães – 3-2

1º Arsenal, 9; 2º E. Frankfurt, 6; 3º Standard Liège, 3; 4º V. Guimarães, 0

Grupo G
FC Porto – Rangers – 1-1
Young Boys – Feyenoord – 2-0

1º Young Boys, 6; 2º Rangers e FC Porto, 4; 4º Feyenoord, 3

Grupo K
Slovan Bratislava – Wolverhampton – 1-2
Beşiktaş – Sp. Braga – 1-2

1º Sp. Braga, 7; 2º Wolverhampton, 6; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 0
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24 Outubro, 2019 at 9:55 pm Deixe um comentário

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