Posts filed under ‘Sociedade’
Literacia, Media e Cidadania – Actas do 1º Congresso Nacional
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«Agences de notation: la grande hypocrisie des Gouvernements»
[…] Le timing des annonces est inacceptable. Comme pour les entreprises, les notations doivent se baser sur une régularité trimestrielle de l’évolution. Les dernières décisions se sont faites à l’improviste, par surprise et ont créé une suspicion de manipulation des marchées. La vertu des notations devrait être dans leur régularité, sur base de faits nouveaux. En cas de crise, le rythme trimestriel peut être remplacé par un rythme mensuel, mais en aucun cas, sauf fait nouveau objectif et articulée, de manière abrupte.
Ceci étant dit, attaquer le baromètre, même s’il est parfois difficile et a les faiblesses que je viens de préciser, est une preuve de plus de l’immense hypocrisie des dirigeants européens, et particulièrement des ministres des finances. Il suffit pour s’en convaincre de les voir s’attribuer le merite des notations positives et le blame sur les agences de notation des notations negatives.
Moment of truth for the eurozone
The biggest question in any debt crisis is whether a credible path back to solvency can be found. For Greece, this now seems very unlikely. The same is true, to a lesser extent, for Ireland and Portugal. This raises three further questions. First, how big is any required restructuring? Second, who should bear the cost? Finally, is restructuring enough? If the answer to the last question is No, then one has to ask whether the currency union will last in its current form.
Europe’s Web of Debt

(clicar na imagem para ampliar – via The New York Times)
Moody’s corta rating de Portugal para “lixo”
O “crescente risco” de que Portugal tenha de pedir um segundo empréstimo antes de regressar aos mercados e a crescente possibilidade de uma renegociação da dívida levaram a agência de rating Moody’s a descer a nota de Portugal para um nível considerado junk (lixo).
(Público)
O que me suscita nomeadamente a seguinte questão: como será possível justificar as notações que eram atribuídas a Portugal por estas mesmas agências de rating há 12 ou há 18 meses?
O detalhe do fundamento da notação atribuída hoje pode ser consultado aqui:
1. The growing risk that Portugal will require a second round of official financing before it can return to the private market, and the increasing possibility that private sector creditor participation will be required as a pre-condition.
2. Heightened concerns that Portugal will not be able to fully achieve the deficit reduction and debt stabilisation targets set out in its loan agreement with the European Union (EU) and International Monetary Fund (IMF) due to the formidable challenges the country is facing in reducing spending, increasing tax compliance, achieving economic growth and supporting the banking system.
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«Sinais»
Cerca de três quartos do orçamento de estado são gastos (por ordem decrescente) na segurança social, saúde e educação. Não é possível equilibrar as contas públicas sem reduzir gastos nestas três áreas e não há subsídios de Natal que cheguem para tapar o buraco crescente nas mesmas.
É essencial para a viabilidade da república que a população tenha consciência deste facto e entenda que muitos benefícios sociais garantidos pelo estado terão de sofrer ajustamentos (ou mesmo cortes). Para isso é importante tomar medidas que sinalizem inequivocamente esta realidade.
Até ao momento, a única medida verdadeiramente sinalizadora e inequívoca é um imposto extraordinário (nos vários significados do termo) que incide maioritáriamente sobre aqueles que já pagam mais impostos e contribuições. A sinalização está completamente ao contrário: De um lado, medida imediata no lado da receita, tal como fizeram os governos anteriores, com o resultadão que todos conhecemos; do outro, conversa teórica vaga sobre racionalização da despesa, mudanças das funções do estado, e tal, com medidas que ainda virão, no futuro, como sempre.
(Miguel Botelho Moniz, n’O Insurgente – sublinhados meus)
António Jorge Branco – 1937-2011
Um dos “mestres da rádio”, uma das “vozes da rádio”, com o seu timbre inconfundível, que me permanecerá na memória, António Jorge Branco faleceu hoje, aos 74 anos.
Um dos jornalistas fundadores da TSF, foi responsável por vários programas nesta rádio, nomeadamente Dicionário da Rádio, Lendas e Calendas e Portugal Passado, tendo ainda assumido papel de relevo na formação profissional em rádio em Portugal.
Fica mais pobre a rádio em Portugal. Perdura a sua memória.
Doutoramento de Adelino Gomes
O jornalista Adelino Gomes (tendo exercido recentemente as funções de “Provedor do Ouvinte“), defenderá na próxima segunda-feira, 4 de Julho, pelas 10h30, no “Auditório Afonso de Barros”, do ISCTE (Lisboa) a sua tese de doutoramento intitulada “O telejornal e o zapping na era da Internet. Estudo do comportamento de editores e telespectadores nos jornais televisivos das 20 horas da RTP1, SIC e TVI (2006-2010)”.
Festa dos Tabuleiros 2011

(pode consultar aqui o programa e o mapa do cortejo de dia 10.07.2011)





