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O DN Jovem entre o Papel e a Net – História e Memórias de uma Transição

Será lançado no próximo dia 28 de Setembro de 2011 (quarta-feira), pelas 18h30, na livraria Bulhosa de Entrecampos, em Lisboa, com apresentação de Pedro Mexia, o trabalho de Helena de Sousa Freitas: “O DN Jovem entre o Papel e a Net – História e Memórias de uma Transição”.
A partir da transição do DNJ do papel para a Internet, em Maio de 1996, a autora desenvolveu uma investigação sobre os 24 anos de vida do suplemento – do nascimento, em Maio de 1983, até ao desaparecimento, em Março de 2007.
Trata-se da mais completa biografia de um dos mais relevantes suplementos juvenis da imprensa portuguesa (publicado no Diário de Notícias), em que se revelaram nomes como os de Benedita Feijó, José Eduardo Agualusa, José Luís Peixoto, José Mário Silva, Margarida Vale de Gato, Pedro Lomba e Tiago Rodrigues, para além do próprio Pedro Mexia.
A título pessoal, também eu – então ainda enquadrado na categoria de “jovem” – deixei o meu pequeno contributo, com um texto publicado no jornal, a 22 de Novembro de 1988, que agora aqui recordo (“Assimetrias“); tendo tido também, no mesmo ano, outro artigo seleccionado para publicação, contudo não publicado por circunstancial falta de espaço (aqui).
Simon & Garfunkel – Central Park – 19.09.1981
(Pode recordar o concerto na íntegra, aqui)
Cerca de 40 cursos com nota de admissão à Universidade inferior a 10
Na 1ª fase de colocação de candidatos, são cerca de 40 os cursos em Universidades portuguesas com nota mínima de admissão inferior a 100 pontos (10 valores):

(via Público – clicar na imagem para ampliar – ordenar por “nota do último colocado”)
Our capitalist system is near meltdown
In fact, the existence of the euro has, until now, been a bulwark against disaster. Suppose it had not been created and that the financial crisis in 2008 had broken over a Europe with multiple floating exchange rates and no European central bank – the eurosceptic utopia. The Irish, Portuguese, Greek, Spanish, Italian and French banking systems would have stood alone and they would have collapsed in a domino effect, interacting with the mega-crisis in Britain and the US. Even some German banks would not have been immune. There would have been a 1930s-scale slump, the break up of the EU and a rise in beggar-my-neighbour devaluations and trade protection.
[…]
We are living through the most dangerous confluence of economic circumstances in modern times. Trying to pretend the interdependencies do not exist or that the collapse of the euro is the answer can only make matters worse. It is a straight choice: we do all we can to help each other or risk going down in what could be the worst economic contraction for a century.
Jacques Delors furieux
Invité de RTL, l’ancien président de la Commission européenne a vigoureusement dénoncé les divisions affichées entre les ministres des Finances de l’Eurogroupe. “J’avais dit il y a trois semaines que l’euro était au bord du groupe”, explique t-il, “je suis malheureux d’avoir eu raison”.
“Hier soir, les 17 ministres des Finances n’ont pas pu se mettre d’accord, alors qu’ils sont sur un paquebot en pleine tempête”, dénonce t-il.
Fervent européen, Jacques Delors conclut l’entretien avec une note plus grave. “J’ai honte”, déclare t-il. “Ce qu’ils ont fait hier illustre la misère des politiques, ça a porté un coup terrible à tous ceux qui, depuis 1948, s’attachent à avoir une vision d’une Europe en paix et d’une Europe prospère”.
(Jacques Delors, antigo Presidente da Comissão Europeia, em entrevista à RTL)
Does the Euro Have a Future?
There is some similarity between the euro crisis and the subprime crisis that caused the crash of 2008. In each case a supposedly riskless asset—collateralized debt obligations (CDOs), based largely on mortgages, in 2008, and European government bonds now—lost some or all of their value.
Unfortunately the euro crisis is more intractable. In 2008 the US financial authorities that were needed to respond to the crisis were in place; at present in the eurozone one of these authorities, the common treasury, has yet to be brought into existence. This requires a political process involving a number of sovereign states. That is what has made the problem so severe. The political will to create a common European treasury was absent in the first place; and since the time when the euro was created the political cohesion of the European Union has greatly deteriorated. As a result there is no clearly visible solution to the euro crisis. In its absence the authorities have been trying to buy time.
In an ordinary financial crisis this tactic works: with the passage of time the panic subsides and confidence returns. But in this case time has been working against the authorities. Since the political will is missing, the problems continue to grow larger while the politics are also becoming more poisonous.
[…]
To resolve a crisis in which the impossible becomes possible it is necessary to think about the unthinkable. To start with, it is imperative to prepare for the possibility of default and defection from the eurozone in the case of Greece, Portugal, and perhaps Ireland. […]
Contas da Administração Regional da Madeira
1. O Tribunal de Contas publicou em Abril passado um relatório sobre a “Auditoria orientada para os encargos assumidos e não pagos da Administração Regional Directa da Madeira – 2009”. Este relatório identifica Acordos de Regularização de Dívidas (ARD) celebrados entre o Governo Regional da Madeira e empresas de construção, num montante global de cerca de 184,5 milhões de euros (dos quais 141,3 milhões de euros referentes aos acordos de 2008 e o remanescente aos acordos de 2009). Também de acordo com o relatório, estas dívidas não foram inscritas na lista de encargos assumidos e não pagos. Esta lista, de preenchimento obrigatório pelos organismos das Administrações Públicas, é uma importante fonte de informação estatística para apurar a despesa e a dívida dessas entidades na óptica das Contas Nacionais.
2. As diligências que as autoridades estatísticas desencadearam, ao tomarem conhecimento do relatório do Tribunal de Contas confirmaram que as dívidas contraídas desde 2004 e objecto de ARD em 2008 e em 2009 não foram registadas como encargos assumidos e não pagos, não tendo igualmente sido comunicadas às autoridades estatísticas.
3. Na sequência daquelas diligências, entre o final de Agosto e o início da presente semana, chegou às autoridades estatísticas um conjunto de informações que permitem concluir o seguinte:
a. Em 2010, foram celebrados novos ARD no valor de aproximadamente 571 milhões de euros, respeitantes a dívidas contraídas desde 2003, a que acrescem, até ao final de 2010, juros de mora no montante de 290 milhões (que também não tinham sido comunicados às autoridades estatísticas);
b. Em 2011, foram celebrados ARD no valor de 11 milhões de euros, respeitantes a dívidas contraídas desde 2005, e identificados juros de mora, até ao final do primeiro semestre, no montante de 32 milhões de euros;
c. Identificaram-se ainda encargos por registar, não objecto de ARD, relativos a serviços de saúde respeitantes a 2008, 2009 e 2010, nos montantes respectivamente de 20, 25 e 54 milhões de euros.
[…]
O INE e o Banco de Portugal, enquanto autoridades estatísticas nacionais responsáveis pelo apuramento das estatísticas das Administrações Públicas, consideram grave a omissão de informação e não têm conhecimento de casos similares.
(Nota de imprensa do INE – Instituto Nacional de Estatística e do Banco de Portugal – sublinhados meus)
Riscos catastróficos
El secretario del Tesoro de Estados Unidos, Timothy Geithner, ha afirmado hoy que está preocupado por las divisiones que existen entre los países e instituciones europeas acerca de cómo afrontar la crisis de deuda y, en especial, por las diferencias que ha encontrado entre los gobiernos y el Banco Central Europeo. Precisamente, el presidente de este organismo, Jean-Claude Trichet, ha defendido hoy que es preciso pasar de las palabras a los hechos para frenar las turbulencias y evitar “los riesgos catastróficos”.
(El País)
Investigador português premiado com bolsa de 1 milhão de euros
André Arroja Neves, investigador na área da matemática foi premiado com a atribuição de uma bolsa no valor global de cerca de um milhão de euros – repartida ao longo de um período de 5 anos -, pelo Conselho Europeu de Investigação, através da iniciativa “ERC Starting Grant”, programa de financiamento para jovens investigadores de diversas áreas científicas, que tem por objectivo “fixar investigadores de excelência na Europa”.
O jovem investigador português (nascido em 1975), que desenvolve a sua actividade no Departamento de Matemática Pura do Imperial College de Londres – com investigação na área da geometria diferencial e análise de equações com derivadas parciais -, foi já distinguido com diversos outros prémios e bolsas, nomeadamente da National Science Foundation, da Clay Mathematics Institution, da Fundação Calouste Gulbenkian e do European Research Council.
Time is running out
[…] There is a sense in Brussels that the defenders of the euro zone have run out of ammunition and out of ideas.
One reason is that the politicians cannot keep up with the markets. The euro zone has yet to implement the decisions of July’s summit, but the next shock wave has already struck. Another is that the performance of Greece under the EU-IMF programme has been so poor that every quarterly assessment to approve the next tranche of loans becomes a cliff-hanger.
So each episode of market panic is worse than the previous one, the weapons in hand look inadequate, contagion spreads, while governments and institutions lose their nerve.



