Posts filed under ‘Sociedade’

O acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa

Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.

Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum?

(Maria Clara Assunção – A Biblioteca de Jacinto)

16 Fevereiro, 2012 at 4:42 pm Deixe um comentário

Redacção de um jornal em dia de eleições presidenciais nos EUA (1996)

Election Day Nov. 5, 1996 at The Miami Herald from Robertson Adams on Vimeo.

15 Fevereiro, 2012 at 3:20 pm Deixe um comentário

O chamado ‘novo acordo ortográfico’: um descaso político e jurídico

Acresce que do acto de autenticação (ou assinatura) de um tratado internacional decorrem certos efeitos jurídicos. De entre eles, o da inalterabilidade do texto (art. 10.º da CV) e o do dever geral de boa-fé (art. 18.º da CV), traduzindo-se este último num dever de abstenção de actos que atentem contra o objecto ou fim da convenção. Pois bem, se por um lado o II Protocolo Modificativo do AO, de Julho de 2004, ao arrepio daquele primeiro sentido normativo, alterou, em parte, a redacção originária do AO, fazendo, do mesmo passo, letra morta do n.º 4 do art. 24.º da CV, que considera obrigatórias, desde a adopção do texto, as cláusulas relativas às modalidades da entrada em vigor, por outro – o que se nos afigura bem mais grave – consubstanciou justamente um acto (concertado!) que malogrou, sem apelo nem agravo, o objecto e a finalidade do tratado. Com efeito, não se vê como o propósito assumido da criação de uma ortografia unificada para o português possa ser alcançado com o consentimento à vinculação a ser exprimido por apenas três dos oito Países de Língua Oficial Portuguesa. […]

Mesmo a não se entender assim, sempre haverá de aceitar-se que, por força do art. 2.º do Tratado de 1990 – nos termos do qual os Estados signatários tomarão, através das instituições e órgãos competentes, as providências necessárias com vista à elaboração de um vocabulário ortográfico comum de língua portuguesa -, a entrada em vigor do AO deverá ser diferida para o momento em que, precisamente, a existência de um vocabulário comum, contendo as grafias consideradas adequadas para todos os povos da lusofonia, torne finalmente exequível o clausulado do Tratado. Talvez por isso Angola e Moçambique relutem, para já, em ratificá-lo.

(José de Faria Costa e Francisco Ferreira de Almeida – Diário de Notícias)

13 Fevereiro, 2012 at 4:07 pm Deixe um comentário

Como era feito o dinheiro (1920)

(via ContraFactos & Argumentos)

13 Fevereiro, 2012 at 12:13 pm Deixe um comentário

Acordo ortográfico serve os interesses do Brasil, afirma Bagão Félix que não se dá por vencido

Bagão Félix analisa a aplicação do acordo ortográfico considerando que houve uma insuficiente discussão e um escasso escrutínio público sobre uma matéria essencial que é a língua, e sublinha que se trata de um produto de uma coligação que beneficia os interesses do Brasil e um pequeno grupo de intelectuais. O comentador do Conselho Superior da Antena 1 não esconde que é um firme opositor ao acordo ortográfico e espera que todos aqueles que assim pensam não se dêem por vencidos.

(Antena 1 – programa “Conselho Superior” – clicar para ouvir)

8 Fevereiro, 2012 at 12:26 pm Deixe um comentário

«Por que razão os blogues têm cada vez menos importância?»

Esta é a questão colocada por Pacheco Pereira, em artigo publicado no jornal “Público”, de 4 de Fevereiro, também disponível no Abrupto, em que refere nomeadamente:

A mudança política de 2011 foi mortífera para os blogues, começando a notar-se os seus efeitos perversos cerca de dois anos antes do fim do “socratismo”, quando, muito à portuguesa, começou a debandada para a “zona de conforto” que a nova situação anunciava e mais tarde concretizou. Infelizmente para os blogues, bastou um ciclo de mudança política para mostrar como todos os defeitos da vida política portuguesa – o espírito de obediência, a falta de independência crítica, a absurda redução de tudo à dicotomia situação/oposição, e o puro oportunismo pessoal de um país em que a fome é muita e os empregos escassos -, para tornar os blogues meros acrescentos dos partidos políticos e das suas facções. O clubismo político instalou-se e com ele a desertificação ideológica, os silêncios e as falas de conveniência, a submissão ao novo unanimismo, o espírito de claque em guerra com os adversários, e de um modo geral a completa mediocridade daquilo que passa por ser o debate político em Portugal. Os blogues políticos parecem-se cada vez mais com secções das “jotas” partidárias.

Para concluir da seguinte forma:

Eu também tenho um blogue e deixo aos meus leitores o julgamento sobre em que medida se me aplicam as críticas que faço ao meio. E também convém enunciar que há excepções, quer pela qualidade de escrita e análise, quer pela independência e autonomia. Mas são excepções, não servem para caracterizar a coisa.

Um artigo que foi já objecto de interessantes referências no Jornalismo e Comunicação, por parte de Luís Santos e de Elsa Costa e Silva.

7 Fevereiro, 2012 at 3:17 pm Deixe um comentário

Isabel II – 60 anos de reinado

Quem haveria de dizer que o meu cão tinha antepassados “aristocráticos”?!

6 Fevereiro, 2012 at 3:53 pm Deixe um comentário

Graça Moura dá ordem aos serviços do CCB para não aplicarem o Acordo Ortográfico

O recém-empossado presidente do Centro Cultural de Belém (CCB), Vasco Graça Moura, fez distribuir ontem à tarde uma circular interna, na qual dá instruções aos serviços do CCB para não aplicarem o Acordo Ortográfico (AO) e para que os conversores – ferramenta informática que adapta os textos ao AO – sejam desinstalados de todos os computadores da instituição.

Numa directiva datada de Setembro de 2011, o anterior conselho de administração do CCB adoptara o acordo em toda a documentação produzida pela instituição. Uma decisão que o novo presidente agora revogou com o apoio da nova administração. A questão que agora se coloca é a de saber se esta medida é legal, já que o Governo de José Sócrates ordenou, em Janeiro de 2011, que o AO fosse adoptado por todos os serviços do Estado e entidades tuteladas pelo Governo.

(Público)

3 Fevereiro, 2012 at 10:22 am Deixe um comentário

i – 30.01.2012

Mais uma grande capa do i – fotomontagem, a partir da seguinte foto original:

30 Janeiro, 2012 at 5:42 pm Deixe um comentário

«Troque os Maias, pela Meyer»?

«A cultura renova-se»?

Que disparate é este?

Ninguém pára um bocadinho para pensar que as ideias de um “criativo” podem ser absurdamente despropositadas?

Actualização – Afinal – numa reacção rápida – acabou por prevalecer algum sentido de sensatez: «Fnac retira cartaz após pressão das redes sociais».

29 Janeiro, 2012 at 9:49 pm Deixe um comentário

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