Posts filed under ‘Sociedade’
Periodismo en #Tiemporeal
O site ClasesdePeriodismo.com disponibiliza o download de publicação (ebook) denominada “Periodismo en #TiempoReal“, com o seguinte índice:
– Periodismo y en tiempo real
ESTHER VARGAS
– 10 cosas que pasarán en 2013: #2013Trends
JOSÉ LUIS ORIHUELA
– Cosas que un Community Manager debe saber
KAREN DE LA HOZ
– Entre streamings y tuits: luces y sombras del periodismo en tiempo real
ALEJANDRO ROST
– Instagram y la fotografía para todos
HUGO PASSARELLO
– Periodismo con smartphone
CARLOS E. GARCÍA
– Un blog literario en tiempos de la civilización del espectáculo
JAIME CABRERA
– El lenguaje digital y el corrector 2.0
ÚRSULA VELEZMORO
– ¿Qué proyectos editoriales tienen los extraterrestres?
MARCO AVILÉS
– Cambio de chip en El Salvador
BLANCA ABARCA
– El reto periodístico de las redes sociales: Social Media Press Challenge 2012
KYRA HAMANN
– Dar la cara: ¿La evolución de la petición online?
CRISTIAN CAMBRONERO
– Nuevos medios y el proceso electoral
ERNESTO AROCHE
– Periodismo en tiempo real: periodismo real
ÉLMER MENJÍVAR
– Redacciones: Cuando el capo toca la puerta
DARÍO DÁVILA
– De la Mac 95 al Mapeo, los datos y visualizaciones
CLAUDIA MÉNDEZ
– Lo que aprendimos en un año de Social Media en El Tiempo
RENATA CABRALES
– Esto es para ya. El periodismo ante el reto del tiempo real
LUIS CARLOS DÍAZ
– Periodismo para sobrevivir en España
MARIO TASCÓN
– No le tengas miedo al “mostrito”
MILAGROS SALAZAR
– Nunca es tarde para reciclarnos como periodistas
ELENA MIRANDA
– “Creamos Storify pensando en el futuro del periodismo”
SOFÍA PICHIHUA
«O Relatório do FMI, 2»
1. Se o governo for comandado por agentes racionais e não puramente ideológicos, aquilo que haja de discussão séria sobre o relatório ajudará a expurgar os erros e as soluções tecnicamente inadequadas que uma coisa destas inevitalmente terá (e parece que tem alguns), permitindo que se tomem melhores decisões. Com isto não quero dizer que o governo seja comandado por pessoas racionais ou que a discussão possa ser séria, mas acho que não se deve excluir completamente a hipótese.
2. Independentemente do ponto 1, o FMI cumpre aqui a função de batedor. Faz barulho, levanta a caça, não paga preços eleitorais e ajuda a gerar informação preciosa para o governo sobre que medidas deverão ser, à partida, completamente inaceitáveis e inaplicáveis do ponto de vista político. Como o governo não está em rigor obrigado a tomar essas medidas e como quem fica com a responsabilidade das ideias mais politicamente mirabolantes é o FMI, esta é a maneira certa de levantar a caça. Murmurar frases mutuamente contraditórias sobre o financiamento do ensino obrigatório em entrevistas televisivas e nos dias seguintes é a maneira errada.
3. Finalmente, este relatório e a discussão que está a ocorrer deixa o país a marinar num conjunto de hipóteses aterrorizadoras de corte de despesa que o governo se encarregará de rejeitar ou mitigar quando chegar a altura certa. “Afinal”, dir-se-á, não foi tão mau como se pensava. As piores expectativas não serão cumpridas. Vai-se cortar, vai doer, mas claro que não se vai cortar 4.000 milhões. Mas como os credores já explicaram, o que conta não é tanto a meta mas sim a direcção da corrida, e os esforços do país serão elogiados, e Portugal não é a Grécia, e enfim, mais 1% menos 1%, estabilizadores e multiplicadores e tal.
«Se os portugueses tivessem um governo próprio»
Se tivéssemos um governo próprio, eis o que ele diria à troika da próxima vez que nos visitasse:
“Meus senhores, escutámos nas últimas semanas declarações altamente relevantes de, por um lado, Christine Lagarde (Presidente do FMI) e Olivier Blanchard (economista principal do FMI), por outro, Durão Barroso (Presidente da Comissão Europeia), Claude Juncker (Presidente do Ecofin) e Martin Schulz (Presidente do Parlamento Europeu).
“Todas estas individualidades – de quem decerto já terão ouvido falar – convergem de modo inequívoco na conclusão de que as políticas de austeridade que têm vindo a ser aplicadas na Europa em geral e em Portugal em particular são erradas, destrutivas e contrárias aos propósitos declarados de controlar os défices públicos, conter o crescimento das dívidas soberanas, promover o crescimento e gerar emprego.
(João Pinto e Castro, no Jugular – ver artigo completo)
Nova nota de 5 €
Foi hoje apresentado o desenho da nova nota de 5 €, com entrada em circulação a partir de 2 de Maio de 2013:
Relatório do FMI
O Relatório do FMI, ontem divulgado, “Portugal – Rethinking the State – Selected Expenditure Reform Options”, pode ser consultado aqui.
A forma de apresentação do famigerado documento do FMI (e a insensibilidade do seu conteúdo) é mais uma evidência de uma total inaptidão politica, de incapacidade de mobilizar consensos para as reformas urgentes e inevitáveis e um contributo para que tudo fique pior. Por melhores que sejam as intenções, os elefantes continuam à solta numa loja de porcelana…E assim vamos destruindo, passo-a-passo, o capital social e da confiança que precisaríamos para fazer uma grande reforma do Estado e das suas funções.
(Rui Marques, via página no Facebook)
SPA recusa acordo devido às posições do Brasil e Angola
De acordo com um comunicado do Conselho de Administração da SPA, a entidade afirma que vai “continuar a utilizar a norma ortográfica antiga nos documentos e comunicação escrita com o exterior”.
A entidade sustenta que “este assunto não foi convenientemente resolvido e encontra-se longe de estar esclarecido, sobretudo depois do Brasil ter adiado para 2016 uma decisão final sobre o Acordo Ortográfico, e de Angola ter assumido publicamente uma posição contra a entrada em vigor” das novas regras. […]
Perante estas posições daqueles países, a SPA considera que “não faz sentido dar como consensualizada a nova norma ortográfica, quando o Brasil, o maior país do espaço lusófono, e Angola, tomaram posições em diferente sentido”.
Ainda o (des)Acordo
Em 2016, eis um cenário muito possível: Angola manterá a ortografia existente anterior ao “Acordo”. Portugal seguirá, se não conseguir inverter o statu quo, o pobre “acordês”. E o Brasil terá entretanto revisto e certamente “melhorado” o “Acordo”, escrevendo numa terceira ortografia. Resumindo: cada qual escreverá de sua maneira, e ter-se-á esfrangalhado a ortografia comum que, até agora, era seguida por todos os países lusófonos, com excepção do Brasil. Ou seja: será um verdadeiro “acordo português”, em que ninguém sabe acordar.»
(Helena Buescu, Público – ver texto completo)
«O cadáver adiado»
O Acordo Ortográfico não ficará incólume e as suas regras serão revistas e modificadas. Ninguém esconde no Brasil esta necessidade de revisão e correcção, tão cultural, social e politicamente sentida que está na base do adiamento decretado. Se as regras vão ser modificadas, e quanto a este ponto não pode subsistir qualquer espécie de dúvida, será um absurdo absoluto que se mantenha a veleidade de as aplicar em Portugal na sua forma presente. Não se pode querer contestar oficial ou, sequer, oficiosamente a existência de três grafias, nada menos de três, como resultado grotesco de uma tentativa sem pés nem cabeça de uniformização delas em todos os países que falam português: a brasileira, a angolana e moçambicana e a irresponsável que é a portuguesa. Torna-se imperativo o reconhecimento oficial de que a única ortografia que está em vigor em Portugal é a que já vigorava antes das desastrosas pantominas que foram empreendidas pelo Governo Sócrates. No meio desta vergonha, o mais simples é:
a) reconhecer-se que o AO nunca entrou em vigor por falta de ratificação de todos os estados signatários;
b) … pressuposto essencial da sua aplicação que é o vocabulário ortográfico comum que nem sequer foi iniciado;
c) suspender-se tudo o que se dispôs em Portugal quanto à aplicação do AO, nomeadamente no plano das escolas, dos livros escolares e dos serviços do Estado;
d) tomar-se a iniciativa de negociações internacionais com vista a uma revisão e correcção do AO por especialistas dignos desse nome.
(Vasco Graça Moura, Diário de Notícias)






