Posts filed under ‘Sociedade’
2007. Um ano como os outros
O ano de 2007, na perspectiva de Francisco José Viegas: Parte I, Parte II e Parte III.
Tratado descodificado
Uma análise ao Tratado de Lisboa, em vários capítulos, por Miguel Portas (Deputado no Parlamento Europeu, eleito pelo Bloco de Esquerda).
100 anos de Oscar Niemeyer


A propósito do centenário de Oscar Niemeyer, que hoje se celebra, vale a pena passar pelo f-world, um dos melhores blogues portugueses.
Irene Pimentel – “Prémio Pessoa” – 2007
A historiadora Irene Pimentel foi hoje distinguida com o Prémio Pessoa, concedido anualmente à pessoa de nacionalidade portuguesa que durante esse período – e na sequência de uma actividade anterior – tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país.
Irene Pimentel, investigadora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, tem-se dedicado ao estudo da História Contemporânea, consistindo a sua Tese de Mestrado em “Contributos para a História das Mulheres no Estado Novo. As organizações femininas do Estado Novo (Obra das Mães pela Educação Nacional e Mocidade Portuguesa Feminina), 1936-1966”, tendo adoptado como tema para a sua tese de Doutoramento (defendida em Janeiro de 2007) o estudo “A Polícia Internacional de Defesa do Estado – Direcção-Geral-de-Segurança (PIDE/DGS). História da Polícia Política do estado Novo, 1945-1974”.
Nas edições anteriores, foram premiados:
2006 – António Câmara (professor catedrático, empresário e investigador)
2005 – Luís Miguel Cintra (actor e encenador)
2004 – Mário Cláudio (escritor)
2003 – José Gomes Canotilho (constitucionalista)
2002 – Manuel Sobrinho Simões (investigador)
2001 – João Bénard da Costa (crítico e historiador de cinema)
2000 – Emmanuel Nunes (compositor)
1999 – Manuel Alegre (poeta) e José Manuel Rodrigues (fotógrafo)
1998 – Eduardo Souto de Moura (arquitecto)
1997 – José Cardoso Pires (escritor)
1996 – João Lobo Antunes (neurocirurgião)
1995 – Vasco Graça Moura (ensaísta)
1994 – Herberto Hélder (poeta)
1993 – Fernando Gil (filósofo)
1992 – Hannah e António Damásio (neurocientistas)
1991 – Cláudio Torres (arqueólogo)
1990 – Menez (pintora)
1989 – Maria João Pires (pianista)
1988 – António Ramos Rosa (poeta)
1987 – José Mattoso (historiador)
Presidenciais EUA 2008 – Matriz MSNBC
Excelente esta matriz apresentada pela MSNBC, com as principais posições de cada um dos 16 candidatos anunciados às eleições presidenciais estado-unidenses do próximo ano, relativamente aos temas considerados mais relevantes, nas seguintes áreas: Economia, Energia, Saúde, Imigração e Guerra do Iraque.
Transmissão em directo da cerimónia de assinatura do Tratado de Lisboa
Disponível via Portal da Presidência da União Europeia.
A cerimónia, que terá a presença dos 27 chefes de Estado e de Governo da União Europeia, tem início às 11h30, contando com discursos do Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, do Presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pöttering e do Presidente do Conselho Europeu, José Sócrates. A assinatura do Tratado de Lisboa está marcada para as 12h15.
Neste portal é também possível aceder às gravações de vídeo das principais conferências de imprensa e sessões públicas da Presidência Portuguesa.
Livros em Desassossego – Portugal/Brasil
“Há duzentos anos, ameaçada pelas invasões napoleónicas, a Corte portuguesa atravessou o Atlântico e fez do Rio de Janeiro a capital do Império. Dois séculos depois diversos escritores portugueses têm vindo a redescobrir o Brasil em obras de ficção. Na sessão de Novembro dos Livros em Desassossego, o crítico e professor universitário Abel Barros Baptista, o sociólogo Ivan Nunes e os escritores Miguel Real e Francisco José Viegas debatem o estado actual das relações culturais e literárias entre Portugal e o Brasil. Antes, Hugo Xavier, coordenador editorial da Cavalo de Ferro, escolhe três livros recentemente editados que gostava de ter visto publicados na editora de que é um dos responsáveis. A próxima sessão dos Livros em Desassossego realiza-se na Casa Fernando Pessoa a 29 de Novembro, pelas 21h30. Carlos Vaz Marques modera o debate. A entrada é livre.”
Índice de Desenvolvimento Humano

(via http://hdrstats.undp.org/countries/country_fact_sheets/cty_fs_PRT.html)
200 Anos do embarque da Corte para o Brasil
A 26 de Novembro de 1807 – com o exército de Junot em Abrantes –, o Príncipe Regente D. João decretava ter resolvido: “em benefício de meus vassalos, passar com a Rainha minha Senhora e Mãe e com toda a Real Família para os Estados da América e estabelecer-me na cidade do Rio de Janeiro até a Paz geral…”.
No dia seguinte – completam-se hoje 200 anos – iniciava-se o embarque da Corte para o Brasil.
As cerca de 65 embarcações, transportando mais de 15 000 pessoas – desde a família real (nomeadamente o Príncipe Regente e a Rainha D. Maria I), à Corte e às elites sociais, científicas, militares e culturais de Portugal –, assim como os arquivos do governo e a Biblioteca Real partiriam da Torre de Belém a 29 de Novembro de 1807, poucas horas antes da entrada de Junot em Lisboa.
Chegariam a Salvador, no Brasil, no final de Janeiro de 1808, após 54 dias de navegação, aportando no Rio de Janeiro em Março. D. João VI apenas retornaria a Portugal, já na qualidade de Rei, em 1821.
Para evocar esta data, o Museu da Marinha (Praça do Império, em Belém) inaugura amanhã a exposição “1807: O Embarque da Família Real para o Brasil”.
Para saber mais: http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_nov2007/pag_10.html
"Manual para pais cujos filhos vêem demasiada televisão"
No âmbito das iniciativas “Falar de Livros”, organizadas por José Carlos Abrantes, é igualmente apresentada hoje – pelas 19 horas -, na Livraria Almedina (Atrium Saldanha, em Lisboa), a obra “Manual para pais cujos filhos vêem demasiada televisão”, de Serge Tisseron.
“A criança é hoje convidada, praticamente desde a infância, a ver imagens: a publicidade que a cerca, as revistas que folheia sem ainda saber ler, os ecrãs de televisão e os jogos vídeo. E é convidada a ir buscar às imagens soluções para a sua vida quotidiana. Estas tornam-se suporte de modelos que entram em competição permanente com os dos pais. Mas estes conservam um poder considerável: é sempre a partir das suas reacções que a criança instala os seus primeiros pontos de vista.
Mas como reagir ? Até onde é que as interdições e a obediência pedidas à criança favorecem os seu desenvolvimento e a partir de quando lhe causam prejuízo ? E como evitar o pior das imagens, utilizando-as para o melhor ?”



