Posts filed under ‘Pessoal’

MÃE

Com 3 letrinhas apenas.

PARABÉNS!

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25 Julho, 2003 at 7:12 pm

OBRIGADO!

Continuo os agradecimentos, a todos os que me têm feito referências simpáticas: incongruências; mata-mouros; sixhat agridoce; socio(b)logue (que fez o favor de me adicionar na sua prestigiada lista de links).

Vou procurar continuar a fazer por merecer a vossa atenção, sempre dentro de uma linha prioritária de orientação, que me impus a mim próprio no início deste “blogue”, que é a de abordar os temas pela positiva (sem prejuízo, le cas échéant), de poder ter que criticar (construtivamente) algum aspecto ou situação.

Bem hajam!

Será sempre uma satisfação ver que “regressam”… e que trazem mais amigos.

[79]

24 Julho, 2003 at 7:39 am

1000

Continuamos em progressiva aceleração (faz parte do ciclo de vida de qualquer produto – em que os “blogues” ainda se encontram na sua fase de lançamento – como qualquer “caloiro” de marketing bem saberá). 

Em menos de 3 semanas, é ultrapassado este “número mágico”, de 1 000 páginas visitadas (tenho fé que o número de visitantes há-de lá chegar daqui a não muito tempo…). 

Para comemorar este momento “épico”, a partir de hoje, apresento um “new look” (porque “os olhos também comem” e porque, num mundo em que a imagem dita leis, temos de acompanhar / antecipar as “tendências do mercado” e renovar-nos todos os dias). 

Peço-lhes que relativizem mais este momento de “umbiguismo”… Obrigado a todos pela paciência e atenção dispensada. 

[62]

19 Julho, 2003 at 7:36 pm

AGRADECIMENTO

Pela atenção e simpática referência. 

Ao Outro, eu, na pessoa de Carlos Vaz Marques, por quem nutro particular admiração, entre outros motivos, pelo entusiasmo que põe em tudo o que faz (de que é também sinal a belíssima página que nos proporciona, com o valor acrescentado das fotos e da música – ou não se tratasse de um “Homem da Rádio”) – Ver também “Pessoal e… transmissível“. 

P.S. – Ainda estava em falta em relação ao 100nada (que também visito assiduamente – e não é naquela onda da “teoria do lava-costas”…), pelo “prémio” que me atribuiu há alguns dias. Aqui fica reparada essa falta. Volte sempre… e continue a actualizar os seus posts com frequência e regularidade.

[58]

18 Julho, 2003 at 6:57 pm

500!

500 visitas em menos de 2 semanas! Obrigado a todos. Voltem sempre. Tragam os vossos amigos.

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13 Julho, 2003 at 6:45 pm

"TEXTOS PRÉ-BLOGUE"

A propósito do entusiasmo, volto ao texto de Pacheco Pereira no Abrupto, com o título supra: 

“Ter um blogue, já o disse, era uma coisa que eu queria ter no meu liceu. A expressão “no meu liceu” mostra já como é história antiga e o Liceu foi o Alexandre Herculano no Porto. No meu liceu havia um jornal, que formalmente pertencia à Mocidade Portuguesa (não podia haver quaisquer publicações que não fossem da Mocidade) e que tinha pretensões literárias, o Prelúdio. Régio tinha escrito um elogio do jornal e um dos seus directores antes de mim fora o Manuel Alberto Valente que agora também tem um blogue. 

… 

Era por estas e por outras que eu gostava de ter tido um blogue, preparei-me toda a vida para ter um blogue, mesmo quando eles não existiam e trago essa ancestral vontade intacta, sem um desvio de um milímetro. Por isso vão saber o que significa persistência, teimosia, purpose. Quem quer lê, quem não quer não lê. É a beleza da coisa.” 

Subscrevo a 100 %! 

[37]

12 Julho, 2003 at 8:38 am

"PORQUÊ?"

Quem já lidou mais de perto com estas situações – ainda mais quando elas surgem de forma completamente inesperada – compreenderá o que penso e escrevo: no imediato, a sensação que prevalece é a da negação; não é possível que seja verdade! 

Entramos numa espécie de névoa, “flutuamos numa atmosfera paralela”, tudo parece irreal e distante; quase diria que é como se não tivéssemos tomado consciência da verdade e das suas implicações (“como se não tivesse a ver connosco …). 

Só mais tarde, quando as coisas começam a “assentar”, passamos a outra fase – a interiorização da dura realidade dos factos – e começamos então a interrogar-nos sucessivamente: “Porquê?”. 

E esta é uma fase prolongada, que nos acompanha ao longo do tempo, de forma recorrente; quando menos se espera – e sem necessidade de nenhum motivo particular para o despoletar – lá estamos nós a interrogar-nos novamente: “Porque é que aconteceu? Não é justo! Não podia ter acontecido!”… 

Não tinha previsto que esta coluna servisse para expressar notas de índole pessoal como estas (ou outras) características. 

Mas não podia deixar de prestar esta “homenagem” ao Carlos… 

[27]

9 Julho, 2003 at 7:34 am

CARLOS

Há certas coisas que fazem parte da “intimidade” pessoal de cada um e não são para divulgar ao mundo… Constituem uma zona de reserva intransponível. Portanto, não entrarei em grandes detalhes. 

O Carlos foi uma das primeiras pessoas com quem me cruzei no primeiro dia de aulas na faculdade (já lá vão quase 20 anos…). Depois, ao longo dos 5 anos do curso, a sua simplicidade e espírito de entreajuda fizeram dele um amigo “sempre às ordens”; no final de cada “sessão nocturna” (de trabalho, ou de diversão), era sempre o Carlos (que, então, era um dos poucos que tinha disponível para utilização um carro… do pai) que, madrugada dentro, fazia a “distribuição porta-a-porta”. 

Concluído o curso, o Carlos foi o primeiro da turma a casar; teve filhos; gostava do que fazia; manteve a ligação à faculdade: de aluno passou a professor; nos anos imediatos, era o elo de ligação que “fazia a ponte” entre todos nós. 

Com o decurso dos anos, as ocupações “sempre muito absorventes”, tornando o tempo disponível um bem muito escasso, provocaram algum afastamento (no essencial, passámos a encontrar-nos nos jantares de aniversário de um ou outro colega, de tempos a tempos). 

A notícia, como sempre, surgiu de uma forma brutal: hoje, sem explicação conhecida, o Carlos cansou-se de viver… 

E deixa-nos sem palavras…

[26]

8 Julho, 2003 at 7:53 pm

OS BLOGUES E A DIALÉCTICA AUTOR/LEITOR

Diz Pacheco Pereira no Abrupto: “…Como este monstro está sempre com fome …”. 

Julgo compreender: no sentido em que os textos escritos são “consumidos” de uma forma instantânea; que exigem que a actualização seja permanente; que solicitam um desdobramento do “autor”, no sentido de encontrar temas não só interessantes, mas, sobretudo, novos … 

Deparamo-nos, também aqui, com uma dialéctica porventura interessante … 

Enquanto “leitor”, sinto-me como que “defraudado” quando visito os “meus blogues favoritos” e, afinal – desde a visita anterior – não houve nenhuma actualização. O autor do blogue fica então numa posição de “devedor”; fica-me em dívida perante o “post” que “já devia ter escrito e ainda não escreveu”. E porquê? O que terá ele andado a fazer nas últimas horas? Porque não está a “cumprir com as suas obrigações” perante nós, seus fiéis leitores? 

Enquanto “autor”, recordo-me (e recordo agora todos os leitores …) que as pessoas que escrevem blogues têm as suas ocupações, têm as suas profissões, têm os seus compromissos. A escrita de blogues é uma “ocupação paralela”, é um “escape” que, inevitavelmente, vai roubar tempo a outras actividades e que tal só será “legítimo” enquanto houver prazer no acto da escrita, acto esse que não poderá nunca transformar-se em “obrigação”. 

Mas talvez já chegue de “conversa de treta” (ver post seguinte – que, por acaso, se o leitor iniciou a leitura de hoje pelo topo da página, foi o anterior …; este é outro aspecto curioso: quem chega pela primeira vez a uma página de blogue, terá a tendência natural de começar por ler os textos mais recentes (que, muitas vezes, remetem para posts mais antigos, aos quais, contudo, o leitor apenas chegará posteriormente … se chegar). 

[24]

8 Julho, 2003 at 7:54 am 1 comentário

BALANÇO

Uma semana (e cerca de 200 visitas a esta página) depois (bem sei que são números modestos, comparativamente aos dos “profissionais” – de qualquer forma, agradeço a paciência que têm tido os que me lêem), será altura para um primeiro breve balanço desta aventura “bloguista”. 

Tenho procurado respeitar o objectivo que a mim próprio pré-defini no primeiro dia: acima de tudo e, essencialmente, divulgar as “coisas boas”, abordar os assuntos pela positiva, sem esquecer, quando tal me pareça relevante, comentar os temas em destaque em cada dia. 

Continuo a reforçar a ideia de que este é um “admirável mundo novo”, que nos permite comunicar com o mundo (passe o pleonasmo); é claramente um sinal dos tempos: a comunicação do século XXI – “instantânea”, concerteza efémera, mas, simultaneamente, perene (aqui poderíamos ter uma dialéctica interessante …), no sentido em que perdura em arquivo (será porventura interessante reler, daqui a alguns tempos, os blogues agora escritos …). 

A propósito dos “mixed feelings” proporcionados por esta apaixonante “ferramenta”, remeto para um excelente texto (de 29 de Junho) de Pacheco Pereira no Abrupto: “BLOGUES COMO ANOTAÇÕES DO MYLIFEBITS”; depois, nos dias imediatamente seguintes, o tema tem voltado a ser debatido, nomeadamente na vertente da ligação directa e, sobretudo,imediata, entre “autor” e “leitor”. 

Obviamente, embora me reveja em bastantes aspectos nele referidos, não compartilho da sensação de “malaise” descrita no também brilhante texto do Guerra e Pas

“Este blog começou há um mês e duvido que dure outro. O socioblogue um dos melhores, mais esclarecidos, lúcidos e gentis media que já vi em Portugal, tem aqui muito pano para fazer as mangas que quiser. Mais do que tudo, não será um blog, caro sócio, uma manifestação essencialmente efémera? Uma paixão de Verão? Um brinquedo que se recebeu no Natal? Começamos entusiasmados, conseguimos atrair atenções o que nos reforça a estamina, amadurecemos e não começamos imediatamente a murchar? Estando ganho o microdesafio, que mais resta? 

Há quanto tempo o Gato Fedorento não tem um post interessante? Há quanto tempo não surge um blog daqueles que é falado por todos? Digam-me um blog que não prometa muito e depois não conseguia deliver. 

Bem sei que falo de dias, mas a imediatez dos Posts faz dos dias séculos. Julgo que aquilo a que chamarei a malaise dos blogs tem muito a ver connosco. Comigo tem certamente. Somos talentosos e imaginativos, surpreendentemente cultos e argutos, observadores e críticos, mas falta-nos uma certa maturidade e muita persistência. 

O meu episódio favorito do Seinfeld é aquele que o George descobre que tem tudo a ganhar em abandonar o sítio onde está, depois de uma tirada de génio, mesmo que tenha chegado há meia-hora. A sua ideia, e os factos dão-lhe razão, é que a última impressão é a mais forte, e então ele faz com que a impressão mais forte seja a última. 

Os blogs são voluntários, podem acabar quando queremos. Devemos resistir?” 

É verdade que “isto” é tão viciante como um “brinquedo novo” nos primeiros dias de uso. Porém, na minha opinião, valerá sempre a pena prosseguir; não obstante a sensação de alguma angústia de poder não ter a capacidade de encontrar, no dia-a-dia, aspectos positivos relevantes para debater (já que o que “é notícia” é, cada vez mais, o negativo; é “o homem que mordeu o cão” e, obviamente, não o contrário …). 

Também inserido na tal perspectiva de divulgação, esta página passou a dispor – desde ontem – dos primeiros links para blogues que considero mais interessantes; a minha sugestão é a de que “ganhem” 15 minutos por dia (pelo menos) de leituras que não deixarão de ser enriquecedoras. 

P. S. Entretanto, parece que o “Guerra e Pas” terá reconsiderado já (após um construtivo “diálogo bloguista” com Pacheco Pereira) e promete continuar. Acho que só teremos a ganhar todos! 

[20]

6 Julho, 2003 at 11:47 am

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