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MÚSICA NOS 80’S (VI)
Extinto o projecto Wham, George Michael regressa, a solo, ao primeiro lugar do top, em 1988, com Faith; é também o ano dos INXS (Need You Tonight) e do também regressado George Harrison (Got My Mind Set On You). Mas também Rick Astley sairia do anonimato, com Never Gonna Give You Up, enquanto que a ex – Go Go’s, Belinda Carlisle, atingia o êxito, igualmente a solo, com Heaven Is a Place on Earth.
E George Michael teria também o álbum de maior destaque no ano (Faith), seguido dos Def Leppard (Hysteria), U2 (Rattle and Hum) e Guns ‘n Roses (Appetite for Destruction).
A década fechou com os sucessos dos Chicago (Look Away), Bobby Brown (My Prerogative) e Poison (Every Rose Has Its Thorn). Paula Abdul teve o seu ano de glória, com Straight Up e Cold Hearted.
Os álbuns de maior destaque no ano foram – para além de Forever Your Girl, precisamente de Paula Abdul – os de Milli Vanilli (Girl You Know It’s True), Fine Young Cannibals (The Raw and the Uncooked), Prince (Batman) e Madonna (Like a Prayer).
(Dados com base nesta página).
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MÚSICA NOS 80’S (V)
O ano de 1986 dá novo espaço ao romantismo de Dionne Warwick (That’s What Friends Are For) e Lionel Richie (Say You, Say Me), com o trio do top a ser completado por I Miss You, de Klymaxx. Noutro género, Robert Palmer fazia furor com Addicted to Love.
O álbum do ano pertenceu a Whitney Houston (Whitney), destacando-se ainda Bruce Springsteen (Bruce Springsteein & the E St. Band Live 75-85), Bon Jovi (Slippery When Wet) e True Blue, de Madonna,
Em 1987, é a vez da irreverência de Walk Like an Egyptian, das Bangles, acompanhada pelos Heart (Alone) e Gregory Abbott (Shake You Down). Os Whitesnake voaram também bem alto, com Here I Go Again, tal como Bon Jovi, com Livin’ On a Prayer.
A nível de álbuns, o grande destaque foi a banda sonora de Dirty Dancing, a par de Whitney – prolongando o êxito do ano anterior –, Joshua Tree (dos U2) e ainda Bad (de Michael Jackson).
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MÚSICA NOS 80’S (IV)
Em 1984, surge em força Prince (When Doves Cry), a par da eterna Tina Turner (What’s Love Got To Do With It) e, com Paul McCartney a formar nova dupla de sensação, agora com Michael Jackson (Say, Say, Say). Foi também o ano de Against All Odds de Phil Collins e de Karma Chameleon dos Culture Club… e, de Forever Young (que pode ouvir aqui), dos Alphaville.
Purple Rain, de Prince, é o álbum do ano, seguido pela banda sonora de Footloose e Born In The USA, de Bruce Springsteen.
E, em 1985, irrompe o “furacão” Wham, com Careless Whisper a liderar o top de vendas do ano, secundado pela mediática Madonna (Like a Virgin) e por Wake Me Up Before You Go-Go, também dos Wham. Houve ainda tempo para grande destaque dos Foreigner (I Want To Know What Love Is – que pode também ouvir aqui) e dos históricos Dire Straits, com Money for Nothing.
Nos álbuns, destacou-se a banda sonora de Miami Vice, mas também os Brothers in Arms dos Dire Straits, Phil Collins (com No Jacket Required) e Tears for Fears (Songs from the Big Chair).
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MÚSICA NOS 80’S (III)
Em 1982, a então famosa Olivia Newton-John, vivendo a sua “época áurea” conseguia liderar os tops de vendas, com Physical, seguida dos Survivor (Eye Of The Tiger) e Joan Jett and the Blackhearts (I Love Rock ‘n’ Roll). Outro grande êxito de então ficou a cargo de uma dupla mítica, especialmente formada por Paul McCartney e Stevie Wonder (Ebony and Ivory). É também de 1982 o grande êxito dos Culture Club, Do You Really Want To Hurt Me – de que pode aqui ouvir um excerto.
O álbum do ano seria Business as Usual, dos Men At Work, seguido de American Fool (John Cougar Mellencamp) e Asia (Asia).
O ano de 1983 foi liderado pelos Police (Every Breath You Take); Michael Jackson vivia também os seus anos gloriosos, desta vez com Billie Jean; mas é também o ano de Irene Cara, com Flashdance…What a Feeling; e, ainda, dos Men At Work (com Down Under – para ouvir aqui).
Nos álbuns, o grande destaque do ano foi Thriller, de Michael Jackson, com os Police a deixarem também a sua marca, com Synchronicity.
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MÚSICA NOS 80’S (II)
Começando, no ano de 1980, por Blondie (com o “grito” Call Me), Pink Floyd (com o seu “hino mítico” Another Brick in The Wall, de que pode ouvir aqui uma versão, mas também o inesquecível Wish you were here) e Olívia Newton-John (Magic). Os Queen (Crazy Little Thing Called Love) e Bette Midler (The Rose) também passaram pelos tops do ano.
O álbum do ano seria mesmo The Wall, dos Pink Floyd, secundado por Double Fantasy, do casal John Lennon/Yoko Ono e Emotional Rescue, dos “jurássicos” Rolling Stones.
1981 foi o ano de Kim Carnes (celebrando os Bette Davis Eyes – de que pode também ouvir aqui um excerto), mas também do romantismo de Diana Ross e Lionel Richie (Endless Love) e Kenny Rogers (Lady). Houve ainda espaço para John Lennon (Just Like Starting Over) e Kool and the Gang (Celebration).
A nível de álbuns, o destaque para Hi Infidelity, dos R.E.O. Speedwagon, mas também para Foreigner (dos próprios) e, novamente, os Rolling Stones, com Tattoo You.
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MÚSICA DOS 80’S (I)
Há cerca de um ano, por aqui tinha passado em revista, numa semana “revivalista”, alguns dos temas “históricos”, essencialmente da década de 70.
Tinha ficado então a “promessa” de voltar ao tema, avançando com a recuperação de algumas das memórias dos anos ’80, época dourada da “New Wave” romântica e futurista, nomeadamente com os A-Ha, Alphaville, Classix Nouveaux, Cocteau Twins, Culture Club, Depeche Mode, Duran Duran, Human League, New Order, Nick Kershaw, Orchestral Manœuvres In The Dark, Spandau Ballet, Talk Talk, The Stranglers, Thompson Twins, Ultravox e Yazoo.
Mas em que se destacaram outros nomes, como AC/DC, Alice Cooper, Barclay James Harvest, Billy Idol, Bon Jovi, Bruce Springsteen, Cindy Lauper, David Bowie, Def Leppard, Flock of Seagulls, Go Go’s, Guns ‘n Roses, John Cougar Mellencamp, Joy Division, Kate Bush, Kraftwerk, Pet Shop Boys, Peter Gabriel, Sade, Simple Minds, Siouxsie and the Banshees, Sisters of Mercy, Stevie Nicks, Talking Heads, The Clash, The Cure, Toto, Van Halen e ZZ Top.
Ao longo da semana, aqui irei recordar alguns dos maiores êxitos da década, com referência particular aos três discos mais vendidos em cada um dos anos e ao álbum de maior destaque (com mais longa permanência no top em cada ano).
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JACINTA
Amanhã, pelas 22 horas, no Fórum Lisboa, a primeira portuguesa a gravar com a histórica editora “Blue Note”, Jacinta oferece-nos a sua magnífica interpretação pessoal do jazz.
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TUNAS UNIVERSITÁRIAS (XV)
A fechar esta viagem de três semanas pelas Tunas Universitárias portuguesas, permitam-me concluir com uma Tuna de Tomar!…
Foi em 2000 que alguns trovadores do Grupo de Serenatas “Os Rosas Negras” tomaram a iniciativa de formar a Tuna Templária do Instituto Politécnico de Tomar, tendo por objectivo perpetuar as tradições académicas, estreitando relações com a população tomarense.
Nas suas próprias palavras, “Embriagados pela cor das tascas tomarenses, abençoados pelo Mestre Gualdim Pais e apaixonados pelas donzelas, razão da nossa existência, os Templários têm sido avistados a cantar e encantar por terras lusas, provando ainda o sabor de Espanha e França e as quentes lagoas açorianas”.
Contam também já com um CD editado, organizando ainda, desde 2002, o “Templário” – Festival Internacional de Tunas da Cidade de Tomar, um acontecimento periódico de prestígio e uma referência no panorama cultural de Tomar, certame que visa proporcionar à comunidade tomarense um espectáculo de destaque, com a presença de algumas das melhores Tunas nacionais e estrangeiras, a par de apresentar o Instituto Politécnico de Tomar como pólo dinamizador de tradições culturais e académicas.
A Tuna Templária apadrinhou também a ESTAtuna de Abrantes, tendo procedido à geminação com a Tuna de Veteranos de La Coruña.
Tem por lema, “Non nomine domine sed tuo da gloriam” (“Não por nós mas para que o teu nome tenha glória”).
O brazão da Tuna foi criado pelo Antigo Tuno André Braga: ao centro pode observar-se metade de uma cruz dos Templários fundida com um bandolim de cor dourada; do lado direito, a capa do traje académico, acompanhada pelo chapéu típico do Ribatejo de cor cinzenta; do lado esquerdo, uma cruz dos Templários a vermelho, e uma Cruz de Cristo a vermelho e branco no lado oposto; por cima as inscrições “Tuna Templária” a branco, e Instituto Politécnico de Tomar em baixo, igualmente em branco.
Do seu repertório destacam-se nomeadamente os seguintes temas: A Morte Saíu à Rua, Acordai (da autoria do grande compositor tomarense Fernando Lopes-Graça), Adeus, Tomar (música de Max, dedicada à cidade Templária), Camélias (música de revista estreada em 1928, uma das “memórias” da música ligeira portuguesa), Canção do Mar (versão do fado eternizado na voz da Amália), Coração de Papelão (música popular dos anos 60), Linda Cidade (original da Tuna, uma serenata dedicada à cidade de Tomar), Menina Que Não Disse Nada (original da Tuna), Ronda dos Templários (o “hino” da Tuna), Taska (música inspirada na “tasca da Sangria” em Cem Soldos, perto de Tomar), Varinas (fado sobre as Varinas de Lisboa) e Venezuela (música cantada em “Castelhano”).
P. S. Relação de algumas das Tunas Académicas em Portugal, com presença nas páginas da Internet:
(mais…)
TUNAS UNIVERSITÁRIAS (XIV)
Em 1993, um grupo de estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, tomava a iniciativa de formar uma Tuna; a VicenTuna – Tuna da Faculdade de Ciências de Lisboa seria fundada a 12 de Janeiro de 1994, que se estrearia em público a 15 de Julho do mesmo ano.
Desde então, sucederam-se diversas actuações para todo o tipo de público e em todo o País, incluindo Regiões Autónomas.
A VicenTuna organiza também, durante o mês de Maio, o “S. Vicente – Festival Lusitano de Tunas Universitárias”.
É também com orgulho e “alguma teimosia” que mantém o “rótulo” de “Tuna Mista”, o que lhe confere uma musicalidade muito própria.
Do seu repertório fazem parte, nomeadamente: Venha Vinho (popular), Tanto Mar (Chico Buarque de Holanda), Senhora do Almortão (tradicional da Beira Baixa), Feiticeira do Tejo, Canon in D, Pomar das Laranjeiras (Pedro Ayres Magalhães), Ladrão (tradicional de Porto Santo), Só tu e eu, Fado à Despedida, Valsa do Nocturno, Leitaria Garrett, Sozinho e Balada/Maracaibo.
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TUNAS UNIVERSITÁRIAS (XIII)
A Estudantina Académica de Coimbra surgiu originalmente em 1888, na sequência da visita a Coimbra da Tuna de Santiago de Compostela, que impulsionou um grupo de estudantes a constituir-se como grupo académico.
Quase 100 anos depois, em 1984, novo grupo de 15 estudantes universitários, decidiu recuperar o espírito dessa “velha” Estudantina. Nascia assim – incluída na “Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra” – a EUC – Estudantina Universitária de Coimbra (primeiro grupo do género a ressurgir em Portugal), que subiria pela primeira vez ao palco em Póvoa de Lanhoso, para, em 1985, ter grande sucesso no Sarau da Queima das Fitas.
A partir daí, a EUC correu Portugal e o mundo, actuando em Espanha (em que se destaca a participação das comemorações oficiais do Dia de Portugal na EXPO 92, em Sevilha), França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Suíça, Itália (a propósito da visita oficial do Presidente da República, Mário Soares), Finlândia, Luxemburgo, São Tomé e Príncipe, Porto Rico, Peru e Cabo Verde.
Em 1990, seria agraciada com a medalha de Mérito do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Editou já três discos: “Estudantina Passa” (1989), “Canto da Noite” (1992) e “Portugal Total” (1998), compreendendo alguns temas originais da própria Estudantina, sendo os restantes orquestrados pelo grupo.
Vem assumindo o papel de divulgação do património musical e cultural de Coimbra, integrando no seu repertório peças de autores coimbrãos de estilos tão variados como o fado ou peças corais eruditas.
A Estudantina Universitária de Coimbra organiza anualmente o FESTUNA – Festival Internacional de Tunas de Coimbra, tendo também editado discos resultantes de gravações deste Festival.
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