A Rede da Memória Virtual Brasileira é um projecto com a ambição de automatizar e disponibilizar no ciberespaço os acervos de todas as instituições brasileiras que disponham de um património visual ou textual, constituindo-se numa verdadeira memória digital, de acesso alargado.
Nos 40 anos do “Maio de 68”, o projecto “68bis” (da arte.tv) oferece-nos, dia a dia, os despachos originais da Agência France-Presse, de há 4 décadas, que – a partir de hoje – desfilarão também pela barra lateral do Memória Virtual.
Foi tema de um dos primeiros textos que publiquei neste blogue, há quase cinco anos: a divisão (desde 1974, aquando de invasão da Turquia) do território de Chipre (e da sua capital, Nicósia) em duas partes, uma das quais afecta à auto-denominada República Turca do Norte de Chipre.
Hoje foi dado mais um passo na caminhada para a reunificação, com a abertura de um novo ponto de passagem no centro de Nicósia, por via do derrube de uma vedação em chapa metálica, que impedia o acesso a partir do lado “cipriota-grego” à “zona-tampão” administrada pela ONU, numa cerimónia em que participaram responsáveis de ambas as facções.
O PSOE – Partido Socialista Operário Espanhol, liderado pelo Primeiro-Ministro José Luis Zapatero, venceu hoje as eleições em Espanha, com cerca de 43,6 % dos votos (face a 42,6 % nas anteriores eleições), alcançando 169 deputados (mais 5 que em 2004), ficando a 7 deputados da maioria absoluta.
O PP – Partido Popular, de Mariano Rajoy, volta a perder as eleições, desta vez com 40,1 % (melhorando em relação aos 37,7 % de há quatro anos), alcançando 153 deputados (também com um acréscimo de 5 relativamente às eleições de 2004).
Os catalães da CiU – Convergência e União conseguem também aumentar a sua representação parlamentar, passando de 10 a 11 deputados, não obstante a ligeira redução percentual a nível de votos (de 3,2 % para 3,0 %).
PSOE – 45,0 % – 172 a 176 deputados (164 eleitos nas eleições de 2004)
PP – 38,6 % – 148 a 152 deputados (148 eleitos nas eleições de 2004)
De acordo com estas primeiras sondagens, divulgadas pela TVE, o PSOE, liderado pelo actual Primeiro-Ministro José Luis Zapatero, poderia vir a conquistar a maioria absoluta – para o que seria necessário atingir os 176 deputados.
P. S. A visitar, um blogue em português, de Filinto Melo, tendo por tema o acompanhamento destas eleições: Corresponsal en Oporto.
Terminada a votação promovida pela União Europeia, eis a escolha dos cidadãos e residentes da União Europeia: moeda comemorativa de 2 euros, evocando o 10º aniversário do lançamento da União Económica e Monetária (a 1 de Janeiro de 1999) e da criação do euro.
Há meses que se sabia que o Kosovo iria declarar unilateralmente a sua independência face à Sérvia – a primeira a ocorrer na Europa em mais de 50 anos -, portanto “tecnicamente” uma declaração ilegal.
Há semanas que se sabia que essa declaração seria efectuada a muito curto prazo e que a União Europeia não iria adoptar uma posição comum.
Há dias que se sabe que a França, Alemanha, Reino Unido e Itália irão reconhecer esta independência – patrocinada pelos EUA -, enquanto a Espanha, Chipre, Grécia, Roménia, Bulgária e Eslováquia se mostram contrários a esta tomada de posição da maioria de origem albanesa que habita o território que tem estado sob tutela da ONU.
E Portugal?
Tomará uma decisão (quanto ao reconhecimento da independência) “em devido tempo”, depois de realizar as “consultas necessárias”.
Obviamente – e não obstante o alerta do Presidente da República quanto aos riscos associados a esta situação -, a decisão está tomada e acabará por ir, inevitavelmente, no sentido do reconhecimento da independência… Porquê então o protelamento?
Foi hoje disponibilizada uma versão consolidada do Tratado de Lisboa, ou seja, apresentando os Tratados da União Europeia revistos, em lugar da versão original que consistia fundamentalmente na descrição das alterações introduzidas nesses Tratados.
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