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Portugal – Ucrânia (Europeu 2020 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho, Rúben Neves (62m – Rafa Silva), João Moutinho (87m – João Mário), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e André Silva (73m – Dyego Sousa)
Ucrânia – Andriy Pyatov, Oleksandr Karavaev, Sergii Kryvtsov, Mykola Matviyenko, Vitaliy Mykolenko, Taras Stepanenko, Marlos (66m – Viktor Tsygankov), Ruslan Malinovskyi, Oleksandr Zinchenko, Yehven Konoplyanka (87m – Vitaliy Buyalskiy) e Roman Yaremchuk (76m – Júnior Moraes)
Cartão amarelo – Taras Stepanenko (86m)
Árbitro – Clément Turpin (França)
Não se trata propriamente de uma novidade esta aparente incapacidade da selecção portuguesa de, em jogos em casa, assumir o favoritismo, dominar e vencer com clareza, nomeadamente no arranque destas fases de apuramento para grandes competições internacionais.
Na abertura da campanha de qualificação para o Campeonato da Europa – de que é o presente Campeão título -, assinalando-se o regresso de Cristiano Ronaldo ao “onze”, depois da ausência na fase de grupos da “Liga das Nações”, Portugal denotou muitas dificuldades para superar a organização defensiva contrária, surgindo notoriamente desinspirado.
Desde cedo, perante a falta de ritmo e velocidade na circulação de bola, numa equipa porventura excessivamente conservadora, com três médios de características mais defensivas (casos de William Carvalho, Rúben Neves e João Moutinho), a alternativa encontrada para procurar chegar ao golo foi uma incessante sequência de lançamentos em profundidade e de cruzamentos, contudo sem a devida finalização, com André Silva, única referência de ataque, impotente para superar a poderosa defesa adversária, aliás organizada em duas linhas muito próximas, na qual se aglomeravam nove jogadores (para além do guarda-redes).
A Ucrânia não teve, pois, qualquer problema em “oferecer” a iniciativa de jogo à equipa portuguesa, privilegiando a inviolabilidade da sua baliza, na expectativa de algum lance de contra-ataque que lhe pudesse possibilitar chegar ao golo. Perante este sistema, Portugal insistiu muito no ataque, mas quase sempre de forma ineficaz, com muitos remates para a estatística, mas sem constituir efectivo perigo, à excepção de duas tentativas de Cristiano Ronaldo, já no final do primeiro tempo, negadas pelo guardião ucraniano.
Na segunda metade, Fernando Santos ainda tentou abrir o jogo, com a entrada de Rafa Silva e estreando o recém-naturalizado português Dyego Sousa, em substituição de André Silva, o qual tivera uma única ocasião de perigo, a que Pyatov, uma vez mais, respondeu com espectacular intervenção.
O domínio português tornara-se ainda mais notório – chegando a “alugar-se” meio-campo, no qual sobrava quase como “espectador” Rui Patrício -, mas manteve-se inconsequente.
Já na parte derradeira da partida, os ucranianos ameaçariam mesmo poder chegar ao golo, na melhor ocasião de todo o jogo, por Júnior Moraes, com Rúben Dias a antecipar-se no momento preciso. Do mal, o menos…
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Luxemburgo 1 1 - - 2 - 1 3 2º Portugal 1 - 1 - 0 - 0 1 2º Ucrânia 1 - 1 - 0 - 0 1 4º Sérvia - - - - - - - - 5º Lituânia 1 - - 1 1 - 2 -
1ª jornada
22.03.2019 – Luxemburgo – Lituânia – 2-1
22.03.2019 – Portugal – Ucrânia – 0-0
Liga Europa – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais
Napoli – Arsenal
Villarreal – Valencia
Benfica – E. Frankfurt
Slavia Praha – Chelsea
Os jogos desta eliminatória serão disputados a 11 e a 18 de Abril de 2018.
O alinhamento dos jogos das 1/2 finais encontra-se também já pré-definido, da seguinte forma:
Napoli/Arsenal – Villarreal/Valencia
Benfica/E. Frankfurt – Slavia Praha/Chelsea
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais
Ajax – Juventus
Liverpool – FC Porto
Tottenham – Manchester City
Manchester United – Barcelona
Os jogos da primeira mão serão disputados a 9 e 10 de Abril de 2019. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 16 e 17 de Abril.
O alinhamento dos jogos das 1/2 finais encontra-se também já pré-definido, da seguinte forma:
Tottenham/Manchester City – Ajax/Juventus
Barcelona/Manchester United – Liverpool/FC Porto
Liga Europa – 1/8 Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total D. Kyiv - Chelsea 0-5 0-3 0-8 Inter - E. Frankfurt 0-1 0-0 0-1 Benfica - D. Zagreb 3-0 (a.p.) 0-1 3-1 RB Salzburg - Napoli 3-1 0-3 3-4 Krasnodar - Valencia 1-1 1-2 2-3 Slavia Praha - Sevilla 4-3 (a.p.) 2-2 6-5 Arsenal - Rennes 3-0 1-3 4-3 Villarreal - Zenit 2-1 3-1 5-2
Duas equipas inglesas, outras duas espanholas (com a surpresa da eliminação do Sevilla), uma da Alemanha, Itália e R. Checa acompanham o Benfica nos 1/4 de final da Liga Europa.
Espanha, Inglaterra, Itália e Portugal são os únicos países com representação nas duas competições da UEFA.
Liga Europa – 1/8 de final – Benfica – D. Zagreb
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Yuri Ribeiro (45m – Alejandro “Álex” Grimaldo), Luís Fernandes “Pizzi” (119m – Gedson Fernandes), Ljubomir Fejsa, Gabriel Pires, Andrija Živković (45m – Jonas Gonçalves), Rafael “Rafa” Silva e João Filipe “Jota” (62m – João Félix)
Dinamo Zagreb – Dominik Livaković, Petar Stojanović, Kévin Théophile-Catherine, Emir Dilaver, Amir Rrahmani, Damian Kądzior (75m – Mario Šitum), Amer Gojak (97m – Iyayi Atiemwen), Nikola Moro, Dani Olmo, Mislav Oršić (109m – Dino Perić) e Bruno Petković (86m – Mario Gavranović)
1-0 – Jonas Gonçalves – 71m
2-0 – Francisco Ferreira “Ferro” – 94m
3-0 – Alejandro “Álex” Grimaldo – 105m
Cartões amarelos – Jonas Gonçalves (67m), João Félix (74m), Alejandro “Álex” Grimaldo (90m) e Gabriel Pires (114m); Nikola Moro (14m), Bruno Petković (45m), Petar Stojanović (104m) e Kévin Théophile-Catherine (110m)
Cartão vermelho – Petar Stojanović (104m)
Árbitro – Deniz Aytekin (Alemanha)
O resultado da 1.ª mão (derrota por 0-1) era muito perigoso para o Benfica, que estava “proibido” de sofrer golos em casa, numa fase em que o acumular de jogos (praticamente de três em três dias, há mais de dois meses) implica a necessidade contínua de uma cuidada gestão do plantel. Assim, Bruno Lage procurou “poupar” Grimaldo, João Félix e Jonas (que iniciaram a partida no banco), voltando a ir a jogo Yuri Ribeiro e Andrija Živković, para além do regressado Fejsa, dando-se a estreia absoluta de Jota, elemento mais avançado, a par de Rafa, visando potenciar a rapidez desta dupla.
Mas, desde cedo, a formação croata mostrou ao que vinha, privilegiando uma estratégia de risco mínimo, em busca de manter a sua baliza inviolada, preservando assim a preciosa vantagem trazida de Zagreb, concentrando um número significativo de jogadores nas imediações do seu sector defensivo.
Não obstante o flagrante domínio territorial exercido, o Benfica experimentava, assim, grandes dificuldades para conseguir transpor a barreira croata, com a primeira nota de realce apenas aos 38 minutos, num remate de Pizzi, mas sem dificuldade acrescida para o guardião contrário.
Logo no recomeço da partida, Bruno Lage arriscou, fazendo entrar Grimaldo e Jonas, de forma a conseguir desbloquear o nulo. Para, por volta da hora de jogo, ser também chamado João Felix. E – depois de Vlachodimos ter feito já boa intervenção, a remate de Dani Olmo – a aposta seria premiada, aos 71 minutos, num lance em que Pizzi (com um cabeceamento atrasado) assistiu Jonas, o qual, transpondo a linha divisória da grande área, com um remate algo “enrolado”, mas bem colocado, não desperdiçou a oportunidade de voltar aos golos, repondo a igualdade na eliminatória.
Na parte final do tempo regulamentar, seria ainda o Benfica a única equipa a arriscar, em busca do golo que lhe proporcionasse a qualificação, procurando evitar as “horas extra” do prolongamento. Primeiro, por Rafa, a criar uma boa oportunidade, seguindo-se Jonas, com Livaković, outra vez, a negar o golo.
Chegava-se mesmo à meia hora adicional, com Gavranović e Pizzi, logo a abrir, a testarem a concentração dos dois guarda-redes. Jogava-se apenas o quarto minuto, quando Ferro, ainda fora da área, próximo da meia-lua, rematou forte e certeiro, para a baliza, com a bola a desferir um arco, batendo inapelavelmente Livaković,conseguindo um golo de belo efeito, colocando, pela primeira vez, o Benfica em vantagem na eliminatória.
Porém, um golo do D. Zagreb poderia colocar tudo em causa. E tal até poderia ter acontecido, quase de imediato, quando Gojak, de forma incrível, desperdiçou uma flagrante ocasião.
Numa primeira parte de prolongamento jogada a alta intensidade, o Benfica tranquilizaria definitivamente os seus adeptos, alcançando o golo da tranquilidade, ampliando o “placard” para um categórico 3-0, num bom remate de Grimaldo,com uma espécie de “chapéu”, com a bola primeiro a subir muito e, repentinamente, ao aproximar da linha de baliza, a cair bruscamente, sem reacção possível por parte do guarda-redes.
Na etapa final, já disputada a ritmo bastante mais reduzido, o grupo croata teria ainda nova oportunidade para reduzir a desvantagem, mas, desta vez, seria Atiemwen a não conseguir desfeitear Vlachodimos. Situação análoga se registaria ainda com Pizzi, com Livaković a impedir o que teria sido o 4-0.
Em qualquer caso, coroando a boa exibição realizada na segunda parte do tempo regulamentar e, sobretudo, na metade inicial do prolongamento, o marcador final evidencia de forma ajustada a superioridade do Benfica, que não “tinha necessidade” de ter sofrido (e de se desgastar) tanto para confirmar o apuramento, perante um adversário que lhe é notoriamente inferior.
Liga dos Campeões – 1/8 Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Manchester City - Schalke 04 7-0 3-2 10-2 Juventus - At. Madrid 3-0 0-2 3-2 Paris St.-Germain - M. United 1-3 2-0 3-3 B. Dortmund - Tottenham 0-1 0-3 0-4 Barcelona - Lyon 5-1 0-0 5-1 FC Porto - Roma 3-1 (a.p.) 1-2 4-3 Real Madrid - Ajax 1-4 2-1 3-5 Bayern - Liverpool 1-3 0-0 1-3
Um fabuloso quarteto inglês qualificado para os 1/4 de final da Liga dos Campeões é o principal realce desta eliminatória, em que ficaram pelo caminho dois clubes espanhóis (Real Madrid e At. Madrid), três alemães (Bayern, B. Dortmund e Schalke), dois franceses (Paris-St. Germain e Lyon), para além de um italiano (Roma), eliminado pelo FC Porto.
Destaque ainda para mais uma noite de glória de Cristiano Ronaldo (até à data, a maior da sua estadia em Turim), com um “hat-trick” a permitir à Juventus consumar uma sensacional reviravolta na eliminatória, assim como, por outro lado, para a forma categórica como o Ajax colocou termo ao reinado do tri-campeão europeu, Real Madrid, com uma goleada em pleno Santiago Bernabéu!
Para além de Inglaterra e Portugal, os restantes países ainda com representação na prova são agora, apenas, a Espanha (Barcelona), Itália (Juventus) e Holanda (Ajax).
Liga Europa – 1/8 de Final (1.ª mão)
Chelsea – D. Kyiv – 3-0
E. Frankfurt – Inter – 0-0
D. Zagreb – Benfica – 1-0
Napoli – RB Salzburg – 3-0
Valencia – Krasnodar – 2-1
Sevilla – Slavia Praha – 2-2
Rennes – Arsenal – 3-1
Zenit – Villarreal – 1-3
Liga Europa – 1/8 de final – D. Zagreb – Benfica
Dinamo Zagreb – Dominik Livaković, Petar Stojanović, Kévin Théophile-Catherine, Emir Dilaver, Marin Leovac, Mislav Oršić, Ivan Šunjić, Amer Gojak (78m – Nikola Moro), Damian Kądzior (84m – Mario Šitum), Dani Olmo e Bruno Petković (88m – Mario Gavranović)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Sébastien Corchia, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes (70m – Andrija Živković), Florentino Luís (58m – Rafael “Rafa” Silva), Gabriel Pires, Filip Krovinović, João Félix e Haris Seferović (35m – Franco Cervi)
1-0 – Bruno Petković (pen.) – 38m
Cartões amarelos – Marin Leovac (68m), Petar Stojanović (75m) e Ivan Šunjić (83m)
Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)
Depois do empate caseiro ante o Galatasaray, numa abordagem conservadora, privilegiando a preservação da vantagem trazida de Istambul, o Benfica voltou a ficar em branco em Zagreb, mas pior, perdendo o jogo.
Procurando continuar a fazer a gestão do esforço, Bruno Lage fez alinhar Corchia, Gedson, Florentino e Krovinović, dando algum descanso a André Almeida, Samaris, Pizzi e Rafa.
A equipa portuguesa até começou bem, assumindo a posse de bola, dispondo mesmo de uma boa ocasião de golo, logo aos oito minutos, por Grimaldo, desmarcado por João Félix, a isolar-se perante o guardião croata, o qual, todavia, conseguiria sacudir a bola com o pé.
O Dínamo cedo começou a reagir, proporcionando a Vlachodimos uma boa intervenção, à passagem do minuto 20, a remate de Dani Olmo, um elemento que levou o perigo junto da área contrária por mais de uma vez.
As coisas passavam a correr mal para o Benfica, primeiro com a lesão de Seferović, e, escassos minutos volvidos, com Rúben Dias a provocar uma falta “escusada” sobre Dani Olmo, sancionada com grande penalidade, o que resultaria no que viria a ser o solitário tento desta partida.
Mas o desfecho podia ter sido mais desfavorável para as cores portuguesas, caso Vlachodimos não tivesse, outra vez, dado boa resposta, a suster o remate de Gojak, já em tempo de compensação da primeira parte.
Na segunda metade, depois de mais um lance de perigo logo a abrir, por Oršić (a rematar por alto), a turma croata começou a denotar estar agradada com o “placard”, adotando postura mais compacta, nas zonas de meio-campo e defensiva.
Uma equipa do Benfica a denotar alguma falta de frescura física ainda se esforçaria por alterar a tendência do jogo, com Rúben Dias, de cabeça, aos 68 minutos, ou num livre por Grimaldo, mas, de facto, os lances de maior perigo pertenceriam, de novo, ao D. Zagreb, mesmo em cima do final do encontro, por Oršić e Gavranović, com Ferro a salvar a sua baliza.
Roger Federer – 100 títulos em Torneios ATP


(imagem via Jeu, Set et Maths)
- Grand Slam – 20 títulos: 8 em Wimbledon; 6 na Austrália; 5 no US Open; e 1 em Roland Garros
- Masters Finals – 6 títulos: 2 em Houston; 2 em Xangai; 2 em Londres
- ATP 1000 – 27 títulos: 7 em Cincinnati; 5 em Indian Wells; 4 em Hamburgo; 3 em Madrid e em Miami; 2 em Xangai e em Toronto; 1 em Paris
- ATP 500 – 22 títulos: 8 no Dubai; 6 em Basileia; 3 em Roterdão; 2 em Halle e em Viena; 1 em Tóquio
- ATP 250 – 25 títulos: 7 em Halle; 3 em Basileia e em Doha; 2 em Bangkok; 1 em Brisbane, Estocolmo, Estoril, Estugarda, Gstaad, Istambul, Marselha, Milão, Munique e Sydney.
Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de Final
Chelsea – D. Kyiv
E. Frankfurt – Inter
D. Zagreb – Benfica
Napoli – RB Salzburg
Valencia – Krasnodar
Sevilla – Slavia Praha
Arsenal – Rennes
Zenit – Villarreal
Os jogos da primeira mão serão disputados a 7 de Março de 2019, estando a segunda mão agendada para 14 de Março.



