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Liga dos Campeões – 1/2 Finais (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Ajax - Tottenham 2-3 1-0 3-3 Liverpool - Barcelona 4-0 0-3 4-3
Duas reviravoltas épicas (no caso do Tottenham, depois de ter sido derrotado em casa, esteve a perder por 0-2 em Amesterdão, chegando ao 3-2 no minuto 96) proporcionam uma fantástica final da Liga dos Campeões, entre dois clubes ingleses, o que, nas 63 edições anteriores da competição, apenas uma vez ocorrera (em 2007-08, entre Manchester United e Chelsea).
Liga Europa – 1/2 Finais (1.ª mão)
Arsenal – Valencia – 3-1
Eintracht Frankfurt – Chelsea – 1-1
Liga dos Campeões – 1/2 Finais (1.ª mão)
Tottenham – Ajax – 0-1
Barcelona – Liverpool – 3-0
Liga Europa – 1/4 Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Napoli - Arsenal 0-1 0-2 0-3 Valencia - Villarreal 2-0 3-1 5-1 Eintracht Frankfurt - Benfica 2-0 2-4 4-4 Chelsea - Slavia Praha 4-3 1-0 5-3
O alinhamento dos jogos das meias-finais, agendados para 2 e 9 de Maio, é o seguinte:
Arsenal – Valencia
Eintracht Frankfurt – Chelsea
Liga Europa – 1/4 de final – E. Frankfurt – Benfica
Eintracht Frankfurt – Kevin Trapp, Danny Vieira da Costa, Makoto Hasebe, David Ángel Abraham, Simon Falette (90m – Jetro Willems), Filip Kostić, Gelson Fernandes, Mijat Gaćinović, Sebastian Rode (85m – Lucas Torró), Luka Jović (76m – Gonçalo Paciência) e Ante Rebić
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida (79m – Jonas Gonçalves), Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes, Andreas Samaris (70m – Luís Fernandes “Pizzi”), Ljubomir Fejsa, Rafael “Rafa” Silva (72m – Eduardo Salvio), João Félix e Haris Seferović
1-0 – Filip Kostić – 37m
2-0 – Sebastian Rode – 67m
Cartões amarelos – David Ángel Abraham (74m), Simon Falette (78m) e Ante Rebić (83m); Jonas Gonçalves (90m)
Cartão vermelho – Bruno Lage (Treinador – 37m)
Árbitro – Daniele Orsato (Itália)
O “onze” escolhido por Bruno Lage para esta partida parecia denotar, por um lado, que o Benfica assumia a importância do jogo e da possibilidade de alcançar, uma vez mais, as meias-finais da Liga Europa, e, por outro, que a equipa pretenderia apresentar uma atitude positiva, em busca do (que se antecipava já viesse a ser imprescindível) golo e não apenas em defesa do resultado averbado na primeira mão.
Se esse desafio ficara marcado pela expulsão de um defesa da equipa germânica, o desta noite ficou indelevelmente manchado por um inexplicavelmente não sancionado fora de jogo, que resultaria no tento inaugural dos alemães. Um erro grave de arbitragem, a penalizar o Benfica, mas que não justifica tudo o que se passou, com a formação portuguesa a ter que assumir também as suas falhas e a titubeante abordagem exibida.
Como era expectável, o Eintracht entrou, logo desde início, a pressionar bastante, empurrando a equipa benfiquista para a sua zona defensiva. Ainda não estavam decorridos os dez minutos iniciais, e já Kostić ameaçava a baliza de Vlachodimos.
Passados os primeiros vinte minutos sem alteração no marcador, o Benfica, pese embora viesse revelando dificuldades em sair a jogar, com Seferović sem conseguir manter a posse de bola, terá começado a acreditar que o “pior” estaria passado e que seria possível manter o nulo no marcador, ou, pelo menos, fazer prolongar o mais possível essa situação.
Caminhava-se já para os 40 minutos, quando, em mais uma das muitas tentativas do Eintracht, que não deixara de insistir no ataque, Gaćinović, com um remate de fora da área, acertou no poste, ressaltando a bola para Kostić, claramente adiantado em relação à defesa benfiquista, o qual, beneficiando dessa posição irregular, inaugurou o marcador, perante um desamparado guardião contrário.
Um lance duplamente penalizador: não sendo ainda aplicado o “VAR” nesta fase da Liga Europa, os protestos de Bruno Lage valer-lhe-iam a expulsão…
Num final de primeira parte algo penoso, a turma portuguesa, completamente arredada de qualquer efectiva iniciativa de ataque (ou contra-ataque), aparentemente impotente para, sequer, procurar repartir o jogo, passava a estar dependente de um único golpe para perder a vantagem que levara de Lisboa.
A entrada para a segunda metade mostraria uma equipa com uma atitude completamente diferente, tendo o Benfica, nos minutos iniciais, criado dois bons lances de perigo, contudo, sem que tal se tivesse materializado em golo.
Primeiro, logo a abrir, com João Félix a progredir no terreno, descaído sobre o lado esquerdo, combinando com Gedson Fernandes, mas faltando alguém para dar a melhor sequência na área contrária, com Falette a antecipar-se no corte, que quase resultava… em auto-golo. Pouco depois, Samaris, com excelente abertura, a solicitar a desmarcação de Seferović, o qual, com um cabeceamento fraco, não seria, contudo, capaz de desfeitear o guarda-redes alemão.
Mas seria “sol de pouca dura”. Rapidamente o Benfica – hesitante entre assumir o ataque ou, numa atitude de “auto-preservação”, privilegiar a defesa – voltaria a recolher, caindo outra vez na armadilha de pensar que poderia manter a sua baliza a salvo, isto perante um opositor que parecia agora apresentar-se até menos exuberante no ataque.
Mas, de forma muito fria, os germânicos não precisariam de muitas oportunidades para chegar ao golo. Estávamos a meio da etapa complementar da partida quando – depois de uma boa defesa de Vlachodimos a remate de Gaćinović – Rode, liberto de marcação à entrada da área, obteve o golo que, num ápice, provocava uma reviravolta no sentido da eliminatória, passando imediatamente a posição do Benfica de vantagem a desvantagem.
Tarde demais, Bruno Lage arriscava então tudo, fazendo entrar Pizzi, Salvio e Jonas. Mas, o Benfica parecia jogar já algo em “desespero de causa”, sem a necessária serenidade e discernimento, nunca tendo chegado a criar real ameaça ao seu adversário.
O lance de maior “frisson” ocorreria a cinco minutos do final, quando Salvio rematou a bola contra a face externa do poste, mas a verdade é que o Benfica esteve sempre muito longe da baliza contrária.
Perante um adversário, que sendo de bom nível, não era, afinal, um “bicho papão”, e independentemente do grave prejuízo decorrente da falha de arbitragem, o Benfica tem de buscar em si próprio as razões para esta evitável eliminação. O desenrolar do jogo veio mostrar cabalmente o que não era difícil adivinhar: era mesmo necessário ter marcado em Frankfurt e, para tal, toda a abordagem ao jogo, atitude e comportamento dentro de campo deveria ter sido diferente, logo desde o apito inicial.
Liga dos Campeões – 1/4 Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Juventus - Ajax 1-2 1-1 2-3 FC Porto - Liverpool 1-4 0-2 1-6 Manchester City - Tottenham 4-3 0-1 4-4 Barcelona - Manchester United 3-0 1-0 4-0
O alinhamento dos jogos das meias-finais, agendados para 30 de Abril e 1 de Maio (1.ª mão) e 7 e 8 de Maio (2.ª mão), é o seguinte:
Tottenham – Ajax
Barcelona – Liverpool
Liga Europa – 1/4 de Final
Arsenal – Napoli – 2-0
Villarreal – Valencia – 1-3
Benfica – Eintracht Frankfurt – 4-2
Slavia Praha – Chelsea – 0-1
Liga Europa – 1/4 de final – Benfica – E. Frankfurt
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Sébastien Corchia (66m – Luís Fernandes “Pizzi”), Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes, Andreas Samaris (85m – Andrija Živković), Ljubomir Fejsa, Franco Cervi, Rafael “Rafa” Silva (60m – Haris Seferović) e João Félix
Eintracht Frankfurt – Kevin Trapp, Makoto Hasebe, David Ángel Abraham, Martin Hinteregger, Obite Evan N’Dicka, Danny Vieira da Costa, Sebastian Rode (85m – Mijat Gaćinović), Gelson Fernandes, Filip Kostić, Ante Rebić (68m – Gonçalo Paciência) e Luka Jović (60m – Jonathan Alexander de Guzmán)
1-0 – João Félix (pen.) – 21m
1-1 – Luka Jović – 40m
2-1 – João Félix – 43m
3-1 – Rúben Dias – 50m
4-1 – João Félix – 54m
4-2 – Gonçalo Paciência – 72m
Cartões amarelos – Andreas Samaris (82m); Luka Jović (4m), Ante Rebić (26m) e Makoto Hasebe (82m)
Cartão vermelho – Obite Evan N’Dicka (20m)
Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)
Dois aspectos inegáveis deste jogo da 1.ª mão dos 1/4 de final da Liga Europa: a forma como a expulsão de N’Dicka, logo aos 20 minutos (tendo o Eintracht sido, paralelamente, sancionado com grande penalidade, de que resultou o tento inaugural do Benfica), condicionou o desenrolar do jogo, no tempo restante; o excelente resultado averbado pela equipa benfiquista, derrotando um adversário que seguia com uma magnífica série de 15 jogos consecutivos de invencibilidade (desde o final de 2018), tendo, aliás, triunfado nas últimas seis jornadas do campeonato alemão!
Em mais uma grande noite europeia do Benfica, frente a um adversário de grande poderio, actual 4.º classificado na “Bundesliga” e detentor do troféu da Taça da Alemanha (tendo derrotado na Final, o Bayern, por 3-1), destacou-se a magnífica exibição de um jovem de 19 anos, João Félix, a marcar um “hat-trick”, tendo ainda contribuído com a assistência para o outro golo da formação portuguesa.
Bruno Lage prosseguiu a sua política de rotação, fazendo descansar André Almeida, Ferro, Pizzi, Seferović e Jonas, e surpreendendo com a forma como dispôs o seu onze em campo, incluindo Gedson Fernandes, sem uma referência óbvia no ataque.
Com rápidas movimentações, o Benfica assumiu, desde início, a iniciativa do jogo, mas a turma alemã mantinha “em sentido” a defesa contrária, com perigosos lances de contra-ataque, num início a “100 à hora”, sempre com os olhos na baliza contrária, de parte a parte.
Ainda numa fase relativamente prematura do desafio, aos 20 minutos, surgiu o momento capital da partida, precisamente devido à acção de Gedson Fernandes (depois de uma boa combinação de Samaris com João Félix, com este a lançar Gedson), a surgir isolado na grande área, cara a cara com o guarda-redes, sendo derrubado pelo defesa, do que resultaria a expulsão de N’Dicka e a grande penalidade que proporcionou o primeiro golo.
Até final do primeiro tempo, a equipa da casa poderia ter ampliado a marca, mas, ao invés, seria o conjunto de Frankfurt, que conseguia manter a sua pressão alta, a igualar a contenda, por Luka Jović (curiosamente, um avançado emprestado pelo Benfica ao clube germânico, mas que não retornará à Luz…), na sequência de uma comprometedora falha de Fejsa.
A reacção benfiquista não podia ser melhor, com João Félix, apenas três minutos volvidos, com um remate de excelente execução, de fora da área, a recolocar a sua equipa em vantagem.
O jogo estava bom, muito aberto, e, ainda antes do intervalo, haveria inclusivamente tempo para uma notável defesa do guardião Kevin Trapp, a impedir Franco Cervi de chegar ao golo, tendo, por outro lado, os portugueses passado por um pequeno susto, ao ver a bola anichar-se nas suas redes, num lance que, todavia, o árbitro invalidaria, por posição irregular, a interferir com a zona de acção de Vlachodimos.
E, se a primeira metade terminara em ebulição, o arranque da segunda metade não faria por menos, com o Benfica, sem baixar o ritmo, a ampliar para 3-1 logo aos cinco minutos, com Rúben Dias a dar a melhor sequência a um lance de pontapé de canto, após um primeiro desvio de cabeça de João Félix.
O conjunto teutónico vacilava, agora perdido nas marcações – tendo, por momentos, dado a sensação de estar “à deriva” – sem saber já muito bem se deveria privilegiar as acções defensivas ou continuar em busca de lances de contra-ataque.
Não surpreendeu, assim, que a turma benfiquista, chegasse, quase de imediato, ao quarto golo – terceiro da grande promessa do futebol português, que, na emoção do momento, não susteve as lágrimas, outra vez aproveitando o bom cruzamento de Grimaldo (que apontara o canto que estivera na origem do golo precedente) -, podendo mesmo antever-se que o marcador poderia não ficar por aí.
Visando aproveitar a alta rotação a que o jogo vinha sendo disputado, Bruno Lage apostaria então em Seferović, o qual, escassos minutos depois de entrar em campo, desperdiçou soberana ocasião para fazer o 5-1, tendo, a passe de João Félix, rematado forte, com Trapp a salvar a bola, com defesa de recurso, com a bota!
Porém, a lesão do lateral direito, Corchia, forçaria a “improvisar”, com o recuo de Gedson Fernandes para a defesa, tendo entrado Pizzi. A equipa portuguesa começava então a denotar alguma fadiga e dificuldade em controlar o jogo a meio campo.
Numa falha de marcação, Gonçalo Paciência, também recém-entrado na formação alemã, de cabeça, igualmente após um canto, antecipando-se entre Grimaldo e Jardel, bateria Vlachodimos, que talvez pudesse ter tentado mais alguma coisa…
O Benfica acabaria o jogo a gerir o resultado, optando por mão dar continuidade à estratégia de maior risco, que seguira nos primeiros 75 minutos.
Num balanço final, o que se pode dizer deste resultado? Que é bem positivo para o Benfica, muito melhor do que, porventura, seria expectável. Que, só por si, nada decide, implicando, muito possivelmente, a necessidade de a equipa portuguesa marcar em Frankfurt (recorde-se que o Eintracht ganhou já, na presente edição da prova, por 4-0 ao Olympique de Marseille e por 4-1 à Lazio e ao Shakhtar Donetsk, tendo empatado a zero com o Inter – mas também não deixa de ser verdade que nenhum destes opositores tinha conseguido derrotar os alemães, muito menos marcar-lhes quatro golos…).
Liga dos Campeões – 1/4 de Final
Ajax – Juventus – 1-1
Liverpool – FC Porto – 2-0
Tottenham – Manchester City – 1-0
Manchester United – Barcelona – 0-1
Portugal – Sérvia (Europeu 2020 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho, Danilo Pereira, Rafa Silva (84m – Gonçalo Guedes), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo (31m – Pizzi) e Dyego Sousa (57m – André Silva)
Sérvia – Marko Dmitrović, Antonio Rukavina, Nikola Milenković, Uroš Spajić, Filip Mladenović, Darko Lazović (69m – Andrija Živković), Mijat Gaćinović (21m – Nemanja Radonjić), Dušan Tadić, Nemanja Maksimović, Adem Ljajić (87m – Sergej Milinković-Savić) e Aleksandar Mitrović
0-1 – Dušan Tadić (pen.) – 7m
1-1 – Danilo Pereira – 42m
Cartões amarelos – Pepe (45m); Filip Mladenović (77m), Uroš Spajić (79m) e Dušan Tadić (87m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
O nulo registado ante a Ucrânia ficara já longe de poder considerar-se um resultado positivo, mas a selecção nacional parece não ter extraído grandes ensinamentos desse encontro inaugural desta fase de qualificação, persistindo em muitas das carências apresentadas frente à Sérvia.
Com a agravante de, desta feita, ter começado por se ver em desvantagem logo ao sétimo minuto, por via da conversão de uma grande penalidade, a sancionar uma saída extemporânea de Rui Patrício, a “chocar” com um atacante contrário em plena área.
Com três alterações no “onze” inicial (entradas de Danilo Pereira, Rafa Silva e Dyego Sousa), Portugal até podia ter inaugurado o marcador, logo a abrir, por William Carvalho.
A equipa portuguesa até reagiu bem ao golo sofrido, procurando manter a lucidez, construindo jogo, o que resultaria em alguns bons lances, com Cristiano Ronaldo e Rafa Silva a colocarem à prova Dmitrović.
À meia hora de jogo, outra contrariedade, com Cristiano Ronaldo a lesionar-se, tendo sido substituído por Pizzi. A insistência portuguesa acabaria por resultar, de forma algo inesperada, num fantástico remate de Danilo Pereira, a culminar uma arrancada desde a zona intermediária, com o médio, sem oposição, a avançar até às imediações da grande área, e a colocar a bola no fundo da baliza, sem hipótese para o guarda-redes sérvio.
Pensou-se que o mais difícil tinha sido alcançado e que, no segundo tempo, Portugal poderia consumar a reviravolta no marcador, em mais um desafio em que esteve “sempre por cima”, instalado no meio-campo contrário, o que, paralelamente, dava espaço a rápidos e perigosos contra-ataques da Sérvia, num jogo mais aberto do que o anterior, com a Ucrânia.
Na frente de ataque, Fernando Santos faria a opção inversa, fazendo sair Dyego Sousa, para a entrada de André Silva, que teve o que seria uma boa oportunidade para marcar, contudo tendo chegado algo atrasado a um centro de Rafa Silva. A equipa portuguesa poderia ter também marcado por volta do minuto 70, mas a bola, cortada praticamente em cima da linha, não entraria na baliza, numa jogada em que faltou a William conseguir dar o toque final para o golo.
André Silva, de novo, estaria noutro lance que poderia ter sido crucial, ao cabecear uma bola que embateu no braço de Rukavina, tendo o árbitro, em primeira instância, apontado para a marca de grande penalidade, acabando por vir a desdizer-se, após ter consultado o árbitro assistente, no que constituiu um erro grave, assumido pelo próprio no final do jogo.
Já algo em desespero de causa, Portugal intensificou a pressão, mas não conseguiria ter a serenidade necessária para transpor a bem organizada barreira defensiva sérvia.
Com uma exibição globalmente mais positiva que a do encontro anterior, tendo criado ocasiões mais do que suficientes para justificar a vitória, a verdade é que, em dois jogos, em casa, ante os principais adversários na disputa pelo apuramento para a fase final do Europeu, a selecção de Portugal cedeu dois comprometedores empates, o que implica, desde já, a habitual necessidade de começar a “fazer contas”, passando, no caso, por ter de, pelo menos, fazer replicar aos seus adversários estas perdas de pontos, nos respectivos redutos, quando se voltarem a cruzar…
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Ucrânia 2 1 1 - 2 - 1 4 2º Luxemburgo 2 1 - 1 3 - 3 3 3º Portugal 2 - 2 - 1 - 1 2 4º Sérvia 1 - 1 - 1 - 1 1 5º Lituânia 1 - - 1 1 - 2 -
2ª jornada
25.03.2019 – Luxemburgo – Ucrânia – 1-2
25.03.2019 – Portugal – Sérvia – 1-1
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