Posts filed under ‘Desporto’
Europeu 2020 – Qualificação – 3ª Jornada
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Ucrânia 3 2 1 - 7 - 1 7 2º Luxemburgo 3 1 1 1 4 - 4 4 3º Portugal 2 - 2 - 1 - 1 2 4º Lituânia 2 - 1 1 2 - 3 1 5º Sérvia 2 - 1 1 1 - 6 1
3ª jornada
07.06.2019 – Lituânia – Luxemburgo – 1-1
07.06.2019 – Ucrânia – Sérvia – 5-0
(mais…)
Holanda – Inglaterra – Liga das Nações da UEFA – 1/2 finais
Holanda – Jasper Cillessen, Denzel Dumfries, Matthijs de Ligt, Virgil van Dijk, Daley Blind, Marten de Roon (68m – Donny van de Beek), Frenkie de Jong (114m – Kevin Srootman), Georginio Wijnaldum, Steven Bergwijn (90m – Davy Pröpper), Ryan Babel (68m – Quincy Promes) e Memphis Depay
Inglaterra – Jordan Pickford, Kyle Walker, John Stones, Harry Maguire, Ben Chilwell, Declan Rice (106m – Dele Alli), Fabian Delph (77m – Jordan Henderson), Ross Barkley, Jadon Sancho (61m – Jesse Lingard), Raheem Sterling e Marcus Rashford (45m – Harry Kane)
0-1 – Marcus Rashford (pen.) – 32m
1-1 – Matthijs de Ligt – 73m
2-1 – Kyle Walker (p.b.) – 97m
3-1 – Quincy Promes – 114m
Cartões amarelos – Matthijs de Ligt (30m), Denzel Dumfries (45m) e Donny van de Beek (106m); Harry Kane (70m)
Árbitro – Clément Turpin (França)
Estádio D. Afonso Henriques (Guimarães)
Sob o apoio dominante de público afecto à Inglaterra, a Holanda foi, não obstante, a equipa que, em termos gerais, assumiu o controlo do jogo, dispondo de maior tempo de posse de bola, embora sem criar oportunidades de golo no decurso da meia hora inicial.
Seriam aliás os ingleses, beneficiando de uma falha de Matthijs de Ligt, que se viu forçado a fazer falta na área, a inaugurar o marcador, na conversão de uma grande penalidade. A Inglaterra poderia, entretanto, ter ampliado a contagem, ainda antes do final do primeiro tempo, tendo disposto ainda de outra ocasião de perigo logo no início da segunda metade.
A pressão holandesa intensificar-se-ia a partir da hora de jogo, vindo a ser premiada com o tento da igualdade, com de Ligt a redimir-se, marcando de cabeça, na sequência de um canto.
Com uma boa reacção, a Inglaterra chegaria mesmo a introduzir novamente a bola na baliza contrária, mas o golo não seria validado, por um “fora-de-jogo” arrancado “in-extremis”.
Até final, ambas as equipas procurariam ainda evitar o prolongamento, mas o resultado não se alteraria.
Só já no período complementar os golos surgiriam e – não obstante a boa entrada da selecção de Inglaterra – a favor da Holanda, decorrendo de erros da defensiva inglesa: primeiro, com John Stones a perder a bola, e, depois de um remate defeituoso de Quincy Promes, a bola a tabelar em Kyle Walker e a anichar-se na sua própria baliza; depois, outra perda de bola, de Ross Barkley, desta feita concretizada em golo directamente por Promes.
Portugal – Suíça – Liga das Nações da UEFA – 1/2 finais
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe (63m – José Fonte), Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Bruno Fernandes (90m – João Moutinho), Rúben Neves, William Carvalho, Bernardo Silva, João Félix (70m – Gonçalo Guedes) e Cristiano Ronaldo
Suíça – Yann Sommer, Kevin Mbabu, Fabian Schär, Manuel Akanji, Ricardo Rodríguez, Denis Zakaria (71m – Edimilson Fernandes), Granit Xhaka, Remo Freuler (89m – Josip Drmić), Steven Zuber (83m – Renato Steffen), Xherdan Shaqiri e Haris Seferović
1-0 – Cristiano Ronaldo – 25m
1-1 – Ricardo Rodríguez (pen.) – 57m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 88m
3-1 – Cristiano Ronaldo – 90m
Cartões amarelos – Granit Xhaka (66m), Fabian Schär (68m) e Xherdan Shaqiri (85m)
Árbitro – Felix Brych (Alemanha)
Estádio do Dragão, Porto
Tudo parecia indicar que a selecção de Portugal ia, mais uma vez, empatar o jogo, como tem sido praticamente regra no consulado de Fernando Santos, em fases finais de provas internacionais, quando Cristiano Ronaldo tirou, não um, mas dois “coelhos da cartola”, dando a estocada final numa bastante sólida equipa da Suíça.
Actuando “em casa”, apoiada pelo seu público, com a perspectiva de poder atingir a terceira final de uma grande competição (depois do “EURO 2004” e do “EURO 2016”), frente a um adversário bem conhecido – com o qual disputámos, “palmo a palmo”, a fase de qualificação para o Mundial de 2018 -, a equipa portuguesa tencionaria procurar assumir a iniciativa.
Porém, com uma exibição a denotar alguma descoordenação a nível colectivo, com algumas das suas principais figuras (em especial, Bruno Fernandes ou João Félix, este em estreia absoluta) falhas de inspiração, ou a actuar fora da posição ou do sistema em que poderão render mais, a selecção nacional teve grande dificuldade em controlar a posse de bola, com a Suíça a impor-se, mas com a pecha da falta de eficácia na concretização, com Seferović também a não conseguir aproveitar as oportunidades de que dispôs.
A primeira ocasião de “frisson” chegaria logo aos três minutos, com Shaqiri a obrigar Rui Patrício a mostrar a sua concentração. Pouco depois dos dez minutos, Cristiano Ronaldo beneficiou de uma falha da defesa contrária para criar perigo, mas sem sucesso.
A Suíça voltaria a assustar por mais duas vezes antes de, logo aos 25 minutos, com um lance de excelente execução de Cristiano Ronaldo, na conversão de um livre directo, com um “míssil teleguiado”, a sobrevoar a barreira, sem hipótese de defesa para Sommer, Portugal inaugurar o marcador, colocando-se – algo “contra a corrente” do jogo – em vantagem.
O conjunto helvético não deu mostras de acusar o tento sofrido, tendo Seferović rematado à barra, ainda no primeiro tempo.
Na segunda metade, a Suíça continuou a ser mais equipa, vindo a empatar, ainda bastante cedo, na sequência de uma grande penalidade, que, mesmo após revisão pelo “VAR”, não ficou evidente.
Nos minutos imediatos, a turma portuguesa manteria a dificuldade em procurar reverter a tendência do jogo, até que, chegada a fase de substituições, a partir dos 70 minutos, o ritmo de jogo cairia bastante, parecendo ter ambas as formações praticamente abdicado de correr riscos nos derradeiros dez minutos.
Não obstante, quando já se aguardava o prolongamento, começando numa boa abertura de Rúben Neves, com um lançamento em profundidade para Bernardo Silva, este, com um passe atrasado, fez a assistência que permitiu a Cristiano Ronaldo, antecipando-se à defesa, com um remate bem colocado, de primeira, bisar. Já em período de compensação, então com a Suíça, “em desespero”, à procura de um lance que lhe pudesse proporcionar o restabelecer da igualdade, o mesmo Cristiano conseguiu isolar-se sobre a esquerda, tirando ainda um adversário do caminho, antes de finalizar com um remate cruzado, com a bola a fugir do alcance do guardião contrário.
A partida chegava ao termo, com um resultado bem melhor que a exibição, com uma extremamente invulgar eficácia da equipa de Portugal, com três golos em outros tantos remates à baliza!
Uma penalização severa para a Suíça que, pelo menos, fez por merecer o prolongamento, mas que acabaria derrotada pela conjugação da sua inoperância ofensiva com o talento de um génio do futebol, que apontou o seu 7.º “hat-trick” ao serviço da selecção portuguesa, passando a somar um total de 88 golos, sendo o melhor marcador de sempre a nível de selecções europeias, depois de ter superado já o lendário Ferenc Puskás.
Clubes portugueses nas Competições Europeias – Total global

(clicar na imagem para ampliar)
Adicionando, às presenças nas provas tuteladas pela UEFA, os jogos realizados no âmbito da Taça das Cidades com Feiras, no total foram 1.149 as equipas que disputaram partidas das competições europeias (sendo que, em alguns casos, o mesmo clube adoptou, ao longo do tempo, duas, ou até mesmo três denominações distintas).
Os representantes de Portugal em tais provas foram 25 clubes – com a particularidade, já antes referida, de o Barreirense apenas ter participado na Taça das Cidades com Feiras da época de 1970-71, não tendo, pois, disputado qualquer das provas reconhecidas a nível oficial pela UEFA.
Considerando também a referida Taça – para além de o Sporting igualar o Benfica em número de anos (58) com participação em competições europeias -, o V. Setúbal passa a registar um total de 15 temporadas em que marcou presença nessas competições.
Em termos globais, em 299 participações, os clubes portugueses somaram 710 vitórias “europeias”, tendo perdido em 609 ocasiões, ascendendo a 2.441 o número de golos marcados, face a 2.061 golos sofridos.
Podem consultar-se aqui todos os rankings relativos às competições europeias, que fui apresentando ao longo da última semana.
Clubes portugueses nas Competições Europeias – Provas da UEFA

(clicar na imagem para ampliar)
Das 1.115 equipas que, em alguma ocasião, disputaram as provas da UEFA, nas suas 64 temporadas, desde a época de 1955-56, 24 são portuguesas (assinala-se que o Barreirense apenas participou na Taça das Cidades com Feiras, competição não oficialmente reconhecida pela UEFA), tendo participado num total de 1.612 jogos (na Liga Europa de 2010-11, o Sp. Braga defrontou o Benfica nas meias-finais, a duas mãos, tendo disputado a Final com o FC Porto).
Anota-se a particularidade de apenas o E. Amadora não ter disputado nunca a Taça UEFA e/ou Liga Europa, uma vez que, tendo vencido a Taça de Portugal em 1989-90, participou na Taça dos Vencedores de Taças da temporada de 1990-91.
Tendo Benfica, FC Porto e Sporting superado já a marca das 50 temporadas com participação em provas da UEFA, o Sp. Braga atingiu as 20 épocas de presença em tais competições – integrando este quarteto o “Top 100” dos principais clubes da Europa -, destacando-se assim os bracarenses do Boavista (19 temporadas), ausente desde 2002-03, tendo o último dos 100 desafios europeus dos boavisteiros (nos quais averbaram 100 pontos) sido nas meias-finais da Liga Europa, ante o Celtic.
O V. Guimarães é o quinto clube com maior “assiduidade” nas provas organizadas pela UEFA, nas quais participou em 16 épocas.
Num balanço global, os clubes portugueses conquistaram 8 troféus europeus, primeiro com o Benfica a sagrar-se bi-Campeão Europeu para, mais recentemente, o FC Porto ter bisado as conquistas na Taça dos Campeões / Liga dos Campeões e na Taça UEFA / Liga Europa, para além de ter vencido ainda uma edição da Supertaça Europeia; por seu lado, o Sporting conquistou a Taça das Taças uma vez.
Clubes portugueses nas Competições Europeias – Taça dos Campeões Europeus / Liga dos Campeões

(clicar na imagem para ampliar)
São apenas 7 os clubes portugueses – de entre um total de 513 – que, ao longo das 64 edições da competição (37 com a denominação de “Taça dos Campeões Europeus”, de 1955 a 1992; e 27 como “Liga dos Campeões, desde 1992) disputaram a principal prova de clubes da Europa.
Para além das destacadas posições ocupadas por Benfica e FC Porto, ambos integrando o “Top 10” do agregado histórico – tendo conquistado um total de 4 troféus de Campeão Europeu para Portugal – e do Sporting, também as equipas do Boavista e Sp. Braga registaram já desempenhos positivos na Liga dos Campeões, marcando presença na fase de grupos – respectivamente duas e uma vezes (no caso da equipa do Bessa, tendo alcançado inclusivamente, na época de 2001-02, a segunda fase de grupos).
Já o V. Guimarães, eliminado pelo Basel (2008-09), e o Paços de Ferreira, afastado pelo Zenit St.-Petersburg (2013-14) não conseguiram superar as eliminatórias prévias de acesso à fase de grupos da competição.
Clubes portugueses nas Competições Europeias – Taça UEFA / Liga Europa

(clicar na imagem para ampliar)
Participaram, no decurso das 48 edições da competição (38 sob a denominação de “Taça UEFA”, de 1972 a 2009; e 10 como “Liga Europa”, a partir de 2009), 972 clubes, dos quais 23 em representação de Portugal.
Com o Inter a liderar a tabela geral, o Sporting ocupa um brilhante 2.º lugar em termos históricos.
Para além do terceto que ocupa as posições cimeiras a nível dos clubes portugueses no ranking agregado das várias provas, neste caso em particular, realce também para os registos de Sp. Braga, Boavista e V. Guimarães, todos com participação em mais de dez edições desta competição.
O FC Porto, pese embora seja apenas o 4.º clube mais pontuado – imediatamente após o Sp. Braga -, conquistou o troféu por duas vezes: a Taça UEFA em 2002-03 e a Liga Europa em 2010-11.
Clubes portugueses nas Competições Europeias – Taça dos Vencedores de Taças

(clicar na imagem para ampliar)
Num ranking liderado, igualmente (tal como no caso da Taça das Cidades com Feiras), pelo Barcelona, foram 11 os clubes portugueses que disputaram a Taça dos Vencedores de Taças, com destaque para a posição no “Top 20” ocupada pelo trio formado por Benfica, FC Porto e Sporting, tendo este último sido o único emblema português a sagrar-se vencedor da competição (na época de 1963-64).
Neste caso, o balanço global é bastante positivo para as equipas portuguesas, com um total de 80 vitórias obtidas face a 54 derrotas averbadas, com larga vantagem na diferença entre golos marcados e sofridos.
Ao longo de 39 edições, de 1960 a 1999, registaram presença nesta prova 510 clubes.
Clubes portugueses nas Competições Europeias – Taça das Cidades com Feiras

(clicar na imagem para ampliar)
Nas 13 edições da Taça das Cidades com Feiras, disputadas entre 1955 e a época de 1970-71, o V. Setúbal (com 4 participações, entre 1966 e 1971) é o clube português com melhor ranking global, na 20.ª posição, entre as 210 equipas que participaram nesta competição, precursora da Taça UEFA, que lhe sucedeu a partir da temporada de 1971-72.
O FC Porto foi o clube nacional que registou maior número de presenças (6) nesta prova, não reconhecida oficialmente pela UEFA. Anota-se ainda a particularidade de o Benfica só por uma vez ter disputado a competição, na época de 1966-67.
Os dez clubes portugueses que participaram na Taça das Cidades com Feiras (apenas nas suas últimas 10 edições, a partir de 1961-62, tendo chegado a dispor de contingentes de quatro representantes, nas temporadas de 1968-69 e 1969-70) acumularam, curiosamente, um número igual de vitórias e de derrotas, somando tantos pontos quantos os jogos disputados (96), com ligeira vantagem na diferença global de golos.
Os cinco primeiros lugares deste ranking são ocupados por: Barcelona (87 pontos, em nove edições, tendo-se sagrado vencedor da prova por três vezes); Leeds United (73); Valencia (68 pontos, tendo conquistado dois troféus); Juventus (65) e Ferencváros (51 pontos e um título ganho).
Ranking histórico global – Competições europeias

(clicar na imagem para ampliar)
Prestes a finalizar esta semana de “rankings”, a adicionar ao “ranking” global de provas organizadas pela UEFA, o quadro final que agora apresento agrega também os dados relativos à antiga Taça das Cidades com Feiras, competição precursora da Taça UEFA (criada em 1955, a par da Taça dos Campeões Europeus, com 13 edições disputadas até 1970-71, tendo dado origem na época imediata à referida Taça UEFA), pese embora não oficialmente reconhecida pelo organismo que superintende o futebol europeu.
Com esta “nuance”, os números mudam de figura, com o Barcelona, beneficiando das 9 épocas em que participou na Taça das Cidades com Feiras, a alcandorar-se ao lugar mais alto do pódio dos clubes europeus, suplantando, em número de jogos (557) e em total de pontos (754), o Real Madrid (clube que nunca disputou tal prova, pelo que soma, respectivamente, 533 jogos e 717 pontos, respeitando exclusivamente a provas disputadas sob a égide da UEFA), passando assim a superar também a marca dos 1.000 golos (totaliza 1.105), ampliando, paralelamente, o seu registo de troféus, de 14 para 17.
As posições relativas dos clubes portugueses mantêm-se estáveis, com o Benfica a passar ao 7.º posto em termos históricos globais, praticamente a chegar à fasquia dos 500 pontos (em que actualmente se posiciona o AC Milan), já próximo da contagem de 700 golos marcados; o FC Porto a manter a 12.ª posição; e o Sporting a subir ao 21.º lugar. No caso específico do Benfica, que conta com um total de 199 vitórias e 99 empates, fica a curiosidade de saber se chegará primeiro aos 200 triunfos ou à centena de igualdades.
As equipas do Barcelona e do Real Madrid são as únicas que conseguiram já transpor a barreira das 300 vitórias, com o Bayern com 260 triunfos até à data. Para além do Benfica, estão próximos de integrar o “clube dos 200”, também outros históricos, como o Inter, Manchester United e Ajax.
Em termos de número de temporadas com participação em competições europeias, o Real Madrid continua a liderar o pelotão, com 62, contando o Barcelona com 61, seguidos pelo Anderlecht, com 59 – sendo que este registo dos belgas será igualado, já daqui a dois meses, por Benfica e o Sporting (ambos, actualmente, com 58 épocas na Europa). Segue-se, imediatamente, o FC Porto, com 57 anos de presenças em provas europeias, o que lhe confere o estatuto de 6.º clube europeu neste escalonamento – sendo Portugal o único país com três representantes nesta elite.
A nível pontual, Espanha, Inglaterra e Itália (com a entrada da Roma) passam a contar, cada um, com 4 clubes no “Top 25” global, únicos países a superar os 3 clubes de Portugal.
Deste lote de 25 clubes mais pontuados no historial de 64 anos das competições europeias, o Brugge (precisamente o 25.º classificado) é o primeiro de entre os que nunca venceram qualquer dessas provas (finalista da Taça UEFA em 1975-76 e da Taça dos Campeões Europeus em 1977-78, em ambas as ocasiões desfeiteado pelo Liverpool).
Por países, contando também (para além do Barcelona) com o contributo do Valencia (2 vezes vencedor da Taça das Cidades com Feiras) e do Zaragoza, a Espanha reforça a sua posição dominante a nível de troféus conquistados (na globalidade dos 207 títulos já disputados), com um magnífico total de 57 títulos (38 finais perdidas), seguindo-se, nos postos imediatos: Inglaterra (41 títulos e 34 finais perdidas); Itália (38 títulos e 32 finais perdidas); Alemanha (18 títulos e 29 finais perdidas); Holanda (13 títulos e 9 finais perdidas); Portugal (8 títulos e 14 finais perdidas); e Bélgica (7 títulos e 8 finais perdidas).
Outros 15 países tiveram clubes em finais, com 25 títulos ganhos e 43 finais perdidas. O pior registo em termos de “rentabilidade de finais” é, de forma destacada, o da França (apenas 2 títulos em 15 finais disputadas).
Podem consultar-se aqui os rankings parcelares, por competição, que fui apresentando ao longo da última semana.



