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Grandes clássicos das competições europeias
Ao longo de 64 anos de provas europeias de clubes, regista-se um conjunto de 24 confrontos directos entre alguns dos principais clubes da Europa, os quais se repetiram já por mais de dez vezes.
São os grandes clássicos das competições europeias (a que, numa série a desenvolver nos próximos meses, voltaremos de forma bem mais detalhada):
J V E D GM GS Real Madrid - Bayern München 26 12 3 11 41 - 39 Real Madrid - Juventus 21 10 2 9 26 - 25 Real Madrid - AC Milan 15 6 3 6 24 - 25 Real Madrid - Internazionale 15 6 2 7 20 - 19 Real Madrid - Ajax 14 8 1 5 27 - 15 Real Madrid - Borussia Dortmund 14 6 5 3 24 - 19 Real Madrid - AS Roma 12 8 1 3 24 - 9 Real Madrid - FC Porto 12 9 1 2 23 - 10 Real Madrid - Manchester United 11 5 4 2 22 - 17 Barcelona - AC Milan 19 8 6 5 30 - 23 Barcelona - Chelsea 17 6 6 5 29 - 21 Barcelona - Celtic 14 9 3 2 30 - 10 Barcelona - Juventus 13 4 4 5 15 - 14 Barcelona - Manchester United 13 6 4 3 24 - 15 Barcelona - Internazionale 12 6 4 2 20 - 9 Barcelona - Paris Saint-Germain 11 5 3 3 22 - 16 Juventus - Ajax 14 6 5 3 17 - 12 Juventus - Manchester United 14 6 2 6 17 - 17 Juventus - Olympiakos 12 8 2 2 25 - 9 Manchester United - Bayern München 11 2 5 4 13 - 16 Manchester United - Benfica 11 8 2 1 25 - 11 Bayern München - Anderlecht 12 7 2 3 25 - 14 Bayern München - Arsenal 12 7 2 3 27 - 13 AC Milan - Ajax 14 5 4 5 12 - 18
Em função do sorteio desta tarde, da fase de grupos da Liga dos Campeões, Barcelona e Inter reencontrar-se-ão para (pelo menos) mais dois jogos na presente temporada.
Liga dos Campeões – 2019-20 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D P. St.-Germain Bayern Man. City Juventus Real Madrid Tottenham Shakhtar At. Madrid Brugge Olympiakos D. Zagreb B. Leverkusen Galatasaray Crvena Zvezda Atalanta Lok. Moskva Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Liverpool Barcelona Zenit Chelsea Napoli B. Dortmund Benfica Ajax RB Salzburg Inter Lyon Valencia Genk Slavia Praha RB Leipzig Lille
A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 17 e 18 de Setembro, estando agendado para 10 e 11 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada disputa-se no “Atatürk Olimpiyat Stadı”, em Istambul, na Turquia, a 30 de Maio de 2020.
Liga dos Campeões – 2019-20 – Ranking global acumulado dos 32 clubes participantes

Os principais clubes ausentes desta 28.ª edição da “Liga dos Campeões” são: Manchester United (4.º lugar no ranking global da prova); Arsenal (6.º); FC Porto (7.º); AC Milan (9.º); Roma (18.º); PSV (23.º); Monaco (27.º); Schalke 04 (28.º); Panathinaikos (29.º); e Spartak Moscovo (30.º).
I Liga / I Divisão – 2.400 Jornadas – Ranking global
Com a disputa da 2.ª Jornada do campeonato da I Liga da temporada de 2019-20 (86.ª edição da prova), completam-se (para os três clubes totalistas) 2.400 jornadas na principal competição de futebol em Portugal, com o seguinte ranking acumulado (épocas de 1934-35 a 2019-20), considerando o sistema de pontuação de 2 pontos/vitória (vigente durante 61 temporadas):

(clicar no quadro para ampliar)
Notas:
- No campeonato da época de 1986-87, Benfica e Sp. Braga foram sancionados, ambos, com derrota por 0-3, no jogo que disputaram na última jornada
- No campeonato da época de 2007-08, Belenenses e U. Leiria foram sancionados com dedução de 3 pontos
- No campeonato da época de 2008-09, E. Amadora foi sancionado com dedução de 3 pontos
- Rio Ave e V. Guimarães têm em atraso o jogo da 1.ª ronda da época de 2019-20
Benfica vencedor da International Champions Cup
É verdade que se trata meramente de um torneio de pré-época, e com especificidades de “calendário”, uma vez que cada clube apenas disputa três jogos, cruzando-se, pois, com adversários de distinta valia e em diferentes estágios de preparação, mas não deixa de ser altamente prestigiante para o Benfica a conquista da edição deste ano da “International Champions Cup“, fruto dos três triunfos obtidos: 3-0 frente ao Guadalajara; 2-1 à Fiorentina; e 1-0 ao AC Milan.
É a seguinte a classificação final do torneio:
Jg V VP DP D G Pt 1º Benfica 3 3 - - - 6 - 1 9 2º At. Madrid 3 2 1 - - 9 - 4 8 3º Manchester United 3 2 1 - - 5 - 3 8 4º Arsenal 3 2 - 1 - 7 - 3 7 5º Bayern 3 2 - - 1 5 - 3 6 6º Tottenham 3 1 - 1 1 5 - 5 4 7º Inter 3 - 1 1 1 2 - 3 3 8º Fiorentina 3 1 - - 2 3 - 6 3 9º Juventus 3 - 1 - 2 4 - 6 2 10º Real Madrid 3 - 1 - 2 6 - 12 2 11º AC Milan 3 - - 1 2 2 - 4 1 12º Guadalajara 3 - - 1 2 1 - 5 1
Egan Bernal vencedor do “Tour de France”
A 106.ª edição do “Tour de France”, caracterizada por grande equilíbrio de forças entre os primeiros, regista a estreia de um novo vencedor, o jovem (apenas 22 anos) colombiano Egan Bernal, uma estrela em ascensão no firmamento do ciclismo mundial (15.º na sua primeira experiência na prova, no ano passado), que se impôs na montanha, tendo destronado, a dois dias do final da corrida, o francês Julian Alaphilippe, o qual envergara a camisola amarela quase de início a fim.
Na ausência de Christopher Froome (por lesão), a sua equipa (agora sob a denominação Ineos) consegue a proeza de, em três anos sucessivos, ter no seu seio três vencedores da principal prova velocipédica por etapas (depois do triunfo do galês Geraint Thomas na edição precedente, agora 2.º classificado), um sensacional feito, sem paralelo no longo historial da competição.
Para além dos dois primeiros, destaque ainda para o holandês Steven Kruijswijk, a progredir do 5.º lugar do ano passado até ao último posto do pódio e para o alemão Emanuel Buchmann, para além do excelente desempenho de Alaphilippe, apenas a fraquejar nas duas últimas etapas dos Alpes.
Mikel Landa é também repetente no “top 10”, tendo subido uma posição em relação à prova anterior. Com Rigoberto Uran e Nairo Quintana (também com ligeira melhoria, do 10.º ao 8.º lugar), a Colômbia – além de, pela primeira vez, ter um seu nacional como vencedor, 35 anos depois da estreia de “Lucho” Herrera no “Tour” – consegue um assinalável trio entre os dez primeiros da geral!
Ainda uma palavra para Thibaut Pinot, a maior esperança francesa para um eventual triunfo (3.º classificado em 2014), que, uma vez mais (pela 4.ª participação consecutiva), não conseguiu terminar a prova, tendo sofrido uma rotura muscular na antepenúltima etapa, altura em que ocupava o 5.º lugar da classificação geral, apenas a vinte segundos do então 2.º, Egan Bernal.
Quanto aos portugueses, uma passagem absolutamente discreta, com o único facto digno de registo a ser o 11.º lugar de Nélson Oliveira no contra-relógio individual (a 2 segundos do 10.º classificado, e 33 segundos à frente de Egan Bernal, somente 22.º nessa etapa). Para além disso, fica apenas a nota de terem conseguido, os três, chegar a Paris…
Classificação geral final:
1.º Egan Bernal (Colômbia) – Team Ineos – 82h 57′ 00”
2.º Geraint Thomas (Grã-Bretanha) – Team Ineos – a 01′ 11”
3.º Steven Kruijswijk (Holanda) – Team Jumbo – Visma – a 01′ 31”
4.º Emanuel Buchmann (Alemanha) – Bora – Hansgroe – a 01′ 56”
5.º Julian Alaphilippe (França) – Deceuninck – Quick – Step – a 04′ 05”
6.º Mikel Landa Meana (Espanha) – Movistar Team – a 04′ 23”
7.º Rigoberto Uran (Colômbia) – EF Education First – a 05′ 15”
8.º Nairo Quintanta (Colômbia) – Movistar Team – a 05′ 30”
9.º Alejandro Valverde (Espanha) – Movistar Team – a 06′ 12”
10.º Warren Barguil (França) – Team Arkea – Samsic – a 07′ 32”
…
53.º Rui Costa (Portugal) – UAE Team Emirates – a 1h 59′ 02”
79.º Nélson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 2h 35′ 51”
128.º José Gonçalves (Portugal) – Team Katusha Alpecin – a 3h 47′ 15”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:
- 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
- 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017)
- 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955) e Greg Lemond (1986, 1989 e 1990)
- 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984) e Alberto Contador (2007 e 2009);
- 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018) e Egan Bernal (2019).
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – Final

Portugal Campeão do Mundo de Hóquei em Patins – 2019
Final – Portugal – Argentina – 0-0 (0-0 a.p.) (2-1 g.p.)
3.º / 4.º lugar – Espanha – França – 5-0
5.º / 6.º lugar – Itália – Angola – 6-4
7.º / 8.º lugar – Chile – Colômbia – 11-8
“INTERCONTINENTAL CHAMPIONSHIP”
9.º / 10.º lugar – Moçambique – Andorra – 4-3
11.º / 12.º lugar – Suíça – Alemanha – 2-2 (3-3 a.p.) (4-1 g.p.)
13.º / 14.º lugar – Inglaterra – Brasil – 7-3
15.º / 16.º lugar – Austrália – Egipto – 5-4
“CHALLENGER’s CHAMPIONSHIP”
17.º / 18.º lugar – Holanda – Bélgica – 8-0
19.º / 20.º lugar – Uruguai – Índia – 4-0
21.º / 22.º lugar – Áustria – EUA – 10-4
23.º / 24.º lugar – Macau – Japão – 6-6 (8-7 a.p.)
25.º / 26.º lugar – N. Zelândia – China – 11-2
27.º lugar – Taiwan
Depois de ter vencido os anteriores Campeões do Mundo e da Europa, Espanha, no seu próprio reduto, em Barcelona – o que não sucedia desde 1987, no Europeu de Oviedo e, em Mundiais, desde 1960, então em Madrid -, a selecção portuguesa sagrou-se hoje Campeã do Mundo, ao vencer, no desempate da marca de grande penalidade, a Argentina, depois de o nulo ter subsistido nos 50 minutos de tempo regulamentar, assim como nos dez minutos de prolongamento!
Anteontem, frente à Espanha, Portugal, depois de uma toada inicial mais na expectativa, sofreu o primeiro golo a 14 segundos do final do primeiro tempo, tendo, na segunda metade, com excelente exibição colectiva, operado a reviravolta no marcador, com tentos de Gonçalo Alves e João Rodrigues, respectivamente aos 4 e 11 minutos, vindo a permitir o restabelecer da igualdade a minuto e meio do termo da partida. No prolongamento, a equipa nacional, muito personalizada, continuaria a ser mais forte, vencendo com justiça, tendo voltado a colocar-se em vantagem, novamente por João Rodrigues, logo aos 12 segundos da segunda parte, encerrando a contagem a 44 segundos do fim, por Jorge Silva, numa altura em que a Espanha, já em desespero, jogava sem guarda-redes, procurando suprir o facto de se encontrar em desvantagem numérica.
Esta tarde, no “Palau Blaugrana”, com predomínio da falange de apoio lusa, o reencontro entre portugueses e argentinos (depois do empate a um golo na fase de grupos) foi, durante largo período, repartido, com grandes cautelas tácticas, tendo ambas as equipas privilegiado uma opção de risco mínimo. Não obstante, a Argentina viria, ao longo do tempo de jogo, a beneficiar de várias oportunidades de golo, sobretudo em lances de “bola parada” (três grandes penalidades e dois livres directos), tendo Ângelo Girão, com mais uma exibição superlativa, constituído uma barreira verdadeiramente intransponível. No desempate da marca de grande penalidade, pese embora a Argentina se tenha colocado em vantagem logo na primeira tentativa, os portugueses seriam mais eficazes, com golos de Gonçalo Alves e Hélder Nunes, enquanto o guardião português voltaria a defender outros três remates (o outro sairia desenquadrado da baliza).
Após 16 anos de interregno, Portugal volta a conquistar o ceptro mundial na modalidade, estando de parabéns todo o grupo, que demonstrou forte coesão, liderado por Renato Garrido – um treinador que transmite uma imagem de serenidade, inspiradora de confiança -, integrando os guarda-redes Ângelo Girão (figura maior deste Mundial) e Nélson Filipe, assim como Rafa Costa, Telmo Pinto, Miguel Vieira, Gonçalo Alves, Hélder Nunes, Henrique Magalhães, Jorge Silva e o capitão de equipa, João Rodrigues.
No palmarés da prova, a Espanha mantém a liderança, com 17 títulos (1951, 1954, 1955, 1964, 1966, 1970, 1972, 1976, 1980, 1990, 2001, 2005, 2007, 2009, 2011, 2013 e 2017), seguida de muito perto por Portugal, agora com 16 campeonatos ganhos (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1960, 1962, 1968, 1974, 1982, 1991, 1993, 2003 e 2019); a Argentina conquistou a prova por 5 vezes (1978, 1984, 1995, 1999 e 2015); a Itália obteve 4 títulos (1953, 1986, 1988 e 1997); e, por fim, a Inglaterra foi 2 vezes Campeã Mundial, nas duas edições inaugurais da competição (1936 e 1939).
A selecção de Portugal soma agora 43 lugares de honra (em todas as edições, à excepção da de 2007, em que se quedou na 6.ª posição):
Campeão 2.º 3.º 4.º Total Portugal 16 10 15 2 43 Espanha 17 12 8 4 41 Itália 4 9 10 8 31 Argentina 5 9 10 4 28 Suíça - 1 1 4 6 Bélgica - 1 - 5 6 Alemanha - - - 6 6 Chile - - - 4 4 Inglaterra 2 1 - - 3 Holanda - 1 - 2 3 Brasil - - - 3 3 Moçambique - - - 1 1 França - - - 1 1
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1/2 finais
CAMPEONATO DO MUNDO
Espanha – Portugal – 2-2 (2-4 a.p.)
Argentina – França – 3-0
Apuramento do 5.º ao 8.º lugar:
Colômbia – Itália – 5-8
Angola – Chile – 4-4 (7-4 a.p.)
“INTERCONTINENTAL CHAMPIONSHIP”
Apuramento do 9.º ao 12.º lugar:
Moçambique – Alemanha – 3-3 (7-5 a.p.)
Suíça – Andorra – 3-4
Apuramento do 13.º ao 16.º lugar:
Austrália – Inglaterra – 2-6
Egipto – Brasil – 1-12
(mais…)
Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1/4 de final
CAMPEONATO DO MUNDO
Colômbia – Espanha – 0-9
Portugal – Itália – 4-4 (5-5 a.p.) (2-0 g.p.)
Argentina – Angola – 6-0
Chile – França – 4-5
Nas meias-finais, a disputar amanhã, sexta-feira, Portugal defrontará a equipa da casa, Espanha. Por seu lado, a Argentina joga com a selecção de França.
“INTERCONTINENTAL CHAMPIONSHIP”
Austrália – Moçambique – 3-23
Alemanha – Inglaterra – 4-1
Suíça – Egipto – 8-1
Brasil – Andorra – 3-9



