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Liga Europa – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais
1/4 de final
RB Leipzig – Atalanta
E. Frankfurt – Barcelona
West Ham – Olympique Lyon
Sp. Braga – Rangers
Os jogos da primeira mão serão disputados a 7 de Abril, estando a segunda mão agendada para 14 de Abril.
1/2 finais
RB Leipzig / Atalanta – Sp. Braga / Rangers
West Ham / Olympique Lyon – E. Frankfurt / Barcelona
Os jogos das meias-finais estão agendados para 28 de Abril (1.ª mão) e 5 de Maio (2.ª mão).
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais
1/4 de final
Chelsea – Real Madrid
Manchester City – At. Madrid
Villarreal – Bayern
Benfica – Liverpool
Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 5 e 6 de Abril. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 12 e 13 de Abril.
1/2 finais
Manchester City / At. Madrid – Chelsea / Real Madrid
Benfica / Liverpool – Villarreal / Bayern
Os jogos das meias-finais estão agendados para 26 e 27 de Abril (1.ª mão) e 3 e 4 de Maio (2.ª mão).
Liga Conferência Europa – 1/8 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Basel - Olympique Marseille 1-2 1-2 2-4 Rennes - Leicester City 2-1 0-2 2-3 Gent - PAOK 1-2 0-1 1-3 Roma - Vitesse 1-1 1-0 2-1 København - PSV Eindhoven 0-4 4-4 4-8 LASK Linz - Slavia Praha 4-3 1-4 5-7 AZ Alkmaar - Bodø/Glimt 2-2 (a.p.) 1-2 3-4 Feyenoord - Partizan 3-1 5-2 8-3
Das quatro equipas dos Países Baixos apenas duas (PSV e Feyenoord) seguem em frente, ainda assim o maior contingente, a que se junta um representante de Inglaterra (Leicester), Itália (Roma), França (Marseille), Grécia, R. Checa e Noruega.
Liga Europa – 1/8 de Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Crvena zvezda - Rangers 2-1 0-3 2-4 Monaco - Sp. Braga 1-1 0-2 1-3 Olympique Lyon - FC Porto 1-1 1-0 2-1 Bayer Leverkusen - Atalanta 0-1 2-3 2-4 West Ham - Sevilla 2-0 (a.p.) 0-1 2-1 Galatasaray - Barcelona 1-2 0-0 1-2 Spartak Moskva - RB Leipzig * --- --- --- E. Frankfurt - Betis 1-1 (a.p.) 2-1 3-2
* Não foram disputados os jogos da eliminatória entre RB Leipzig – Spartak Moskva, devido ao facto de o Spartak ter sido suspenso da competição, no âmbito das sanções aplicadas à Rússia pela invasão da Ucrânia.
As duas equipas de Sevilha ainda forçaram o prolongamento, mas acabaram ambas eliminadas, portanto afastadas da Final, que se disputará… em Sevilha. Nos 1/4 de final teremos como maior contingente o da Alemanha (RB Leipzig e E. Frankfurt), subsistindo um único representante de Portugal (Sp. Braga), Inglaterra (West Ham), Espanha (Barcelona), Itália (Roma), França (Lyon) e Escócia (Rangers).
Liga dos Campeões – 1/8 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Bayern - Salzburg 7-1 1-1 8-2 Manchester City - Sporting 0-0 5-0 5-0 Ajax - Benfica 0-1 2-2 2-3 Lille - Chelsea 1-2 0-2 1-4 Manchester United - At. Madrid 0-1 1-1 1-2 Juventus - Villarreal 0-3 1-1 1-4 Liverpool - Inter 0-1 2-0 2-1 Real Madrid - Paris St.-Germain 3-1 0-1 3-2
Três equipas inglesas, outras tantas espanholas (esta época sem o Barcelona, mas com a “novidade” Villarreal), uma portuguesa e outra alemã, compõem o alinhamento dos quartos-de-final da Liga dos Campeões.
Pelo caminho ficaram, para além dos galácticos do Paris Saint-Germain (com Messi, Mbappé e Neymar), o Manchester United (de Cristiano Ronaldo, Bruno Fernandes e Diogo Dalot) e os dois representantes italianos (Inter e Juventus), tendo a França ficado igualmente sem representação, também em função da eliminação do Lille.
Liga dos Campeões – 1/8 final (2.ª mão) – Ajax – Benfica
Ajax – André Onana, Noussair Mazraoui, Jurriën Timber (90m – Mohammed Kudus), Lisandro Martínez, Daley Blind, Edson Álvarez (81m – Brian Brobbey), Steven Berghuis (81m – Davy Klaassen), Ryan Gravenberch, Antony Matheus dos Santos, Dušan Tadić e Sébastien Haller
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes (90m – Valentino Lazaro), Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Alejandro “Álex” Grimaldo, Adel Taarabt (45m – Soualiho Meïté), Julian Weigl, Everton Soares (72m – Roman Yaremchuk), Rafael “Rafa” Silva, Gonçalo Ramos (90m – Paulo Bernardo) e Darwin Núñez (81m – Diogo Gonçalves)
0-1 – Darwin Núñez – 77m
Cartões amarelos – Jurriën Timber (83m), Daley Blind (90m) e Ryan Gravenberch (90m); Gonçalo Ramos (67m)
Árbitro – Carlos del Cerro Grande (Espanha)

Não foi, claro, uma exibição de “encher o olho”, no sentido em que o Benfica esteve muito longe – antes pelo contrário – de exercer o domínio do jogo. Precisamente, perante um adversário com cariz muito mais talhado para assumir a iniciativa atacante, a equipa benfiquista soube unir-se, de forma solidária, atingindo, nesse aspecto, desempenho de grande competência em termos defensivos, ao mesmo tempo que viu coroado de plena eficácia o seu único remate enquadrado com a baliza adversária!
Antecipava-se já a forte entrada do Ajax, empurrando o adversário para o seu reduto defensivo, com a bola a percorrer as imediações da área, nessa fase inicial com a equipa da casa, com forte pressão, a ameaçar cada vez com maior veemência, fazendo recear a possibilidade de chegada do golo (ganhando vários cantos, com sucessivos cabeceamentos, mas, efectivamente, sem grande perigo iminente).
O volumoso trabalho que a dupla Otamendi-Vertonghen ia tendo pela frente, foi auxiliado pelo recuo de Weigl, enquanto Taarabt era uma espécie de “duplo” de Gilberto, na lateral direita. Numa partida que requeria enorme dose de paciência – e quase absoluto rigor defensivo -, o Benfica conseguiu alcançar um equilíbrio mental, gradualmente reforçado à medida que o tempo ia avançando.
Ao intervalo, Nélson Veríssimo substituiria o marroquino por Meïté, visando controlar de forma mais eficaz as ofensivas pelo flanco esquerdo adversário, que, no decurso do segundo tempo, ia começando a denotar indícios de algum bloqueio – fazendo, de alguma forma, recordar o que se passara em Eindhoven, com o PSV, na 2.ª mão do play-off.
Conforme então sucedera, com o rolar dos minutos, viria, progressivamente, a instalar-se a dúvida na mente dos jogadores do Ajax, em contraponto a um crescente acreditar por parte dos benfiquistas. A missão era simples: com o tempo a começar correr a seu favor, o Benfica procurava, em primeira instância, ir assegurando a inviolabilidade da sua baliza, de forma a levar o mais longe possível a discussão da eliminatória… na expectativa de que pudesse, por acréscimo, vir a alcançar ainda algo mais.
O tal “acreditar” ou maior confiança no que a equipa ia desenvolvendo dentro de campo – a par da necessidade de refrescar o “onze”, submetido a intenso desgaste – levou o treinador português a fazer entrar em campo o ucraniano Yaremchuk, por troca com Everton, visando suster a subida no terreno dos defesas contrários, procurando, de alguma forma, manter o adversário “em sentido”.
E o bónus, do golo do Benfica, acabaria mesmo por chegar, apenas cinco minutos volvidos: num livre, ao estilo de um canto mais curto, Grimaldo fez um centro com “conta, peso e medida” para a zona da pequena área, onde, muito oportuno, surgiu Darwin, a antecipar-se ao guardião contrário, desviando a bola, de cabeça, para o fundo das redes.
Logo se percebeu que – ante tal rude golpe anímico – muito dificilmente o Ajax conseguiria reagir da forma de que necessitaria, porque, então, era já impraticável manter a serenidade, ao mesmo tempo que a crença se mudara por completo para o lado oposto. No (já escasso) tempo que restava o Campeão dos Países Baixos não teria “arte” para construir o que, afinal, em cerca de 80 minutos, não conseguira: efectivas ocasiões de perigo.
De facto, num balanço global, tendo o Ajax evidenciado manifesta superioridade em termos de posse de bola (69/31%), assim como em número de pontapés de canto (10/4), o duelo foi muito mais equilibrado a nível de remates à baliza (2/1), com os jogadores locais a não conseguirem esconder, no período final, a frustração pela impotência revelada – seria, aliás, Yaremchuk a desaproveitar a mais flagrante oportunidade de golo de todo o desafio, isolado frente a Onana, já no 97.º e derradeiro minuto…
Muito competente na execução do plano de jogo, tendo conseguido anular por completo o reconhecido poderio ofensivo do adversário (depois das partidas de Moscovo, Eindhoven, Kiev e Barcelona, esta foi a 5.ª vez, em seis desafios fora de casa nesta edição da prova, que preservou a “clean sheet” da sua baliza), a equipa portuguesa foi premiada, necessariamente com felicidade, pela grande eficácia.
Em qualquer caso, um embate a reavivar as noites europeias de glória do Benfica, superando, em terreno alheio – com o apoio entusiástico de cerca de três milhares de adeptos –, um rival mítico como é o Ajax (sagrado Campeão Europeu por quatro vezes), como que numa desforra face à história das eliminações de 1969 (nos quartos-de-final) e de 1972 (nas meias-finais), ambas sob a égide da Taça dos Clubes Campeões Europeus.
O Benfica alcança os quartos-de-final da maior prova de clubes do Mundo pela 18.ª vez no seu historial – num total de 41 participações –, a que acresce ainda a presença, em 1992, nos “últimos 8” (então com a fase final da competição, no ano “pré-Champions”, como que num ensaio para a reformulação do modelo competitivo, a ser disputada por dois grupos de quatro clubes, tendo-se apurado os vencedores para a Final).
Na era “Champions” será a 5.ª presença, após as eliminações sofridas em 1995 (AC Milan), 2006 (Barcelona), 2012 (Chelsea) e 2016 (Bayern); nas 13 ocasiões em que atingiu tal fase na Taça dos Campeões Europeus, o Benfica apurou-se para as meias-finais por oito vezes (1961, 1962, 1963, 1965, 1968, 1972, 1988 e 1990).
Liga Conferência Europa – 1/8 de Final (1.ª mão)
Olympique Marseille – Basel – 2-1
Leicester City – Rennes – 2-0
PAOK – Gent – 1-0
Vitesse – Roma – 0-1
PSV Eindhoven – København – 4-4
Slavia Praha – LASK Linz – 4-1
Bodø/Glimt – AZ Alkmaar – 2-1
Partizan – Feyenoord – 2-5
Liga Europa – 1/8 de Final (1.ª mão)
Rangers – Crvena zvezda – 3-0
Sp. Braga – Monaco – 2-0
FC Porto – Olympique Lyon – 0-1 (09.03.2022)
Atalanta – Bayer Leverkusen – 3-2
Sevilla – West Ham – 1-0
Barcelona – Galatasaray – 0-0
RB Leipzig – Spartak Moskva – Jogo não disputado, devido ao facto de o Spartak ter sido suspenso da competição, no âmbito das sanções aplicadas à Rússia pela invasão da Ucrânia
Betis – E. Frankfurt – 1-2 (09.03.2022)
Liga Conferência Europa – Sorteio dos 1/8 de Final
Olympique Marseille – Basel
Leicester City – Rennes
PAOK – Gent
Vitesse – Roma
PSV Eindhoven – København
Slavia Praha – LASK Linz
Bodø/Glimt – AZ Alkmaar
Partizan – Feyenoord
Os jogos da primeira mão serão disputados a 10 de Março, estando a segunda mão agendada para 17 de Março.
Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de Final
Rangers – Crvena zvezda
Sp. Braga – Monaco
FC Porto – Olympique Lyon
Atalanta – Bayer Leverkusen
Sevilla – West Ham
Barcelona – Galatasaray
RB Leipzig – Spartak Moskva
Betis – E. Frankfurt
Os jogos da primeira mão serão disputados a 10 de Março (9 de Março, no caso de FC Porto e Betis), estando a segunda mão agendada para 17 de Março.



