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Liga Conferência Europa – 1/4 de Final (1.ª mão)

Bodø/Glimt – Roma – 2-1
Feyenoord – Slavia Praha – 3-3
Olympique Marseille – PAOK – 2-1
Leicester City – PSV Eindhoven – 0-0

7 Abril, 2022 at 10:06 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 de Final (1.ª mão)

RB Leipzig – Atalanta – 1-1
E. Frankfurt – Barcelona – 1-1
West Ham – Olympique Lyon – 1-1
Sp. Braga – Rangers – 1-0

7 Abril, 2022 at 10:05 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 de Final (1.ª mão)

Chelsea – Real Madrid – 1-3
Manchester City – At. Madrid – 1-0
Villarreal – Bayern – 1-0
Benfica – Liverpool – 1-3

6 Abril, 2022 at 9:52 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 final (1.ª mão) – Benfica – Liverpool

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Alejandro “Álex” Grimaldo, Rafael “Rafa” Silva, Julian Weigl, Adel Taarabt (70m – Soualiho Meïté), Everton Soares (82m – Roman Yaremchuk), Gonçalo Ramos (86m – João Mário) e Darwin Núñez

LiverpoolLiverpool – Alisson Becker, Trent Alexander-Arnold (89m – Joseph “Joe” Gomez), Ibrahima Konaté, Virgil Van Dijk, Andrew “Andy” Robertson, Naby Keïta (89m – James Milner), Fábio Tavares “Fabinho”, Thiago Alcântara (61m – Jordan Henderson), Mohamed Salah (61m – Diogo José “Jota”), Luis Díaz e Sadio Mané (61m – Roberto Firmino)

0-1 – Ibrahima Konaté – 17m
0-2 – Sadio Mané – 34m
1-2 – Darwin Núñez – 49m
1-3 – Luis Díaz – 87m

Cartões amarelos – Adel Taarabt (63m); Thiago Alcântara (58m)

Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)

Foi “pena” o golo sofrido já à beira do fim… o 1-2 permitiria ainda levar a eliminatória “viva” para Liverpool. Mas, efectivamente, o resultado poderia ter sido bastante mais gravoso para o Benfica, e, logo, na metade inicial do jogo.

As equipas portuguesas têm vindo, sucessivamente, a demonstrar, perante este tipo de adversários do mais alto gabarito (veja-se os casos de jogos do FC Porto, Sporting e Benfica, frente a Liverpool, Manchester City e Bayern – hoje por hoje, as melhores equipas do Mundo), enorme dificuldade em delinear uma abordagem que possa ser consentânea / minimamente adaptada face às necessidades, atendendo à exigência a nível competitivo e de intensidade que tais rivais impõem: “jogar o jogo pelo jogo” seria assumir uma espécie de “hara-kiri”; acantonar-se à defesa, não tem proporcionado muito melhores resultados.

Ainda assim, uma coisa é jogar à defesa – como o Benfica fez em Amesterdão – frente a um opositor do nível do Ajax, com alguma probabilidade, como sucedeu, de “correr bem”; outra coisa, distinta, é defrontar um dos clubes antes referidos.

Pois, algo atemorizado perante o poderio do Liverpool, o Benfica insistiu na estratégia defensiva, “encolhendo-se” de tal maneira, que, objectivamente, abdicou de competir, durante larga fase do primeiro tempo.

Foi um “convite” – ao qual a equipa inglesa acedeu de bom grado – a que o oponente, com amplo espaço livre na zona intermediária do campo, viesse para cima da defesa benfiquista, necessariamente impotente para dar resposta a todas as investidas, múltiplos cruzamentos, diagonais, rupturas diversas, incapaz de controlar a profundidade do futebol ofensivo contrário.

Um golo aos 17 minutos; um segundo decorridos outros 17 minutos e Vlachodimos a impedir que o “placard” subisse até aos 4 ou 5 ainda na primeira metade, perante uma equipa do Benfica “à deriva” dentro de campo, incapaz de encontrar o posicionamento que lhe permitisse resistir ao turbilhão.

Ficou por compreender exactamente se a configuração do jogo na segunda metade terá decorrido mais de alguma “soberba” do Liverpool, confiado nas excessivas facilidades com que até aí deparara, pensando estar a eliminatória resolvida, tirando o “pé do acelerador”, se, ao invés, foi o Benfica a conseguir assumir e impor um outro tipo de abordagem.

A verdade é que, mal as equipas tinham regressado ao relvado, já o Benfica estava a reduzir o marcador para a diferença mínima, na sequência de um bom cruzamento, do flanco direito, de Rafa, com o central Konaté (que apontara o tento inicial da partida, na sequência de um pontapé de canto, cabeceando em plena liberdade no eixo da área benfiquista) desastradamente a falhar a intercepção, e Darwin, com uma calma notável, a dominar a bola e a desviá-la do alcance do guarda-redes.

O golo teve o condão de animar a Luz, com os adeptos – recordando-se do que sucedera no jogo da 1.ª mão, frente ao Ajax -, numa atmosfera de crescente e vibrante entusiasmo (num Estádio praticamente lotado) a levarem a “equipa ao colo”, dando força e energia para que o Benfica conseguisse superar-se, melhorando a sua produção de forma assinalável.

Durante um período de cerca de vinte minutos, o Benfica superiorizou-se (!) ao adversário, baralhando-o, com o Liverpool, inesperadamente, a ser permeável a sucessivos lances de ataque organizado e/ou de transição, que os benfiquistas iam conseguindo desenvolver.

O Benfica jogava bem – bastante melhor até do que tinha feito em Amesterdão. De tal forma que se passou a acreditar piamente que era possível chegar ao empate. Que Everton teve nos pés, quando, enquadrado com a baliza, liberto de marcação, fez um remate que saiu fraco, e à figura de Alisson. O próprio Darwin teria ocasião de bisar.

Em gestão de esforço – tendo em mente o que poderá ser o “desafio do título”, no Domingo, em Manchester, ante o City – Klopp procedeu, à passagem da hora de jogo, a “rotação”, fazendo entrar, simultaneamente, Diogo Jota, Firmino e Henderson, numa tripla substituição, para os lugares de Salah, Mané e Thiago Alcântara.

O fulgor benfiquista ia-se desvanecendo, à medida que a equipa começava a acusar alguma inevitável fadiga, perante a intensidade do desafio, com o Liverpool, gradualmente, a retomar o controlo.

Depois da bela reacção benfiquista, o tal terceiro golo soou a punição excessiva, mesmo que o desfecho final (margem da vitória inglesa) não esteja desfasado do desempenho das duas equipas dentro de campo, na globalidade do tempo de jogo.

Ficou a demonstração de que é possível competir, mesmo que seja muito difícil fazê-lo durante os noventa minutos, ao ritmo estabelecido por adversários deste quilate. O Benfica parece próximo de finalizar a sua campanha desta temporada na “Liga dos Campeões”, mas, pelo que fez esta noite, poderá sair de “cabeça erguida”… desde que consiga “estar à (sua) altura” na partida em Inglaterra.

5 Abril, 2022 at 9:55 pm Deixe um comentário

Sorteio – Mundial 2022

  Grupo A         Grupo B         Grupo C         Grupo D
Qatar           Inglaterra      Argentina       França
Países Baixos   EUA             México          Dinamarca
Senegal         Irão            Polónia         Tunísia
Equador         Gales/Esc./Ucr. A. Saudita      EAU/Aust./Peru

  Grupo E         Grupo F         Grupo G         Grupo H
Espanha         Bélgica         Brasil          Portugal
Alemanha        Croácia         Suíça           Uruguai
Japão           Marrocos        Sérvia          Coreia Sul
C.Rica/N.Zel.   Canadá          Camarões        Ghana

Portugal estreia-se na Fase Final do Mundial 2022 a 24 de Novembro, frente ao Ghana; voltará a jogar a 28 de Novembro, com o Uruguai, finalizando a fase de grupos a 2 de Dezembro, ante a Coreia do Sul.

1 Abril, 2022 at 6:23 pm Deixe um comentário

Mundial 2022 – Play-off (Zona Europeia) – “Finais”

País de Gales – Escócia / Ucrânia – (Adiado)
Polónia – Suécia – 2-0
Portugal – Macedónia do Norte – 2-0

Estão já apuradas 27 das selecções que marcarão presença na Fase Final do Campeonato do Mundo:

  • Europa (12) – Alemanha, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Espanha, França, Inglaterra, Países Baixos, Polónia, Portugal, Sérvia e Suíça
  • África (5) – Camarões, Ghana, Marrocos, Senegal e Tunísia
  • Ásia (5) – Qatar, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Irão e Japão
  • América do Sul (4) – Brasil, Argentina, Uruguai e Equador
  • América do Norte (1) – Canadá

Falta determinar mais duas vagas de apuramento directo na América do Norte, uma na Europa (jogos do play-off que foram adiados – a decidir entre País de Gales – Escócia/Ucrânia) e definir os vencedores dos dois play-offs intercontinentais (a disputar apenas em Junho): (i) Emiratos Árabes Unidos/Austrália – Peru; e (ii) EUA/México/Costa Rica – N. Zelândia/Ilhas Salomão.

Actualização a 31.03.2022 – México e EUA garantiram as duas últimas vagas de apuramento directo (América do Norte). Os play-offs intercontinentais terão o seguinte alinhamento: Emiratos Árabes Unidos/Austrália – Peru; e Costa Rica – N. Zelândia.

29 Março, 2022 at 9:42 pm Deixe um comentário

Portugal – Macedónia do Norte (Mundial 2022 – Play-off – “Final”)

Estádio do Dragão, Porto

Portugal Portugal – Diogo Costa, João Cancelo, Danilo Pereira, Pepe, Nuno Mendes, Bruno Fernandes (87m – Matheus Nunes), João Moutinho (90m – Vítor Ferreira “Vitinha”), Otávio Monteiro (76m – William Carvalho), Diogo Jota (76m – Rafael Leão), Bernardo Silva (87m – João Félix) e Cristiano Ronaldo

Macedónia do Norte Stole Dimitrievski, Stefan Ristovski, Visar Musliu, Darko Velkoski, Ezgjan Alioski, Eljif Elmas (87m – Boban Nikolov), Enis Bardi, Arijan Ademi, Aleksandar Trajkovski (59m – Darko Churlinov), Milan Ristovski (45m – Bojan Miovski) e Tihomir Kostadinov (75m – Stefan Ashkovski)

1-0 – Bruno Fernandes – 32m
2-0 – Bruno Fernandes – 65m

Cartões amarelos – João Cancelo (68m); Visar Musliu (68m) e Ezgjan Alioski (74m)

Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)

Agora, findos os jogos do play-off, constata-se que Portugal conseguiu, com muito maior facilidade que o esperado, garantir o apuramento para a fase final do Mundial. Efectivamente – beneficiando, em larga medida, da grande surpresa protagonizada pela Macedónia do Norte em Itália –, a selecção portuguesa acabou por ver-se confrontada com duas equipas de nível manifestamente inferior ao seu.

Fazendo alinhar nesta “final” João Cancelo, Pepe e Nuno Mendes (por troca com Diogo Dalot, José Fonte e Raphaël Guerreiro), a formação nacional fez uma exibição segura, controlando durante praticamente todo o jogo, exercendo natural predomínio.

Isto apesar de a Macedónia do Norte ter começado por surpreender, entrando em campo de forma muito aguerrida, com linhas subidas, a disputar os lances a meio-campo, visando bloquear, logo aí, as iniciativas contrárias, beneficiando também, nessa fase, de um estilo de arbitragem que ia enervando os portugueses, permitindo excessiva agressividade aos adversários.

Ainda assim, nesse período, os lances de maior perigo surgiriam, primeiro, num remate cruzado de Cristiano Ronaldo, no flanco esquerdo, a sair a rasar o poste da baliza de Dimitrievski; e, logo depois, num cabeceamento “defeituoso” de Diogo Jota, muito direccionado para o solo, a desperdiçar soberana ocasião de marcar.

Por curiosidade, Portugal chegaria ao golo de forma talvez menos expectável, num lance de transição, aproveitando um mau passe (de grande risco) de Stefan Ristovski, na zona intermediária, paralelo à linha de meio campo, mas ligeiramente atrasado, o qual seria interceptado por Bruno Fernandes, que, após pronta combinação com Cristiano Ronaldo, surgiu desmarcado, a rematar colocado, para o fundo da baliza.

Não obstante a Macedónia como que tivesse “desaparecido” do jogo, o tento da confirmação só chegaria passada outra meia hora de jogo (já após o intervalo), outra vez com início numa recuperação de bola, com Diogo Jota a fazer excelente assistência, de “longa distância”, para notável remate, na passada, do mesmo Bruno Fernandes, particularmente inspirado nesta noite, igualmente sem hipóteses para o guardião macedónio.

Até final, Portugal ainda podia ter ampliado a contagem, não fosse um defesa ter “tirado o pão da boca” a Cristiano Ronaldo, num corte “in extremis”, quando este se preparava para “fazer o gosto ao pé”.

A selecção nacional, sem necessidade de se aplicar a fundo, ou de “brilhar”, não deixou de colocar em evidência o seu superior potencial, face a uma inofensiva equipa contrária, que não conseguiu qualquer remate enquadrado à baliza portuguesa, obtendo um triunfo tão claro como lógico.

Desde a ausência da fase final do Mundial de 1998, em França, nunca mais Portugal voltou a falhar uma grande competição internacional, somando, consecutivamente, 12 participações: seis no Europeu (2000, 2004, 2008, 2012, 2016 e 2020/21) e, agora, outras tantas em Campeonatos do Mundo (2002, 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022) – a que junta os até então raros apuramentos (1966 e 1986 no Mundial; 1984 e 1996 em Europeus).

Para ilustrar esta proeza lusa, anote-se que apenas três países (Alemanha, Espanha e França) acompanharam Portugal em todas estas 12 fases finais, superando o registo português: os germânicos não falham uma fase final desde o Europeu de 1968 (somando 13 Europeus e 14 Mundiais sucessivos); os espanhóis registam 15 presenças consecutivas (desde 1994, com 8 Mundiais e 7 Europeus); enquanto os gauleses alcançaram uma série de 14 participações (desde 1996, com 7 Mundiais e 7 Europeus) – devendo, por outro lado, considerar-se ainda os casos do Brasil (nunca falhou o Mundial, que irá disputar pela 22.ª vez) e Argentina (13 presenças sucessivas, desde 1974).

29 Março, 2022 at 9:35 pm Deixe um comentário

Mundial 2022 – Play-off (Zona Europeia) – “Semi-finais”

Semi-final 1 – Escócia – Ucrânia – (Adiado)
Semi-final 2 – País de Gales – Áustria – 2-1

Semi-final 3 – Rússia – Polónia – Jogo não disputado, devido ao facto de a selecção russa ter sido suspensa da competição, no âmbito das sanções aplicadas à Rússia pela invasão da Ucrânia
Semi-final 4 – Suécia – R. Checa – 0-0 (1-0 a.p.)

Semi-final 5 – Itália – Macedónia do Norte – 0-1
Semi-final 6 – Portugal – Turquia – 3-1

O alinhamento – previamente sorteado – dos jogos das “finais”, agendados para o próximo dia 29 de Março, é o seguinte:

País de Gales – Escócia / Ucrânia
Polónia – Suécia
Portugal – Macedónia do Norte

A Campeã da Europa em título, Itália, foi surpreendida, em casa, perdendo com a Macedónia do Norte, mercê de um golo apontado já em período de compensação, com os italianos a falharem o apuramento para o Mundial pela segunda edição sucessiva. Tendo-se estreado em fases finais de grandes competições no “EURO 2020”, em Junho do ano passado, a Macedónia do Norte ganhara já, na fase de grupos desta qualificação para o Mundial, na Alemanha, há cerca de um ano, tendo ido agora vencer a Itália.

24 Março, 2022 at 10:43 pm Deixe um comentário

Portugal – Turquia (Mundial 2022 – Play-off – “Semi-final”)

Estádio do Dragão, Porto

Portugal Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Danilo Pereira, José Fonte, Raphaël Guerreiro (88m – Nuno Mendes), Bruno Fernandes (80m – William Carvalho), João Moutinho (88m – Matheus Nunes), Bernardo Silva, Otávio Monteiro (88m – Rafael Leão), Diogo Jota (71m – João Félix) e Cristiano Ronaldo

Turquia Turquia – Uğurcan Çakır, Ozan Kabak, Merih Demiral, Çağlar Söyüncü, Berkan Kutlu (90m – Serdar Dursun), Zeki Çelik (80m – Yusuf Yazıcı), Orkun Kökçü (80m – Dorukhan Toköz), Hakan Çalhanoğlu, Kerem Aktürkoglu (66m – Enes Ünal), Cengiz Ünder e Burak Yılmaz

1-0 – Otávio Monteiro – 15m
2-0 – Diogo Jota – 42m
2-1 – Burak Yılmaz – 65m
3-1 – Matheus Nunes – 90m

Cartões amarelos – Diogo Jota (35m) e João Moutinho (86m); Zeki Çelik (35m), Hakan Çalhanoğlu (69m), Merih Demiral (76m) e Dorukhan Toköz (90m)

Árbitro – Daniel Siebert (Alemanha)

Pese embora uma exibição desequilibrada e inconstante, com “altos” e “baixos”, o primeiro objectivo (intermédio) foi alcançado: o apuramento para o jogo da final dos “play-off”, no qual Portugal irá disputar, com a surpreendente Macedónia do Norte, a qualificação para a fase final do Mundial 2022.

A selecção portuguesa ganhou à Turquia, porque é claramente melhor – mesmo privada de elementos-chave na defesa como têm sido João Cancelo, Rúben Dias ou Pepe, obrigando ao recurso a José Fonte e ao recuo de Danilo Pereira para o eixo central, e com alguma surpresa na titularidade (em estreia) do guardião Diogo Costa.

Mas não deixou de passar por um enorme susto quando, a escassos cinco minutos do final, Burak Yılmaz teve a soberana oportunidade de igualar o marcador a dois golos, tendo, para nossa tranquilidade, desperdiçado a grande penalidade de que dispôs, ao rematar muito por alto.

Com uma boa entrada em jogo, afirmativa, assumindo a iniciativa, “sufocando” o adversário, Portugal cedo chegou ao golo de que necessitava para poder serenar, isto depois de ter já deixado algumas ameaças, uma delas com uma perdida flagrante de Diogo Jota. Foi na sequência de um remate de Bruno Fernandes, com a bola a embater com estrondo no poste, surgindo Otávio, muito oportuno, a antecipar-se e a fazer a recarga para o fundo da baliza.

Já depois de um período de algumas perdas de bola na fase de construção, a actuação da equipa portuguesa, mantendo a toada ofensiva, culminaria com o segundo tento, obtido já à beira do intervalo, pelo mesmo Diogo Jota, assistido por Otávio, uma aposta para esta partida, ganha pelo seleccionador Fernando Santos. Parecia uma margem confortável e segura.

Na segunda metade, aproveitando também alguma quebra anímica por parte da selecção turca, a formação nacional, continuando a exercer forte domínio, mesmo que baixando a intensidade de jogo, teve ocasiões para ampliar o marcador (em especial, de novo, por Diogo Jota, por mais de uma vez), mas não conseguiria chegar ao 3-0, que teria, desde logo, ditado o desfecho do desafio.

Perante tantas (aparentes) “facilidades”, vindo gradualmente a cair de produção, principalmente após o golo turco, apontado por Burak Yılmaz (a aproveitar alguma passividade na defesa), Portugal correu riscos que teriam sido desnecessários, tendo perdido o controlo do jogo, experimentando então dificuldades para suster a dinâmica turca, agora com renovada crença.

Logo depois de, por via da entrada de William Carvalho (a substituir, a dez minutos do fim, Bruno Fernandes), Fernando Santos ter pretendido “trancar” o resultado, surgiria o lance da grande penalidade, que poderia ter mudado drasticamente a configuração deste embate.

Tendo acabado por passar por um período de algum sofrimento, durante vários minutos, o terceiro golo, da confirmação – com Rafael Leão a desmarcar Matheus Nunes, o qual, com excelente execução técnica, desviou a bola do alcance do guarda-redes –, surgiria apenas já em período de compensação.

Praticamente em simultâneo a Macedónia do Norte acabara de marcar também, em Itália, o tento solitário que foi o bastante para afastar o Campeão Europeu em título do Mundial, no que constitui a segunda fase final sucessiva que os transalpinos falham.

No Estádio do Dragão haveria ainda tempo, nos derradeiros instantes, para Cristiano Ronaldo rematar à trave, no que, a ter-se materializado em golo, constituiria um excessivamente pesado castigo para os turcos, então já conformados com o desenlace da eliminatória.

24 Março, 2022 at 10:39 pm Deixe um comentário

Liga Conferência Europa – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais

1/4 de final

Bodø/Glimt – Roma
Feyenoord – Slavia Praha
Olympique Marseille – PAOK
Leicester City – PSV Eindhoven

Os jogos da primeira mão serão disputados a 7 de Abril, estando a segunda mão agendada para 14 de Abril.

1/2 finais

Leicester City / PSV Eindhoven – Bodø/Glimt / Roma
Feyenoord / Slavia Praha – Olympique Marseille / PAOK

Os jogos das meias-finais estão agendados para 28 de Abril (1.ª mão) e 5 de Maio (2.ª mão).

18 Março, 2022 at 3:18 pm Deixe um comentário

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