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Liga dos Campeões – 2022-23 – Sorteio da Fase de Grupos
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A primeira jornada está agendada para os próximos dias 6 e 7 de Setembro, estando previsto para 1 e 2 de Novembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada deverá disputar-se no “Atatürk Olimpiyat Stadyumu”, em Istambul, na Turquia, a 10 de Junho de 2023.
Liga dos Campeões – Play-off – Benfica – D. Kyiv
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes, Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Florentino Luís (70m – Julian Weigl), Enzo Fernández (90m – Paulo Bernardo), João Mário, David Neres (70m – Diogo Gonçalves), Rafael “Rafa” Silva (70m – Henrique Araújo) e Gonçalo Ramos (52m – Petar Musa)
D. Kyiv – Heorhiy Bushchan, Tomasz Kędziora, Illia Zabarnyi, Oleksandr Syrota, Kostyantyn Vivcharenko (63m – Vladyslav Dubinchak), Oleksandr Karavayev (87m – Oleksandr Tymchyk), Serhiy Sydorchuk, Mykola Shaparenko, Volodymyr Shepelyev (87m – Anton Tsarenko), Vitaliy Buyalskiy (90m – Oleksandr Yatsyk) e Artem Besedin (63m – Vladyslav Vanat)
1-0 – Nicolás Otamendi – 27m
2-0 – Rafael “Rafa” Silva – 40m
3-0 – David Neres – 42m
Cartões amarelos – Petar Musa (85m); Mykola Shaparenko (81m)
Árbitro – Clément Turpin (França)
A eliminatória já vinha muito bem encaminhada de Lodz e rapidamente ficaria decidida, com o Benfica a revelar-se muito superior, face a uma equipa ucraniana cujas fragilidades, já denotadas na 1.ª mão, ficaram agora ainda bem mais expostas, não se encontrando, nesta fase, capacitada para disputar jogos deste nível de exigência.
O Benfica teve, sobretudo, o mérito de não “facilitar”, encarando a partida com grande seriedade, e de forma muito focada, o que lhe proporcionou aproveitar as falhas contrárias, para, num curto intervalo de cerca de um quarto de hora, marcar por três vezes.
Assumindo a iniciativa desde o começo do jogo, a equipa portuguesa remeteu o D. Kyiv para a sua zona defensiva, apenas muito timidamente na expectativa de poder lançar algum contra-ataque rápido.
Nesta perspectiva, o primeiro golo demorou até mais do que seria “normal”, atendendo ao caudal ofensivo da formação benfiquista, tendo Grimaldo rematado ao poste, e David Neres visto negar-lhe um golo por uma intervenção providencial do guardião contrário.
Revelando trabalho de casa, o marcador seria inaugurado na sequência de mais um lance de bola parada, com Neres a cruzar, numa espécie de canto mais curto, surgindo Otamendi “a dizer que sim” à bola, desviando-a para o fundo das redes.
Com o Dinamo muito recuado, um “ingénuo” passe lateral, em “zona proibida”, do defesa Syrota, foi aproveitado da melhor forma por um muito oportuno Rafa. E, apenas dois minutos volvidos, seria Neres a fechar a contagem, por curiosidade, beneficiando de uma situação de desposicionamento da defesa ucraniana.
Com a saída forçada de Gonçalo Ramos, primeiro, devido a um choque com Rafa, que seria também substituído alguns minutos depois, a par de Florentino e Neres, e com o resultado “feito”, a intensidade do jogo diminuiu com naturalidade, ainda que Musa tenha tentado deixar a sua marca, tendo Bushchan feito ainda um par de defesas.
O Benfica volta a passar, com distinção, o “play-off” – desta feita, com inesperadas facilidades, ante adversários menos cotados, ganhando os quatro desafios –, selando o apuramento para a fase final da “Liga dos Campeões”. Pelo caminho ficaram, entre outros, o PSV Eindhoven (também afastado, no ano passado, pelo emblema português), Monaco e Fenerbahçe.
Desde que, a partir da época de 2018-19, passaram a ser apenas duas as vagas de qualificação para os clubes “não campeões” nacionais, o Benfica é “recordista”, com três apuramentos (juntamente com o Ajax, em 2018; o Shakhtar Donetsk, em 2021; e o Rangers, agora); os outros qualificados foram: Brugge e Olympiakos (2019); e Dynamo Kyiv e Krasnodar (2020).
Liga dos Campeões – Play-off – D. Kyiv – Benfica
D. Kyiv – Heorhiy Bushchan, Tomasz Kędziora, Illia Zabarnyi, Denys Popov (80m – Oleksandr Syrota), Vladyslav Dubinchak (63m – Kostyantyn Vivcharenko), Viktor Tsyhankov (63m – Oleksandr Karavayev), Oleksandr Andriyevskyi, Mykola Shaparenko, Volodymyr Shepelyev (74m – Anton Tsarenko), Vitaliy Buyalskiy e Artem Besedin (74m – Vladyslav Vanat)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes (69m – Alexander Bah), Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Florentino Luís, Enzo Fernández, João Mário, Rafael “Rafa” Silva (84m – Francisco “Chiquinho” Machado), David Neres (63m – Henrique Araújo) e Gonçalo Ramos (63m – Roman Yaremchuk)
0-1 – Gilberto Moraes – 9m
0-2 – Gonçalo Ramos – 37m
Cartão amarelo – Oleksandr Andriyevskyi (40m)
Árbitro – Felix Zwayer (Alemanha)
Evidenciando uma inesperadamente flagrante superioridade face ao adversário – condicionado por ter de disputar os seus jogos na condição de visitante em terreno neutro, a par da ausência de competição interna, dada a situação de guerra que persiste na Ucrânia, invadida pela Rússia – o Benfica poderia ter resolvido, já esta noite, a eliminatória, ficando a dever a si próprio um triunfo por números bem mais expressivos. Ainda assim, averbou um resultado que oferece excelentes perspectivas de qualificação para a fase de grupos da “Liga dos Campeões”.
Foi, sobretudo na primeira metade, uma exibição categórica, assenhoreando-se por completo da iniciativa e do domínio do jogo. O Benfica beneficiou de, logo nos minutos iniciais, se ter colocado em vantagem, com João Mário, bem a pautar o jogo, a assistir um “improvável” Gilberto, que fuzilou a baliza, sem hipótese para o guardião ucraniano.
Não obstante, e ainda dentro dos primeiros dez minutos, valeria também a concentração de Vlachodimos, com duas defesas apertadas, na sequência de rápidos lances de transição, a manter as suas redes invioladas.
Já depois de João Mário ter estado muito perto de marcar, David Neres, regressado ao “onze”, voltaria a espalhar o seu “perfume”, combinando novamente com Gonçalo Ramos, com o jovem avançado benfiquista, muito eficaz, a somar o seu quarto golo em três jogos na presente edição da prova.
O mesmo Neres poderia ter também ampliado a vantagem, com um remate a sair muito próximo do poste, tendo também Rafa visto uma soberana ocasião de golo salva pelo desvio de Zabarnyi.
Dando a sensação de parecer surpreendido com tantas “facilidades”, a equipa portuguesa não conseguiria, na segunda parte, manter os níveis de intensidade, pese embora tenha sempre conservado o controlo do jogo, em zonas relativamente afastadas do seu último reduto.
Já na parte final, após as substituições operadas por Schmidt, com o D. Kyiv a não abdicar de procurar reduzir a diferença, nomeadamente por via de lançamentos em profundidade, o guarda-redes benfiquista confirmaria uma noite muito segura, com outras duas boas intervenções.
Cabe agora ao Benfica confirmar também, no Estádio da Luz, a sua superioridade, buscando não só nova vitória, como, fundamentalmente, o tão almejado apuramento.
Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – Midtjylland – Benfica
Midtjylland – Elías Rafn Ólafsson, Henrik Dalsgaard, José “Juninho” Carlos Júnior, Mads Thychosen, Joel Andersson, Raphael Onyedika, Evander Ferreira (45m – Oliver Sørensen), Paulo Victor da Silva “Paulinho” (87m – Nikolas Dyhr), Anders Dreyer (69m – Gustav Isaksen), Pione Sisto (76m – Edward Chilufya) e Sory Kaba (70m – José Francisco dos Santos Júnior “Brumado”)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes (75m – Alexander Bah), Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Florentino Luís, Enzo Fernández, João Mário (89m – Diego Moreira), Rafael “Rafa” Silva (45m – Henrique Araújo), Francisco “Chiquinho” Machado (78m – Diogo Gonçalves) e Gonçalo Ramos (45m – Roman Yaremchuk)
0-1 – Enzo Fernández – 23m
0-2 – Henrique Araújo – 56m
1-2 – Pione Sisto – 63m
1-3 – Diogo Gonçalves – 88m
Cartões amarelos – Raphael Onyedika (69m); Gonçalo Ramos (29m) e Rafael “Rafa” Silva (40m)
Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)
Com o triunfo na eliminatória já praticamente selado em Lisboa, Roger Schmidt optou por manter o “onze” que tinha iniciado o jogo da 1.ª mão, apenas com a alteração forçada decorrente da lesão de Neres, substituído por Chiquinho, como que a mostrar a “seriedade” com que este desafio foi encarado.
Naturalmente disputado a ritmo menos intenso, o Benfica controlou sempre o jogo, acabando por repetir a vitória, de forma relativamente tranquila.
Já depois de Gonçalo Ramos não ter conseguido êxito num cabeceamento, o argentino Enzo Fernández – após combinação com o mesmo Gonçalo – marcaria o seu terceiro golo em outros tantos encontros oficiais disputados ao serviço do clube, colocando a sua equipa em vantagem.
Os dinamarqueses, actuando em casa (ainda que “emprestada”), revelando-se mais inconformados, não abdicaram de procurar chegar ao golo, tendo beneficiado de duas ocasiões flagrantes, na sequência de falhas da defesa contrária, a primeira delas negada por Vlachodimos, tendo, depois, Evander falhado incrivelmente.
Fazendo a gestão física do plantel, o técnico benfiquista começaria, logo ao intervalo, a fazer a rotação, colocando em campo Henrique Araújo e Yaremchuk.
E seria o próprio Henrique Araújo – recente Campeão Europeu e grande figura da equipa que conquistou a “Youth League” – a ampliar a contagem, apenas cerca de dez minutos depois de entrar no jogo, dando a melhor sequência a cruzamento de João Mário. Faltava ainda mais de meia-hora para o final, mas o parcial agregado de 6-1 era clarificador.
O Benfica passou a gerir o tempo, possibilitando ao Midtjylland, para, outra vez por intermédio de Pione Sisto, marcar o seu “ponto de honra”, numa recarga, depois de um primeiro remate de Sory Kaba à trave.
O vice-campeão da Dinamarca poderia inclusivamente ter marcado de novo, mas, já próximo do termo da partida, Diogo Gonçalves, com um portentoso remate, restabeleceria a diferença de dois golos, em mais uma importante vitória para o Benfica, numa eliminatória que soube tornar bastante fácil.
Segue-se o D. Kyiv, último obstáculo a superar no trajecto para a fase de grupos da Liga dos Campeões – por curiosidade o primeiro adversário em tal fase, na edição da temporada anterior –, desta feita com a formação ucraniana a ter de realizar os seus jogos em casa na Polónia.
Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – Benfica – Midtjylland
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes, Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Florentino Luís, Enzo Fernández, João Mário, David Neres (86m – Francisco “Chiquinho” Machado), Rafael “Rafa” Silva (79m – Henrique Araújo) e Gonçalo Ramos (79m – Roman Yaremchuk)
Midtjylland – Elías Rafn Ólafsson, Henrik Dalsgaard, Erik Sviatchenko, José “Juninho” Carlos Júnior, Nikolas Dyhr (62m – Paulo Victor da Silva “Paulinho”), Joel Andersson (67m – Mads Thychosen), Oliver Sørensen, Charles Matos (78m – Chris Kouakou), Anders Dreyer (45m – Edward Chilufya), Pione Sisto e Sory Kaba (67m – Gustav Isaksen)
1-0 – Gonçalo Ramos – 17m
2-0 – Gonçalo Ramos – 33m
3-0 – Enzo Fernández – 40m
4-0 – Gonçalo Ramos – 61m
4-1 – Pione Sisto (pen.) – 78m
Cartões amarelos – Nicolás Otamendi (22m) e Felipe Silva “Morato” (77m)
Árbitro – Alejandro Hernández (Espanha)
Para jogo de estreia da temporada, não foi nada mau… O resultado final acaba, até, por “saber a pouco”.
O Benfica defrontou um adversário com muitas limitações, que, no entanto, até começaria por surpreender com a sua postura “atrevida” em campo, podendo até ter inaugurado o marcador, ainda antes do quarto de hora de jogo, não fosse Pione Sisto, isolado, ter rematado ao lado.
Mas a dupla David Neres-Gonçalo Ramos desbloquearia algum estado de ansiedade da formação benfiquista, com o jovem avançado a dar a melhor sequência, com um remate de cabeça – com notável sentido de antecipação –, à forma como o brasileiro se desenvencilhara da defesa contrária.
Uma combinação que praticamente repetiriam, passados outros 16 minutos, desde logo proporcionando a tranquilidade que advinha da confiança de que a vitória no jogo não escaparia… assim como na eliminatória.
Tudo corria pelo melhor, o que seria exponenciado, ainda antes do final da primeira metade, com João Mário, num canto, a servir atrasado (com a bola a meia-altura) para excelente gesto técnico, de primeira, “enchendo o pé”, de Enzo Fernández, que se estreava a marcar.
Insaciável, o Benfica voltou para o segundo tempo querendo ampliar a vantagem, mas Gonçalo Ramos passaria, então, um período perdulário, falhando duas ou três oportunidades, a primeira delas, soberana, logo aos dois minutos.
Já depois de Neres ter rematado, com estrondo, à trave, Gonçalo chegaria mesmo ao “hat-trick”, noutro lance de grande craveira técnica – pese embora beneficiando de alguma passividade da defesa dinamarquesa -, recebendo a bola (assistência de Rafa) em plena área, rodando e rematando sem apelo para o fundo da baliza.
Dando alguns sinais de menor frescura nos derradeiros minutos, o Benfica concederia ao Midtjylland, na sequência de uma grande penalidade (apontada “à Panenka”), a sancionar contacto de Morato, reduzir o marcador para uma diferença que não espelha o que se passou dentro de campo, perante a notória superioridade da equipa portuguesa.
A inspiração de David Neres e Gonçalo Ramos, bem secundados por exibição segura de Enzo Fernández, terá deixado já definida a equipa que seguirá em frente, para o play-off. Ainda assim, há um jogo para disputar, e ganhar, na próxima semana, na Dinamarca.
Jonas Vingegaard vence o “Tour de France”
Numa das mais disputadas edições do “Tour” dos últimos anos, o vencedor nos dois anos precedentes viu-se destronado do lugar mais alto do pódio, pelo dinamarquês Jonas Vingegaard, a confirmar plenamente o poderio de que já dera mostras no ano passado, ocasião em que, apesar de ter começado por trabalhar em prol do seu chefe-de-fila, Primož Roglič, terminaria a prova no 2.º posto.
Este ano, não obstante Pogačar tenha chegado a vestir o “maillot jaune”, as posições inverteram-se, com Vingegaard – curiosamente, numa volta que teve o seu início em Copenhaga, na Dinamarca – a revelar-se mais forte na montanha, e, inclusivamente, no contra-relógio final, no qual apenas foi superado pelo também colega de equipa e jovem prodígio, o belga Wout van Aert (que chegou igualmente a liderar a geral, entre a 2.ª e a 5.ª etapa).
O esloveno venceu a 6.ª e a 7.ª etapas, tendo, nessa altura (até à 10.ª etapa), envergado a camisola amarela, mas nunca conseguindo ir além de 39 segundos de vantagem face a Vingegaard. Este triunfaria então na 11.ª etapa – tendo deixado, nesse dia, Pogačar distanciado quase a três minutos – e assumindo a liderança, que não mais deixaria até final (dando-se ainda ao “luxo” de chegar 51 segundos atrasado na etapa da consagração, em Paris).
No balanço geral, três vitórias em etapas para Pogačar e van Aert, tendo Vingegaard ficado bem satisfeito com os seus dois triunfos (o último, em Hautacam, numa etapa em que sofrera múltiplos ataques do rival, beneficiando também da inestimável ajuda do belga, a colocar ponto final na dúvida sobre o vencedor da prova). O dinamarquês foi também o vencedor do prémio da montanha, com Wout van Aert a ganhar a camisola verde.
Destaque ainda para o 3.º lugar de Geraint Thomas; e para Alexey Lutsenko, o único – à parte os dois primeiros – a repetir a presença no “Top 10” (depois do 7.º lugar do ano passado).
Com a desistência forçada de Ruben Guerreiro (por doença), Nélson Oliveira foi o único português a chegar a Paris, obtendo, ainda assim, uma posição razoável na classificação geral final.
Classificação geral final:
1.º Jonas Vingegaard (Dinamarca) – Jumbo – Visma – 79h 33′ 20”
2.º Tadej Pogačar (Eslovénia) – UAE Team Emirates – a 02′ 43”
3.º Geraint Thomas (Grã-Bretanha) – Ineos Grenadiers – a 07′ 22”
4.º David Gaudu (França) – Groupama – FDJ – a 13′ 39”
5.º Aleksandr Vlasov (Rússia) – Bora – Hansgrohe – a 15′ 46”
6.º Nairo Quintana (Colômbia) – Team Arkea – Samsic – a 16′ 33”
7.º Romain Bardet (França) – Team DSM – a 18′ 11”
8.º Louis Meintjes (África Sul) – Intermarché – Wanty – Gobert Matériaux – a 18′ 44”
9.º Alexey Lutsenko (Cazaquistão) – Astana – Qazaqstan Team – a 22′ 56”
10.º Adam Yates (Grã-Bretanha) – Ineos Grenadiers – a 24′ 52”
…
52.º Nelson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 2h 57′ 39”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:
- 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
- 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017)
- 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955) e Greg Lemond (1986, 1989 e 1990)
- 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984), Alberto Contador (2007 e 2009) e Tadej Pogačar (2020 e 2021);
- 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018), Egan Bernal (2019) e Jonas Vingegaard (2022).
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.
Liga das Nações da UEFA – 2022/23 – 4.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Dinamarca-Áustria – 2-0 / França-Croácia – 0-1
1º Dinamarca, 9; 2º Croácia, 7; 3º Áustria, 4; 4º França, 2
Grupo 2 – Espanha-R. Checa – 2-0 / Suíça-Portugal – 1-0
1º Espanha, 8; 2º Portugal, 7; 3º R. Checa, 4; 4º Suíça, 3
Grupo 3 – Inglaterra-Hungria – 0-4 / Alemanha-Itália – 5-2
1º Hungria, 7; 2º Alemanha, 6; 3º Itália, 5; 4º Inglaterra, 2
Grupo 4 – Países Baixos-País Gales – 3-2 / Polónia-Bélgica – 0-1
1º Países Baixos, 10; 2º Bélgica, 7; 3º Polónia, 4; 4º País Gales, 1
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, prevista realizar em Junho de 2023. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2024/25).
A Liga das Nações apenas será retomada, para disputa das duas últimas rondas da fase de grupos, a partir do próximo dia 22 de Setembro.
Suíça – Portugal (Liga das Nações – 4.ª Jornada)
Suíça – Jonas Omlin, Silvan Widmer (45m – Renato Steffen), Manuel Akanji, Nico Elvedi, Ricardo Rodríguez (79m – Leonidas Stergiou), Remo Freuler, Granit Xhaka, Djibril Sow (79m – Michel Aebischer), Xherdan Shaqiri (21m – Noah Okafor), Breel Embolo (65m – Steven Zuber) e Haris Seferović
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Danilo Pereira, Nuno Mendes, Bruno Fernandes (74m – Mattheus Nunes), Rúben Neves (82m – Ricardo Horta), Otávio (45m – Gonçalo Guedes), Rafael Leão (62m – Diogo Jota), Vítor Ferreira “Vitinha” (62m – Bernardo Silva) e André Silva
1-0 – Haris Seferović – 1m
Cartões amarelos – Silvan Widmer (34m) e Jonas Omlin (80m); Danilo Pereira (13m) e João Cancelo (59m)
Árbitro – Fran Jović (Croácia)
Bastou um golo de Seferović, ainda antes de completado o minuto inicial da partida, para a configuração do grupo de Portugal ter mudado bastante, com a Espanha a assumir a liderança, o que deverá ditar a necessidade de a equipa portuguesa derrotar os espanhóis, na derradeira ronda desta fase de apuramento, para poder qualificar-se para a “Final Four”.
Entrando a perder, a selecção nacional não conseguiria, durante toda a primeira parte, assentar o jogo, de forma a poder impor a sua superioridade técnica. Na segunda metade, perante uma já inofensiva equipa da Suíça, Portugal insistiu bastante na tentativa de ataque à baliza contrária, mas acabaria por se impor a segurança defensiva, em especial com o guardião Omlin a negar uma “mão cheia” de oportunidades de golo aos avançados portugueses, também desinspirados na finalização.
O desfecho – que vem complicar bastante as contas – acaba por ser um castigo pesado para a inoperância atacante da turma portuguesa, em contraponto à grande eficácia suíça. A Liga das Nações apenas será retomada em Setembro, com Portugal a passar a necessitar, agora, de empatar na R. Checa e ganhar à Espanha, em casa.
Liga das Nações da UEFA – 2022/23 – 3.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Áustria-França – 1-1 / Dinamarca-Croácia – 0-1
1º Dinamarca, 6; 2º Áustria e Croácia, 4; 4º França, 2
Grupo 2 – Portugal-R. Checa – 2-0 / Suíça-Espanha – 0-1
1º Portugal, 7; 2º Espanha, 5; 3º R. Checa, 4; 4º Suíça, 0
Grupo 3 – Inglaterra-Itália – 0-0 / Hungria-Alemanha – 1-1
1º Itália, 5; 2º Hungria, 4; 3º Alemanha, 3; 4º Inglaterra, 2
Grupo 4 – Países Baixos-Polónia – 2-2 / País Gales-Bélgica – 1-1
1º Países Baixos, 7; 2º Bélgica e Polónia, 4; 4º País Gales, 1
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, prevista realizar em Junho de 2023. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2024/25).
Portugal – R. Checa (Liga das Nações – 3.ª Jornada)
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo, Pepe, Danilo Pereira, Raphaël Guerreiro, Gonçalo Guedes (88m – João Palhinha), William Carvalho (68m – Bruno Fernandes), Rúben Neves (88m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva (68m – Vítor Ferreira “Vitinha”) e Diogo Jota (80m – Rafael Leão)
R. Checa – Jindřich Staněk, David Zima, Jakub Brabec, Aleš Matějů (80m – Alex Král), Vladimír Coufal, Tomáš Souček, Michal Sadílek, Milan Havel (45m – Václav Jemelka), Ondřej Lingr (45m – Jakub Pešek), Adam Hložek (73m – Adam Vlkanova) e Jan Kuchta (45m – Václav Jurečka)
1-0 – João Cancelo – 33m
2-0 – Gonçalo Guedes – 38m
Cartões amarelos – William Carvalho (3m), Cristiano Ronaldo (52m), Rafael Leão (87m) e João Cancelo (90m); Tomáš Souček (24m) e Aleš Matějů (35m)
Árbitro – Matej Jug (Eslovénia)
Noutro bom jogo da selecção portuguesa – mesmo que sem a consistência exibicional do desafio anterior ante a Suíça – ficam, em especial, na retina, as excelentes assistências de Bernardo Silva, a combinar na perfeição com João Cancelo, primeiro, e Gonçalo Guedes, depois. Dois momentos de grande perfume do futebol de Bernardo, hoje por hoje, um dos melhores futebolistas do Mundo.
De resto, os dois golos de Portugal foram marcados, em termos de tempo decorrido, praticamente a “papel químico” do que sucedera com a Suíça (nesse caso, os dois tentos de Cristiano Ronaldo, segundo e terceiro da equipa nacional), desta vez com um intervalo de cinco minutos, ditando, praticamente, o que viria a ser o desfecho da partida.
Finda a primeira volta do torneio, Portugal encontra-se em posição privilegiada, destacado na liderança, e tendo defrontado já a Espanha em terreno alheio. Mas, claro, a margem é ainda estreita, continuando também os espanhóis a depender de si próprios – sendo que, para além de receber a Espanha, caberá à formação portuguesa deslocar-se, na segunda volta, à Suíça e à R. Checa.



