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Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Arsenal – Bodø/Glimt – 3-0
Zürich – PSV Eindhoven – 1-5
1º Arsenal, 9; 2º PSV Eindhoven e Bodø/Glimt, 4; 4º Zürich, 0
Grupo B
Rennes – Dynamo Kyiv – 2-1
Fenerbahçe – AEK Larnaca – 2-0
1º Fenerbahçe e Rennes, 7; 3º AEK Larnaca, 3; 4º Dynamo Kyiv, 0
Grupo C
Roma – Betis – 1-2
HJK Helsinki – Ludogorets – 1-1
1º Betis, 9; 2º Ludogorets, 4; 3º Roma, 3; 4º HJK Helsinki, 1
Grupo D
Sp. Braga – Union Saint-Gilloise – 1-2
Malmö – Union Berlin – 0-1
1º Union St.-Gilloise, 9; 2º Sp. Braga, 6; 3º Union Berlin, 3; 4º Malmö, 0
Grupo E
Sheriff Tiraspol – Real Sociedad – 0-2
Omonia – Manchester United – 2-3
1º Real Sociedad, 9; 2º Manchester United, 6; 3º Sheriff Tiraspol, 3; 4º Omonia, 0
Grupo F
Midtjylland – Feyenoord – 2-2
Sturm Graz – Lazio – 0-0
1º Feyenoord, Midtjylland, Lazio e Sturm Graz, 4
Grupo G
Olympiakos – Qarabağ – 0-3
Freiburg – Nantes – 2-0
1º Freiburg, 9; 2º Qarabağ, 6; 3º Nantes, 3; 4º Olympiakos, 0
Grupo H
Monaco – Trabzonspor – 3-1
Crvena zvezda – Ferencváros – 4-1
1º Monaco e Ferencváros, 6; 2º Crvena zvezda e Trabzonspor, 3
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Liverpool – Rangers – 2-0
Ajax – Napoli – 1-6
1º Napoli, 9; 2º Liverpool, 6; 3º Ajax, 3; 4º Rangers, 0
Grupo B
FC Porto – Bayer Leverkusen – 2-0
Brugge – Atlético Madrid – 2-0
1º Brugge, 9; 2º Bayer Leverkusen, FC Porto e At. Madrid, 3
Grupo C
Bayern München – Viktoria Plzeň – 5-0
Inter – Barcelona – 1-0
1º Bayern München, 9; 2º Inter, 6; 3º Barcelona, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo D
Marseille – Sporting – 4-1
E. Frankfurt – Tottenham – 0-0
1º Sporting, 6; 2º Tottenham e E. Frankfurt, 4; 4º Marseille, 3
Grupo E
Chelsea – AC Milan – 3-0
Salzburg – D. Zagreb – 1-0
1º Salzburg, 5; 2º Chelsea e AC Milan, 4; 4º D. Zagreb, 3
Grupo F
Real Madrid – Shakhtar Donetsk – 2-1
RB Leipzig – Celtic – 3-1
1º Real Madrid, 9; 2º Shakhtar Donetsk, 4; 3º RB Leipzig, 3; 4º Celtic, 1
Grupo G
Manchester City – København – 5-0
Sevilla – B. Dortmund – 1-4
1º Manchester City, 9; 2º B. Dortmund, 6; 3º Sevilla e København, 1
Grupo H
Juventus – Maccabi Haifa – 3-1
Benfica – Paris Saint-Germain – 1-1
1º Paris St.-Germain e Benfica, 7; 3º Juventus, 3; 4º Maccabi Haifa, 0
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Paris Saint-Germain
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Alejandro “Álex” Grimaldo, Florentino Luís, Enzo Fernández (78m – Fredrik Aursnes), David Neres (90m – Rodrigo Pinho), João Mário, Rafael “Rafa” Silva e Gonçalo Ramos (78m – Julian Draxler)
Paris Saint-Germain – Gianluigi Donnarumma, Danilo Pereira, Marcos Corrêa “Marquinhos”, Sergio Ramos, Achraf Hakimi, Vítor Ferreira “Vitinha” (87m – Fabián Ruiz), Marco Verratti, Nuno Mendes (66m – Juan Bernat), Lionel Messi (81m – Pablo Sarabia), Kylian Mbappé e Neymar Júnior
0-1 – Lionel Messi – 22m
1-1 – Danilo Pereira (p.b.) – 41m
Cartões amarelos – Enzo Fernández (45m) e Gonçalo Ramos (70m); Fabián Ruiz (90m), Neymar Júnior (90m) e Marco Verratti (90m)
Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)
Não se poderá dizer, com plena propriedade, que o Paris Saint-Germain seja um clube “histórico” do futebol europeu; fundado há 52 anos, é apenas o 32.º do ranking global histórico das competições europeias, 20.º do ranking agregado da Liga dos Campeões e Taça dos Campeões Europeus, mas já o 11.º no ranking da Liga dos Campeões (desde a época de 1992-93).
Mas o Paris Saint-Germain está, hoje por hoje, entre os clubes mais “ricos” do Mundo, ombreando a par e par com os maiores colossos, como Real Madrid, Barcelona, Bayern, Liverpool, Chelsea, Manchester United… ou Manchester City.
Dispõe, muito especialmente, de um tridente ofensivo, que reúne três dos melhores jogadores mundiais: Messi, Mbappé e Neymar. Tendo, em paralelo, a curiosidade, de alinhar, no seu “onze” habitual, com três jogadores portugueses, entre eles os jovens Nuno Mendes e Vitinha!
Isto dito, não terá deixado de surpreender a forma personalizada como o Benfica encarou este jogo, mais do que “olhos nos olhos”, com uma intensíssima pressão em zona bastante avançada do terreno – João Mário, Neres, Rafa e Gonçalo Ramos eram os “primeiros defesas”, logo à saída da área contrária –, colocando, desde início, sérios problemas ao adversário.
Ao longo de vinte minutos, o Benfica assumiu a iniciativa do jogo e podia ter marcado, logo aos 8 minutos, por Gonçalo Ramos, a conseguir isolar-se, não fosse Donnarumma ter dado início a uma noite a grande altura, a estirar-se e a defender com o pé esquerdo. A situação como que se repetiria à passagem do quarto de hora, desta feita com maior facilidade para o guardião.
E, de imediato, com Neres, também a surgir frente-a-frente com o italiano, a tentar “picar a bola” (num remate potente, ainda assim), a que o guarda-redes se opôs com soberba intervenção, desviando a bola com uma palmada, com a “ponta dos dedos”.
Até que surgiu o génio de Messi: do “nada” – mas, lá está, depois de uma combinação (de uma fracção de segundo!), que envolveu também Mbappé e Neymar –, tira um “coelho da cartola”, com um remate, em arco, tão subtil quão letal, com a bola muito colocada, sem hipóteses para Vlachodimos.
O Benfica “acusou” o golo e retraiu-se. Sob a batuta de Verrati e Vitinha, a equipa francesa tomou o controlo da bola, instalando-se no meio campo contrário. A oposição era conduzida por um João Mário ao seu melhor nível.
Procurando, sobretudo, jogar nas costas da defesa parisiense, aproveitando um bom nível de recuperação de bolas, num lançamento em profundidade, seria António Silva, no “coração da área”, a poder ter marcado, não fosse a concentração do guardião italiano.
E, como se diz que “a sorte protege os audazes”, o Benfica chegaria mesmo ao empate, num cruzamento de Enzo do lado esquerdo, com a bola a sobrevoar a pequena área, à qual Gonçalo Ramos não conseguiu chegar, mas com Danilo a fazer um desvio infeliz, para as suas próprias redes.
É verdade que, no segundo tempo, houve muito mais PSG, com uma entrada forte desde o recomeço. Neymar remataria aos ferros da baliza, depois de Vlachodimos se opor bem a remate de Hakimi. O mesmo marroquino teria nova tentativa à passagem da hora de jogo, com um forte remate, com boa oposição do “keeper”. O grego teria, já aos 68 minutos, ainda mais uma fantástica defesa face a Mbappé, também num remate em arco, mais em jeito que em força, com o guarda-redes a emular a intervenção de Donnarumma face a Neres.
O meio-campo benfiquista, extenuado à medida que o relógio avançava, vinha denotando grandes dificuldades em suster o “carrocel mágico” e os avançados surgiam muitas vezes em superioridade junto da algo desamparada defesa benfiquista.
A formação francesa acabaria por pagar por alguma sobranceria que demonstrara na primeira metade – confiante de que o golo acabaria por chegar, mais cedo ou mais tarde – e até poderia ter tido maior castigo, se Rafa (beneficiando de esforçada recuperação de bola de João Mário a meio-campo), depois de, em corrida, com bola, se ter desembaraçado de Sergio Ramos e Marquinhos, tivesse conseguido desfeitear Donnarumma, já nos últimos dez minutos do desafio; o guarda-redes defendeu com o peito, Rafa ainda ensaiou a recarga, mas a bola sairia ligeiramente por cima.
Num balanço global, mesmo tendo em consideração o maior domínio adversário, o empate acaba por se justificar – como, aliás, o reconheceram ambos os treinadores –, numa muito boa exibição do Benfica, em mais uma grande noite europeia, frente a um dos mais poderosos conjuntos da Europa. O desfecho podia ter sido idêntico, mas com bastantes mais golos, de parte a parte (um 3-3 não “escandalizaria”), não tivessem os guarda-redes das duas equipas estado em grande evidência.
Liga das Nações da UEFA – 2022/23 – 6.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Áustria-Croácia – 1-3 / Dinamarca-França – 2-0
1º Croácia, 13; 2º Dinamarca, 12; 3º França, 5; 4º Áustria, 4
Grupo 2 – Portugal-Espanha – 0-1 / Suíça-R. Checa – 2-1
1º Espanha, 11; 2º Portugal, 10; 3º Suíça, 9; 4º R. Checa, 4
Grupo 3 – Hungria-Itália – 0-2 / Inglaterra-Alemanha – 3-3
1º Itália, 11; 2º Hungria, 10; 3º Alemanha, 7; 4º Inglaterra, 3
Grupo 4 – País Gales-Polónia – 0-1 / Países Baixos-Bélgica – 1-0
1º Países Baixos, 16; 2º Bélgica, 10; 3º Polónia, 7; 4º País Gales, 1
Os vencedores de cada um dos grupos (Croácia, Espanha, Itália e Países Baixos) disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, prevista realizar em Junho de 2023. Os últimos classificados de cada grupo (Áustria, R. Checa, Inglaterra e País de Gales) são despromovidos à Liga B (edição de 2024/25).
Portugal – Espanha (Liga das Nações – 6.ª Jornada)
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo, Danilo Pereira, Rúben Dias, Nuno Mendes, William Carvalho (78m – Rafael Leão), Rúben Neves (89m – João Félix), Bruno Fernandes, Bernardo Silva (73m – João Mário), Diogo Jota (78m – Vítor Ferreira “Vitinha”) e Cristiano Ronaldo
Espanha – Unai Simón, Dani Carvajal, Hugo Guillamón (45m – Sergio Busquets), Pau Torres, José Gayà, Carlos Soler (60m – Pedri), Rodri, Koke (60m – Gavi), Ferran Torres (73m – Nico Williams), Pablo Sarabia (60m – Yéremy Pino) e Álvaro Morata
0-1 – Álvaro Morata – 88m
Cartões amarelos – Bernardo Silva (46m), Nuno Mendes (83m) e João Félix (90m); Hugo Guillamón (31m) e Dani Carvajal (55m)
Árbitro – Daniele Orsato (Itália)
O que mais surpreendeu nesta partida não foi o seu desfecho, mas, em contraponto, a forma como a Espanha se apresentou em Braga, com uma exibição muito distante dos seus melhores dias, denotando insuspeitas fragilidades, decorrentes de alguma menor qualidade a nível individual, comparativamente a outros conjuntos espanhóis recentes.
De facto, durante toda a primeira parte, a equipa espanhola, com uma posse de bola estereotipada e completamente estéril, não deu, nunca, sinais daquela selecção afirmativa, que se impunha frente a qualquer adversário, tendo, ao invés, sido Portugal a criar os lances de maior perigo, como foi o caso, mais flagrante, do remate de Bruno Fernandes à malha lateral, tendo também Cristiano Ronaldo mostrado desinspiração num par de outros lances.
Este estado de coisas foi-se mantendo durante o quarto de hora inicial do segundo tempo, altura em que Luis Enrique – sem nada a perder – começou a “agitar as águas”, colocando sucessivamente em campo os jovens Pedri (19 anos), Gavi (18 anos), Pino (19 anos) e Nico Williams (20 anos).
A partir daí, se a selecção portuguesa já fora dando indícios de que o resultado a satisfazia – actuando quase sempre na expectativa –, passou, assumidamente, a “especular” com o jogo, procurando fazer a gestão do tempo; não tendo as substituições, tardias (em especial as entradas de Vitinha e Rafael Leão), resultado na alteração desse estado de espírito, não se tendo conseguido, sequer, aproveitar o maior balanceamento ofensivo espanhol.
À medida que o tempo se escoava, a Espanha foi empurrando cada vez mais a equipa portuguesa para o seu reduto defensivo, de onde, praticamente, não conseguiu sair nos derradeiros dez minutos.
O golo – com Morata a surgir completamente solto na zona da pequena área, a empurrar a bola, sem dificuldade, para o fundo da baliza –, que se ia já antecipando, apenas acabou por chegar tarde no jogo, mas, claro, no “timing” perfeito para a formação espanhola.
Depois do que sucedera na fase de qualificação para o Mundial, Portugal – tendo-se “posto a jeito” de novo – voltava a deixar escapar o apuramento (directo), nos últimos instantes do desafio final, quando, em ambos os casos (frente à Sérvia e à Espanha), apenas necessitava de empates caseiros.
Depois do “brilharete” de Praga, este jogo de Braga deixou “más sensações” para o Mundial, com início daqui a menos de dois meses. Têm a palavra os responsáveis, que deverão reflectir, nomeadamente sobre o modelo de jogo e atitude, e agir de forma atempada.
Liga das Nações da UEFA – 2022/23 – 5.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Croácia-Dinamarca – 2-1 / França-Áustria – 2-0
1º Croácia, 10; 2º Dinamarca, 9; 3º França, 5; 4º Áustria, 4
Grupo 2 – R. Checa-Portugal – 0-4 / Espanha-Suíça – 1-2
1º Portugal, 10; 2º Espanha, 8; 3º Suíça, 6; 4º R. Checa, 4
Grupo 3 – Alemanha-Hungria – 0-1 / Itália-Inglaterra – 1-0
1º Hungria, 10; 2º Itália, 8; 3º Alemanha, 6; 4º Inglaterra, 2
Grupo 4 – Polónia-Países Baixos – 0-2 / Bélgica-País Gales – 2-1
1º Países Baixos, 13; 2º Bélgica, 10; 3º Polónia, 4; 4º País Gales, 1
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, prevista realizar em Junho de 2023. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2024/25).
R. Checa – Portugal (Liga das Nações – 5.ª Jornada)
R. Checa – Tomáš Vaclík, David Zima, Jakub Brabec (22m – Ondřej Kúdela), Václav Jemelka, Vladimír Coufal, Tomáš Souček (77m – Jan Kuchta), Alex Král, Jaroslav Zelený (63m – Adam Vlkanova), Antonín Barák (63m – Petr Ševčík), Adam Hložek (63m – Václav Černý) e Patrik Schick
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Rúben Dias, Danilo Pereira (83m – João Mário), Mário Rui, William Carvalho (77m – João Palhinha), Bruno Fernandes (77m – Matheus Nunes), Rúben Neves, Bernardo Silva (67m – Ricardo Horta), Cristiano Ronaldo e Rafael Leão (67m – Diogo Jota)
0-1 – Diogo Dalot – 33m
0-2 – Bruno Fernandes – 45m
0-3 – Diogo Dalot – 52m
0-4 – Diogo Jota – 82m
Cartões amarelos – Não houve
Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)
É difícil fazer a “leitura” de um jogo sem deixar que, de alguma forma, a mesma seja “contaminada” pelo resultado.
Os números finais – sendo que ficaram, ainda, mais alguns “golos” por marcar – expressam uma superioridade incontestável da equipa portuguesa, em reflexo de uma boa exibição, em especial a nível do sector nevrálgico do meio-campo.
Mas o jogo não foi pleno de facilidades. Poderá até especular-se: se a R. Checa tem convertido a grande penalidade, que, já em período de compensação do primeiro tempo, lhe permitira reduzir a desvantagem para 1-2, como teria evoluído a partida na segunda metade?
Depois de uma meia hora inicial em que não houve um claro domínio de qualquer das equipas, Portugal inaugurou o marcador na sequência de um lance iniciado por Diogo Dalot, com o próprio defesa lateral direito a ir conclui-lo: após ter passado a Bruno Fernandes, este cruzou, não tendo Cristiano Ronaldo conseguido desviar, escapando-se a bola para a zona do segundo poste, onde surgiu Rafael Leão – que teve o mérito de não dar o lance por perdido – a assistir Diogo Dalot, que tinha acompanhado o ataque.
E quando se pensava ir para o intervalo com 1-0, uma jogada colectiva, com William Carvalho a “descobrir” Mário Rui no flanco esquerdo, que faria um bom cruzamento, para Bruno Fernandes, na zona da pequena área, desviar para o fundo da baliza.
E, num ápice, lance na grande área portuguesa, com a bola a bater na mão de Ronaldo (que pareceu procurar proteger a face), originando a sanção de grande penalidade (por via do “VAR”), que Schick remataria por alto. Um lance que terá (pelo seu desfecho) reforçado a confiança da selecção nacional, enquanto, em paralelo, impediu um maior estímulo do conjunto adversário.
O “herói” improvável seria Diogo Dalot, a bisar na partida, poucos minutos depois do recomeço, sentenciando definitivamente o desfecho do encontro. Atrevendo-se novamente em zonas mais adiantadas do terreno, tirou mesmo um adversário do caminho, antes de rematar com êxito para a baliza.
A intensidade de jogo cairia, com naturalidade, com as duas formações “conformadas” com o resultado. Só já próximo do final Diogo Jota voltaria a “agitar as águas”, ampliando para um robusto 4-0, dando perfeita sequência a desvio de cabeça de Cristiano Ronaldo, ao primeiro poste.
Voltando ao início: uma vitória categórica, por números inusuais, frente a adversários desta craveira, e, para mais, em terreno alheio, de uma equipa personalizada, a carburar bem, e a dar sinais de grande confiança.
Beneficiando do imprevisto desaire da Espanha, derrotada, em casa, pela Suíça, Portugal retoma a liderança do grupo, abordando assim a “final” da próxima terça-feira, recebendo a turma espanhola, em vantagem, necessitando apenas de um empate para garantir o apuramento para a “Final 4” da Liga das Nações.
Roger Federer – Último jogo da carreira



Roger Federer disputou, esta noite, na “Laver Cup” (torneio que coloca frente-a-frente a selecção da Europa face à selecção do “Mundo”) o 1.750.º encontro da sua carreira (1.526 em singulares, dos quais venceu 1.251; e 224 em pares, tendo vencido 131), fazendo dupla com o seu maior rival de sempre, Rafael Nadal, no qual o resultado foi o menos importante (tendo perdido, ante o par formado por Jack Sock e Frances Tiafoe, por 6-4, 6-7 e 9-11).
Conquistou um total de 103 torneios, entre 2001 e 2019, dos quais 20 “Grand Slam” e 6 finais dos “Masters” (2003, 2004, 2006, 2007, 2010 e 2011), liderando o ranking “ATP” por seis ocasiões, ao longo de um total de 310 semanas (237 das quais consecutivamente, entre 02.02.2004 e 17.08.2008).
Disputou, sucessivamente, 10 finais de torneios do “Grand Slam”, desde Wimbledon 2005 até ao US Open 2007, das quais apenas perdeu as de Roland Garros de 2006 e 2007. Participou em todas as quatro finais desses torneios nos anos de 2006, 2007 e 2009.
Jogou 23 meias-finais consecutivas, entre Wimbledon 2004 e o Australian Open de 2010; com 36 presenças sucessivas em quartos-de-final, entre Wimbledon 2004 e Roland Garros 2013.
Nesses quatro torneios mais importantes do Mundo participou num total de 31 Finais, 46 meias-finais, tendo atingido os 1/4 de final por 58 vezes (18 em Wimbledon, 15 na Austrália, 13 no US Open e 12 em Roland Garros) – num total de 81 participações.
Em termos globais, em 429 encontros realizados nesses torneios, venceu 369 (86%): 105 em Wimbledon, 102 na Austrália, 89 no US open e 73 em Roland Garros. Acrescem ainda outras quatro ocasiões em que seguiu em frente no torneio (2 vezes no US Open, e uma na Austrália e em Wimbledon) por “falta de comparência” do adversário.
No ano de 2006 estabeleceu um “record” de 12 títulos em torneios “ATP”. É também recordista de títulos, nomeadamente, nos torneios de Basel (10), Halle (10), Wimbledon (8), Dubai (8), Cincinnati (7) e Indian Wells (5).
Liga Conferência Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Istanbul Başakşehir – Fiorentina – 3-0
RFS Riga – Heart Midlothian – 0-2
1º Istanbul Başakşehir, 6; 2º Heart Midlothian, 3; 3º RFS Riga e Fiorentina, 1
Grupo B
Silkeborg – West Ham – 2-3
FCSB – Anderlecht – 0-0
1º West Ham, 6; 2º Anderlecht, 4; 3º FCSB, 1; 4º Silkeborg, 0
Grupo C
Lech Poznań – Austria Wien – 4-1
Hapoel Beer-Sheva – Villarreal – 1-2
1º Villarreal, 6; 2º Lech Poznań, 3; 3º Hapoel Beer-Sheva e Austria Wien, 1
Grupo D
Partizan – Nice – 1-1
Köln – Slovácko – 4-2
1º Köln, 4; 2º Partizan e Nice, 2; 4º Slovácko,, 1
Grupo E
Apollon Limassol – Dnipro-1 – 1-3
AZ Alkmaar – Vaduz – 4-1
1º AZ Alkmaar, 6; 2º Dnipro-1, 3; 3º Apollon Limassol e Vaduz, 1
Grupo F
Gent – Shamrock Rovers – 3-0
Djurgårdens – Molde – 3-2
1º Gent e Djurgårdens, 4; 3º Molde e Shamrock Rovers, 1
Grupo G
CFR Cluj – Sivasspor – 0-1
Slavia Praha – Ballkani – 3-2
1º Slavia Praha e Sivasspor, 4; 3º Ballkani e CFR Cluj, 1
Grupo H
Pyunik Yerevan – Slovan Bratislava – 2-0
Žalgiris Vilnius – Basel – 0-1
1º Basel, 6; 2º Pyunik Yerevan, 3; 3º Žalgiris Vilnius e Slovan Bratislava, 1
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Arsenal – PSV Eindhoven – 1-0 (20.10.2022)
Bodø/Glimt – Zürich – 2-1
1º Arsenal, 6; 2º Bodø/Glimt, 4; 3º PSV Eindhoven, 1; 4º Zürich, 0
Grupo B
Rennes – Fenerbahçe – 2-2
Dynamo Kyiv – AEK Larnaca – 0-1
1º Fenerbahçe e Rennes, 4; 3º AEK Larnaca, 3; 4º Dynamo Kyiv, 0
Grupo C
Roma – HJK Helsinki – 3-0
Betis – Ludogorets – 3-2
1º Betis, 6; 2º Roma e Ludogorets, 3; 4º HJK Helsinki, 0
Grupo D
Sp. Braga – Union Berlin – 1-0
Union Saint-Gilloise – Malmö – 3-2
1º Sp. Braga e Union St.-Gilloise, 6; 3º Union Berlin e Malmö, 0
Grupo E
Real Sociedad – Omonia – 2-1
Sheriff Tiraspol – Manchester United – 0-2
1º Real Sociedad, 6; 2º Sheriff Tiraspol e Manchester United, 3; 4º Omonia, 0
Grupo F
Feyenoord – Sturm Graz – 6-0
Midtjylland – Lazio – 5-1
1º Feyenoord, Midtjylland, Lazio e Sturm Graz, 3
Grupo G
Qarabağ – Nantes – 3-0
Olympiakos – Freiburg – 0-3
1º Freiburg, 6; 2º Qarabağ e Nantes, 3; 4º Olympiakos, 0
Grupo H
Monaco – Ferencváros – 0-1
Trabzonspor – Crvena zvezda – 2-1
1º Ferencváros, 6; 2º Trabzonspor e Monaco, 3; 4º Crvena zvezda, 0



