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Mundial de Râguebi – 1/2 finais
20.10.23 – Argentina – N. Zelândia – 6-44
21.10.23 – Inglaterra – África Sul – 15-16
Para chegar à Final (a disputar no próximo Sábado, 28 de Outubro, no “Stade de France”, em Saint-Denis) a Nova Zelândia começou por perder com a França (13-27), tendo, depois, vencido frente à Namíbia (71-3), Itália (96-17), Uruguai (73-0), Irlanda (28-24) e Argentina (44-6).
Por seu lado, a África do Sul ganhou à Escócia (18-3), à Roménia (76-0), tendo perdido depois com a Irlanda (8-13), voltando às vitórias, ante Tonga (49-18), França (29-28) e Inglaterra (16-15).
Bósnia-Herzegovina – Portugal (Europeu 2024 – Qualif.)
Bósnia-Herzegovina – Ibrahim Šehić (72m – Nikola Vasilj), Amar Dedić, Adrian Leon Barišić (72m – Renato Gojković), Dennis Hadžikadunić, Sead Kolašinac, Miralem Pjanić, Gojko Cimirot, Miroslav Stevanović (65m – Said Hamulić), Amar Rahmanović (45m – Amir Hadžiahmetović), Ermedin Demirović (45m – Jusuf Gazibegović) e Edin Džeko
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Rúben Dias, Gonçalo Inácio, João Cancelo, Bruno Fernandes (79m – Rúben Neves), Danilo Pereira, Otávio (85m – João Neves), Cristiano Ronaldo (65m – Diogo Jota), João Félix (79m – Vítor Ferreira “Vitinha”) e Rafael Leão (65m – Pedro Neto)
0-1 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 5m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 20m
0-3 – Bruno Fernandes – 25m
0-4 – João Cancelo – 32m
0-5 – João Félix – 41m
Cartões amarelos – Dennis Hadžikadunić (83m) e Sead Kolašinac (88m)
Árbitro – Halil Umut Meler (Turquia)
Foi um festival de Portugal a primeira parte deste jogo, com a formação da Bósnia completamente à deriva, sem saber para que lado se virar, perante a fluidez do jogo português.
A equipa nacional tinha já garantido, na partida anterior, o apuramento para a fase final do “EURO 2024”, enquanto a selecção adversária jogava uma cartada decisiva. Para a selecção portuguesa, o objectivo seguinte era o de garantir o 1.º lugar, mas terá também de colocar-se a si própria o desafio (inédito) das 10 vitórias em 10 jogos.
Para já, deu um passo determinante, mantendo o percurso “perfeito”, tendo estabelecido um novo “record”, de 8 triunfos consecutivos em jogos oficiais.
Dispondo de um excelente leque de alternativas para cada posição dentro de campo, Roberto Martínez – mesmo parecendo ter “afunilado” as opções num lote relativamente restrito de pouco mais de uma vintena de jogadores – tem aproveitado as facilidades que este Grupo proporciona para, a cada jornada dupla, ir rodando os jogadores, tendo, desta vez, feito entrar de início Gonçalo Inácio, Danilo Pereira, Otávio e João Félix (fazendo repousar António Silva, João Palhinha, Bernardo Silva e Gonçalo Ramos).
As coisas começaram a ficar facilitadas logo ao quinto minuto, com o primeiro golo, obtido na sequência de uma grande penalidade. Mas a verdade é que a equipa de Portugal tinha entrado em campo denotando já essa atitude ambiciosa, de “pegar” e “mandar” no jogo.
A Bósnia nunca conseguiu encontrar antídoto para, pelo menos, procurar condicionar a explosão de talento portuguesa, mostrando-se perfeitamente inofensiva, dando azo a um “carrossel” atacante do adversário, com os jogadores portugueses altamente inspirados no momento da finalização, com extrema eficácia.
Quando Cristiano Ronaldo, num “chapéu” de notável execução, bisou, à passagem dos vinte minutos, a Bósnia estava já irremediavelmente derrotada.
Com Gonçalo Inácio em grande plano – iniciara já a jogada que culminara no segundo tento –, estaria, logo de seguida, também na assistência para o 3-0, num passe longo para Bruno Fernandes, que não perdoou.
Com intervalos de tempo inferiores a dez minutos a turma portuguesa marcaria ainda mais dois golos: no primeiro, Ronaldo ainda começaria por não ser eficaz no remate, aparecendo João Cancelo, embalado de trás, a marcar um golo de belo efeito; depois, num bom entendimento entre Otávio e João Félix, com os dois novos reforços do Barcelona a “picar o ponto”.
Restava saber como encarariam as duas equipas a “formalidade” da segunda parte. A conjugação de uma equipa da casa a privilegiar a minimização do risco, procurando evitar um ainda maior avolumar do marcador, com um conjunto português em mera gestão do tempo fez com que, praticamente, “não houvesse jogo”.
A exibição que Portugal tinha feito na primeira parte era já suficiente para uma elevada “nota artística”…
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 8 8 - - 32 - 2 24 2º Eslováquia 8 5 1 2 11 - 5 16 3º Luxemburgo 8 3 2 3 8 -18 11 4º Islândia 8 3 1 4 15 -10 10 5º Bósnia-Herzegovina 8 3 - 5 7 -14 9 6º Liechtenstein 8 - - 8 1 -25 -
8ª jornada
16.10.2023 – Bósnia-Herzegovina – Portugal – 0-5
16.10.2023 – Islândia – Liechtenstein – 4-0
16.10.2023 – Luxemburgo – Eslováquia – 0-1
Mundial de Râguebi – 1/4 de final
14.10.23 – P. Gales – Argentina – 17-29
14.10.23 – Irlanda – N. Zelândia – 24-28
15.10.23 – Inglaterra – I. Fiji – 30-24
15.10.23 – França – África Sul – 28-29
Nas meias-finais teremos os seguintes jogos:
20.10.23 – Argentina – N. Zelândia
21.10.23 – Inglaterra – África Sul
Portugal – Eslováquia (Europeu 2024 – Qualif.)
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Rúben Dias, António Silva, João Cancelo, Bruno Fernandes, João Palhinha (86m – Otávio), Bernardo Silva (86m – Rúben Neves), Cristiano Ronaldo, Gonçalo Ramos (86m – Diogo Jota) e Rafael Leão (65m – João Félix)
Martin Dúbravka, Peter Pekarík (76m – Michal Tomič), Denis Vavro, Milan Škriniar, Dávid Hancko, Juraj Kucka (45m – László Bénes), Stanislav Lobotka, Ondrej Duda, Ivan Schranz (86m – Dávid Ďuriš), Róbert Boženík (65m – Róbert Polievka) e Róbert Mak (45m – Tomáš Suslov)
1-0 – Gonçalo Ramos – 18m
2-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 29m
2-1 – Dávid Hancko – 69m
3-1 – Cristiano Ronaldo – 72m
3-2 – Stanislav Lobotka – 80m
Cartões amarelos – Bruno Fernandes (57m) e João Palhinha (75m); Peter Pekarík (31m), Ondrej Duda (61m), Tomáš Suslov (85m), Norbert Gyömbér (90m – fora de campo) e Patrik Hrošovský (90m – fora de campo)
Árbitro – Tasos Sidiropoulos (Grécia)
Voltamos à questão das “duas partes distintas”: depois de, na primeira metade, ter controlado a seu “bel-prazer” o jogo, podendo ter chegado ao intervalo com uma vantagem de, pelo menos, quatro ou cinco golos, acabou algo com o “coração nas mãos”, não por sentir que, de alguma forma, pudesse ser colocado em causa o objectivo do apuramento, cujo consumar era uma mera formalidade, mas porque a série ininterrupta de vitórias poderia ser eventualmente quebrada.
O apuramento acabou, com naturalidade, por ser garantido – ainda com três rondas por disputar –, marcando Portugal presença em fases finais de grandes competições internacionais pela 13.ª vez consecutiva: todos os sete “Europeus”, desde o ano de 2000 (2000, 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024) e seis “Mundiais” (2002, 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022).
Com uma vantagem de dois golos à meia hora de jogo, e, para além disso, um completo controlo da partida, o caminho parecia aberto para uma noite de grande tranquilidade. Com Cristiano Ronaldo e Gonçalo Ramos a jogar, os dois, de início, fica a curiosidade de, ambos, terem marcado…
Primeiro, o jovem avançado, de cabeça, a dar a melhor sequência a cruzamento de Bruno Fernandes, que continua em grande plano, a jogar e fazer jogar os companheiros; depois, a sancionar um lance de braço na bola, uma grande penalidade convertida com a eficácia habitual por Ronaldo.
Só um muito concentrado guardião contrário impediria, aliás, que o “placard” tivesse voltado a funcionar, com, pelo menos, três defesas de elevado grau de dificuldade, para além de… uma bola no ferro.
Na segunda parte a toada de jogo seria algo diferente, com a Eslováquia a surgir mais afoita, a conseguir libertar-se e a ameaçar a baliza de Diogo Costa, chegando mesmo ao golo, a cerca de vinte minutos do final, quebrando assim – ao sétimo jogo – a inviolabilidade das redes lusas nesta fase de apuramento.
Com o jogo mais aberto, Portugal ainda aproveitou para marcar de novo, com Cristiano a bisar, repondo a vantagem de dois golos, no que se esperaria tivesse sido a definitiva confirmação de que o triunfo não escaparia.
Mas o grupo eslovaco, sem nada a perder, reduziria outra vez para a diferença tangencial. Nos derradeiros minutos, não obstante, seria Portugal a estar mais próximo de poder chegar outra vez ao golo, pelo que, mesmo com alguns momentos de certa “tremideira”, o mérito do desfecho obtido é inequívoco.
Para além de Portugal, também a França e Bélgica garantiram já – ainda com três jornadas por realizar – o apuramento para a fase final do “EURO 2024”.
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 7 7 - - 27 - 2 21 2º Eslováquia 7 4 1 2 10 - 5 13 3º Luxemburgo 7 3 2 2 8 -17 11 4º Bósnia-Herzegovina 7 3 - 4 7 - 9 9 5º Islândia 7 2 1 4 11 -10 7 6º Liechtenstein 7 - - 7 1 -21 -
7ª jornada
13.10.2023 – Islândia – Luxemburgo – 1-1
13.10.2023 – Liechtenstein – Bósnia-Herzegovina – 0-2
13.10.2023 – Portugal – Eslováquia – 3-2
Mundial de Râguebi – 5.ª Jornada

Grupo A
08.09.23 – França – N. Zelândia – 27-13
09.09.23 – Itália – Namíbia – 52-8
14.09.23 – França – Uruguai – 27-12
15.09.23 – N. Zelândia – Namíbia – 71-3
20.09.23 – Itália – Uruguai – 38-17
21.09.23 – França – Namíbia – 96-0
27.09.23 – Uruguai – Namíbia – 36-26
29.09.23 – N. Zelândia – Itália – 96-17
05.10.23 – N. Zelândia – Uruguai – 73-0
06.10.23 – França – Itália – 60-7
1º França, 18; 2º N. Zelândia, 15; 3º Itália, 10; 4º Uruguai, 5; 5º Namíbia, 0
Grupo B
09.09.23 – Irlanda – Roménia – 82-8
10.09.23 – África Sul – Escócia – 18-3
16.09.23 – Irlanda – Tonga – 59-16
17.09.23 – África Sul – Roménia – 76-0
23.09.23 – África Sul – Irlanda – 8-13
24.09.23 – Escócia – Tonga – 45-17
30.09.23 – Escócia – Roménia – 84-0
01.10.23 – África Sul – Tonga – 49-18
07.10.23 – Irlanda – Escócia – 36-14
08.10.23 – Tonga – Roménia – 45-24
1º Irlanda, 19; 2º África Sul, 15, 3º Escócia, 10; 4º Tonga, 5; 5º Roménia, 0
Grupo C
09.09.23 – Austrália – Geórgia – 35-15
10.09.23 – P. Gales – I. Fiji – 32-26
16.09.23 – P. Gales – Portugal – 28-8
17.09.23 – Austrália – I. Fiji – 15-22
23.09.23 – Geórgia – Portugal – 18-18
24.09.23 – P. Gales – Austrália – 40-6
30.09.23 – I. Fiji – Geórgia – 17-12
01.10.23 – Austrália – Portugal – 34-14
07.10.23 – P. Gales – Geórgia – 43-19
08.10.23 – I. Fiji – Portugal – 23-24
1º P. Gales, 19; 2º I. Fiji, 11; 3º Austrália, 11; 4º Portugal, 6; 5º Geórgia, 3
Grupo D
09.09.23 – Inglaterra – Argentina – 27-10
10.09.23 – Japão – Chile – 42-12
16.09.23 – Samoa – Chile – 43-10
17.09.23 – Inglaterra – Japão – 34-12
22.09.23 – Argentina – Samoa – 19-10
23.09.23 – Inglaterra – Chile – 71-0
28.09.23 – Japão – Samoa – 28-22
30.09.23 – Argentina – Chile – 59-5
07.10.23 – Inglaterra – Samoa – 18-17
08.10.23 – Japão – Argentina – 27-39
1º Inglaterra, 18; 2º Argentina, 14; 3º Japão, 9; 4º Samoa, 7; 5º Chile, 0
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
14.10.23 – P. Gales – Argentina
14.10.23 – Irlanda – N. Zelândia
15.10.23 – Inglaterra – I. Fiji
15.10.23 – França – África Sul
Liga Conferência Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Olimpija Ljubljana – Slovan Bratislava – 0-1
KÍ Klaksvík – Lille – 0-0
1º Slovan Bratislava, 6; 2º Lille, 4; 3º KÍ Klaksvík, 1; 4º Olimpija Ljubljana, 0
Grupo B
Breiðablik – Zorya Luhansk – 0-1
Gent – Maccabi Tel-Aviv – 2-0
1º Gent e Zorya Luhansk, 4; 3º Maccabi Tel-Aviv, 3; 4º Breiðablik, 0
Grupo C
Astana – Viktoria Plzeň – 1-2
Ballkani – Dinamo Zagreb – 2-0
1º Viktoria Plzeň, 6; 2º Dinamo Zagreb e Ballkani, 3; 4º Astana, 0
Grupo D
Bodø/Glimt – Club Brugge – 0-1
Beşiktaş – Lugano – 2-3
1º Lugano e Club Brugge, 4; 3º Beşiktaş e Bodø/Glimt, 1
Grupo E
AZ Alkmaar – Legia Warszawa – 1-0
Aston Villa – Zrinjski Mostar – 1-0
1º AZ Alkmaar, Zrinjski Mostar, Aston Villa e Legia Warszawa, 3
Grupo F
Fiorentina – Ferencvárosi – 2-2
Čukarički – Genk – 0-2
1º Ferencvárosi e Genk, 4; 3º Fiorentina, 2; 4º Čukarički, 0
Grupo G
PAOK – Eintracht Frankfurt – 2-1
Aberdeen – HJK Helsinki – 1-1
1º PAOK, 6; 2º Eintracht Frankfurt, 3; 3º HJK Helsinki e Aberdeen, 1
Grupo H
Nordsjælland – Ludogorets – 7-1
Spartak Trnava – Fenerbahçe – 1-2
1º e Fenerbahçe, 6; 2º Nordsjælland e Ludogorets, 3; 4º Spartak Trnava, 0
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Freiburg – West Ham – 1-2
Bačka Topola – Olympiacos – 2-2
1º West Ham, 6; 2º Freiburg, 3; 3º Olympiacos e Bačka Topola, 1
Grupo B
O. Marseille – Brighton – 2-2
AEK – Ajax – 1-1
1º AEK, 4; 2º O. Marseille e Ajax, 2; 4º Brighton, 1
Grupo C
Betis – Sparta Praha – 2-1
Aris Limassol – Rangers – 2-1
1º Aris Limassol, Sparta Praha, Betis e Rangers, 3
Grupo D
Sporting – Atalanta – 1-2
Raków Czestochowa – Sturm Graz – 0-1
1º Atalanta, 6; 2º Sporting e Sturm Graz, 3; 4º Raków Czestochowa, 0
Grupo E
Liverpool – Union Saint-Gilloise – 2-0
Toulouse – LASK – 1-0
1º Liverpool, 6; 2º Toulouse, 4; 3º Union Saint-Gilloise, 1; 4º LASK, 0
Grupo F
Villarreal – Stade Rennais – 1-0
Maccabi Haifa – Panathinaikos – 0-0
1º Panathinaikos, 4; 2º Stade Rennais e Villarreal, 3; 4º Maccabi Haifa, 1
Grupo G
Roma – Servette – 4-0
Slavia Praha – Sheriff Tiraspol – 6-0
1º Slavia Praha e Roma, 6; 3º Servette e Sheriff Tiraspol, 0
Grupo H
Molde – Bayer Leverkusen – 1-2
BK Häcken – Qarabağ – 0-1
1º Bayer Leverkusen e Qarabağ, 6; 3º Molde e BK Häcken, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Manchester United – Galatasaray – 2-3
København – Bayern München – 1-2
1º Bayern München, 6; 2º Galatasaray, 4; 3º København, 1; 4º Manchester United, 0
Grupo B
Lens – Arsenal – 2-1
PSV Eindhoven – Sevilla – 2-2
1º Lens, 4; 2º Arsenal, 3; 3º Sevilla, 2; 4º PSV Eindhoven, 1
Grupo C
Union Berlin – Sp. Braga – 2-3
Napoli – Real Madrid – 2-3
1º Real Madrid, 6; 2º Napoli e Sp. Braga, 3; 4º Union Berlin, 0
Grupo D
FC Salzburg – Real Sociedad – 0-2
Inter – Benfica – 1-0
1º Real Sociedad e Inter, 4; 3º FC Salzburg, 3; 4º Benfica, 0
Grupo E
At. Madrid – Feyenoord – 3-2
Celtic – Lazio – 1-2
1º At. Madrid e Lazio, 4; 3º Feyenoord, 3; 4º Celtic, 0
Grupo F
Borussia Dortmund – AC Milan – 0-0
Newcastle – Paris Saint-Germain – 4-1
1º Newcastle, 4; 2º Paris Saint-Germain, 3; 2º AC Milan, 2; 4º Borussia Dortmund, 1
Grupo G
RB Leipzig – Manchester City – 1-3
Crvena zvezda – Young Boys – 2-2
1º Manchester City, 6; 2º RB Leipzig, 3; 3º Crvena zvezda e Young Boys, 1
Grupo H
Royal Antwerp – Shakhtar Donetsk – 2-3
FC Porto – Barcelona – 0-1
1º Barcelona, 6; 2º FC Porto e Shakhtar Donetsk, 3; 4º Royal Antwerp, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Inter – Benfica
Inter – Yann Sommer, Benjamin Pavard, Francesco Acerbi, Alessandro Bastoni, Denzel Dumfries (73m – Matteo Darmian), Nicolò Barella (90m – Davy Klaassen), Hakan Çalhanoğlu (84m – Kristjan Asllani), Henrikh Mkhitaryan, Federico Dimarco (84m – Carlos Augusto), Marcus Thuram (73m – Alexis Sánchez) e Lautaro Martínez
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah (23m – Tomás Araújo), Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, Juan Bernat (80m – Arthur Cabral), João Neves, Orkun Kökçü (68m – Petar Musa), Ángel Di María (80m – David Jurásek), Fredrik Aursnes, Rafael “Rafa” Silva (68m – Francisco “Chiquinho” Machado) e David Neres
1-0 – Marcus Thuram – 62m
Cartões amarelos – Lautaro Martínez (67m), Nicolò Barella (68m), Denzel Dumfries (70m) e Kristjan Asllani (90m)
Árbitro – Danny Makkelie (Países Baixos)
O Inter tinha já deixado a ideia, no desafio da 2.ª mão dos quartos-de-final da época passada, disputado em Abril, de ter capacidade para, querendo, “acelerar” o jogo, colocando maior intensidade, a um ritmo que o Benfica denotava dificuldade em acompanhar.
Pois, desta vez, tal foi bem exponenciado. E, porém, raramente a máxima de “duas partes distintas” poderá ter sido aplicada de forma mais cabal: no primeiro tempo, sem flagrantes oportunidades de golo, com o jogo muito repartido, o Benfica equilibrou a contenda; na segunda metade, sentir-se-ia impotente para suster a “avalanche” italiana.
A derrota pela margem mínima acaba por ser um resultado lisonjeiro para a equipa portuguesa, que poderia perfeitamente ter saído goleada de Milão.
Estreando Juan Bernat na lateral esquerda da defesa, libertando Aursnes, e com Morato a substituir o habitual titular, António Silva, o Benfica entrou em campo sem um “ponta-de-lança” de raiz, apostando na mobilidade de David Neres, assim como no virtuosismo de Di María e na velocidade de Rafa.
A ideia seria a de, a partir do meio-campo, formado pelo trio João Neves, Kökçü e Aursnes, conseguir municiar as “setas”, que pudessem impor algum respeito à defesa contrária, visando suster a iniciativa ofensiva contrária. Mas o Inter adaptou-se rapidamente a esse Benfica a procurar levar a bola para zonas mais adiantadas do terreno, respondendo com rápidas transições.
Aursnes ainda testaria os reflexos de Sommer, mas a verdade é que as equipas pareciam bem “encaixadas”, mesmo que o Benfica tivesse maior tempo de posse de bola. Uma vez mais a turma benfiquista lamentaria o facto de o árbitro não ter sancionado, com grande penalidade, um contacto de Barella sobre David Neres.
Porém, perante o esforço físico que fora forçado a despender, a segunda parte seria totalmente distinta. O Inter imprimiu (ainda) maior ritmo ao jogo, e o Benfica desorientou-se por completo, agora absolutamente incapaz de ter bola, recorrendo a sucessivos cortes e alívios, colocando-se à mercê de sucessivas investidas dos italianos, que pareciam multiplicar-se dentro de campo.
Adivinhava-se o golo, que Trubin ainda evitou um par de vezes, também, em mais outras ocasiões, com a ajuda dos ferros da sua baliza. Dumfries e Lautaro Martínez estiveram muito perto de marcar, tendo o guardião benfiquista salvado a recarga de Barella, depois do ressalto da bola na trave; e, logo de seguida, o mesmo Lautaro a acertar no poste!
Para que serviu “tanta sorte” do Benfica, se acabou por perder o jogo? O que parecia inevitável sucedeu mesmo: mais um rápido ataque do Inter, e Marcus Thuram a aparecer, solto de marcação, a rematar, sem dificuldade, para o fundo das redes.
Roger Schmidt ainda faria entrar Chiquinho e Musa (e, mais tarde, numa opção ainda de maior risco, recorrendo também a Arthur Cabral), e o Benfica até deu a sensação de ter conseguido “voltar a respirar”. Só que o Inter tinha já alcançado o que pretendia: estando em vantagem, era, então, altura de, em primeira instância, assegurar a sua preservação.
Ainda assim, até final, as maiores ocasiões de perigo voltariam, ainda, a pertencer à equipa italiana, com Lautaro Martínez a ficar a dever a si próprio mais um par de golos, e Trubin a confirmar uma noite de grande nível. O Benfica “safou-se” de “boa”…
Mundial de Râguebi – 4.ª Jornada

Grupo A
08.09.23 – França – N. Zelândia – 27-13
09.09.23 – Itália – Namíbia – 52-8
14.09.23 – França – Uruguai – 27-12
15.09.23 – N. Zelândia – Namíbia – 71-3
20.09.23 – Itália – Uruguai – 38-17
21.09.23 – França – Namíbia – 96-0
27.09.23 – Uruguai – Namíbia – 36-26
29.09.23 – N. Zelândia – Itália – 96-17
05.10.23 – N. Zelândia – Uruguai
06.10.23 – França – Itália
1º França, 13; 2º N. Zelândia e Itália, 10; 4º Uruguai, 5; 5º Namíbia, 0
Grupo B
09.09.23 – Irlanda – Roménia – 82-8
10.09.23 – África Sul – Escócia – 18-3
16.09.23 – Irlanda – Tonga – 59-16
17.09.23 – África Sul – Roménia – 76-0
23.09.23 – África Sul – Irlanda – 8-13
24.09.23 – Escócia – Tonga – 45-17
30.09.23 – Escócia – Roménia – 84-0
01.10.23 – África Sul – Tonga – 49-18
07.10.23 – Irlanda – Escócia
08.10.23 – Tonga – Roménia
1º África Sul, 15, 2º Irlanda, 14; 3º Escócia, 10; 4º Tonga e Roménia, 0
Grupo C
09.09.23 – Austrália – Geórgia – 35-15
10.09.23 – P. Gales – I. Fiji – 32-26
16.09.23 – P. Gales – Portugal – 28-8
17.09.23 – Austrália – I. Fiji – 15-22
23.09.23 – Geórgia – Portugal – 18-18
24.09.23 – P. Gales – Austrália – 40-6
30.09.23 – I. Fiji – Geórgia – 17-12
01.10.23 – Austrália – Portugal – 34-14
07.10.23 – P. Gales – Geórgia
08.10.23 – I. Fiji – Portugal
1º P. Gales, 14; 2º Austrália, 11; 3º I. Fiji, 10; 4º Geórgia, 3; 5º Portugal, 2
Grupo D
09.09.23 – Inglaterra – Argentina – 27-10
10.09.23 – Japão – Chile – 42-12
16.09.23 – Samoa – Chile – 43-10
17.09.23 – Inglaterra – Japão – 34-12
22.09.23 – Argentina – Samoa – 19-10
23.09.23 – Inglaterra – Chile – 71-0
28.09.23 – Japão – Samoa – 28-22
30.09.23 – Argentina – Chile – 59-5
07.10.23 – Inglaterra – Samoa
08.10.23 – Japão – Argentina
1º Inglaterra, 14; 2º Argentina e Japão, 9; 4º Samoa, 6; 5º Chile, 0



