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Liechtenstein – Portugal (Europeu 2024 – Qualif.)
Liechtenstein – Benjamin Büchel, Andreas Malin, Sandro Wieser, Lars Traber, Niklas Beck (63m – Liam Kranz), Simon Lüchinger (45m – Livio Meier), Marcel Büchel, Aron Sele (77m – Jens Hofer), Maximilian “Max” Göppel, Julien Hasler (63m – Philipp Ospelt) e Dennis Salanović (90m – Martin Marxer)
Portugal – José Sá, João Cancelo (87m – João Mário Lopes), António Silva, Tote “Toti” Gomes, Bernardo Silva (60m – Ricardo Horta), Bruno Fernandes (67m – Vítor Ferreira “Vitinha”), Rúben Neves, Diogo Jota, Cristiano Ronaldo (67m – Armindo Na Bangna “Bruma”), João Félix (87m – João Neves) e Gonçalo Ramos
0-1 – Cristiano Ronaldo – 46m
0-2 – João Cancelo – 57m
Cartões amarelos – Simon Lüchinger (24m); Diogo Jota (90m)
Árbitro – Mohammed Al-Hakim (Suécia)
Defrontando uma das mais débeis selecções da Europa, Roberto Martínez permitiu-se aproveitar este jogo para ensaiar várias experiências, as quais, em bom rigor, não só não deram mostras de funcionar – perante um lote de jogadores inevitavelmente sem as necessárias rotinas de jogo, entre si –, como se tem dificuldade em vislumbrar contra que tipo de adversários poderiam ter utilidade, no contexto da próxima fase final desta competição.
Foi, pois, uma equipa em serviços mínimos, que possibilitou ao Liechtenstein (com uma média superior a três golos sofridos por jogo, à entrada para este encontro) a “proeza” de chegar ao intervalo ainda com a sua baliza inviolada…
Claro, Portugal dominara por completo, no primeiro tempo, e até fizera uma quantidade apreciável de remates, nenhum deles materializado em golo, tendo tido, aliás, apenas duas oportunidades efectivas, por Rúben Neves e Gonçalo Ramos. A prova provada que alinhar com vários “avançados” (juntando, no mesmo “onze”, Diogo Jota, Cristiano Ronaldo, João Félix e Gonçalo Ramos) nem sempre será a melhor receita para chegar ao golo.
Necessariamente alertada ao intervalo, a equipa nacional surgiria, para a segunda metade, mais focada e objectiva, tendo Cristiano Ronaldo começado por rematar aos ferros da baliza contrária, ainda antes de, logo no minuto inicial, inaugurar o marcador. Estava, enfim, quebrada a resistência dos visitados, e, claro, bem encaminhada a 9.ª vitória consecutiva para Portugal.
Até porque não demoraria a chegar o “golo da confirmação”, apenas cerca de dez minutos volvidos, com João Cancelo em evidência, a criar e a finalizar este lance.
“Surpresa das surpresas”: o Liechtenstein – que, até agora, marcou um único golo nesta fase de apuramento, na Bósnia – esteve à beira de reduzir a desvantagem, não fora o guardião José Sá (a par de Toti Gomes e de João Mário, estreantes na selecção principal), salvaguardando a sua baliza, ter negado tal possibilidade a Salanović, que lhe surgia isolado.
Até final, pouco mais haveria para assinalar, tendo começado já a contagem decrescente para o derradeiro jogo, em busca de um inédito pleno de vitórias.
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 9 9 - - 34 - 2 27 2º Eslováquia 9 6 1 2 15 - 7 19 3º Luxemburgo 9 4 2 3 12 -19 14 4º Islândia 9 3 1 5 17 -14 10 5º Bósnia-Herzegovina 9 3 - 6 8 -18 9 6º Liechtenstein 9 - - 9 1 -27 -
Ainda com uma ronda por disputar, Portugal e Eslováquia garantiram já o apuramento para a fase final do EURO 2024.
9ª jornada
16.11.2023 – Eslováquia – Islândia – 4-2
16.11.2023 – Liechtenstein – Portugal – 0-2
16.11.2023 – Luxemburgo – Bósnia-Herzegovina – 4-1
Liga Conferência Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Slovan Bratislava – Lille – 1-1
Olimpija Ljubljana – KÍ Klaksvík – 2-0
1º Lille, 8; 2º Slovan Bratislava, 7; 3º KÍ Klaksvík, 4; 4º Olimpija Ljubljana, 3
Grupo B
Breiðablik – Gent – 2-3
Zorya Luhansk – Maccabi Tel-Aviv – 1-3
1º Gent, 10; 2º Maccabi Tel-Aviv, 9; 3º Zorya Luhansk, 4; 4º Breiðablik, 0
Grupo C
Astana – Ballkani – 0-0
Viktoria Plzeň – Dinamo Zagreb – 1-0
1º Viktoria Plzeň, 12; 2º Ballkani e Astana, 4; 4º Dinamo Zagreb, 3
Grupo D
Club Brugge – Lugano – 2-0
Beşiktaş – Bodø/Glimt – 1-2
1º Club Brugge, 10; 2º Bodø/Glimt, 7; 3º Lugano, 4; 4º Beşiktaş, 1
Grupo E
Aston Villa – AZ Alkmaar – 2-1
Legia Warszawa – Zrinjski Mostar – 2-0
1º Aston Villa e Legia Warszawa, 9; 3º Zrinjski Mostar e AZ Alkmaar, 3
Grupo F
Ferencvárosi – Genk – 1-1
Čukarički – Fiorentina – 0-1
1º Fiorentina, 8; 2º Ferencvárosi e Genk, 6; 4º Čukarički, 0
Grupo G
HJK Helsinki – Eintracht Frankfurt – 0-1
PAOK – Aberdeen – 2-2
1º PAOK, 10; 2º Eintracht Frankfurt, 9; 3º Aberdeen, 2; 4º HJK Helsinki, 1
Grupo H
Ludogorets – Fenerbahçe – 2-0
Nordsjælland – Spartak Trnava – 1-1
1º Fenerbahçe, 9; 2º Nordsjælland, 7; 3º Ludogorets, 6; 4º Spartak Trnava, 1
O Viktoria Plzeň foi a primeira equipa a garantir, ainda com duas rondas por disputar, o apuramento para os 1/8 de final.
Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
West Ham – Olympiacos – 1-0
Freiburg – Bačka Topola – 5-0
1º Freiburg e West Ham, 9; 3º Olympiacos, 4; 4º Bačka Topola, 1
Grupo B
AEK – O. Marseille – 0-2
Ajax – Brighton – 0-2
1º O. Marseille, 8; 2º Brighton, 7; 3º AEK, 4; 4º Ajax, 2
Grupo C
Rangers – Sparta Praha – 2-1
Betis – Aris Limassol – 4-1
1º Betis, 9; 2º Rangers, 7; 3º Sparta Praha, 4; 4º Aris Limassol, 3
Grupo D
Atalanta – Sturm Graz – 1-0
Sporting – Raków Czestochowa – 2-1
1º Atalanta, 10; 2º Sporting, 7; 3º Sturm Graz, 4; 4º Raków Czestochowa, 1
Grupo E
LASK – Union Saint-Gilloise – 3-0
Toulouse – Liverpool – 3-2
1º Liverpool, 9; 2º Toulouse, 7; 3º Union Saint-Gilloise, 4; 4º LASK, 3
Grupo F
Maccabi Haifa – Villarreal – 1-2
Stade Rennais – Panathinaikos – 3-1
1º Stade Rennais, 9; 2º Villarreal, 7; 3º Panathinaikos, 4; 4º Maccabi Haifa, 2
Grupo G
Slavia Praha – Roma – 2-0
Servette – Sheriff Tiraspol – 2-1
1º Slavia Praha e Roma, 9; 3º Servette, 4; 4º Sheriff Tiraspol, 1
Grupo H
BK Häcken – Molde – 1-3
Qarabağ – Bayer Leverkusen – 0-1
1º Bayer Leverkusen, 12; 2º Molde e Qarabağ, 6; 4º BK Häcken, 0
O Bayer Leverkusen foi a primeira equipa a garantir, ainda com duas rondas por disputar, o apuramento para os 1/8 de final.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Bayern München – Galatasaray – 2-1
København – Manchester United – 4-3
1º Bayern München, 12; 2º København e Galatasaray, 4; 4º Manchester United, 3
Grupo B
Arsenal – Sevilla – 2-0
PSV Eindhoven – Lens – 1-0
1º Arsenal, 9; 2º Lens e PSV Eindhoven, 5; 4º Sevilla, 2
Grupo C
Real Madrid – Sp. Braga – 3-0
Napoli – Union Berlin – 1-1
1º Real Madrid, 12; 2º Napoli, 7; 3º Sp. Braga, 3; 4º Union Berlin, 1
Grupo D
FC Salzburg – Inter – 0-1
Real Sociedad – Benfica – 3-1
1º Real Sociedad e Inter, 10; 3º FC Salzburg, 3; 4º Benfica, 0
Grupo E
Lazio – Feyenoord – 1-0
At. Madrid – Celtic – 6-0
1º At. Madrid, 8; 2º Lazio, 7; 3º Feyenoord, 6; 4º Celtic, 1
Grupo F
AC Milan – Paris Saint-Germain – 2-1
Borussia Dortmund – Newcastle – 2-0
1º Borussia Dortmund, 7; 2º Paris Saint-Germain, 6; 3º AC Milan, 5; 4º Newcastle, 4
Grupo G
Crvena zvezda – RB Leipzig – 1-2
Manchester City – Young Boys – 3-0
1º Manchester City, 12; 2º RB Leipzig, 9; 3º Crvena zvezda e Young Boys, 1
Grupo H
Shakhtar Donetsk – Barcelona – 1-0
FC Porto – Royal Antwerp – 2-0
1º FC Porto e Barcelona, 9; 3º Shakhtar Donetsk, 6; 4º Royal Antwerp, 0
Bayern München, Real Madrid, Real Sociedad, Inter, Manchester City e RB Leipzig garantiram já – ainda com duas jornadas por disputar – o apuramento para os 1/8 de final.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Real Sociedad – Benfica
Real Sociedad – Alejandro “Álex” Remiro, Aritz Elustondo (86m – Álvaro Odriozola), Igor Zubeldia, Robin Le Normand, Aihen Muñoz, Brais Méndez (70m – Beñat Turrientes), Martín Zubimendi, Mikel Merino, Takefusa Kubo (70m – Carlos Fernández), Ander Barrenetxea (78m – Arsen Zakharyan) e Mikel Oyarzabal
Benfica – Anatoliy Trubin, António Silva, Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, João Neves, Florentino Luís (31m – David Jurásek), João Mário (85m – Francisco “Chiquinho” Machado), Fredrik Aursnes, Ángel Di María (85m – Casper Tengstedt), Rafael “Rafa” Silva (85m – Gonçalo Guedes) e Arthur Cabral (64m – Petar Musa)
1-0 – Mikel Merino – 6m
2-0 – Mikel Oyarzabal – 11m
3-0 – Ander Barrenetxea – 21m
3-1 – Rafael “Rafa” Silva – 49m
Cartões amarelos – Ander Barrenetxea (63m) e Carlos Fernández (86m); Florentino Luís (20m)
Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)
A exibição do Benfica esta tarde/noite em San Sebastián foi, pelo menos durante a meia hora inicial, um verdadeiro descalabro, com a equipa completamente perdida dentro de campo, à mercê de um adversário que, ainda assim, foi perdulário.
O problema é que esta situação não é nova nesta temporada: já assim sucedera no jogo de estreia, frente ao Salzburg, e, também em Milão, frente ao Inter. Sendo que, desta feita, ficou bem mais evidente que soluções improvisadas, não rotinadas, nem trabalhadas, ou porventura, nem sequer devidamente testadas, são meio caminho andado para o desastre.
Com Morato adaptado a lateral esquerdo, numa rara defesa a três, e João Neves, numa posição híbrida, entre lateral direito e ala, o Benfica ensaiava ainda o posicionamento das suas peças em campo, quando, logo ao sexto minuto, a Real Sociedad inaugurava o marcador.
Com um grupo que faz do colectivo a sua maior força, em flagrante contraponto com o mostrado pelo Benfica nesta partida, com os seus jogadores a saberem perfeitamente o que fazer dentro de campo, com uma fluidez como se “jogassem de olhos fechados”, aproveitando o desnorte contrário, os visitados rapidamente ampliariam a contagem.
Se é que subsistiam ainda, antes do desafio começar, algumas aspirações da parte da formação portuguesa, a verdade é que o assunto “Champions” ficava arrumado para o Benfica, em pouco mais de dez minutos…
Pouco depois (ao minuto 15), outra vez a bola introduzida na baliza de Trubin, desta vez num lance invalidado pelo “VAR”. Mas seria apenas o adiar do 3-0, que surgiria mesmo, num lance de bela execução técnica de Barrenetxea, apenas com 21 minutos jogados!
Para se aquilatar do “terror” que o Benfica viveu durante essa meia hora, a equipa da casa desperdiçaria ainda uma grande penalidade (aos 29 minutos), por Brais Méndez… tendo tido, entretanto, um outro “golo” invalidado.
Roger Schmidt, a ver a devastação que os seus comandados iam sentindo, foi forçado a rectificar, em ordem a procurar minimizar os danos, fazendo sair, estavam decorridos apenas 31 minutos, Florentino, de forma a colocar em campo um defesa lateral, Jurásek.
O jogo de alguma forma “estabilizaria”, com a Real Sociedad também a perceber que não havia necessidade de manter tão alta rotação.
Na segunda parte o Benfica teve uma boa entrada, com um golo (que seria o de “honra”) logo ao quarto minuto, a dar algum ânimo. Mas, na realidade, nunca deu a sensação de que pudesse ter capacidade para, sequer, colocar o resultado em dúvida, podendo, aliás, os donos da casa ter ainda chegado ao golo de novo.
Com a turma basca praticamente a limitar-se a gerir a vantagem e o tempo durante a segunda metade, o Benfica acabou por escapar ao que, a certa altura, se temeu pudesse ser uma das maiores goleadas sofridas na sua história, tendo acabado por atenuar o impacto da derrota, com um resultado deveras lisonjeiro.
Ainda com duas jornadas por disputar, acumulando quatro desaires em outros tantos jogos disputados, tendo-se, enfim, estreado a marcar na presente edição da prova, o Benfica está já virtualmente afastado da “Liga dos Campeões”, mais não podendo, nesta altura, que sonhar com o 3.º lugar do grupo, ainda assim, um objectivo que, por ora, parece longínquo (na medida em que implicará, necessariamente, ganhar em Salzburgo; e, excepto se conseguisse, na próxima ronda, reduzir o diferencial de três pontos, ganhar por mais de dois golos!).
Mundial de Râguebi – Final
Disputou-se hoje, no “Stade de France”, em Saint-Denis, a final do Campeonato do Mundo de Râguebi, entre as selecções da Nova Zelândia e da África do Sul, os dois países mais titulados da competição, com os sul-africanos a conquistar a “Taça Webb Ellis” pela quarta vez.
É o seguinte o palmarés da prova, que conta dez edições, desde a estreia, no ano de 1987:
- 1987 (N. Zelândia) – N. Zelândia – França – 29-9 (3.º País de Gales)
- 1991 (Inglaterra) – Austrália – Inglaterra – 12-6 (3.º N. Zelândia)
- 1995 (África do Sul) – África do Sul – N. Zelândia – 15-12 (a.p.) (3.º França)
- 1999 (País de Gales) – Austrália – França – 35-12 (3.º África do Sul)
- 2003 (Austrália) – Inglaterra – Austrália – 20-17 (a.p.) (3.º N. Zelândia)
- 2007 (França) – África do Sul – Inglaterra – 15-6 (3.º Argentina)
- 2011 (N. Zelândia) – N. Zelândia – França – 8-7 (3.º Austrália)
- 2015 (Inglaterra) – N. Zelândia – Austrália – 34-17 (3.º África do Sul)
- 2019 (Japão) – África do Sul – Inglaterra – 32-12 (3.º N. Zelândia)
- 2023 (França) – África do Sul – N. Zelândia – 12-11 (3.º Inglaterra)
Ontem, no jogo de disputa do 3.º e 4.º lugares, a Inglaterra venceu a Argentina por 26-23.
Liga Conferência Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Lille – Slovan Bratislava – 2-1
KÍ Klaksvík – Olimpija Ljubljana – 3-0
1º Lille, 7; 2º Slovan Bratislava, 6; 3º KÍ Klaksvík, 4; 4º Olimpija Ljubljana, 0
Grupo B
Gent – Breiðablik – 5-0
Maccabi Tel-Aviv – Zorya Luhansk – 3-2 (25.11.2023)
1º Gent, 7; 2º Maccabi Tel-Aviv, 6; 3º Zorya Luhansk, 4; 4º Breiðablik, 0
Grupo C
Ballkani – Astana – 1-2
Dinamo Zagreb – Viktoria Plzeň – 0-1
1º Viktoria Plzeň, 9; 2º Dinamo Zagreb, Ballkani e Astana, 3
Grupo D
Lugano – Club Brugge – 1-3
Bodø/Glimt – Beşiktaş – 3-1
1º Club Brugge, 7; 2º Bodø/Glimt e Lugano, 4; 4º Beşiktaş, 1
Grupo E
AZ Alkmaar – Aston Villa – 1-4
Zrinjski Mostar – Legia Warszawa – 1-2
1º Aston Villa e Legia Warszawa, 6; 3º Zrinjski Mostar e AZ Alkmaar, 3
Grupo F
Genk – Ferencvárosi – 0-0
Fiorentina – Čukarički – 6-0
1º Fiorentina, Ferencvárosi e Genk, 5; 4º Čukarički, 0
Grupo G
Eintracht Frankfurt – HJK Helsinki – 6-0
Aberdeen – PAOK – 2-3
1º PAOK, 9; 2º Eintracht Frankfurt, 6; 3º Aberdeen e HJK Helsinki, 1
Grupo H
Fenerbahçe – Ludogorets – 3-1
Spartak Trnava – Nordsjælland – 0-2
1º Fenerbahçe, 9; 2º Nordsjælland, 6; 3º Ludogorets, 3; 4º Spartak Trnava, 0
Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Olympiacos – West Ham – 2-1
Bačka Topola – Freiburg – 1-3
1º Freiburg e West Ham, 6; 3º Olympiacos, 4; 4º Bačka Topola, 1
Grupo B
O. Marseille – AEK – 3-1
Brighton – Ajax – 2-0
1º O. Marseille, 5; 2º Brighton e AEK, 4; 4º Ajax, 2
Grupo C
Sparta Praha – Rangers – 0-0
Aris Limassol – Betis – 0-1
1º Betis, 6; 2º Sparta Praha e Rangers, 4; 4º Aris Limassol, 3
Grupo D
Sturm Graz – Atalanta – 2-2
Raków Czestochowa – Sporting – 1-1
1º Atalanta, 7; 2º Sporting e Sturm Graz, 4; 4º Raków Czestochowa, 1
Grupo E
Union Saint-Gilloise – LASK – 2-1
Liverpool – Toulouse – 5-1
1º Liverpool, 9; 2º Union Saint-Gilloise e Toulouse, 4; 4º LASK, 0
Grupo F
Villarreal – Maccabi Haifa – 0-0 (06.12.2023)
Panathinaikos – Stade Rennais – 1-2
1º Stade Rennais, 6; 2º Panathinaikos e Villarreal, 4; 4º Maccabi Haifa, 2
Grupo G
Roma – Slavia Praha – 2-0
Sheriff Tiraspol – Servette – 1-1
1º Roma, 9; 2º Slavia Praha, 6; 3º Servette e Sheriff Tiraspol, 1
Grupo H
Molde – BK Häcken – 5-1
Bayer Leverkusen – Qarabağ – 5-1
1º Bayer Leverkusen, 9; 2º Qarabağ, 6; 3º Molde, 3; 4º BK Häcken, 0
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Galatasaray – Bayern München – 1-3
Manchester United – København – 1-0
1º Bayern München, 9; 2º Galatasaray, 4; 3º Manchester United, 3; 4º København, 1
Grupo B
Sevilla – Arsenal – 1-2
Lens – PSV Eindhoven – 1-1
1º Arsenal, 6; 2º Lens, 5; 3º Sevilla e PSV Eindhoven, 2
Grupo C
Sp. Braga – Real Madrid – 1-2
Union Berlin – Napoli – 0-1
1º Real Madrid, 9; 2º Napoli, 6; 3º Sp. Braga, 3; 4º Union Berlin, 0
Grupo D
Inter – FC Salzburg – 2-1
Benfica – Real Sociedad – 0-1
1º Real Sociedad e Inter, 7; 3º FC Salzburg, 3; 4º Benfica, 0
Grupo E
Feyenoord – Lazio – 3-1
Celtic – At. Madrid – 2-2
1º Feyenoord, 6; 2º At. Madrid, 5; 3º Lazio, 4; 4º Celtic, 1
Grupo F
Paris Saint-Germain – AC Milan – 3-0
Newcastle – Borussia Dortmund – 0-1
1º Paris Saint-Germain, 6; 2º Newcastle e Borussia Dortmund, 4; 4º AC Milan, 2
Grupo G
RB Leipzig – Crvena zvezda – 3-1
Young Boys – Manchester City – 1-3
1º Manchester City, 9; 2º RB Leipzig, 6; 3º Crvena zvezda e Young Boys, 1
Grupo H
Barcelona – Shakhtar Donetsk – 2-1
Royal Antwerp – FC Porto – 1-4
1º Barcelona, 9; 2º FC Porto, 6; 3º Shakhtar Donetsk, 3; 4º Royal Antwerp, 0
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Real Sociedad
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah (81m – Francisco “Chiquinho” Machado), António Silva, Nicolás Otamendi, David Jurásek (59m – Juan Bernat), David Neres (69m – Tiago Gouveia), João Neves, Rafael “Rafa” Silva, Fredrik Aursnes, João Mário (45m – Orkun Kökçü) e Petar Musa (45m – Arthur Cabral)
Real Sociedad – Alejandro “Álex” Remiro, Hamari Traoré (70m – Aritz Elustondo), Igor Zubeldia, Robin Le Normand, Aihen Muñoz, Brais Méndez, Martín Zubimendi, Mikel Merino, Takefusa Kubo (76m – Carlos Fernández), Ander Barrenetxea (76m – Arsen Zakharyan) e Mikel Oyarzabal (90m – Mohamed-Ali Cho)
0-1 – Brais Méndez – 63m
Cartões amarelos – Aritz Elustondo (71m) e Mikel Merino (75m); Juan Bernat (78m)
Árbitro – Clément Turpin (França)
É difícil encontrar palavras para caracterizar uma exibição tão sombria como a desta noite, por parte da equipa do Benfica.
Parecendo ter sido surpreendida pela assertiva entrada em campo do adversário, atrevido, a assumir a iniciativa do jogo, instalando-se no meio-campo contrário, a formação benfiquista denotou grandes dificuldades para se libertar de tal espartilho… de alguma forma como se ainda estivesse na segunda parte do jogo de Milão.
A falta de agressividade e de intensidade foi tal que a Real Sociedad explanou o seu (bom) jogo a seu bel-prazer, quase sempre confortável, com tempo para pensar e espaço para jogar, dando ideia, em muitas ocasiões, de não estar a ser submetida a qualquer tipo de pressão. O flanco direito da turma basca ameaçava levar o perigo à baliza de Trubin a cada jogada que ensaiava.
Só à passagem dos vinte minutos a equipa portuguesa conseguiria, de alguma forma, sacudir a letargia, mas não iria além de uns meros fogachos inconsequentes. Ao intervalo, o nulo era já lisonjeiro. Era fácil perceber que, a continuar assim, o jogo se afigurava mais para perder, do que para ganhar.
Roger Schmidt ainda tentou “emendar a mão”, com duas substituições logo ao intervalo, mas as entradas de Kökçü e de Arthur Cabral não se traduziriam em qualquer melhoria efectiva.
Pouco passava do quarto de hora da segunda parte quando a Real Sociedad chegou ao golo que, há largo tempo, vinha já prometendo. Logo depois, os visitantes poderiam ter ampliado a contagem, com Kubo a ameaçar de novo, com um remate à trave.
Só na parte final do jogo, já após a entrada de Tiago Gouveia, o Benfica conseguiria procurar esboçar alguma reacção, mas já mais com o coração do que com a cabeça, o que, contudo seria insuficiente para evitar mais uma derrota.
Uma noite em que o Benfica “não esteve em campo”…



