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Mundial de Râguebi – 2.ª Jornada

Grupo A
08.09.23 – França – N. Zelândia – 27-13
09.09.23 – Itália – Namíbia – 52-8
14.09.23 – França – Uruguai – 27-12
15.09.23 – N. Zelândia – Namíbia – 71-3
20.09.23 – Itália – Uruguai
21.09.23 – França – Namíbia
27.09.23 – Uruguai – Namíbia
29.09.23 – N. Zelândia – Itália
05.10.23 – N. Zelândia – Uruguai
06.10.23 – França – Itália
1º França, 8; 2º Itália, 5; 3º N. Zelândia, 5; 4º Uruguai, 0; 5º Namíbia, 0
Grupo B
09.09.23 – Irlanda – Roménia – 82-8
10.09.23 – África Sul – Escócia – 18-3
16.09.23 – Irlanda – Tonga – 59-16
17.09.23 – África Sul – Roménia – 76-0
23.09.23 – África Sul – Irlanda
24.09.23 – Escócia – Tonga
30.09.23 – Escócia – Roménia
01.10.23 – África Sul – Tonga
07.10.23 – Irlanda – Escócia
08.10.23 – Tonga – Roménia
1º Irlanda, 10; 2º África Sul, 9; 3º Escócia e Tonga, 0; 5º Roménia, 0
Grupo C
09.09.23 – Austrália – Geórgia – 35-15
10.09.23 – P. Gales – I. Fiji – 32-26
16.09.23 – P. Gales – Portugal – 28-8
17.09.23 – Austrália – I. Fiji – 15-22
23.09.23 – Geórgia – Portugal
24.09.23 – P. Gales – Austrália
30.09.23 – I. Fiji – Geórgia
01.10.23 – Austrália – Portugal
07.10.23 – P. Gales – Geórgia
08.10.23 – I. Fiji – Portugal
1º P. Gales, 10; 2º I. Fiji e Austrália, 6; 4º Geórgia e Portugal, 0
Grupo D
09.09.23 – Inglaterra – Argentina – 27-10
10.09.23 – Japão – Chile – 42-12
16.09.23 – Samoa – Chile – 43-10
17.09.23 – Inglaterra – Japão – 34-12
22.09.23 – Argentina – Samoa
23.09.23 – Inglaterra – Chile
28.09.23 – Japão – Samoa
30.09.23 – Argentina – Chile
07.10.23 – Inglaterra – Samoa
08.10.23 – Japão – Argentina
1º Inglaterra, 9; 2º Samoa, 5; 3º Japão, 5; 4º Argentina, 0; 5º Chile, 0
Portugal – Luxemburgo (Europeu 2024 – Qualif.)
Portugal – Diogo Costa, Nélson Semedo (60m – João Cancelo), Rúben Dias, Gonçalo Inácio, Diogo Dalot, Bruno Fernandes, Danilo Pereira (75m – Rúben Neves), Bernardo Silva (60m – Ricardo Horta), Diogo Jota, Rafael Leão (75m – Otávio) e Gonçalo Ramos (60m – João Félix)
Luxemburgo – Anthony Moris, Florian Bohnert (45m – Lars Gerson), Laurent Jans, Maxime Chanot (78m – Seid Korač), Enes Mahmutović, Michael “Mica” Pinto (54m – Vincent Thill), Yvandro Borges Sanches, Timothé Rupil (45m – Sébastien Thill), Leandro Barreiro, Danel Sinani e Alessio Curci (45m – Dirk Carlson)
1-0 – Gonçalo Inácio – 12m
2-0 – Gonçalo Ramos – 18m
3-0 – Gonçalo Ramos – 34m
4-0 – Gonçalo Inácio – 45m
5-0 – Diogo Jota – 58m
6-0 – Ricardo Horta – 67m
7-0 – Diogo Jota – 78m
8-0 – Bruno Fernandes – 83m
9-0 – João Félix – 88m
Cartões amarelos – Vincent Thill (55m), Enes Mahmutović (65m) e Lars Gerson (76m)
Árbitro – John Brooks (Inglaterra)
A discussão não terá uma conclusão definitiva, dado não ser possível fazer o contra-factual: a ausência de Cristiano Ronaldo (a cumprir jogo de castigo, devido ao cartão amarelo com que fora admoestado em Bratislava) teve influência no (notável) desempenho da selecção de Portugal neste jogo, ou ter-se-á tratado de uma coincidência? Com ele em campo teria a equipa portuguesa conseguido um resultado (e exibição) similar?
O que é facto é que Portugal fixou um novo “record” de goleadas, em mais de um século de história, superando o anterior máximo de 8-0, aplicado frente ao Liechtenstein (por duas vezes, em 1994 e em 1999, nas fases de qualificação para os “Europeus” de 1996 e 2000) e ao Kuwait (em 2003, em jogo particular).
Como se explica que tal tenha sucedido, justamente, ante a melhor selecção luxemburguesa das últimas (largas) décadas? Talvez, precisamente, por isso.
Nos quatro jogos disputados nesta fase de qualificação, frente aos restantes adversários, o Luxemburgo somou três vitórias (incluindo uma na Bósnia) e um empate (na Eslováquia), tendo sofrido um único golo… um contraste tremendo com os dois encontros com Portugal, nos quais encaixou um total de 15 golos!
Depois do 6-0 de Março, e atendendo à boa campanha que a equipa luxemburguesa vinha realizando, poderia até questionar-se – dadas também as exibições relativamente sombrias que a turma portuguesa vinha apresentando – se este jogo seria, de algum modo, susceptível a alguma (imprevista) surpresa.
Afinal, bastaram 18 minutos para colocar os luxemburgueses “KO”. Os dois golos sofridos num curto período de seis minutos desmontaram qualquer estratégia que o seleccionador contrário tivesse congeminado, numa abordagem que, distintamente do que foi característico da equipa durante numerosos anos, pretenderia ser mais ambiciosa e “atrevida”.
A partir daí, uma cada vez mais desconexa selecção do Luxemburgo, sem conseguir opor efectiva resistência, muito pouco conseguiria fazer para evitar o natural avolumar do resultado: ao intervalo eram já quatro os golos dos “Gonçalos” (ambos a bisar, com destaque para o defesa central do Sporting, Gonçalo Inácio, que se estreou a marcar).
De facto, “apenas” tiveram de dar boa sequência à avalanche de cruzamentos, ora de Bruno Fernandes, ora de Rafael Leão, verdadeiramente “endiabrados”, com realce para o centro-campista do Manchester United, em grande evidência.
E a toada do jogo não se alteraria na segunda metade: depois de Gonçalo Ramos e de Gonçalo Inácio, também Diogo Jota bisaria, havendo ainda oportunidade para Bruno Fernandes coroar a sua excelente exibição (três assistências para golo), marcando também, cabendo a João Félix fechar a contagem com um tento de assinalável execução técnica.
Chegou a pensar-se em atingir os “dois dígitos”, mas, nos minutos finais, os luxemburgueses cerraram fileiras em torno do seu sector defensivo, impedindo que se tivesse concretizado o 10-0. Mas, antes disso, outras flagrantes oportunidades tinham ficado por materializar, nomeadamente por Rafael Leão.
Para a história fica, não só a expressão do resultado – que, na continuidade dos jogos anteriores, se traduz num somatório de seis vitórias em seis jogos, e num fantástico “score” agregado de 24-0! – como, especialmente, a exibição quase “perfeita” realizada pelo colectivo português.
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 6 6 - - 24 - 0 18 2º Eslováquia 6 4 1 1 8 - 2 13 3º Luxemburgo 6 3 1 2 7 -16 10 4º Islândia 6 2 - 4 10 - 9 6 5º Bósnia-Herzegovina 6 2 - 4 5 - 9 6 6º Liechtenstein 6 - - 6 1 -19 -
6ª jornada
11.09.2023 – Eslováquia – Liechtenstein – 3-0
11.09.2023 – Islândia – Bósnia-Herzegovina – 1-0
11.09.2023 – Portugal – Luxemburgo – 9-0
Mundial de Râguebi – 1.ª Jornada

Grupo A
08.09.23 – França – N. Zelândia – 27-13
09.09.23 – Itália – Namíbia – 52-8
14.09.23 – França – Uruguai
15.09.23 – N. Zelândia – Namíbia
20.09.23 – Itália – Uruguai
21.09.23 – França – Namíbia
27.09.23 – Uruguai – Namíbia
29.09.23 – N. Zelândia – Itália
05.10.23 – N. Zelândia – Uruguai
06.10.23 – França – Itália
1º Itália, 5; 2º França, 4; 3º Uruguai, 0; 4º N. Zelândia e Namíbia, 0
Grupo B
09.09.23 – Irlanda – Roménia – 82-8
10.09.23 – África Sul – Escócia – 18-3
16.09.23 – Irlanda – Tonga
17.09.23 – África Sul – Roménia
23.09.23 – África Sul – Irlanda
24.09.23 – Escócia – Tonga
30.09.23 – Escócia – Roménia
01.10.23 – África Sul – Tonga
07.10.23 – Irlanda – Escócia
08.10.23 – Tonga – Roménia
1º Irlanda, 5; 2º África Sul, 4; 3º Tonga, 0; 4º Escócia e Roménia, 0
Grupo C
09.09.23 – Austrália – Geórgia – 35-15
10.09.23 – P. Gales – I. Fiji – 32-26
16.09.23 – P. Gales – Portugal
17.09.23 – Austrália – I. Fiji
23.09.23 – Geórgia – Portugal
24.09.23 – P. Gales – Austrália
30.09.23 – I. Fiji – Geórgia
01.10.23 – Austrália – Portugal
07.10.23 – P. Gales – Geórgia
08.10.23 – I. Fiji – Portugal
1º Austrália e P. Gales, 5; 3º I. Fiji, 2; 4º Portugal, 0; 5º Geórgia, 0
Grupo D
09.09.23 – Inglaterra – Argentina – 27-10
10.09.23 – Japão – Chile – 42-12
16.09.23 – Samoa – Chile
17.09.23 – Inglaterra – Japão
22.09.23 – Argentina – Samoa
23.09.23 – Inglaterra – Chile
28.09.23 – Japão – Samoa
30.09.23 – Argentina – Chile
07.10.23 – Inglaterra – Samoa
08.10.23 – Japão – Argentina
1º Japão, 5; 2º Inglaterra, 4; 3º Samoa, 0; 4º Argentina e Chile, 0
Eslováquia – Portugal (Europeu 2024 – Qualif.)
Martin Dúbravka, Peter Pekarík, Denis Vavro, Milan Škriniar, Dávid Hancko, Juraj Kucka (75m – László Bénes), Stanislav Lobotka (83m – Patrik Hrošovský), Ondrej Duda, Ivan Schranz (63m – Tomáš Suslov), Róbert Polievka (63m – Róbert Boženík) e Lukáš Haraslín (83m – Dávid Ďuriš)
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Rúben Dias, António Silva, João Cancelo (62m – Nélson Semedo), João Palhinha, Bruno Fernandes, Vítor Ferreira “Vitinha” (62m – Otávio), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e Rafael Leão (62m – Pedro Neto)
0-1 – Bruno Fernandes – 43m
Cartões amarelos – Ivan Schranz (35m) e Ondrej Duda (53m); Cristiano Ronaldo (62m)
Árbitro – Glenn Nyberg (Suécia)
Este era, teoricamente, o jogo mais difícil desta fase de qualificação. Tendo sido superado com êxito, atingindo-se um “record” histórico de cinco vitórias em cinco jogos, com 15-0 no agregado de golos, a selecção portuguesa tem – cumprida que está apenas a primeira metade deste apuramento – praticamente garantida a presença na fase final, do próximo ano, na Alemanha.
Uma vez mais o resultado parece ter sido bem melhor que a exibição, com a equipa da Eslováquia a começar por mostrar-se aguerrida, pressionando logo à saída do meio-campo de Portugal, que denotava dificuldades em dar fluidez ao seu jogo ofensivo.
A formação da casa criaria mesmo algumas situações de perigo, em especial, já a findar a primeira parte, com um remate ao poste. Sucedeu tal imediatamente antes do que viria a ser o único golo da partida: em dia de aniversário (29 anos) Bruno Fernandes teve (e ofereceu) uma bela prenda, com um remate cruzado, sem hipótese de defesa para Dúbravka, na sequência de uma boa arrancada.
Em termos psicológicos e motivacionais o ascendente passara para o lado de Portugal. No segundo tempo, sem ter criado grandes oportunidades para ampliar a vantagem, a equipa nacional começou, gradualmente, a privilegiar o controlo do jogo… e do tempo.
Ainda assim, não evitaria mais um susto, pouco antes da hora de jogo, com um remate de Schranz, a sair ao lado da baliza de Diogo Costa. Até final, pese embora a formação da casa não tenha baixado os braços, o resultado não se alteraria.
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 5 5 - - 15 - 0 15 2º Eslováquia 5 3 1 1 5 - 2 10 3º Luxemburgo 5 3 1 1 7 - 7 10 4º Bósnia-Herzegovina 5 2 - 3 5 - 8 6 5º Islândia 5 1 - 4 9 - 9 3 6º Liechtenstein 5 - - 5 1 -16 -
5ª jornada
08.09.2023 – Bósnia-Herzegovina – Liechtenstein – 2-1
08.09.2023 – Eslováquia – Portugal – 0-1
08.09.2023 – Luxemburgo – Islândia – 3-1
Liga Conferência Europa – 2023-24 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Lille Gent Dinamo Zagreb Club Brugge Slovan Bratisl. M. Tel Aviv Viktoria Plzeň Bodø/Glimt Olimpija Ljub. Zorya Luhansk Astana Beşiktaş KÍ Klaksvík Breiðablik Ballkani Lugano Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H AZ Alkmaar Ferencváros E. Frankfurt Fenerbahçe Aston Villa Fiorentina PAOK Ludogorets Legia Warsaw Genk HJK Helsinki Spartak Trnava Zrinjski Mostar Čukarički Aberdeen Nordsjælland
A primeira jornada disputa-se no próximo dia 21 de Setembro, estando agendado para 14 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Conferência Europa desta temporada disputa-se no “Agia Sophia Stadium”, em Atenas, Grécia, prevista para 29 de Maio de 2024.
As equipas do AZ Alkmaar, Gent e Slovan Bratislava são as únicas três totalistas, que marcam presença, pela terceira temporada sucessiva, na fase de grupos desta nova competição europeia, introduzida pela UEFA há duas épocas. Ballkani, Fiorentina repetem também a participação da época passada.
Liga Europa – 2023-24 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D West Ham Ajax Rangers Atalanta Olympiacos Marseille Betis Sporting Freiburg Brighton Sparta Praha Sturm Graz Bačka Topola AEK Aris Limassol Raków Częst. Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Liverpool Villarreal Roma B. Leverkusen LASK Rennes Slavia Praha Qarabağ U. St.-Gilloise Maccabi Haifa Sheriff Tir. Molde Toulouse Panathinaikos Servette BK Häcken
A primeira jornada disputa-se no próximo dia 21 de Setembro, estando agendado para 14 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no “Aviva Stadium”, em Dublin, Irlanda, prevista para 22 de Maio de 2024.
As equipas do Betis, Freiburg, Olympiacos, Qarabağ, Roma, Sheriff Tiraspol, Stade Rennais, Sturm Graz e Union Saint-Gilloise repetem a participação na fase de Grupos da Liga Europa da época passada.
Liga dos Campeões – 2023-24 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Bayern München Sevilla Napoli Benfica Man. United Arsenal Real Madrid Inter København PSV Eindhoven Sp. Braga Salzburg Galatasaray Lens Union Berlin Real Sociedad Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Feyenoord P. St.-Germain Man. City Barcelona At. Madrid B. Dortmund RB Leipzig FC Porto Lazio AC Milan Crvena zvezda Sh. Donetsk Celtic Newcastle Young Boys Royal Antwerp
A primeira jornada está agendada para os próximos dias 19 e 20 de Setembro, estando previsto para 12 e 13 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada é prevista disputar-se no “Wembley Stadium”, em Londres, Inglaterra, a 1 de Junho de 2024.
AC Milan, At. Madrid, Barcelona, Bayern München, Benfica, Borussia Dortmund, Celtic, FC Porto, FC Salzburg, Inter, København, Manchester City, Napoli, Paris Saint-Germain, RB Leipzig, Real Madrid, Sevilla e Shakhtar Donetsk são os 18 clubes que repetem a participação na fase de Grupos da Liga dos Campeões da época passada.
Jonas Vingegaard bisa vitória “Tour de France”
Ao contrário do registado no ano anterior, esta edição do “Tour” foi completamente dominada pelo dinamarquês Jonas Vingegaard, que repete, desta feita com significativa vantagem, o triunfo do ano passado.
O esloveno Tadej Pogačar, que vencera as duas edições precedentes da prova, repete igualmente o 2.º lugar da edição anterior.
Por seu lado, Adam Yates apresenta importante progresso, saltando do 10.º posto de 2022 para um lugar no pódio (3.º), imediatamente à frente… do seu irmão gémeo Simon Yates.
David Gaudu foi o outro ciclista (para além dos três do pódio) a repetir uma posição no “top 10”, mas, neste caso, tendo baixado do 4.º ao 9.º posto.
O português Nélson Oliveira, que tinha sido 52.º classificado no ano anterior, termina, desta vez, a prova… na 53.ª posição – depois de ter sido também já 55.º em 2020 e 47.º em 2015, numa demonstração de grande regularidade ao longo dos anos. O Campeão do Mundo de 2013, Rui Costa, já a aproximar-se dos 37 anos, foi o outro português a completar a prova deste ano.
Classificação geral final:
1.º Jonas Vingegaard (Dinamarca) – Jumbo – Visma – 82h 05′ 42”
2.º Tadej Pogačar (Eslovénia) – UAE Team Emirates – a 07′ 29”
3.º Adam Yates (Grã-Bretanha) – UAE Team Emirates – a 10′ 56”
4.º Simon Yates (Grã-Bretanha) – Team Jayco AlUla – a 12′ 23”
5.º Carlos Rodríguez Cano (Espanha) – Ineos Grenadiers – a 13′ 17”
6.º Pello Bilbao López (Espanha) – Bahrain Victorious – a 13′ 27”
7.º Jai Hindley (Austrália) – Bora – Hansgrohe – a 14′ 44”
8.º Felix Gall (Áustria) – AG2R Citroën Team – a 16′ 09”
9.º David Gaudu (França) – Groupama – FDJ – a 23′ 08”
10.º Guillaume Martin (França) – Cofidis – a 26′ 30”
…
53.º Nelson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 3h 08′ 26”
67.º Rui Costa (Portugal) – Intermarché-Circus-Wanty – a 3h 37′ 57”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:
- 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
- 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017)
- 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955) e Greg Lemond (1986, 1989 e 1990)
- 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984), Alberto Contador (2007 e 2009), Tadej Pogačar (2020 e 2021) e Jonas Vingegaard (2022 e 2023);
- 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018) e Egan Bernal (2019) .
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 2023 – Final
Final – Espanha – Portugal – 4-2
3.º / 4.º lugar – Itália – França – 3-3 (5-5 a.p.) (4-3 g.p.)
5.º / 6.º lugar – Suíça – Alemanha – 3-0
7.º / 8.º lugar – Inglaterra – Andorra – 4-3
Num jogo que começou por ser repartido, a Espanha chegou à vantagem a meio da primeira parte (12 minutos), não tendo o marcador voltado a funcionar nesses 25 minutos iniciais.
Porém, na retoma do encontro, após o intervalo, com mais dois golos em menos de 30 segundos (na viragem do quinto para o sexto minuto), ampliando a contagem para 3-0, a selecção espanhola praticamente sentenciou esta final, não obstante faltasse ainda bastante tempo de jogo.
A equipa portuguesa ainda animaria, reduzindo para 1-3 logo ao 7.º minuto do segundo tempo, mas, a partir daí, não conseguiria disfarçar a ansiedade em querer chegar a novo golo o mais rapidamente possível, o que lhe retirou algum discernimento no ataque. Por seu lado, os espanhóis iam gerindo o jogo, sempre à espreita de poder aproveitar o adiantamento contrário para voltar a marcar.
Faltavam seis minutos e meio quando Portugal – com Gonçalo Alves a bisar – marcou o segundo golo, passando a desvantagem a ser tangencial. Parecia estarmos no bom caminho para nova e sensacional recuperação.
Contudo, seria “sol de (muito) pouca dura”: apenas 24 segundos volvidos, outra vez na conversão de um livre directo (tal como sucedera no 3-0), a Espanha repunha a diferença de dois golos (também com dois bis, de Marc Grau e de Marc Julià) e confirmava a vitória nesta final.
Numa análise mais “a frio”, o aproveitamento dos lances de bola parada acabou por revelar-se decisivo (dois golos na sequência de livre directo e outro em “power-play”; face a um livre directo falhado, aquando da 10.ª falta da Espanha), mas a verdade é que o desafio ficou inevitavelmente condicionado pelo facto de Portugal ter andado sempre a correr “atrás do prejuízo”, o que permitiu à formação da casa uma abordagem ao jogo mais conveniente para as suas cores.
Nas 55 edições do Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – que teve a sua estreia em 1926 em Herne Bay (Inglaterra) – Portugal continua a ser o país que mais vezes se sagrou Campeão (21), seguido, cada vez mais de perto, pela Espanha (19), Inglaterra (12 – nas doze primeiras edições, até 1939) e Itália (3).
Para além dos 21 títulos conquistados (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1959, 1961, 1963, 1965, 1967, 1971, 1973, 1975, 1977, 1987, 1992, 1994, 1996, 1998 e 2016), Portugal foi vice-campeão por 15 vezes (1951, 1953, 1954, 1957, 1969, 1979, 1981, 1983, 2000, 2002, 2008, 2010, 2012, 2018 e 2023), e 3.º classificado noutras 10 ocasiões (1936, 1937, 1939, 1955, 1985, 1990, 2004, 2006, 2014 e 2021); apenas por duas vezes tendo ficado em 4.º lugar (1932 e 1938).
Nas 50 edições em que participou (falhou as quatro primeiras, de 1926 a 1929 – tendo-se estreado em 1930 –, assim como a 8.ª, em 1934), somente em 1930 e 1931 (6.º classificado nas duas ocasiões) Portugal não alcançou um lugar de honra.
Campeão 2.º 3.º 4.º Total Portugal 21 15 10 2 48 Espanha 19 16 6 2 43 Inglaterra 12 1 - 2 15 Itália 3 12 24 8 47 França - 6 3 7 16 Suíça - 2 4 12 18 Alemanha - 2 4 10 16 Bélgica - 1 1 5 7 Holanda - - 4 6 10
Nota – Na edição de 2021 do Campeonato da Europa, foi decidido atribuir o 3.º lugar, “ex aequo”, às selecções de Portugal e da Itália.
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 1/2 finais
Meias-finais
Portugal – França – 5-2
Espanha – Itália – 4-4 (4-4 a.p.) (3-0 g.p.)
Apuramento do 5.º ao 8.º lugar
Suíça – Inglaterra – 2-1
Andorra – Alemanha – 0-2



