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Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Galatasaray – Manchester United – 3-3
Bayern München – København – 0-0

1º Bayern München, 13; 2º København e Galatasaray, 5; 4º Manchester United, 4

Grupo B
Arsenal – Lens – 6-0
Sevilla – PSV Eindhoven – 2-3

1º Arsenal, 12; 2º PSV Eindhoven, 8; 3º Lens, 5; 4º Sevilla, 2

Grupo C
Sp. Braga – Union Berlin – 1-1
Real Madrid – Napoli – 4-2

1º Real Madrid, 15; 2º Napoli, 7; 3º Sp. Braga, 4; 4º Union Berlin, 2

Grupo D
Real Sociedad – FC Salzburg – 0-0
Benfica – Inter – 3-3

1º Real Sociedad e Inter, 11; 3º FC Salzburg, 4; 4º Benfica, 1

Grupo E
Feyenoord – At. Madrid – 1-3
Lazio – Celtic – 2-0

1º At. Madrid, 11; 2º Lazio, 10; 3º Feyenoord, 6; 4º Celtic, 1

Grupo F
AC Milan – Borussia Dortmund – 1-3
Paris Saint-Germain – Newcastle – 1-1

1º Borussia Dortmund, 10; 2º Paris Saint-Germain, 7; 3º Newcastle e AC Milan, 5

Grupo G
Manchester City – RB Leipzig – 3-2
Young Boys – Crvena zvezda – 2-0

1º Manchester City, 15; 2º RB Leipzig, 9; 3º Young Boys, 4; 4º Crvena zvezda, 1

Grupo H
Shakhtar Donetsk – Royal Antwerp – 1-0
Barcelona – FC Porto – 2-1

1º Barcelona, 12; 2º FC Porto e Shakhtar Donetsk, 9; 4º Royal Antwerp, 0

Bayern München, Arsenal, PSV Eindhoven, Real Madrid, Real Sociedad, Inter, At. Madrid, Lazio, Borussia Dortmund, Manchester City, RB Leipzig e Barcelona garantiram já o apuramento para os 1/8 de final.

As quatro vagas restantes serão disputadas, respectivamente, entre: København, Galatasaray e Manchester United; Napoli e Sp. Braga; Paris Saint-Germain, Newcastle e AC Milan; FC Porto e Shakhtar Donetsk.

29 Novembro, 2023 at 11:01 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Benfica – Inter

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Fredrik Aursnes, António Silva, Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, Florentino Luís (79m – Orkun Kökçü), João Neves, Ángel Di María (89m – Tomás Araújo), Rafael “Rafa” Silva (90m – Tiago Gouveia), João Mário (90m – Francisco “Chiquinho” Machado) e Casper Tengstedt (79m – Petar Musa)

InterInter – Emil Audero, Yann Bisseck, Stefan de Vrij (77m – Federico Dimarco), Francesco Acerbi, Matteo Darmian (67m – Juan Cuadrado), Davide Frattesi, Kristjan Asllani, Davy Klaassen (67m – Nicolò Barella), Carlos Augusto, Marko Arnautović (67m – Marcus Thuram) e Alexis Sánchez (79m – Lautaro Martínez)

1-0 – João Mário – 5m
2-0 – João Mário – 13m
3-0 – João Mário – 34m
3-1 – Marko Arnautović – 51m
3-2 – Davide Frattesi – 58m
3-3 – Alexis Sánchez (pen.) – 72m

Cartões amarelos – João Mário (72m) e Felipe Silva “Morato” (78m); Juan Cuadrado (76m)

Cartão vermelho – António Silva (84m)

Árbitro – Andris Treimanis (Letónia)

Do dia para a noite. De uma exibição luminosa para (mais) uma actuação sombria.

Com um início fulgurante, intenso e, sobretudo, de grande objectividade, o Benfica surpreendeu tudo e todos – podendo conjecturar-se que terá começado por tirar partido do facto de o Inter ter feito rodar, em relação ao jogo da primeira volta, nada menos de dez (!) titulares (o defesa central Acerbi foi o único a alinhar de início nos dois encontros).

Com o entendimento entre a dupla Tengstedt e João Mário a revelar um (raro e, de certo modo, estranho) nível de perfeição (até porque foi o avançado a, por três vezes, “assistir” o médio, para um inaudito “hat-trick”), atingindo plena eficácia ofensiva, com Florentino e João Neves a proporcionar segurança no meio-campo, a equipa portuguesa, que praticamente entrara a ganhar, parecia ter a vitória “no bolso”, com pouco mais de meia hora jogada.

Esse terá sido um dos “pecados” nesta noite: primeiro, por um lado, ter-se-á acreditado, demasiado cedo, que o jogo estava “finito”; depois, num contraponto típico do “8 ou 80”, também cedo demais (logo após ter sofrido o 3-1), de imediato se deixou impor implacável dúvida e instalarem-se ameaçadores “fantasmas”. E, não obstante, o quarto golo até esteve perto de chegar…

O pior foi que, pela quarta vez nesta edição da “Liga dos Campeões” (tal como sucedera em casa, ante o Salzburg, em Milão, e em San Sebastián), o Benfica voltou a ter um monumental “apagão”, de cerca de meia hora, em que, positivamente, andou à deriva, incapaz de suster a forma ágil como a turma italiana explorava as alas.

Simone Inzaghi terá dado uma “dura” aos seus jogadores ao intervalo, que vieram para a segunda parte com disposição radicalmente distinta; e, por curiosidade, a recuperação do 0-3 até ao 3-3, operada em apenas vinte minutos, seria, em larga medida, obra desses “reservistas”.

Quando o técnico italiano apostou na “artilharia pesada” (Cuadrado, Barella e Thuram tinham entrado em campo cinco minutos antes do tento do empate), recorrendo ainda a Dimarco e a Lautaro Martínez, numa deliberada aposta em busca da vitória, o completar da reviravolta que, então, se projectava pudesse ocorrer, acabou por não se concretizar.

Reduzido a dez elementos aos 84 minutos, o Benfica teria de jogar ainda cerca de um quarto de hora em inferioridade numérica, unindo-se, então, de forma brava e solidária, para, pelo menos preservar o empate. Teria ainda oportunidade para poder chegar à vitória, mas sofreria grande “calafrio”, com um remate (de Barella) a embater no poste da baliza de Trubin.

Muito passivo no banco, transmitindo a imagem de não confiar nos “reforços”, Roger Schmidt foi adiando, até ao limite, qualquer substituição, acabando, numa mera táctica de “queimar tempo”, a fazer entrar Chiquinho e Tiago Gouveia ao minuto 90+9! Contrariamente ao que o público pedia (arriscar), privilegiou-se manter em aberto a possibilidade (que subsiste de probabilidade remota) de vir ainda a chegar à Liga Europa, o que implicaria vencer em Salzburgo por dois golos de diferença.

Schmidt volta a lamentar as falhas de arbitragem – e é claro que, nos quatro jogos disputados frente ao Inter, em todos eles houve situações que deixaram grandes dúvidas, sempre em prejuízo do Benfica –, reclamando uma falta no lance que origina o 3-2, do “penalty” (em jogada também precedida de óbvia falta sobre João Neves) que proporcionou o 3-3, e da exagerada expulsão de António Silva, mas terá, principalmente, em focar-se em procurar corrigir o que, de algum modo, será controlável, que são os erros próprios.

Numa campanha europeia de muitos equívocos, o Benfica terá tido de contentar-se com o mínimo dos mínimos, por ora, o evitar a repetição dos zero pontos de há seis épocas.

29 Novembro, 2023 at 11:00 pm Deixe um comentário

Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – 2023

Em mais uma edição, sem “grande história”, do Mundial de Fórmula 1, Max Verstappen, exercendo supremacia esmagadora, sagrou-se tri-campeão mundial, estabelecendo um novo record, de 19 vitórias numa temporada (em que se destacam dois ciclos, um de dez triunfos consecutivos, e outro de sete, a fechar o ano)!

Dos 22 Grandes Prémios desta época, a Red Bull deixou escapar a vitória apenas num deles, em Singapura, onde Carlos Sainz terminou no 1.º lugar; por seu lado, Sergio Pérez, tal como conseguira no ano anterior, voltou a vencer duas provas (Arábia Saudita e Azerbaijão, ambas no início da temporada, respectivamente na 2.ª e na 4.ª corrida).

Classificação Final do Mundial de Pilotos:

Max Verstappen (Países Baixos) – Red Bull Racing Honda RBPT – 575
2º Sergio Pérez (México) – Red Bull Racing Honda RBPT – 285
3º Lewis Hamilton (Grã-Bretanha) – Mercedes – 234
4º Fernando Alonso (Espanha) – Aston Martin Aramco-Mercedes – 206
5º Charles Leclerc (Mónaco) – Ferrari – 206
6º Lando Norris (Grã-Bretanha) – McLaren-Mercedes – 205
7º Carlos Sainz (Espanha) – Ferrari – 200
8º George Russell (Grã-Bretanha) – Mercedes – 175
9º Oscar Piastri (Austrália) – McLaren-Mercedes – 97
10º Lance Stroll (Canadá) – Aston Martin Aramco-Mercedes  – 74
11º Pierre Gasly (França) – Alpine-Renault – 62
12º Esteban Ocon (França) – Alpine-Renault – 58
13º Alexander Albon (Tailândia) – Williams-Mercedes – 27
14º Yuki Tsunoda (Japão) – Alphatauri Honda RBPT – 17
15º Valtteri Bottas (Finlândia) – Alfa Romeo-Ferrari – 10
16º Nico Hulkenberg (Alemanha) – Haas-Ferrari – 9
17º Daniel Ricciardo (Austrália) – Alphatauri Honda RBPT – 6
18º Zhou Guanyu (China) – Alfa Romeo-Ferrari – 6
19º Kevin Magnussen (Dinamarca) – Haas-Ferrari – 3
20º Liam Lawson (N. Zelândia) – Alphatauri Honda RBPT – 2
21º Logan Sargeant (EUA) – Williams-Mercedes – 1

Não pontuou o piloto Nyck De Vries (Países Baixos – Alphatauri Honda RBPT).

Classificação do Mundial de Construtores:

1º Red Bull Racing Honda RBPT – 860
2º Mercedes – 409
3º Ferrari – 406
4º McLaren-Mercedes – 302
5º Aston Martin Aramco-Mercedes – 280
6º Alpine-Renault – 120
7º Williams-Mercedes – 28
8º Alphatauri Honda RBPT – 25
9º Alfa Romeo-Ferrari – 16
10º Haas-Ferrari – 12

É o seguinte o palmarés de Campeões do Mundo:

  • 7 títulos – Michael Schumacher (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004) e Lewis Hamilton (2008, 2014, 2015, 2017, 2018, 2019, 2020);
  • 5 títulos – Juan Manuel Fangio (1951, 1954, 1955, 1956, 1957);
  • 4 títulos – Alain Prost (1985, 1986, 1989, 1993) e Sebastien Vettel (2010, 2011, 2012, 2013);
  • 3 títulos – Jack Brabham (1959, 1960, 1966), Jackie Stewart (1969, 1971, 1973), Niki Lauda (1975, 1977, 1984), Nelson Piquet (1981, 1983, 1987), Ayrton Senna (1988, 1990, 1991) e Max Verstappen (2021, 2022, 2023);
  • 2 títulos – Alberto Ascari (1952, 1953), Graham Hill (1962, 1968), Jim Clark (1963, 1965), Emerson Fittipaldi (1972, 1974), Mika Häkkinen (1998, 1999) e Fernando Alonso (2005, 2006);
  • 1 título – Giuseppe Farina (1950), Mike Hawthorn (1958), Phil Hill (1961), John Surtees (1964), Denis Hulme (1967), Jochen Rindt (1970), James Hunt (1976), Mario Andretti (1978), Jody Scheckter (1979), Alan Jones (1980), Keke Rosberg (1982), Nigel Mansell (1992), Damon Hill (1996), Jacques Villeneuve (1997), Kimi Räikkönen (2007), Jenson Button (2009) e Nico Rosberg (2016).

26 Novembro, 2023 at 8:52 pm Deixe um comentário

Europeu 2024 – Qualificação – Classificações finais


(clicar na imagem para ampliar)

Garantiram o apuramento para a fase final do “EURO 2024” as seguintes selecções (duas primeiras classificadas de cada Grupo): Espanha, França, Inglaterra, Turquia, Albânia, Bélgica, Hungria, Dinamarca, Roménia e Portugal; Escócia, Países Baixos, Itália, Croácia, R. Checa, Áustria, Sérvia, Eslovénia, Suíça e Eslováquia – que se juntam à selecção do país organizador, Alemanha.

As restantes três vagas serão disputadas pelas equipas que, não tendo sido apuradas, haviam tido melhor desempenho nas várias divisões da “Liga das Nações”, repartidas em três vias:

Play-off A – Polónia-Estónia; e País de Gales-Finlândia/Ucrânia/Islândia
Play-off B – Israel-Ucrânia/Islândia; e Bósnia-Herzegovina-Finlândia/Ucrânia
Play-off C – Geórgia-Luxemburgo; e Grécia-Cazaquistão

22 Novembro, 2023 at 12:48 am Deixe um comentário

Portugal – Islândia (Europeu 2024 – Qualif.)

Portugal – Diogo Costa, João Mário Lopes (62m – Raphaël Guerreiro), Rúben Dias, Gonçalo Inácio, João Cancelo (87m – João Neves), Otávio (75m – Vítor Ferreira “Vitinha”), João Palhinha, Bruno Fernandes, Bernardo Silva (62m – Ricardo Horta), Cristiano Ronaldo e João Félix (87m – Armindo Na Bangna “Bruma”)

Islândia Hákon Rafn Valdimarsson, Hjörtur Hermannsson, Sverrir Ingason, Guðlaugur Victor Pálsson, Guðmundur Þórarinsson, Arnór Sigurðsson, Ísak Bergmann Jóhannesson (62m – Arnór Ingvi Traustason), Willum Þór Willumsson (62m – Mikael Egill Ellertsson), Jón Dagur Þorsteinsson (62m – Andri Lucas Guðjohnsen), Jóhann Guðmundsson e Alfreð Finnbogason (45m – Orri Steinn Óskarsson)

1-0 – Bruno Fernandes – 37m
2-0 – Ricardo Horta – 66m

Cartões amarelos – João Félix (84m) e João Palhinha (54m); Ísak Bergmann Jóhannesson (28m), Jón Dagur Þorsteinsson (32m), Willum Þór Willumsson (46m) e Jóhann Guðmundsson (54m)

Árbitro – Anastasios Papapetrou (Grécia)

Consumou-se o fantástico registo de dez vitórias em dez jogos desta fase de apuramento para o “EURO 2024”, com Portugal a ser, para além da única selecção que conseguiu o pleno de triunfos (um registo que o seu seleccionador, Roberto Martínez, bisa, depois de o ter alcançado já, na edição anterior, então ao serviço da Bélgica), também a equipa que mais golos marcou (total de 36, à excelente média de 3,6 golos/jogo – também um “record” nacional em fases de qualificação), e, igualmente a menos batida (apenas dois golos sofridos, ambos frente à Eslováquia)!

Quanto ao jogo, o desfecho foi precisamente igual (2-0) ao obtido no Liechstentein, mas esta foi uma partida de contornos distintos, frente a um opositor que, pese embora tenha terminado num modesto 4.º lugar, surpreendentemente relegada pelo Luxemburgo, tem alguma valia, mostrando-se organizado dentro de campo.

Num jogo disputado em ambiente de festa, com um Estádio de Alvalade predisposto a aplaudir o fantástico desempenho da selecção nacional, a equipa portuguesa realizou boa exibição, com momentos em que chegou a atingir algum brilho, com Bruno Fernandes, sempre pendular ao longo de toda esta fase de qualificação, em destaque, a pautar o jogo, bem acompanhado por Bernardo Silva e João Félix.

Ainda cedo na partida, de que, desde início, Portugal assumira o controlo, Otávio começaria por rematar à trave. De alguma forma inesperadamente, a Islândia apresentava-se algo atrevida, não se limitando a remeter-se a uma defensiva porfiada.

Mas a turma portuguesa não permitiria grandes veleidades, desbobinando o seu futebol, surgindo inúmeras vezes no último terço do terreno, criando lances de perigo.

Seria o próprio Bruno Fernandes a desbloquear o jogo, com um golo de notável execução técnica, a dar a melhor sequência a um passe “açucarado” de Bernardo Silva.

Após esse tento, colocando Portugal em vantagem, a toada do encontro não se alteraria de forma relevante, sendo o 2-0 o corolário para o domínio exercido, colocando um ponto final na missão, cumprida com imponência, da nossa selecção.

A Islândia, que, a espaços, procurara quebrar o ritmo de jogo, então já sem nada a perder, arriscaria, procurando avançar no terreno, aproximando-se da área de Diogo Costa, mas, efectivamente, sem criar qualquer soberana ocasião para marcar.

Portugal, que garantira o objectivo primordial, do apuramento, já há vários jogos – quando restavam ainda três jornadas por disputar – confirmava também outro importante objectivo, o de uma qualificação “perfeita” em termos pontuais, como nunca antes alcançara!

Com uma selecção recheada de opções de alto nível para qualquer das posições do “onze”, os dados estão lançados para uma promissora fase final.

GRUPO J                Jg     V     E     D       G      Pt
1º Portugal            10    10     -     -    36 - 2    30
2º Eslováquia          10     7     1     2    17 - 8    22
3º Luxemburgo          10     5     2     3    13 -19    17
4º Islândia            10     3     1     6    17 -16    10
5º Bósnia-Herzegovina  10     3     -     7     9 -20     9
6º Liechtenstein       10     -     -    10     1 -28     -

10ª jornada

19.11.2023 – Bósnia-Herzegovina – Eslováquia – 1-2
19.11.2023 – Liechtenstein – Luxemburgo – 0-1
19.11.2023 – Portugal – Islândia – 2-0

(mais…)

19 Novembro, 2023 at 10:44 pm Deixe um comentário

Liechtenstein – Portugal (Europeu 2024 – Qualif.)

Liechtenstein Liechtenstein – Benjamin Büchel, Andreas Malin, Sandro Wieser, Lars Traber, Niklas Beck (63m – Liam Kranz), Simon Lüchinger (45m – Livio Meier), Marcel Büchel, Aron Sele (77m – Jens Hofer), Maximilian “Max” Göppel, Julien Hasler (63m – Philipp Ospelt) e Dennis Salanović (90m – Martin Marxer)

Portugal – José Sá, João Cancelo (87m – João Mário Lopes), António Silva, Tote “Toti” Gomes, Bernardo Silva (60m – Ricardo Horta), Bruno Fernandes (67m – Vítor Ferreira “Vitinha”), Rúben Neves, Diogo Jota, Cristiano Ronaldo (67m – Armindo Na Bangna “Bruma”), João Félix (87m – João Neves) e Gonçalo Ramos

0-1 – Cristiano Ronaldo – 46m
0-2 – João Cancelo – 57m

Cartões amarelos – Simon Lüchinger (24m); Diogo Jota (90m)

Árbitro – Mohammed Al-Hakim (Suécia)

Defrontando uma das mais débeis selecções da Europa, Roberto Martínez permitiu-se aproveitar este jogo para ensaiar várias experiências, as quais, em bom rigor, não só não deram mostras de funcionar – perante um lote de jogadores inevitavelmente sem as necessárias rotinas de jogo, entre si –, como se tem dificuldade em vislumbrar contra que tipo de adversários poderiam ter utilidade, no contexto da próxima fase final desta competição.

Foi, pois, uma equipa em serviços mínimos, que possibilitou ao Liechtenstein (com uma média superior a três golos sofridos por jogo, à entrada para este encontro) a “proeza” de chegar ao intervalo ainda com a sua baliza inviolada…

Claro, Portugal dominara por completo, no primeiro tempo, e até fizera uma quantidade apreciável de remates, nenhum deles materializado em golo, tendo tido, aliás, apenas duas oportunidades efectivas, por Rúben Neves e Gonçalo Ramos. A prova provada que alinhar com vários “avançados” (juntando, no mesmo “onze”, Diogo Jota, Cristiano Ronaldo, João Félix e Gonçalo Ramos) nem sempre será a melhor receita para chegar ao golo.

Necessariamente alertada ao intervalo, a equipa nacional surgiria, para a segunda metade, mais focada e objectiva, tendo Cristiano Ronaldo começado por rematar aos ferros da baliza contrária, ainda antes de, logo no minuto inicial, inaugurar o marcador. Estava, enfim, quebrada a resistência dos visitados, e, claro, bem encaminhada a 9.ª vitória consecutiva para Portugal.

Até porque não demoraria a chegar o “golo da confirmação”, apenas cerca de dez minutos volvidos, com João Cancelo em evidência, a criar e a finalizar este lance.

“Surpresa das surpresas”: o Liechtenstein – que, até agora, marcou um único golo nesta fase de apuramento, na Bósnia – esteve à beira de reduzir a desvantagem, não fora o guardião José Sá (a par de Toti Gomes e de João Mário, estreantes na selecção principal), salvaguardando a sua baliza, ter negado tal possibilidade a Salanović, que lhe surgia isolado.

Até final, pouco mais haveria para assinalar, tendo começado já a contagem decrescente para o derradeiro jogo, em busca de um inédito pleno de vitórias.

GRUPO J                Jg     V     E     D       G      Pt
1º Portugal             9     9     -     -    34 - 2    27
2º Eslováquia           9     6     1     2    15 - 7    19
3º Luxemburgo           9     4     2     3    12 -19    14
4º Islândia             9     3     1     5    17 -14    10
5º Bósnia-Herzegovina   9     3     -     6     8 -18     9
6º Liechtenstein        9     -     -     9     1 -27     -

Ainda com uma ronda por disputar, Portugal e Eslováquia garantiram já o apuramento para a fase final do EURO 2024.

9ª jornada

16.11.2023 – Eslováquia – Islândia – 4-2
16.11.2023 – Liechtenstein – Portugal – 0-2
16.11.2023 – Luxemburgo – Bósnia-Herzegovina – 4-1

(mais…)

16 Novembro, 2023 at 10:44 pm Deixe um comentário

Liga Conferência Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Slovan Bratislava – Lille – 1-1
Olimpija Ljubljana – KÍ Klaksvík – 2-0

1º Lille, 8; 2º Slovan Bratislava, 7; 3º KÍ Klaksvík, 4; 4º Olimpija Ljubljana, 3

Grupo B
Breiðablik – Gent – 2-3
Zorya Luhansk – Maccabi Tel-Aviv – 1-3

1º Gent, 10; 2º Maccabi Tel-Aviv, 9; 3º Zorya Luhansk, 4; 4º Breiðablik, 0

Grupo C
Astana – Ballkani – 0-0
Viktoria Plzeň – Dinamo Zagreb – 1-0

1º Viktoria Plzeň, 12; 2º Ballkani e Astana, 4; 4º Dinamo Zagreb, 3

Grupo D
Club Brugge – Lugano – 2-0
Beşiktaş – Bodø/Glimt – 1-2

1º Club Brugge, 10; 2º Bodø/Glimt, 7; 3º Lugano, 4; 4º Beşiktaş, 1

Grupo E
Aston Villa – AZ Alkmaar – 2-1
Legia Warszawa – Zrinjski Mostar – 2-0

1º Aston Villa e Legia Warszawa, 9; 3º Zrinjski Mostar e AZ Alkmaar, 3

Grupo F
Ferencvárosi – Genk – 1-1
Čukarički – Fiorentina – 0-1

1º Fiorentina, 8; 2º Ferencvárosi e Genk, 6; 4º Čukarički, 0

Grupo G
HJK Helsinki – Eintracht Frankfurt – 0-1
PAOK – Aberdeen – 2-2

1º PAOK, 10; 2º Eintracht Frankfurt, 9; 3º Aberdeen, 2; 4º HJK Helsinki, 1

Grupo H
Ludogorets – Fenerbahçe – 2-0
Nordsjælland – Spartak Trnava – 1-1

1º Fenerbahçe, 9; 2º Nordsjælland, 7; 3º Ludogorets, 6; 4º Spartak Trnava, 1

O Viktoria Plzeň foi a primeira equipa a garantir, ainda com duas rondas por disputar, o apuramento para os 1/8 de final.

9 Novembro, 2023 at 11:02 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
West Ham – Olympiacos – 1-0
Freiburg – Bačka Topola – 5-0

1º Freiburg e West Ham, 9; 3º Olympiacos, 4; 4º Bačka Topola, 1

Grupo B
AEK – O. Marseille – 0-2
Ajax – Brighton – 0-2

1º O. Marseille, 8; 2º Brighton, 7; 3º AEK, 4; 4º Ajax, 2

Grupo C
Rangers – Sparta Praha – 2-1
Betis – Aris Limassol – 4-1

1º Betis, 9; 2º Rangers, 7; 3º Sparta Praha, 4; 4º Aris Limassol, 3

Grupo D
Atalanta – Sturm Graz – 1-0
Sporting – Raków Czestochowa – 2-1

1º Atalanta, 10; 2º Sporting, 7; 3º Sturm Graz, 4; 4º Raków Czestochowa, 1

Grupo E
LASK – Union Saint-Gilloise – 3-0
Toulouse – Liverpool – 3-2

1º Liverpool, 9; 2º Toulouse, 7; 3º Union Saint-Gilloise, 4; 4º LASK, 3

Grupo F
Maccabi Haifa – Villarreal – 1-2
Stade Rennais – Panathinaikos – 3-1

1º Stade Rennais, 9; 2º Villarreal, 7; 3º Panathinaikos, 4; 4º Maccabi Haifa, 2

Grupo G
Slavia Praha – Roma – 2-0
Servette – Sheriff Tiraspol – 2-1

1º Slavia Praha e Roma, 9; 3º Servette, 4; 4º Sheriff Tiraspol, 1

Grupo H
BK Häcken – Molde – 1-3
Qarabağ – Bayer Leverkusen – 0-1

1º Bayer Leverkusen, 12; 2º Molde e Qarabağ, 6; 4º BK Häcken, 0

O Bayer Leverkusen foi a primeira equipa a garantir, ainda com duas rondas por disputar, o apuramento para os 1/8 de final.

9 Novembro, 2023 at 11:01 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Bayern München – Galatasaray – 2-1
København – Manchester United – 4-3

1º Bayern München, 12; 2º København e Galatasaray, 4; 4º Manchester United, 3

Grupo B
Arsenal – Sevilla – 2-0
PSV Eindhoven – Lens – 1-0

1º Arsenal, 9; 2º Lens e PSV Eindhoven, 5; 4º Sevilla, 2

Grupo C
Real Madrid – Sp. Braga – 3-0
Napoli – Union Berlin – 1-1

1º Real Madrid, 12; 2º Napoli, 7; 3º Sp. Braga, 3; 4º Union Berlin, 1

Grupo D
FC Salzburg – Inter – 0-1
Real Sociedad – Benfica – 3-1

1º Real Sociedad e Inter, 10; 3º FC Salzburg, 3; 4º Benfica, 0

Grupo E
Lazio – Feyenoord – 1-0
At. Madrid – Celtic – 6-0

1º At. Madrid, 8; 2º Lazio, 7; 3º Feyenoord, 6; 4º Celtic, 1

Grupo F
AC Milan – Paris Saint-Germain – 2-1
Borussia Dortmund – Newcastle – 2-0

1º Borussia Dortmund, 7; 2º Paris Saint-Germain, 6; 3º AC Milan, 5; 4º Newcastle, 4

Grupo G
Crvena zvezda – RB Leipzig – 1-2
Manchester City – Young Boys – 3-0

1º Manchester City, 12; 2º RB Leipzig, 9; 3º Crvena zvezda e Young Boys, 1

Grupo H
Shakhtar Donetsk – Barcelona – 1-0
FC Porto – Royal Antwerp – 2-0

1º FC Porto e Barcelona, 9; 3º Shakhtar Donetsk, 6; 4º Royal Antwerp, 0

Bayern München, Real Madrid, Real Sociedad, Inter, Manchester City e RB Leipzig garantiram já – ainda com duas jornadas por disputar – o apuramento para os 1/8 de final.

8 Novembro, 2023 at 10:07 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Real Sociedad – Benfica

Real Sociedad – Alejandro “Álex” Remiro, Aritz Elustondo (86m – Álvaro Odriozola), Igor Zubeldia, Robin Le Normand, Aihen Muñoz, Brais Méndez (70m – Beñat Turrientes), Martín Zubimendi, Mikel Merino, Takefusa Kubo (70m – Carlos Fernández), Ander Barrenetxea (78m – Arsen Zakharyan) e Mikel Oyarzabal

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, António Silva, Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, João Neves, Florentino Luís (31m – David Jurásek), João Mário (85m – Francisco “Chiquinho” Machado), Fredrik Aursnes, Ángel Di María (85m – Casper Tengstedt), Rafael “Rafa” Silva (85m – Gonçalo Guedes) e Arthur Cabral (64m – Petar Musa)

1-0 – Mikel Merino – 6m
2-0 – Mikel Oyarzabal – 11m
3-0 – Ander Barrenetxea – 21m
3-1 – Rafael “Rafa” Silva – 49m

Cartões amarelos – Ander Barrenetxea (63m) e Carlos Fernández (86m); Florentino Luís (20m)

Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)

A exibição do Benfica esta tarde/noite em San Sebastián foi, pelo menos durante a meia hora inicial, um verdadeiro descalabro, com a equipa completamente perdida dentro de campo, à mercê de um adversário que, ainda assim, foi perdulário.

O problema é que esta situação não é nova nesta temporada: já assim sucedera no jogo de estreia, frente ao Salzburg, e, também em Milão, frente ao Inter. Sendo que, desta feita, ficou bem mais evidente que soluções improvisadas, não rotinadas, nem trabalhadas, ou porventura, nem sequer devidamente testadas, são meio caminho andado para o desastre.

Com Morato adaptado a lateral esquerdo, numa rara defesa a três, e João Neves, numa posição híbrida, entre lateral direito e ala, o Benfica ensaiava ainda o posicionamento das suas peças em campo, quando, logo ao sexto minuto, a Real Sociedad inaugurava o marcador.

Com um grupo que faz do colectivo a sua maior força, em flagrante contraponto com o mostrado pelo Benfica nesta partida, com os seus jogadores a saberem perfeitamente o que fazer dentro de campo, com uma fluidez como se “jogassem de olhos fechados”, aproveitando o desnorte contrário, os visitados rapidamente ampliariam a contagem.

Se é que subsistiam ainda, antes do desafio começar, algumas aspirações da parte da formação portuguesa, a verdade é que o assunto “Champions” ficava arrumado para o Benfica, em pouco mais de dez minutos…

Pouco depois (ao minuto 15), outra vez a bola introduzida na baliza de Trubin, desta vez num lance invalidado pelo “VAR”. Mas seria apenas o adiar do 3-0, que surgiria mesmo, num lance de bela execução técnica de Barrenetxea, apenas com 21 minutos jogados!

Para se aquilatar do “terror” que o Benfica viveu durante essa meia hora, a equipa da casa desperdiçaria ainda uma grande penalidade (aos 29 minutos), por Brais Méndez… tendo tido, entretanto, um outro “golo” invalidado.

Roger Schmidt, a ver a devastação que os seus comandados iam sentindo, foi forçado a rectificar, em ordem a procurar minimizar os danos, fazendo sair, estavam decorridos apenas 31 minutos, Florentino, de forma a colocar em campo um defesa lateral, Jurásek.

O jogo de alguma forma “estabilizaria”, com a Real Sociedad também a perceber que não havia necessidade de manter tão alta rotação.

Na segunda parte o Benfica teve uma boa entrada, com um golo (que seria o de “honra”) logo ao quarto minuto, a dar algum ânimo. Mas, na realidade, nunca deu a sensação de que pudesse ter capacidade para, sequer, colocar o resultado em dúvida, podendo, aliás, os donos da casa ter ainda chegado ao golo de novo.

Com a turma basca praticamente a limitar-se a gerir a vantagem e o tempo durante a segunda metade, o Benfica acabou por escapar ao que, a certa altura, se temeu pudesse ser uma das maiores goleadas sofridas na sua história, tendo acabado por atenuar o impacto da derrota, com um resultado deveras lisonjeiro.

Ainda com duas jornadas por disputar, acumulando quatro desaires em outros tantos jogos disputados, tendo-se, enfim, estreado a marcar na presente edição da prova, o Benfica está já virtualmente afastado da “Liga dos Campeões”, mais não podendo, nesta altura, que sonhar com o 3.º lugar do grupo, ainda assim, um objectivo que, por ora, parece longínquo (na medida em que implicará, necessariamente, ganhar em Salzburgo; e, excepto se conseguisse, na próxima ronda, reduzir o diferencial de três pontos, ganhar por mais de dois golos!).

8 Novembro, 2023 at 8:38 pm Deixe um comentário

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