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Haile Gebrselassie – Record mundial Maratona

(foto Reuters/Johannes Eisele)
O atleta etíope Haile Gebrselassie (35 anos) obteve hoje nova melhor marca mundial na prova da Maratona, com o tempo de 2h 03m 59s, quebrando pela primeira vez na história a barreira das duas horas e quatro minutos, na corrida hoje disputada em Berlim – suplantando o seu anterior registo de 2:04:26 – batendo os quenianos James Kwambai (2:05:36) e Charles Kamathi (2:07:48).
Vuelta – Classificação Final
Depois da vitória no “Tour de France” do ano passado – de cuja participação na edição deste ano se viu arredado, pelo facto de a sua equipa não ter sido admitida na prova – e no “Giro” de Itália, já na presente temporada, o espanhol Alberto Contador confirma-se como o melhor ciclista mundial da actualidade, ao triunfar hoje na “Vuelta” a Espanha.
Ao vencer as três provas mais importantes do calendário da modalidade, Alberto Contador alcança assim – aos 25 anos, contando somente 2 presenças no “Tour” e uma única participação no “Giro” e na “Vuelta” -, a proeza anteriormente apenas realizada pelos franceses Jacques Anquetil e Bernard Hinault, pelo belga Eddy Merckx e pelo italiano Felice Gimondi.
Os ciclistas espanhóis (com Carlos Sastre a arrebatar a vitória no “Tour”) dominam o pelotão velocipédico, acumulando os sucessos nas três principais provas internacionais com o título de Campeão Olímpico (conquistado por Samuel Sanchez).
A nível de equipas, a Astana – onde milita o ciclista português Sérgio Paulinho, com um bom desempenho nesta prova – garantiu as duas primeiras posições na tabela individual. Classificação final da prova:
1. Alberto Contador – Espanha (Astana), 80:40:08
2. Levi Leipheimer – EUA (Astana), a 00:00:46
3. Carlos Sastre – Espanha (CSC), a 00:04:12
4. Ezequiel Mosquera – Espanha (Xacobeo – Galicia), a 00:05:19
5. Alejandro Valverde – Espanha (Caisse d´Epargne), a 00:06:00
6. Joaquin Rodriguez – Espanha (Caisse d´Epargne), a 00:06:50
7. Robert Gesink – Holanda (Rabobank), a 00:06:55
8. David Moncoutie – França (Cofidis), a 00:10:10
9. Egoi Martinez – Espanha (Euskaltel – Euskadi), a 00:10:57
10. Marzio Bruseghin – Itália (Lampre), a 00:11:56
…
26. Sérgio Paulinho – Portugal (Astana), a 00:41:43
Taça UEFA – 1ª eliminatória (1ª mão)
Numa partida algo atípica – em que o jogo nº 300 nas provas europeias não teve o desfecho desejado -, perante um adversário que não é, hoje por hoje, uma equipa de topo do futebol italiano, nem, por maioria de razão, do futebol europeu, o Benfica acaba de ser derrotado, com alguma naturalidade, pelo Napoli, por 3-2.
Com uma equipa ainda em formação, inexperiente, denotando alguma falta de confiança nas suas capacidades, evidenciando debilidades a defender, com momentos de desconcentração irreparáveis, muito dificilmente o Benfica poderá ultrapassar esta eliminatória (para o que, paradoxalmente, lhe bastaria vencer na Luz, pela margem mínima, por 1-0 ou 2-1).
No encontro desta noite, o Benfica começou por ter dois momentos felizes: ainda antes dos 5 minutos, com uma soberba intervenção de Quim, a evitar com muita classe que uma excelente jogada individual do adversário, deambulando pela defesa, culminasse em golo; logo aos 16 minutos, com Suazo a estrear-se a marcar, colocando a equipa portuguesa em vantagem.
Para, nos três minutos imediatos, com falhas dificilmente aceitáveis, sofrer dois golos, passando de uma situação de privilégio na eliminatória a uma posição de derrota.
Até final da primeira parte, praticamente mais não seria visto o futebol do Benfica, com o Napoli a tomar conta do jogo, impelindo o adversário a remeter-se a uma posição de passividade.
Com o terceiro golo da equipa italiana quando estavam apenas jogados 9 minutos do segundo tempo (com a bola a ressaltar no corpo de Léo, traindo Quim, num lance infeliz), receou-se que o conjunto português se desmoronasse; o golo de Luisão 5 minutos decorridos permitiria alimentar a ilusão… que poderia ser ainda maior se se tivesse concretizado o 3-3 numa jogada confusa na área napolitana em que, desta feita, a sorte não esteve com o Benfica.
A concluir, uma referência inevitável ao incompreensível critério disciplinar do árbitro, poupando alguns cartões amarelos (e, talvez, um vermelho, numa jogada de que Suazo não se recomporia até final do jogo) à equipa italiana.
Napoli – Navarro, Santacroce, Cannavaro, Contini, Maggio, Blasi (45m – Pazienza), Walter Gargano, Hamšík (75m – Piá), Vitale, Denis (66m – Zalayeta), Lavezzi
Benfica – Quim, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, Léo, Urreta (45m – Balboa), Carlos Martins (55m – Katsouranis), Yebda, Di María (63m – Nuno Gomes), Reyes e Suazo
0-1 – Suazo – 16m
1-1 – Vitale – 18m
2-1 – Denis – 19m
3-1 – Maggio – 54m
3-2 – Luisão – 59m
Cartões amarelos – Blasi (32m); Carlos Martins (41m)
Árbitro – Bjorn Kuipers (Holanda)
Resultados das equipas portuguesas nesta 1ª mão da 1ª eliminatória da Taça UEFA:
Napoli – Benfica – 3-2
Portsmouth – Guimarães – 2-0
Braga – Artmedia – 4-0
Setúbal – Heerenveen – 1-1
Marítimo – Valencia – 0-1
Liga dos Campeões – 1ª Jornada
Grupo A
Chelsea – Bordeaux – 4-0
Roma – CFR Cluj – 1-2
Grupo B
Panathinaikos – Inter – 0-2
Werder Bremen – Anorthosis Famagusta – 0-0
Grupo C
Basel – Shakhtar Donetsk – 1-2
Barcelona – Sporting – 3-1
Grupo D
PSV Eindhoven – Atlético Madrid – 0-3
Marseille – Liverpool – 1-2
Grupo E
Manchester United – Villarreal – 0-0
Celtic – AaB Aalborg – 0-0
Grupo F
Steaua Bucureşti – Bayern Munchen – 0-1
Lyon – Fiorentina – 2-2
Grupo G
FC Porto – Fenerbahçe – 3-1
Dynamo Kyiv – Arsenal – 1-1
Grupo H
Juventus – Zenit St. Petersburg – 1-0
Real Madrid – BATE Borisov – 2-0
7ª medalha para Portugal nos Jogos Paralímpicos
João Martins conquistou hoje a 7ª medalha para Portugal nos Jogos Paralímpicos, ao concluir na 3ª posição a prova de natação de 50m costas (S1). Os atletas portugueses obtiveram, nas provas até agora realizadas – e quando falta apenas disputar a Maratona -, 1 medalha de ouro, 4 de prata e 2 de bronze.
4ª medalha de prata nos Jogos Paralímpicos
Depois das 5 medalhas na modalidade de boccia (3 das quais de prata), Luís Gonçalves obteve hoje também a medalha de prata na prova de 400 metros T12 (amblíopes) dos Jogos Paralímpicos. Portugal soma agora um total de 6 medalhas: 1 de ouro, 4 de prata e 1 de bronze.
Mais 2 medalhas para Portugal nos Jogos Paralímpicos (Act.)
Depois das medalhas de ouro e prata conquistadas por João Paulo Fernandes e António Marques nas provas individuais de boccia dos Jogos Paralímpicos, os atletas portugueses obtiveram hoje mais uma medalha de prata e outra de bronze, na mesma modalidade (respectivamente em BC4, pela dupla Bruno Valentim e Fernando Pereira, e em BC3, por intermédio de Armando Costa, Mário Peixoto e Eunice Raimundo).
Portugal passa assim a somar um total de 4 medalhas: 1 de ouro, 2 de prata e 1 de bronze.
P. S. Portugal acaba de aumentar o seu pecúlio nestes Jogos Paralímpicos para 5 medalhas (3 de prata), com o 2º lugar por equipas na prova de boccia BC1/BC2, sendo a equipa portuguesa formada por Cristina Gonçalves, Fernando Ferreira, João Paulo Fernandes e António Marques.
Portugal – Dinamarca (Mundial 2010 – Qualif.)
Inexplicável e incompreensível!
Ou como “deitar 3 pontos pela janela”, com a agravante de reverterem em favor de um adversário directo na luta pelo apuramento para o Mundial.
Com uma boa exibição, particularmente numa primeira parte disputada a ritmo intenso (depois das ameaças da Dinamarca logo nos minutos iniciais), a equipa portuguesa desperdiçaria, ao longo de todo o encontro, diversas oportunidades “escandalosas” de golo (pelo menos 3 ou 4, por Simão, Nani, Danny e Nuno Gomes!).
Pior ainda quando, à desinspiração dos avançados portugueses, se somou a desconcentração defensiva… e a eficácia dinamarquesa, em flagrante contraponto com a produtividade portuguesa.
Quando – depois de não ter aproveitado as referidas soberanas ocasiões para sentenciar o desfecho do encontro -, e a apenas 6 minutos do fim, a Dinamarca empatou a partida, a sensação foi de um “déjà-vu” (tal como acontecera nos jogos em casa com a Polónia e a Sérvia no apuramento para o EURO).
Contudo, e não obstante ter ainda beneficiado de uma grande penalidade praticamente no lance imediato, repondo a vantagem, essa sensação seria largamente superada: a vencer aos 90 minutos, Portugal conseguiria perder o jogo! Deco, pelo que jogou e pelo que fez jogar, não merecia esta traição.
Um encontro com muitos ensinamentos a retirar; em alta competição não é aceitável ser tão pouco eficaz na concretização… tal como não se podem facultar espaços na zona defensiva.
Para além da derrota da equipa portuguesa, nos outros jogos do Grupo, a Albânia venceu Malta por esclarecedores 3-0, tendo a Suécia vencido a Hungria por 2-1. Albânia, Dinamarca e Suécia somam agora 4 pontos, face a 3 de Portugal, 1 da Hungria, com Malta ainda a zero.
Na jornada de hoje, destaque maior para a surpreendente vitória do Luxemburgo na Suíça (2-1), para a robusta vitória da Inglaterra na Croácia (4-1 – desforrando-se da derrota que ditara o seu afastamento da Fase Final do EURO 2008), para o empate imposto pela Finlândia à Alemanha (3-3, com os três golos da Alemanha, marcados por Miroslav Klose), nova vitória da Lituânia (frente à Áustria, por 2-0), a vitória da Grécia na Letónia (2-0), a França com uma vitória sofrida perante a Sérvia (2-1), para além da goleada da Bósnia-Herzegovina à Estónia (7-0).
Grécia, Espanha, Inglaterra, Itália… e Lituânia são as únicas selecções a somar duas vitórias nesta dupla jornada inaugural.
Portugal – Quim, Bosingwa, Pepe, Ricardo Carvalho, Paulo Ferreira, Raul Meireles, Maniche, Deco, Nani (88m – João Moutinho), Simão Sabrosa (72m – Danny) e Hugo Almeida (72m – Nuno Gomes)
Dinamarca – Stephan Andersen, Christian Poulsen, Martin Laursen, Daniel Agger, Leon Andreasen (88m – Martin Bernburg), Lars Jacobsen (45m – Michael Silberbauer), Daniel Jensen, Peter Lovenkrands (71m – Jomas Borring), Jon Dahl Tomasson, Dennis Rommedahl e Nicklas Bendtner
1-0 – Nani – 42m
1-1 – Nicklas Bendtner – 84m
2-1 – Deco – 86m (g.p.)
2-2 – Christian Poulsen – 90m
2-3 – Daniel Jensen – 92m
Cartões amarelos – Nani (56m) e Danny (79m); Jon Dahl Tomasson (77m)
Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)
Jogos Paralímpicos – Primeiras medalhas para Portugal
João Paulo Fernandes e António Marques, que se defrontaram na Final do Torneio de Boccia (BC1) dos Jogos Paralímpicos, conquistaram as primeiras medalhas para Portugal neste evento: uma medalha de ouro para João Paulo Fernandes (revalidando o título já conquistado em Atenas, em 2004) e uma medalha de prata para António Marques.
40 Years at the U.S. Open – 5ª vitória de Federer
No dia em que o suíço Roger Federer (nº 2 do ranking mundial) vence pela 5ª vez consecutiva o US Open, ao bater na Final o escocês Andy Murray (nº 6), por 3-0, com os parciais de 6-2 / 7-5 / 6-2 (34ª vitória consecutiva em Flushing Meadows!), alcançando o seu 13º Torneio do Grand Slam, The New York Times oferece-nos em infografia uma viagem por 40 anos deste torneio de ténis.



