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Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Schalke 04 – Benfica
Schalke 04 – Manuel Neuer, Atsuto Uchida (58m – Hans Sarpei), Kyriakos Papadopoulos, Christoph Metzelder, Lukas Schmitz, Jefferson Farfán, Joel Matip, Ivan Rakitic (66m – Jermaine Jones), José Manuel Jurado (78m – Peer Kluge), Klaas-Jan Huntelaar e Raúl González
Benfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Nico Gaitán (46m – Eduardo Salvio), Carlos Martins, Fábio Coentrão, Javier Saviola (63m – Pablo Aimar) e Óscar Cardozo (71m – Alan Kardec)
1-0 – Jefferson Farfán – 73m
2-0 – Klaas-Jan Huntelaar – 85m
Cartões amarelos – Atsuto Uchida (57m) e Jefferson Farfán (62m); Nico Gaitán (45m), Salvio (49m) e Javi García (56m)
Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)
Escudado na vitória alcançada na ronda inaugural da prova, e perante um adversário intranquilo face ao péssimo arranque de campeonato na Alemanha, o Benfica iniciou o jogo com determinação, em busca do golo, que não conseguiria concretizar, não obstante algumas oportunidades criadas, logo aos 2 minutos (Cardozo), e, novamente, aos 13 minutos (Saviola), para além de ter beneficiado de dois pontapés de canto consecutivos (7 minutos).
Contudo, depois de uma fase inicial de domínio benfiquista, pressionando o adversário e não concedendo espaços, por volta dos 20 minutos o Schalke começou a equilibrar o jogo. Até final da primeira metade não haveria grandes ocasiões a assinalar, à excepção de um remate de Raúl ao poste, com Roberto a defender superiormente a recarga de Rakitic.
No recomeço, nova boa entrada da equipa portuguesa, com duas jogadas de ataque nos minutos iniciais, com Salvio a dinamizar o sector ofensivo… seria, porém, “sol de pouca dura”.
Aproveitando uma falha de César Peixoto, não conseguindo o corte de cabeça, a equipa alemã colocar-se-ia em vantagem, com um remate cruzado, sem hipóteses para o guarda-redes benfiquista. Logo aí se percebeu que dificilmente o Benfica teria a capacidade de reacção necessária.
Já na fase derradeira do encontro, e depois de Cardozo ter saído lesionado, o Schalke dilataria mesmo a vantagem, com um segundo golo, por intermédio de Huntelaar, que, para já, veio desequilibrar as contas da classificação do Grupo a favor dos alemães.
Megalomania
Presidente da Federação Portuguesa de Futebol desde 1996, Gilberto Madaíl teve a felicidade de contar com uma geração de talentosos jogadores para – potenciando os seus sucessos desportivos, consubstanciados nas qualificações para a Fase Final dos Europeus de 2000 e 2008 e dos Mundiais de 2002, 2006 e 2010 – se afirmar no dirigismo desportivo.
Determinado e ambicioso, teve um papel importante no impulsionar das candidaturas à organização do Europeu 2004 e, de forma mais surpreendente, ao Mundial de 2018.
As suas tendências megalómanas começaram por ser vincadas com a contratação de Luiz Felipe Scolari – que acabara de se sagrar Campeão Mundial – para seleccionador nacional, entre 2003 e 2008, o qual, sendo um técnico sofrível, teve o mérito de aproveitar o trabalho que anteriormente havia sido desenvolvido (por Carlos Queiroz e sua equipa, nas camadas jovens, e por José Mourinho, no FC Porto, consecutivamente vencedor da Taça UEFA e da Liga dos Campeões, nos anos de 2003 e 2004), incentivando um forte espírito de grupo, culminado com o atingir da Final do Euro 2004 e das 1/2 Finais do Mundial 2006.
Terminada a era Scolari, Madaíl “não se ficou por menos”: não se poupou a esforços para contratar Carlos Queiroz, então conceituado pela posição ocupada no Manchester United – visto como sucessor de Sir Alex Ferguson -, cometendo porém um erro que lhe viria a ser fatal, a excessiva extensão do contrato celebrado (4 anos), que conduziu às peripécias conhecidas, que culminaram na sua demissão por alegada justa causa (decorrida apenas metade do período contratual), que bem cara poderá vir a sair aos cofres da Federação.
Numa incrível e desesperada “fuga para a frente”, Gilberto Madaíl coloca agora José Mourinho – e, ao mesmo tempo, e, a par com o técnico português, ambos colocam também Florentino Pérez -, numa posição muito desconfortável, que não deveria nunca ter sucedido: Madaíl foi a Madrid aliciar um profissional com contrato (obviamente de exclusividade!) com o Real Madrid, para – qual homem providencial ou “salvador da pátria” – se ausentar durante cerca de 10 dias, de forma a poder orientar a selecção nacional em dois jogos de apuramento para o Europeu de 2012, a disputar nos próximos dias 8 e 12 de Outubro.
Inacreditável!
Em meu entendimento, Mourinho não deveria sequer ter permitido esperanças a Madaíl. Diplomaticamente, deveria ter deixado claro de forma definitiva que o seu projecto profissional actual não é compatível com aventuras desta índole. Ao deixar a porta “entreaberta” – justificando-se com o seu patriotismo, disponibilizando-se a “custo zero” -, empurrando a decisão para o Presidente do clube que representa, coloca sobre ele uma pressão injustificável, ao mesmo tempo que, inevitavelmente, não deixa de se fragilizar como profissional perante a sua actual entidade patronal (o que, mais tarde, não deixará de lhe ser cobrado, caso as coisas não lhe corram bem no clube).
Mesmo se admitíssemos que, hipoteticamente, a ideia de Madaíl tivesse alguma base lógica ou racional (ele próprio a apresentou como uma iniciativa “emocional”!…) – o que, como afirmo, não me parece ser, de todo, o caso – surge óbvio que, uma vez mais, o presidente da Federação tem um erro crasso: antes de chegar à fala com Mourinho, impunha-se o entendimento prévio com o Real Madrid (a autorização do clube para que se abordasse o técnico).
A seguir o desenvolvimento desta verdadeira epopeia…
Liga Europa (1ª Jornada)
Grupo C
Lille – Sporting – 1-2
Levski – Gent – 3-2
1º Levski e Sporting, 3; 3º Gent e Lille, 0
Grupo L
Beşiktaş – CSKA Sofia – 1-0
FC Porto – Rapid Wien – 3-0
1º FC Porto e Beşiktaş, 3; 3º CSKA Sofia e Rapid Wien, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Twente – Inter – 2-2
Werder Bremen – Tottenham – 2-2
1º Inter, Tottenham, Twente e Werder Bremen, 1
Grupo B
Lyon – Schalke – 1-0
Benfica – Hapoel Tel-Aviv – 2-0
1º Benfica e Lyon, 3; 3º Schalke e Hapoel Tel-Aviv, 0
Grupo C
Manchester United – Glasgow Rangers – 0-0
Bursaspor – Valencia – 0-4
1º Valencia, 3; 2º Glasgow Rangers e Manchester United, 1; 4º Bursaspor, 0
Grupo D
Barcelona – Panathinaikos – 5-1
Kobenhavn – Rubin Kazan – 1-0
1º Barcelona e Kobenhavn, 3; 3º Rubin Kazan e Panathinaikos, 0
Grupo E
Bayern – Roma – 2-0
CFR Cluj – Basel – 2-1
1º Bayern e CFR Cluj, 3; 3º Basel e Roma, 0
Grupo F
Marseille – Spartak Moskva – 0-1
Zilina – Chelsea – 1-4
1º Chelsea e Spartak Moskva, 3; 3º Marseille e Zilina, 0
Grupo G
Real Madrid – Ajax – 2-0
AC Milan – Auxerre – 2-0
1º AC Milan e Real Madrid, 3; 3º Ajax e Auxerre, 0
Grupo H
Arsenal – Braga – 6-0
Shakhtar Donetsk – Partizan – 1-0
1º Arsenal e Shakhtar Donetsk, 3; 3º Partizan e Braga, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Hapoel Tel-Aviv
Benfica – Roberto, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Carlos Martins, Pablo Aimar (71m – Airton), Nico Gaitán (57m – Maxi Pereira), Javier Saviola (87m – César Peixoto) e Óscar Cardozo
Hapoel Tel-Aviv – Vincent Enyeama, Dani Bondarv, Douglas da Silva, Bevan Fransman (74m – Valeed Badier), Dedi Ben-Dayan, Romain Rocchi (61m – Yossi Schivhon), Avihai Yadin, Gil Vermouth, Eran Zahavi, Ben Sahar (58m – Toto Tamuz) e Itay Shechter
1-0 – Luisão – 21m
2-0 – Óscar Cardozo – 68m
Cartões amarelos – Shechter (22m) e Dedi Ben-Dayan (60m)
Árbitro – Aleksei Nikolaev (Rússia)
No regresso à Liga dos Campeões, três anos após a sua última participação, recebendo a equipa com menos credenciais do Grupo – não obstante o bom desempenho realizado pelos israelitas na época passada na Liga Europa -, o Benfica entrou em campo com a disposição de assumir a iniciativa de jogo, em busca da vitória.
Contudo, após uma primeira fase de jogo algo morno, o Benfica tinha já passado por alguns sustos, inclusivamente com um jogador da equipa de Israel a ser tocado em plena grande área por Luisão, quando, estavam decorridos 21 minutos, o defesa central, instalado na área adversária, deu a melhor sequência a um cruzamento de Carlos Martins, com um bom pontapé.
A vencer, o Benfica continuaria a ser, ao longo do tempo de jogo, a equipa com maior propensão ofensiva, embora sempre numa toada algo prudente, com o Hapoel a jogar também numa estratégia de risco mínimo.
Na sequência de um falhanço de Óscar Cardozo, o avançado benfiquista começaria a ouvir alguns apupos, o que o levaria – poucos minutos depois, ao conseguir, com facilidade, empurrar a bola para a baliza, consumando o segundo golo da equipa portuguesa – a fazer um gesto com o indicador sobre a boca, mandando calar os adeptos… o que acabaria por gerar uma ampla vaga de assobios.
A partir do segundo golo, o Benfica soltou-se, o jogo abriu e houve mais algumas ocasiões de perigo, principalmente na área da equipa de Israel, mas, também, numa ou noutra ocasião, próximo da baliza de Roberto. Não obstante, com o ritmo de jogo intervalado pelas substituições, o resultado acabaria por não sofrer alteração.
Sem deslumbrar, uma entrada segura, com o “pé direito”, do Benfica, nesta fase de Grupos da Liga dos Campeões.
Campeonato da Europa Hóquei em Patins – Final
Final – Espanha – Portugal – 8-2
3º / 4º lugar – França – Alemanha – 1-1 (2-1 g.p.)
5º / 6º lugar – Itália – Suíça – 4-2
7º / 8º lugar – Inglaterra – Áustria – 8-3
A Espanha sagrou-se hoje hexa-campeã da Europa, infligindo uma pesada derrota à selecção de Portugal, a qual não revelou argumentos para contrariar a superioridade espanhola, que rapidamente chegou a 3-0, conseguindo ainda a equipa portuguesa, dirigida por Rui Neto, reduzir para 2-3; contudo, um quarto tento a fechar a primeira parte praticamente decidiu a contenda. No segundo tempo, arriscando em busca do golo, Portugal veria a marca ser sucessivamente ampliada, atingindo uma expressão categórica.
Pedro Gil, Josep Ordeig e Jordi Bargalló, com dois golos cada, Marc Torra e Jordi Adroher foram os marcadores pela Espanha, tendo Ricardo Barreiros e André Azevedo marcado por Portugal. O português Ricardo Oliveira (“Caio”) sagrou-se melhor marcador da prova, com 14 golos, seguido de Luís Viana com 11 e de Reinaldo Ventura e Pedro Gil (Espanha), ambos com 9 tentos.
Nas 49 edições da prova, Portugal sagrou-se Campeão da Europa por 20 vezes (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1959, 1961, 1963, 1965, 1967, 1971, 1973, 1975, 1977, 1987, 1992, 1994, 1996 e 1998); a Espanha conta agora com 15 títulos (1951, 1954, 1955, 1957, 1969, 1979, 1981, 1983, 1985, 2000, 2002, 2004, 2006, 2008 e 2010); a Inglaterra foi Campeã por 12 vezes, nas 12 edições iniciais da competição (1926, 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1934, 1936, 1937, 1938 e 1939); e, por fim, a Itália foi 2 vezes Campeã Europeia (1953 e 1990).
A selecção de Portugal – marcando presença ininterrupta no pódio há mais de 70 anos, proeza porventura única a nível de qualquer modalidade desportiva – conseguiu alcançar já 42 lugares de honra: para além dos 20 títulos de Campeão da Europa, foi vice-campeã europeia por 12 vezes (1951, 1953, 1954, 1957, 1969, 1979, 1981, 1983, 2000, 2002, 2008 e 2010); classificou-se em 3º lugar em 8 ocasiões (1936, 1937, 1939, 1955, 1985, 1990, 2004 e 2006); quedando-se na 4ª posição apenas por 2 vezes (1932 e 1938).
Somente nas duas participações iniciais (1930 e 1931) a selecção nacional não obteve um dos lugares de honra, tendo concluído essas provas, respectivamente, em 5º e 6º lugar. Portugal apenas falhou a presença em 5 edições do campeonato europeu (1926, 1927, 1928, 1929 e 1934).
Campeonato Europa Hóquei Patins – 1/2 Finais
1/2 Finais
10.09.2010 – Espanha – França – 4-0
10.09.2010 – Alemanha – Portugal – 1-6
Apuramento do 5º ao 8º lugar
10.09.2010 – Inglaterra – Itália – 3-5
10.09.2010 – Suíça – Áustria – 4-1
Portugal e Espanha voltam a encontrar-se em mais uma Final de um Campeonato da Europa de Hóquei em Patins, depois de terem amplamente dominado e vencido com goleadas todos os jogos disputados.
Na partida de hoje, Portugal repetiu – ampliando mesmo a margem – a vitória de anteontem frente à equipa da casa, num jogo que fica marcado pela 100ª internacionalização e pelo 100º golo de Reinaldo Ventura ao serviço da selecção principal.
A equipa portuguesa, derrotada pela margem mínima no Mundial de 2009 (1-2, nas 1/2 Finais) e no Europeu de 2008 (0-1, na Final), tentará amanhã interromper a série de 5 títulos consecutivos da selecção espanhola.
Campeonato Europa Hóquei Patins – 1/4 Final
09.09.2010 – Suíça – Alemanha – 0-2
09.09.2010 – Espanha – Inglaterra – 11-1
09.09.2010 – França – Itália – 3-2 (a.p. – 2-2 no final do tempo regulamentar)
09.09.2010 – Áustria – Portugal – 0-23
Depois de duas surpresas nestes jogos dos 1/4 Final – com as vitórias da Alemanha (beneficiando também do facto de jogar em «casa») e da França -, e da estrondosa goleada infligida pela selecção portuguesa à equipa austríaca, nas 1/2 Finais, a disputar amanhã, defrontam-se: Espanha-França e Alemanha-Portugal.
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins
Grupo A
06.09.2010 – França – Suíça – 0-8
06.09.2010 – Espanha – Áustria – 14-0
07.09.2010 – Suíça – Áustria – 5-1
07.09.2010 – Espanha – França – 5-0
08.09.2010 – França – Áustria – 9-0
08.09.2010 – Espanha – Suíça – 8-0
1º Espanha, 9; 2º Suíça, 6; 3º França, 3; 4º Áustria, 0
Grupo B
05.09.2010 – Alemanha – Inglaterra – 6-3
06.09.2010 – Portugal – Itália – 4-1
07.09.2010 – Alemanha – Itália – 3-3
07.09.2010 – Inglaterra – Portugal – 1-14
08.09.2010 – Itália – Inglaterra – 5-2
08.09.2010 – Alemanha – Portugal – 1-5
1º Portugal, 9; 2º Itália, 4; 3º Alemanha, 4; 4º Inglaterra, 0
É o seguinte o alinhamento das partidas dos 1/4 Final, a disputar amanhã, em Wuppertal, na Alemanha: Espanha-Inglaterra, Suíça-Alemanha, França-Itália e Áustria-Portugal.
Noruega – Portugal (Euro-2012 – Qualif.)
Noruega – Jon Knudsen, Tom Hogli, Brede Hangeland, Kjetil Waehler (28m – Vadim Devidov), Espen Ruud, Bjorn Helge Riise, Henning Hauger, Christian Grindheim (86m – Ruben Yttergard Jenssen), Erik Huseklepp, Morten Gamst Pedersen e John Carew (38m – Mohammed Abdellaoue)
Portugal – Eduardo, Sílvio, Bruno Alves, Ricardo Carvalho, Miguel Veloso, Manuel Fernandes, Raul Meireles, Tiago (72m – Danny), Quaresma (84m – Liédson), Nani e Hugo Almeida
1-0 – Erik Huseklepp – 21m
Cartões amarelos – Bjorn Helge Riise (75m); Raul Meireles (60m) e Hugo Almeida (90m)
Árbitro – Laurent Duhamel (França)
Parecendo querer entrar em campo com uma disposição que permitisse rectificar a má imagem e o mau resultado da passada sexta-feira, Portugal acabaria por “entregar o ouro ao bandido”, numa infelicidade de Eduardo, a jogar deficientemente com o pé, deixando-se antecipar por um adversário, ressaltando a bola para outro jogador norueguês, com a baliza escancarada, fazer o golo.
Acusando o toque, a equipa portuguesa passaria uma fase de algum desnorte, não conseguindo, em toda a primeira parte, criar qualquer efectiva oportunidade de golo.
A abrir a segunda parte, em apenas cinco minutos a Noruega disporia de duas ocasiões de grande perigo, com a bola a cruzar toda a zona de baliza e a sair junto ao poste. Pareciam mais próximo do golo os noruegueses que os portugueses…
Sem que seja claro de quem é actualmente a responsabilidade da orientação da equipa e das opções tácticas (do suspenso Carlos Queiroz ou do seu adjunto Agostinho Oliveira), é difícil compreender que – frente à Noruega, país cujo campeonato tem um calendário diferente, com os jogadores a chegarem a esta fase da época muito mais rodados – Portugal actue com elementos praticamente sem minutos de jogo nas suas equipas, e, naturalmente, sem ritmo competitivo, casos do trio da zona nevrálgica do meio-campo: Manuel Fernandes, Raul Meireles e Tiago. Assim como não é fácil de entender a demora nas substituições, sem que sequer tenham sido esgotadas as três possibilidades disponíveis…
A equipa portuguesa deu sempre a sensação de estar a jogar em inferioridade numérica, perdendo a maior parte das “segundas bolas”.
Seria já em desespero, com bolas bombeadas para a área, que Portugal tentaria ainda chegar ao empate, que, de facto, não fez por merecer.
Cedendo pontos preciosos nesta jornada dupla inaugural, Portugal começa a não ter “margem de erro”, pelo que o próximo confronto, contra a Dinamarca, se revela decisivo, sendo a vitória obrigatória…
GRUPO H Jg V E D G Pt 1º Noruega 2 2 - - 3- 1 6 2º Dinamarca 1 1 - - 1- 0 3 3º Chipre 1 - 1 - 4- 4 1 4º Portugal 2 - 1 1 4- 5 1 5º Islândia 2 - - 2 1- 3 -
2ª jornada
07.09.10 – Dinamarca – Islândia – 1-0
07.09.10 – Noruega – Portugal – 1-0



