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Liga Europa – 1/8 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Lazio - Viktoria Plzeň 1-1 2-1 3-2 Olympiacos - Bodø/Glimt 2-1 0-3 2-4 Eintracht Frankfurt - Ajax 4-1 2-1 6-2 Tottenham - AZ Alkmaar 3-1 0-1 3-2 Athletic Bilbao - AS Roma 3-1 1-2 4-3 Rangers - Fenerbahçe 0-2 (3-2gp) 3-1 3-3 Ol. Lyonnais - FCSB 4-0 3-1 7-1 Manchester United - Real Sociedad 4-1 1-1 5-2
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
10.04.2025 - Bodø/Glimt – Lazio 10.04.2025 - Tottenham – Eintracht Frankfurt 10.04.2025 - Rangers – Athletic Bilbao 10.04.2025 - Ol. Lyonnais – Manchester United
Liga dos Campeões – 1/8 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Liverpool - Paris Saint-Germain 0-1 (1-4gp) 1-0 1-1 Aston Villa - Club Brugge 3-0 3-1 6-1 At. Madrid - Real Madrid 1-0 (2-4gp) 1-2 2-2 Arsenal - PSV Eindhoven 2-2 7-1 9-3 Barcelona - Benfica 3-1 1-0 4-1 Lille - Borussia Dortmund 1-2 1-1 2-3 Bayer Leverkusen - Bayern München 0-2 0-3 0-5 Inter - Feyenoord 2-1 2-0 4-1
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
09.04.2025 - Paris Saint-Germain - Aston Villa 08.04.2025 - Arsenal - Real Madrid 09.04.2025 - Barcelona - Borussia Dortmund 08.04.2025 - Bayern München - Inter
Liga dos Campeões – 1/8 de final – Barcelona – Benfica
Barcelona – Wojciech Szczęsny, Jules Koundé, Ronald Araújo, Iñigo Martínez (87m – Eric García), Alejandro Balde, Frenkie de Jong (81m – Marc Casadó), Daniel “Dani” Olmo (70m – Pablo Gavira “Gavi”), Pedro “Pedri” González, Lamine Yamal (81m – Fermín López), Raphael “Raphinha” Belloli e Robert Lewandowski (70m – Ferran Torres)
Benfica – Anatoliy Trubin, Tomás Araújo (84m – João Rego), António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Fredrik Aursnes, Florentino Luís (70m – Leandro Barreiro), Orkun Kökçü (70m – Andrea Belotti), Kerem Aktürkoğlu (56m – Zeki Amdouni), Andreas Schjelderup (56m – Renato Sanches) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis
1-0 – Raphael “Raphinha” Belloli – 11m
1-1 – Nicolás Otamendi – 13m
2-1 – Lamine Yamal – 27m
3-1 – Raphael “Raphinha” Belloli – 42m
Cartão amarelo – António Silva (48m)
Árbitro – François Letexier (França)
As perspectivas não eram boas, à partida para o desafio da 2.ª mão, atendendo à derrota sofrida pelo Benfica em casa. Mas a verdade é que, o que se viu esta noite, foi uma equipa do Barcelona claramente com outro andamento, que, em várias fases do jogo, como que fez “gato-sapato” do adversário.
Tendo Bruno Lage sido forçado a substituir Carreras (a cumprir castigo) por Dahl, este denotou sempre dificuldades em procurar travar Lamine Yamal. Mas, claro, a responsabilidade desta nova derrota não pode ser imputada ao sueco, uma vez que também o meio-campo não funcionou, tal a diferença de ritmo entre as duas equipas.
O guarda-redes benfiquista ainda ia procurando adiar o desnível do marcador (com duas intervenções logo nos dez minutos iniciais), tendo, porém, o Barcelona inaugurado o placard logo de seguida, mercê de uma combinação entre a dupla diabólica, formada por Yamal e Raphinha.
Isto, pese embora Otamendi ter ainda, prontamente, empatado, na sequência de um pontapé de canto, antecipando-se à defesa e cabeceando para o fundo das redes de Szczęsny.
Mas seria “sol de pouca dura”: menos de um quarto de hora volvido, Yamal voltou a ultrapassar a defesa benfiquista (desta feita, Tomás Araújo), internando-se a partir da direita, rematando em arco, sem hipótese para Trubin.
Não haveria já dúvidas sobre o desfecho da eliminatória, mas, outros quinze minutos depois – e logo depois de Trubin ter negado o golo a Lewandowski – a turma catalã chegaria ao terceiro tento, fixando o que seria o resultado final, ainda antes do intervalo, outra vez com Raphinha a ser o “carrasco”, depois de uma cavalgada de Alejandro Balde.
Na segunda parte, a toada do jogo não se alterou de forma substancial, mesmo que a intensidade tenha, naturalmente, baixado.
O Barcelona continuou a não dar possibilidade ao adversário de ter bola e de desenvolver lances estruturados de ataque, dispondo, por seu lado, de oportunidades para poder ter ampliado a contagem (começou por ter, ainda nos minutos iniciais do segundo tempo, um remate ao poste), mas, de facto, tal não seria já determinante para a história do jogo ou da eliminatória.
Acabou por ser uma partida em que o Benfica, por mais esforçado que possa ter sido, não conseguiu ir muito além de um ou outro remate à figura, tendo tido como lance de maior perigo, a cinco minutos do fim, um cabeceamento de Amdouni, detido pelo guardião.
A equipa portuguesa acabou por deixar uma imagem quase como que de “falta de comparência” em Barcelona, despedindo-se desta edição da “Champions” bastante longe do que, a espaços, tinha chegado a alcançar nesta temporada.
Liga Conferência – 1/8 de final (1.ª mão)
06.03.2025 - Betis - V. Guimarães 2-2 06.03.2025 - Jagiellonia Białystok - Cercle Brugge 3-0 06.03.2025 - Celje - Lugano 1-0 06.03.2025 - Panathinaikos - Fiorentina 3-2 06.03.2025 - FC København - Chelsea 1-2 06.03.2025 - Molde - Legia Warsaw 3-2 06.03.2025 - Pafos - Djurgården 1-0 06.03.2025 - Borac Banja Luka - Rapid Wien 1-1
Liga Europa – 1/8 de final (1.ª mão)
06.03.2025 - Viktoria Plzeň - Lazio 1-2 06.03.2025 - Bodø/Glimt - Olympiacos 3-0 06.03.2025 - Ajax - Eintracht Frankfurt 1-2 06.03.2025 - AZ Alkmaar - Tottenham 1-0 06.03.2025 - AS Roma - Athletic Bilbao 2-1 06.03.2025 - Fenerbahçe - Rangers 1-3 06.03.2025 - FCSB - Ol. Lyonnais 1-3 06.03.2025 - Real Sociedad - Manchester United 1-1
Liga dos Campeões – 1/8 de final (1.ª mão)
05.03.2025 - Paris Saint-Germain - Liverpool 0-1 04.03.2025 - Club Brugge - Aston Villa 1-3 04.03.2025 - Real Madrid - At. Madrid 2-1 04.03.2025 - PSV Eindhoven - Arsenal 1-7 05.03.2025 - Benfica - Barcelona 0-1 04.03.2025 - Borussia Dortmund - Lille 1-1 05.03.2025 - Bayern München - Bayer Leverkusen 3-0 05.03.2025 - Feyenoord - Inter 0-2
Liga dos Campeões – 1/8 de final – Benfica – Barcelona
Benfica – Anatoliy Trubin, Tomás Araújo (57m – Samuel Dahl), António Silva, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras, Fredrik Aursnes, Leandro Barreiro (70m – Andrea Belotti), Orkun Kökçü (84m – Renato Sanches), Kerem Aktürkoğlu, Andreas Schjelderup (70m – João Rego) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (84m – Arthur Cabral)
Barcelona – Wojciech Szczęsny, Jules Koundé, Pau Cubarsí, Iñigo Martínez, Alejandro Balde, Daniel “Dani” Olmo (28m – Ronald Araújo), Frenkie de Jong (79m – Marc Casadó), Pedro “Pedri” González, Lamine Yamal (56m – Ferran Torres), Raphael “Raphinha” Belloli e Robert Lewandowski (79m – Gerard Martín)
0-1 – Raphael “Raphinha” Belloli – 61m
Cartões amarelos – Leandro Barreiro (45m), António Silva (45m), Álvaro Carreras (73m) e João Rego (90m); Iñigo Martínez (45m)
Cartão vermelho – Pau Cubarsí (22m)
Árbitro – Felix Zwayer (Alemanha)
Imperou a velha máxima de que “não há dois jogos iguais”: depois da catadupa de (nove!) golos de há um mês e meio, um solitário golo desta vez. Porém, o desfecho foi o mesmo: nova vitória do Barcelona… e, tal como na partida anterior, o Benfica ficou a dever a si próprio não ter logrado triunfar.
O arranque parecia similar ao do jogo de Turim, com a Juventus, com as duas equipas lançadas em vertigem, tendo nomeadamente o Benfica, logo nos minutos iniciais, criado muito perigo, por intermédio de Aktürkoğlu e de Leandro Barreiro, com o adversário também a ripostar de pronto.
E, pouco depois, à passagem dos doze minutos, seria mesmo o Barcelona a, de forma incrível, desaproveitar tripla ocasião de marcar (por Frenkie de Jong, Lewandowski e Lamine Yamal), graças a uma fantástica sequência de três defesas no mesmo lance, por instinto, de Trubin.
A equipa catalã mantinha a sua característica de alto risco, o que o Benfica aproveitou para, num lançamento em profundidade, a solicitar a desmarcação de Pavlídis, este, isolando-se frente a Szczęsny, ser travado “in extremis” por Cubarsí, a cometer falta sobre a linha delimitadora da grande área, que lhe custou a expulsão.
A partir daí a configuração do jogo alterou-se: o Barcelona – que, até então, registava elevada percentagem de “posse de bola”, como que passava a “oferecer” deliberadamente a iniciativa. O Benfica tentava sucessivas investidas, mas esbarrava na muralha defensiva contrária, perante um intransponível Szczęsny. Ao contrário, eram os catalães a passar a ameaçar em rápidas transições.
Já próximo do intervalo, a turma benfiquista teve outras duas boas ocasiões, primeiro com um remate de Pavlídis a esbarrar no corpo de Koundé, e, de seguida, com Aktürkoğlu a cabecear, com Szczęsny a negar o golo, com grande intervenção.
No recomeço, num curto intervalo de tempo, Pavlídis, por duas vezes, e Aursnes, desperdiçaram outras oportunidades de poder marcar.
Porém, bastou um momento de desconcentração, com António Silva a fazer um passe transviado, que Raphinha não perdoou, com um remate seco, sesgado ao canto da baliza, não dando hipóteses a Trubin. “Contra a corrente”, estava inaugurado o marcador, a favor do Barcelona.
Bruno Lage arriscaria mais, fazendo entrar Belotti e o jovem João Rego, para os últimos vinte minutos, procurando intensificar a pressão ofensiva. E a equipa do Barcelona teria, então, de se mostrar solidária, com capacidade para sofrer, em prol da preservação da magra vantagem adquirida.
Já dentro do quarto de hora final seria de novo o guardião polaco a negar o golo a Aktürkoğlu. Para, poucos minutos volvidos, Belotti ser travado por Szczęsny, tendo o árbitro assinalado a marca de grande penalidade, lance que, contudo, seria invalidado pelo “VAR”, sancionando “milimétrica” posição de fora-de-jogo.
Em tempo de compensação, no último suspiro, com o adversário acantonado na sua área, o Benfica dispôs de quatro pontapés de canto sucessivos, tendo Renato Sanches proporcionado ainda sensação eminente de golo, com um potente remate de fora da área… uma vez mais travado pelo guarda-redes!
A equipa portuguesa terminaria o encontro revertendo a seu favor a maior percentagem de posse bola, e em clara superioridade noutros dados estatísticos, como o número de remates ou de cantos. Porém, faltou maior acutilância para poder materializar em golo qualquer das várias jogadas de ataque que realizou.
O Benfica realizou exibição positiva, personalizada, mas terá de enfrentar agora, na Catalunha, uma ingrata missão, de tentar surpreender a Europa do futebol, necessitando de alcançar o que seria um muito inesperado desfecho, o de recuperar, em Barcelona, da desvantagem caseira sofrida nesta 1.ª mão.
Liga Conferência – 2024-25 – Sorteio dos 1/8 de final
Betis – V. Guimarães
Jagiellonia Białystok – Cercle Brugge
Celje – Lugano
Panathinaikos – Fiorentina
FC København – Chelsea
Molde – Legia Warsaw
Pafos – Djurgården
Borac Banja Luka – Rapid Wien
Os jogos desta eliminatória serão disputados nos dias 6 de Março (1.ª mão) e 13 de Março (2.ª mão).
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
(1) Betis/V. Guimarães – Jagiellonia Białystok/Cercle Brugge
(2) Celje/Lugano – Panathinaikos/Fiorentina
(3) FC København/Chelsea – Molde/Legia Warsaw
(4) Pafos/Djurgården – Borac Banja Luka/Rapid Wien
Por seu lado, as meias-finais terão o seguinte alinhamento:
Vencedor (1) – Vencedor (2)
Vencedor (3) – Vencedor (4)
Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de final
Viktoria Plzeň – Lazio
Bodø/Glimt – Olympiacos
Ajax – Eintracht Frankfurt
AZ Alkmaar – Tottenham
AS Roma – Athletic Bilbao
Fenerbahçe – Rangers
FCSB – Ol. Lyonnais
Real Sociedad – Manchester United
Os jogos desta eliminatória serão disputados nos dias 6 de Março (1.ª mão) e 13 de Março (2.ª mão).
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
(1) Bodø/Glimt/Olympiacos – Viktoria Plzeň/Lazio
(2) AZ Alkmaar /Tottenham – Ajax/Eintracht Frankfurt
(3) Fenerbahçe/Rangers – AS Roma/Athletic Bilbao
(4) FCSB/Ol. Lyonnais – Real Sociedad/Manchester United
Por seu lado, as meias-finais terão o seguinte alinhamento:
Vencedor (2) – Vencedor (1)
Vencedor (3) – Vencedor (4)
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 de final
Paris Saint-Germain – Liverpool
Club Brugge – Aston Villa
Real Madrid – At. Madrid
PSV Eindhoven – Arsenal
Benfica – Barcelona
Borussia Dortmund – Lille
Bayern München – Bayer Leverkusen
Feyenoord – Inter
Os jogos desta eliminatória serão disputados nos dias 4 e 5 de Março (1.ª mão) e 11 e 12 de Março (2.ª mão).
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
(1) Paris Saint-Germain/Liverpool – Club Brugge/Aston Villa
(2) PSV Eindhoven/Arsenal – Real Madrid/At. Madrid
(3) Benfica/Barcelona – Borussia Dortmund/Lille
(4) Bayern München/Bayer Leverkusen – Feyenoord/Inter
Por seu lado, as meias-finais terão o seguinte alinhamento:
Vencedor (2) – Vencedor (1)
Vencedor (3) – Vencedor (4)



