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Liga Europa – 1/4 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Lazio - Bodø/Glimt (2-3 gp) 2-0 (3-1ap) 0-2 3-3 Eintracht Frankfurt - Tottenham 0-1 1-1 1-2 Athletic Bilbao - Rangers 2-0 0-0 2-0 Manchester United - Ol. Lyonnais 2-2 (5-4ap) 2-2 7-6
O alinhamento das 1/2 finais será o seguinte:
01.05.2025 - Tottenham - Bodø/Glimt 01.05.2025 - Athletic Bilbao - Manchester United
Liga dos Campeões – 1/4 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Aston Villa - Paris Saint-Germain 3-2 1-3 4-5 Real Madrid - Arsenal 1-2 0-3 1-5 Borussia Dortmund - Barcelona 3-1 0-4 3-5 Inter - Bayern München 2-2 2-1 4-3
O alinhamento das 1/2 finais será o seguinte:
29.04.2025 - Arsenal - Paris Saint-Germain 30.04.2025 - Barcelona - Inter
Liga Conferência – 1/4 de final (1.ª mão)
10.04.2025 - Betis – Jagiellonia Białystok 2-0 10.04.2025 - Celje – Fiorentina 1-2 10.04.2025 - Legia Warsaw - Chelsea 0-3 10.04.2025 - Djurgården – Rapid Wien 0-1
Liga Europa – 1/4 de final (1.ª mão)
10.04.2025 - Bodø/Glimt – Lazio 2-0 10.04.2025 - Tottenham – Eintracht Frankfurt 1-1 10.04.2025 - Rangers – Athletic Bilbao 0-0 10.04.2025 - Ol. Lyonnais – Manchester United 2-2
Liga dos Campeões – 1/4 de final (1.ª mão)
09.04.2025 - Paris Saint-Germain - Aston Villa 3-1 08.04.2025 - Arsenal - Real Madrid 3-0 09.04.2025 - Barcelona - Borussia Dortmund 4-0 08.04.2025 - Bayern München - Inter 1-2
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 1/4 de Final (2.ª mão)
Liga A – 1/4 de final
2ª mão 1ª mão Total Espanha - Países Baixos (5-4 gp) 2-2 (3-3ap) 2-2 4-4 França - Croácia (5-4 gp) 2-0 (2-0ap) 0-2 2-2 Portugal - Dinamarca 3-2 (5-2ap) 0-1 5-3 Alemanha - Itália 3-3 2-1 5-4
É o seguinte o alinhamento das meias-finais, previamente sorteado:
Alemanha – Portugal
Espanha – França
Play-off Liga A / Liga B
2ª mão 1ª mão Total Hungria - Turquia 0-3 1-3 1-6 Bélgica - Ucrânia 3-0 1-3 4-3 Sérvia - Áustria 2-0 1-1 3-1 Escócia - Grécia 0-3 1-0 1-3
A Turquia e a Grécia garantiram a promoção à Liga A, na qual asseguraram a manutenção a Bélgica e a Sérvia.
Play-off Liga B / Liga C
2ª mão 1ª mão Total Islândia - Kosovo 1-3 1-2 2-5 Irlanda - Bulgária 2-1 2-1 4-2 Geórgia - Arménia 6-1 3-0 9-1 Eslovénia - Eslováquia 0-0 (1-0ap) 0-0 1-0
O Kosovo garantiu a promoção à Liga B, na qual asseguraram a manutenção a Irlanda, Geórgia e Eslovénia.
Play-off Liga C / Liga D
Gibraltar – Letónia – 26 e 31.03.2026
Malta – Luxemburgo – 26 e 31.03.2026
Portugal – Dinamarca (Liga das Nações – 1/4 de final)
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot (81m – Francisco Trincão), Rúben Dias, Gonçalo Inácio, Nuno Mendes, Bernardo Silva, Vítor Ferreira “Vitinha” (99m – Rúben Neves), Bruno Fernandes, Francisco Conceição (81m – Nélson Semedo), Rafael Leão (62m – Diogo Jota) e Cristiano Ronaldo (90m – Gonçalo Ramos)
Dinamarca – Kasper Schmeichel, Rasmus Kristensen, Joachim Andersen, Jannik Vestergaard, Patrick Dorgu (97m – Conrad Harder), Christian Eriksen (83m – Morten Frendrup), Morten Hjulmand, Christian Nørgaard (83m – Victor Froholdt), Gustav Isaksen (73m – Victor Kristiansen), Rasmus Højlund (73m – Mika Biereth) e Jesper Lindstrøm (65m – Andreas Skov Olsen)
1-0 – Joachim Andersen (p.b.) – 38m
1-1 – Rasmus Kristensen – 56m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 72m
2-2 – Christian Eriksen – 76m
3-2 – Francisco Trincão – 86m
4-2 – Francisco Trincão – 91m
5-2 – Gonçalo Ramos – 115m
Cartões amarelos – Rúben Dias (50m) e Diogo Jota (75m); Christian Eriksen (50m), Christian Nørgaard (66m), Joachim Andersen (105m) e Jannik Vestergaard (120m)
Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)
A propósito de resultados ilusórios: a selecção de Portugal esteve à beira de ser eliminada – e esse teria sido até o desfecho mais lógico perante o desempenho de ambas as equipas no decurso dos noventa minutos de tempo regulamentar; ou, ainda com maior acuidade, se tivermos também em consideração o jogo da primeira mão.
Salvo quase ao soar do gongo, por um golo de Trincão, a equipa portuguesa teria, logo de seguida, a felicidade de o mesmo Trincão marcar no primeiro minuto do prolongamento, alcançando um bis que consubstanciou um ponto de viragem que viria a ser definitivo, complementado ainda, já próximo do termo dessa extensão do tempo de jogo, com mais um golo de Gonçalo Ramos, numa fase em que a Dinamarca “entregara já os pontos”.
E, veja-se lá como são as coisas: tudo parecia começar a ficar bem encaminhado logo aos cinco minutos, quando Portugal beneficiou de uma grande penalidade… que, contudo, Cristiano Ronaldo não conseguiria converter em golo.
Parecendo acusar esse contratempo, a equipa mostrou-se algo ansiosa, acumulando falhas, e não conseguindo fluidez de jogo para construção de oportunidades, perante um opositor bem organizado.
Mas a sorte sorriria de novo aos portugueses quando o defesa dinamarquês, involuntariamente, acabou por introduzir a bola na sua baliza, na sequência de um pontapé de canto. O resultado ao intervalo era, apesar de tudo, animador, face à produção desenvolvida.
Na segunda parte a Dinamarca surgiria mais afoita: já depois de Hjulmand ter ameaçado, viria mesmo a restabelecer o empate, também na marcação de um canto, estavam cumpridos apenas os primeiros dez minutos.
O ritmo de jogo intensificar-se-ia à entrada para os vinte derradeiros minutos, primeiro, com Portugal a recolocar-se em vantagem (igualando novamente a eliminatória), num lance de insistência, com Bruno Fernandes a rematar de meia distância, ao poste, com Cristiano Ronaldo, muito oportuno, a fazer a recarga com êxito.
Mas seria “sol de pouca dura”: um lapso de Rúben Dias, a perder a bola em zona comprometedora, proporcionou uma rápida transição contrária, com a Dinamarca, outra vez, a empatar o jogo e a fazer, de novo, pender a eliminatória a seu favor.
Já numa fase de algum desespero, Roberto Martínez arriscaria enfim, apostando em Francisco Trincão, por troca com Diogo Dalot. E, outra vez, Portugal seria feliz: bastariam cinco minutos em campo para marcar um golo determinante; novamente Bruno Fernandes com intervenção na jogada, a cruzar para a área, tendo Schmeichel rechaçado a bola, que sobraria para Nuno Mendes, de imediato a fazer o último passe, para a finalização de Trincão. Estava garantida a “vida extra” do prolongamento.
Aí, tendo já refrescado o ataque, com a entrada de Gonçalo Ramos para o lugar de Cristiano Ronaldo, não poderia tal período ter começado melhor: logo no primeiro minuto, o tal bis de Trincão (também numa recarga, depois de Schmeichel ter defendido o remate, precisamente de Gonçalo Ramos) colocava Portugal, pela primeira vez, ao fim de 180 minutos, em vantagem na eliminatória.
O jogo entrara numa espiral algo caótica, já sem grandes tácticas e pouco rigor nas marcações e posicionamento, abrindo espaços, o que o mesmo Gonçalo aproveitaria para fixar o placard num 5-2, que traduz uma expressão ilusória de facilidades que, todavia, nunca existiram, neste duro confronto entre Portugal e a Dinamarca.
O almejado prémio é a presença na “Final Four” da Liga das Nações, a disputar na Alemanha, em que a selecção nacional enfrentará, nas meias-finais, exactamente a formação germânica.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 1/4 de Final (1.ª mão)
Liga A – 1/4 de final
Países Baixos – Espanha – 2-2
Croácia – França – 2-0
Dinamarca – Portugal – 1-0
Itália – Alemanha – 1-2
Play-off Liga A / Liga B
Turquia – Hungria – 3-1
Ucrânia – Bélgica – 3-1
Áustria – Sérvia – 1-1
Grécia – Escócia – 0-1
Play-off Liga B / Liga C
Kosovo – Islândia – 2-1
Bulgária – Irlanda – 1-2
Arménia – Geórgia – 0-3
Eslováquia – Eslovénia – 0-0
Dinamarca – Portugal (Liga das Nações – 1/4 de final)
Dinamarca – Kasper Schmeichel, Rasmus Kristensen, Jannik Vestergaard, Joachim Andersen, Gustav Isaksen (87m – Patrick Dorgu), Morten Hjulmand, Christian Eriksen (86m – Jonas Wind), Christian Nørgaard, Joakim Mæhle, Mika Biereth (69m – Rasmus Højlund) e Jesper Lindstrøm (69m – Andreas Skov Olsen)
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot (66m – Nélson Semedo), Rúben Dias, Renato Veiga (76m – Gonçalo Inácio), Nuno Mendes, Vítor Ferreira “Vitinha”, João Neves (86m – Bernardo Silva), Bruno Fernandes, Pedro Neto, Rafael Leão (76m – Rúben Neves) e Cristiano Ronaldo
1-0 – Rasmus Højlund – 78m
Cartões amarelos – Diogo Dalot (57m) e Vítor Ferreira “Vitinha” (59m)
Árbitro – Irfan Peljto (Bósnia-Herzegovina)
A Dinamarca podia ter definitivamente arrumado, a seu favor, esta eliminatória, tal o desperdício de flagrantes ocasiões de golo. Numa exibição deplorável da selecção portuguesa – ausente de campo, sem conseguir pegar no jogo – um resultado de, pelo menos, 4-0 não escandalizaria ninguém, perante o que se passou esta noite em Copenhaga.
Na equipa portuguesa salvou-se Diogo Costa, a defender uma grande penalidade (a remate de Christian Eriksen), para além de uma mão cheia de outras boas intervenções, a evitar outros tantos golos, num dos casos quase como que por milagre, com a bola, caprichosamente, em sucessivas carambolas, não se percebendo bem como não acabou dentro da baliza.
Falha de intensidade, em contraponto notório à agressividade colocada em campo pela selecção dinamarquesa, a formação portuguesa praticamente limitou-se a ver jogar, com Cristiano Ronaldo, plantado na frente, sem qualquer intervenção digna de registo, desde logo porque a bola não lhe chegava.
Um desempenho difícil de compreender e de justificar, perante a aposta num eixo do meio-campo formado pela dupla Vitinha e João Neves, que, muito recentemente (ao serviço do Paris Saint-Germain), subjugara o todo poderoso Liverpool, em pleno Anfield Road. Repleto de equívocos, o “plano de jogo” nunca carburou, e Portugal andou sempre a correr atrás da bola, em posse do adversário.
As estatísticas do jogo são bem elucidativas: a Dinamarca bateu o seu record de iniciativas de ataque, enquanto Portugal chegou ao minuto 90 com um único remate à baliza, apenas tendo feito a segunda tentativa (um remate frouxo, sem qualquer perigo) já em período de compensação.
A equipa nacional só pareceu esboçar alguma iniciativa, nos cinco minutos finais, após a entrada de Bernardo Silva, mas era tarde – isto depois de, a um quarto de hora do fim, Roberto Martínez ter transmitido um claro sinal de que ficaria satisfeito com o nulo que então se verificava, com as substituições operadas, numa clara aposta no reforço da tracção atrás.
Mas a Dinamarca viria a marcar apenas dois minutos volvidos (depois de, no lance imediatamente anterior, ter desperdiçado uma das várias ocasiões de que dispôs)… e Portugal viu-se desarmado, impotente para responder.
A verdade é que Roberto Martínez, tendo adquirido, logo de entrada, muito relevante capital de simpatia, pelo esforço de se expressar em português (e de forma bastante correcta – o que é muito difícil para um espanhol), começa já a ter demasiado tempo a dar a ideia de estar a desperdiçar a matéria-prima de que dispõe, que não demonstra evolução que possa ser visível.
A sua declaração de que precisamos de jogos como este, para aprender – ao mesmo tempo que reconheceu ter sido este o pior jogo desde que assumiu o comando técnico –, soou a incapacidade para dar a volta, e fazer da selecção uma equipa na verdadeira acepção do termo.
O crédito de que dispõe estará ao nível mais baixo de sempre. O desafio imediato é de monta: o de, perante um adversário que, agora, ganhou importante suplemento anímico de confiança, operar a reviravolta na eliminatória, de forma a poder marcar presença na “Final-Four”.
Liga Conferência – 1/8 de final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total V. Guimarães - Betis 0-4 2-2 2-6 Cercle Brugge - Jagiellonia Biał. 2-0 0-3 2-3 Lugano - Celje (1-3 gp) 4-3 (5-4ap) 0-1 5-5 Fiorentina - Panathinaikos 3-1 2-3 5-4 Chelsea - FC København 1-0 2-1 3-1 Legia Warsaw - Molde 1-0 (2-0ap) 2-3 4-3 Djurgården - Pafos 3-0 0-1 3-1 Rapid Wien - Borac Banja Luka 1-1 (2-1ap) 1-1 3-2
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
10.04.2025 - Betis – Jagiellonia Białystok 10.04.2025 - Celje – Fiorentina 10.04.2025 - Chelsea – Legia Warsaw 10.04.2025 - Djurgården – Rapid Wien



