Posts filed under ‘Cultura, Artes e Letras’
Maria Ana Bobone – Fado & Piano

Um projecto inovador em que, acompanhada ao piano, compõe as suas próprias canções e arranjos, dando uma cor diferente aos fados que interpreta. Maria Ana Bobone faz-se acompanhar pelo contrabaixista Rodrigo Serrão e à guitarra portuguesa por Bernardo Couto, para uma actuação ao vivo no Fórum FNAC.
Hoje, em sessão dupla, pelas 17h30, na FNAC de Alfragide, e, às 21h30, no C. C. Colombo; amanhã, pelas 18 horas, no Cascaishopping.
Prémio Nobel da Literatura – 2012
O prémio Nobel da Literatura 2012 foi hoje atribuído ao escritor chinês Mo Yan, «que, com um alucinatório realismo funde contos populares, história e o contemporâneo».
Mo Yan tem um único livro traduzido em Portugal, “Peito Grande, Ancas Largas”, publicado originalmente em 2005, editado em 2007 pela Ulisseia. Esta obra suscitou grande controvérsia na China, tendo o autor sido mesmo obrigado a escrever uma auto-crítica ao seu próprio livro, o qual, posteriormente, viria a ser retirado de circulação.
Leonard Cohen – Admirável!

78 anos, uma voz límpida, uma força da natureza (ver agenda de actuações…), um auto-controlo inesgotável, num admirável espectáculo de cerca de quatro horas!
Acordo ortográfico
Estamos para com o Acordo Ortográfico, uma aberração sem sentido que não merece sequer que se lhe discuta qualquer mérito, como se esteve para com o disparo do défice e da despesa pública: deixa-se andar e depois vê-se no que dá. Já sabemos o que deu o défice e a dívida. A única força que sustenta o Acordo é a mesma que condenou o país a esta crise profunda: inércia. Está na altura de lhe bater o pé com força, e a causa contra o Acordo até na rua terá sucesso. Bem que o Acordo podia ir junto com a TSU fazer companhia à meia hora de trabalho suplementar.
(José Pacheco Pereira, Abrupto)
Praça do Chile

(via Bic Laranja – a ler também o blogue “Ruas de Lisboa com alguma história“)
Não ao novo Acordo Ortográfico – Imprensa
- Público – Posição sobre o AO90: Editorial de 30.12.09
- O Diabo – Posição sobre o AO90: Editorial de 17.01.12
- Hoje Macau – Posição sobre o AO90: artigo de 13.03.12
- Jornal de Angola – Posição sobre o AO90: Editorial de 08.02.12
- Correio da Manhã
- i
- Sol
- Sábado
- Jornal de Negócios
- Diário Económico
- Jornal da Região
III Festival Estátuas Vivas de Tomar

De 14 a 16 de Setembro, Tomar, Almourol e Dornes vão viajar até à Idade Média na Rota dos Templários, com cerca de 25 “estátuas vivas”, recriando personagens deste período, retratando também algumas ilustres figuras da História de Portugal.
No centro histórico de Tomar, cruzando-se com guerreiros mouros e cavaleiros do Templo, a Máquina do Tempo transportará os viajantes até à Idade Média. Num passeio entre a ponte Velha e a roda do Mouchão, indo pela Corredoura até à Praça, diversas personagens medievais vão ganhar vida e sair das iluminuras daquela época.
Doze artistas, de diferentes nacionalidades, vão recriar a História de Portugal, entre a Rua d’Álém da Ponte, actual Rua Marquês de Pombal e a Praça D. Manuel, actual Praça da República, das 22 horas à meia-noite.
O principal rosto do Festival de Estátuas Vivas de Tomar, António Santos, mais conhecido por Staticman, já com 25 anos de experiência nesta área, vai tentar bater o record do mundo de imobilidade em suspensão, actualmente detido pelo grupo Magic Twins, com o tempo de 200 minutos, realizado em Santiago do Chile.
Todo o circuito do III Festival Estátuas Vivas de Tomar, num total de 25 quadros, terá acesso livre e gratuito e, no seu decorrer, haverá animação cultural alusiva à época. Pode consultar aqui o site do Festival.
José Hermano Saraiva (1919-2012)

Sobre uma figura tão marcante como não consensual, a ler, por exemplo, os artigos publicados por:
- Rui Bebiano (A Terceira Noite)
- João Gonçalves (Portugal dos Pequeninos)
- Paulo Pinto (Jugular)
- (Bic Laranja)
- João Aníbal Henriques (Portugal)
«A Herança»
Todos os aspectos nefastos, propriamente científicos e culturais, deste AOLP foram já abundante e rigorosamente tratados por quem de direito. Parece, contudo, que os decisores políticos, por qualquer razão obscura, se mantêm imunes a todos esses argumentos, a pretexto de não poderem ter “opinião”… Revelam assim uma tremenda insensibilidade face ao valor patrimonial e identitário da nossa língua nacional, que é também, convém lembrar, património europeu, ao mesmo título que qualquer uma das outras 22 línguas nacionais da União Europeia.
Também as incongruências de carácter jurídico, que caracterizam todo este processo, têm sido repetidamente objecto de denúncias provenientes de personalidades da área do direito, aparentemente acolhidas com a mesma indiferença e alheamento. […]
(«A Herança» – Maria José Abranches – vale a pena ler o artigo completo)
Lux in Arcana
100 documentos originais dos Arquivos Secretos do Vaticano – a visitar, em Roma, nos “Museus Capitolinos”, até 9 de Setembro.




