Posts filed under ‘Blogosfera’

RUA DA JUDIARIA

Foi aberta à “circulação” há 2 anos…

Parabéns ao Nuno Guerreiro.

Nós é que temos a agradecer a companhia nestes dois primeiros anos, que esperamos perdure por muitos mais.

27 Outubro, 2005 at 6:02 pm Deixe um comentário

"BLOGUES PRESIDENCIAIS"

As eleições presidenciais começam a agitar a blogosfera, surgindo já os primeiros blogues sobre o tema:

Super Mário

Manuel Alegre – Alargar a cidadania

Super Cavaco

O Presidente sou eu

Mega Cavaco

26 Outubro, 2005 at 8:45 am 1 comentário

BLOGOPEDIA

Já com cerca de 40 editores registados (ao fim de apenas 3 dias), a Blogopedia começa a fazer o seu caminho. Começaram já a ser construídas as páginas de “Autores de A a Z“, “Weblogs de A a Z“, assim como uma “colectânea de 1º posts” e uma relação de alguns blogues entretanto inactivos.

A Blogopedia aguarda também a sua participação!

21 Outubro, 2005 at 7:37 pm Deixe um comentário

II ENCONTRO DE WEBLOGS (VI)

A intervenção final do II Encontro de Weblogs foi assegurada por José Luis Orihuela (e-Cuaderno), que encerraria com “chave-de-ouro” esta reunião de bloggers e estudantes universitários.

Iniciou a sua comunicação apontando 10 chaves para a compreensão do impacto dos blogues:

1. Do “iceberg” ao “geiser” – estima-se que haja hoje já 100 milhões de blogues em todo o mundo; já (quase) toda a gente tem um blogue.

2. “Killer applications” – o surgimento de diversos serviços online (tendencialmente grátis) que potenciaram a expansão dos blogues (Bloglines, Skype, Flickr, Technorati, del.icio.us, WordPress, Mozilla Firefox, …).

3. “Social Media” – emergência de “meios sociais” (exemplo: wikipedia, “we the media” e “we media” – estudos online).

4. “Corporate blogging” – tendência crescente dos blogues como ferramenta de comunicação empresarial (para comunicação internamente e gestão de projectos).

5. “Commercial blogging” – proliferação de anúncios nos blogues (“ad-words”).

6. “Media blogs” – os próprios meios de comunicação tradicionais acabaram por criar os seus próprios blogues.

7. RSS + Tagging – a sindicância de conteúdos e a “etiquetagem” (palavras-chave associadas a cada texto) facilitou decisivamente a leitura / consulta dos blogues que mais nos interessam.

8. “Podcasting” – inclusão de som nos blogues (rádios “personalizadas”, “navegáveis”).

9. “Googleization” – afirmação do “império Google” no mundo da blogosfera, com uma série de aplicações: Google Talk, Google Blog Search, Google Mail, … Será a Google a próxima “Microsoft”?

10. “Infopollution” – A “boa notícia” é que todos podemos publicar os nossos textos / fotos; a “má notícia” é que… todos podemos publicar!… O valor de qualquer infromação é condicionado pela probabilidade de que possa ser encontrada. A equação proposta foi: – ruído + valor = blogues temáticos

Concluiria a sessão com a apresentação de 5 pistas de evolução futura deste fenómeno:

1 – Convergênciasocial networking + RSS + wikis + e-mail + …

2 – Novos formatos multimedia – videoblogues, audioblogues e a “portalização” dos blogues (com um interface mais “amigável” e com um índice global disponível no corpo da página).

3 – “Blogonomics” – empresas, instituições e mesmo meios de comunicação acabarão por contratar bloggers para manter os seus blogues “institucionais”.

4 – “Web 2.0” – a Internet “das pessoas”; já não um “mero repositório” de informação dispersa, mas um lugar de encontro, de intercâmbio, construído de forma colaborativa por todos os intervenientes.

5 – “Blogosfera 3.0” – depois da “blogosfera 1.0” (de 1992 a 1999, desde o What’s New até ao surgimento da plataforma blogger) e da “blogosfera 2.0” (de 1999 a 2004 – até à palavra blogue como “word of the year”), é altura de entrar em acção a “blogosfera 3.0” (desde a AOL – Weblogs Inc. até EPIC).

P. S. Pode saber mais sobre o II Encontro de Weblogs, aqui.

21 Outubro, 2005 at 8:31 am Deixe um comentário

II ENCONTRO DE WEBLOGS (V)

Na ausência do coordenador do grupo de trabalho “Weblogs e Imagem” (José Carlos Abrantes – As Imagens e Nós), coube a Ricardo Bernardo (Zone 41) apresentar as principais conclusões.

Começou por referir não haver um estudo ou levantamento que permita dispor de uma ideia clara sobre o panorama nacional dos blogues nesta área da imagem.

A principal questão que se coloca relaciona-se com os direitos de autor sobre as imagens que publicamos nos blogues e a necessidade de colocar referências à origem dessas imagens.

Outra matéria abordada pelo grupo de trabalho foi a do design dos blogues e outros sinais de identidade, antevendo-se que os criadores podem ter no design de novos lay-outs ou templates um novo campo de acção.

Concluiria a sua intervenção, dando exemplos de dois blogues orientados para esta área da blogosfera: A Cidade surpreendente (imagens do Porto) e o Sound + Vision (de João Lopes e Nuno Galopim).

A penúltima intervenção do II Encontro de Weblogs ficou a cargo de Paulo Querido (Mas certamente que sim!) , também responsável pela plataforma weblog.com.pt e jornalista do Expresso, com vários artigos publicados sobre a blogosfera.

A sua comunicação subordinou-se ao tema “Para onde vai a liberdade?”, tendo iniciado referindo que os portugueses parecem “desconfiar” dos poderes político e mediático (curiosamente, o mesmo não se aplica relativamente ao poder económico).

Os blogues parecem querer, não apenas notificar os jornalistas do que deverá ser notícia, não apenas estabelecer a agenda, mas, mais que isso, ainda ameaçam os governantes de fiscalizar o poder político, tornando-se um tipo de “watchdogs“.

Um dos aspectos que referiu com maior entusiasmo foi a importância do RSS (Really Simple Syndication), que proporciona grande liberdade aos leitores da blogosfera, permitindo-lhes acompanhar, praticamente em “tempo real”, as actualizações dos seus blogues preferidos.

Levantaria a questão da notoriedade / identidade / relevância, aspectos que raramente serão coincidentes; daria a propósito, entre outros, um exemplos na área da literatura, demonstrando que o facto de ser o mais lido não significa necessariamente uma capacidade proporcional de influenciar os leitores. Estas questões não poderão ser descuradas pelos grupos de pressão (lobies) que vão surgindo pela blogosfera.

Sobre a importância da blogosfera, referiu o papel de intermediação que tradicionalmente competia aos jornais, agora em processo de transferência para a Internet, levantando-se uma questão essencial; para que esse papel seja útil, tem de ser assumido por pessoas com a capacidade de filtrar o essencial face ao acessório (separar “a voz” do “ruído”).

Concluiria alertando que a blogosfera pode ter duas faces: por um lado, tem a virtualidade de permitir dar voz, proporcionando uma liberdade de expressão; por outro, pode ser propícia à potencial instrumentalização de uma tecnologia da qual nos tornámos dependentes.

20 Outubro, 2005 at 8:20 am Deixe um comentário

"SOCIEDADE ANÓNIMA"

Dia após dia, a blogosfera não deixa de nos “surpreender”, reafirmando a sua vitalidade e a sua capacidade de renovação.

Nasceu há poucos dias o Sociedade Anónima – A Irmandade dos Anéis, um blogue no feminino, para já feito a 22 (!) mãos…

Obviamente imperdível!

P. S. Saúdo igualmente o anunciado regresso do Companhia de Moçambique.

19 Outubro, 2005 at 8:58 am 3 comentários

II ENCONTRO DE WEBLOGS (IV)

Luís Santos (Atrium) faria referência aos principais aspectos analisados pelo grupo de trabalho “Weblogs e jornalismo”.

Começaria por referir que os blogues contribuem para ampliar / acrescentar informação à que está já normalmente disponível nos meios de comunicação tradicionais, mesmo que respeitante apenas a “micro-áreas” da sociedade.

Outro papel que os blogues vêm assumindo é o de acompanhar os meios tradicionais, como “watchdog” ou uma espécie de “provedor”.

Notaria a existência de blogues mantidos por jornalistas, sobre a sua actividade profissional, a par de outros blogues, mais orientados para a vertente de formação em jornalismo.

Como principais aspectos de evolução desta área da blogosfera, entre 2003 e 2005, apontou nomeadamente:

– o impacto do RSS, que se acentuará no futuro próximo
– a consolidação de “audiências” (apesar de preferencialmente frequentados por leitores de alguma forma relacionados com o jornalismo ou a aprendizagem do jornalismo)
– os comentários identificados (existindo até uma regra, de apenas responder a comentários não anónimos).

Seguiu-se Mónica André (B2OB), coordenadora do grupo de trabalho “Weblogs no contexto organizacional“, que começaria por notar que os blogues são uma ferramenta, à qual podem ser dadas distintas utilizações.

Destacou a possibilidade que proporcionam de estreitamento das distâncias, promovendo conversas a nível global.

Sobre a situação portuguesa, referiu que parece não ter ainda despertado o interesse pelos blogues no contexto organizacional, sendo a dimensão desta vertente dos blogues ainda muita diminuta em Portugal.

Apontou os blogues como instrumento para dar visibilidade às competências / projectos de cada colaborador de uma entidade ou organização.

Citaria dois casos conhecidos: a plataforma de blogues da Assembleia da República que, até à data, não vingou; e, por outro lado, o caso da TBWA, em que os trabalhos desta agência de publicidade são divulgados via blogue. Referiu, a nível internacional, os casos da IBM e da HP, como exemplos de entidades que adoptaram os blogues no contexto organizacional.

Concluiria afirmando que o tipo de utilização depende da missão de cada entidade ou instituição; que público se visa atingir (interno ou externo), lançando uma questão de relevo: “Quem, dentro da organização, deverá (man)ter blogues?”

19 Outubro, 2005 at 8:23 am Deixe um comentário

"BLOGOPEDIA"

Paulo Querido acaba de lançar mais uma excelente e aliciante ideia: a de, com base na tecnologia “wiki”, recorrendo ao trabalho colaborativo de todos os interessados, criar uma “Blogopedia”A Enciclopédia dos Weblogs e Bloggers de Língua Portuguesa.

“O projecto Blogopedia visa criar, e manter actualizada, uma enciclopédia dos weblogs e bloggers que editam em língua portuguesa.

A enciclopédia contem ainda artigos e estudos sobre os blogues e outros espaços de de comunicação na emergente cultura da partilha em que vivemos na rede.

Depois da sistematização da informação e numa segunda linha de objectivos, esta enciclopédia contribuirá para ajudar a comunidade a auto-referenciar-se positivamente através das apresentações dos autores.

Esta enciclopédia é mantida pelo trabalho voluntário de todos quantos queiram participar no projecto. Está aberto a todos. A edição de conteúdos requer uma conta (login) para dignificar o projecto e ainda para minimizar os danos com spam de natureza informática ou humana.

Todos os conteúdos ficam sujeitos à licença GNU FDL, ou seja, são de livre distribuição desde que mantida esta forma de licenciamento e não poderão ser propriedade de ninguém.

A Enciclopédia será sempre de acesso gratuito e livre de publicidade; pretende-se torná-la independente e colocá-la rapidamente ao abrigo de eventuais vicissitudes com o servidor de origem. Isto implica o financiamento por donativos da comunidade; as respectivas contas serão tornadas públicas em, permanência (ainda que protegidas as identidades de origem dos donativos).”

18 Outubro, 2005 at 6:59 pm 1 comentário

FRENCH KISSIN’

Prometedor!

Começou ontem ao final da noite… (do João – terá certamente espaço para a Scarlett!).

18 Outubro, 2005 at 9:00 am Deixe um comentário

II ENCONTRO DE WEBLOGS (III)

O coordenador do grupo de trabalho “Weblogs e Política”, Pedro Mexia (Estado Civil), apresentaria, conjuntamente com Nuno Jerónimo (o “Statler” do Blogue dos Marretas) as principais conclusões sobre esta área da blogosfera.

Pedro Mexia começou por referir não considerar que exista qualquer unidade global ou continuidade entre os blogues, para além da plataforma técnica, pelo que não será adequado proceder a generalizações.

Falando sobre as origens da blogosfera em Portugal, referiu que a Coluna Infame foi o primeiro blogue predominantemente político, cuja suspensão seria inclusivamente objecto de referência no Editorial do Público. Com o surgimento do Blogue de Esquerda, gerar-se-ia um intenso debate sobre a guerra do Iraque e as tendências pró ou anti-americanas. Em termos gerais, considera-se que a entrada de Pacheco Pereira (Abrupto) veio contribuir para credibilizar a blogosfera, o que Pedro Mexia questiona.

Parecendo que, com a queda do muro de Berlim, se esbatera a tradicional clivagem entre direita e esquerda, de repente, voltava a falar-se insistentemente nessa dicotomia, sobretudo no segmento de “Direita” (relativamente ao qual continuava a notar-se um certo receio de assumir a definição).

Pedro Mexia aponta o papel da blogosfera na desmultiplicação de pontos de vista, dado que, basicamente, os jornais exprimem as opiniões do “Bloco Central”; na realidade, não se limitando o espaço político ao PS e PPD/PSD, nos blogues, naturalmente, surgiram representantes de todo o espectro político, de todas as sensibilidades (inclusivamente com uma “sobre-representação” dos extremos, quer do Bloco de Esquerda, quer do CDS-PP), o que é algo muito enriquecedor em relação à comunicação social tradicional.

Um dos grandes interesses dos blogues é a criação de comunidades; “redescobrir” pessoas com os mesmos interesses, as mesmas ideias, que lêem os mesmos livros.

Em relação aos blogues políticos como instrumentos de polémica – a chamada “parada e resposta” – considerou que teve uma fase interessante (entusiasmante e mesmo lúdica, em termos de retórica) no início; hoje, já se torna tudo demasiado previsível (o factor surpresa esgota-se ao fim de um determinado número de “posts”).

Sobre a vertente humorística, irónica e de sarcasmo, Pedro Mexia considera que os blogues que inicialmente adoptaram esse registo, “contaminaram” o resto da blogosfera; em consequência, a tendência é para que, num debate entre uma pessoa tecnicamente muito preparada e um blogger irónico, a primeiro “perca esse debate”.

Concluindo a sua intervenção, referindo o papel dos blogues como espaço de intervenção pública, sublinhou que isso implica a necessidade de respeitar princípios ou regras deontológicas. Finalizaria, referindo que, para além de as pessoas “comuns” terem adquirido um espaço de intervenção, assiste-se paralelamente a uma multiplicação do espaço de intervenção de jornalistas e outros actores políticos, que dispunham já de outras tribunas.

Nuno Jerónimo retomaria a vertente das comunidades de interesses, organizadas em blogues colectivos, facilitando assim o acompanhamento da actividade política, o que, curiosamente, acabaria por, nas questões mais polémicas, levar inclusivamente a discussões internas entre os membros de um mesmo blogue.

Para além dos blogues colectivos, referiu ainda o caso de “A Mão Invisível”, que opera como uma “plataforma conjunta” de pessoas que escrevem em vários outros blogues, referindo-se-lhe mesmo como uma “espécie de revista online ou coluna de opinião”.

Concluiria fazendo referência às questões clássicas no debate político blogosférico: “O que é o liberalismo? O que é ser conservador? O que é ser de direita e/ou de esquerda? A que direita / esquerda é que pertencem ?”

18 Outubro, 2005 at 8:28 am 1 comentário

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