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MUNDIAL 2006 – GRUPOS D / E – 2ª JORNADA

2-0
Ricardo, Miguel, Fernando Meira, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Costinha, Maniche (67m – Petit), Figo (88m – Simão Sabrosa), Deco (80m – Tiago), Cristiano Ronaldo e Pauleta
Ebrahim Mirzapour, Mehdi Mahdavikia, Yahya Golmohamaddi (88m – Sohrab Bakhtiarizadeh), Rahman Rezaei, Javad Nekounam, Ali Karimi (65m – Ferydoon Zandi), Vahid Hashemian, Hossein Kaabi, Andranik Teymourian, Mohammad Nosrati e Mehrzad Madanchi (66m – Rasoul Khatibi)
Com uma atitude determinada, Portugal teve uma forte entrada na partida, traduzida por um impressionante rácio de 70 % / 30 % em termos de posse de bola, por volta dos 20 minutos.
Não obstante, o Irão surpreendeu, não só pelo porte físico dos seus jogadores, mas também pelo bom “toque de bola” e pela forma como encarou o “jogo pelo jogo”, não se remetendo à defesa, proporcionando espaços à equipa portuguesa.
E, com Portugal a assumir, logo de início, a condução de uma partida, de que praticamente manteve sempre o controlo – não dispondo contudo de muitas oportunidades de golo, pese embora o ataque continuado e persistente -, os iranianos dariam um sinal de “pré-aviso” aos 30 minutos, rematando ao poste, num lance entretanto anulado pelo árbitro, por posição de “fora-de-jogo”.
Com dificuldade em manter o ritmo elevado com que entrara no encontro, e já no decorrer da segunda parte, as coisas pareciam poder vir a complicar-se, à medida que o Irão ia dando sinais de que o empate a zero lhe poderia servir e começava a bloquear os caminhos para a sua área.
Até que, numa boa jogada, Figo se escapou pelo flanco esquerdo, Nuno Valente “arrastou” consigo um defesa iraniano, abrindo espaço para a entrada de trás de Deco, na zona frontal, ainda longe da baliza; a espontaneidade do remate não deu possibilidade de defesa ao guarda-redes. Portugal chegava ao golo, cumprindo a tarefa mais difícil, a de quebrar a resistência psicológica iraniana.
Logo aí se anteviu que a vitória e o apuramento estavam alcançados, não obstante a pronta resposta iraniana, com um jogador a surgir isolado frente ao guarda-redes português, com o remate a sair ao lado. Aos 77 minutos, Ricardo seria ainda obrigado a “dizer presente”, defendendo com autoridade um perigoso remate de cabeça.
Na jogada imediata, surgiu a grande penalidade, a castigar um derrube de Figo, à entrada da área iraniana. Cristiano Ronaldo, que denotara sintomas de alguma ansiedade, na busca do golo, nem sempre com o discernimento necessário, “respirou fundo” e, convertendo irrepreensivelmente o castigo máximo, conseguia o 2-0, que dava tranquilidade absoluta à equipa portuguesa.

Foto – Associated Press
Uma palavra sobre o árbitro, que pareceu em má consição física, acompanhando os lances à distância, nem sempre ajuizando da melhor forma, denotando alguma dualidade de critérios, em particular na forma condescentente que adoptou relativamente a jogadas faltosas, a que os jogadores do Irão recorreram com alguma insistência.
Numa boa partida, em particular no que respeita à atitude positiva com que encarou o jogo, com Deco a assumir o seu papel de “maestro” (distinguido como melhor jogador em campo), a selecção portuguesa, embora algo em “esforço”, cumpre os “serviços mínimos”, atingindo o seu primeiro objectivo, garantindo desde já o apuramento para os 1/8 Final da prova, começando a “reconstruir” a história, 40 anos depois. E, se Portugal é o sexto país a conseguir o apuramento… por seu lado, a equipa do Irão é a sexta já eliminada nesta Fase Final do Mundial.
Resistindo e contornando a pressão de “não poder falhar” neste grupo teoricamente acessível, espera-se que a equipa portuguesa se liberte nos próximos jogos, espalhando o “perfume” do seu futebol, frente a adversários bem mais conceituados: no imediato, o México, numa partida sem pressão (Scolari deveria, em meu entender, dar oportunidade aos “suplentes” da selecção); e, depois, “a sério”, contra Argentina ou Holanda (duas das melhores selecções mundiais).
1-0 – Deco – 63m
2-0 – Cristiano Ronaldo – 80m (g.p.)
Melhor jogador – Deco (Portugal)
Amarelos – Pauleta (45m), Deco (48m) e Costinha (61m); Javad Nekounam (20m), Mehrzad Madanchi (32m), Hossein Kaabi (73m) e Yahya Golmohammadi (88m)
Árbitro – Eric Poulat (França)
Frankfurt (14h00)

0-2
Petr Cech, Zdenek Grygera, Marek Jankulovski, Jaroslav Plasil (68m – Libor Sionko), Tomas Rosicky, Pavel Nedved, Vratislav Lokvenc, Karel Poborsky (56m – Jiri Stajner), Tomas Galasek (46m – Jan Polak), Tomas Ujfalusi e David Rozehnal
Richard Kingson, John Mensah, Illiasu Shilla, Michael Essien, Otto Addo (46m – Derek Boateng), Stephen Appiah, Sulley Muntari, Habib Mohamed, John Pantsil, Matthew Amoah (80m – Eric Addo) e Asamoah Gyan (85m – Razak Pimpong)
Ao oitavo jogo, a primeira vitória de uma selecção africana pode vir “baralhar” bastante as contas do grupo e, eventualmente, provocar a surpresa da eliminação de uma das mais poderosas selecções da Europa, a da R. Checa (semi-finalista do EURO 2004), precisamente uma das que mais tinha “chamado a atenção” na jornada inaugural da competição, com a sua categórica vitória de 3-0 ante os EUA.
0-1 – Asamoah Gyan – 2m
0-2 – Sulley Muntari – 82m
Melhor jogador – Michael Essien (Ghana)
Amarelos – Vratislav Lokvenc (49m); Otto Addo (18m), Michael Essien (37m), Asamoah Gyan (66m), Derek Boateng (75m), Sulley Muntari (84m) e Habib Mohamed (90m)
Vermelho – Tomas Ujfalusi (65m)
Árbitro – Horacio Elizondo (Argentina)
Koln (17h00)

1-1
No termo de um jogo “esquisito”, com um auto-golo e 3 expulsões (primeiro, a Itália a ficar, desde muito cedo, em inferioridade numérica e, depois, no final da 1ª parte e, de imediato, no recomeço, dois jogadores estado-unidenses a serem expulsos), o empate será porventura o resultado mais ajustado, que leva a decisão do grupo para uma empolgante 3ª jornada, com todas as equipas ainda com hipóteses, em dois jogos que serão como que duas “finais” (Itália – R. Checa e Ghana – EUA).
Gianluigi Buffon, Cristian Zaccardo (54m – Alessandro del Piero), Daniele de Rossi, Fabio Cannavaro, Luca Toni (61m – Vincenzo Iaquinta), Francesco Totti (35m – Gennaro Gattuso), Alberto Gilardino, Alessandro Nesta, Gianluca Zambrotta, Simone Perrotta e Andrea Pirlo
Casey Keller, Carlos Bocanegra, Pablo Mastroeni, Steve Cherundolo, Clint Dempsey (62m – Marcus Beasley), Claudio Reyna, Bobby Convey (52m – Jimmy Conrad), Brian Mc Bride, Landon Donovan, Oguchi Oniyewu e Eddie Pope
1-0 – Alberto Gilardino – 22m
1-1 – Cristian Zaccardo (p.b.) – 27m
Melhor jogador – Kasey Keller (EUA)
Amarelos – Francesco Totti (5m) e Gianluca Zambrotta (70m); Eddie Pope (21m)
Vermelhos – Daniele de Rossi (28m); Pablo Mastroeni (45m) e Eddie Pope (47m)
Árbitro – Jorge Larrionda (Uruguai)
Kaiserslautern (20h00)
MUNDIAL 2006 – GRUPOS C / D – 1ª JORNADA

0-1
Dragoslav Jevric, Ivica Dragutinovic, Igor Duljaj, Goran Gavrancic, Mateja Kezman (67m – Danijel Ljuboja), Savo Milosevic (46m – Nikola Zigic), Dejan Stankovic, Predrag Djordjevic, Nenad Djordjevic (43m – Ognjen Koroman), Albert Nadj e Mladen Krstajic
Edwin van der Sar, Jori Mathijsen (86m – Khalid Boulahrouz), Giovanni van Bonckhorst, Phillip Cocu, Ruud van Nistelrooy (69m – Dirk Kuyt), Arjen Robben, Andre Ooijer, John Heitinga, Robin van Persie, Marco van Bommel (60m – Denny Landzaat) e Wesley Sneijder
0-1 – Arjen Robben – 18m
Melhor jogador – Arjen Robben (Holanda)
Amarelos – Dejan Stankovic (34m), Ognjen Koroman (64m), Ivica Dragutinovic (81m) e Goran Gavrancic (90m); Giovanni van Bonckhorst (56m) e John Heitinga (85m)
Árbitro – Markus Merk (Alemanha)
Leipzig (14h00)

3-1
Oswaldo Sanchez, Ricardo Osorio, Rafael Marquez, Carlos Salcido, Gerardo Torrado (46m – Luis Perez), Pavel Pardo, Jared Borgetti (52m – Jose Fonseca), Omar Bravo, Gonzalo Piñeda, Mario Mendez e Guillermo Franco (46m – Zinha)
Ebrahim Mirzapour, Mehdi Mahdavikia, Yahya Golmohamaddi, Rahman Rezaei, Javad Nekounam, Ali Karimi (63m – Mehrzad Madanchi), Vahid Hashemian, Ali Daei, Hossein Kaabi, Nosrati (81m – Arash Borhani) e Andranik Teymourian
1-0 – Omar Bravo – 28m
1-1 – Yahya Golmohamaddi – 36m
2-1 – Omar Bravo – 76m
3-1 – Zinha – 79m
Melhor jogador – Omar Bravo (México)
Amarelos – Gerardo Torrado (18m); Javad Nekounam (55m)
Árbitro – Roberto Rosetti (Itália)
Nuremberg (17h00)

0-1
Compelida a iniciar a partida com 3 alterações face ao previsto “onze titular” (Petit, Tiago e Simão Sabrosa substituíram, respectivamente, Costinha, Maniche e Deco, cuja condição física não lhes permitiria garantir 90 minutos de competição ao nível requerido), a equipa portuguesa entrou em campo com uma boa atitude e, ainda antes dos 15 segundos, já Pauleta surgia isolado a desviar a bola do alcance do guarda-redes, saindo ligeiramente ao lado do poste.
Pouco depois, aos 4 minutos, numa excelente arrancada de Figo, rompendo por entre a (algo frágil) defesa angolana, desmarcou Pauleta, que, com muita calma, colocou a bola no fundo da baliza, inaugurando o marcador.

(Foto – Associated Press)
Nos minutos imediatos, o jogo parecia poder revelar-se fácil; contudo, a partir do quarto de hora, a selecção nacional passou a jogar lento e com passes em profundidade, facilitando a tarefa defensiva da equipa angolana, que começou a libertar-se, chegando mesmo a criar duas ou três situações ameaçadoras.
No final da primeira parte, Portugal denotava querer acordar da letargia em que deixara caír a partida, mas prevalecia a ideia da necessidade de mais determinação e, sobretudo, de imprimir mais velocidade e ritmo ao jogo, de forma a evitar que a partida de pudesse eventualmente vir a complicar-se.
No segundo tempo, a história do jogo não sofreria grandes alterações, com a equipa portuguesa, esforçada, mas a revelar alguma tensão e nervosismo; o tempo ia correndo, as coisas não saíam bem.
Em boa verdade, Angola nunca evidenciou capacidade para poder inverter o rumo dos acontecimentos e, nos últimos minutos, Portugal acabou a resguardar o resultado que lhe deu os primeiros três pontos nesta prova.
Para além do golo, destaque principal para um forte remate de cabeça de Cristiano Ronaldo (ainda na primeira parte), com a bola a embater com estrondo na barra e, quase no final da partida, para o sinal de inconformismo transmitido por Maniche, com um poderoso remate de “meia-distância”, a obrigar o guarda-redes angolano, João Ricardo, “à defesa da noite”.
Objectivo cumprido, num jogo que poderia eventualmente apresentar-se problemático (pela sua conjuntura, opondo dois países de língua portuguesa, com ambições diferenciadas), não obstante uma exibição sofrível. A distinção de “melhor jogador em campo” seria atribuída a Figo, o “maestro” que pautou as tentativas de ataque organizado da equipa de Portugal.
Uma palavra final para o exemplar comportamento, quer do público, quer dos jogadores, fazendo deste jogo uma verdadeira festa.
João Ricardo, Delgado, Jamba, Kali, Loco, André, Mateus, Mendonça, Figueiredo (80m – Miloy), Zé Kalanga (70m – Edson) e Akwá (60m – Mantorras)
Ricardo, Miguel, Fernando Meira, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Petit (72m – Maniche), Tiago (83m – Hugo Viana), Figo, Cristiano Ronaldo (60m – Costinha), Simão Sabrosa e Pauleta
0-1 – Pauleta – 4m
Melhor jogador – Luís Figo (Portugal)
Amarelos – Jamba (28)m), Loco (45m) e André (52m); Cristiano Ronaldo (26m) e Nuno Valente (79m)
Árbitro – Jorge Larrionda (Uruguai)
Koln (20h00)
EURO SUB-21 2006 – FINAL
1/2 FINAIS FINAL
2-3
3
0
0-0

3-0
De forma talvez algo inesperada, pelo menos à partida para este Europeu de Sub-21, a Holanda acaba de sagrar-se Campeã da Europa, com uma concludente vitória na Final, por 3-0, sobre a Ucrânia.
Crescendo ao longo do decurso da competição, a equipa holandesa acaba por vencer com justiça a prova, depois de ter afastado já os grandes favoritos Itália (na fase de Grupos) e França (nas 1/2 Finais).
Destaque para as grandes figuras da prova, os melhores marcadores Huntelaar (4 golos) e Hofs (3 golos), o “maestro” Castelen e um muito seguro guarda-redes, Vermeer.
Para a Ucrânia, com uma excelente carreira neste Campeonato, o resultado da Final acabou por revelar-se algo penalizador, não traduzindo exactamente o desnível entre as duas equipas.
Uma menção final para sublinhar mais uma excelente organização portuguesa, na senda do “EURO 2004” (não obstante a escala inferior desta prova, com cerca de metade dos jogos e movimentando outro tipo de audiências) mas também – e apesar da “prematura” eliminação da selecção nacional – com boas assistências, como a da Final de hoje (com cerca de 22 000 espectadores no Estádio do Bessa), sendo de recordar também, uma vez mais, a forma exemplar como a selecção portuguesa foi apoiada em Guimarães, no termo do jogo, na sua despedida do torneio. Tal como sucedera há dois anos com a festa do “EURO 2004”, também esta organização foi distinguida pela UEFA como a melhor de sempre.
Vermeer, Tiendalli, Vlaar, Luirink, Emanuelson, Aissati (79m – Zomer), De Zeeuw, Schaars, Hofs, Huntelaar e Castelen (69m – De Ridder)
Pyatov, Yarmash, Chygrynskiy, Yatsenko, Romanchuk, Mikhalik, Godin (45m – Feschuk), Cheberyachko, Maksymov, Milevskiy, Fomin (45m – Aliyev)
1-0 – Huntelaar – 11m
2-0 – Huntelaar – 43m (g.p.)
3-0 – Hofs – 90m
Amarelos – Vlaar (73m); Romanchuk (26m), Yarmash (38m), Yatsenko (42m), Feschuk (59m)
Vermelho – Romanchuk (77m)
Árbitro – Martin Hansson (Suécia)
Estádio do Bessa – Porto (19h45)
EURO SUB-21 2006 – 1/2 FINAIS – FINAL
1/2 FINAIS FINAL
2-3
-
-
0-0

2-3
Mandanda, Sagna, Bourillon, Faty, Berthod, Faubert, Gourcuff (45m – Diarra), Mavuba, Toulalan, Sinama-Pongolle (45 m – Gouffran) e Briand (77m – Bergougnoux)
Vermeer, Tiendalli, Vlaar, Luirink, Emanuelson (70m – Braafheid), Aissati (90m – De Ridder), De Zeeuw (45m – Zomer), Schaars, Hofs, Huntelaar e Castelen
0-1 – Hofs – 6m
0-2 – Huntelaar – 38m
1-2 – Faubert – 51m
2-2 – Bergougnoux – 85m
2-3 – Hofs – 107m
Amarelos – Faubert (17m), Sagna (21m), Bergougnoux (113m); Aissati (41m), Huntelaar (58m), Zomer (75m), Vlaar (82m), Hofs (84m), Luirink (111m)
Vermelho – Faubert (104m)
Árbitro – Alberto Undiano (Espanha)
Braga (17h15)

0-0 (5-4 g.p.)
Pyatov (120m – Rybka), Yarmash, Yatsenko, Chygrynskiy, Romanchuk, Mikhalik, Cheberyachko, Maksymov, Pukanych (57m – Aliyev), Milevskiy (17m – Godin) e Fomin
Stojković, Ivanović (90m – Rnic), Stepanov, Biševac, Tošić (65m – Jankovic), Basta, Todorović (76m – Dejan Milovanovic), Milijaš, Lomić, Krasić e Purović
Desempate por pontapés da marca de grande penalidade
Ucrânia – Yarmash falhou; Fomin, Chygrynskiy, Godin, Yatsenko e Maksymov marcaram
Sérvia e Montenegro – Stojkovic falhou; Milijaš, Dejan Milovanovic, Basta e Lomic marcaram; Purovic falhou
Amarelos – Cheberyachko (70m) e Romanchuk (93m); Biševac (39m)
Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)
Aveiro (19h45)
EUROPEU SUB-21 2006 – RESULTADOS E CLASSIFICAÇÕES
GRUPO A Jg V E D G Pt Portugal-França…….0-1
1 França3 3 – – 6-0 9 Sérvia Mont.-Alemanha.0-1
2 Sérvia Mont.3 1 – 2 2-3 3 Portugal-Sérvia Mont..0-2
3 Alemanha3 1 – 2 1-4 3 França-Alemanha…….3-0
4 Portugal3 1 – 2 1-3 3 França-Sérvia Mont….2-0
Alemanha-Portugal…..0-1
GRUPO B Jg V E D G Pt Itália-Dinamarca……3-3
1 Ucrânia3 2 – 1 4-3 6 Ucrânia-Holanda…….2-1
2 Holanda3 1 1 1 3-3 4 Itália-Ucrânia……..1-0
3 Itália3 1 1 1 4-4 4 Dinamarca-Holanda…..1-1
4 Dinamarca3 – 2 1 5-6 2 Dinamarca-Ucrânia…..1-2
Holanda-Itália……..1-0
EURO SUB-21 2006 – GRUPO B – 3ª JORNADA

1-2
Kevin Stuhr Ellegaard, Jonas Troest, Leon Andreasen, Daniel Agger, Michael Jakobsen, Jonas Kamper (71m – Johan Absalonsen), Rasmus Würtz, Martin Bergvold (62m – Morten Rasmusen), Jacob Sørensen, Thomas Kahlenberg e Nicklas Bendtner
Andriy Pyatov, Grigoriy Yarmash, Dmytro Chygrynskiy, Olexandr Yatsenko, Olexandr Romanchuk, Taras Mikhalik, Adrian Pukanych (67m – Andriy Oberemko), Yevgen Cheberyachko, Maksymov, Ruslan Fomin (78m – Olexandr Aliyev) e Artem Milevskiy
0-1 – Ruslan Fomin – 31m
1-1 – Thomas Kahlenberg – 43m
1-2 – Artem Milevskiy – 84m
Amarelos – Daniel Agger (55m), Jonas Troest (59m), Leon Andreasen (68m); Olexandr Maksymov (19m), Artem Milevskiy (58m)
Árbitro – Alberto Undiano (Espanha)
Águeda (19h45)

1-0
Kenneth Vermeer, Tiendalli, Vlaar, Gijs Luirink, Urby Emanuelson (60m – Edson Braafheid), Nicky Hofs (90m – Ramon Zomer), Stijn Schaars (72m – Daniël de Ridder), Ismaïl Aissati, Castelen, Klaas Jan Huntelaar e Demy de Zeeuw
Gianluca Curci, Alessandro Potenza, Cesare Bovo, Michele Canini (78m – Giuseppe Scurto), Giorgio Chiellini, Alessandro Rosina (61m – Marino Defendi), Paolo Sammarco, Montolivo, Pasquale Foggia, Raffaele Palladino (69m – Davide Biondini) e Rolando Bianchi
1-0 – Daniël de Ridder – 73m
Amarelos – Nicky Hofs (78m), Edson Braafheid (90m), Demy de Zeeuw (90m); Paolo Sammarco (37m), Giorgio Chiellini (75m), Riccardo Montolivo (83m)
Árbitro – Martin Hansson (Suécia)
Aveiro (19h45)
EUROPEU SUB-21 2006 – RESULTADOS E CLASSIFICAÇÕES
GRUPO A Jg V E D G Pt Portugal-França…….0-1
1 França3 3 – – 6-0 9 Sérvia Mont.-Alemanha.0-1
2 Sérvia Mont.3 1 – 2 2-3 3 Portugal-Sérvia Mont..0-2
3 Alemanha3 1 – 2 1-4 3 França-Alemanha…….3-0
4 Portugal3 1 – 2 1-3 3 França-Sérvia Mont….2-0
Alemanha-Portugal…..0-1
GRUPO B Jg V E D G Pt Itália-Dinamarca……3-3
1 Itália2 1 1 – 4-3 4 Ucrânia-Holanda…….2-1
2 Ucrânia2 1 – 1 2-2 3 Itália-Ucrânia……..1-0
3 Dinamarca2 – 2 – 4-4 2 Dinamarca-Holanda…..1-1
4 Holanda2 – 1 1 2-3 1 Dinamarca-Ucrânia…..—
Holanda-Itália……..—
EURO SUB-21 2006 – GRUPO A – 3ª JORNADA

0-1
Impotência, raiva, desespero e desilusão.
Impotência revelada pela selecção portuguesa, nunca denotando capacidade para concretizar a “empreitada” que tinha pela frente, com a necessidade de vencer por 3-0… apesar das boas notícias que iam chegando de Braga, com a França a derrotar a Sérvia e Montenegro, o que voltava a colocar Portugal dependente de si próprio.
Raiva pela incapacidade, por tudo “sair mal”, pela postura da equipa alemã, com um futebol muito físico, de choque, sem procurar jogar o jogo pelo jogo, aproveitando para perder tempo… culminando no remate de João Moutinho, pleno de fúria, já com 95 minutos de jogo.
Desespero da selecção alemã, quando, com o golo português, se viu subitamente eliminada… depois de, durante toda a partida, pouco ter feito para procurar outro resultado que não o empate a zero.
Desilusão da equipa portuquesa, que tanto prometia, que tantas expectativas gerara, depois de uma triunfante disputa pela atribuição da organização da prova, visando a conquista do título de Campeão Europeu. Tal como os “destroçados” alemães, bastantes dos jogadores portugueses abandonaram o relvado em lágrimas.
A equipa portuguesa acabou por não reagir bem à pressão, teve sempre que competir em posição desvantajosa, psicologicamente fragilizada e algo desgastada em termos físicos…e, efectivamente, não terá chegado a acreditar que o “milagre” era possível no jogo de hoje.
… E talvez fosse! Já depois dos 95 minutos, e beneficiando então do desespero alemão, Portugal teria ainda mais duas oportunidades de golo!
Do árbitro não devia falar aqui… não fosse ter revelado não estar a altura de uma prova desta “dimensão”. Dez cartões amarelos exibidos traduzem a sua falta de autoridade e incapacidade de controlar o jogo. Mas o pior – possivelmente com influência no desfecho final do grupo – esteve nas duas grandes penalidades que ficaram por assinalar: aos 68 minutos, quando o guarda-redes alemão derrubou o avançado português (numa jogada típica, lançando-se à bola… mas não tocando nela, mas sim nos pés de Lourenço); e, de seguida, aos 82 minutos, quando, numa jogada em que Quaresma tocou acidentalmente com o pé no corpo do mesmo guarda-redes, e este, reagindo a quente, tentou agredi-lo com repetidos golpes a soco, apenas sendo detido por colegas e adversários (ao contrário da incompreensível “decisão salomónica” do árbitro, mostrando amarelo aos dois jogadores, o alemão deveria ter sido expulso, e, dado que o lance decorreu na área, teria de ser marcada a correspondente grande penalidade).
Portugal e Alemanha ficaram pelo caminho nesta prova. No outro jogo, a França continua a sua caminhada triunfal, revelando ser uma equipa poderosa, forte candidata ao título. A Sérvia e Montenegro (finalista vencida no Europeu anterior segue, para já, para as 1/2 Finais… onde pode voltar a encontrar a selecção que a derrotou em 2002, a Itália).
Uma palavra final, positiva, de apreço, para o comportamento inexcedível dos espectadores no Estádio em Guimarães (já com uma elevada “quota-parte de desilusões futebolísticas” este ano), incentivando a equipa portuguesa, e aplaudindo e gritando por Portugal, mesmo depois da partida terminada.
Rensing (85 m – Fromlowits); Volz, Sinkiewicz (76m – Brzenska), Matip e Schulz; Lehmann, Niemeyer (70m – Castro) e Polanski; Hilbert, Kiessling e Nando Rafael
Daniel Fernandes; Nélson, Zé Castro, Rolando e Nuno Morais; Custódio; Manuel Fernandes (45m – Lourenço) e Raul Meireles; João Moutinho, Varela (73m – Nani) e Quaresma
0-1 – João Moutinho – 90m
Amarelos – Hilbert (13m), Schulz (66m), Sinkiewicz (74m), Rensing (82m); Manuel Fernandes (16m), Zé Castro (57m), Nuno Morais (62m), Custódio (67m), Quaresma (82m), João Moutinho (90m)
Árbitro – Alon Yefet (Israel)
Guimarães (19h45)

2-0
Steve Mandanda, François Clerc, Jean-Michel Badiane, Jérémy Berthod, Lucien Aubey, Yohan Gouffran (82m – Florent Sinama-Pongolle), Jérémy Toulalan (56m – Rio Antonio Mavuba), Lassana Diarra, Olivier Veigneau, Bryan Bergougnoux, Anthony Le Tallec (61m – Yoann Gourcuff)
Vladimir Stojković, Branislav Ivanović, Milan Stepanov, Milan Biševac, Marko Lomić, Dušan Basta (47m – Simon Vukčević), Ivan Todorović, Nenad Milijaš, Miloš Krasić, Boško Janković (65m – Duško Tošić), Milan Purović
1-0 – Bryan Bergougnoux – 32m
2-0 – Jérémy Toulalan – 53m
Amarelos – Bryan Bergougnoux (63m), Yoann Gourcuff (74m); Marko Lomić (42m), Duško Tošić (90m)
Árbitro – Gerald Lehner (Áustria)
Braga (19h45)
EUROPEU SUB-21 2006 – RESULTADOS E CLASSIFICAÇÕES
GRUPO A Jg V E D G Pt Portugal-França…….0-1
1 França2 2 – – 4-0 6 Sérvia Mont.-Alemanha.0-1
2 Alemanha2 1 – 1 1-3 3 Portugal-Sérvia Mont..0-2
3 Sérvia Mont.2 1 – 1 2-1 3 França-Alemanha…….3-0
4 Portugal2 – – 2 0-3 – França-Sérvia Mont….—
Alemanha-Portugal…..—
GRUPO B Jg V E D G Pt Itália-Dinamarca……3-3
1 Itália2 1 1 – 4-3 4 Ucrânia-Holanda…….2-1
2 Ucrânia2 1 – 1 2-2 3 Itália-Ucrânia……..1-0
3 Dinamarca2 – 2 – 4-4 2 Dinamarca-Holanda…..1-1
4 Holanda2 – 1 1 2-3 1 Dinamarca-Ucrânia…..—
Holanda-Itália……..—
EURO SUB-21 2006 – GRUPO B – 2ª JORNADA

1-1
Kevin Stuhr Ellegaard, Michael Jakobsen (45m – Martin Pedersen), Leon Andreasen, Daniel Agger (67m – Kildentoft), Jonas Troest, Jonas Kamper, Rasmus Würtz, Martin Bergvold, Jacob Sørensen, Thomas Kahlenberg e Nicklas Bendtner (60m – Morten Rasmusen)
Kenneth Vermeer, Paul Verhaegh, Zomer (86m – Medunjanin), Gijs Luirink, Urby Emanuelson, Nicky Hofs, Stijn Schaars, Ismaïl Aissati, Gerritsen (45m – Collins John), Klaas Jan Huntelaar e Daniël de Ridder (68m – De Zeeuw)
0-1 – Klaas Jan Huntelaar – 38m
1-1 – Thomas Kahlenberg – 48m
Amarelos – Thomas Kahlenberg (5m), Morten Rasmusen (65m); Paul Verhaegh (45m)
Árbitro – Serge Gumienny (Bélgica)
Aveiro (17h15)

1-0
Gianluca Curci, Alessandro Potenza, Michele Canini, Cesare Bovo, Giorgio Chiellini, Pasquale Foggia (70m – Marino Defendi), Marco Donadel, Paolo Sammarco, Alessandro Rosina, Raffaele Palladino e Rolando Bianchi (62m – Gianpaolo Pazzini)
Andriy Pyatov, Grigoriy Yarmash, Olexandr Yatsenko (79m – Mykola Ischenko), Dmytro Chygrynskiy, Olexandr Romanchuk, Andriy Oberemko, Olexandr Aliyev, Yevgen Cheberyachko, Ivan Kryvosheyenko (46m – Taras Mikhalik), Maxym Feschuk (60m – Ruslan Fomin) e Artem Milevskiy
1-0 – Giorgio Chiellini – 90m
Amarelos – Grigoriy Yarmash (25m), Olexandr Romanchuk (90m); Paolo Sammarco (42m), Raffaele Palladino (51m), Marco Donadel (83m), Giorgio Chiellini (89m)
Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)
Águeda (19h45)



