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Croácia – Portugal (Liga das Nações – 6.ª Jornada)
Croácia – Dominik Livaković, Josip Šutalo, Duje Ćaleta-Car, Joško Gvardiol, Ivan Perišić (58m – Luka Sučić), Luka Modrić (78m – Nikola Moro), Mateo Kovačić (45m – Mario Pašalić), Borna Sosa (45m – Kristijan Jakić), Andrej Kramarić, Martin Baturina e Igor Matanović (63m – Ante Budimir)
Portugal – José Sá, Nélson Semedo, Tomás Araújo (63m – Tiago Djaló), Renato Veiga, João Cancelo, Otávio Monteiro (71m – Francisco Conceição), João Neves, Vítor Ferreira “Vitinha”, Nuno Mendes (80m – Diogo Dalot), João Félix e Rafael Leão (71m – Fábio Silva)
0-1 – João Félix – 33m
1-1 – Joško Gvardiol – 65m
Cartões amarelos – Renato Veiga (90m) e Fábio Silva (90m)
Árbitro – Davide Massa (Itália)
A concluir esta fase de “qualificação” da “Liga das Nações”, com o apuramento para os quartos-de-final (tal como o 1.º lugar do Grupo) já garantido desde a ronda anterior, a selecção de Portugal manteve a constância da inconstância exibicional, que tem sido o seu timbre nesta edição da prova.
Outra vez, duas partes (muito) distintas: a primeira a parecer deixar a promessa de uma possível vitória; a segunda, em que só com alguma sorte se acabou por evitar a derrota.
A equipa portuguesa entrou melhor, a dominar praticamente desde início, e criando perigo logo à passagem do quarto de hora.
Depois, com o passar do tempo, a intensidade baixou, tendo a Croácia equilibrado, pelo que o golo acabou por surgir num lance de inspiração de Vitinha, com uma assistência, ainda antes do meio-campo, a dar “meio golo” a João Félix, que, com boa execução técnica, não desperdiçou a oportunidade.
A turma croata mantinha a toada de jogo, e assustaria ainda antes do intervalo, com um remate de Kramarić a embater no poste, depois de desvio em Tomás Araújo.
A necessitar pontuar, para garantir o apuramento, a Croácia arriscou para a segunda parte, intensificando a pressão, vindo mesmo a chegar ao empate, com cerca de vinte minutos decorridos.
Faltava ainda bastante tempo, e até final, pese embora as tentativas ensaiadas por Roberto Martínez, por via das substituições operadas, seria sempre a equipa da casa a estar mais perto do golo, com o guardião José Sá a ser colocado à prova em várias ocasiões, com a bola a atingir os ferros da baliza portuguesa por mais um par de vezes.
Já em período de compensação, com a equipa portuguesa “empurrada contra as cordas”, Diogo Dalot salvaria o empate. Um final de partida que não deixou saudades, a implicar a devida reflexão sobre as suas causas.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 5.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Escócia-Croácia – 1-0 / Portugal-Polónia – 5-1
1º Portugal, 13; 2º Croácia, 7; 3º Escócia e Polónia, 4
Grupo 2 – França-Israel – 0-0 / Bélgica-Itália – 0-1
1º Itália, 13; 2º França, 10; 3º Bélgica, 4; 4º Israel, 1
Grupo 3 – Alemanha-Bósnia-Herzegovina – 7-0 / Países Baixos-Hungria – 4-0
1º Alemanha; 13; 2º Países Baixos, 8; 3º Hungria, 5; 4º Bósnia-Herzegovina, 1
Grupo 4 – Dinamarca-Espanha – 1-2 / Suíça-Sérvia – 1-1
1º Espanha, 13; 2º Dinamarca, 7; 3º Sérvia, 5; 4º Suíça, 2
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2025. O 3.º classificado de cada grupo disputará o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2026/27).
Portugal – Polónia (Liga das Nações – 5.ª Jornada)
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, António Silva, Renato Veiga, Nuno Mendes (88m – Nuno Tavares), Bernardo Silva (76m – Samuel “Samu” Costa), João Neves (45m – Vítor Ferreira “Vitinha”), Bruno Fernandes, Pedro Neto (83m – Francisco Trincão), Cristiano Ronaldo e Rafael Leão (83m – João Félix)
Polónia – Marcin Bułka, Kamil Piątkowski, Jan Bednarek (45m – Sebastian Walukiewicz), Jakub Kiwior, Bartosz Bereszyński (32m – Jakub Kamiński), Mateusz Bogusz (45m – Dominik Marczuk), Taras Romanczuk, Piotr Zieliński, Nicola Zalewski, Krzysztof Piątek (80m – Antoni Kozubal) e Kacper Urbański (72m – Adam Buksa)
1-0 – Rafael Leão – 59m
2-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 72m
3-0 – Bruno Fernandes – 80m
4-0 – Pedro Neto – 83m
5-0 – Cristiano Ronaldo – 87m
5-1 – Dominik Marczuk – 88m
Cartões amarelos – João Neves (25m), Bruno Fernandes (25m), Cristiano Ronaldo (45m) e Nuno Tavares (90m); Marcin Bułka(56m)
Árbitro – Donatas Rumšas (Lituânia)
O clássico bordão do jogo com duas partes distintas é aplicável, com toda a propriedade, neste caso. Depois de uma primeira parte cinzenta – a dada altura ter-nos-emos tornado porventura demasiado exigentes, ao ponto de não ficarmos plenamente satisfeitos com uma goleada de 5-1 à Polónia… –, a selecção portuguesa deu, em especial na meia hora final, uma espécie de recital.
Não terá sido mera coincidência que a notável exibição da equipa lusa na segunda metade do desafio tenha coincidido com a entrada em campo de Vitinha: obviamente, não só pela acção individual que teve, mas, sobretudo, pela forma como o colectivo passou a carrilar.
Após o segundo golo de Portugal, a selecção polaca “entregou-se”, tendo ficado à deriva nos dez minutos finais, em que sofreu mais três tentos. É, por outro lado, dificilmente compreensível (ou talvez não, vá lá…) a desconcentração da equipa portuguesa que, no lance imediatamente após o 5-0, consentiu um golo, a “manchar” o belo desempenho alcançado.
Nem sempre regular durante todo o tempo de jogo, com mais oscilações entre “altos” e “baixos” do que seria desejável, a verdade é que a selecção portuguesa volta a cumprir com distinção uma fase de qualificação, desta feita da “Liga das Nações”, tendo garantido desde já o 1.º lugar no Grupo, e consequentemente apuramento para os quartos-de-final, em que beneficiará, pois, do estatuto de “cabeça-de-série”.
No plano individual, Cristiano Ronaldo (a ampliar para 135 a sua contagem de golos ao serviço da selecção, atingindo o total de 910 golos na carreira) passou também a ostentar o “record” de maior número de triunfos em jogos internacionais de selecções (132 vitórias, em 217 jogos), superando a marca de 131 jogos vencidos, do espanhol Sergio Ramos.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 4.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Escócia-Portugal – 0-0 / Polónia-Croácia – 3-3
1º Portugal, 10; 2º Croácia, 7; 3º Polónia, 4; 4º Escócia, 1
Grupo 2 – Bélgica-França – 1-2 / Itália-Israel – 4-1
1º Itália, 10; 2º França, 9; 3º Bélgica, 4; 4º Israel, 0
Grupo 3 – Alemanha-Países Baixos – 1-0 / Bósnia-Herzegovina-Hungria – 0-2
1º Alemanha; 10; 2º Países Baixos e Hungria, 5; 4º Bósnia-Herzegovina, 1
Grupo 4 – Espanha-Sérvia – 3-0 / Suíça-Dinamarca – 2-2
1º Espanha, 10; 2º Dinamarca, 7; 3º Sérvia, 4; 4º Suíça, 1
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2025. O 3.º classificado de cada grupo disputará o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2026/27).
Escócia – Portugal (Liga das Nações – 4.ª Jornada)
Escócia – Craig Gordon, Anthony Ralston (88m – Nicky Devlin), John Souttar, Grant Hanley, Andrew “Andy” Robertson, Ryan Christie (67m – Ryan Gauld), Billy Gilmour, Scott McTominay, Kenneth “Kenny” McLean, Ben Doak (67m – Lewis Morgan) e Ché Adams (83m – Lyndon Dykes)
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo (88m – Nélson Semedo), Rúben Dias, António Silva, Nuno Mendes, Bruno Fernandes, João Palhinha (61m – Rúben Neves), Vitinha (88m – João Félix), Francisco Conceição (61m – Bernardo Silva), Cristiano Ronaldo e Diogo Jota (61m – Rafael Leão)
Cartões amarelos – Scott McTominay (27m); Diogo Jota (18m), João Palhinha (50m) e Rúben Dias (83m)
Árbitro – Lawrence Visser (Bélgica)
Do “dia” para a “noite”, a qualidade da exibição da equipa portuguesa, do jogo na Polónia para o jogo na Escócia. Parecendo apática, a selecção nacional nunca conseguiu aproximar-se do brilhantismo que revelara na fase inicial do desafio anterior, numa partida em que, naturalmente, assumiu maior iniciativa, exerceu mais pressão, mas em que criou poucas oportunidades de golo, também contrariadas pelo notável desempenho do veterano guardião Craig Gordon, nesta noite.
Não obstante a rotação empreendida por Roberto Martínez, procurando dar minutos ao maior número de jogadores, e manter a frescura física e vivacidade, foi um jogo falho de dinâmica, em que o jogo “não carburou”, não fluiu, usando e abusando de cruzamentos improfícuos, dando vantagem à defensiva escocesa. E, ao contrário, até seria a Escócia a assustar, testando a concentração de Diogo Costa.
No segundo tempo a situação não melhorou, num jogo que ia sendo motivo de aborrecimento. Só já dentro dos derradeiros dez minutos houve alguma maior movimentação, tendo a ocasião mais flagrante de golo surgido a dois minutos do final do tempo regulamentar, quando o guarda-redes da Escócia teve notável intervenção, a evitar o golo, num remate de Bruno Fernandes.
A perspectiva de apuramento para a fase seguinte continua bem presente (só uma improvável conjugação de resultados o poderia impedir), mas, por ora, tal ficou ainda adiado.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 3.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Croácia-Escócia – 2-1 / Polónia-Portugal – 1-3
1º Portugal, 9; 2º Croácia, 6; 3º Polónia, 3; 4º Escócia, 0
Grupo 2 – Israel-França – 1-4 / Itália-Bélgica – 2-2
1º Itália, 7; 2º França, 6; 3º Bélgica, 4; 4º Israel, 0
Grupo 3 – Hungria-Países Baixos – 1-1 / Bósnia-Herzegovina-Alemanha – 1-2
1º Alemanha; 7; 2º Países Baixos, 5; 3º Hungria, 2; 4º Bósnia-Herzegovina, 1
Grupo 4 – Espanha-Dinamarca – 1-0 / Sérvia-Suíça – 2-0
1º Espanha, 7; 2º Dinamarca, 6; 3º Sérvia, 4; 4º Suíça, 0
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2025. O 3.º classificado de cada grupo disputará o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2026/27).
Polónia – Portugal (Liga das Nações – 3.ª Jornada)
Polónia – Łukasz Skorupski, Sebastian Walukiewicz (45m – Jakub Kiwior), Jan Bednarek, Paweł Dawidowicz, Przemysław Frankowski, Sebastian Szymański (84m – Krzysztof Piątek), Maximillian “Maxi” Oyedele (66m – Jakub Moder), Piotr Zieliński, Nicola Zalewski (76m – Michael Ameyaw), Karol Świderski (76m – Kacper Urbański) e Robert Lewandowski
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Rúben Dias, Renato Veiga, Nuno Mendes, Bruno Fernandes (90m – Otávio), Rúben Neves, Bernardo Silva (90m – Samuel “Samu” Costa), Pedro Neto (82m – Nélson Semedo), Cristiano Ronaldo (63m – Diogo Jota) e Rafael Leão (63m – Francisco Trincão)
0-1 – Bernardo Silva – 26m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 37m
1-2 – Piotr Zieliński – 78m
1-3 – Jan Bednarek (p.b.) – 88m
Cartões amarelos – Sebastian Walukiewicz (45m), Przemysław Frankowski (51m), Krzysztof Piątek (88m) e Łukasz Skorupski (88m); Pedro Neto (32m)
Árbitro – Serdar Gözübüyük (Países Baixos)
Esta foi, pelo menos na primeira parte, uma das melhores exibições da selecção nacional nos últimos anos. Empurrando, desde início, a Polónia para o seu sector mais recuado, a equipa portuguesa funcionou como um colectivo quase perfeito, com Bruno Fernandes e Bernardo Silva a pautarem o jogo.
Foram múltiplas as ocasiões de perigo criadas, boa parte não concretizadas em golo, como sucedeu com as tentativas de Dalot, Cristiano Ronaldo (acertando na barra da baliza contrária), Rúben Neves ou Bruno Fernandes, neste caso tendo sido Skorupski a negar o golo.
Mas, quem porfia, sempre alcança, e, ainda antes da meia hora, Portugal inaugurava o marcador, numa triangulação entre Rúben Neves, Bruno Fernandes (a assistir de cabeça) e Bernardo Silva, que rematou para o fundo da baliza.
Não conseguindo a equipa polaca suster a “avalancha” de futebol português, foi com naturalidade que, cerca de dez minutos volvidos, a contagem foi ampliada para o 2-0, por intermédio de Cristiano Ronaldo, na sequência de um remate de Rafael Leão ao poste.
Com o jogo controlado, e a vitória, aparentemente, assegurada, o ritmo baixou significativamente na segunda metade, com a turma portuguesa a gerir o tempo.
Foi, de alguma forma, imprevisto o golo da Polónia, já no quarto de hora de final, a alimentar ainda a esperança da equipa da casa de evitar a derrota.
Não vacilando, Portugal viria, já próximo do minuto 90, a confirmar o triunfo, quando Bednarek, ao tentar interceptar uma bola cruzada por Nuno Mendes, acabou por a introduzir na sua própria baliza.
Três jogos, três vitórias, Portugal lidera isolado o seu Grupo, tendo em mira o apuramento para os 1/4 de final da prova.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 2.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Croácia-Polónia – 1-0 / Portugal-Escócia – 2-1
1º Portugal, 6; 2º Polónia e Croácia, 3; 4º Escócia, 0
Grupo 2 – Israel-Itália – 1-2 / França-Bélgica – 2-0
1º Itália, 6; 2º Bélgica e França, 3; 4º Israel, 0
Grupo 3 – Hungria-Bósnia-Herzegovina – 0-0 / Países Baixos-Alemanha – 2-2
1º Alemanha e Países Baixos, 4; 3º Bósnia-Herzegovina e Hungria, 1
Grupo 4 – Dinamarca-Sérvia – 2-0 / Suíça-Espanha – 1-4
1º Dinamarca, 6; 2º Espanha, 4; 3º Sérvia, 1; 4º Suíça, 0
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2025. O 3.º classificado de cada grupo disputará o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2026/27).
Portugal – Escócia (Liga das Nações – 2.ª Jornada)
Portugal – Diogo Costa, Nélson Semedo (76m – Diogo Dalot), Rúben Dias, António Silva, Nuno Mendes, Bruno Fernandes, João Palhinha (45m – Rúben Neves), Bernardo Silva (68m – João Neves), Pedro Neto (45m – Cristiano Ronaldo), Rafael Leão (68m – João Félix) e Diogo Jota
Escócia – Angus Gunn, Anthony Ralston (74m – Ryan Gauld), Grant Hanley, Scott McKenna, Andrew “Andy” Robertson, Billy Gilmour, Kenneth “Kenny” McLean, Ryan Christie (87m – Lawrence Shankland), Scott McTominay, John McGinn (90m – Ben Doak) e Lyndon Dykes (74m – Tommy Conway)
0-1 – Scott McTominay – 7m
1-1 – Bruno Fernandes – 54m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 88m
Cartões amarelos – Nélson Semedo (66m), Rúben Neves (67m) e Bruno Fernandes (80m); Christie (39m), Robertson (51m) e Hanley (85m)
Árbitro – Maurizio Mariani (Itália)
Segundo jogo, segunda vitória, ambas com o mesmo desfecho, tangencial, como que a traduzir os “serviços mínimos” realizados, patenteando, sobretudo, falta de consistência exibicional.
Este foi, não obstante, um encontro com contornos algo distintos, desde logo, pelo factor de – precisamente ao contrário do que sucedera frente à Croácia –, desde muito cedo, a selecção portuguesa se ter visto em desvantagem no marcador.
Mesmo que tal possa ser, inevitavelmente, sinónimo de alguma intranquilidade, a equipa reagiu bem, consciente que tinha “todo o tempo” pela frente. Porém, até ao intervalo, não conseguiria encontrar o caminho para a baliza escocesa.
O tento do empate, obtido ainda antes de decorridos dez minutos da segunda parte, poderia ter sido o tónico para uma exibição mais conseguida. Mas não foi o que sucedeu. Paradoxalmente, ao invés, Portugal mostrou-se mais descoordenado, com a Escócia a subir de rendimento.
Só na fase final, após as entradas em campo de João Neves e de João Félix (Cristiano Ronaldo substituíra também, ao intervalo, Pedro Neto), a selecção nacional conseguiria empurrar o adversário para a sua zona defensiva, criando várias ocasiões de perigo, com o golo, teimosamente, a ser adiado, até que, já muito próximo do derradeiro minuto, surgiria Ronaldo a carimbar uma difícil vitória, face a um oponente que, tendo a sua valia – e revelando evolução positiva nos últimos anos – não é, decididamente, de topo, a nível do futebol europeu.
Liga das Nações da UEFA – 2024/25 – 1.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Portugal-Croácia – 2-1 / Escócia-Polónia – 2-3
1º Polónia e Portugal, 3; 3º Escócia e Croácia, 0
Grupo 2 – Bélgica-Israel – 3-1 / França-Itália – 1-3
1º Bélgica e Itália, 3; 3º França e Israel, 0
Grupo 3 – Alemanha-Hungria – 5-0 / Países Baixos-Bósnia-Herzegovina – 5-2
1º Alemanha e Países Baixos, 3; 3º Bósnia-Herzegovina e Hungria, 0
Grupo 4 – Dinamarca-Suíça – 2-0 / Sérvia-Espanha – 0-0
1º Dinamarca, 3; 2º Espanha e Sérvia, 1; 4º Suíça, 0
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2025. O 3.º classificado de cada grupo disputará o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2026/27).



