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Liga Europa – Sorteio dos 1/4 de final e das 1/2 finais
Realizou-se também hoje o sorteio dos 1/4 de final e das 1/2 finais da Liga Europa:
1/4 de final
11.08.2020 – Wolfsburg/Shakhtar Donetsk – Eintracht Frankfurt/Basel (Gelsenkirchen)
10.08.2020 – LASK/Manchester United – Istanbul Başakşehir/København (Köln)
10.08.2020 – Inter/Getafe – Rangers/Bayer Leverkusen (Düsseldorf)
11.08.2020 – Olympiakos/Wolverhampton – Sevilla/Roma (Duisburg)
1/2 finais
16.08.2020 – Olympiakos/Wolverhampton ou Sevilla/Roma – LASK/Manchester United ou Istanbul Başakşehir/København (Köln)
17.08.2020 – Inter/Getafe ou Rangers/Bayer Leverkusen – Wolfsburg/Shakhtar Donetsk – Eintracht Frankfurt/Basel (Düsseldorf)
Liga Europa – 1/8 de Final (1.ª mão)
Istanbul Başakşehir – København – 1-0
Olympiakos – Wolverhampton – 1-1
Rangers – Bayer Leverkusen – 1-3
Wolfsburg – Shakhtar Donetsk – 1-2
Inter – Getafe – (Adiado)
Sevilla – Roma – (Adiado)
E. Frankfurt – Basel – 0-3
LASK Linz – Manchester United – 0-5
Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de Final
Istanbul Başakşehir – København
Olympiakos – Wolverhampton
Rangers – Bayer Leverkusen
Wolfsburg – Shakhtar Donetsk
Inter – Getafe
Sevilla – Roma
E. Frankfurt/RB Salzburg – Basel
LASK Linz – Manchester United
Os jogos da primeira mão serão disputados a 12 de Março, estando a segunda mão agendada para 19 de Março.
Liga Europa – 1/16 Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Espanyol - Wolverhampton 3-2 0-4 3-6 Istanbul Başakşehir - Sporting 4-1 (a.p.) 1-3 5-4 Ajax - Getafe 2-1 0-2 2-3 FC Porto - Bayer Leverkusen 1-3 1-2 2-5 Celtic - København 1-3 1-1 2-4 Basel - APOEL 1-0 3-0 4-0 Sevilla - CFR Cluj 0-0 1-1 1-1 Arsenal - Olympiakos 1-2 (a.p.) 1-0 2-2 LASK Linz - AZ Alkmaar 2-0 1-1 3-1 Manchester United - Brugge 5-0 1-1 6-1 Inter - Ludogorets 2-1 2-0 4-1 RB Salzburg - E. Frankfurt 2-2 1-4 3-6 Benfica - Shakhtar Donetsk 3-3 1-2 4-5 Malmö - Wolfsburg 0-3 1-2 1-5 Gent - Roma 1-1 0-1 1-2 Sp. Braga - Rangers 0-1 2-3 2-4
Um (inesperado) descalabro total, com as quatro equipas portuguesas a serem eliminadas!
Seguem para os 1/8 de final três clubes da Alemanha; dois da Espanha, Inglaterra e da Itália; e um da Áustria, Dinamarca, Escócia, Grécia, Suíça, Turquia e Ucrânia.
Assinalam-se também as surpreendentes eliminações do Ajax, finalista da Liga Europa em 2017 e semi-finalista da Liga dos Campeões da época passada, e do Arsenal, também finalista na última edição da Liga Europa, duas das equipas que tinham fortes aspirações nesta competição.
Liga Europa – 1/16 de final – Benfica – Shakhtar Donetsk
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Francisco “Chiquinho” Machado (67m – Haris Seferović), Julian Weigl, Adel Taarabt, Rafael “Rafa” Silva, Luís Fernandes “Pizzi” (79m – João Filipe “Jota”) e Dyego Sousa (79m – Carlos Vinícius)
Shakhtar Donetsk – Andriy Pyatov, Domilson dos Santos “Dodô”, Serhiy Kryvtsov, Mykola Matviyenko, Ismaily dos Santos, Marcos Antônio, Taras Stepanenko, Marlos Bonfim (62m – Mateus “Tetê” Martins), Alan Patrick Lourenço (90m – Davit Khocholava), Taison Freda (86m – Yevhen Konoplyanka) e Júnior Moraes
1-0 – Luís Fernandes “Pizzi” – 9m
1-1 – Rúben Dias (p.b.) – 12m
2-1 – Rúben Dias – 36m
3-1 – Rafael “Rafa” Silva – 47m
3-2 – Taras Stepanenko – 49m
3-3 – Alan Patrick Lourenço – 71m
Cartões amarelos – Rafael “Rafa” Silva (50m); Ismaily dos Santos (43m), Taison Freda (83m) e Yevhen Konoplyanka ((87m)
Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)
Frustração e apreensão são as palavras que prevalecem no fim deste jogo, desta eliminatória e de mais uma campanha europeia do Benfica.
Ser eliminado assim – por um adversário supostamente ao alcance, de nível reconhecidamente inferior, e de forma tão prematura (logo no primeiro confronto a eliminar) – custa bastante.
A forma como se consumou o desfecho – depois de, por três vezes, o Benfica ter estado em vantagem na eliminatória (a primeira delas ainda na Ucrânia, aquando do golo do empate), e, de igualmente, ter visto esfumar-se tal posição em menos de cinco minutos, em cada uma dessas três ocasiões -, a par do histórico recente na Europa, suscita dupla inquietude: de forma mais lata, sobre a dificuldade que o clube vem manifestando em se afirmar a este nível competitivo; no imediato, para o que resta desta temporada, e depois de um mês de Fevereiro bastante negativo, se será possível a equipa “regenerar-se” a tempo de conseguir ainda segurar o 1.º lugar no campeonato…
Vindo da Ucrânia com uma desvantagem, mesmo que pela margem mínima, mas, pelo menos, tendo marcado fora, o Benfica sabia que o 1-0 seria suficiente para seguir em frente, mas também estava consciente – o próprio Bruno Lage o reconheceu – dos riscos que a equipa adversária (uma bem trabalhada miscelânea ucraniano-brasileira) apresentava, pelo que, em bom rigor, seria expectável a necessidade de marcar mais do que o tal golo solitário.
E as coisas até começaram da melhor forma, com uma entrada assertiva, com uma equipa a procurar mostrar-se “mandona”, e, melhor que isso, a conseguir resultados práticos ainda não estavam decorridos dez minutos, com o golo de Pizzi, num remate que surpreendeu a defensiva contrária – sendo que, já antes, Taarabt dispusera de oportunidade flagrante para ameaçar a baliza contrária.
Contudo, logo de seguida, começaria a manifestar-se o que, afinal, seria a tónica desta eliminatória: a incapacidade benfiquista em preservar a vantagem. Apenas três minutos volvidos, na primeira descida do Shakhtar, na sequência de um cruzamento perigoso, numa embrulhada na área com Júnior Moraes e Ferro, Rúben Dias acabaria por ser infeliz, com o contacto na bola a provocar que ela se introduzisse na sua própria baliza.
O Benfica acusou o toque, passou por uma fase de alguma instabilidade, que o Shakthar aproveitou para voltar a criar perigo – Ismaiy rematou ao poste -, valendo então, principalmente, as intervenções atentas de Vlachodimos.
Conseguindo serenar, e voltando a assumir a iniciativa do jogo, o Benfica veria os seus esforços recompensados com o segundo golo, com o mesmo Rúben Dias a redimir-se, marcando de novo, desta vez na “baliza certa”, com um excelente cabeceamento, na sequência de um canto. A eliminatória estava empatada.
Até final do primeiro tempo, o Benfica manteria a toada ofensiva, mas Dyego Sousa permitira a defesa a Pyatov, quanto tinha Pizzi na expectativa da assistência.
Após uma boa exibição do conjunto benfiquista, jogando com intensidade, o resultado tangencial ao intervalo era até algo lisonjeiro para a formação ucraniana…
E se o jogo tinha começado sob bons auspícios, seria difícil que a segunda parte tivesse melhor início, com o Benfica a ampliar a vantagem para 3-1, logo ao segundo minuto!
Num atraso mal medido para o guardião, surgiu, muito oportuno, Dyego Sousa, a interceptar a bola, e, tendo perdido o “timing” para visar as redes, teve ainda a lucidez para, num centro atrasado, solicitar o remate fulgurante de Rafa.
Porém, este “desafogo” do Benfica – com a eliminatória então ganha, e quando se esperaria que pudesse continuar a dominar e, porventura, voltar a marcar, um pouco à imagem do jogo precedente, com o Zenit – não duraria outros dois minutos, altura em que sucedeu o momento determinante da partida e, consequentemente, da eliminatória; Vlachodimos ainda começou por sacudir para canto uma bola que levava muito perigo, mas – há sempre um “mas”… -, também na sequência desse lance de bola parada, Stepanenko voltou a colocar a diferença num tangencial 3-2, o que acabaria por ser decisivo.
O Benfica voltava a necessitar marcar – e, bem vistas as coisas, até tinha quase toda a segunda parte para tal -, mas a verdade é que nunca mais conseguiu explanar o futebol que apresentara na metade inicial do encontro, ao mesmo tempo que continuava a denotar intranquilidade no sector defensivo.
A meio desssa etapa complementar, Bruno Lage arriscou, fazendo entrar Seferović – que, de imediato, até teria uma boa ocasião para chegar ao tal ansiado quarto golo, todavia cabeceando ao lado -, e, desta feita, não obstante o Benfica não tenha marcado, bastariam dois minutos para, em mais um de vários contra-ataques rápidos, o Shakhtar marcar o seu terceiro golo, num cruzamento atrasado de Taison, com Alan Patrick a empatar a 3-3, e, virtualmente, a sentenciar o desfecho da eliminatória.
As apostas ofensivas do Benfica para os derradeiros dez minutos seriam já em “desespero de causa” e, como é regra nestas situações, não frutificariam (pese embora Vinícius pudesse ter sido mais feliz). Chegou, aliás, a pairar a eventual ameaça de a turma portuguesa poder mesmo acabar por vir a perder o jogo, o que, a ter ocorrido, seria castigo excessivo. O empate já foi suficientemente amargo…
Liga Europa – 1/16 de final (1.ª mão)
Wolverhampton – Espanyol – 4-0
Sporting – Istanbul Başakşehir – 3-1
Getafe – Ajax – 2-0
Bayer Leverkusen – FC Porto – 2-1
København – Celtic – 1-1
APOEL – Basel – 0-3
CFR Cluj – Sevilla – 1-1
Olympiakos – Arsenal – 0-1
AZ Alkmaar – LASK Linz – 1-1
Brugge – Manchester United – 1-1
Ludogorets – Inter – 0-2
E. Frankfurt – RB Salzburg – 4-1
Shakhtar Donetsk – Benfica – 2-1
Wolfsburg – Malmö – 2-1
Roma – Gent – 1-0
Rangers – Sp. Braga – 3-2
Liga Europa – 1/16 de final – Shakhtar Donetsk – Benfica
Shakhtar Donetsk – Andriy Pyatov, Serhiy Bolbat, Serhiy Kryvtsov, Mykola Matviyenko, Ismaily dos Santos, Alan Patrick Lourenço (80m – Marcos Antônio), Taras Stepanenko, Marlos Bonfim (83m – Yevhen Konoplyanka), Viktor Kovalenko, Taison Freda (90m – Mateus “Tetê” Martins) e Júnior Moraes
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (90m – Andreas Samaris), Adel Taarabt, Florentino Luís, Franco Cervi, Francisco “Chiquinho” Machado (79m – Rafael “Rafa” Silva) e Haris Seferović (69m – Carlos Vinícius)
1-0 – Alan Patrick Lourenço – 56m
1-1 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 67m
2-1 – Viktor Kovalenko – 72m
Cartão amarelo – Florentino Luís (90m)
Árbitro – Robert “Bobby” Madden (Escócia)
Começam a faltar palavras para qualificar os sucessivos (maus) desempenhos do Benfica nas competições europeias, em anos recentes.
Quando o mínimo que se pode dizer é que o resultado foi o menos mau, numa noite em que a equipa benfiquista se apresentou completamente desconexa, perdida dentro de campo, falha de intensidade, os sinais não são animadores.
Depois da exibição no último jogo da fase de grupos da Liga dos Campeões, em que o Benfica se superiorizou claramente ao líder da liga russa, Zenit, o comportamento evidenciado em Kharkiv traduz uma clara regressão.
Defrontando uma formação ucraniana – de regresso à competição após uma “pausa de Inverno” de dois meses – que, mais do que ataque organizado, privilegia as transições rápidas, o Benfica, entrando também na expectativa, ainda conseguiu começar por equilibrar a toada de jogo, no quarto de hora inicial.
Porém, a partir de meio da primeira parte, começaram a vir ao de cima as fragilidades defensivas que têm sido notórias nos últimos jogos, com a turma portuguesa incapaz de encontrar o posicionamento adequado dentro de campo, para contrariar o carrossel do Shakhtar, então a começar a rodopiar em crescente aceleração.
O primeiro susto – com Marlos, na sequência de um contra-ataque, a introduzir a bola na baliza contrária – foi “cancelado” pelo “VAR”, a não validar o que teria sido o tento inaugural do grupo ucraniano. Mas o Shakhtar continuaria a fazer “gato-sapato” das (inoperantes) marcações dos defesas contrários, valendo, nessa fase, a atenção e o acerto de Vlachodimos para evitar males maiores, a par de uma bola salva por Tomás Tavares.
O nulo no final da metade inicial do desafio era claramente lisonjeiro para o Benfica. Mas as coisas iriam piorar no segundo tempo…
O Shakthar necessitaria, então, de apenas dez minutos para, em mais uma jogada envolvente, materializar em golo a sua notória superioridade – isto depois de, no entretanto, o guardião benfiquista ter sido já chamado a outras duas intervenções apertadas (a deter os remates de Júnior Moraes e de Marlos), para além de ter visto uma bola embater no poste da sua baliza (a remate de Ismaily).
Procurando esboçar uma reacção, o Benfica teria a felicidade de, sem até então ter feito grande coisa por isso, rapidamente chegar ao golo, restabelecendo a igualdade no marcador. Tomás Tavares, já na pequena área contrária, surgiria a desviar um passe de Cervi, lance que seria também objecto de análise pelo “VAR”, na perspectiva de um “fora-de-jogo”, mas do qual acabaria por resultar, paralelamente, o assinalar de grande penalidade, por toque sobre o mesmo Cervi. Pizzi, muito focado, não desperdiçaria a ocasião.
Pensou-se que, motivada pelo golo, a formação portuguesa poderia então aproveitar alguma eventual oscilação dos ucranianos/brasileiros do Shakhtar, até em função da sua natural falta de ritmo para disputar noventa minutos em alta rotação.
Puro engano: os visitados não deram sinal de ter acusado o golo sofrido, mantendo a dinâmica e não seriam precisos mais do que cinco minutos para se voltarem a colocar em vantagem, aproveitando uma falha clamorosa de Rúben Dias – descaído sobre a direita, já próximo da linha de fundo, a não despachar, perdendo a bola para Júnior Moraes, que ofereceu o golo a Kovalenko.
A entrada em campo de Rafa parecia ser um sinal de algum inconformismo (Grimaldo tentaria ainda a sorte por duas vezes), mas, na verdade, nos minutos finais, o Benfica preocupar-se-ia, sobretudo, em não deixar ampliar a diferença, frente a um grupo versátil e hábil, muito bem orientado por Luís Castro.
No final, mantendo em aberto o desfecho da eliminatória, a tendência apenas poderá ser revertida se o Benfica conseguir, em Lisboa, uma exibição de sinal diametralmente oposto, assumindo a iniciativa e procurando não apenas controlar, mas dominar o jogo. Será capaz disso?
Liga Europa – Sorteio dos 1/16 de Final
Wolverhampton – Espanyol
Sporting – Istanbul Başakşehir
Getafe – Ajax
Bayer Leverkusen – FC Porto
København – Celtic
APOEL – Basel
CFR Cluj – Sevilla
Olympiakos – Arsenal
AZ Alkmaar – LASK Linz
Brugge – Manchester United
Ludogorets – Inter
E. Frankfurt – RB Salzburg
Shakhtar Donetsk – Benfica
Wolfsburg – Malmö
Roma – Gent
Rangers – Sp. Braga
Os jogos da primeira mão serão disputados a 20 de Fevereiro de 2020, estando a segunda mão agendada para 27 de Fevereiro.
Liga Europa – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
LASK Linz – Sporting – 3-0
PSV Eindhoven – Rosenborg – 1-1
1º LASK Linz, 13; 2º Sporting, 12; 3º PSV Eindhoven, 8; 4º Rosenborg, 1
Grupo F
Standard Liège – Arsenal – 2-2
E. Frankfurt – V. Guimarães – 2-3
1º Arsenal, 11; 2º E. Frankfurt, 9; 3º Standard Liège, 8; 4º V. Guimarães, 5
Grupo G
Rangers – Young Boys – 1-1
FC Porto – Feyenoord – 3-2
1º FC Porto, 10; 2º Rangers, 9; 3º Young Boys, 8; 4º Feyenoord, 5
Grupo K
Wolverhampton – Beşiktaş – 4-0
Slovan Bratislava – Sp. Braga – 2-4
1º Sp. Braga, 14; 2º Wolverhampton, 13; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 3
Garantiram o apuramento para os 1/16 de final os seguintes clubes: Sevilla, APOEL, Malmö, København, Basel, Getafe, LASK Linz, Sporting, Celtic, CFR Cluj, Arsenal, E. Frankfurt, FC Porto, Rangers, Espanyol, Ludogorets, Gent, Wolfsburg, Istanbul Başakşehir, Roma, Sp. Braga, Wolverhampton, Manchester United e AZ Alkmaar.
A estes juntam-se as oito equipas que transitam da Liga dos Campeões: Brugge, Olympiakos, Shakhtar Donetsk, Bayer Leverkusen, RB Salzburg, Inter, Benfica e Ajax.
Em termos gerais, temos os seguintes contingentes principais, por países: Portugal, único país com 4 representantes; Alemanha, Espanha e Inglaterra (3 clubes cada), Áustria, Bélgica, Escócia, Holanda e Itália (2).
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Liga Europa – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
Rosenborg – LASK Linz – 1-2
Sporting – PSV Eindhoven – 4-0
1º Sporting, 12; 2º LASK Linz, 10; 3º PSV Eindhoven, 7; 4º Rosenborg, 0
Grupo F
V. Guimarães – Standard Liège – 1-1
Arsenal – E. Frankfurt – 1-2
1º Arsenal, 10; 2º E. Frankfurt, 9; 3º Standard Liège, 7; 4º V. Guimarães, 2
Grupo G
Feyenoord – Rangers – 2-2
Young Boys – FC Porto – 1-2
1º Rangers, 8; 2º FC Porto e Young Boys, 7; 4º Feyenoord, 5
Grupo K
Sp. Braga – Wolverhampton – 3-3
Beşiktaş – Slovan Bratislava – 2-1
1º Sp. Braga, 11; 2º Wolverhampton, 10; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 3
Ainda com uma jornada por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/16 de final os seguintes 13 clubes: Sevilla, APOEL, Basel, Sporting, LASK Linz, Celtic, Espanyol, Gent, Wolfsburg, Sp. Braga, Wolverhampton, Manchester United e AZ Alkmaar.
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