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Liga dos Campeões – 1/8 de final – Barcelona – Benfica

BarcelonaBarcelona – Wojciech Szczęsny, Jules Koundé, Ronald Araújo, Iñigo Martínez (87m – Eric García), Alejandro Balde, Frenkie de Jong (81m – Marc Casadó), Daniel “Dani” Olmo (70m – Pablo Gavira “Gavi”), Pedro “Pedri” González, Lamine Yamal (81m – Fermín López), Raphael “Raphinha” Belloli e Robert Lewandowski (70m – Ferran Torres)

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Tomás Araújo (84m – João Rego), António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Fredrik Aursnes, Florentino Luís (70m – Leandro Barreiro), Orkun Kökçü (70m – Andrea Belotti), Kerem Aktürkoğlu (56m – Zeki Amdouni), Andreas Schjelderup (56m – Renato Sanches) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis

1-0 – Raphael “Raphinha” Belloli – 11m
1-1 – Nicolás Otamendi – 13m
2-1 – Lamine Yamal – 27m
3-1 – Raphael “Raphinha” Belloli – 42m

Cartão amarelo – António Silva (48m)

Árbitro – François Letexier (França)

As perspectivas não eram boas, à partida para o desafio da 2.ª mão, atendendo à derrota sofrida pelo Benfica em casa. Mas a verdade é que, o que se viu esta noite, foi uma equipa do Barcelona claramente com outro andamento, que, em várias fases do jogo, como que fez “gato-sapato” do adversário.

Tendo Bruno Lage sido forçado a substituir Carreras (a cumprir castigo) por Dahl, este denotou sempre dificuldades em procurar travar Lamine Yamal. Mas, claro, a responsabilidade desta nova derrota não pode ser imputada ao sueco, uma vez que também o meio-campo não funcionou, tal a diferença de ritmo entre as duas equipas.

O guarda-redes benfiquista ainda ia procurando adiar o desnível do marcador (com duas intervenções logo nos dez minutos iniciais), tendo, porém, o Barcelona inaugurado o placard logo de seguida, mercê de uma combinação entre a dupla diabólica, formada por Yamal e Raphinha.

Isto, pese embora Otamendi ter ainda, prontamente, empatado, na sequência de um pontapé de canto, antecipando-se à defesa e cabeceando para o fundo das redes de Szczęsny.

Mas seria “sol de pouca dura”: menos de um quarto de hora volvido, Yamal voltou a ultrapassar a defesa benfiquista (desta feita, Tomás Araújo), internando-se a partir da direita, rematando em arco, sem hipótese para Trubin.

Não haveria já dúvidas sobre o desfecho da eliminatória, mas, outros quinze minutos depois – e logo depois de Trubin ter negado o golo a Lewandowski – a turma catalã chegaria ao terceiro tento, fixando o que seria o resultado final, ainda antes do intervalo, outra vez com Raphinha a ser o “carrasco”, depois de uma cavalgada de Alejandro Balde.

Na segunda parte, a toada do jogo não se alterou de forma substancial, mesmo que a intensidade tenha, naturalmente, baixado.

O Barcelona continuou a não dar possibilidade ao adversário de ter bola e de desenvolver lances estruturados de ataque, dispondo, por seu lado, de oportunidades para poder ter ampliado a contagem (começou por ter, ainda nos minutos iniciais do segundo tempo, um remate ao poste), mas, de facto, tal não seria já determinante para a história do jogo ou da eliminatória.

Acabou por ser uma partida em que o Benfica, por mais esforçado que possa ter sido, não conseguiu ir muito além de um ou outro remate à figura, tendo tido como lance de maior perigo, a cinco minutos do fim, um cabeceamento de Amdouni, detido pelo guardião.

A equipa portuguesa acabou por deixar uma imagem quase como que de “falta de comparência” em Barcelona, despedindo-se desta edição da “Champions” bastante longe do que, a espaços, tinha chegado a alcançar nesta temporada.

11 Março, 2025 at 8:40 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 de final (1.ª mão)

05.03.2025 - Paris Saint-Germain - Liverpool              0-1
04.03.2025 - Club Brugge - Aston Villa                    1-3
04.03.2025 - Real Madrid - At. Madrid                     2-1
04.03.2025 - PSV Eindhoven - Arsenal                      1-7
05.03.2025 - Benfica - Barcelona                          0-1
04.03.2025 - Borussia Dortmund - Lille                    1-1
05.03.2025 - Bayern München - Bayer Leverkusen            3-0
05.03.2025 - Feyenoord - Inter                            0-2

5 Março, 2025 at 10:59 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 de final – Benfica – Barcelona

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Tomás Araújo (57m – Samuel Dahl), António Silva, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras, Fredrik Aursnes, Leandro Barreiro (70m – Andrea Belotti), Orkun Kökçü (84m – Renato Sanches), Kerem Aktürkoğlu, Andreas Schjelderup (70m – João Rego) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (84m – Arthur Cabral)

BarcelonaBarcelona – Wojciech Szczęsny, Jules Koundé, Pau Cubarsí, Iñigo Martínez, Alejandro Balde, Daniel “Dani” Olmo (28m – Ronald Araújo), Frenkie de Jong (79m – Marc Casadó), Pedro “Pedri” González, Lamine Yamal (56m – Ferran Torres), Raphael “Raphinha” Belloli e Robert Lewandowski (79m – Gerard Martín)

0-1 – Raphael “Raphinha” Belloli – 61m

Cartões amarelos – Leandro Barreiro (45m), António Silva (45m), Álvaro Carreras (73m) e João Rego (90m); Iñigo Martínez (45m)

Cartão vermelho – Pau Cubarsí (22m)

Árbitro – Felix Zwayer (Alemanha)

Imperou a velha máxima de que “não há dois jogos iguais”: depois da catadupa de (nove!) golos de há um mês e meio, um solitário golo desta vez. Porém, o desfecho foi o mesmo: nova vitória do Barcelona… e, tal como na partida anterior, o Benfica ficou a dever a si próprio não ter logrado triunfar.

O arranque parecia similar ao do jogo de Turim, com a Juventus, com as duas equipas lançadas em vertigem, tendo nomeadamente o Benfica, logo nos minutos iniciais, criado muito perigo, por intermédio de Aktürkoğlu e de Leandro Barreiro, com o adversário também a ripostar de pronto.

E, pouco depois, à passagem dos doze minutos, seria mesmo o Barcelona a, de forma incrível, desaproveitar tripla ocasião de marcar (por Frenkie de Jong, Lewandowski e Lamine Yamal), graças a uma fantástica sequência de três defesas no mesmo lance, por instinto, de Trubin.

A equipa catalã mantinha a sua característica de alto risco, o que o Benfica aproveitou para, num lançamento em profundidade, a solicitar a desmarcação de Pavlídis, este, isolando-se frente a Szczęsny, ser travado “in extremis” por Cubarsí, a cometer falta sobre a linha delimitadora da grande área, que lhe custou a expulsão.

A partir daí a configuração do jogo alterou-se: o Barcelona – que, até então, registava elevada percentagem de “posse de bola”, como que passava a “oferecer” deliberadamente a iniciativa. O Benfica tentava sucessivas investidas, mas esbarrava na muralha defensiva contrária, perante um intransponível Szczęsny. Ao contrário, eram os catalães a passar a ameaçar em rápidas transições.

Já próximo do intervalo, a turma benfiquista teve outras duas boas ocasiões, primeiro com um remate de Pavlídis a esbarrar no corpo de Koundé, e, de seguida, com Aktürkoğlu a cabecear, com Szczęsny a negar o golo, com grande intervenção.

No recomeço, num curto intervalo de tempo, Pavlídis, por duas vezes, e Aursnes, desperdiçaram outras oportunidades de poder marcar.

Porém, bastou um momento de desconcentração, com António Silva a fazer um passe transviado, que Raphinha não perdoou, com um remate seco, sesgado ao canto da baliza, não dando hipóteses a Trubin. “Contra a corrente”, estava inaugurado o marcador, a favor do Barcelona.

Bruno Lage arriscaria mais, fazendo entrar Belotti e o jovem João Rego, para os últimos vinte minutos, procurando intensificar a pressão ofensiva. E a equipa do Barcelona teria, então, de se mostrar solidária, com capacidade para sofrer, em prol da preservação da magra vantagem adquirida.

Já dentro do quarto de hora final seria de novo o guardião polaco a negar o golo a Aktürkoğlu. Para, poucos minutos volvidos, Belotti ser travado por Szczęsny, tendo o árbitro assinalado a marca de grande penalidade, lance que, contudo, seria invalidado pelo “VAR”, sancionando “milimétrica” posição de fora-de-jogo.

Em tempo de compensação, no último suspiro, com o adversário acantonado na sua área, o Benfica dispôs de quatro pontapés de canto sucessivos, tendo Renato Sanches proporcionado ainda sensação eminente de golo, com um potente remate de fora da área… uma vez mais travado pelo guarda-redes!

A equipa portuguesa terminaria o encontro revertendo a seu favor a maior percentagem de posse bola, e em clara superioridade noutros dados estatísticos, como o número de remates ou de cantos. Porém, faltou maior acutilância para poder materializar em golo qualquer das várias jogadas de ataque que realizou.

O Benfica realizou exibição positiva, personalizada, mas terá de enfrentar agora, na Catalunha, uma ingrata missão, de tentar surpreender a Europa do futebol, necessitando de alcançar o que seria um muito inesperado desfecho, o de recuperar, em Barcelona, da desvantagem caseira sofrida nesta 1.ª mão.

5 Março, 2025 at 10:58 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 de final

Paris Saint-Germain – Liverpool
Club Brugge – Aston Villa
Real Madrid – At. Madrid
PSV Eindhoven – Arsenal
Benfica – Barcelona
Borussia Dortmund – Lille
Bayern München – Bayer Leverkusen
Feyenoord – Inter

Os jogos desta eliminatória serão disputados nos dias 4 e 5 de Março (1.ª mão) e 11 e 12 de Março (2.ª mão).

O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:

(1) Paris Saint-Germain/Liverpool – Club Brugge/Aston Villa
(2) PSV Eindhoven/Arsenal – Real Madrid/At. Madrid
(3) Benfica/Barcelona – Borussia Dortmund/Lille
(4) Bayern München/Bayer Leverkusen – Feyenoord/Inter

Por seu lado, as meias-finais terão o seguinte alinhamento:

Vencedor (2) – Vencedor (1)
Vencedor (3) – Vencedor (4)

21 Fevereiro, 2025 at 12:17 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – “Play-off” intercalar (2.ª mão)

                                2ª mão      1ª mão       Total
Paris St.-Germain - St. Brestois  7-0         3-0        10-0
Atalanta - Club Brugge            1-3         1-2         2-5
Real Madrid - Manchester City     3-1         3-2         6-3
PSV Eindhoven - Juventus          2-1 (3-1ap) 1-2         4-3
Benfica - AS Monaco               3-3         1-0         4-3
Borussia Dortmund - Sporting      0-0         3-0         3-0
Bayern München - Celtic           1-1         2-1         3-2
AC Milan - Feyenoord              1-1         0-1         1-2

19 Fevereiro, 2025 at 11:40 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – “Play-off” intercalar – Benfica – Monaco

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Tomás Araújo, António Silva, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras, Fredrik Aursnes, Leandro Barreiro, Orkun Kökçü (87m – João Rego), Kerem Aktürkoğlu (58m – Zeki Amdouni), Andreas Schjelderup (58m – Samuel Dahl) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (87m – Andrea Belotti)

MonacoMonaco – Radosław Majecki, Krépin Diatta, Thilo Kehrer, Wilfried Singo, Christian Mawissa (80m – George Ilenikhena), Caio Henrique (80m – Kassoum Ouattara), Maghnes Akliouche, Lamine Camara, Eliesse Ben Seghir, Takumi Minamino (87m – Lucas Michal) e Breel Embolo (65m – Mika Biereth)

1-0 – Kerem Aktürkoğlu – 22m
1-1 – Takumi Minamino – 32m
1-2 – Eliesse Ben Seghir – 51m
2-2 – Evangelos “Vangelis” Pavlídis (pen.) – 76m
2-3 – George Ilenikhena – 81m
3-3 – Orkun Kökçü – 84m

Cartões amarelos – Leandro Barreiro (67m) e Zeki Amdouni (71m); Maghnes Akliouche (62m)

Árbitro – Glenn Nyberg (Suécia)

Tinha ficado já no ar, no final do jogo da 1.ª mão, no Monaco, a inquietação decorrente de o Benfica ter desaproveitado soberanas ocasiões para fechar definitivamente a eliminatória a seu favor. Como se viria a confirmar, a vantagem de um golo (mesmo que obtida em terreno alheio) pode ser muito ténue.

O que é facto é que – mesmo ciente de que jogar para o empate é sempre um risco significativo, que se deve procurar evitar – o Benfica evidenciou uma abordagem desastrada a este desafio da 2.ª mão, concedendo todas as vantagens – até anímicas – ao oponente.

Até à hora de jogo, a equipa benfiquista nunca conseguiu encontrar o “Norte” dentro de campo, sempre em posição de inferioridade face ao desempenho da equipa do principado, perante a intensidade e dinamismo colocado em campo pelos seus principais talentos (com destaque para Akliouche e Ben Seghir), tendo chegado mesmo a passar por momentos em que se viu “encostado às cordas” (o que se verificava, precisamente, antes das primeiras substituições operadas por Bruno Lage).

Com “mais sorte que juízo” o Benfica até teria ainda a benesse de marcar primeiro, duplicando a vantagem na eliminatória, com Aktürkoğlu, por fim, a reencontrar-se com o golo, mercê de um fantástico trabalho prévio de Pavlídis, a deambular dentro da área, nunca desistindo, fazendo “gato sapato” dos vários defesas que lhe iam surgindo ao caminho.

Até à meia hora de jogo, em três encontros (dois e um terço, vá…) com o Benfica, o Monaco “não tinha tido sorte nenhuma”: Minamino acabara de cabecear ao poste da baliza, quando, no minuto imediato, não perdoou, marcando o 1-1.

O empate que se registava ao intervalo era um resultado bem lisonjeiro para a equipa portuguesa. E as coisas não mudariam de figura no início do segundo tempo: a continuar a jogar como o tinha vindo a fazer, só “por milagre” o Benfica conseguiria apurar-se.

A confirmar essa ideia – estava bem à vista de todos –, surgiria mesmo, bem cedo, o segundo golo da turma monegasca, a colocar-se em vantagem no marcador, igualando a eliminatória, e, por coincidência, também neste caso, imediatamente depois de o mesmo Ben Seghir ter rematado com bastante perigo.

Até que o milagre se revelaria: as entradas de Amdouni e, sobretudo, de Dahl (proporcionando maior consistência no flanco esquerdo, num notável trabalho de apoio e complemento a Carreras) viriam a dar uma configuração completamente diferente ao jogo. Com o Benfica a melhorar notoriamente o desempenho, a derradeira meia hora seria “de loucos”.

Com o 2-2, em mais um golo de Pavlídis, na conversão de uma grande penalidade, a um quarto de hora do final, esperar-se-ia que o desfecho da eliminatória pudesse, de alguma forma, estar controlado.

Mas não… Apenas cinco minutos volvidos Trubin – que, na primeira parte, fizera, pelo menos, um par de defesas que salvaram outros tantos golos – deu um enorme “frango” e o Monaco voltava a superiorizar-se no marcador, passando, então, o prolongamento a ser um cenário de forte probabilidade.

Valeu à formação portuguesa o comportamento tipo “kamikaze” dos jogadores do Monaco (o que ficou patente, a espaços, em todos os três jogos, evidenciando as suas grandes fragilidades de organização defensiva) – a fazer lembrar as equipas africanas dos anos 80/90, muito dotadas tecnicamente, mas com notórias insuficiências a nível táctico – para, num último fôlego, o Benfica conseguir ainda resgatar a eliminatória, alcançando o 3-3 (dos quais, três golos apontados num intervalo de apenas oito minutos, entre os 76 e os 84!), tendo Kökçü dada a melhor finalização a uma excelente assistência de Carreras.

Que poderia, aliás, ter-se convertido ainda numa vitória benfiquista, quando, já em tempo de compensação, o árbitro assinalou o que seria a segunda grande penalidade, contudo, revertida pelo “VAR”.

O Benfica – que teve de sofrer bem mais do que deveria – bem pode ir “pôr umas velinhas a Fátima”.

18 Fevereiro, 2025 at 11:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – “Play-off” intercalar (1.ª mão)

11.02.2025 - Stade Brestois - Paris Saint-Germain         0-3
12.02.2025 - Club Brugge - Atalanta                       2-1
11.02.2025 - Manchester City - Real Madrid                2-3
11.02.2025 - Juventus - PSV Eindhoven                     2-1
12.02.2025 - AS Monaco - Benfica                          0-1
11.02.2025 - Sporting - Borussia Dortmund                 0-3
12.02.2025 - Celtic - Bayern München                      1-2
12.02.2025 - Feyenoord - AC Milan                         1-0

12 Fevereiro, 2025 at 11:01 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – “Play-off” intercalar – Monaco – Benfica

MonacoMonaco – Radosław Majecki, Vanderson Campos, Mohammed Salisu, Thilo Kehrer e Krépin Diatta; Maghnes Akliouche (68m – Eliesse Ben Seghir), Denis Zakaria, Almoatasembellah Al-Musrati e Alexandr Golovin (68m – Takumi Minamino); Breel Embolo e Mika Biereth (57m – Soungoutou Magassa)

BenficaBenfica – Anatoliy Trubin, Tomás Araújo (67m – Ángel Di María) (86m – Arthur Cabral), António Silva, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras, Fredrik Aursnes, Florentino Luís (67m – Leandro Barreiro), Orkun Kökçü, Andreas Schjelderup (78m – Zeki Amdouni)), Kerem Aktürkoğlu e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (78m – Andrea Belotti)

0-1 – Evangelos “Vangelis” Pavlídis – 48m

Cartões amarelos – Álvaro Carreras (16m) e Florentino Luís (56m); Almoatasembellah Al-Musrati (41m), Vanderson Campos (79m) e Denis Zakaria (90m)

Cartão vermelho – Almoatasembellah Al-Musrati (52m)

Árbitro – Maurizio Mariani (Itália)

O Benfica voltou a ganhar no Principado. Incrivelmente, o Monaco voltou a terminar o jogo reduzido a dez elementos, por circunstâncias em tudo idênticas às do jogo anterior: Carreras (outra vez) poderia ter visto o segundo cartão amarelo, e quem acabou expulso foi, de novo, o jogador da casa (o nosso bem conhecido Al-Musrati), desta vez, por reclamar ostensivamente, na direcção do árbitro, a amostragem de tal cartão. Mas as semelhanças com o desafio da fase de “Liga” terminam por aqui.

A primeira parte foi bastante repartida, com as duas equipas com abordagem similar, apostando em rápidas transições, mas com sucessivas perdas de bola, sem ter, efectivamente, criado soberanas ocasiões de golo. Sem um “fio de jogo” definido, de parte a parte, não se poderá dizer que alguma equipa se tenha claramente superiorizado.

Mal se tinha iniciado o segundo tempo e logo o Benfica se colocaria em vantagem, num lance finalizado com uma fantástica execução técnica de Pavlídis: uma excelente abertura de Tomás Araújo, a solicitar o avançado grego, que, depois de se desembaraçar do defesa contrário, já algo descaído sobre o lado direito e próximo da linha de fundo, com ângulo reduzido, fez a bola “picar” sobre o guardião, anichando-se inapelavelmente no fundo das redes.

Fruto directo ou não de algum descontrolo emocional, as coisas complicar-se-iam decisivamente para o Monaco com a expulsão de Al-Musrati, que, já admoestado com cartão amarelo (apenas dez minutos antes), terá sido algo ingénuo na forma como reinvindicou que Carreras fosse sancionado com igual medida (o que ditaria a sua expulsão), acabando por ser vítima de um critério bastante severo por parte do árbitro.

A partir daí o Monaco perdeu-se completamente; o jogo parecia oferecer tantas facilidades ao Benfica, que, notoriamente, houve dificuldade em manter o foco, tornando-se, até final, um festival de desperdício de lances ofensivos. Por seu lado, as substituições operadas por Adi Hutter não resultaram, e, com o avançar do tempo, parecia adivinhar-se que o Benfica acabaria por ampliar a contagem.

Porém, lançado contra uma “parede” (a equipa da casa, sem bola, via-se forçada a recuar no terreno, para a imediação da sua área), terá faltado ao Benfica – desaproveitando a superioridade numérica de que beneficiou durante cerca de 40 minutos e actuando num ambiente como que a jogar “em casa” – a frieza necessária para materializar tantas ocasiões de perigo, ficando a dever a si próprio não ter, desde logo, “fechado” a eliminatória, num jogo em que deveria ter vencido, à vontade, pelo menos, por três golos de diferença!

A desorientação da formação monegasca teria ainda outras implicações disciplinares, com Vanderson e Zakaria a ficarem igualmente arredados do jogo da segunda mão (tal como sucede, no caso do Benfica, com Florentino, receando-se que também Di María, forçado a sair, por lesão, menos de vinte minutos depois de ter entrado em campo, tenha de ficar afastado dos relvados durante largo período).

Nos minutos derradeiros (e não obstante ter sido Arthur Cabral a entrar para o lugar do argentino), a sensação que pairou foi que a equipa benfiquista, ainda “escaldada” pelo final do jogo ante o Barcelona, terá optado por privilegiar preservar a vantagem.

Esperemos que o Benfica não venha a ter de lamentar a falta de eficácia, numa eliminatória que – disso terá de ter-se a plena consciência – acabou por não ficar ainda decidida, e em que será arriscada uma abordagem, mesmo que a nível do subconsciente, de pensar que, na 2.ª mão, na Luz, “o empate serve”.

12 Fevereiro, 2025 at 11:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio do “Play-off” intercalar

Stade Brestois – Paris Saint-Germain
AS Monaco – Benfica
Juventus – PSV Eindhoven
Feyenoord – AC Milan
Manchester City – Real Madrid
Celtic – Bayern München
Club Brugge – Atalanta
Sporting – Borussia Dortmund

Os jogos da primeira mão serão disputados a 11 e 12 de Fevereiro de 2025, estando a segunda mão agendada para dias 18 e 19 de Fevereiro.

Por seu lado, em função das classificações da “Fase de Liga”, o alinhamento dos 1/8 de final será o seguinte:

Stade Brestois/Paris Saint-Germain – Liverpool ou Barcelona
AS Monaco/Benfica – Liverpool ou Barcelona
Juventus /PSV Eindhoven – Arsenal ou Inter
Feyenoord/AC Milan – Arsenal ou Inter
Manchester City/Real Madrid – At. Madrid ou Bayer Leverkusen
Celtic/Bayern München – At. Madrid ou Bayer Leverkusen
Club Brugge/Atalanta – Lille ou Aston Villa
Sporting/Borussia Dortmund – Lille ou Aston Villa

31 Janeiro, 2025 at 1:12 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2024-25 – 8ª Jornada – Resultados e Classificação

29.01.2025 - Aston Villa - Celtic                         4-2
29.01.2025 - Bayer Leverkusen - Sparta Praha              2-0
29.01.2025 - Borussia Dortmund - Shakhtar Donetsk         3-1
29.01.2025 - Young Boys - Crvena zvezda                   0-1
29.01.2025 - FC Barcelona - Atalanta                      2-2
29.01.2025 - Bayern München - Slovan Bratislava           3-1
29.01.2025 - Internazionale - AS Monaco                   3-0
29.01.2025 - FC Salzburg - Atlético de Madrid             1-4
29.01.2025 - Girona - Arsenal                             1-2
29.01.2025 - Dinamo Zagreb - AC Milan                     2-1
29.01.2025 - Juventus - Benfica                           0-2
29.01.2025 - Lille - Feyenoord                            6-1
29.01.2025 - Manchester City - Club Brugge                3-1
29.01.2025 - PSV Eindhoven - Liverpool                    3-2
29.01.2025 - Sturm Graz - RB Leipzig                      1-0
29.01.2025 - Sporting - Bologna                           1-1
29.01.2025 - Stade Brestois - Real Madrid                 0-3
29.01.2025 - VfB Stuttgart - Paris Saint-Germain          1-4

29 Janeiro, 2025 at 11:00 pm Deixe um comentário

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