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Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Paris St.-Germain – Real Madrid – 3-0
Brugge – Galatasaray – 0-0
1º Paris St.-Germain, 3; 2º Brugge e Galatasaray, 1; 4º Real Madrid, 0
Grupo B
Bayern – Crvena Zvezda – 3-0
Olympiakos – Tottenham – 2-2
1º Bayern, 3; 2º Tottenham e Olympiakos, 1; 4º Crvena Zvezda, 0
Grupo C
D. Zagreb – Atalanta – 4-0
Shakhtar Donetsk – Manchester City – 0-3
1º D. Zagreb e Manchester City, 3; 3º Shakhtar Donetsk e Atalanta, 0
Grupo D
Bayer Leverkusen – Lokomotiv Moskva – 1-2
At. Madrid – Juventus – 2-2
1º Lokomotiv Moskva, 3; 2º Juventus e At. Madrid, 1; 4º Bayer Leverkusen, 0
Grupo E
Napoli – Liverpool – 2-0
RB Salzburg – Genk – 6-2
1º RB Salzburg e Napoli, 3; Liverpool e Genk, 0
Grupo F
B. Dortmund – Barcelona – 0-0
Inter – Slavia Praha – 1-1
1º Inter, Slavia Praha, Barcelona e B. Dortmund, 1
Grupo G
Lyon – Zenit – 1-1
Benfica – RB Leipzig – 1-2
1º RB Leipzig, 3; 2º Lyon e Zenit, 1; 4º Benfica, 0
Grupo H
Chelsea – Valencia – 0-1
Ajax – Lille – 3-0
1º Ajax e Valencia, 3; 3º Chelsea e Lille, 0
Liga dos Campeões – 1ª jornada – Benfica – RB Leipzig
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (76m – Rafael “Rafa” Silva), Ljubomir Fejsa, Adel Taarabt, Franco Cervi (76m – Haris Seferović), João Filipe “Jota” (67m – David Tavares) e Raúl de Tomás
RB Leipzig – Péter Gulácsi, Willi Orban, Ibrahima Konaté, Nordi Mukiele, Diego Demme, Marcel Sabitzer, Konrad Laimer (39m – Amadou Haidara), Emil Forsberg (88m – Christopher Nkunku), Marcel Halstenberg (83m – Lukas Klostermann), Yussuf Poulsen e Timo Werner
0-1 – Timo Werner – 69m
0-2 – Timo Werner – 78m
1-2 – Haris Seferović – 84m
Cartões amarelos – João Filipe “Jota” (62m); Yussuf Poulsen (57m) e Amadou Haidara (70m)
Árbitro – Anastasios ”Tasos” Sidiropoulos (Grécia)
Na estreia de Bruno Lage na Liga dos Campeões (por coincidência, suspenso, devido ao cartão vermelho que lhe foi exibido no último jogo da Liga Europa da temporada passada), o treinador do Benfica voltou a procurar surpreender, optando por uma “mini-revolução” no onze, dando também oportunidade ao “baptismo europeu” de Tomás Tavares (e, depois, igualmente de David Tavares), estreando-se também Taarabt e Raúl de Tomás em desafios das competições europeias, ao serviço do Benfica, a que acrescem ainda as entradas de Franco Cervi (primeiro jogo oficial na presente época) e Jota, para os lugares habitualmente desempenhados por Rafa Silva e Seferović.
A primeira parte caracterizou-se por quase absoluto equilíbrio (repartição paritária do tempo de posse de bola, 50/50, dois cantos para cada lado, número muito aproximado de remates), com as duas equipas perfeitamente “encaixadas”, destacando-se, neste período, dois lances, um para cada lado: primeiro, aos 26 minutos, Timo Werner a testar a concentração de Vlachodimos; quase a chegar ao intervalo, seria a vez de Gulácsi defender um remate de cabeça de Raúl de Tomás.
Porém, à medida que o relógio ia avançando, o ritmo competitivo mais intenso da formação germânica começava a fazer-se sentir, com Vlachodimos a ser chamado a várias intervenções de bom nível, procurando manter a sua baliza inviolada.
O primeiro lance de algum perigo a favor do Benfica surgiria apenas à passagem da hora de jogo, com Pizzi a conseguir fugir à marcação directa, mas, sem deixar de se sentir pressionado, algo precipitadamente, a rematar fraco e à figura do guardião contrário.
Com as equipas a arriscar mais – pese embora a turma portuguesa apostasse mais em transições rápidas -, o jogo começaria a ficar “partido”, abrindo-se espaços, e acabaria mesmo por ser o RB Leipzig a inaugurar o marcador, próximo dos 70 minutos.
Com uma boa reacção ao tento sofrido, o Benfica teria, quase de imediato, as suas melhores oportunidades de golo, primeiro com o guarda-redes húngaro a dar boa resposta a um livre directo apontado por Grimaldo, e poucos minutos volvidos, com Taarabt a lançar Cervi, que, isolado frente a Gulácsi, não teve, porém, o discernimento necessário para marcar.
Menos de dez minutos após o tento inaugural, a equipa alemã ampliaria a vantagem, outra vez pelo letal Timo Werner, dando prova de grande eficácia.
Já próximo do final da partida, o Benfica conseguiria ainda reduzir para uma diferença tangencial no marcador, com Seferović, de primeira, a dar boa sequência à assistência de Rafa.
Curiosamente, o conjunto português teria ainda nova ocasião para voltar a marcar, invertendo-se os papéis, desta vez com Rafa, a passe de Seferović, a rematar ao lado.
Frente a um adversário que se revelou mais forte – o RB Leipzig (actual líder da Bundesliga), vindo do “pote 4”, será talvez a mais poderosa equipa do grupo –, o Benfica acabou, não obstante, por ser penalizado pela sua ineficácia, não tendo conseguido materializar em golo um par de ocasiões flagrantes de que dispôs, voltando a ter uma comprometedora “entrada em falso” na Liga dos Campeões, que faz realçar, desde já, a crucial importância do jogo a disputar em São Petersburgo.
Liga dos Campeões – 2019-20 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D P. St.-Germain Bayern Man. City Juventus Real Madrid Tottenham Shakhtar At. Madrid Brugge Olympiakos D. Zagreb B. Leverkusen Galatasaray Crvena Zvezda Atalanta Lok. Moskva Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Liverpool Barcelona Zenit Chelsea Napoli B. Dortmund Benfica Ajax RB Salzburg Inter Lyon Valencia Genk Slavia Praha RB Leipzig Lille
A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 17 e 18 de Setembro, estando agendado para 10 e 11 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada disputa-se no “Atatürk Olimpiyat Stadı”, em Istambul, na Turquia, a 30 de Maio de 2020.
Liga dos Campeões – 2019-20 – Ranking global acumulado dos 32 clubes participantes

Os principais clubes ausentes desta 28.ª edição da “Liga dos Campeões” são: Manchester United (4.º lugar no ranking global da prova); Arsenal (6.º); FC Porto (7.º); AC Milan (9.º); Roma (18.º); PSV (23.º); Monaco (27.º); Schalke 04 (28.º); Panathinaikos (29.º); e Spartak Moscovo (30.º).
Ranking histórico – Taça dos Campeões Europeus / Liga dos Campeões

(clicar na imagem para ampliar)
Consolidando o “ranking” da Taça dos Campeões Europeus (de 1955-56 a 1991-92) com o da Liga dos Campeões (desde 1992-93), tendo em consideração a totalidade das 64 temporadas de disputa da competição, realça-se ainda de forma mais vincada o domínio do Real Madrid, com um total de 49 participações – para além, obviamente, dos 13 títulos de Campeão Europeu conquistados (quase duplicando o número de troféus do mais directo perseguidor)!.
De facto, o clube mais próximo em número de presenças na prova é o Benfica, que participou em 38 edições, seguido pelo Ajax, Bayern e D. Kiev (35), Anderlecht (34), FC Porto, Celtic e Juventus (33).
Neste “ranking” histórico global da principal competição europeia de clubes, Benfica e FC Porto – contando, cada um deles, com 2 títulos de Campeão Europeu nos respectivos palmarés – ocupam notáveis 7.º e 9.º postos (curiosamente, enquadrando o novo Campeão Europeu, Liverpool, qual “guarda de honra”), tendo superado ambos já as 100 vitórias, feito apenas alcançado por 10 clubes europeus. É de sublinhar que apenas Espanha, Inglaterra e Itália estão a par de Portugal, cada país com dois clubes no “Top 10” histórico.
A nível de títulos – e depois do “inalcançável” Real Madrid -, o AC Milan soma 7, à frente de Liverpool (agora isolado com 6 triunfos), Bayern e Barcelona (5), Ajax (4), Manchester United e Inter (3).
Por países, a Espanha (com 2 clubes que se sagraram Campeões Europeus) lidera com 18 troféus, seguindo-se a Inglaterra (5 clubes – 13), Itália (3 clubes – 12), Alemanha (3 clubes – 7), Holanda (3 clubes – 6) e Portugal (2 clubes – 4 títulos).
O Sporting, participante em 21 edições, aproxima-se da centena de jogos, estando, contudo, bastante afastado do “Top 30”.
Uma curiosidade final, a nível de golos marcados e sofridos: o Real Madrid começa a acercar-se dos 1.000 golos marcados no agregado da Taça / Liga dos Campeões (tendo um avanço de 276 golos em relação ao mais imediato perseguidor, Bayern); é também, compreensivelmente, a equipa com mais golos sofridos (não obstante, ainda abaixo dos 500), em 431 jogos disputados.
Liga dos Campeões – Final – Tottenham-Liverpool
Tottenham – Hugo Lloris, Kieran Trippier, Toby Alderweireld, Jan Vertonghen, Danny Rose, Dele Alli (81m – Fernando Llorente), Moussa Sissoko (74m – Eric Dier), Harry Winks (66m – Lucas Moura), Heung-Min Son, Christian Eriksen e Harry Kane
Liverpool – Alisson Becker, Trent Alexander-Arnold, Joël Matip, Virgil Van Dijk, Andy Robertson, Jordan Henderson, Fabinho, Georginio Wijnaldum (62m – James Milner), Mohamed Salah, Roberto Firmino (58m – Divock Origi) e Sadio Mané (90m – Joe Gomez)
0-1 – Mohamed Salah (pen.) – 2m
0-2 – Divock Origi – 87m
Cartões amarelos – Não houve
Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)
Com um golo logo a abrir (na sequência da grande penalidade “mais rápida” de toda a história da Liga dos Campeões – assinalada logo aos 23 segundos de jogo! -, a sancionar um contacto da bola com a zona do peito, axila, braço) e outro praticamente a fechar, o Liverpool conquistou esta noite, em Madrid, no “Wanda Metropolitano”, a sua segunda Liga dos Campeões, sagrando-se Campeão Europeu pela sexta vez no seu historial.
Num jogo bastante mais “cinzento” do que seria a expectativa, entrando praticamente a ganhar – e, porventura, não deixando de ter na mente a Final perdida na época passada -, o Liverpool privilegiaria, durante praticamente toda a partida, a contenção, evitando correr riscos desnecessários, concedendo a iniciativa ao Tottenham, que, contudo, foi impotente para superar uma defesa superiormente comandada pelo holandês Virgil Van Dijk, e que teve em Alisson Becker uma barreira intransponível.
O marcador final é algo pesado para a equipa do Tottenham, pelo que trabalhou durante os noventa minutos, premiando a maior frieza e eficácia do Liverpool, beneficiando da sua maior experiência a este nível, deixando enfim para trás quase década e meia sem qualquer título de relevo, na maior conquista da carreira de Jürgen Klopp (o qual, a nível pessoal, após seis finais consecutivas perdidas – incluindo as Finais da Liga dos Campeões de 2013 e 2018, assim como a Final da Liga Europa de 2016 -, conquistou a “sexta” para o seu clube).
A lista de vencedores, nas 64 edições já disputadas da competição (sob as designações de Taça dos Campeões Europeus e, desde 1992-93, Liga dos Campeões), passou a ser assim ordenada:
- Real Madrid, 13 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14, 2015-16, 2016-17 e 2017-18)
- AC Milan, 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07)
- Liverpool, 6 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84, 2004-05 e 2018-19)
- Bayern München, 5 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01 e 2012-13)
- Barcelona, 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15)
- Ajax, 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95)
- Inter, 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10)
- Manchester United, 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08)
- Benfica, 2 (1960-61 e 1961-62)
- Nottingham Forest, 2 (1978-79 e 1979-80)
- Juventus, 2 (1984-85 e 1995-96)
- FC Porto, 2 (1986-87 e 2003-04)
- Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); Borussia Dortmund (1996-97); e Chelsea (2011-12).
Ranking histórico – Liga dos Campeões

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Na era da “Liga dos Campeões” (desde a temporada de 1992-93) é o FC Porto que predomina entre os clubes portugueses, registando uma muito boa 7.ª posição no “ranking” global da prova, sob esta denominação, contando com um total de 23 participações em 27 edições – apenas tendo falhado a presença nas épocas de 1994-95, 2000-01 (única vez, em seis ocasiões, em que não conseguiu superar as pré-eliminatórias, perante o Anderlecht), 2002-03 e 2010-11.
É, pois, a par do Real Madrid e do Barcelona, um dos clubes com maior número de participações na competição, superando o Bayern e o Manchester United (que contam 22 presenças).
Acresce ainda que o FC Porto viu já coroada de êxito uma dessas participações, sagrando-se Campeão Europeu em 2003-04, tendo vencido na Final o Monaco, glória que junta ao título conquistado na época de 1986-87, então ainda sob a égide da Taça dos Campeões Europeus. A equipa portista atingiu ainda os 1/4 de final da Liga dos Campeões noutras cinco épocas.
Por seu lado, o Benfica, embora registe apenas 14 participações (tendo falhado o acesso via “play-off” nas temporadas de 2003-04 e 2004-05, afastado, respectivamente, pela Lazio e pelo… Anderlecht – apurando-se nas outras cinco vezes em que foi submetido a eliminatórias prévias) ocupa a 20.ª posição do “ranking”, precisamente com 100 jogos disputados (nas fases de grupos ou eliminatórias posteriores), com uma média pontual ligeiramente abaixo da unidade.
Como melhor desempenho, o Benfica regista quatro presenças em 1/4 de final: 1994-95 (afastado pelo AC Milan), 2005-06 (Barcelona), 2011-12 (Chelsea) e 2015-16 (Bayern).
Em relação ao Sporting, conseguiu marcar presença na fase de grupos da prova por oito vezes (tendo sido afastado nas pré-eliminatórias em quatro das seis ocasiões em que teve de enfrentar essa fase – superou o Beitar de Jerusalém em 1997-98 e o FCSB-Steaua em 2017-18, tendo sido eliminado pelo Inter em 2002-03, pela Udinese em 2005-06, pela Fiorentina em 2009-10 e pelo CSKA de Moscovo em 2015-16), totalizando 50 jogos (48 dos quais na fase de grupos), apenas uma vez tendo atingido os 1/8 de final (em 2008-09, numa muito “penosa” eliminatória com o Bayern).
Tal como na Taça dos Campeões Europeus, o maior destaque vai para o Real Madrid, já com 7 títulos conquistados (tendo vencido nos três últimos anos, somando quatro troféus nas cinco temporadas mais recentes). O Barcelona segue-se com 4 títulos e o AC Milan com 3.
À excepção da edição inaugural (vencida pelo Olympique de Marseille) e dos triunfos do Ajax (em 1994-95) e do FC Porto (2003-04), todos os restantes 24 vencedores provêm de Espanha (11 vezes), Inglaterra (5), Itália (5) ou Alemanha (3).
Daqui a pouco, Liverpool e Tottenham decidirão qual dos clubes será o vencedor do 5.º troféu (acima já computado) para a Inglaterra: se for o Liverpool (11.º neste “ranking” específico, em termos pontuais) será o seu segundo triunfo (6.ª vez que se sagraria Campeão Europeu); no caso de ser o Tottenham – por agora, nesta sua 4.ª participação na prova, ocupando apenas a 41.ª posição do “ranking” – a triunfar nesta Final, tal constituiria uma estreia absoluta no seu palmarés, a nível da principal competição de clubes da Europa (conta, no seu palmarés, com uma Taça das Taças e duas Taças UEFA).
Ainda uma curiosidade extra: no “campeonato” das eliminatórias prévias à fase de Grupos (cujos jogos não são considerados para efeitos do quadro acima apresentado), são “campeões” os seguintes clubes: D. Zagreb (18 participações, 107 pontos); D. Kiev (21 participações, 82 pontos); Celtic (15 participações, 82 pontos); BATE Borisov (14 participações, 82 pontos); FCSB-Steaua (16 participações, 75 pontos); e Rosenborg (17 participações, 75 pontos).
Actualização – Quadro já actualizado, em função do resultado da Final da Liga dos Campeões, na qual o Liverpool, vencendo o Tottenham por 2-0, conquistou a Liga dos Campeões pela segunda vez, sagrando-se assim Campeão Europeu pela sexta vez no seu historial.
Liga dos Campeões – 1/2 Finais (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Ajax - Tottenham 2-3 1-0 3-3 Liverpool - Barcelona 4-0 0-3 4-3
Duas reviravoltas épicas (no caso do Tottenham, depois de ter sido derrotado em casa, esteve a perder por 0-2 em Amesterdão, chegando ao 3-2 no minuto 96) proporcionam uma fantástica final da Liga dos Campeões, entre dois clubes ingleses, o que, nas 63 edições anteriores da competição, apenas uma vez ocorrera (em 2007-08, entre Manchester United e Chelsea).
Liga dos Campeões – 1/2 Finais (1.ª mão)
Tottenham – Ajax – 0-1
Barcelona – Liverpool – 3-0
Liga dos Campeões – 1/4 Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Juventus - Ajax 1-2 1-1 2-3 FC Porto - Liverpool 1-4 0-2 1-6 Manchester City - Tottenham 4-3 0-1 4-4 Barcelona - Manchester United 3-0 1-0 4-0
O alinhamento dos jogos das meias-finais, agendados para 30 de Abril e 1 de Maio (1.ª mão) e 7 e 8 de Maio (2.ª mão), é o seguinte:
Tottenham – Ajax
Barcelona – Liverpool



