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Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Ajax
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes (75m – Luís Fernandes “Pizzi”), Ljubomir Fejsa, Gabriel Pires, Eduardo Salvio (48m – Rafael “Rafa” Silva), Franco Cervi e Jonas Gonçalves (55m – Haris Seferović)
Ajax – André Onana, Noussair Mazraoui, Matthijs de Ligt, Daley Blind, Nicolás “Nico” Tagliafico, Frenkie de Jong (86m – Maximilian Wöber), Lasse Schöne, Donny van de Beek, David Neres (74m – Kasper Dolberg), Hakim Ziyech e Dušan Tadić
1-0 – Jonas Gonçalves – 29m
1-1 – Dušan Tadić – 61m
Cartões amarelos – Jonas Gonçalves (39m), Ljubomir Fejsa (45m) e Jardel Vieira (70m); Nicolás “Nico” Tagliafico (34m), Matthijs de Ligt (42m), Donny van de Beek (72m) e Dušan Tadić (83m)
Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)
No reeditar, no Estádio da Luz, de um dos grandes clássicos do futebol europeu – depois dos embates nas épocas de 1968-69 e 1971-72 -, ainda não foi desta que o Benfica conseguiu vencer o Ajax em casa, no que correspondeu ao jogo n.º 250 do historial do clube na Taça/Liga dos Campeões, em 38 edições disputadas.
Com a equipa benfiquista a “desconfiar de si própria” – vindo de uma terrível sequência de três desaires sucessivos, o primeiro deles, precisamente, em Amesterdão, frente a este mesmo oponente –, o “onze” encarnado apresentava-se com um meio-campo reforçado, com Fejsa, Gabriel e Gedson, em detrimento de Pizzi, que, tendo começado no banco, manteria, não obstante, a sua fantástica série de 33 jogos europeus consecutivos (todos os disputados pelo Benfica, desde a sua estreia, a 9 de Dezembro de 2014, frente ao Bayer Leverkusen) – registo apenas superado pelos 37 jogos de Nené (entre Março de 1978 e Outubro de 1983) e Artur Moraes (entre Julho de 2011 e Fevereiro de 2014).
Rui Vitória procurava, paralelamente, apostar na dinâmica da ala esquerda, com Grimaldo e Franco Cervi, que seriam precisamente os primeiros a testar a atenção do guardião contrário, ainda nos primeiros dez minutos de jogo.
Mas, de facto, a “batalha” travava-se na zona nevrálgica do miolo do terreno, com escassas incursões nas áreas de baliza, não sendo de assinalar qualquer oportunidade flagrante de golo na meia hora inicial… à excepção da que resultaria de uma “saída em falso” de Onana, aos 29 minutos, que Jonas, muito oportuno, não desperdiçaria, inaugurando o marcador.
Defrontando uma das melhores formações do Ajax dos últimos anos, numa muito boa mescla de experiência e juventude, o Benfica teria ainda outra ocasião de perigo a seu favor, na sequência de um livre, ao qual, desta feita, Jonas não conseguiria dar a melhor sequência.
Também de bola parada, a turma holandesa, por Ziyech e Schöne, exigiria a atenta intervenção de Vlachodimos, sendo que, no segundo destes lances, a findar o primeiro tempo, a recarga de Tadić embateu em Rúben Dias, sobrando ainda a bola para Van de Beek, a rematar ao lado, sem que tivesse surgido o desvio fatal em cima do risco.
Um calafrio enorme perpassou pelas bancadas da Luz, mas, com alguma felicidade, o Benfica chegava ao intervalo em posição favorável.
Porém, na segunda metade, o Ajax, sempre muito intenso e agressivo, assumiu a iniciativa, o que viria a ter o seu corolário logo à passagem do quarto de hora, com o tento do empate, com Tadić, aproveitando uma excelente abertura de Ziyech, a conseguir superar a marcação de Rúben Dias, para se isolar frente a Vlachodimos, batendo-o inapelavelmente.
Com Jonas “preso por arames”, incapaz de resistir ao choque, a ter de ser substituído, logo nos minutos iniciais do segundo tempo, por Seferović, já depois de Rafa ter entrado para o lugar do também tocado Salvio, o Benfica procuraria ainda, na fase final do encontro, recuperar a vantagem, resultado imprescindível para poder manter as aspirações a seguir em frente na competição.
Porém, só nos derradeiros segundos voltaria a ter a sensação de golo iminente, com o guarda-redes do Ajax, qual guardião de andebol, a “salvar”, com uma estirada com o pé, um remate de Gabriel que levava o “selo de golo”.
Ao contrário do que sucedera em Amesterdão, o Benfica não conseguia, em período de compensação, chegar à vitória – devendo sublinhar-se que o empate foi, não obstante, um resultado justo, podendo, inclusivamente, o Ajax ter também desfeito a igualdade em seu favor –, comprometendo de forma determinante as suas possibilidades de apuramento, agora pouco mais do que uma quimera (implicariam, necessariamente, vencer em Munique e, na Luz, o AEK, e que, por seu lado, o Ajax não somasse mais do que um ponto nos dois jogos que lhe restam… ou, num outro cenário, porventura mais difícil ainda, ganhar ao Bayern por, pelo menos, dois golos de diferença, e esperar que os alemães perdessem também na Holanda).
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Monaco – Brugge – 0-4
At. Madrid – B. Dortmund – 2-0
1º B. Dortmund e At. Madrid, 9; 3º Brugge, 4; 4º Monaco, 1
Grupo B
Inter – Barcelona – 1-1
Tottenham – PSV – 2-1
1º Barcelona, 10; 2º Inter, 7; 3º Tottenham, 4; 4º PSV, 1
Grupo C
Crvena Zvezda – Liverpool – 2-0
Napoli – Paris St.-Germain – 1-1
1º Liverpool e Napoli, 6; 3º Paris St.-Germain, 5; 4º Crvena Zvezda, 4
Grupo D
Schalke 04 – Galatasaray – 2-0
FC Porto – Lokomotiv Moskva – 4-1
1º FC Porto, 10; 2º Schalke 04, 8; 3º Galatasaray, 4; 4º Lokomotiv Moskva, 0
Grupo E
Benfica – Ajax – 1-1
Bayern – AEK – 2-0
1º Bayern, 10; 2º Ajax, 8; 3º Benfica, 4; 4º AEK, 0
Grupo F
Manchester City – Shakhtar Donetsk – 6-0
Lyon – Hoffenheim – 2-2
1º Manchester City, 9; 2º Lyon, 6; 3º Hoffenheim, 3; 4º Shakhtar Donetsk, 2
Grupo G
Viktoria Plzeň – Real Madrid – 0-5
CSKA Moskva – Roma – 1-2
1º Real Madrid e Roma, 9; 3º CSKA Moskva, 4; 4º Viktoria Plzeň, 1
Grupo H
Valencia – Young Boys – 3-1
Juventus – Manchester United – 1-2
1º Juventus, 9; 2º Manchester United, 7; 3º Valencia, 5; 4º Young Boys, 1
Ainda com duas jornadas por disputar, o Barcelona garantiu já o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões.
Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo E
Sporting – Arsenal – 0-1
Qarabağ – Vorskla Poltava – 0-1
1º Arsenal, 9; 2º Sporting, 6; 3º Vorskla Poltava, 3; 4º Qarabağ, 0
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Brugge – Monaco – 1-1
B. Dortmund – At. Madrid – 4-0
1º B. Dortmund, 9; 2º At. Madrid, 6; 3º Brugge e Monaco, 1
Grupo B
Barcelona – Inter – 2-0
PSV – Tottenham – 2-2
1º Barcelona, 9; 2º Inter, 6; 3º Tottenham e PSV, 1
Grupo C
Liverpool – Crvena Zvezda – 4-0
Paris St.-Germain – Napoli – 2-2
1º Liverpool, 6; 2º Napoli, 5; 2º Paris St.-Germain, 4; 4º Crvena Zvezda, 1
Grupo D
Galatasaray – Schalke 04 – 0-0
Lokomotiv Moskva – FC Porto – 1-3
1º FC Porto, 7; 2º Schalke 04, 5; 3º Galatasaray, 4; 4º Lokomotiv Moskva, 0
Grupo E
Ajax – Benfica – 1-0
AEK – Bayern – 0-2
1º Ajax e Bayern, 7; 3º Benfica, 3; 4º AEK, 0
Grupo F
Shakhtar Donetsk – Manchester City – 0-3
Hoffenheim – Lyon – 3-3
1º Manchester City, 6; 2º Lyon, 5; 3º Hoffenheim e Shakhtar Donetsk, 2
Grupo G
Real Madrid – Viktoria Plzeň – 2-1
Roma – CSKA Moskva – 3-0
1º Roma e Real Madrid, 6; 3º CSKA Moskva, 4; 4º Viktoria Plzeň, 1
Grupo H
Young Boys – Valencia – 1-1
Manchester United – Juventus – 0-1
1º Juventus, 9; 2º Manchester United, 4; 3º Valencia, 2; 4º Young Boys, 1
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Ajax – Benfica
Ajax – André Onana, Noussair Mazraoui, Matthijs de Ligt, Daley Blind, Nicolás “Nico” Tagliafico, Hakim Ziyech, Donny van de Beek (88m – David Neres), Lasse Schöne, Frenkie de Jong, Dušan Tadić e Kasper Dolberg
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Germán Conti, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio, Luís Fernandes “Pizzi” (79m – Gabriel Pires), Gedson Fernandes, Rafael “Rafa” Silva (90m – Franco Cervi) e Haris Seferović
1-0 – Noussair Mazraoui – 90m
Cartões amarelos – Noussair Mazraoui (22m), André Onana (39m) e Nicolás “Nico” Tagliafico (49m); Jardel Vieira (9m), Germán Conti (64m), Eduardo Salvio (72m) e Haris Seferović (86m)
Árbitro – Ruddy Buquet (França)
Esteve quase para ser um daqueles jogos de zero-zero “frenéticos”, muito vivo, “bola cá, bola lá”, com tendência repartida, e diversas ocasiões de perigo, nenhuma delas concretizada… até aos 90 minutos.
É verdade que coube ao Ajax, desde início, assumir a maior iniciativa atacante, em lances rápidos, envolvendo diversos elementos em acções ofensivas, o que, em paralelo, concedia espaços para o contra-ataque do Benfica, numa intensa dinâmica dual.
No reencontro – 46 anos depois – de dois “clássicos” do futebol europeu, até seria a equipa portuguesa a ter, por duas vezes, oportunidades flagrantes para marcar, isto ainda nos cinco minutos iniciais da partida: primeiro, num remate cruzado de Rafa Silva, travado por Onana, e, de seguida, numa assistência de Salvio (hesitante no remate à baliza) a Seferović, com De Ligt a salvar sobre a linha de golo.
Numa fase de pressão acrescida do conjunto holandês, o Benfica ver-se-ia forçado a recuar, reagrupando-se, obrigando o Ajax a procurar alternativas, por via de remates de meia distância, com Vlachodimos a mostrar-se praticamente intransponível e, quase a fechar a primeira metade, Conti, “in-extremis”, a ir resgatar uma bola que parecia estar já meio dentro das redes.
No segundo tempo, inevitavelmente, o ritmo haveria de baixar, não obstante a equipa holandesa voltasse a ter uma entrada forte, mas denotando dificuldades em romper a barreira defensiva adversária.
Trocando os papéis, seria a vez de Seferović servir Salvio, que também não conseguiria materializar o golo. No outro lado, Van de Beek obrigava Vlachodimos a soberba intervenção.
Após grande insistência do Ajax, com o Benfica a resistir bem, e com o tempo de jogo a aproximar-se do seu final, ambas as equipas procuravam já minorar a exposição ao risco, o que se reflectiu, inclusivamente, nas (poucas) e tardias substituições.
Depois de tantas ocasiões desaproveitadas, de parte a parte, acabaria então por ser premiado o Ajax – já no segundo minuto para além do tempo regulamentar -, com o recém entrado David Neres, num lance de insistência junto à linha de fundo, na sequência de uma intercepção falhada de Conti, a centrar atrasado, para o remate de longe do lateral Mazraoui, a embater ainda no pé de Grimaldo, traindo o guardião benfiquista.
Num ápice as contas do Grupo davam uma grande volta: o Benfica deixa de depender apenas de si próprio e de uma (necessária) vitória em casa perante este mesmo Ajax; o – agora mais difícil – apuramento implicará ganhar também ao A.E.K. e esperar que os holandeses não consigam vencer na Grécia, nem ao Bayern, em casa…
Liga das Nações da UEFA – 2018/19 – 4ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – França-Alemanha – 2-1
1.º França, 7; 2.º Holanda, 3; 3.º Alemanha, 1
Grupo 2 – Islândia-Suíça – 1-2
1.º Bélgica, 6; 2.º Suíça, 6; 3.º Islândia, 0
Grupo 3 – Polónia-Itália- 0-1
1.º Portugal, 6; 2.º Itália, 4; 3.º Polónia, 1
Grupo 4 – Espanha-Inglaterra – 2-3
1.º Espanha, 6; 2.º Inglaterra, 4; 3.º Croácia, 1
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”). O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2020/21). Estão já matematicamente despromovidas à Liga B a Islândia e a Polónia.
Os quatro melhores classificados de cada uma das Ligas A, B, C e D que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão nos “play-offs”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de quatro vagas na fase final dessa competição.
Liga das Nações da UEFA – 2018/19 – 3ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Holanda-Alemanha – 3-0
1.º França, 4; 2.º Holanda, 3; 3.º Alemanha, 1
Grupo 2 – Bélgica-Suíça – 2-1
1.º Bélgica, 6; 2.º Suíça, 3; 3.º Islândia, 0
Grupo 3 – Polónia-Portugal – 2-3
1.º Portugal, 6; 2.º Polónia e Itália, 1
Grupo 4 – Croácia-Inglaterra – 0-0
1.º Espanha, 6; 2.º Inglaterra e Croácia, 1
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”). O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2020/21).
Os quatro melhores classificados de cada uma das Ligas A, B, C e D que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão nos “play-offs”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de quatro vagas na fase final dessa competição.
Polónia – Portugal (Liga das Nações – 3.ª Jornada)
Polónia – Łukasz Fabiański, Bartosz Bereszyński (45m – Tomasz Kędziora), Kamil Glik, Jan Bednarek, Artur Jędrzejczyk, Piotr Zieliński, Grzegorz Krychowiak, Mateusz Klich (63m – Jakub Błaszczykowski), Rafał Kurzawa (64m – Kamil Grosicki), Robert Lewandowski e Krzysztof Piątek
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Mário Rui, William Carvalho, Rafa Silva (84m – Danilo Pereira), Rúben Neves, Pizzi (74m – Renato Sanches), Bernardo Silva (90m – Bruno Fernandes) e André Silva
1-0 – Krzysztof Piątek – 18m
1-1 – André Silva – 31m
1-2 – Kamil Glik (p.b.) – 43m
1-3 – Bernardo Silva – 52m
2-3 – Jakub Błaszczykowski – 77m
Cartões amarelos – Mateusz Klich (48m) e Grzegorz Krychowiak(62m); André Silva (37m), William Carvalho (67m), Pepe (74m) e Mario Rui (78m)
Árbitro – Carlos del Cerro (Espanha)
Outra vez sem Cristiano Ronaldo – numa espécie de “sabática”, a pretexto da necessária adaptação ao novo clube, Juventus -, e aproveitando para uma importante renovação da equipa, a selecção de Portugal voltou a dar muito boa conta de si, ainda para mais com uma excelente reacção à situação inicial de desvantagem.
Bastante personalizada, com uma bela dinâmica de jogo, a formação portuguesa, revelando grande superioridade, não deu hipóteses a um adversário difícil como é a Polónia, a actuar no seu reduto, marcando três golos num curto período de apenas cerca de vinte minutos.
Uma vitória que deixa a qualificação da selecção nacional para a fase final – nesta altura muito bem encaminhada – nas mãos dos… polacos, caso estes, pelo menos, empatem com a Itália, ou, em caso de triunfo dos transalpinos, a depender de um empate português em terreno italiano.
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo E
Qarabağ – Arsenal – 0-3
Vorskla Poltava – Sporting – 1-2
1º Arsenal e Sporting, 6; 3º Vorskla Poltava e Qarabağ, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
B. Dortmund – Monaco – 3-0
At. Madrid – Brugge – 3-1
1º B. Dortmund e At. Madrid, 6; 3º Brugge e Monaco, 0
Grupo B
PSV – Inter – 1-2
Tottenham – Barcelona – 2-4
1º Barcelona e Inter, 6; 3º Tottenham e PSV, 0
Grupo C
Paris St.-Germain – Crvena Zvezda – 6-1
Napoli – Liverpool – 1-0
1º Napoli, 4; 2º Paris St.-Germain e Liverpool, 3; 4º Crvena Zvezda, 1
Grupo D
Lokomotiv Moskva – Schalke 04 – 0-1
FC Porto – Galatasaray – 1-0
1º FC Porto e Schalke 04, 4; 3º Galatasaray, 3; 4º Lokomotiv Moskva, 0
Grupo E
AEK – Benfica – 2-3
Bayern – Ajax – 1-1
1º Ajax e Bayern, 4; 3º Benfica, 3; 4º AEK, 0
Grupo F
Hoffenheim – Manchester City – 1-2
Lyon – Shakhtar Donetsk – 2-2
1º Lyon, 4; 2º Manchester City, 3; 3º Shakhtar Donetsk, 2; 4º Hoffenheim, 1
Grupo G
Roma – Viktoria Plzeň – 5-0
CSKA Moskva – Real Madrid – 1-0
1º CSKA Moskva, 4; 2º Roma e Real Madrid, 3; 4º Viktoria Plzeň, 1
Grupo H
Manchester United – Valencia – 0-0
Juventus – Young Boys – 3-0
1º Juventus, 6; 2º Manchester United, 4; 3º Valencia, 1; 4º Young Boys, 0



