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Liga Europa – 1/8 de Final (1.ª mão)
Union Berlin – Union Saint-Gilloise – 3-3
Sevilla – Fenerbahçe – 2-0
Juventus – Freiburg – 1-0
Bayer Leverkusen – Ferencváros – 2-0
Sporting – Arsenal – 2-2
Manchester United – Betis – 4-1
Roma – Real Sociedad – 2-0
Shakhtar Donetsk – Feyenoord – 1-1
Liga dos Campeões – 1/8 final (2.ª mão) – Benfica – Club Brugge
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Alexander Bah (63m – Gilberto Moraes), António Silva (89m – Lucas Veríssimo), Nicolás Otamendi (74m – Felipe Silva “Morato”), Alejandro “Álex” Grimaldo, Florentino Luís, Francisco “Chiquinho” Machado (63m – David Neres), João Mário (74m – João Neves), Rafael “Rafa” Silva, Fredrik Aursnes e Gonçalo Ramos
Club Brugge – Simon Mignolet, Clinton Mata (62m – Denis Odoi), Brandon Mechele, Abakar Sylla, Tajon Buchanan, Casper Nielsen, Hans Vanaken (74m – Mats Rits), Kamal Sowah (75m – Antonio Nusa), Bjorn Meijer, Noa Lang (45m – Raphael Onyedika) e Roman Yaremchuk (62m – Ferran Jutglà)
1-0 – Rafael “Rafa” Silva – 38m
2-0 – Gonçalo Ramos – 45m
3-0 – Gonçalo Ramos – 57m
4-0 – João Mário (pen.) – 71m
5-0 – David Neres – 77m
5-1 – Bjorn Meijer – 87m
Cartões amarelos – Nicolás Otamendi (29m); Roman Yaremchuk (17m) Noa Lang (20m), Abakar Sylla (43m) e Bjorn Meijer (48m)
Árbitro – Halil Umut Meler (Turquia)
O Benfica tinha a eliminatória “ganha”, mas era importante manter o foco: na eventualidade de o Brugge poder marcar primeiro, a “quase certeza” transformar-se-ia, de imediato, numa “grande dúvida”.
E o Benfica cedo mostrou ao que vinha: estava decorrido apenas um minuto quando João Mário, com um subtil toque de calcanhar, introduziu a bola na baliza de Mignolet; porém o golo não seria validado, devido a posição de “fora-de-jogo” no início da jogada, de Gonçalo Ramos, que fizera a assistência.
Seguir-se-iam, durante cerca de 20 minutos, várias oportunidades desaproveitadas, por Florentino, Rafa e João Mário, com o adversário sem conseguir acertar com as marcações. Até que o Brugge parecia ter começado a equilibrar a contenda, conseguindo enfim sair do seu reduto defensivo.
A equipa belga ia prolongando a inviolabilidade da sua baliza – depois de dois nulos e da goleada infligida ao FC Porto, no Estádio do Dragão, por 4-0 –, mas, já na parte final do primeiro tempo, não evitaria o golo de Rafa, numa soberba execução técnica.
O 2-0, que confirmava o sentenciar da eliminatória, chegaria ainda antes do intervalo, com Gonçalo Ramos, deambulando pela área, internando-se, até encontrar o espaço para desferir o remate certeiro, a tirar três adversários do caminho.
A segunda metade do desafio teria sido um “pro-forma”, não fosse o Benfica, numa demonstração de grande personalidade e afirmação competitiva, nunca ter abdicado de continuar a aumentar o “score”, até chegar a um robusto 5-0 (que teria sido a sua maior goleada na era “Champions”, a par do 6-1 aplicado em Israel, frente ao Maccabi Haifa).
Gonçalo Ramos, com dois golos e uma assistência (que seriam duas, caso tivesse sido validado o golo a João Mário, logo no arranque do jogo), “mostrou-se” uma vez mais à Europa, numa “noite europeia” ao mais alto nível, também numa excelente actuação do colectivo.
João Mário, marcando pelo 5.º jogo consecutivo na prova, igualou o “record” de José Águas, na época de 1960-61 (marcaria também nos dois jogos seguintes, da temporada de 1961-62), e de Zoran Filipović, em 1982-83 (este, em jogos na Taça UEFA).
Faltavam três minutos para o termo da partida quando o Brugge desenhou o seu melhor lance de toda a eliminatória, alcançando o “ponto de honra”.
Esta é a segunda temporada sucessiva que o Benfica, tendo iniciado a competição na 3.ª pré-eliminatória, atinge os 1/4 de final – um feito sem igual na história da “Liga dos Campeões” – e se, na época passada, tal causou grande surpresa (com a imprevista eliminação do Ajax), a qualificação deste ano é o reflexo natural da superioridade da equipa portuguesa, numa eliminatória ganha com um contundente “placard” final agregado de 7-1!
Liga Conferência Europa – Sorteio dos 1/8 de Final
AEK Larnaca – West Ham
Fiorentina – Sivasspor
Lazio – AZ
Lech Poznań – Djurgårdens
Basel – Slovan Bratislava
Sheriff Tiraspol – Nice
Anderlecht – Villarreal
Gent – İstanbul Başakşehir
Os jogos da primeira mão serão disputados a 9 de Março, estando a segunda mão agendada para 16 de Março.
Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de Final
Union Berlin – Union Saint-Gilloise
Sevilla – Fenerbahçe
Juventus – Freiburg
Bayer Leverkusen – Ferencváros
Sporting – Arsenal
Manchester United – Betis
Roma – Real Sociedad
Shakhtar Donetsk – Feyenoord
Os jogos da primeira mão serão disputados a 9 de Março, estando a segunda mão agendada para 16 de Março.
Liga Conferência Europa – “Play-off” intercalar (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Gent - Qarabağ 1-0 (5-3gp) 0-1 1-1 Basel - Trabzonspor 2-0 0-1 2-1 CFR Cluj - Lazio 0-0 0-1 0-1 Lech Poznań - Bodø/Glimt 1-0 0-0 1-0 Fiorentina - Sp. Braga 3-2 4-0 7-2 Dnipro-1 - AEK Larnaca 0-0 0-1 0-1 Partizan - Sheriff Tiraspol 1-3 1-0 2-3 Anderlecht - Ludogorets 2-1 (3-0gp) 0-1 2-2
Na segunda edição desta nova competição da UEFA, são os seguintes os principais contingentes por país, a garantir presença nos 1/8 de final: Bélgica (Anderlecht e Gent – por curiosidade ambos apurados mercê de desempate da marca de “penalty”), (Itália (Fiorentina e Lazio) e Turquia (Istanbul Başakşehir e Sivasspor).
Numa prova bastante mais aberta, são 13 os países ainda com representação, sendo que os grandes colossos Espanha (Villarreal), França (Nice) e Inglaterra (West Ham) apenas mantêm um clube em prova (tal como Chipre, Eslováquia, Moldávia, Países Baixos, Polónia, Suíça e Suécia), não subsistindo nenhum da Alemanha… nem de Portugal.
Liga Europa – “Play-off” intercalar (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Manchester United - Barcelona 2-1 2-2 4-3 Nantes - Juventus 0-3 1-1 1-4 Midtjylland - Sporting 0-4 1-1 1-5 Rennes - Shakhtar Donetsk (a.p.) 2-1 (4-5gp) 1-2 2-2 Union Berlin - Ajax 3-1 0-0 3-1 Monaco - Bayer Leverkusen 2-3 (3-5gp) 3-2 5-5 PSV Eindhoven - Sevilla 2-0 0-3 2-3 Roma - Salzburg 2-0 0-1 2-1
Em função dos resultados desta eliminatória “intermédia”, são os seguintes os principais contingentes na disputa dos 1/8 de final da Liga Europa: três clubes da Alemanha (Freiburg, Bayer Leverkusen e Union Berlin) e de Espanha (Real Sociedad, Betis e Sevilla); dois de Inglaterra (Arsenal e Manchester United) e de Itália (Juventus e Roma).
Bélgica, Hungria, Países Baixos, Portugal, Turquia e Ucrânia (um cada) formam os restantes seis (do total de 16) apurados. Anota-se que a França (com duas equipas eliminadas no desempate da marca de “penalty”) não conseguiu qualificar qualquer dos seus três representantes.
Liga dos Campeões – 1/8 de Final (1.ª mão)
22.02.2023 – RB Leipzig – Manchester City – 1-1
15.02.2023 – Club Brugge – Benfica – 0-2
21.02.2023 – Liverpool – Real Madrid – 2-5
14.02.2023 – AC Milan – Tottenham – 1-0
21.02.2023 – E. Frankfurt – Napoli – 0-2
15.02.2023 – B. Dortmund – Chelsea – 1-0
22.02.2023 – Inter – FC Porto – 1-0
14.02.2023 – Paris Saint-Germain – Bayern München – 0-1
Liga Conferência Europa – “Play-off” intercalar (1.ª mão)
Qarabağ – Gent – 1-0
Trabzonspor – Basel – 1-0
Lazio – CFR Cluj – 1-0
Bodø/Glimt – Lech Poznań – 0-0
Sp. Braga – Fiorentina – 0-4
AEK Larnaca – Dnipro-1 – 1-0
Sheriff Tiraspol – Partizan – 0-1
Ludogorets – Anderlecht – 1-0
Liga Europa – “Play-off” intercalar (1.ª mão)
Barcelona – Manchester United – 2-2
Juventus – Nantes – 1-1
Sporting – Midtjylland – 1-1
Shakhtar Donetsk – Rennes – 2-1
Ajax – Union Berlin – 0-0
Bayer Leverkusen – Monaco – 2-3
Sevilla – PSV Eindhoven – 3-0
Salzburg – Roma – 1-0
Liga dos Campeões – 1/8 final (1.ª mão) – Club Brugge – Benfica
Club Brugge – Simon Mignolet, Clinton Mata, Jack Hendry, Brandon Mechele, Bjorn Meijer, Denis Odoi (65m – Casper Nielsen), Raphael Onyedika, Tajon Buchanan, Hans Vanaken, Kamal Sowah (79m – Ferran Jutglà) e Noa Lang
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Alejandro “Álex” Grimaldo, Florentino Luís, Francisco “Chiquinho” Machado, Fredrik Aursnes, João Mário (90m – João Neves), Rafael “Rafa” Silva (65m – David Neres) e Gonçalo Ramos (65m – Gonçalo Guedes)
0-1 – João Mário (pen.) – 51m
0-2 – David Neres – 88m
Cartões amarelos – Denis Odoi (9m), Kamal Sowah (29m); Nicolás Otamendi (44m)
Árbitro – Davide Massa (Itália)
Na retoma da Liga dos Campeões, agora numa fase ainda “mais a doer”, já sem poder contar com Enzo Fernández (transferência “milionária” para o Chelsea – tendo a sua posição no terreno sido ocupada por Chiquinho), e com Rafa e Gonçalo Ramos de regresso ao “onze”, mesmo que ainda não a 100% (relegando David Neres e o entretanto “retornado” Gonçalo Guedes para o banco), o Benfica conseguiu um excelente resultado, em mais uma prova de afirmação europeia.
Foi uma equipa muito pragmática a que se apresentou esta noite na Bélgica: ciente da sua superioridade, e da importância de ganhar – no terreno do adversário – este jogo da 1.ª mão, teve uma actuação paciente, começando mesmo por ter de suster a pressão contrária, durante cerca de um quarto de hora, entre os 10 e os 25 minutos, para acabar, no cômputo global do desafio, por exibir amplo predomínio.
O Brugge só foi efectivamente ameaçador, num remate de Buchanan, logo aos cinco minutos, sem contar com o lance de golo invalidado, por fora-de-jogo, mesmo à beira do intervalo. Entretanto já a equipa portuguesa se tinha mostrado bastante perdulária, pelo menos em três oportunidades, aos 24 (Otamendi), 26 (António Silva) e 37 minutos, a que acresce o remate ao poste, por Rafa, à passagem da meia hora.
No recomeço, Gonçalo Ramos também não teria a eficácia devida, logo aos 47 minutos, mas estaria na origem do lance de que resultou a grande penalidade, que possibilitaria ao Benfica inaugurar o marcador, por João Mário, a marcar pelo quarto jogo consecutivo na prova.
Daí até final, ao longo de toda a segunda metade do desafio, “só deu” Benfica, tendo assumido por completo o controlo do jogo, mesmo que não tivesse construído soberanas ocasiões de golo. Num jogo parco em substituições, Roger Schmidt entendeu, aos 65 minutos, refrescar o seu sector atacante, com uma dupla substituição, fazendo sair os já desgastados Rafa e Ramos, por troca com Neres e Guedes.
A diferença de qualidade entre as duas equipas – bem evidenciada com os argumentos que cada uma delas tinha ao dispor, no banco de suplentes – ficaria mais apropriadamente traduzida, em termos do desfecho do encontro, com o segundo tento, de grande relevância, a conferir uma significativa vantagem, apontado por Neres, apenas a dois minutos do final, numa jogada precisamente com a intervenção da referida dupla de substitutos.
Num jogo em que pairou a sensação de nem sequer se ter empregado “a fundo”, o Benfica regressa de Brugges com “pé e meio” nos quartos-de-final. O que, não obstante, terá necessariamente de confirmar na segunda mão, na Luz, em que, caso a normalidade impere, será expectável novo triunfo benfiquista.
Com o resultado de hoje o Benfica fixa novo máximo de 12 jogos consecutivos sem perder nas competições europeias (desde 5 de Abril do ano passado – todos na Liga dos Campeões, mesmo que esta série inclua quatro partidas de eliminatórias prévias), nos quais defrontou, entre outros, o Liverpool (fora de casa), o D. Kyiv, a Juventus e o Paris Saint-Germain (duas vezes cada um deles, em casa e fora).
Este registo supera os 11 jogos sucessivos sem derrota na época de 2013-14 (os dois últimos encontros da fase de Grupos da Liga dos Campeões, e nove na Liga Europa, incluindo a final perdida com o Sevilla no desempate da marca de grande penalidade); os 10 jogos sem perder na Liga dos Campeões de 2011-12 (quatro de eliminatórias prévias e toda a fase de Grupos); e os 10 jogos de invencibilidade na excelente campanha até à final da Taça UEFA de 1982-83.



