Posts tagged ‘Futebol’
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Manchester United – Galatasaray – 2-3
København – Bayern München – 1-2
1º Bayern München, 6; 2º Galatasaray, 4; 3º København, 1; 4º Manchester United, 0
Grupo B
Lens – Arsenal – 2-1
PSV Eindhoven – Sevilla – 2-2
1º Lens, 4; 2º Arsenal, 3; 3º Sevilla, 2; 4º PSV Eindhoven, 1
Grupo C
Union Berlin – Sp. Braga – 2-3
Napoli – Real Madrid – 2-3
1º Real Madrid, 6; 2º Napoli e Sp. Braga, 3; 4º Union Berlin, 0
Grupo D
FC Salzburg – Real Sociedad – 0-2
Inter – Benfica – 1-0
1º Real Sociedad e Inter, 4; 3º FC Salzburg, 3; 4º Benfica, 0
Grupo E
At. Madrid – Feyenoord – 3-2
Celtic – Lazio – 1-2
1º At. Madrid e Lazio, 4; 3º Feyenoord, 3; 4º Celtic, 0
Grupo F
Borussia Dortmund – AC Milan – 0-0
Newcastle – Paris Saint-Germain – 4-1
1º Newcastle, 4; 2º Paris Saint-Germain, 3; 2º AC Milan, 2; 4º Borussia Dortmund, 1
Grupo G
RB Leipzig – Manchester City – 1-3
Crvena zvezda – Young Boys – 2-2
1º Manchester City, 6; 2º RB Leipzig, 3; 3º Crvena zvezda e Young Boys, 1
Grupo H
Royal Antwerp – Shakhtar Donetsk – 2-3
FC Porto – Barcelona – 0-1
1º Barcelona, 6; 2º FC Porto e Shakhtar Donetsk, 3; 4º Royal Antwerp, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Inter – Benfica
Inter – Yann Sommer, Benjamin Pavard, Francesco Acerbi, Alessandro Bastoni, Denzel Dumfries (73m – Matteo Darmian), Nicolò Barella (90m – Davy Klaassen), Hakan Çalhanoğlu (84m – Kristjan Asllani), Henrikh Mkhitaryan, Federico Dimarco (84m – Carlos Augusto), Marcus Thuram (73m – Alexis Sánchez) e Lautaro Martínez
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah (23m – Tomás Araújo), Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, Juan Bernat (80m – Arthur Cabral), João Neves, Orkun Kökçü (68m – Petar Musa), Ángel Di María (80m – David Jurásek), Fredrik Aursnes, Rafael “Rafa” Silva (68m – Francisco “Chiquinho” Machado) e David Neres
1-0 – Marcus Thuram – 62m
Cartões amarelos – Lautaro Martínez (67m), Nicolò Barella (68m), Denzel Dumfries (70m) e Kristjan Asllani (90m)
Árbitro – Danny Makkelie (Países Baixos)
O Inter tinha já deixado a ideia, no desafio da 2.ª mão dos quartos-de-final da época passada, disputado em Abril, de ter capacidade para, querendo, “acelerar” o jogo, colocando maior intensidade, a um ritmo que o Benfica denotava dificuldade em acompanhar.
Pois, desta vez, tal foi bem exponenciado. E, porém, raramente a máxima de “duas partes distintas” poderá ter sido aplicada de forma mais cabal: no primeiro tempo, sem flagrantes oportunidades de golo, com o jogo muito repartido, o Benfica equilibrou a contenda; na segunda metade, sentir-se-ia impotente para suster a “avalanche” italiana.
A derrota pela margem mínima acaba por ser um resultado lisonjeiro para a equipa portuguesa, que poderia perfeitamente ter saído goleada de Milão.
Estreando Juan Bernat na lateral esquerda da defesa, libertando Aursnes, e com Morato a substituir o habitual titular, António Silva, o Benfica entrou em campo sem um “ponta-de-lança” de raiz, apostando na mobilidade de David Neres, assim como no virtuosismo de Di María e na velocidade de Rafa.
A ideia seria a de, a partir do meio-campo, formado pelo trio João Neves, Kökçü e Aursnes, conseguir municiar as “setas”, que pudessem impor algum respeito à defesa contrária, visando suster a iniciativa ofensiva contrária. Mas o Inter adaptou-se rapidamente a esse Benfica a procurar levar a bola para zonas mais adiantadas do terreno, respondendo com rápidas transições.
Aursnes ainda testaria os reflexos de Sommer, mas a verdade é que as equipas pareciam bem “encaixadas”, mesmo que o Benfica tivesse maior tempo de posse de bola. Uma vez mais a turma benfiquista lamentaria o facto de o árbitro não ter sancionado, com grande penalidade, um contacto de Barella sobre David Neres.
Porém, perante o esforço físico que fora forçado a despender, a segunda parte seria totalmente distinta. O Inter imprimiu (ainda) maior ritmo ao jogo, e o Benfica desorientou-se por completo, agora absolutamente incapaz de ter bola, recorrendo a sucessivos cortes e alívios, colocando-se à mercê de sucessivas investidas dos italianos, que pareciam multiplicar-se dentro de campo.
Adivinhava-se o golo, que Trubin ainda evitou um par de vezes, também, em mais outras ocasiões, com a ajuda dos ferros da sua baliza. Dumfries e Lautaro Martínez estiveram muito perto de marcar, tendo o guardião benfiquista salvado a recarga de Barella, depois do ressalto da bola na trave; e, logo de seguida, o mesmo Lautaro a acertar no poste!
Para que serviu “tanta sorte” do Benfica, se acabou por perder o jogo? O que parecia inevitável sucedeu mesmo: mais um rápido ataque do Inter, e Marcus Thuram a aparecer, solto de marcação, a rematar, sem dificuldade, para o fundo das redes.
Roger Schmidt ainda faria entrar Chiquinho e Musa (e, mais tarde, numa opção ainda de maior risco, recorrendo também a Arthur Cabral), e o Benfica até deu a sensação de ter conseguido “voltar a respirar”. Só que o Inter tinha já alcançado o que pretendia: estando em vantagem, era, então, altura de, em primeira instância, assegurar a sua preservação.
Ainda assim, até final, as maiores ocasiões de perigo voltariam, ainda, a pertencer à equipa italiana, com Lautaro Martínez a ficar a dever a si próprio mais um par de golos, e Trubin a confirmar uma noite de grande nível. O Benfica “safou-se” de “boa”…
Liga Conferência Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Lille – Olimpija Ljubljana – 2-0
Slovan Bratislava – KÍ Klaksvík – 2-1
1º Lille e Slovan Bratislava, 3; 3º KÍ Klaksvík e Olimpija Ljubljana, 0
Grupo B
Maccabi Tel-Aviv – Breiðablik – 3-2
Zorya Luhansk – Gent – 1-1
1º Maccabi Tel-Aviv, 3; 2º Gent e Zorya Luhansk, 1; 4º Breiðablik, 0
Grupo C
Viktoria Plzeň – Ballkani – 1-0
Dinamo Zagreb – Astana – 5-1
1º Dinamo Zagreb e Viktoria Plzeň, 3; 3º Ballkani e Astana, 0
Grupo D
Club Brugge – Beşiktaş – 1-1
Lugano – Bodø/Glimt – 0-0
1º Beşiktaş, Club Brugge, Bodø/Glimt e Lugano, 1
Grupo E
Legia Warszawa – Aston Villa – 3-2
Zrinjski Mostar – AZ Alkmaar – 4-3
1º Zrinjski Mostar e Legia Warszawa, 3; 3º AZ Alkmaar e Aston Villa, 0
Grupo F
Genk – Fiorentina – 2-2
Ferencvárosi – Čukarički – 3-1
1º Ferencvárosi, 3; 2º Fiorentina e Genk, 1; 4º Čukarički, 0
Grupo G
Eintracht Frankfurt – Aberdeen – 2-1
HJK Helsinki – PAOK – 2-3
1º PAOK e Eintracht Frankfurt, 3; 3º HJK Helsinki e Aberdeen, 0
Grupo H
Ludogorets – Spartak Trnava – 4-0
Fenerbahçe – Nordsjælland – 3-1
1º Ludogorets e Fenerbahçe, 3; 3º Nordsjælland e Spartak Trnava, 0
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
West Ham – Bačka Topola – 3-1
Olympiacos – Freiburg – 2-3
1º West Ham e Freiburg, 3; 3º Olympiacos e Bačka Topola, 0
Grupo B
Ajax – O. Marseille – 3-3
Brighton – AEK – 2-3
1º AEK, 3; 2º Ajax e O. Marseille, 1; 4º Brighton, 0
Grupo C
Sparta Praha – Aris Limassol – 3-2
Rangers – Betis – 1-0
1º Sparta Praha e Rangers, 3; 3º Aris Limassol e Betis, 0
Grupo D
Atalanta – Raków Czestochowa – 2-0
Sturm Graz – Sporting – 1-2
1º Atalanta e Sporting, 3; 3º Sturm Graz e Raków Czestochowa, 0
Grupo E
Union Saint-Gilloise – Toulouse – 1-1
LASK – Liverpool – 1-3
1º Liverpool, 3; 2º Toulouse e Union Saint-Gilloise, 1; 4º LASK, 0
Grupo F
Stade Rennais – Maccabi Haifa – 3-0
Panathinaikos – Villarreal – 2-0
1º Stade Rennais e Panathinaikos, 3; 3º Villarreal e Maccabi Haifa, 0
Grupo G
Servette – Slavia Praha – 0-2
Sheriff Tiraspol – Roma – 1-2
1º Slavia Praha e Roma, 3; 3º Sheriff Tiraspol e Servette, 0
Grupo H
Bayer Leverkusen – BK Häcken – 4-0
Qarabağ – Molde – 1-0
1º Bayer Leverkusen e Qarabağ, 3; 3º Molde e BK Häcken, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Galatasaray – København – 2-2
Bayern München – Manchester United – 4-3
1º Bayern München, 3; 2º Galatasaray e København, 1; 4º Manchester United, 0
Grupo B
Sevilla – Lens – 1-1
Arsenal – PSV Eindhoven – 4-0
1º Arsenal, 3; 2º Lens e Sevilla, 1; 4º PSV Eindhoven, 0
Grupo C
Real Madrid – Union Berlin – 1-0
Sp. Braga – Napoli – 1-2
1º Napoli e Real Madrid, 3; 3º Sp. Braga e Union Berlin, 0
Grupo D
Benfica – FC Salzburg – 0-2
Real Sociedad – Inter – 1-1
1º FC Salzburg, 3; 2º Inter e Real Sociedad, 1; 4º Benfica, 0
Grupo E
Feyenoord – Celtic – 2-0
Lazio – At. Madrid – 1-1
1º Feyenoord, 3; 2º At. Madrid e Lazio, 1; 4º Celtic, 0
Grupo F
AC Milan – Newcastle – 0-0
Paris Saint-Germain – Borussia Dortmund – 2-0
1º Paris Saint-Germain, 3; 2º AC Milan e Newcastle, 1; 4º Borussia Dortmund, 0
Grupo G
Young Boys – RB Leipzig – 1-3
Manchester City – Crvena zvezda – 3-1
1º Manchester City e RB Leipzig, 3; 3º Crvena zvezda e Young Boys, 0
Grupo H
Barcelona – Royal Antwerp – 5-0
Shakhtar Donetsk – FC Porto – 1-3
1º Barcelona e FC Porto, 3; 3º Shakhtar Donetsk e Royal Antwerp, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – FC Salzburg
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Fredrik Aursnes, Orkun Kökçü (72m – Francisco “Chiquinho” Machado), João Neves, Ángel Di María (72m – David Neres), Rafael “Rafa” Silva (84m – Tiago Gouveia), João Mário (16m – Felipe Silva “Morato”) e Petar Musa (84m – Casper Tengstedt)
FC Salzburg – Alexander Schlager, Amar Dedić, Strahinja Pavlović (89m – Kamil Piątkowski), Samson Baidoo (71m – Oumar Solet), Aleksa Terzić, Mads Bidstrup, Lucas Gourna-Douath, Maurits Kjærgaard, Roko Šimić (71m – Petar Ratkov), Karim Konaté (59m – Sékou Koïta) e Oscar Gloukh (71m – Luka Sučić)
0-1 – Roko Šimić (pen.) – 15m
0-2 – Oscar Gloukh – 51m
Cartões amarelos – Anatoliy Trubin (2m), Rafael “Rafa” Silva (54m) e Nicolás Otamendi (69m); Lucas Gourna-Douath (21m), Samson Baidoo (58m), Roko Šimić (67m) e Sékou Koïta (90m)
Cartão vermelho – António Silva (13m)
Árbitro – Halil Umut Meler (Turquia)
O quarto de hora inicial deste desafio de estreia na Liga dos Campeões da presente temporada só não foi o exemplo acabado da “Lei de Murphy” porque o FC Salzburg desperdiçou, logo ao terceiro minuto, uma grande penalidade. De resto, um desastre completo para a equipa do Benfica.
Depois da conturbada saída de Odysseas Vlachodimos – que actuara em 57 dos últimos 61 desafios europeus do clube, disputados nas temporadas de 2018-19 a 2022-23 –, o Benfica fazia alinhar na baliza o jovem (22 anos) ucraniano Anatoliy Trubin, que acabara de fazer o seu primeiro jogo na equipa, quatro dias antes, em Vizela.
Coincidência ou não, na primeira intervenção que teve, logo aos dois minutos, numa saída precipitada da baliza, em vez de socar na bola, socou… o adversário, sendo o Benfica sancionado com a consequente grande penalidade, que Konaté, também desconcentrado, falhou clamorosamente, rematando muito por alto.
O conjunto austríaco apresentava um “onze” com uma média de idade muito jovem, que abordou este desafio com uma atitude atrevida, surpreendendo o adversário, em teoria favorito, e a jogar em casa, e que, naturalmente, pretendia também assumir a iniciativa do jogo e as investidas ao meio-campo contrário.
Tal proporcionou uma fase inicial bastante aberta, com João Mário, ainda cedo, a rematar ao poste, não tendo Musa conseguido fazer a recarga com a direcção certa, esbarrando num adversário.
O que se seguiu foi o culminar da tal “Lei de Murphy”: um atraso deficiente e desconexo de Bah, com Trubin, outra vez, desfocado do lance, Otamendi, com dificuldade, a evitar o golo, mas a bola, a fazer um “balão” e, na trajectória descendente, a embater na trave, com António Silva, posicionado sobre a linha de baliza, surpreendido com tal trajectória, instintivamente a afastar a bola com a mão, numa fracção de segundo irreflectida: aos 13 minutos, segunda grande penalidade contra o Benfica, e o defesa central expulso!
Desta feita a conversão seria confiada a Šimić, que não desperdiçou, colocando a sua equipa em vantagem. O Benfica, reduzido a dez, e a perder, tinha uma missão árdua pela frente.
O grupo reagiu bem, de forma solidária, conseguindo assentar o jogo, repor a calma possível e necessária, e, gradualmente, começando a empurrar a formação austríaca para a sua zona defensiva, obrigando o guardião Schlager a um par de boas intervenções.
Porém, todos os esforços seriam debalde perante nova descoordenação, logo no recomeço, com Morato e Aursnes a não acertarem as marcações, proporcionando a Gloukh ampliar a contagem para 2-0.
Ainda com cerca de 40 minutos para jogar, logo se perceberia que o desfecho da partida não se alteraria, agora com a equipa benfiquista animicamente derrotada.
Num balanço final, este terá sido um jogo atípico, em que o Benfica pagou caro as falhas “infantis” que cometeu, numa competição, de grande exigência, que requer rigor e concentração ao mais alto nível. Importa reagir de pronto.
Portugal – Luxemburgo (Europeu 2024 – Qualif.)
Portugal – Diogo Costa, Nélson Semedo (60m – João Cancelo), Rúben Dias, Gonçalo Inácio, Diogo Dalot, Bruno Fernandes, Danilo Pereira (75m – Rúben Neves), Bernardo Silva (60m – Ricardo Horta), Diogo Jota, Rafael Leão (75m – Otávio) e Gonçalo Ramos (60m – João Félix)
Luxemburgo – Anthony Moris, Florian Bohnert (45m – Lars Gerson), Laurent Jans, Maxime Chanot (78m – Seid Korač), Enes Mahmutović, Michael “Mica” Pinto (54m – Vincent Thill), Yvandro Borges Sanches, Timothé Rupil (45m – Sébastien Thill), Leandro Barreiro, Danel Sinani e Alessio Curci (45m – Dirk Carlson)
1-0 – Gonçalo Inácio – 12m
2-0 – Gonçalo Ramos – 18m
3-0 – Gonçalo Ramos – 34m
4-0 – Gonçalo Inácio – 45m
5-0 – Diogo Jota – 58m
6-0 – Ricardo Horta – 67m
7-0 – Diogo Jota – 78m
8-0 – Bruno Fernandes – 83m
9-0 – João Félix – 88m
Cartões amarelos – Vincent Thill (55m), Enes Mahmutović (65m) e Lars Gerson (76m)
Árbitro – John Brooks (Inglaterra)
A discussão não terá uma conclusão definitiva, dado não ser possível fazer o contra-factual: a ausência de Cristiano Ronaldo (a cumprir jogo de castigo, devido ao cartão amarelo com que fora admoestado em Bratislava) teve influência no (notável) desempenho da selecção de Portugal neste jogo, ou ter-se-á tratado de uma coincidência? Com ele em campo teria a equipa portuguesa conseguido um resultado (e exibição) similar?
O que é facto é que Portugal fixou um novo “record” de goleadas, em mais de um século de história, superando o anterior máximo de 8-0, aplicado frente ao Liechtenstein (por duas vezes, em 1994 e em 1999, nas fases de qualificação para os “Europeus” de 1996 e 2000) e ao Kuwait (em 2003, em jogo particular).
Como se explica que tal tenha sucedido, justamente, ante a melhor selecção luxemburguesa das últimas (largas) décadas? Talvez, precisamente, por isso.
Nos quatro jogos disputados nesta fase de qualificação, frente aos restantes adversários, o Luxemburgo somou três vitórias (incluindo uma na Bósnia) e um empate (na Eslováquia), tendo sofrido um único golo… um contraste tremendo com os dois encontros com Portugal, nos quais encaixou um total de 15 golos!
Depois do 6-0 de Março, e atendendo à boa campanha que a equipa luxemburguesa vinha realizando, poderia até questionar-se – dadas também as exibições relativamente sombrias que a turma portuguesa vinha apresentando – se este jogo seria, de algum modo, susceptível a alguma (imprevista) surpresa.
Afinal, bastaram 18 minutos para colocar os luxemburgueses “KO”. Os dois golos sofridos num curto período de seis minutos desmontaram qualquer estratégia que o seleccionador contrário tivesse congeminado, numa abordagem que, distintamente do que foi característico da equipa durante numerosos anos, pretenderia ser mais ambiciosa e “atrevida”.
A partir daí, uma cada vez mais desconexa selecção do Luxemburgo, sem conseguir opor efectiva resistência, muito pouco conseguiria fazer para evitar o natural avolumar do resultado: ao intervalo eram já quatro os golos dos “Gonçalos” (ambos a bisar, com destaque para o defesa central do Sporting, Gonçalo Inácio, que se estreou a marcar).
De facto, “apenas” tiveram de dar boa sequência à avalanche de cruzamentos, ora de Bruno Fernandes, ora de Rafael Leão, verdadeiramente “endiabrados”, com realce para o centro-campista do Manchester United, em grande evidência.
E a toada do jogo não se alteraria na segunda metade: depois de Gonçalo Ramos e de Gonçalo Inácio, também Diogo Jota bisaria, havendo ainda oportunidade para Bruno Fernandes coroar a sua excelente exibição (três assistências para golo), marcando também, cabendo a João Félix fechar a contagem com um tento de assinalável execução técnica.
Chegou a pensar-se em atingir os “dois dígitos”, mas, nos minutos finais, os luxemburgueses cerraram fileiras em torno do seu sector defensivo, impedindo que se tivesse concretizado o 10-0. Mas, antes disso, outras flagrantes oportunidades tinham ficado por materializar, nomeadamente por Rafael Leão.
Para a história fica, não só a expressão do resultado – que, na continuidade dos jogos anteriores, se traduz num somatório de seis vitórias em seis jogos, e num fantástico “score” agregado de 24-0! – como, especialmente, a exibição quase “perfeita” realizada pelo colectivo português.
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 6 6 - - 24 - 0 18 2º Eslováquia 6 4 1 1 8 - 2 13 3º Luxemburgo 6 3 1 2 7 -16 10 4º Islândia 6 2 - 4 10 - 9 6 5º Bósnia-Herzegovina 6 2 - 4 5 - 9 6 6º Liechtenstein 6 - - 6 1 -19 -
6ª jornada
11.09.2023 – Eslováquia – Liechtenstein – 3-0
11.09.2023 – Islândia – Bósnia-Herzegovina – 1-0
11.09.2023 – Portugal – Luxemburgo – 9-0
Eslováquia – Portugal (Europeu 2024 – Qualif.)
Martin Dúbravka, Peter Pekarík, Denis Vavro, Milan Škriniar, Dávid Hancko, Juraj Kucka (75m – László Bénes), Stanislav Lobotka (83m – Patrik Hrošovský), Ondrej Duda, Ivan Schranz (63m – Tomáš Suslov), Róbert Polievka (63m – Róbert Boženík) e Lukáš Haraslín (83m – Dávid Ďuriš)
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Rúben Dias, António Silva, João Cancelo (62m – Nélson Semedo), João Palhinha, Bruno Fernandes, Vítor Ferreira “Vitinha” (62m – Otávio), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e Rafael Leão (62m – Pedro Neto)
0-1 – Bruno Fernandes – 43m
Cartões amarelos – Ivan Schranz (35m) e Ondrej Duda (53m); Cristiano Ronaldo (62m)
Árbitro – Glenn Nyberg (Suécia)
Este era, teoricamente, o jogo mais difícil desta fase de qualificação. Tendo sido superado com êxito, atingindo-se um “record” histórico de cinco vitórias em cinco jogos, com 15-0 no agregado de golos, a selecção portuguesa tem – cumprida que está apenas a primeira metade deste apuramento – praticamente garantida a presença na fase final, do próximo ano, na Alemanha.
Uma vez mais o resultado parece ter sido bem melhor que a exibição, com a equipa da Eslováquia a começar por mostrar-se aguerrida, pressionando logo à saída do meio-campo de Portugal, que denotava dificuldades em dar fluidez ao seu jogo ofensivo.
A formação da casa criaria mesmo algumas situações de perigo, em especial, já a findar a primeira parte, com um remate ao poste. Sucedeu tal imediatamente antes do que viria a ser o único golo da partida: em dia de aniversário (29 anos) Bruno Fernandes teve (e ofereceu) uma bela prenda, com um remate cruzado, sem hipótese de defesa para Dúbravka, na sequência de uma boa arrancada.
Em termos psicológicos e motivacionais o ascendente passara para o lado de Portugal. No segundo tempo, sem ter criado grandes oportunidades para ampliar a vantagem, a equipa nacional começou, gradualmente, a privilegiar o controlo do jogo… e do tempo.
Ainda assim, não evitaria mais um susto, pouco antes da hora de jogo, com um remate de Schranz, a sair ao lado da baliza de Diogo Costa. Até final, pese embora a formação da casa não tenha baixado os braços, o resultado não se alteraria.
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 5 5 - - 15 - 0 15 2º Eslováquia 5 3 1 1 5 - 2 10 3º Luxemburgo 5 3 1 1 7 - 7 10 4º Bósnia-Herzegovina 5 2 - 3 5 - 8 6 5º Islândia 5 1 - 4 9 - 9 3 6º Liechtenstein 5 - - 5 1 -16 -
5ª jornada
08.09.2023 – Bósnia-Herzegovina – Liechtenstein – 2-1
08.09.2023 – Eslováquia – Portugal – 0-1
08.09.2023 – Luxemburgo – Islândia – 3-1
Liga Conferência Europa – 2023-24 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Lille Gent Dinamo Zagreb Club Brugge Slovan Bratisl. M. Tel Aviv Viktoria Plzeň Bodø/Glimt Olimpija Ljub. Zorya Luhansk Astana Beşiktaş KÍ Klaksvík Breiðablik Ballkani Lugano Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H AZ Alkmaar Ferencváros E. Frankfurt Fenerbahçe Aston Villa Fiorentina PAOK Ludogorets Legia Warsaw Genk HJK Helsinki Spartak Trnava Zrinjski Mostar Čukarički Aberdeen Nordsjælland
A primeira jornada disputa-se no próximo dia 21 de Setembro, estando agendado para 14 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Conferência Europa desta temporada disputa-se no “Agia Sophia Stadium”, em Atenas, Grécia, prevista para 29 de Maio de 2024.
As equipas do AZ Alkmaar, Gent e Slovan Bratislava são as únicas três totalistas, que marcam presença, pela terceira temporada sucessiva, na fase de grupos desta nova competição europeia, introduzida pela UEFA há duas épocas. Ballkani, Fiorentina repetem também a participação da época passada.
Liga Europa – 2023-24 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D West Ham Ajax Rangers Atalanta Olympiacos Marseille Betis Sporting Freiburg Brighton Sparta Praha Sturm Graz Bačka Topola AEK Aris Limassol Raków Częst. Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Liverpool Villarreal Roma B. Leverkusen LASK Rennes Slavia Praha Qarabağ U. St.-Gilloise Maccabi Haifa Sheriff Tir. Molde Toulouse Panathinaikos Servette BK Häcken
A primeira jornada disputa-se no próximo dia 21 de Setembro, estando agendado para 14 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no “Aviva Stadium”, em Dublin, Irlanda, prevista para 22 de Maio de 2024.
As equipas do Betis, Freiburg, Olympiacos, Qarabağ, Roma, Sheriff Tiraspol, Stade Rennais, Sturm Graz e Union Saint-Gilloise repetem a participação na fase de Grupos da Liga Europa da época passada.



