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Liga Conferência Europa – “Play-off” intercalar (1.ª mão)
Sturm Graz – Slovan Bratislava – 4-1
Servette – Ludogorets – 0-0
Union Saint-Gilloise – Eintracht Frankfurt – 2-2
Betis – Dinamo Zagreb – 0-1
Olympiacos – Ferencvárosi – 1-0
Ajax – Bodø/Glimt – 2-2
Molde – Legia Warszawa – 3-2
Maccabi Haifa – Gent – 1-0
Liga Europa – “Play-off” intercalar (1.ª mão)
Feyenoord – Roma – 1-1
AC Milan – Stade Rennais – 3-0
Lens – Freiburg – 0-0
Young Boys – Sporting – 1-3
Benfica – Toulouse – 2-1
Sp. Braga – Qarabağ – 2-4
Galatasaray – Sparta Praha – 3-2
Shakhtar Donetsk – O. Marseille – 2-2
Liga Europa – “Play-off” intercalar – Benfica – Toulouse
Benfica – Anatoliy Trubin, Fredrik Aursnes, António Silva, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras (59m – Alexander Bah), João Neves, Orkun Kökçü, Ángel Di María, Rafael “Rafa” Silva, João Mário (59m – David Neres) e Arthur Cabral (87m – Marcos Leonardo)
Toulouse – Guillaume Restes, Mikkel Desler, Logan Costa, Rasmus Nicolaisen, Moussa Diarra (70m – Christian Mawissa), Stijn Spierings (77m – Cristian Cásseres), Vincent Sierro, Aron Dønnum (70m – Shavy Babicka), Yann Gboho (86m – Naatan Skyttä), Gabriel Suazo e Thijs Dallinga (77m – Frank Magri)
1-0 – Ángel Di María (pen.) – 68m
1-1 – Mikkel Desler – 75m
2-1 – Ángel Di María (pen.) – 90m+8
Cartões amarelos – Orkun Kökçü (90m); Stijn Spierings (37m), Mikkel Desler (43m), Guillaume Restes (58m), Naatan Skyttä (90m), Christian Mawissa (90m) e Frank Magri (90m)
Cartão vermelho – Christian Mawissa (90m)
Árbitro – Donatas Rumšas (Lituânia)
Defrontando um adversário com uma experiência muito limitada a nível das competições europeias (de que, aliás, estava ausente há 14 temporadas), o Benfica voltou a ter uma exibição muito cinzenta, denotando enormes dificuldades para superar a (reforçada) barreira defensiva do Toulouse.
Há que dizer que a equipa francesa – em situação difícil na sua Liga, a procurar escapar à zona de despromoção – foi praticamente inofensiva, limitando-se a procurar preservar a sua baliza, e a ensaiar algumas transições rápidas.
E que, logicamente, coube ao Benfica assumir a iniciativa, com grande domínio em termos de posse de bola, mas que, ao longo do tempo, se ia revelando infrutífero. Faltou intensidade, ritmo, variações de jogo, para desmontar a teia do Toulouse, com um significativo número de elementos aglomerados no seu sector mais recuado.
À medida que o tempo ia correndo, sem que se pudessem assinalar flagrantes oportunidades de golo, o conjunto francês ia ganhando confiança, atrevendo-se mesmo a fazer algumas investidas no meio-campo contrário.
O treinador do Benfica viu-se forçado a mexer no “onze”, para acelerar o jogo, fazendo entrar David Neres (e, em simultâneo, Bah, a ocupar o lugar de lateral direito, passando Aursnes para o lado esquerdo, em detrimento do jovem Carreras, que se estreara como titular).
A equipa ganhou alguma dinâmica, mas o golo só surgiria, já em fase adiantada, na sequência de uma grande penalidade, a sancionar um contacto com o braço, quando o cabo-verdiano Logan Costa saltava para procurar aliviar uma bola na área.
Pensou-se que o mais difícil estaria feito, e, certamente, ninguém esperaria o que, escassos minutos volvidos, viria a ocorrer, aproveitando alguma passividade do meio-campo benfiquista: o golo do Toulouse, a restabelecer a igualdade!
Até final, foi já mais em desespero que o Benfica procurou repor a vantagem, de forma atabalhoada e precipitada, sem um fio de jogo, sem uma jogada com princípio, meio e fim.
Valeu, uma vez mais, ter vindo ao de cima – já “in extremis”, com sete minutos decorridos de tempo de compensação – a tal inexperiência da formação francesa. Num lance confuso na área, mas sem perigo aparente, um defesa do Toulouse falhou o tempo de entrada, acabando por pisar a bota do adversário.
A equipa portuguesa teve a “sorte” de deparar com um árbitro muito atento, que voltou a sancionar os franceses com outra grande penalidade. Dois “penalties”, dois remates de Di María, dois golos. Assim se conseguia evitar o que teria sido uma grande surpresa, para enorme desconsolo do Toulouse.
Perante tão pouco labor, ou, melhor dito, tão pouca qualidade no labor exercido, o Benfica acabou premiado com a vitória, salvo pelos tais “penalties”. Não será todos os dias que terá duas grandes penalidades a seu favor…
Partindo em vantagem (mesmo que tangencial) para a segunda mão, a equipa portuguesa é favorita a seguir em frente, mas terá de trabalhar mais e melhor, em França, onde esperará, porventura, um adversário menos contido do que o que se mostrou na Luz.
Liga Conferência Europa – Sorteio do “Play-off” intercalar
Sturm Graz – Slovan Bratislava
Servette – Ludogorets
Union Saint-Gilloise – Eintracht Frankfurt
Betis – Dinamo Zagreb
Olympiacos – Ferencvárosi
Ajax – Bodø/Glimt
Molde – Legia Warszawa
Maccabi Haifa – Gent
Os jogos da primeira mão serão disputados a 15 de Fevereiro de 2024, estando a segunda mão agendada para 22 de Fevereiro.
Liga Europa – Sorteio do “Play-off” intercalar
Feyenoord – Roma
AC Milan – Stade Rennais
Lens – Freiburg
Young Boys – Sporting
Benfica – Toulouse
Sp. Braga – Qarabağ
Galatasaray – Sparta Praha
Shakhtar Donetsk – O. Marseille
Os jogos da primeira mão serão disputados a 15 de Fevereiro de 2024, estando a segunda mão agendada para 22 de Fevereiro.
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 de Final
FC Porto – Arsenal
Napoli – Barcelona
Paris Saint-Germain – Real Sociedad
Inter – At. Madrid
PSV Eindhoven – Borussia Dortmund
Lazio – Bayern München
København – Manchester City
RB Leipzig – Real Madrid
Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 13, 14, 20 e 21 de Fevereiro de 2024. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 5, 6, 12 e 13 de Março.
Liga Conferência Europa – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Slovan Bratislava – Olimpija Ljubljana – 1-2
Lille – KÍ Klaksvík – 3-0
1º Lille, 14; 2º Slovan Bratislava, 10; 3º Olimpija Ljubljana, 6; 4º KÍ Klaksvík, 4
Grupo B
Zorya Luhansk – Breiðablik – 4-0
Maccabi Tel-Aviv – Gent – 3-1
1º Maccabi Tel-Aviv, 15; 2º Gent, 13; 3º Zorya Luhansk, 7; 4º Breiðablik, 0
Grupo C
Viktoria Plzeň – Astana – 3-0
Dinamo Zagreb – Ballkani – 3-0
1º Viktoria Plzeň, 18; 2º Dinamo Zagreb, 9; 3º Astana, 4; 4º Ballkani, 4
Grupo D
Club Brugge – Bodø/Glimt – 3-1
Lugano – Beşiktaş – 0-2
1º Club Brugge, 16; 2º Bodø/Glimt, 10; 3º Beşiktaş, 4; 4º Lugano, 4
Grupo E
Legia Warszawa – AZ Alkmaar – 2-0
Zrinjski Mostar – Aston Villa – 1-1
1º Aston Villa, 13; 2º Legia Warszawa, 12; 3º AZ Alkmaar, 6; 4º Zrinjski Mostar, 4
Grupo F
Ferencvárosi – Fiorentina – 1-1
Genk – Čukarički – 2-0
1º Fiorentina, 12; 2º Ferencvárosi, 10; 3º Genk, 9; 4º Čukarički, 0
Grupo G
Aberdeen – Eintracht Frankfurt – 2-0
PAOK – HJK Helsinki – 4-2
1º PAOK, 16; 2º Eintracht Frankfurt, 9; 3º Aberdeen, 6; 4º HJK Helsinki, 2
Grupo H
Ludogorets – Nordsjælland – 1-0
Fenerbahçe – Spartak Trnava – 4-0
1º Fenerbahçe, 12; 2º Ludogorets, 12; 3º Nordsjælland, 10; 4º Spartak Trnava, 1
As equipas do Lille, Maccabi Tel-Aviv, Viktoria Plzeň, Club Brugge, Aston Villa, Fiorentina, PAOK e Fenerbahçe garantiram o apuramento para os 1/8 de final.
Por seu lado, Slovan Bratislava, Gent, Dinamo Zagreb, Bodø/Glimt, Legia Warszawa, Ferencvárosi, Eintracht Frankfurt e Ludogorets disputarão o play-off.
Liga Europa – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
West Ham – Freiburg – 2-0
Olympiacos – Bačka Topola – 5-2
1º West Ham, 15; 2º Freiburg, 12; 3º Olympiacos, 7; 4º Bačka Topola, 1
Grupo B
Brighton – O. Marseille – 1-0
Ajax – AEK – 3-1
1º Brighton, 13; 2º O. Marseille, 11; 3º Ajax, 5; 4º AEK, 4
Grupo C
Aris Limassol – Sparta Praha – 1-3
Betis – Rangers – 2-3
1º Rangers, 11; 2º Sparta Praha, 10; 3º Betis, 9; 4º Aris Limassol, 4
Grupo D
Raków Czestochowa – Atalanta – 0-4
Sporting – Sturm Graz – 3-0
1º Atalanta, 14; 2º Sporting, 11; 3º Sturm Graz, 4; 4º Raków Czestochowa, 4
Grupo E
Union Saint-Gilloise – Liverpool – 2-1
LASK – Toulouse – 1-2
1º Liverpool, 12; 2º Toulouse, 11; 3º Union Saint-Gilloise, 8; 4º LASK, 3
Grupo F
Stade Rennais – Villarreal – 2-3
Panathinaikos – Maccabi Haifa – 1-2
1º Villarreal, 13; 2º Stade Rennais, 12; 3º Maccabi Haifa, 5; 4º Panathinaikos, 4
Grupo G
Slavia Praha – Servette – 4-0
Roma – Sheriff Tiraspol – 3-0
1º Slavia Praha, 15; 2º Roma, 13; 3º Servette, 5; 4º Sheriff Tiraspol, 1
Grupo H
Bayer Leverkusen – Molde – 5-1
Qarabağ – BK Häcken – 2-1
1º Bayer Leverkusen, 18; 2º Qarabağ, 10; 3º Molde, 7; 4º BK Häcken, 0
As equipas do West Ham, Brighton, Rangers, Atalanta, Liverpool, Villarreal, Slavia Praha e Bayer Leverkusen garantiram o apuramento para os 1/8 de final.
Por seu lado, o Freiburg, O. Marseille, Sparta Praha, Sporting, Toulouse, Stade Rennais, Roma e Qarabağ disputarão o play-off.
O Olympiacos, Ajax, Betis, Sturm Graz, Union Saint-Gilloise, Maccabi Haifa, Servette e Molde transitam para o play-off da Liga Conferência Europa.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
København – Galatasaray – 1-0
Manchester United – Bayern München – 0-1
1º Bayern München, 16; 2º København, 8; 3º Galatasaray, 5; 4º Manchester United, 4
Grupo B
Lens – Sevilla – 2-1
PSV Eindhoven – Arsenal – 1-1
1º Arsenal, 13; 2º PSV Eindhoven, 9; 3º Lens, 8; 4º Sevilla, 2
Grupo C
Union Berlin – Real Madrid – 2-3
Napoli – Sp. Braga – 2-0
1º Real Madrid, 18; 2º Napoli, 10; 3º Sp. Braga, 4; 4º Union Berlin, 2
Grupo D
FC Salzburg – Benfica – 1-3
Inter – Real Sociedad – 0-0
1º Real Sociedad, 12; 2º Inter, 12; 3º Benfica, 4; 4º FC Salzburg, 4
Grupo E
Celtic – Feyenoord – 2-1
At. Madrid – Lazio – 2-0
1º At. Madrid, 14; 2º Lazio, 10; 3º Feyenoord, 6; 4º Celtic, 4
Grupo F
Newcastle – AC Milan – 1-2
Borussia Dortmund – Paris Saint-Germain – 1-1
1º Borussia Dortmund, 11; 2º Paris Saint-Germain, 8; 3º AC Milan, 8; 4º Newcastle, 5
Grupo G
RB Leipzig – Young Boys – 2-1
Crvena zvezda – Manchester City – 2-3
1º Manchester City, 18; 2º RB Leipzig, 12; 3º Young Boys, 4; 4º Crvena zvezda, 1
Grupo H
Royal Antwerp – Barcelona – 3-2
FC Porto – Shakhtar Donetsk – 5-3
1º Barcelona, 12; 2º FC Porto, 12; 3º Shakhtar Donetsk, 9; 4º Royal Antwerp, 3
As equipas do Bayern München, København, Arsenal, PSV Eindhoven, Real Madrid, Napoli, Real Sociedad, Inter, At. Madrid, Lazio, Borussia Dortmund, Paris Saint-Germain, Manchester City, RB Leipzig, Barcelona e FC Porto garantiram o apuramento para os 1/8 de final.
Transitam para a Liga Europa (play-off de apuramento para os 1/8 de final): Galatasaray, Lens, Sp. Braga, Benfica, Feyenoord, AC Milan, Young Boys e Shakhtar Donetsk.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – FC Salzburg – Benfica
FC Salzburg – Alexander Schlager, Amar Dedić, Kamil Piątkowski, Strahinja Pavlović, Samson Baidoo, Luka Sučić, Lucas Gourna-Douath, Mads Bidstrup (90+5m – Roko Šimić), Oscar Gloukh (82m – Dijon Kameri), Petar Ratkov (55m – Fernando dos Santos Pedro) e Dorgeles Nene (55m – Sékou Koïta)
Benfica – Anatoliy Trubin, Fredrik Aursnes, Tomás Araújo, Nicolás Otamendi, Felipe Silva “Morato”, João Neves, Orkun Kökçü (68m – Gonçalo Guedes), Ángel Di María, João Mário (90+1m – Arthur Cabral), Rafael “Rafa” Silva (90+4m – Florentino Luís) e Casper Tengstedt (45m – Petar Musa)
0-1 – Ángel Di María – 32m
0-2 – Rafael “Rafa” Silva – 45m
1-2 – Luka Sučić – 57m
1-3 – Arthur Cabral – 90+2m
Cartões amarelos – Lucas Gourna-Douath (10m), Petar Ratkov (51m), Dijon Kameri (82m) e Alexander Schlager (90m); Felipe Silva “Morato” (45m) e Petar Musa (72m)
Árbitro – Daniel Siebert (Alemanha)
O Benfica abordava este último jogo da fase de grupos da Liga dos Campeões, como que a necessitar de um “milagre”. Mas, ao mesmo tempo, um daqueles “milagres” que, racionalmente, até se afigurava ter alguma razoável dose de probabilidade de poder vir a ser alcançado. Afinal, em primeira instância, do que se tratava era de ganhar o jogo, e, daí à imprescindível diferença de dois golos… seria só mais um “pulinho”.
Um objectivo que, por paradoxal que possa parecer, demoraria apenas 45 minutos a ser alcançado – para depois, acabar por estar à beira de se ter gorado, não fosse o consumar de tal “milagre”, já fora de horas, através de um “mal-amado” Arthur Cabral.
Roger Schmidt teve, uma vez mais, de fazer adaptações no sector defensivo, desde logo com Aursnes e Morato no papel de laterais, mas, desta feita, também com a necessidade de mexer no eixo central, dado o castigo de António Silva, substituído por Tomás Araújo.
A formação austríaca, com todas as vantagens “na mão” (mais pontos, jogando em casa, e podendo inclusivamente perder… por um golo de diferença), começou por ter maior iniciativa nos primeiros minutos, exercendo forte pressão, como se o Benfica tivesse necessitado de algum tempo para perceber como poderia encontrar o antídoto para contrariar o adversário.
A acção de João Neves e de Tengstedt viria a revelar-se determinante para uma exibição personalizada do colectivo. Claro, a sorte também faz parte do jogo, mesmo que possa ser daquela que dá muito trabalho: pouco passava da meia hora, quando, num canto directo, Di María (que, no minuto precedente, ensaiara já um perigoso remate em arco), com um “golo olímpico”, fazia como o código postal: era meio caminho andado.
Marcar primeiro era o segredo para que fosse possível concretizar o indispensável “milagre”: naturalmente, os austríacos sentiram o golo e o perigo, e vacilaram. Perante o maior ritmo imposto pela turma portuguesa, não surpreenderia o ampliar da vantagem, para os tais dois golos de diferença, já em período de compensação do primeiro tempo, por Rafa – que, aliás, logo no quarto de hora inicial, tinha desperdiçado excelente oportunidade –, desta vez a conseguir tirar partido da sua velocidade, antecipando-se à defesa contrária.
Ao intervalo, Schmidt trocaria Tengstedt por Musa, talvez buscando o refrescar de uma posição que, nesta noite, se antecipava ser muito exigente. Não obstante, a toada de jogo não se alteraria significativamente, com o Benfica, mantendo o domínio, a parecer estar mais perto do terceiro golo, não fosse a noite “desinspirada” de Rafa, a nível da concretização, nomeadamente com um remate, já na pequena área, a sair à figura do guardião austríaco.
Seria um pouco “contra a corrente do jogo” que o Salzburg, num remate de longe, tendo sofrido ainda um desvio em Tomás Araújo, reduziria para a desvantagem mínima, ainda antes do quarto de hora da segunda metade, num “balde de água fria” para as aspirações benfiquistas.
Sentindo, ainda assim, que tudo continuava em aberto, o Benfica, denotando uma confiança que lhe tinha faltado noutras ocasiões, não abdicaria, agora com Aursnes em realce, a arriscar nas subidas pelo lado direito. Pouco passava da hora de jogo quando, noutro canto apontado por Di María, Otamendi, com um desvio subtil, fez com que a bola esbarrasse contra o poste. E, ainda antes dos 70 minutos, o mesmo Di María, a rematar, outra vez em arco, outra vez com a bola a embater no poste.
Tudo chegou a parecer “perdido”, quando, o Salzburg introduziu, pela segunda vez, a bola na baliza de Trubin, em lance, contudo, invalidado, por fora-de-jogo.
O tempo ia-se escoando a velocidade acelerada, e, porventura, seriam então já poucos os que confiariam que o Benfica podia ainda “sair vivo” nas competições europeias desta temporada, no que, a ter sucedido, seria dura penalização para a sua falta de eficácia (para além de Rafa, Otamendi e Di María, também Musa desperdiçaria flagrante ocasião de golo).
Foi então, já “nos descontos”, que Arthur Cabral – o qual acabara de entrar em campo, ao minuto 91 –, com um toque de calcanhar, seria feliz, tornando-se no “herói improvável”, a conferir a possibilidade de a sua equipa transitar para a Liga Europa.
Com uma exibição notoriamente diferente – para muito melhor – do que fora o seu padrão nesta fase de grupos (à excepção, apenas, do primeiro tempo da partida frente ao Inter), o Benfica acabaria por, evidenciando a sua notória superioridade, obter uma tão justa quanto categórica vitória, na exacta medida das suas necessidades, a terminar da melhor forma uma algo “sombria” campanha na Liga dos Campeões desta época.



