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Liga dos Campeões – 1/8 de final (1.ª mão)
05.03.2025 - Paris Saint-Germain - Liverpool 0-1 04.03.2025 - Club Brugge - Aston Villa 1-3 04.03.2025 - Real Madrid - At. Madrid 2-1 04.03.2025 - PSV Eindhoven - Arsenal 1-7 05.03.2025 - Benfica - Barcelona 0-1 04.03.2025 - Borussia Dortmund - Lille 1-1 05.03.2025 - Bayern München - Bayer Leverkusen 3-0 05.03.2025 - Feyenoord - Inter 0-2
Liga dos Campeões – 1/8 de final – Benfica – Barcelona
Benfica – Anatoliy Trubin, Tomás Araújo (57m – Samuel Dahl), António Silva, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras, Fredrik Aursnes, Leandro Barreiro (70m – Andrea Belotti), Orkun Kökçü (84m – Renato Sanches), Kerem Aktürkoğlu, Andreas Schjelderup (70m – João Rego) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (84m – Arthur Cabral)
Barcelona – Wojciech Szczęsny, Jules Koundé, Pau Cubarsí, Iñigo Martínez, Alejandro Balde, Daniel “Dani” Olmo (28m – Ronald Araújo), Frenkie de Jong (79m – Marc Casadó), Pedro “Pedri” González, Lamine Yamal (56m – Ferran Torres), Raphael “Raphinha” Belloli e Robert Lewandowski (79m – Gerard Martín)
0-1 – Raphael “Raphinha” Belloli – 61m
Cartões amarelos – Leandro Barreiro (45m), António Silva (45m), Álvaro Carreras (73m) e João Rego (90m); Iñigo Martínez (45m)
Cartão vermelho – Pau Cubarsí (22m)
Árbitro – Felix Zwayer (Alemanha)
Imperou a velha máxima de que “não há dois jogos iguais”: depois da catadupa de (nove!) golos de há um mês e meio, um solitário golo desta vez. Porém, o desfecho foi o mesmo: nova vitória do Barcelona… e, tal como na partida anterior, o Benfica ficou a dever a si próprio não ter logrado triunfar.
O arranque parecia similar ao do jogo de Turim, com a Juventus, com as duas equipas lançadas em vertigem, tendo nomeadamente o Benfica, logo nos minutos iniciais, criado muito perigo, por intermédio de Aktürkoğlu e de Leandro Barreiro, com o adversário também a ripostar de pronto.
E, pouco depois, à passagem dos doze minutos, seria mesmo o Barcelona a, de forma incrível, desaproveitar tripla ocasião de marcar (por Frenkie de Jong, Lewandowski e Lamine Yamal), graças a uma fantástica sequência de três defesas no mesmo lance, por instinto, de Trubin.
A equipa catalã mantinha a sua característica de alto risco, o que o Benfica aproveitou para, num lançamento em profundidade, a solicitar a desmarcação de Pavlídis, este, isolando-se frente a Szczęsny, ser travado “in extremis” por Cubarsí, a cometer falta sobre a linha delimitadora da grande área, que lhe custou a expulsão.
A partir daí a configuração do jogo alterou-se: o Barcelona – que, até então, registava elevada percentagem de “posse de bola”, como que passava a “oferecer” deliberadamente a iniciativa. O Benfica tentava sucessivas investidas, mas esbarrava na muralha defensiva contrária, perante um intransponível Szczęsny. Ao contrário, eram os catalães a passar a ameaçar em rápidas transições.
Já próximo do intervalo, a turma benfiquista teve outras duas boas ocasiões, primeiro com um remate de Pavlídis a esbarrar no corpo de Koundé, e, de seguida, com Aktürkoğlu a cabecear, com Szczęsny a negar o golo, com grande intervenção.
No recomeço, num curto intervalo de tempo, Pavlídis, por duas vezes, e Aursnes, desperdiçaram outras oportunidades de poder marcar.
Porém, bastou um momento de desconcentração, com António Silva a fazer um passe transviado, que Raphinha não perdoou, com um remate seco, sesgado ao canto da baliza, não dando hipóteses a Trubin. “Contra a corrente”, estava inaugurado o marcador, a favor do Barcelona.
Bruno Lage arriscaria mais, fazendo entrar Belotti e o jovem João Rego, para os últimos vinte minutos, procurando intensificar a pressão ofensiva. E a equipa do Barcelona teria, então, de se mostrar solidária, com capacidade para sofrer, em prol da preservação da magra vantagem adquirida.
Já dentro do quarto de hora final seria de novo o guardião polaco a negar o golo a Aktürkoğlu. Para, poucos minutos volvidos, Belotti ser travado por Szczęsny, tendo o árbitro assinalado a marca de grande penalidade, lance que, contudo, seria invalidado pelo “VAR”, sancionando “milimétrica” posição de fora-de-jogo.
Em tempo de compensação, no último suspiro, com o adversário acantonado na sua área, o Benfica dispôs de quatro pontapés de canto sucessivos, tendo Renato Sanches proporcionado ainda sensação eminente de golo, com um potente remate de fora da área… uma vez mais travado pelo guarda-redes!
A equipa portuguesa terminaria o encontro revertendo a seu favor a maior percentagem de posse bola, e em clara superioridade noutros dados estatísticos, como o número de remates ou de cantos. Porém, faltou maior acutilância para poder materializar em golo qualquer das várias jogadas de ataque que realizou.
O Benfica realizou exibição positiva, personalizada, mas terá de enfrentar agora, na Catalunha, uma ingrata missão, de tentar surpreender a Europa do futebol, necessitando de alcançar o que seria um muito inesperado desfecho, o de recuperar, em Barcelona, da desvantagem caseira sofrida nesta 1.ª mão.
Liga Conferência – 2024-25 – Sorteio dos 1/8 de final
Betis – V. Guimarães
Jagiellonia Białystok – Cercle Brugge
Celje – Lugano
Panathinaikos – Fiorentina
FC København – Chelsea
Molde – Legia Warsaw
Pafos – Djurgården
Borac Banja Luka – Rapid Wien
Os jogos desta eliminatória serão disputados nos dias 6 de Março (1.ª mão) e 13 de Março (2.ª mão).
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
(1) Betis/V. Guimarães – Jagiellonia Białystok/Cercle Brugge
(2) Celje/Lugano – Panathinaikos/Fiorentina
(3) FC København/Chelsea – Molde/Legia Warsaw
(4) Pafos/Djurgården – Borac Banja Luka/Rapid Wien
Por seu lado, as meias-finais terão o seguinte alinhamento:
Vencedor (1) – Vencedor (2)
Vencedor (3) – Vencedor (4)
Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de final
Viktoria Plzeň – Lazio
Bodø/Glimt – Olympiacos
Ajax – Eintracht Frankfurt
AZ Alkmaar – Tottenham
AS Roma – Athletic Bilbao
Fenerbahçe – Rangers
FCSB – Ol. Lyonnais
Real Sociedad – Manchester United
Os jogos desta eliminatória serão disputados nos dias 6 de Março (1.ª mão) e 13 de Março (2.ª mão).
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
(1) Bodø/Glimt/Olympiacos – Viktoria Plzeň/Lazio
(2) AZ Alkmaar /Tottenham – Ajax/Eintracht Frankfurt
(3) Fenerbahçe/Rangers – AS Roma/Athletic Bilbao
(4) FCSB/Ol. Lyonnais – Real Sociedad/Manchester United
Por seu lado, as meias-finais terão o seguinte alinhamento:
Vencedor (2) – Vencedor (1)
Vencedor (3) – Vencedor (4)
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 de final
Paris Saint-Germain – Liverpool
Club Brugge – Aston Villa
Real Madrid – At. Madrid
PSV Eindhoven – Arsenal
Benfica – Barcelona
Borussia Dortmund – Lille
Bayern München – Bayer Leverkusen
Feyenoord – Inter
Os jogos desta eliminatória serão disputados nos dias 4 e 5 de Março (1.ª mão) e 11 e 12 de Março (2.ª mão).
O alinhamento dos 1/4 de final será o seguinte:
(1) Paris Saint-Germain/Liverpool – Club Brugge/Aston Villa
(2) PSV Eindhoven/Arsenal – Real Madrid/At. Madrid
(3) Benfica/Barcelona – Borussia Dortmund/Lille
(4) Bayern München/Bayer Leverkusen – Feyenoord/Inter
Por seu lado, as meias-finais terão o seguinte alinhamento:
Vencedor (2) – Vencedor (1)
Vencedor (3) – Vencedor (4)
Liga Conferência – “Play-off” intercalar (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Betis - KAA Gent 0-1 3-0 3-1 Jagiellonia - TSC Bačka Topola 3-1 3-1 6-2 APOEL - Celje 0-2 2-2 2-4 Panathinaikos - Víkingur Reykj. 2-0 1-2 3-2 Heidenheim - FC København 1-2 (1-3ap) 2-1 3-4 Shamrock Rovers - Molde 0-1 (4-5gp) 1-0 1-1 Pafos - Omonoia 2-1 1-1 3-2 Ol. Ljubljana - Borac Banja Luka 0-0 0-1 0-1
Liga Europa – “Play-off” intercalar (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Viktoria Plzeň - Ferencvárosi 3-0 0-1 3-1 Bodø/Glimt - Twente 3-2 (5-2ap) 1-2 6-4 Ajax - Union Saint-Gilloise 0-2 (1-2ap) 2-0 3-2 Galatasaray - AZ Alkmaar 2-2 1-4 3-6 AS Roma - FC Porto 3-2 1-1 4-3 Anderlecht - Fenerbahçe 2-2 0-3 2-5 FCSB - P.A.O.K. 2-0 2-1 4-1 Real Sociedad - Midtjylland 5-2 2-1 7-3
Liga dos Campeões – “Play-off” intercalar (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Paris St.-Germain - St. Brestois 7-0 3-0 10-0 Atalanta - Club Brugge 1-3 1-2 2-5 Real Madrid - Manchester City 3-1 3-2 6-3 PSV Eindhoven - Juventus 2-1 (3-1ap) 1-2 4-3 Benfica - AS Monaco 3-3 1-0 4-3 Borussia Dortmund - Sporting 0-0 3-0 3-0 Bayern München - Celtic 1-1 2-1 3-2 AC Milan - Feyenoord 1-1 0-1 1-2
Liga dos Campeões – “Play-off” intercalar – Benfica – Monaco
Benfica – Anatoliy Trubin, Tomás Araújo, António Silva, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras, Fredrik Aursnes, Leandro Barreiro, Orkun Kökçü (87m – João Rego), Kerem Aktürkoğlu (58m – Zeki Amdouni), Andreas Schjelderup (58m – Samuel Dahl) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (87m – Andrea Belotti)
Monaco – Radosław Majecki, Krépin Diatta, Thilo Kehrer, Wilfried Singo, Christian Mawissa (80m – George Ilenikhena), Caio Henrique (80m – Kassoum Ouattara), Maghnes Akliouche, Lamine Camara, Eliesse Ben Seghir, Takumi Minamino (87m – Lucas Michal) e Breel Embolo (65m – Mika Biereth)
1-0 – Kerem Aktürkoğlu – 22m
1-1 – Takumi Minamino – 32m
1-2 – Eliesse Ben Seghir – 51m
2-2 – Evangelos “Vangelis” Pavlídis (pen.) – 76m
2-3 – George Ilenikhena – 81m
3-3 – Orkun Kökçü – 84m
Cartões amarelos – Leandro Barreiro (67m) e Zeki Amdouni (71m); Maghnes Akliouche (62m)
Árbitro – Glenn Nyberg (Suécia)
Tinha ficado já no ar, no final do jogo da 1.ª mão, no Monaco, a inquietação decorrente de o Benfica ter desaproveitado soberanas ocasiões para fechar definitivamente a eliminatória a seu favor. Como se viria a confirmar, a vantagem de um golo (mesmo que obtida em terreno alheio) pode ser muito ténue.
O que é facto é que – mesmo ciente de que jogar para o empate é sempre um risco significativo, que se deve procurar evitar – o Benfica evidenciou uma abordagem desastrada a este desafio da 2.ª mão, concedendo todas as vantagens – até anímicas – ao oponente.
Até à hora de jogo, a equipa benfiquista nunca conseguiu encontrar o “Norte” dentro de campo, sempre em posição de inferioridade face ao desempenho da equipa do principado, perante a intensidade e dinamismo colocado em campo pelos seus principais talentos (com destaque para Akliouche e Ben Seghir), tendo chegado mesmo a passar por momentos em que se viu “encostado às cordas” (o que se verificava, precisamente, antes das primeiras substituições operadas por Bruno Lage).
Com “mais sorte que juízo” o Benfica até teria ainda a benesse de marcar primeiro, duplicando a vantagem na eliminatória, com Aktürkoğlu, por fim, a reencontrar-se com o golo, mercê de um fantástico trabalho prévio de Pavlídis, a deambular dentro da área, nunca desistindo, fazendo “gato sapato” dos vários defesas que lhe iam surgindo ao caminho.
Até à meia hora de jogo, em três encontros (dois e um terço, vá…) com o Benfica, o Monaco “não tinha tido sorte nenhuma”: Minamino acabara de cabecear ao poste da baliza, quando, no minuto imediato, não perdoou, marcando o 1-1.
O empate que se registava ao intervalo era um resultado bem lisonjeiro para a equipa portuguesa. E as coisas não mudariam de figura no início do segundo tempo: a continuar a jogar como o tinha vindo a fazer, só “por milagre” o Benfica conseguiria apurar-se.
A confirmar essa ideia – estava bem à vista de todos –, surgiria mesmo, bem cedo, o segundo golo da turma monegasca, a colocar-se em vantagem no marcador, igualando a eliminatória, e, por coincidência, também neste caso, imediatamente depois de o mesmo Ben Seghir ter rematado com bastante perigo.
Até que o milagre se revelaria: as entradas de Amdouni e, sobretudo, de Dahl (proporcionando maior consistência no flanco esquerdo, num notável trabalho de apoio e complemento a Carreras) viriam a dar uma configuração completamente diferente ao jogo. Com o Benfica a melhorar notoriamente o desempenho, a derradeira meia hora seria “de loucos”.
Com o 2-2, em mais um golo de Pavlídis, na conversão de uma grande penalidade, a um quarto de hora do final, esperar-se-ia que o desfecho da eliminatória pudesse, de alguma forma, estar controlado.
Mas não… Apenas cinco minutos volvidos Trubin – que, na primeira parte, fizera, pelo menos, um par de defesas que salvaram outros tantos golos – deu um enorme “frango” e o Monaco voltava a superiorizar-se no marcador, passando, então, o prolongamento a ser um cenário de forte probabilidade.
Valeu à formação portuguesa o comportamento tipo “kamikaze” dos jogadores do Monaco (o que ficou patente, a espaços, em todos os três jogos, evidenciando as suas grandes fragilidades de organização defensiva) – a fazer lembrar as equipas africanas dos anos 80/90, muito dotadas tecnicamente, mas com notórias insuficiências a nível táctico – para, num último fôlego, o Benfica conseguir ainda resgatar a eliminatória, alcançando o 3-3 (dos quais, três golos apontados num intervalo de apenas oito minutos, entre os 76 e os 84!), tendo Kökçü dada a melhor finalização a uma excelente assistência de Carreras.
Que poderia, aliás, ter-se convertido ainda numa vitória benfiquista, quando, já em tempo de compensação, o árbitro assinalou o que seria a segunda grande penalidade, contudo, revertida pelo “VAR”.
O Benfica – que teve de sofrer bem mais do que deveria – bem pode ir “pôr umas velinhas a Fátima”.
Liga Conferência – “Play-off” intercalar (1.ª mão)
13.02.2025 - KAA Gent - Betis 0-3 13.02.2025 - TSC Bačka Topola - Jagiellonia Białystok 1-3 13.02.2025 - Celje - APOEL 2-2 13.02.2025 - Víkingur Reykjavík - Panathinaikos 2-1 13.02.2025 - FC København - Heidenheim 1-2 13.02.2025 - Molde - Shamrock Rovers 0-1 13.02.2025 - Omonoia - Pafos 1-1 13.02.2025 - Borac Banja Luka - Olimpija Ljubljana 1-0



