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Liga dos Campeões – 1/4 Final (2ª mão) – Act.

                                         2ª mão 1ª mão Total

06.04.10 - CSKA Moscovo - Inter            0-1    0-1   (0-2)
06.04.10 - Barcelona - Arsenal             4-1    2-2   (6-3)
07.04.10 - Manchester United - Bayern      3-2    1-2   (4-4)
07.04.10 - Bordeaux - Lyon                 1-0    1-3   (2-3)

Quatro golos de um soberbo Lionel Messi destroçaram um impotente Arsenal, incapaz de reagir à avalanche catalã, não obstante até ter começado por inaugurar o marcador em Barcelona.

O Inter, somando a quinta vitória consecutiva na prova, volta a assegurar a presença nas 1/ 2 Finais da Liga dos Campeões, sete anos depois, no que constituirá novo regresso de José Mourinho “a casa”, agora para defrontar o Barcelona, depois de ter já eliminado o Chelsea nos 1/8 Final.

A outra meia-final será disputada entre Bayern e Lyon, com a equipa alemã a conseguir eliminar o Manchester United, não obstante a equipa inglesa já vencer por 2-0 aos 6 minutos e ter mesmo chegado ao 3-0, com dois dos golos apontados pelo português Nani; na segunda parte, a expulsão de um jogador do Manchester facilitou a recuperação da equipa alemã, reduzindo para a desvantagem mínima, beneficiando dos dois golos marcados em Inglaterra.

No duelo gaulês, o campeão francês em título não conseguiu completar a reviravolta na eliminatória, frente ao Lyon, uma equipa mais experiente na Liga dos Campeões, que, não obstante, alcança pela primeira vez as 1/2 Finais da competição.

7 Abril, 2010 at 8:38 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão)

Benfica – Liverpool – 2-1
Fulham – Wolfsburg – 2-1
Hamburger – Standard Liège – 2-1
Valencia – At. Madrid – 2-2

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira (66m – Nuno Gomes), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ramires, Carlos Martins (72m – Ruben Amorim), Di María, Pablo Aimar (87m – Airton) e Óscar Cardozo

LiverpoolLiverpool – Pepe Reina, Glen Johnson, Daniel Agger, Jamie Carragher, Emiliano Insúa, Lucas, Javier Mascherano, Steven Gerrard (90m – Benayoun), Ryan Babel, Dirk Kuyt e Fernando Torres (82m – Ngog)

0-1 – Daniel Agger – 9m
1-1 – Cardozo – 59m (pen.)
2-1 – Cardozo – 79m (pen.)

Ainda as equipas se encontravam naquela fase baptizada como de “estudo mútuo” e já o Liverpool – na sua primeira investida – inaugurava o marcador, logo aos 9 minutos, num livre descaído sobre a esquerda da área, com a bola a ser atrasada para o miolo do terreno, onde, com um toque de calcanhar, surgiu Agger – recuado em relação à defesa, portanto livre de marcação – a desviar subtilmente a bola para o fundo da baliza.

Praticamente na resposta, Cardozo – na zona da pequena área, descaído junto ao poste direito da baliza adversária – teve nos pés o golo do empate, mas não conseguiu dominar bem a bola, que saiu sem a direcção devida. O mesmo Cardozo que não daria a melhor sequência a um par de outros lances (aos 12 e 17 minutos), antes de Ramires e Di María, próximo da meia hora de jogo, ameaçarem a baliza defendida por Reina, com remates espontâneos, o primeiro de cabeça, a sair por alto, o segundo, de meia-distância, em força, a criar grande frisson, mas a sair ligeiramente descentrado. O Benfica criava bastantes situações ofensivas, mas não tinha eficácia na finalização.

Até que, precisamente em cima dos 30 minutos, Babel, em discussão com Luisão – que cometera falta, na sequência da qual viu o cartão amarelo – colocou a mão na cara do defesa benfiquista, gesto pouco digno, em que de imediato reincidiria, levando o árbitro a exibir-lhe, de forma ajustada, o cartão vermelho. 

Com menos um jogador, curiosamente, o Liverpool surgiria de seguida mais afoito, primeiro introduzindo a bola na baliza benfiquista, na sequência da marcação de um livre, sendo o lance anulado por fora de jogo já previamente sancionado pelo árbitro assistente, e, no minuto seguinte, com a bola de novo a rondar perigosamente a baliza de Júlio César. Não obstante, até final da primeira parte, haveria ainda tempo para Pepe Reina ver colocada à prova a sua concentração, em mais um bom lance de ataque construído pela equipa do Benfica. 

Cardozo confirmaria estar numa noite de desacerto, novamente, mais duas vezes, quase de seguida, a abrir a segunda parte, ainda antes dos 50 minutos. E, ainda, uma vez mais, quando, na conversão de um livre perigoso, praticamente em cima da linha da área – punindo uma falta sobre ele cometida – rematou forte, com a bola a embater estrondosamente no poste, imediatamente antes de, na sequência da jogada, Aimar ser derrubado por Insúa, originando a grande penalidade… que, desta feita, Cardozo não desperdiçaria, empatando o jogo! Na oportunidade, a falha seria do árbitro, ao não mostrar o segundo amarelo a Insúa, que colocaria o Liverpool a jogar apenas com 9 elementos.

O Benfica ia empurrando o Liverpool para a sua zona defensiva e Jorge Jesus, percebendo isso, reforçou a mensagem, substituindo o lateral direito por mais um elemento de ataque, Nuno Gomes. Viria a reequilibrar a equipa pouco depois, com a entrada de Ruben Amorim.

O elemento mais determinante da equipa inglesa, Fernando Torres apenas por duas vezes criaria perigo: primeiro, surgindo lançado, sendo desarmado por um irrepreensível David Luiz; depois, aproveitando o desequilíbrio provocado por um mau passe (atrasado) de Nuno Gomes, num rapidíssimo contra-ataque, quando a equipa benfiquista estava toda balanceada no ataque, mas rematando de forma deficiente, ao lado da baliza.

Em mais uma ofensiva do Benfica, com Di María em cima da linha de fundo, já quase sem ângulo, conseguiria ainda fazer o cruzamento, interceptado por Carragher, já em queda, com o braço, originando a segunda grande penalidade assinalada (após dois outros lances terem sido já perdoados pelo árbitro). Depois de um remate em força, Cardozo fecharia uma exibição menos conseguida, com o segundo golo, convertendo o lance com uma espécie de tentativa de “folha seca” ou “penalty à Panenka”, traindo o guarda-redes espanhol do Liverpool.

Até final, a equipa portuguesa preocupou-se mais em segurar a vitória, do que continuar a arriscar na exploração da inferioridade numérica do Liverpool. Com uma excelente exibição, em que teve de assumir desde cedo as “despesas do jogo”, apenas pecando na concretização, o Benfica consegue uma boa vitória, uma vantagem importante para a batalha que se antevê muito disputada, em Anfield Road, já na próxima semana.

Cartões amarelos – Luisão (29m) e David Luiz (37m); Emiliano Insúa (45m), Pepe Reina (74m) e Jamie Carragher (78m)

Cartão vermelho – Ryan Babel (30m)

Árbitro – Jonas Eriksson (Suécia)

1 Abril, 2010 at 9:58 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 Final (1ª mão)

30.03.2010 – Bayern – Manchester United – 2-1
30.03.2010 – Lyon – Bordeaux – 3-1
31.03.2010 – Arsenal – Barcelona – 2-2
31.03.2010 – Inter – CSKA Moscovo – 1-0

31 Março, 2010 at 9:36 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão)

                                        2ª mão 1ª mão Total

Anderlecht - Hamburg                      4-3    1-3   (5-6)
Wolfsburg - Rubin Kazan              a.p. 2-1    1-1   (3-2)
Sporting - At. Madrid                     2-2    0-0   (2-2)
Marseille - Benfica                       1-2    1-1   (2-3)
Standard Liège - Panathinaikos            1-0    3-1   (4-1)
Liverpool - Lille                         3-0    0-1   (3-1)
Fulham - Juventus                         4-1    1-3   (5-4)
Werder Bremen - Valencia                  4-4    1-1   (5-5)

Marseille – Steve Mandanda, Laurent Bonnart, Souleymane Diawara, Stéphane Mbia, Taye Taiwo, Fabrice Abriel (44m – Bakari Koné – 90m – Hatem Ben Arfa), Lucho González, Édouard Cissé, Benoît Cheyrou (76m – Charles Kaboré), Mamadou Niang e Brandão

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira (90m – Miguel Vítor), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ramires, Carlos Martins (86m – Alan Kardec), Di María, Saviola (77m – Pablo Aimar) e Óscar Cardozo

1-0 – Mamadou Niang – 70m
1-1 – Maxi Pereira – 75m
1-2 – Alan Kardec – 90m

Cartões amarelos – Bakari Koné (55m), Taye Taiwo (83m) e Stéphane Mbia (90m); Óscar Cardozo (33m), Di María (54m), Luisão (81m), Javi García (83m), Alan Kardec (90m) e Pablo Aimar (90m)

Cartão vermelho – Hatem Ben Arfa (90m)

Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)

Iniciando a partida com uma boa disposição – sabendo que necessitava imperiosamente de marcar (o golo sofrido no último minuto da partida da 1ª mão, no Estádio da Luz, pode ter sido, nessa perspectiva, virtuoso) – o Benfica assumiu a iniciativa do jogo, dispondo de uma soberana oportunidade logo depois dos 20 minutos, com Cardozo a rematar ao poste.

A partir da meia hora de jogo, a equipa de Marselha começou a equilibrar a partida, não deixando de procurar o ataque, embora sabendo que o tempo jogava a seu favor, dado o nulo no marcador, e considerando o resultado registado na semana passada.

No segundo tempo, o jogo começaria por ter uma toada mais morna, para acelerar definivamente nos últimos 20 minutos. Perante uma arbitragem tendenciosa (caseira), o Benfica não veria sancionada uma grande penalidade a seu favor, assistindo-se, por outro lado, a um verdadeiro festival de cartões amarelos, num jogo que, à excepção do tempo de descontos, o não justificaria.

Um pouco contra a corrente do jogo, o Marselha acabaria mesmo por marcar, iam decorridos 70 minutos. De imediato, não mudava grande coisa: o Benfica continuava a ter de marcar se pretendia continuar a ter aspirações a prosseguir na prova.

E, embora se pudesse recear que a equipa oscilasse um pouco, depois de não ter estado bem na concretização de jogadas ofensivas, acabaria por beneficiar da inspiração de Maxi Pereira, que, num remate de longe, com um efeito algo caprichoso, a trair o guarda-redes adversário,  fazia o seu segundo golo nesta eliminatória, igualando o encontro, anulando a vantagem que o Marselha levara de Lisboa.

Até final, seria o Benfica a mostrar-se mais afoito, vindo a ser recompensado – quando se esperava já o prolongamento – com o primeiro golo de Alan Kardec ao serviço da equipa portuguesa, surgindo no melhor momento, no último minuto, sentenciando a eliminatória.

De cabeça perdida, num tempo de compensação extremamente agitado, para além de 3 cartões amarelos, haveria ainda lugar a uma expulsão, precisamente do autor do golo do Marselha em Lisboa, Hatem Ben Arfa, que entrara em campo no minuto anterior!

Com uma boa exibição, afirmativa da sua actual capacidade, a equipa do Benfica garantia uma importante vitória, e consequente apuramento para os 1/4 Final da novel Liga Europa, no seu ano de estreia, repetindo o desfecho de há duas décadas.

18 Março, 2010 at 7:55 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – Act.

                                        2ª mão 1ª mão Total

09.03.10 - Arsenal - FC Porto             5-0    1-2   (6-2)
09.03.10 - Fiorentina - Bayern            3-2    1-2   (4-4)
10.03.10 - Manchester United - AC Milan   4-0    3-2   (7-2)
10.03.10 - Real Madrid - Lyon             1-1    0-1   (1-2)
16.03.10 - Chelsea - Inter                0-1    1-2   (1-3)
16.03.10 - Sevilla - CSKA Moskva          1-2    1-1   (2-3)
17.03.10 - Barcelona - Stuttgart          4-0    1-1   (5-1)
17.03.10 - Bordeaux - Olympiakos          2-1    1-0   (3-1)

No “regresso a casa”, José Mourinho apresentou hoje um Inter demasiado poderoso para o Chelsea, conseguindo uma vitória pela margem mínima, resultado lisonjeiro para a equipa inglesa, tal o número de oportunidades desperdiçadas pela equipa de Milão, que assim avança para os 1/4 Final da Liga dos Campeões.

17 Março, 2010 at 10:35 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão)

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto (77m – Fábio Coentrão), Javi García, Ramires, Pablo Aimar (65m – Carlos Martins), Di María, Saviola (88m – Eder Luís) e Óscar Cardozo

Marseille – Steve Mandanda, Laurent Bonnart, Souleymane Diawara, Stéphane Mbia, Taye Taiwo, Fabrice Abriel (70m – Mathieu Valbuena), Lucho González, Édouard Cissé, Benoît Cheyrou, Mamadou Niang (75m – Hatem Ben Arfa) e Brandão  

1-0 – Maxi Pereira – 76m
1-1 – Hatem Ben Arfa – 90m

Cartões amarelos – Maxi Pereira (66m); Lucho González (48m) e Brandão (72m)

Árbitro – Felix Brych (Alemanha)

Frente a uma equipa consistente, o Benfica sentiu esta noite inusitadas dificuldades para exercer o domínio que tem caracterizado o seu jogo ao longo da presente época, com o habitual “empurrar” dos adversários para a sua zona defensiva.

Desde cedo o encontro seria bastante repartido, sem um claro controlo de nenhuma das equipas, sem uma superioridade de um meio-campo sobre o outro. O Benfica parecia aliás não conseguir assentar o seu jogo, com passes transviados, permitindo muitos espaços ao adversário, que, ainda no quarto de hora inicial, teve duas ocasiões de grande perigo junto da baliza benfiquista.

Gradualmente, o Benfica iria assumindo a iniciativa do jogo, criando também uma ou outra oportunidade, com uma soberana possibilidade de marcar à passagem dos 40 minutos, que contudo não aproveitaria.

No segundo período, o Marselha parecia satisfeito com o nulo (não me recordo de assistir a uma cena algo caricata, que sucedeu hoje pelo menos duas vezes: um livre e um canto a favor do Marselha, sem que, num primeiro momento, ninguém fizesse menção de se aproximar da bola para dar seguimento ao lance).

Como que num sistema de vasos comunicantes, à medida que a equipa francesa adoptava uma toada de maior contenção, o Benfica foi-se soltando e avançando no terreno.

Imprimindo alta velocidade ao seu jogo, o Benfica acabaria por conseguir chegar ao golo já no quarto de hora final, na sequência de uma jogada algo confusa, com Maxi Pereira a aproveitar da melhor forma uma perda de bola do guarda-redes, empurrando para a baliza; com a confiança reforçada, teria então a sua melhor fase no encontro, culminando com um potente remate de Ramires a esbarrar com estrondo na trave, um lance que poderia ter praticamente ditado o desfecho da eliminatória.

Algo temeroso durante a primeira parte – perante os “avisos” transmitidos pelas iniciativas adversárias – , o Benfica terá exagerado na auto-confiança, entusiasmado em busca do segundo golo, quando seria talvez altura de jogar mais pelo seguro.

Em contra-ciclo, o Marselha viria – com alguma dose de felicidade, já com o nonagésimo minuto a findar -, na sequência de mais um venenoso contra-ataque, a chegar ao golo, empatando o jogo, e colocando-se em vantagem na eliminatória… um final de partida com um “amargo de boca” que o Benfica poderá inverter em França, sabendo logo de entrada que terá necessidade de marcar.

Hamburg – Anderlecht – 3-1
Rubin Kazan – Wolfsburg – 1-1
At. Madrid – Sporting – 0-0
Benfica – Marseille – 1-1
Panathinaikos – Standard Liège – 1-3
Lille – Liverpool – 1-0
Juventus – Fulham – 3-1
Valencia – Werder Bremen – 1-1

Em Madrid, o Sporting, jogando uma hora com um jogador a menos – e os 3 minutos de descontos, no final da partida, com menos 2 elementos – devido a duas expulsões, arrancou um nulo. Um tão bom como perigoso resultado na perspectiva da 2ª mão, a disputar na próxima semana em Alvalade.

P. S. O meu agradecimento à Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa e à Feel Green.

11 Março, 2010 at 10:25 pm 1 comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – Act.

                                        2ª mão 1ª mão Total

09.03.10 - Arsenal - FC Porto             5-0    1-2   (6-2)
09.03.10 - Fiorentina - Bayern            3-2    1-2   (4-4)
10.03.10 - Manchester United - AC Milan   4-0    3-2   (7-2)
10.03.10 - Real Madrid - Lyon             1-1    0-1   (1-2)
16.03.10 - Chelsea - Inter                ---    1-2   (---)
16.03.10 - Sevilla - CSKA Moskva          ---    1-1   (---)
17.03.10 - Barcelona - Stuttgart          ---    1-1   (---)
17.03.10 - Bordeaux - Olympiakos          ---    1-0   (---)

Um FC Porto de “fim de estação”, mesmo em fim de ciclo, foi impotente para travar o “rolo compressor” que foi esta noite a equipa do Arsenal, sendo severamente castigado com uma goleada de 5-0 (igualando os seus piores resultados nas provas europeias, frente ao Hannover, em 1965-66, e PSV, em 1988-89, perdendo também por 5-0, e com o AEK Atenas, em 1978-79, em que foi derrotado por 6-1), saindo assim sem glória da Liga dos Campeões, nos 1/8 Final da prova.

O “todo poderoso” Real Madrid, com investimentos de cerca de 150 milhões de euros em apenas dois jogadores (Cristiano Ronaldo e Kaká) vê-se fora da Liga dos Campeões, quedando-se, uma vez mais (pelo 6º ano consecutivo), nos 1/8 Final… numa época em que a Final da competição será disputada no seu Estádio.

O Manchester United quase repetiu o resultado do Arsenal, goleando o AC Milan, superando mesmo a marca da equipa londrina no conjunto das duas mãos da eliminatória.

10 Março, 2010 at 10:39 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)

                                      2ª mão  1ª mão   Total

Happoel Tel-Aviv - Rubin Kazan          0-0     0-3    (0-3)
Anderlecht - Athletic Bilbao            4-0     1-1    (5-1)
Marseille - Kobenhavn                   3-1     3-1    (6-2)
Roma - Panathinaikos                    2-3     2-3    (4-6)
Galatasaray - At. Madrid                1-2     1-1    (2-3)
Juventus - Ajax                         0-0     2-1    (2-1)
Valencia - Brugge                  a.p. 3-0     0-1    (3-1)
Shakhtar Donestsk - Fulham              1-1     1-2    (2-3)
Unirea Urziceni - Liverpool             1-3     0-1    (1-4)
PSV Eindhoven - Hamburg                 3-2     0-1    (3-3)
Wolfsburg - Villarreal                  4-1     2-2    (6-3)
Salzburg - Standard Liège               0-0     2-3    (2-3)
Werder Bremen - Twente                  4-1     0-1    (4-2)
Fenerbahce - Lille                      1-1     1-2    (2-3)
Sporting - Everton                      3-0     1-2    (4-2) 
Benfica - Hertha Berlin (23.02.2010)    4-0     1-1    (5-1)

Com uma boa exibição, o Sporting conseguiu regressar às vitórias no momento certo, goleando o Everton (também já goleado pelo Benfica na Fase de Grupos), com ambas as equipas de Lisboa a avançar para os 1/8 Final desta primeira edição da Liga Europa. 

Destacam-se as eliminações de Roma, Ajax, PSV Eindhoven, Twente, Galatasaray e Fenerbahce. Na fase seguinte da competição, a Alemanha mantém 3 equipas; Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Bélgica têm 2 representantes; com a Itália, Rússia e Grécia com apenas uma equipa ainda em prova.

O alinhamento dos jogos dos 1/8 Final – partidas a disputar nos próximos dias 11 e 18 de Março -, já previamente sorteado, é o seguinte:

Hamburg – Anderlecht
Rubin Kazan – Wolfsburg
At. Madrid – Sporting
Benfica – Marseille
Panathinaikos – Standard Liège
Lille – Liverpool
Juventus – Fulham
Valencia – Werder Bremen

25 Fevereiro, 2010 at 9:58 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)

23.02.2010 – Stuttgart – Barcelona – 1-1
23.02.2010 – Olympiakos – Girondins Bordeaux – 0-1
24.02.2010 – Inter – Chelsea – 2-1
17.02.2010 – Bayern – Fiorentina – 2-1
24.02.2010 – CSKA Moskva – Sevilla – 1-1
16.02.2010 – Lyon – Real Madrid – 1-0
17.02.2010 – FC Porto – Arsenal – 2-1
16.02.2010 – AC Milan – Manchester United – 2-3

24 Fevereiro, 2010 at 9:37 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ruben Amorim, Pablo Aimar (66m – Carlos Martins), Di María (74m – Nuno Gomes), Saviola (69m – César Peixoto) e Óscar Cardozo

Hertha Berlin – Jaroslav Drobný, Łukasz Piszczek (72m – Nemanja Pejčinović), Arne Friedrich, Steve Von Bergen, Florian Kringe, Patrick Ebert, Christoph Janker, Cícero, Maximilian Nicu, Raffael (63m – Artur Wichniarek) e Adrián Ramos (63m – Theofanis Gekas)

1-0 – Pablo Aimar – 25m
2-0 – Óscar Cardozo – 48m
3-0 – Javi García – 59m
4-0 – Óscar Cardozo – 62m

Cartões amarelos – Arne Friedrich (14m) e Steve Von Bergen (75m)

Árbitro – Pieter Vink (Holanda)

Depois de uma 1ª mão em que o Benfica ficara a dever a si próprio ter antecipadamente decidido a eliminatória, a equipa portuguesa adoptou desde início uma toada determinada, em busca da vitória, desfrutando de vários lances de ataque com algum perigo; a vantagem mínima ao intervalo era lisonjeira para o conjunto alemão.

No segundo tempo, marcando cedo, o Benfica praticamente sentenciou o desfecho da eliminatória; em pouco mais de um quarto de hora, o marcador subiria com naturalidade – dada a débil oposição do Hertha de Berlin – até aos 4-0, possibilitando assinalar da melhor forma a 150ª vitória benfiquista nas provas da UEFA.

Na meia hora final, ambas as equipas se revelaram conformadas com o resultado, tendo aproveitado para poupar alguns jogadores.

23 Fevereiro, 2010 at 9:10 pm Deixe um comentário

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