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Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Basel
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Ezequiel Garay, Luisão, Luís Martins (64m – Miguel Vítor), Nemanja Matic, Bruno César, Axel Witsel, Nico Gaitán (82m – Nolito), Pablo Aimar (73m – Óscar Cardozo) e Rodrigo
Basel – Yann Sommer, Markus Steinhofer, David Angel Abraham, Aleksandar Dragovic, Park Joo Ho, Xherdan Shaquiri, Benjamin Huggel, Scott Chipperfield (8m – Genséric Kusunga), Granit Xhaka (81m – Adilson Cabral), Fabian Frei e Jacques Zoua (90m – Kwan-Ryong Pak)
1-0 – Rodrigo – 4m
1-1 – Benjamin Huggel – 64m
Cartões amarelos – Pablo Aimar (45m), Ezequiel Garay (45m), Maxi Pereira (57m) e Miguel Vítor (89m); Park Joo Ho (18m) e Benjamin Huggel (34m)
Árbitro – Carlos Velasco Carballlo (Espanha)
Depois de marcar antes dos 30 segundos de jogo, no último jogo do campeonato frente ao Olhanense, um super-confiante Rodrigo começaria por tentar a sua sorte logo no minuto inicial, na sequência de mais uma combinação com Aimar, vendo o golo ser-lhe negado pela excelente intervenção do guarda-redes Sommer…
Não obstante, não demoraria muito a inaugurar o marcador: logo aos 4 minutos, o jovem espanhol, de origem brasileira, colocava o Benfica em vantagem!
Com uma boa dinâmica, o Benfica impôs um ritmo forte ao longo da primeira meia hora, em que controlou o jogo, criando mais uma ou outra ocasião de perigo, mas sem adequada concretização.
No último quarto de hora, a equipa suíça conseguiria equilibrar a partida, começando a soltar-se e a surgir em zonas mais avançadas do terreno, tendo também chegado a ameaçar a baliza do Benfica. Ficaria, contudo, por sancionar, uma grande penalidade contra o Basel, por corte com a mão na área.
No segundo tempo, competia ao Basel continuar a procurar o golo que impedisse a qualificação automática do Benfica para os 1/8 Final. E os suíços assim fizeram: assenhorearam-se da bola, foram empurrando a equipa portuguesa para o seu meio-campo, construindo jogo ofensivo.
Com o treinador Jorge Jesus a cumprir um jogo de castigo, o seu adjunto (Raul José) não seria feliz, quando, para prevenir o intensificar das investidas suíças pelo lado direito do seu ataque, substituiu o estreante Luís Martins (que ocupou o lugar do também suspenso Emerson) por Miguel Vítor; no lance imediato, o Basel empatava o jogo. E, logo após, faltaria uma ponta de felicidade ao Benfica, muito perto de chegar ao segundo golo, novamente por intermédio de Rodrigo.
O jogo animaria então bastante, com ambas as equipas a adoptar uma atitude positiva, de busca do golo, numa toada de “parada e resposta”.
Porém, e não obstante ambos os sectores defensivos tenham passado por alguns apuros, o resultado acabaria por não se alterar, com a equipa suíça a acabar por se revelar satisfeita com o empate – como o denota a substituição efectuada já em período de descontos -, que mantém tudo em aberto no que respeita ao apuramento, com Benfica, Manchester United e Basel a poderem inclusivamente chegar ao fim desta fase igualados em pontos.
Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
No termo da primeira volta desta Fase de Grupos da Liga Europa, três equipas se destacam, contando por vitórias os jogos disputados: Sporting, PSV Eindhoven e Anderlecht, com a formação portuguesa a ser, de momento, a única já com o apuramento garantido para os 1/16 Final da prova.
Grupo D
Sporting – Vaslui – 2-0
Zurich – Lazio – 1-1
1º Sporting, 9; 2º Vaslui, Lazio e Zurich, 2
Grupo H
Maribor – Braga – 1-1
Brugge – Birmingham – 1-2
1º Brugge e Birmingham, 6; 3º Braga, 4; 4º Maribor, 1
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Napoli – Bayern – 1-1
Manchester City – Villarreal – 2-1
1º Bayern, 7; 2º Napoli, 5; 3º Manchester City, 4; 4º Villarreal, 0
Grupo B
CSKA Moscovo – Trabzonspor – 3-0
Lille – Inter – 0-1
1º Inter, 6; 2º CSKA Moscovo e Trabzonspor, 4; 4º Lille, 2
Grupo C
Otelul Galati – Manchester United – 0-2
Basel – Benfica – 0-2
1º Benfica, 7; 2º Manchester United, 5; 3º Basel, 4; 4º Otelul Galati, 0
Grupo D
Real Madrid – Lyon – 4-0
D. Zagreb – Ajax – 0-2
1º Real Madrid, 9; 2º Ajax e Lyon, 4; 4º D. Zagreb, 0
Grupo E
Bayer Leverkusen – Valencia – 2-1
Chelsea – Genk – 5-0
1º Chelsea, 7; 2º Bayer Leverkusen, 6; 3º Valencia, 2; 4º Genk, 1
Grupo F
Marseille – Arsenal – 0-1
Olympiakos – B. Dortmund – 3-1
1º Arsenal, 7; 2º Marseille, 6; 3º Olympiakos, 3; 4º B. Dortmund, 1
Grupo G
Shakhtar Donetsk – Zenit – 2-2
FC Porto – APOEL – 1-1
1º APOEL, 5; 2º Zenit e FC Porto, 4; 4º Shakhtar Donetsk, 2
Grupo H
AC Milan – BATE Borisov – 2-0
Barcelona – Viktoria Plzen – 2-0
1º Barcelona e AC Milan, 7; 3º Viktoria Plzen e BATE Borisov, 1
No final da primeira volta deste(s) mini-campeonato(s), o Real Madrid é a única das 32 equipas 100 % vitoriosa, com destaque também para os bons desempenhos de Bayern, Benfica (com duas vitórias consecutivas em terreno alheio), Chelsea, Arsenal, AC Milan e Barcelona.
Pela negativa, realce para as pobres campanhas de Villarreal, Valencia e dos campeões da Alemanha, Borussia Dortmund, assim como – nesta ronda em particular – para a tripla derrota das equipas francesas.
Num Grupo muito cerrado, o FC Porto parece esta época algo distante do que nos vinha habituando, com uma equipa sem rasgo, falha de confiança na Europa.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Basel – Benfica
Basel – Yann Sommer, Markus Steinhofer, David Angel Abraham, Aleksandar Dragovic, Park Joo Ho, Xherdan Shaquiri, Benjamin Huggel (85m – Scott Chipperfield), Granit Xhaka (80m – Adilson Cabral), Fabian Frei (66m – Jacques Zoua), Alexander Frei e Marco Streller
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira (78m – Miguel Vítor), Ezequiel Garay, Luisão, Emerson, Javi García, Bruno César, Axel Witsel, Nico Gaitán, Pablo Aimar (67m – Nolito) e Rodrigo (71m – Óscar Cardozo)
0-1 – Bruno César – 20m
0-2 – Óscar Cardozo – 75m
Cartões amarelos – Marco Streller (35m), Benjamin Huggel (74m), Xherdan Shaquiri (90m) e Alexander Frei (90m); Emerson (41m) e Artur Moraes (90m)
Cartão vermelho – Emerson (86m)
Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)
Com uma entrada muito forte em campo, a equipa do Basileia começou por empurrar o Benfica para a sua zona defensiva, exercendo, durante os 10 minutos iniciais, intensa pressão.
À medida que o tempo decorria, o Benfica ia procurando equilibrar o jogo, o que conseguiu por volta do quarto de hora. Esta melhoria do Benfica seria coroada da melhor forma, logo aos 20 minutos, com o golo de Bruno César, a surgir desmarcado do lado esquerdo, beneficiando de uma excelente simulação de Rodrigo, a ludibriar a defesa contrária, e o brasileiro a não desperdiçar a ocasião.
No imediato, a equipa suíça acusou o toque, denotando alguma desconcentração, que o Benfica ia aproveitando. Porém, nos minutos finais do primeiro tempo, o Basileia voltou a adquirir alguma preponderância, com jogadas de perigo, a obrigar Artur Moraes a mostrar a sua atenção, pelo menos por duas ocasiões. Já mesmo a findar a metade inicial, o Benfica disporia de excelente oportunidade, não concretizada por Gaitán.
No reinício, o Benfica retomaria uma toada mais segura, sem descurar o ataque, com Emerson a não conseguir finalizar da melhor forma uma soberana ocasião de golo, em que, embora um pouco descaído sobre a esquerda, surgiu isolado face ao guardião adversário.
Com o jogo repartido, o Basileia procurava insistir na busca do ataque, mas o Benfica não desarmava no contra-ataque. Até que, aos 75 minutos, Óscar Cardozo, acabado de entrar em campo, converteu de forma exímia um livre directo, com a bola rasteira, colocando o Benfica a vencer por 2-0, o que lhe conferia uma margem confortável para gerir no derradeiro quarto de hora.
E, a cada nova iniciativa suíça capaz de levar o perigo até à área benfiquista, lá estava, ou uma defesa bastante unida, ou, em última instância, Artur Moraes, sempre bastante concentrado, somando uma mão cheia de boas defesas na partida, mantendo a sua baliza inviolável.
Com duas vitórias consecutivas em outros tantos jogos fora de casa, o Benfica culmina da melhor forma uma difícil primeira volta na liderança do Grupo, com vantagem directa sobre o que se antevê possa ser o principal rival na disputa do apuramento, precisamente o adversário desta noite (que receberá na próxima jornada, no Estádio da Luz), posicionando-se numa situação privilegiada para atingir esse objectivo.
Euro-2012 – Sorteio do “Play-off”
Realizou-se hoje em Cracóvia, Polónia, o sorteio dos jogos do play-off de apuramento para o Campeonato da Europa de Futebol de 2012, com o seguinte alinhamento (1ª mão a 11 e 12 de Novembro; 2ª mão a 15 de Novembro):
Turquia – Croácia
Estónia – Irlanda
R. Checa – Montenegro
Bósnia-Herzegovina – Portugal
Portugal necessitará apenas de confirmar em campo o favoritismo que lhe é atribuído, novamente frente à Bósnia-Herzegovina (que quase afastou a França do apuramento directo, terminando a fase de grupos apenas com 1 ponto a menos que os gauleses), tal como ocorreu há dois anos, no apuramento para o Mundial 2010 (então com duas vitórias da selecção portuguesa, ambas por 1-0).
Fase de Qualificação para o Euro-2012 – Classificações finais
GRUPO A Jg V E D G Pt 1º Alemanha 10 10 - - 34 - 7 30 2º Turquia 10 5 2 3 13 - 11 17 3º Bélgica 10 4 3 3 21 - 15 15 4º Áustria 10 3 3 4 16 - 17 12 5º Azerbaijão 10 2 1 7 10 - 26 7 6º Cazaquistão 10 1 1 8 6 - 24 4
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Rússia 10 7 2 1 17 - 4 23 2º Irlanda 10 6 3 1 15 - 7 21 3º Arménia 10 5 2 3 22 - 10 17 4º Eslováquia 10 4 3 3 7 - 10 15 5º Macedónia 10 2 2 6 8 - 14 8 6º Andorra 10 - - 10 1 - 25 -
GRUPO C Jg V E D G Pt 1º Itália 10 8 2 - 20 - 2 26 2º Estónia 10 5 1 4 15 - 14 16 3º Sérvia 10 4 3 3 13 - 12 15 4º Eslovénia 10 4 2 4 11 - 7 14 5º I. Norte 10 2 3 5 9 - 13 9 6º I. Faroé 10 1 1 8 6 - 26 4
GRUPO D Jg V E D G Pt 1º França 10 6 3 1 15 - 4 21 2º Bósnia-Herzegovina 10 6 2 2 17 - 8 20 3º Roménia 10 3 5 2 13 - 9 14 4º Bielorrússia 10 3 4 3 8 - 7 13 5º Albânia 10 2 3 5 7 - 14 9 6º Luxemburgo 10 1 1 8 3 - 21 4
GRUPO E Jg V E D G Pt 1º Holanda 10 9 - 1 37 - 8 27 2º Suécia 10 8 - 2 31 - 11 24 3º Hungria 10 6 1 3 22 - 14 19 4º Finlândia 10 3 1 6 16 - 16 10 5º Moldávia 10 3 - 7 12 - 16 9 6º S. Marino 10 - - 10 0 - 53 -
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Grécia 10 7 3 - 14 - 5 24 2º Croácia 10 7 1 2 18 - 7 22 3º Israel 10 5 1 4 13 - 11 16 4º Letónia 10 3 2 5 9 - 12 11 5º Geórgia 10 2 4 4 7 - 9 10 6º Malta 10 - 1 9 4 - 21 1
GRUPO G Jg V E D G Pt 1º Inglaterra 8 5 3 - 17 - 5 18 2º Montenegro 8 3 3 2 7 - 7 12 3º Suíça 8 3 2 3 12 - 10 11 4º País Gales 8 3 - 5 6 - 10 9 5º Bulgária 8 1 2 5 3 - 13 5
GRUPO H Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 8 6 1 1 15 - 6 19 2º Portugal 8 5 1 2 21 - 12 16 3º Noruega 8 5 1 2 10 - 7 16 4º Islândia 8 1 1 6 6 - 14 4 5º Chipre 8 - 2 6 7 - 20 2
GRUPO I Jg V E D G Pt 1º Espanha 8 8 - - 26 - 6 24 2º R. Checa 8 4 1 3 12 - 8 13 3º Escócia 8 3 2 3 9 - 10 11 4º Lituânia 8 1 2 5 4 - 13 5 5º Liechtenstein 8 1 1 6 3 - 17 4
Garantiram já o apuramento para a Fase Final do Euro-2012, a disputar no próximo ano, na Polónia e na Ucrânia – para além dos países organizadores –, as seguintes 10 selecções: Alemanha, Rússia, Itália, França, Holanda, Grécia (dirigida por Fernando Santos), Inglaterra, Dinamarca e Espanha (vencedores dos respectivos Grupos) e a Suécia (melhor dos 2º classificados).
As selecções da Turquia, Irlanda, Estónia, Bósnia-Herzegovina, Croácia, Montenegro, Portugal e R. Checa disputarão, em sistema de play-off, as restantes 4 vagas.
Culminando uma campanha irregular, com um péssimo começo, seguido por 5 vitórias consecutivas, mas falhando notoriamente no jogo decisivo, Portugal é remetido para a disputa do apuramento por via de eliminação directa, em que, beneficiando do estatuto de “cabeça de série”, deverá ter como adversário uma destas quatro selecções: Turquia, Estónia, Bósnia-Herzegovina ou Montenegro.
Destaque para as carreiras 100 % vitoriosas da Alemanha e Espanha (coincidentemente os finalistas do Euro-2008), assim como para os surpreendentes apuramentos para o play-off, de Estónia e Montenegro. Pela inversa, as grandes decepções, já eliminadas, foram as selecções da Sérvia, Roménia, Suíça e Bulgária. Andorra e S. Marino contaram por derrotas os 10 jogos disputados…
Dinamarca – Portugal (Euro-2012 – Qualif.)
Dinamarca – Thomas Sørensen, Lars Jacobsen, Simon Kjaer, Niki Zimling (70m – Christian Poulsen ), Andreas Bjelland, Michael Silberbauer (76m – Simon Poulsen), Christian Eriksen, William Kvist, Michael Krohn-Dehli, Nicklas Bendtner e Dennis Rommedahl (87m – Jakob Poulsen)
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Rolando, Eliseu (65m – Miguel Veloso), Raul Meireles, Cristiano Ronaldo, Carlos Martins (65m – Ricardo Quaresma), João Moutinho, Nani e Hélder Postiga (78m – Nuno Gomes)
1-0 – Michael Krohn-Dehli – 13m
2-0 – Nicklas Bendtner – 63m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 90m
Cartões amarelos – Dennis Rommedahl (45m) e Michael Silberbauer (75m)
Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)
Eventualmente anestesiada pelo facto de partir para este jogo decisivo em posição favorável, com diversas combinações de resultados a poder proporcionar-lhe o apuramento directo, a selecção de Portugal entrou na partida de forma algo apática, tendo logo um primeiro grande susto aos 4 minutos, quando a Dinamarca conseguiu fazer a bola entrar na baliza portuguesa, mas com o lance a não ser validado pelo árbitro.
Porém, o aviso pareceu não surtir efeito, e, pouco depois, menos de 10 minutos decorridos, a Dinamarca chegava ao golo, agora mesmo “a valer”.
E, repentinamente, as coisas complicavam-se; “ali ao lado”, na Suécia, os suecos marcavam também, colocavam-se em vantagem face à Holanda… e Portugal via-se num cenário não muito desejável: o do ter de disputar o play-off.
As coisas compor-se-iam com o golo da Holanda, empatando na Suécia, mas nem isso animou a equipa portuguesa. Com o tempo a decorrer placidamente, até final do primeiro tempo, só a cinco minutos do descanso Portugal daria “sinal de vida”, chegando, pela primeira vez com algum perigo, à área dinamarquesa. Ao intervalo, o nosso apuramento estava em suspenso… “nas mãos” da Holanda.
Que, logo no reinício, se colocou em vantagem em Estocolmo… mas seria “sol de pouca dura”: de imediato, no espaço de dois minutos, os suecos, com 2 golos, dariam novamente a volta ao marcador, passando a dispor de vantagem, assim empurrando novamente Portugal para o play-off.
Por seu lado, em Copenhaga, Portugal continuava a passar completamente “ao lado do jogo”. E, com naturalidade, num lance de grande simplicidade, mas de igual eficácia, marcava o segundo golo, ampliando a vantagem, e praticamente sentenciando o destino próximo de Portugal.
Já próximo do final, seria mesmo Rui Patrício a evitar o terceiro golo da Dinamarca, com a recarga a sair por cima. E, já em período de compensação, Cristiano Ronaldo, com um excelente golo, na transformação de um livre, ainda a grande distância da baliza, reduziria para 1-2. Era o “canto do cisne”… Portugal está no play-off.
GRUPO H Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 8 6 1 1 15- 6 19 2º Portugal 8 5 1 2 21-12 16 3º Noruega 8 5 1 2 10- 7 16 4º Islândia 8 1 1 6 6-14 4 5º Chipre 8 - 2 6 7-20 2
10ª jornada
11.10.11 – Dinamarca – Portugal – 2-1
11.10.11 – Noruega – Chipre – 3-1
Portugal – Islândia (Euro-2012 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Rolando, Eliseu, Raul Meireles (60m – Miguel Veloso), Cristiano Ronaldo, Carlos Martins (72m – Rúben Micael), João Moutinho, Nani e Hélder Postiga (88m – Nuno Gomes)
Islândia – Stefán Magnússon, Solvi Geir Jonsson, Birkir Sævarsson, Kristján Sigurdsson, Johann Gudmundsson (81m – Kjartan Henry Finnbogason), Birkir Bjarnason, Gylfi Sigurdsson, Hjörtur Valgardsson, Aron Gunnarsson, Hallgrímur Jónasson (89m – Matthías Vilhjálmsson) e Rúrik Gíslason (89m – Arnór Smárason)
1-0 – Nani – 13m
2-0 – Nani – 21m
3-0 – Hélder Postiga – 45m
3-1 – Hallgrímur Jónasson – 48m
3-2 – Hallgrímur Jónasson – 68m
4-2 – João Moutinho – 81m
5-2 – Eliseu – 87m
5-3 – Gylfi Sigurdsson (pen.) – 90m
Cartões amarelos – Carlos Martins (60m) e Rolando (90m); Birkir Sævarsson (36m)
Árbitro – Bas Nijhuis (Holanda)
O futebol é fértil em jogos em que a lógica se torna absolutamente ilógica…
Defrontando uma frágil e amadora selecção da Islândia, ainda sem qualquer golo marcado fora da sua ilha – não obstante apenas ter sido derrotada na Dinamarca e na Noruega pela margem mínima, em ambos os casos, apenas no derradeiro minuto da(s) partida(s) -, surpreendentemente seriam os islandeses a surgir mais afoitos, conseguindo, logo nos minutos iniciais, uma sucessão de pontapés de canto a seu favor.
Atónito com o inesperado da situação, Portugal conseguiria, curiosamente, no seu primeiro lance de ataque, com Nani a dar a melhor sequência a um bom centro de Eliseu, inaugurar o marcador, ainda cedo, com um golo de excelente execução.
E, poucos minutos decorridos, aproveitando uma flagrante falha defensiva dos islandeses, Nani, muito oportuno, bisaria.
Com o jogo a entrar numa toda de maior normalidade, com Portugal a assumir o controlo da partida, o terceiro golo acabaria por surgir com naturalidade, dando, não obstante, uma ilusória expressão de grande superioridade portuguesa, que não se vira em campo.
Logo no reinício, Cristiano Ronaldo, num excelente remate, de longe, não teve contudo a fortuna do seu lado, com a bola a embater com estrondo na trave.
E, com a tal ilógica, seria a Islândia, também aproveitando uma falha de marcação na defesa portuguesa, a reduzir para 1-3. No imediato, a selecção portuguesa deu a sensação de não ter sido afectada por este golo, prosseguindo a sua toada de procura de construção de jogadas de ataque. E o quarto golo esteve à vista, por mais de uma vez.
Até que, a pouco mais de 20 minutos, em mais um lance confuso, a Islândia conseguiu o inimaginável: marcar um segundo golo, passando o resultado para 2-3, e colocando Portugal sob uma pressão nervosa de não ter mais margem de erro.
E, contudo, voltaria a errar logo de seguida, com Rui Patrício a sair em falso, e a defesa, atabalhoadamente, a despachar a bola da zona de perigo.
À mente de todos terá então assomado a memória do jogo inaugural desta campanha, com o absolutamente inacreditável empate, 4-4, com o Chipre.
A equipa portuguesa nunca mais teve a serenidade necessária para retomar as rédeas do jogo, que foi decorrendo lentamente, em toada arrastada. Só aos 81 minutos, Portugal sossegaria, com o golo de João Moutinho, a dar, já em plena área, a melhor sequência a um bom cruzamento da esquerda, novamente de Eliseu.
E seria também Eliseu que, coroando da melhor forma a sua estreia nesta qualificação, dilataria novamente a margem para 5-2, com um belo golo, com um remate em arco, sem hipóteses para o guardião islandês.
Porém, já no terceiro minuto de compensação, haveria ainda tempo para mais uma desconcentração defensiva, com Rolando a empurrar um adversário na área; convertendo a grande penalidade, a Islândia alcançava a inacreditável marca de 3 golos num único jogo fora de casa…
Sem evitar o susto, Portugal cumpria a obrigação de vencer, partindo para o derradeiro jogo desta fase de apuramento em posição de relativo privilégio: basta-lhe empatar na Dinamarca, na próxima terça-feira, para garantir a vitória no Grupo (o que implicará a necessidade de uma maior concentração do que a evidenciada esta noite no Estádio do Dragão); mesmo na eventualidade de uma derrota, Portugal poderia ainda alcançar o apuramento automático (como melhor de todos os 2º classificados, mas dependendo de outros jogos, nomeadamente de a Suécia não ganhar à Holanda); por fim, com 9 golos de vantagem face à Noruega, só uma catástrofe impediria Portugal de, na pior das hipóteses, aceder ao play-off de apuramento.
Entretanto, estão já qualificadas as selecções da Alemanha, Itália, Espanha, Holanda e Inglaterra, com a Rússia a ter o pro-forma de dever ainda ganhar a Andorra, e a França a ter também de disputar, em confronto directo com a Bósnia, a qualificação; por fim, Grécia ou Croácia, discutirão a vitória no seu Grupo, nos jogos que farão na última jornada.
GRUPO H Jg V E D G Pt 1º Portugal 7 5 1 1 20-10 16 2º Dinamarca 7 5 1 1 13- 5 16 3º Noruega 7 4 1 2 7- 6 13 4º Islândia 8 1 1 6 6-14 4 5º Chipre 7 - 2 5 6-17 2
9ª jornada
07.10.11 – Chipre – Dinamarca – 1-4
07.10.11 – Portugal – Islândia – 5-3
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
Vaslui – Zurich – 2-2
Sporting – Lazio – 2-1
1º Sporting, 6; 2º Vaslui, 2; 3º Lazio e Zurich, 1
Grupo H
Braga – Brugge – 1-2
Maribor – Birmingham – 1-2
1º Brugge, 6; 2º Braga e Birmingham, 3; 4º Maribor, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Bayern – Manchester City – 2-0
Napoli – Villarreal – 2-0
1º Bayern, 6; 2º Napoli, 4; 3º Manchester City, 1; 4º Villarreal, 0
Grupo B
Trabzonspor – Lille – 1-1
CSKA Moscovo – Inter – 2-3
1º Trabzonspor, 4; 2º Inter, 3; 3º Lille, 2; 4º CSKA Moscovo, 1
Grupo C
Manchester United – Basel – 3-3
Otelul Galati – Benfica – 0-1
1º Basel e Benfica, 4; 3º Manchester United, 2; 4º Otelul Galati, 0
Grupo D
Lyon – D. Zagreb – 2-0
Real Madrid – Ajax – 3-0
1º Real Madrid, 6; 2º Lyon, 4; 3º Ajax, 1; 4º D. Zagreb, 0
Grupo E
Valencia – Chelsea – 1-1
Bayer Leverkusen – Genk – 2-0
1º Chelsea, 4; 2º Bayer Leverkusen, 3; 3º Valencia, 2; 4º Genk, 1
Grupo F
Arsenal – Olympiakos – 2-1
Marseille – B. Dortmund – 3-0
1º Marseille, 6; 2º Arsenal, 4; 3º B. Dortmund, 1; 4º Olympiakos, 0
Grupo G
Zenit – FC Porto – 3-1
Shakhtar Donetsk – APOEL – 1-1
1º APOEL, 4; 2º Zenit e FC Porto, 3; 4º Shakhtar Donetsk, 1
Grupo H
BATE Borisov – Barcelona – 0-5
AC Milan – Viktoria Plzen – 2-0
1º Barcelona e AC Milan, 4; 3º Viktoria Plzen e BATE Borisov, 1
Nesta ronda, os destaques vão para o empate arrancado “a ferros” pelo Manchester United, não obstante jogar em casa, frente ao Basel, assim como para a vitória do Benfica na Roménia e do Inter em Moscovo, para além da goleada imposta pelo Barcelona na Bielorrússia.
Bayern, Real Madrid e Marseille são as únicas equipas que conseguiram bisar o triunfo nas duas primeiras jornadas. Entretanto, há dois líderes surpreendentes: os cipriotas do APOEL, no grupo do FC Porto, e o Trabzonspor.



