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Mundial Clubes – 2025 – Benfica – Bayern München
1-0
Benfica – Anatoliy Trubin, Fredrik Aursnes, António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Renato Sanches (78m – Adrian Bajrami), Leandro Barreiro, Ángel Di María (86m – João Rego), Gianluca Prestianni (54m – Orkun Kökçü), Andreas Schjelderup (54m – Kerem Aktürkoğlu) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (86m – Tiago Gouveia)
Bayern München – Manuel Neuer, Sacha Boey (62m – Konrad Laimer), Dayotchanculle “Dayot” Upamecano (57m – Jonathan Tah), Josip Stanišić, Raphaël Guerreiro, João Palhinha (45m – Joshua Kimmich), Aleksandar Pavlović, Leroy Sané, Tom Bischof (45m – Harry Kane), Serge Gnabry (45m – Michael Olise) e Thomas Müller
1-0 – Andreas Schjelderup – 13m
Cartões amarelos – Renato Sanches (19m), Nicolás Otamendi (46m) e Tiago Gouveia (89m)
Árbitro – François Letexier (França)
Bank of America Stadium – Charlotte (15h00 / 20h00)
O Benfica surpreendeu o seu adversário, alcançando uma histórica vitória – primeira de sempre ante o gigante Bayern (a sua maior “bête noire”), ao 14.º jogo oficial entre os dois clubes –, garantindo, em paralelo, de forma inesperada, o 1.º lugar no Grupo!
A turma germânica, em gestão, fez alinhar de início elementos geralmente menos utilizados, procurando preservar estrelas como Kimmich, Kane ou Olise, o que a equipa portuguesa aproveitou para, com boa entrada em jogo, indo ganhando confiança, assumir o controlo, sendo premiada, bem cedo (ainda antes de completado o quarto de hora inicial) com o golo – numa boa entente norueguesa, com Aursnes a centrar para o remate de Schjelderup –, isto depois de Di María ter já colocado de sobreaviso Neuer, forçado a defesa apertada.
E, prosseguindo na “mó de cima”, o Benfica poderia ter mesmo ampliado a contagem, tendo, contudo, Pavlídis desaproveitado outra boa oportunidade, isolado frente ao guardião germânico, sempre uma figura imponente na baliza contrária, caindo na área ao sentir o contacto de um defesa, em lance não sancionado. Até final da primeira parte, o Bayern só teria uma efectiva situação de perigo, não concretizada por Sané.
Ao intervalo, Kompany procurou rectificar (tardiamente, como se viria a constatar), com três substituições de uma assentada, colocando em campo a “artilharia pesada”. Forçado a remeter-se ao seu sector mais recuado, pela intensidade que o conjunto alemão ia, então, colocando no jogo – praticamente de sentido único – valeria uma soberba exibição do intransponível Trubin, com um punhado de fantásticas defesas, para manter invioladas as suas redes.
Muito solidária, com grande capacidade de sofrimento, outra vez com os (três) argentinos em evidência, mas, também, com bom desempenho de António Silva no eixo da defesa – fica na retina uma antecipação, que valeu como que um golo (evitado) –, assim como da dupla de contenção Renato e Barreiro, a formação portuguesa foi até ao limite na defesa de um imprevisto triunfo, tendo acabado praticamente esgotada, na fase final, aliviando bolas, em profundidade, para o meio campo contrário, a solicitar a desmarcação de alguém… mas, numa fase, em que faltavam já as “pernas”.
Pese embora a discrepância de argumentos e de potencial entre os dois grupos, o Benfica mostrou, uma vez mais, ser capaz de, motivando-se, competir com qualquer adversário, ao mais alto nível (como demonstrara já, nesta época, na Champions League, ante o At. Madrid, Barcelona e Juventus), e, até, sair vitorioso.
Mundial Clubes – 2025 – FC Porto – Al Ahly
4-4
FC Porto – Cláudio Ramos, Stephen Eustáquio, José “Zé” Pedro Freitas, Iván Marcano, João Mário (62m – Martim Fernandes), Alan Varela (45m – Gonçalo Borges), William Gomes (68m – Eduardo Cossa “Pepê”), Francisco Moura, Fábio Vieira (68m – Gabriel “Gabri” Veiga), Rodrigo Mora e Daniel “Danny” Namaso (45m – Samuel “Samu” Omorodion)
Al Ahly – Mohamed El-Shenawy, Mohamed Hany, Achraf Dari, Ahmed Ramadan, Ahmed Ashour “Koka”, Hamdy Fathy (35m – Aliou Dieng), Ahmed Sayed “Zizo”, Mohamed Ali Ben Romdhane (87m – Mohamed Morsy “Afsha”), Hussein El Shahat (58m – Omar Kamal), Mahmoud Hassan “Trézéguet” (58m – Achraf Bencharki) e Wessam Abou Ali (58m – Nejc Gradišar)
0-1 – Wessam Abou Ali – 15m
1-1 – Rodrigo Mora – 23m
1-2 – Wessam Abou Ali (pen.) – 45m
2-2 – William Gomes – 50m
2-3 – Wessam Abou Ali – 51m
3-3 – Samuel “Samu” Omorodion – 53m
3-4 – Mohamed Ali Ben Romdhane – 64m
4-4 – Eduardo Cossa “Pepê” – 89m
Cartões amarelos – Mohamed Hany (25m), Ahmed Ramadan (54m), Achraf Bencharki (60m) e Achraf Dari (68m)
Árbitro – Jesús Valenzuela Sáez (Venezuela)
MetLife Stadium – East Rutherford (21h00 / 02h00)
Campeonato do Mundo de Clubes – 2025 – Resultados e Classificações – 2ª jornada
GRUPO A Jg V E D G Pt Al Ahly-Inter Miami...0-0
Palmeiras 2 1 1 - 2-0 4 Palmeiras-FC Porto....0-0
Inter Miami 2 1 1 - 2-1 4 Palmeiras-Al Ahly.....2-0
FC Porto 2 - 1 1 1-2 1 Inter Miami-FC Porto..2-1
Al Ahly 2 - 1 1 0-2 1 Inter Miami-Palmeiras.---
FC Porto-Al Ahly......---
GRUPO B Jg V E D G Pt PS-Germain-At. Madrid.4-0
Botafogo 2 2 - - 3-1 6 Botafogo-Seattle S....2-1
P. St.-Germain 2 1 - 1 4-1 3 Seattle S.-At. Madrid.1-3
At. Madrid 2 1 - 1 3-5 3 P.S.-Germain-Botafogo.0-1
Seattle Sound. 2 - - 2 2-5 - Seattle.-P.S.-Germain.---
At. Madrid-Botafogo...---
GRUPO C Jg V E D G Pt Bayern Mün.-Auckland.10-0
Bayern München 2 2 - - 12-1 6 Boca Juniors-Benfica..2-2
Benfica 2 1 1 - 8-2 4 Benfica-Auckland City.6-0
Boca Juniors 2 - 1 1 3-4 1 Bayern Mün.-Boca Jun..2-1
Auckland City 2 - - 2 0-16 - Auckland-Boca Juniors.---
Benfica-Bayern Mün....---
GRUPO D Jg V E D G Pt Chelsea-Los Angeles...2-0
Flamengo 2 2 - - 5-1 6 Flamengo-Espérance....2-0
Chelsea 2 1 - 1 3-3 3 Flamengo-Chelsea......3-1
Espérance 2 1 - 1 1-2 3 Los Angeles-Espérance.0-1
Los Angeles FC 2 - - 2 0-3 - Los Angeles-Flamengo..---
Espérance-Chelsea.....---
GRUPO E Jg V E D G Pt River Plate-Urawa Red.3-1
River Plate 2 1 1 - 3-1 4 Monterrey-Inter.......1-1
Internazionale 2 1 1 - 3-2 4 Inter-Urawa Red Diam..2-1
Monterrey 2 - 2 - 1-1 2 River Plate-Monterrey.0-0
Urawa Red Diam. 2 - - 2 2-5 - Inter-River Plate.....---
Urawa Red D-Monterrey.---
GRUPO F Jg V E D G Pt Fluminense-B.Dortmund.0-0
Fluminense 2 1 1 - 4-2 4 Ulsan HD-Mamelodi Sun.0-1
B. Dortmund 2 1 1 - 4-3 4 Mamelodi-B. Dortmund..3-4
Mamelodi Sund. 2 1 - 1 4-4 3 Fluminense-Ulsan HD...4-2
Ulsan HD 2 - - 2 2-5 - B. Dortmund-Ulsan HD..---
Mamelodi-Fluminense...---
GRUPO G Jg V E D G Pt Man. City-Wydad AC....2-0
Juventus 2 2 - - 9-1 6 Al Ain-Juventus.......0-5
Manchester City 2 2 - - 8-0 6 Juventus-Wydad AC.....4-1
Wydad AC 2 - - 2 1-6 - Man. City-Al Ain......6-0
Al Ain 2 - - 2 0-11 - Juventus-Man. City....---
Wydad AC-Al Ain.......---
GRUPO H Jg V E D G Pt Real Madrid-Al-Hilal..1-1
Real Madrid 2 1 1 - 4-2 4 Pachuca-FC Salzburg...1-2
FC Salzburg 2 1 1 - 2-1 4 Real Madrid-Pachuca...3-1
Al-Hilal 2 - 2 - 1-1 2 FC Salzburg-Al-Hilal..0-0
Pachuca 2 - - 2 2-5 - Al-Hilal-Pachuca......---
FC Salzburg-R. Madrid.---
Melhores Marcadores:
- 3 golos – Ángel Di María (Benfica), Jamal Musiala (Bayern München), Kenan Yıldız (Juventus) e Michael Olise (Bayern München)
- 2 golos – Francisco Conceição (Juventus), Igor Jesus (Botafogo), İlkay Gündoğan (Manchester City), Iqraam Rayners (Mamelodi Sundowns), Kingsley Coman (Bayern München), Lautaro Martínez (Internazionale), Leandro Barreiro (Benfica), Pablo Barrios (At. Madrid), Pedro Neto (Chelsea), Randal Kolo Muani (Juventus) e Thomas Müller (Bayern München)
Mundial Clubes – 2025 – Benfica – Auckland City
6-0
Benfica – Anatoliy Trubin, Leandro Barreiro, António Silva (86m – Adrian Bajrami), Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras (45m – Samuel Dahl), Fredrik Aursnes (71m – Tiago Gouveia), Orkun Kökçü (61m – Renato Sanches), Ángel Di María, Gianluca Prestianni (71m – João Rego), Kerem Aktürkoğlu (61m – Andreas Schjelderup) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis
Auckland City – Nathan Garrow, Jerson Lagos, Adam Mitchell, Michael den Heijer (81m – Christian Gray), Nikko Boxall, Adam Bell, Zhou Tong (45m – Gerard Garriga), Mario Ilich (59m – Jackson Manuel), David Yoo (59m – Matthew “Matt” Ellis), Myer Bevan (73m – Ryan De Vries) e Haris Zeb (59m – Dylan Manickum)
1-0 – Ángel Di María (pen.) – 45m
2-0 – Evangelos “Vangelis” Pavlídis – 53m
3-0 – Renato Sanches – 63m
4-0 – Leandro Barreiro – 76m
5-0 – Leandro Barreiro – 78m
6-0 – Ángel Di María (pen.) – 90m
Cartões amarelos – Álvaro Carreras (45m), Orkun Kökçü (48m) e Adrian Bajrami (87m)
Árbitro – Salman Ahmad Falahi (Qatar)
Inter&Co Stadium – Orlando (12h00 / 17h00)
Foi um jogo bizarro, o que Benfica e Auckland City disputaram, em que o mais “normal” acabou por ser o resultado final. Defrontando um adversário que se estreara com uma esmagadora derrota (10-0) frente ao Bayern, a equipa portuguesa entrou em campo como que em ritmo de treino, sem intensidade, o que poderá ser justificado pela hora (12h00) a que o desafio teve início e pelo calor que se fazia sentir.
Mas, para além da questão física, transpareceu, pelo menos durante a primeira parte, uma vertente mental, de pouco foco, como que se nada estivesse em jogo nesta competição. Os jogadores da formação portuguesa denotavam pouca vontade, em contraponto à atitude esforçada e solidária do grupo neo-zelandês.
É verdade que, mesmo sem jogar bem, sem conseguir mostrar fluidez nas suas iniciativas, a equipa benfiquista poderia ter marcado por duas ou três vezes, não fora o bom desempenho revelado pelo jovem guardião contrário, Nathan Garrow, que ficara no banco no primeiro encontro, para além de um remate ao poste, por Pavlídis.
Todavia, só em tempo de compensação e mercê de uma grande penalidade (outra vez, sancionada pelo “VAR”), seria desfeito o nulo, a evitar um “mini-escândalo” no resultado ao intervalo.
A parte mais excêntrica viria então, com a duração do intervalo, que se prolongaria por quase duas horas e meia, devido às condições climatéricas adversas (trovoada), tendo o Estádio sido evacuado, com os espectadores refugiados no seu interior – sendo que estas interrupções demoradas (mesmo que não durante tanto tempo) vêm sendo algo recorrentes.
Poderia pensar-se que este interregno alargado poderia ter permitido aos jogadores do Auckland repousar, ganhar fôlego para a segunda metade, e procurar evitar que o resultado se avolumasse de forma significativa. E até começariam mesmo por assustar, com um remate de Zeb a solicitar defesa atenta de Trubin, para canto.
Mas seria como que o “canto do cisne”: acusando dificuldades físicas, devido à extensão da paragem, conjugado com o efeito anímico do segundo golo benfiquista, que chegou poucos minutos depois, a partir daí a formação neo-zelandesa como se eclipsaria, e o Benfica teve, então, caminho aberto para a (expectável) goleada.
O conjunto português animou com o 3-0 e 4-0 e foi ainda à procura de ampliar a contagem. Porém, depois do quinto golo, com Leandro Barreiro a bisar em apenas dois minutos, terá faltado alguma concentração. E, só outra vez em tempo de descontos, seria fechado o “placard”, com o terceiro “penalty” convertido, com muita segurança, por parte de Di María, o único que teve uma exibição com padrão mais ou menos elevado ao longo dos noventa minutos.
A imagem final que este jogo deixa é a de uma equipa (amadora) demasiado frágil para competir a este nível, perante outra que esteve longe de mostrar o devido envolvimento, numa partida que não se pode dizer que tenha dignificado a prova.
A diferença de golos – que poderá vir a ser determinante para as contas do apuramento, em caso de igualdade pontual com o emblema argentino –, parecendo ampla, não oferece, contudo, garantias, subsistindo tudo em aberto para a derradeira ronda da fase de grupos. O Benfica depende exclusivamente de si próprio, devendo bastar-lhe o empate ante o Bayern; mas, em caso de derrota, ficará em suspenso da expressão do resultado que se registar também no Boca Juniors-Auckland.
Mundial Clubes – 2025 – Inter Miami – FC Porto
2-1
Inter Miami – Oscar Ustari, Marcelo Weigandt (62m – Tomás Avilés), Ian Fray (79m – Fabrice Jean-Ian “Fafà” Picault), Maximiliano Falcón, Noah Allen, Tadeo Allende (79m – Jordi Alba), Benjamin Cremaschi, Sergio Busquets, Telasco Segovia (71m – Federico Redondo), Lionel Messi e Luis Suárez
FC Porto – Cláudio Ramos, Martim Fernandes (59m – Gonçalo Borges), José “Zé” Pedro Freitas, Iván Marcano (87m – Deniz Gül), João Mário, Alan Varela (74m – William Gomes), Gabriel “Gabri” Veiga (59m – Stephen Eustáquio), Francisco Moura (87m – Otávio Ataíde), Fábio Vieira, Rodrigo Mora e Samuel “Samu” Omorodion
0-1 – Samuel “Samu” Omorodion – 8m
1-1 – Telasco Segovia – 47m
2-1 – Lionel Messi – 54m
Cartões amarelos – Não houve
Árbitro – Cristián Garay (Chile)
Mercedes-Benz Stadium – Atlanta (15h00 / 20h00)
Campeonato do Mundo de Clubes – 2025 – Resultados e Classificações – 1ª jornada
GRUPO A Jg V E D G Pt Al Ahly-Inter Miami...0-0
Al Ahly 1 - 1 - 0-0 1 Palmeiras-FC Porto....0-0
FC Porto 1 - 1 - 0-0 1 Palmeiras-Al Ahly.....---
Palmeiras 1 - 1 - 0-0 1 Inter Miami-FC Porto..---
Inter Miami 1 - 1 - 0-0 1 Inter Miami-Palmeiras.---
FC Porto-Al Ahly......---
GRUPO B Jg V E D G Pt PS-Germain-At. Madrid.4-0
P. St.-Germain 1 1 - - 4-0 3 Botafogo-Seattle S....2-1
Botafogo 1 1 - - 2-1 3 Seattle S.-At. Madrid.---
Seattle Sound. 1 - - 1 1-2 - P.S.-Germain-Botafogo.---
At. Madrid 1 - - 1 0-4 - Seattle.-P.S.-Germain.---
At. Madrid-Botafogo...---
GRUPO C Jg V E D G Pt Bayern Mün.-Auckland.10-0
Bayern München 1 1 - - 10-0 3 Boca Juniors-Benfica..2-2
Benfica 1 - 1 - 2-2 1 Benfica-Auckland City.---
Boca Juniors 1 - 1 - 2-2 1 Bayern Mün.-Boca Jun..---
Auckland City 1 - - 1 0-10 - Auckland-Boca Juniors.---
Benfica-Bayern Mün....---
GRUPO D Jg V E D G Pt Chelsea-Los Angeles...2-0
Flamengo 1 1 - - 2-0 3 Flamengo-Espérance....2-0
Chelsea 1 1 - - 2-0 3 Flamengo-Chelsea......---
Los Angeles FC 1 - - 1 0-2 - Los Angeles-Espérance.---
Espérance 1 - - 1 0-2 - Los Angeles-Flamengo..---
Espérance-Chelsea.....---
GRUPO E Jg V E D G Pt River Plate-Urawa Red.3-1
River Plate 1 1 - - 3-1 3 Monterrey-Inter.......1-1
Monterrey 1 - 1 - 1-1 1 Inter-Urawa Red Diam..---
Internazionale 1 - 1 - 1-1 1 River Plate-Monterrey.---
Urawa Red Diam. 1 - - 1 1-3 - Inter-River Plate.....---
Urawa Red D-Monterrey.---
GRUPO F Jg V E D G Pt Fluminense-B.Dortmund.0-0
Mamelodi Sund. 1 1 - - 1-0 3 Ulsan HD-Mamelodi Sun.0-1
B. Dortmund 1 - 1 - 0-0 1 Mamelodi-B. Dortmund..---
Fluminense 1 - 1 - 0-0 1 Fluminense-Ulsan HD...---
Ulsan HD 1 - - 1 0-1 - B. Dortmund-Ulsan HD..---
Mamelodi-Fluminense...---
GRUPO G Jg V E D G Pt Man. City-Wydad AC....2-0
Juventus 1 1 - - 5-0 3 Al Ain-Juventus.......0-5
Manchester City 1 1 - - 2-0 3 Juventus-Wydad AC.....---
Wydad AC 1 - - 1 0-2 - Man. City-Al Ain......---
Al Ain 1 - - 1 0-5 - Juventus-Man. City....---
Wydad AC-Al Ain.......---
GRUPO H Jg V E D G Pt Real Madrid-Al-Hilal..1-1
FC Salzburg 1 1 - - 2-1 3 Pachuca-FC Salzburg...1-2
Real Madrid 1 - 1 - 1-1 1 Real Madrid-Pachuca...---
Al-Hilal 1 - 1 - 1-1 1 FC Salzburg-Al-Hilal..---
Pachuca 1 - - 1 1-2 - Al-Hilal-Pachuca......---
FC Salzburg-R. Madrid.---
Melhores Marcadores:
- 3 golos – Jamal Musiala (Bayern München)
- 2 golos – Francisco Conceição (Juventus), Kingsley Coman (Bayern München), Michael Olise (Bayern München), Randal Kolo Muani (Juventus) e Thomas Müller (Bayern München)
Mundial Clubes – 2025 – Boca Juniors – Benfica
2-2
Boca Juniors – Agustín Marchesín, Luis Advíncula, Nicolás Figal, Ayrton Costa, Lautaro Blanco, Ander Herrera (20m – Tomás Belmonte), Rodrigo Battaglia, Carlos Palacios (66m – Williams Alarcón), Kevin Zenón, Alan Velasco (58m – Milton Giménez) e Miguel Merentiel (65m – Exequiel Zeballos)
Benfica – Anatoliy Trubin, Samuel Dahl (45m – Andrea Belotti), António Silva, Nicolás Otamendi, Álvaro Carreras, Florentino Luís (90m – Leandro Barreiro), Renato Sanches (61m – Orkun Kökçü), Ángel Di María (77m – Gianluca Prestianni), Fredrik Aursnes, Armindo Bangna “Bruma” (61m – Kerem Aktürkoğlu) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis
1-0 – Nicolás Otamendi (p.b.) – 21m
2-0 – Rodrigo Battaglia – 27m
2-1 – Ángel Di María (pen.) – 45m
2-2 – Nicolás Otamendi – 84m
Cartões amarelos – Carlos Palacios (66m) e Ayrton Costa (85m); Álvaro Carreras (67m) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (83m)
Cartões vermelhos – Ander Herrera (45m – no banco, após ter sido substituído) e Nicolás Figal (88m); Andrea Belotti (70m)
Árbitro – César Ramos (México)
Hard Rock Stadium – Miami Gardens (18h00 / 23h00)
O Benfica apresentou melhor entrada em campo, tendo tido até oportunidade para marcar nos minutos iniciais. Porém, duas falhas defensivas proporcionaram, em curto período, dois golos ao adversário, que, assim, adquiriu significativa vantagem, que, até final, procurou preservar a todo o custo.
Tendo conseguido reduzir para a diferença mínima mesmo à beira do intervalo, mercê de uma grande penalidade (sinalizada pelo “VAR”), devido a toque sobre Otamendi, a equipa portuguesa teria toda a segunda parte para procurar inverter o resultado.
Só que teve de enfrentar uma estratégia adversário de sistemático anti-jogo, com sucessivas perdas de tempo, a quebrar o ritmo, bastante dureza e agressividade, que beneficiaram da complacência arbitral.
E, por absurdo, acabaria por ser o Benfica a ver-se em situação de inferioridade numérica, devido a um pontapé (acidental) de Belotti, que, quando tentava jogar a bola, atingiu involuntariamente a cabeça de um opositor.
A perder, e com menos um jogador, a vinte minutos do final, a turma encarnada teria, então, de se unir, acabando, algo paradoxalmente, por evidenciar a fase de melhor produção de jogo, recompensada com o tento do empate já nos derradeiros minutos.
O Boca Juniors teria também um jogador expulso, já ao cair do pano, acabando os benfiquistas por ficar a lamentar-se do escasso tempo de compensação (cinco minutos) concedido pelo árbitro, perante tão pouco tempo útil de jogo.
O Benfica acabou por ter alguma felicidade na forma como chegou à igualdade, numa antecipação, de cabeça, de Otamendi, em evidência na partida – que teve a curiosidade de terem sido dois argentinos a marcar os golos frente ao rival da Argentina –, o que lhe permite manter em aberto as expectativas de apuramento, tendo, em paralelo, sido penalizado pela forma pouco concentrada e ligada com que pareceu abordar este seu desafio de estreia, no novo formato do Mundial de clubes.
Mundial Clubes – 2025 – Palmeiras – FC Porto
0-0
Palmeiras – Weverton da Silva, Agustín Giay, Gustavo Gómez, Murilo Paim, Felipe Anderson (64m – Paulo “Paulinho” Filho), Richard Ríos (87m – Lucas Evangelista), Aníbal Moreno, Joaquín Piquerez, Estêvão Gonçalves (65m – Allan Elias), Maurício Prado (65m – Raphael Veiga) e Vítor Roque (77m – José Manuel López)
FC Porto – Cláudio Ramos, Martim Fernandes, José “Zé” Pedro Freitas, Iván Marcano, João Mário (77m – Patricio Nehuén Pérez), Alan Varela (81m – Tomás Pérez), Gabriel “Gabri” Veiga (67m – Eduardo Cossa “Pepê”), Francisco Moura, Fábio Vieira (82m – André Franco), Rodrigo Mora (77m – Stephen Eustáquio) e Samuel “Samu” Omorodion
Cartões amarelos – Felipe Anderson (9m), Gustavo Gómez (62m) e Abel Ferreira (Treinador – 63m); Martim Fernandes (15m) e Patricio Nehuén Pérez (90m)
Árbitro – Héctor Saíd Martínez (Honduras)
MetLife Stadium – East Rutherford (18h00 / 23h00)
Portugal – Espanha – Liga das Nações da UEFA – Final

2-2
Diogo Costa, João Neves (45m – Nélson Semedo), Rúben Dias, Gonçalo Inácio (74m – Renato Veiga), Nuno Mendes, Bernardo Silva (74m – Rafael Leão), Vítor Ferreira “Vitinha”, Pedro Neto (105m – Diogo José “Jota”), Bruno Fernandes, Francisco Conceição (45m – Rúben Neves) e Cristiano Ronaldo (88m – Gonçalo Ramos)
Espanha – Unai Simón, Óscar Mingueza (92m – Pedro Porro), Robin Le Normand, Dean Huijsen, Marc Cucurella, Pedro “Pedri” González (74m – Francisco “Isco” Alarcón), Martín Zubimendi, Fabián Ruiz (74m – Mikel Merino), Lamine Yamal (105m – Yeremi Pino), Mikel Oyarzabal (111m – Álvaro Morata) e Nicholas “Nico” Williams (92m – Alejandro “Álex” Baena)
0-1 – Martín Zubimendi – 21m
1-1 – Nuno Mendes – 26m
1-2 – Mikel Oyarzabal – 45m
2-2 – Cristiano Ronaldo – 61m
Cartões amarelos – Gonçalo Inácio (19m), Pedro Neto (82m), Nuno Mendes (100m) e Roberto Martínez (Treinador – 110m); Fabián Ruiz (33m), Robin Le Normand (90m), Alejandro “Álex” Baena (100m) e Pedro Porro (110m)
Desempate da marca de grande penalidade:
1-0 – Gonçalo Ramos
1-1 – Mikel Merino
2-1 – Vítor Ferreira “Vitinha”
2-2 – Alejandro “Álex” Baena
3-2 – Bruno Fernandes
3-3 – Francisco “Isco” Alarcón
4-3 – Nuno Mendes
Álvaro Morata permitiu a defesa a Diogo Costa
5-3 – Rúben Neves
Árbitro – Sandro Schärer (Suíça)
Allianz Arena, Munique – Alemanha
Portugal sagra-se vencedor da 4.ª edição da Liga das Nações, conquistando o troféu pela segunda vez!
Defrontando a que será, porventura, melhor selecção mundial da actualidade, por duas vezes a equipa portuguesa esteve em desvantagem no marcador, por duas vezes teve a coragem necessária para repor a igualdade.
Entrando em campo com um desenho táctico pouco ortodoxo, com a novidade de mais um lateral direito improvisado (João Neves!), procurando tirar partido da aposta na irreverência de Francisco Conceição, a selecção nacional tinha um tesouro que brilharia com maior fulgor nesta Final, numa sensacional exibição de Nuno Mendes.
A turma portuguesa, atrevida, logo de entrada procurou apropriar-se do jogo, mas rapidamente a Espanha assumiria as rédeas, dominando na zona nevrálgica, e instalando-se no meio campo contrário, começando a dar a ideia que poderia chegar ao golo, o que sucederia cumpridos os primeiros vinte minutos, beneficiando de uma sucessão de ressaltos.
A equipa nacional teria, então, a felicidade de, antes de poder reequilibrar a contenda em termos de futebol jogado, chegar, de pronto, ao empate, num raid fulminante de Nuno Mendes, que marcou pela primeira vez ao serviço da selecção.
A Espanha não desarmou, e Nico Williams, com várias investidas pelo flanco esquerdo, ia colocando a “cabeça em água” a João Neves, sem as rotinas posicionais necessárias a um bom desempenho, de forma a travar um extremo tão versátil.
Mas seria até pelo lado direito que, mesmo à beira do intervalo, a formação espanhola se recolocaria em vantagem, aproveitando alguma desconcentração portuguesa, reclamando uma falta sobre Bernardo Silva. O resultado ao intervalo ajustava-se ao rendimento apresentado pelas duas equipas.
No reatar da partida Roberto Martínez rectificou posições, sacrificando João Neves, dando lugar a Nélson Semedo, ao mesmo tempo que procurava reforçar o meio-campo, com a entrada de Rúben Neves. As alterações promovidas pareciam fazer sentido, mas, em termos práticos, não davam resultados, no que respeita a uma tomada de controlo pela equipa portuguesa, que continuava muito pressionada.
Até que, ao passar da hora de jogo, libertou-se (de novo) o génio de Nuno Mendes – que, tendo tido de lidar, face a face, com a grande promessa (já certeza) espanhola, Lamine Yamal, ia levando claramente a melhor, em termos defensivos –, conseguindo esquivar-se ao rival directo, e “ligando o turbo”, em direcção à área, com a bola a chegar a Cristiano Ronaldo, que, com frieza, não perdoaria, fazendo o 2-2.
Até final do tempo regulamentar, a Espanha, forçada a mostrar respeito pelo adversário, refreou a tomada de risco, em contraponto à tentativa portuguesa de explorar também o “diabo à solta”, Rafael Leão, mas o resultado estava feito e não se alteraria.
Numa boa exibição da equipa nacional, este era já o sexto empate entre as duas selecções, nos últimos sete encontros!
Portugal parecia denotar maior frescura e superioridade anímica para o prolongamento, agora com Nuno Mendes e Rafael Leão a constituírem ameaças que a Espanha não podia menorizar. Faltaria, então, eficácia – sobretudo na primeira parte do prolongamento – para que a selecção portuguesa tivesse marcado e pudesse ganhar o jogo.
Na segunda metade desse tempo extra, a conjugação da fadiga que se ia avolumando, de parte a parte, com o receio de perder, fez com que não houvesse soberanas ocasiões de golo para qualquer lado.
O desempate da marca de grande penalidade tornara-se uma inevitabilidade, e, sendo sempre de desfecho contingente, prometia favorecer a equipa portuguesa. E assim seria: com todas as sete primeiras tentativas concretizadas com sucesso, bastaria a decisiva defesa de Diogo Costa, a remate de Morata, para proporcionar a Rúben Neves a oportunidade de materializar a festa, o que, com grande serenidade, confirmaria, completando o pleno de (cinco) golos de Portugal.
Depois do Campeonato da Europa de 2016, e da Liga das Nações de 2019, a selecção de Portugal conquista o seu terceiro grande troféu a nível internacional. Nuno Mendes ( o “homem do jogo”), João Neves, Vitinha e Gonçalo Ramos viveram a melhor semana das suas vidas a nível desportivo: depois de, no passado Sábado, se terem sagrado Campeões Europeus de clubes, conquistaram, este Domingo – por curiosidade, no mesmo mítico Estádio, em Munique –, a Liga das Nações.


Alemanha – França – Liga das Nações da UEFA – 3.º/4.º lugar

0-2
Marc-André ter Stegen, Joshua Kimmich, Jonathan Tah, Robin Koch, David Raum (65m – Maximilian Mittelstädt), Pascal Groß (73m – Thilo Kehrer), Leon Goretzka (65m – Tom Bischof), Nick Woltemade (45m – Deniz Undav), Florian Wirtz, Karim-David Adeyemi (78m – Serge Gnabry) e Niclas Füllkrug
França – Mike Maignan, Malo Gusto, Loïc Badé, Lucas Hernández, Lucas Digne, Aurélien Tchouaméni (68m – Emmanuel “Manu” Koné), Adrien Rabiot, Randal Kolo Muani (68m – Désiré Doué), Rayan Cherki (68m – Michael Olise), Marcus Thuram (90m – Mattéo Guendouzi) e Kylian Mbappé
0-1 – Kylian Mbappé – 45m
0-2 – Michael Olise – 84m
Cartões amarelos – David Raum (29m), Karim-David Adeyemi (35m) e Jonathan Tah (61m); Lucas Digne (12m) e Lucas Hernández (61m)
Árbitro – Ivan Kružliak (Eslováquia)
Stuttgart Arena, Stuttgart – Alemanha



