Posts tagged ‘Ficha’

Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão) – Benfica – Stuttgart

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, Fábio Coentrão, Javi García, Eduardo Salvio (75m – Alan Kardec), Nico Gaitán, Pablo Aimar (75m – Carlos Martins), Franco Jara (87m – Felipe Menezes) e Óscar Cardozo

Stuttgart – Sven Ulreich, Khalid Boulahrouz, Serdar Tasci, Matthieu Delpierre, Cristian Molinaro, Christian Trasch, Zdravko Kuzmanovic (76m – Georg Niedermeier), Martin Harnik, Tamás Hajnal (63m – Élson),Shinji Okazaki e Cacau

0-1 – Martin Harnik – 21m
1-1 – Óscar Cardozo – 70m
2-1 – Franco Jara – 81m

Cartões amarelos – Fábio Coentrão (42m), Javi García (88m) e Maxi Pereira (90m); Tasci (14m), Harnik (26m) e Delpierre (59m)

Árbitro – Eric Braamhaar (Holanda)

Com a confiança proporcionada por 13 vitórias consecutivas (desde a partida com o Schalke, a 7 de Dezembro) – 16 triunfos, se considerarmos apenas os jogos a nível interno (desde a derrota com o FC Porto, a 7 de Novembro) -, reforçada pela magnífica exibição do último jogo, frente ao Guimarães, o Benfica ver-se-ia de alguma forma surpreendido pelo atrevimento do Stuttgart (que, ao invés, luta desesperadamente por sair dos lugares de despromoção da bundesliga), que não mostrou temor, procurando jogar de igual para igual.

E, quando à passagem dos 20 minutos, a equipa alemã, com um chapéu de belo efeito sobre Roberto, se colocou em vantagem, a dúvida instalou-se na equipa benfiquista; até final da primeira parte, faltaria a tranquilidade necessária para uma reacção apropriada à tendência do jogo e do marcador.

No segundo tempo o Benfica surgiria transfigurado, para muito melhor. Talvez pela mentalização recebida ao intervalo, a equipa readquiriu a confiança, partindo deliberadamente para o ataque, em busca do golo.

Seria porém necessário porfiar bastante, até, por fim, conseguir, primeiro o empate – num excelente remate de meia-distância de Cardozo -, pouco depois a reviravolta no marcador, num magnífico balão de Franco Jara, de longa distância, a embater ainda na barra antes de cair sobre (para além d)a linha de golo, onde Cardozo surgiu a confirmar o golo.

Não faltava já muito tempo para o final do encontro, mas o Benfica criaria ainda diversas ocasiões de perigo, em particular nos minutos derradeiros, inclusivamente já em período de compensação, culminando mais uma boa exibição, e aumentando para 14 o número desta sua extraordinária série de triunfos (com um score global de 40 golos marcados e 7 sofridos).

Do “mal o menos”, a equipa portuguesa parte em vantagem para a segunda mão, onde a chave da eliminatória poderá estar numa atitude que não seja centrada na mera defesa da escassa margem hoje alcançada.

17 Fevereiro, 2011 at 8:32 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Benfica – Schalke 04

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira (45m – Nico Gaitán), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ruben Amorim, César Peixoto (45m – Pablo Aimar), Carlos Martins (79m – Eduardo Salvio), Javier Saviola e Óscar Cardozo

Schalke 04Schalke 04 – Manuel Neuer, Atsuto Uchida, Benedikt Höwedes, Christoph Metzelder, Lukas Schmitz, Peer Kluge (82m – Joel Matip), Kyriakos Papadopoulos, José Manuel Jurado (88m – Erik Jendrisek), Ivan Rakitic, Klaas-Jan Huntelaar (85m – Edu) e Raúl González

0-1 – José Manuel Jurado – 19m
0-2 – Benedikt Höwedes – 81m
1-2 – Luisão – 87m

Cartões amarelos – David Luiz (68m), Javier Saviola (71m) e Pablo Aimar (77m); Klaas-Jan Huntelaar (63m) e Ivan Rakitic (78m)

Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)

Uma equipa sem rumo, orientação ou estratégia, acabou por ser salva, nos instantes finais desta fase de Grupos, pelo francês Alexandre Lacazette, marcador do golo do empate do Lyon frente ao Hapoel Tel-Aviv, que permite ao Benfica prosseguir para a Liga Europa, depois de, durante cerca de 20 minutos, “ter estado fora” das provas europeias (enquanto a equipa israelita esteve na posição de vencedora, em Lyon).

Esta noite, havia uma óbvia interdependência entre os jogos de Lisboa e de Lyon: Benfica e Olympique Lyonnais podiam “entreajudar-se”, na medida em que os franceses necessitavam que o Benfica vencesse para alcançar o 1º lugar do Grupo, enquanto que, aos portugueses, bastava o empate na partida disputada em França.

Cedo se tornou evidente porém que o Benfica não iria cumprir a sua “parte no acordo” e que o Lyon estaria irremediavelmente afastado da liderança do grupo, em detrimento do Schalke. Dependente do que se passava em França, a equipa portuguesa acabaria por beneficiar da “boa vontade” dos franceses (numa altura em que já nada tinham a ganhar em termos de classificação), para se juntar a FC Porto, Sporting e, provavelmente, Braga (caso não consiga prosseguir na Liga dos Campeões) nos 1/16 Final da Liga Europa.

Efectivamente, hoje, no Estádio da Luz, o Benfica nunca mostrou capacidade, chama, nem talvez vontade de inverter o rumo dos acontecimentos, num encontro cujo desfecho se começou a desenhar ainda antes de concluídos os primeiros 20 minutos, com um golo sofrido, em mais uma falha defensiva.

Em desvantagem, faltou qualidade ao futebol do Benfica para que se pudesse equacionar a possibilidade de “dar a volta” ao marcador, tendência que assumiria carácter ainda mais definitivo quando, a cerca de 10 minutos do termo, o Schalke ampliou a vantagem.

Já “liberto de responsabilidades”, conformado com o seu destino, então entregue à mercê de uma ajuda do Lyon (que chegaria mesmo quase a findar), o Benfica acabaria por, num assomo final, marcar o seu tento de honra, animando os minutos derradeiros (disporia ainda de uma ocasião para empatar, por via de um remate que, contudo, embateu no poste)… ao mesmo tempo que se aguardava o final da partida em França.

Assim se encerrava uma campanha muito cinzenta no regresso da equipa à Liga dos Campeões, com uma breve passagem, de transição – alcançada in-extremis – para a segunda prova do futebol europeu de clubes.

7 Dezembro, 2010 at 10:32 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Hapoel Tel-Aviv – Benfica

Hapoel Tel-AvivHapoel Tel-Aviv – Vincent Enyeama, Dani Bondarv, Douglas da Silva, Bevan Fransman, Dedi Ben-Dayan, Gil Vermouth, Shay Abutbul (77m – Valeed Badier), Avihai Yadin, Eran Zahavi, Itay Shechter (58m – Yossi Schivhon) e Toto Tamuz (66m – Ben Sahar)

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García (79m – Franco Jara), Eduardo Salvio (65m – Carlos Martins), Pablo Aimar, Nico Gaitán, Javier Saviola (45m – Óscar Cardozo) e Alan Kardec

1-0 – Eran Zahavi – 24m
2-0 – Douglas da Silva – 74m
3-0 – Eran Zahavi – 90m

Cartões amarelos – Dedi Ben-Dayan (33m), Avihai Yadin (43m) e Bevan Fransman (52m); Javier Saviola (28m)

Árbitro – Alain Hamer (Luxemburgo)

Dois lances de bola parada, convertidos em golo pela equipa israelita – a que se somou, já em tempo de compensação, um terceiro tento – resultaram na terceira derrota do Benfica em 3 jogos disputados fora do seu terreno na presente edição da Liga dos Campeões, e na consequente eliminação da prova, podendo mesmo colocar em risco a continuidade da equipa nas provas europeias (via Liga Europa), uma vez que dispõe agora de apenas 2 pontos de vantagem sobre o Hapoel Tel-Aviv.

Frente a um adversário que não lhe é, de todo, superior, a equipa portuguesa pareceu entrar em jogo na disposição de procurar lutar pela vitória, conseguindo, de início, controlar o jogo. Porém, com a obtenção do primeiro golo pela equipa de Israel, o Benfica como que começou a descrer das suas capacidades, perdendo alguma confiança.

Não obstante ter porfiado na busca do golo e continuar, até ao 2-0, a ser “mais equipa”, desta partida – em que o Benfica averba uma pesada e algo desprestigiante derrota – fica sobretudo a imagem de uma extrema incapacidade concretizadora, não conseguindo aproveitar nenhum dos 21 (!) pontapés de canto que dispôs, nem dos 24 remates que efectuou…

E, para além de algumas ocasiões de golo (pelo menos 3 delas flagrantes, incrivelmente desperdiçadas por Alan Kardec e Óscar Cardozo), e a par de uma grande fragilidade / desconcentração defensiva, uma tão notória quanto inesperada falta de competitividade ao mais alto nível do futebol europeu, sobretudo nos jogos disputados no estrangeiro.

Veremos se será ainda possível “salvar a face” na Liga Europa… o que implica, em primeira análise, que o Benfica consiga lá chegar!

24 Novembro, 2010 at 10:33 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Lyon

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Carlos Martins (75m – Felipe Menezes), Eduardo Salvio, Fábio Coentrão, Javier Saviola (70m – Franco Jara) e Alan Kardec (72m – Weldon)

LyonLyon – Hugo Lloris, Anthony Réveillère, Cris, Pape Malickou Diakhaté (59m – Bafétimbi Gomis), Dejan Lovren, Maxime Gonalons, Miralem Pjanic (71m – Jean Makoun), Yoann Gourcuff, Michel Bastos, Jeremy Pied (71m – Alexandre Lacazette) e Jimmy Briand

1-0 – Alan Kardec – 20m
2-0 – Fábio Coentrão – 32m
3-0 – Javi Garcia – 42m
4-0 – Fábio Coentrão – 67m
4-1 – Yoann Gourcuff – 75m
4-2 – Bafétimbi Gomis – 85m
4-3 – Dejan Lovren – 90m

Cartões amarelos – Luisão (24m), Javier Saviola (60m) e Roberto (90m); Miralem Pjanic (22m) e Dejan Lovren (24m)

Árbitro – Craig Thomson (Escócia)

No regresso às noites de glória na Europa do futebol, o Benfica conquistou hoje uma importante vitória sobre o Olympique de Lyon (semi-finalista na última edição da Liga dos Campeões, e que contava por vitórias os jogos disputados na presente edição), alicerçada num brilhante desempenho a nível das transições ofensivas, em rápidos contra-ataques.

E se fora surpreendente a forma como o Benfica chegou a uma vantagem de 4 golos, mais inesperada ainda seria a evolução registada no último quarto de hora, com o Lyon a conseguir colocar o marcador na diferença mínima.

E isto num jogo que logo desde início fora caracterizado por uma alta rotação, de parte a parte, com o Benfica a assumir a iniciativa, mas com o Lyon a ter dois lances de golo bem anulados, um por fora-de-jogo, outro por um ajeitar da bola com o braço antes do remate.

Também com a inusitada particularidade de os 4 golos da equipa portuguesa terem saído dos pés de Carlos Martins – com uma exibição fantástica a pautar o jogo benfiquista -, com excelentes assistências / aberturas, a que Alan Kardec, Fábio Coentrão e Javi Garcia deram a melhor sequência, em especial os dois belíssimos golos de Fábio Coentrão (o primeiro culminando uma muito boa jogada de futebol colectivo; o segundo com uma magnífica execução, a desviar a bola do alcance do guarda-redes adversário).

Com 4-0 à entrada do quarto de hora final – e numa altura em que tinha feito já três alterações ao seu xadrez -, o Benfica deslumbrou-se, desconcentrando-se, baixando de rendimento (como que “desligando os motores”), permitindo que o Lyon marcasse por três vezes, reduzindo a expressão da vitória que assumia, até então, foros de sensação, a uma desvantagem tangencial.

2 Novembro, 2010 at 10:40 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Lyon – Benfica

LyonLyon – Hugo Lloris, Anthony Réveillère, Cris, Pape Malickou Diakhaté, Aly Cissokho, Maxime Gonalons, Yoann Gourcuff (71m – Kim Källström), Miralem Pjanic, Jimmy Briand, Michel Bastos (64m – Jeremy Pied) e Lisandro Lopez (82m – Bafétimbi Gomis)

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Nico Gaitán, Carlos Martins (77m – Eduardo Salvio), Pablo Aimar (71m – Franco Jara), Javier Saviola (57m – César Peixoto) e Alan Kardec

1-0 – Jimmy Briand – 21m
2-0 – Lisandro Lopez – 51m

Cartões amarelos – Anthony Réveillère (41m); Nico Gaitán (34m), Carlos Martins (37m) e Javi García (67m)

Cartão vermelho – Nico Gaitán (43m)

Árbitro – Alberto Undiano Mallenco (Espanha)

Frente a uma equipa do Lyon que contava duas vitórias nos dois jogos já disputados na presente edição da Liga dos Campeões, o Benfica começou por adoptar uma postura de contenção, de controlo do jogo, caracterizado de início por uma toada de “jogo morno”, sem que houvesse ocasiões de perigo, nem qualquer momento de frisson… até que, na mesma jogada, os visitados começaram por rematar ao poste, e, na sequência, Carlos Martins, deambulando sem rumo na zona intermediária, teria uma comprometedora perda de bola, aproveitada da melhor forma pela equipa francesa para inaugurar o marcador.

Com a equipa portuguesa já em desvantagem, perdendo alguma tranquilidade e ligação no seu futebol, a segunda metade do primeiro tempo acabaria por ficar marcada pela amostragem, pelo árbitro – por três vezes, no espaço de apenas 9 minutos -, do cartão amarelo, a última delas culminando na expulsão de Nico Gaitán, saindo assim o Benfica para o intervalo também em inferioridade numérica, podendo então antecipar-se uma difícil tarefa para a etapa complementar do jogo.

E, logo no reinício, perante um posicionamento corajoso do Benfica, procurando jogar o jogo pelo jogo, as coisas animariam bastante: em apenas cerca de 5 minutos, Lisandro Lopez desperdiçaria de forma inacreditável uma soberana ocasião de golo, “à boca da baliza”, lance seguido de novo remate ao poste, e, na sequência, uma defesa em último recurso de Roberto, permitindo contudo a recarga vitoriosa do mesmo Lisandro…

Apenas mais um quarto de hora decorrido, Roberto voltaria a estar em plano de grande evidência, com mais duas defesas impossíveis, em remates “à queima-roupa”, embora tivesse sido sancionada a jogada com fora-de-jogo.

Paradoxalmente, seria então, na fase derradeira da partida, já com o jogo perdido, que o Benfica subiria de rendimento, chegando a ameaçar a baliza adversária, com uma sequência de cantos (quatro, entre os 77 e 82 minutos), embora sem a correspondente e indispensável finalização… com alguma naturalidade, o marcador acabaria por não sofrer alteração.

20 Outubro, 2010 at 9:37 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Schalke 04 – Benfica

Schalke 04Schalke 04 – Manuel Neuer, Atsuto Uchida (58m – Hans Sarpei), Kyriakos Papadopoulos, Christoph Metzelder, Lukas Schmitz, Jefferson Farfán, Joel Matip, Ivan Rakitic (66m – Jermaine Jones), José Manuel Jurado (78m – Peer Kluge), Klaas-Jan Huntelaar e Raúl González

BenficaBenfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Nico Gaitán (46m – Eduardo Salvio), Carlos Martins, Fábio Coentrão, Javier Saviola (63m – Pablo Aimar) e Óscar Cardozo (71m – Alan Kardec)

1-0 – Jefferson Farfán – 73m
2-0 – Klaas-Jan Huntelaar
– 85m

Cartões amarelos – Atsuto Uchida (57m) e Jefferson Farfán (62m); Nico Gaitán (45m), Salvio (49m) e Javi García (56m)

Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)

Escudado na vitória alcançada na ronda inaugural da prova, e perante um adversário intranquilo face ao péssimo arranque de campeonato na Alemanha, o Benfica iniciou o jogo com determinação, em busca do golo, que não conseguiria concretizar, não obstante algumas oportunidades criadas, logo aos 2 minutos (Cardozo), e, novamente, aos 13 minutos (Saviola), para além de ter beneficiado de dois pontapés de canto consecutivos (7 minutos).

Contudo, depois de uma fase inicial de domínio benfiquista, pressionando o adversário e não concedendo espaços, por volta dos 20 minutos o Schalke começou a equilibrar o jogo. Até final da primeira metade não haveria grandes ocasiões a assinalar, à excepção de um remate de Raúl ao poste, com Roberto a defender superiormente a recarga de Rakitic.

No recomeço, nova boa entrada da equipa portuguesa, com duas jogadas de ataque nos minutos iniciais, com Salvio a dinamizar o sector ofensivo… seria, porém, “sol de pouca dura”.

Aproveitando uma falha de César Peixoto, não conseguindo o corte de cabeça, a equipa alemã colocar-se-ia em vantagem, com um remate cruzado, sem hipóteses para o guarda-redes benfiquista. Logo aí se percebeu que dificilmente o Benfica teria a capacidade de reacção necessária.

Já na fase derradeira do encontro, e depois de Cardozo ter saído lesionado, o Schalke dilataria mesmo a vantagem, com um segundo golo, por intermédio de Huntelaar, que, para já, veio desequilibrar as contas da classificação do Grupo a favor dos alemães.

29 Setembro, 2010 at 9:32 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Hapoel Tel-Aviv

BenficaBenfica – Roberto, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Carlos Martins, Pablo Aimar (71m – Airton), Nico Gaitán (57m – Maxi Pereira), Javier Saviola (87m – César Peixoto) e Óscar Cardozo

Hapoel Tel-AvivHapoel Tel-Aviv – Vincent Enyeama, Dani Bondarv, Douglas da Silva, Bevan Fransman (74m – Valeed Badier), Dedi Ben-Dayan, Romain Rocchi (61m – Yossi Schivhon), Avihai Yadin, Gil Vermouth, Eran Zahavi, Ben Sahar (58m – Toto Tamuz) e Itay Shechter

1-0 – Luisão – 21m
2-0 – Óscar Cardozo – 68m

Cartões amarelos – Shechter (22m) e Dedi Ben-Dayan (60m)

Árbitro – Aleksei Nikolaev (Rússia)

No regresso à Liga dos Campeões, três anos após a sua última participação, recebendo a equipa com menos credenciais do Grupo – não obstante o bom desempenho realizado pelos israelitas na época passada na Liga Europa -, o Benfica entrou em campo com a disposição de assumir a iniciativa de jogo, em busca da vitória.

Contudo, após uma primeira fase de jogo algo morno, o Benfica tinha já passado por alguns sustos, inclusivamente com um jogador da equipa de Israel a ser tocado em plena grande área por Luisão, quando, estavam decorridos 21 minutos, o defesa central, instalado na área adversária, deu a melhor sequência a um cruzamento de Carlos Martins, com um bom pontapé.

A vencer, o Benfica continuaria a ser, ao longo do tempo de jogo, a equipa com maior propensão ofensiva, embora sempre numa toada algo prudente, com o Hapoel a jogar também numa estratégia de risco mínimo.

Na sequência de um falhanço de Óscar Cardozo, o avançado benfiquista começaria a ouvir alguns apupos, o que o levaria – poucos minutos depois, ao conseguir, com facilidade, empurrar a bola para a baliza, consumando o segundo golo da equipa portuguesa – a fazer um gesto com o indicador sobre a boca, mandando calar os adeptos… o que acabaria por gerar uma ampla vaga de assobios.

A partir do segundo golo, o Benfica soltou-se, o jogo abriu e houve mais algumas ocasiões de perigo, principalmente na área da equipa de Israel, mas, também, numa ou noutra ocasião, próximo da baliza de Roberto. Não obstante, com o ritmo de jogo intervalado pelas substituições, o resultado acabaria por não sofrer alteração.

Sem deslumbrar, uma entrada segura, com o “pé direito”, do Benfica, nesta fase de Grupos da Liga dos Campeões.

14 Setembro, 2010 at 8:38 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (2ª mão)

                                        2ª mão 1ª mão Total

08.04.10 - Liverpool - Benfica            4-1    1-2   (5-3)
08.04.10 - Wolfsburg - Fulham             0-1    1-2   (1-3)
08.04.10 - Standard Liège - Hamburger     1-3    1-2   (2-5)
08.04.10 - At. Madrid - Valencia          0-0    2-2   (2-2)

LiverpoolLiverpool – Pepe Reina, Glen Johnson, Jamie Carragher, Sotirios Kyrgiakos, Daniel Agger, Javier Mascherano, Lucas, Steven Gerrard (88m – Alberto Aquilani), Dirk Kuyt, Yossi Benayoun (90m – Nabil El Zhar) e Fernando Torres (86m – David Ngog)

BenficaBenfica – Júlio César (81m – Moreira), Ruben Amorim, Luisão, Sidnei, David Luiz, Javi García, Ramires, Carlos Martins (67m – Alan Kardec), Di María, Pablo Aimar (87m – Fábio Coentrão) e Óscar Cardozo

1-0 – Dirk Kuyt – 27m
2-0 – Lucas – 34m
3-0 – Fernando Torres – 59m
3-1 – Óscar Cardozo – 70m
4-1 – Fernando Torres – 82m

Cartões amarelos – Yossi Benayoun (75m); Pablo Aimar (84m)

Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)

No jogo da 2ª mão dos 1/4 Final da Liga Europa, a equipa do Benfica teria uma entrada personalizada, pressionante, com posse de bola e investindo no meio-campo adversário, conseguindo mesmo os dois primeiros pontapés de canto da partida.

A partir do quarto de hora, o Liverpool começaria a inverter a tendência, ganhando alguma superioridade, que culminaria com a concretização de um golo algo controverso, primeiro anulado e só num momento subsequente validado pelo árbitro, aparentemente por indicações contraditórias dos árbitros assistentes, dada a entrada de rompante de Dirk Kuyt na área de protecção do guarda-redes.

Pouco depois, numa falha de concentração da defesa benfiquista, com uma excelente diagonal da ofensiva do Liverpool, surgindo Lucas isolado perante um Júlio César hesitante na saída da baliza, a ficar a meio caminho, com o jogador da equipa inglesa a não ter grande dificuldade para ampliar a vantagem.

Abanando um pouco, o Benfica começou a procurar um jogo mais directo, de lançamentos em profundidade para a zona defensiva do Liverpool; paradoxalmente teria então, a findar a primeira parte, a melhor oportunidade de marcar, com Sidnei, na esquerda, no enfiamento da linha de pequena área, a rematar/centrar, com a bola a cruzar toda a área de baliza… sem que Cardozo conseguisse ter a frieza necessária para, encostando o pé na bola, a empurrar para o fundo das redes.

No segundo tempo, quando o Benfica tentava dar organização ao seu jogo ofensivo, e no momento em que beneficiou de um livre na zona atacante, teria uma perda de bola fatal, proporcionando um rapidíssimo contra-ataque, com o Liverpool a não perdoar e a elevar para 3-0!

Com Jesus a apostar no ataque – única alternativa viável -, com Kardec a substituir Carlos Martins, o episódio poderia ter-se repetido aos 68 minutos, na sequência de mais um canto a favor do Benfica, em que, perdida a bola, foi bem patente a dificuldade de recuperação e reposicionamento defensivo da equipa.

Quase de imediato o Benfica começaria a colher frutos dessa aposta, quando Cardozo, na sequência de um livre, reduziu o marcador para 1-3, reentrando na disputa da eliminatória. E, aos 76 minutos, um lance bastante similar ao da primeira parte, com a bola a cruzar toda a grande área do Liverpool, desta vez, da direita para a esquerda… sem que Cardozo conseguisse desviar para o golo uma vez mais.

As opções tácticas de Jesus reduziam-se quando Júlio César, indisposto, com notórias dificuldades de visão – depois de um choque com um adversário que, na queda, caiu sobre ele – teve de ser substituído por Moreira… que, na primeira investida do Liverpool, em mais um rápido contra-ataque, seria batido, com Fernando Torres a bisar, colocando o Benfica novamente com 3 golos de desvantagem, assim decidindo o desfecho desta eliminatória.

Um Benfica já muito “espremido”, com inesperadas falhas de concentração e grandes dificuldades de recuperação, acaba por sofrer uma dura penalização, reflectindo o bom aproveitamento por parte do Liverpool das oportunidades de que beneficiou, assim terminando a (boa) carreira europeia benfiquista desta época.

8 Abril, 2010 at 8:57 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão)

Benfica – Liverpool – 2-1
Fulham – Wolfsburg – 2-1
Hamburger – Standard Liège – 2-1
Valencia – At. Madrid – 2-2

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira (66m – Nuno Gomes), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ramires, Carlos Martins (72m – Ruben Amorim), Di María, Pablo Aimar (87m – Airton) e Óscar Cardozo

LiverpoolLiverpool – Pepe Reina, Glen Johnson, Daniel Agger, Jamie Carragher, Emiliano Insúa, Lucas, Javier Mascherano, Steven Gerrard (90m – Benayoun), Ryan Babel, Dirk Kuyt e Fernando Torres (82m – Ngog)

0-1 – Daniel Agger – 9m
1-1 – Cardozo – 59m (pen.)
2-1 – Cardozo – 79m (pen.)

Ainda as equipas se encontravam naquela fase baptizada como de “estudo mútuo” e já o Liverpool – na sua primeira investida – inaugurava o marcador, logo aos 9 minutos, num livre descaído sobre a esquerda da área, com a bola a ser atrasada para o miolo do terreno, onde, com um toque de calcanhar, surgiu Agger – recuado em relação à defesa, portanto livre de marcação – a desviar subtilmente a bola para o fundo da baliza.

Praticamente na resposta, Cardozo – na zona da pequena área, descaído junto ao poste direito da baliza adversária – teve nos pés o golo do empate, mas não conseguiu dominar bem a bola, que saiu sem a direcção devida. O mesmo Cardozo que não daria a melhor sequência a um par de outros lances (aos 12 e 17 minutos), antes de Ramires e Di María, próximo da meia hora de jogo, ameaçarem a baliza defendida por Reina, com remates espontâneos, o primeiro de cabeça, a sair por alto, o segundo, de meia-distância, em força, a criar grande frisson, mas a sair ligeiramente descentrado. O Benfica criava bastantes situações ofensivas, mas não tinha eficácia na finalização.

Até que, precisamente em cima dos 30 minutos, Babel, em discussão com Luisão – que cometera falta, na sequência da qual viu o cartão amarelo – colocou a mão na cara do defesa benfiquista, gesto pouco digno, em que de imediato reincidiria, levando o árbitro a exibir-lhe, de forma ajustada, o cartão vermelho. 

Com menos um jogador, curiosamente, o Liverpool surgiria de seguida mais afoito, primeiro introduzindo a bola na baliza benfiquista, na sequência da marcação de um livre, sendo o lance anulado por fora de jogo já previamente sancionado pelo árbitro assistente, e, no minuto seguinte, com a bola de novo a rondar perigosamente a baliza de Júlio César. Não obstante, até final da primeira parte, haveria ainda tempo para Pepe Reina ver colocada à prova a sua concentração, em mais um bom lance de ataque construído pela equipa do Benfica. 

Cardozo confirmaria estar numa noite de desacerto, novamente, mais duas vezes, quase de seguida, a abrir a segunda parte, ainda antes dos 50 minutos. E, ainda, uma vez mais, quando, na conversão de um livre perigoso, praticamente em cima da linha da área – punindo uma falta sobre ele cometida – rematou forte, com a bola a embater estrondosamente no poste, imediatamente antes de, na sequência da jogada, Aimar ser derrubado por Insúa, originando a grande penalidade… que, desta feita, Cardozo não desperdiçaria, empatando o jogo! Na oportunidade, a falha seria do árbitro, ao não mostrar o segundo amarelo a Insúa, que colocaria o Liverpool a jogar apenas com 9 elementos.

O Benfica ia empurrando o Liverpool para a sua zona defensiva e Jorge Jesus, percebendo isso, reforçou a mensagem, substituindo o lateral direito por mais um elemento de ataque, Nuno Gomes. Viria a reequilibrar a equipa pouco depois, com a entrada de Ruben Amorim.

O elemento mais determinante da equipa inglesa, Fernando Torres apenas por duas vezes criaria perigo: primeiro, surgindo lançado, sendo desarmado por um irrepreensível David Luiz; depois, aproveitando o desequilíbrio provocado por um mau passe (atrasado) de Nuno Gomes, num rapidíssimo contra-ataque, quando a equipa benfiquista estava toda balanceada no ataque, mas rematando de forma deficiente, ao lado da baliza.

Em mais uma ofensiva do Benfica, com Di María em cima da linha de fundo, já quase sem ângulo, conseguiria ainda fazer o cruzamento, interceptado por Carragher, já em queda, com o braço, originando a segunda grande penalidade assinalada (após dois outros lances terem sido já perdoados pelo árbitro). Depois de um remate em força, Cardozo fecharia uma exibição menos conseguida, com o segundo golo, convertendo o lance com uma espécie de tentativa de “folha seca” ou “penalty à Panenka”, traindo o guarda-redes espanhol do Liverpool.

Até final, a equipa portuguesa preocupou-se mais em segurar a vitória, do que continuar a arriscar na exploração da inferioridade numérica do Liverpool. Com uma excelente exibição, em que teve de assumir desde cedo as “despesas do jogo”, apenas pecando na concretização, o Benfica consegue uma boa vitória, uma vantagem importante para a batalha que se antevê muito disputada, em Anfield Road, já na próxima semana.

Cartões amarelos – Luisão (29m) e David Luiz (37m); Emiliano Insúa (45m), Pepe Reina (74m) e Jamie Carragher (78m)

Cartão vermelho – Ryan Babel (30m)

Árbitro – Jonas Eriksson (Suécia)

1 Abril, 2010 at 9:58 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão)

                                        2ª mão 1ª mão Total

Anderlecht - Hamburg                      4-3    1-3   (5-6)
Wolfsburg - Rubin Kazan              a.p. 2-1    1-1   (3-2)
Sporting - At. Madrid                     2-2    0-0   (2-2)
Marseille - Benfica                       1-2    1-1   (2-3)
Standard Liège - Panathinaikos            1-0    3-1   (4-1)
Liverpool - Lille                         3-0    0-1   (3-1)
Fulham - Juventus                         4-1    1-3   (5-4)
Werder Bremen - Valencia                  4-4    1-1   (5-5)

Marseille – Steve Mandanda, Laurent Bonnart, Souleymane Diawara, Stéphane Mbia, Taye Taiwo, Fabrice Abriel (44m – Bakari Koné – 90m – Hatem Ben Arfa), Lucho González, Édouard Cissé, Benoît Cheyrou (76m – Charles Kaboré), Mamadou Niang e Brandão

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira (90m – Miguel Vítor), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ramires, Carlos Martins (86m – Alan Kardec), Di María, Saviola (77m – Pablo Aimar) e Óscar Cardozo

1-0 – Mamadou Niang – 70m
1-1 – Maxi Pereira – 75m
1-2 – Alan Kardec – 90m

Cartões amarelos – Bakari Koné (55m), Taye Taiwo (83m) e Stéphane Mbia (90m); Óscar Cardozo (33m), Di María (54m), Luisão (81m), Javi García (83m), Alan Kardec (90m) e Pablo Aimar (90m)

Cartão vermelho – Hatem Ben Arfa (90m)

Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)

Iniciando a partida com uma boa disposição – sabendo que necessitava imperiosamente de marcar (o golo sofrido no último minuto da partida da 1ª mão, no Estádio da Luz, pode ter sido, nessa perspectiva, virtuoso) – o Benfica assumiu a iniciativa do jogo, dispondo de uma soberana oportunidade logo depois dos 20 minutos, com Cardozo a rematar ao poste.

A partir da meia hora de jogo, a equipa de Marselha começou a equilibrar a partida, não deixando de procurar o ataque, embora sabendo que o tempo jogava a seu favor, dado o nulo no marcador, e considerando o resultado registado na semana passada.

No segundo tempo, o jogo começaria por ter uma toada mais morna, para acelerar definivamente nos últimos 20 minutos. Perante uma arbitragem tendenciosa (caseira), o Benfica não veria sancionada uma grande penalidade a seu favor, assistindo-se, por outro lado, a um verdadeiro festival de cartões amarelos, num jogo que, à excepção do tempo de descontos, o não justificaria.

Um pouco contra a corrente do jogo, o Marselha acabaria mesmo por marcar, iam decorridos 70 minutos. De imediato, não mudava grande coisa: o Benfica continuava a ter de marcar se pretendia continuar a ter aspirações a prosseguir na prova.

E, embora se pudesse recear que a equipa oscilasse um pouco, depois de não ter estado bem na concretização de jogadas ofensivas, acabaria por beneficiar da inspiração de Maxi Pereira, que, num remate de longe, com um efeito algo caprichoso, a trair o guarda-redes adversário,  fazia o seu segundo golo nesta eliminatória, igualando o encontro, anulando a vantagem que o Marselha levara de Lisboa.

Até final, seria o Benfica a mostrar-se mais afoito, vindo a ser recompensado – quando se esperava já o prolongamento – com o primeiro golo de Alan Kardec ao serviço da equipa portuguesa, surgindo no melhor momento, no último minuto, sentenciando a eliminatória.

De cabeça perdida, num tempo de compensação extremamente agitado, para além de 3 cartões amarelos, haveria ainda lugar a uma expulsão, precisamente do autor do golo do Marselha em Lisboa, Hatem Ben Arfa, que entrara em campo no minuto anterior!

Com uma boa exibição, afirmativa da sua actual capacidade, a equipa do Benfica garantia uma importante vitória, e consequente apuramento para os 1/4 Final da novel Liga Europa, no seu ano de estreia, repetindo o desfecho de há duas décadas.

18 Março, 2010 at 7:55 pm Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Março 2026
S T Q Q S S D
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.