EURO 2020 – Grupo A – 1ª jornada – Turquia – Itália

0-3
Uğurcan Çakır, Zeki Çelik, Merih Demiral, Çağlar Söyüncü, Umut Meraş, Kenan Karaman (76m – Halil Dervişoğlu), Ozan Tufan (64m – Kaan Ayhan), Okay Yokuşlu (65m – İrfan Can Kahveci), Yusuf Yazıcı (45m – Cengiz Ünder), Hakan Çalhanoğlu e Burak Yılmaz
Gianluigi Donnarumma, Alessandro Florenzi (45m – Giovanni Di Lorenzo), Leonardo Bonucci, Giorgio Chiellini, Leonardo Spinazzola, Nicolò Barella, Jorge Frello Filho “Jorginho”, Manuel Locatelli (74m – Bryan Cristante), Domenico Berardi (85m – Federico Bernardeschi), Lorenzo Insigne (81m – Federico Chiesa) e Ciro Immobile (81m – Andrea Belotti)
0-1 – Merih Demiral (p.b.) – 53m
0-2 – Ciro Immobile – 66m
0-3 – Lorenzo Insigne – 79m
“Melhor em campo” – Leonardo Spinazzola
Amarelos – Çağlar Söyüncü (88m) e Halil Dervişoğlu (90m)
Árbitro – Danny Makkelie (Países Baixos)
Stadio Olimpico – Roma (20h00)
Perante um adversário preocupado, sobretudo, em defender, a Itália começou por denotar, no primeiro tempo, dificuldades para transpor a organização defensiva contrária, apenas tendo conseguido três remates enquadrados.
A partida mudaria radicalmente de configuração depois de inaugurado o marcador, num auto-golo do antigo defesa do Sporting (onde fez a transição das camadas de formação para o escalão de seniores) – actualmente a alinhar na Juventus -, com a selecção italiana, muito afirmativa, rapidamente a sentenciar o desfecho do encontro, acabando mesmo por “golear” (na primeira vez que, no seu historial, vence por mais de dois golos num encontro de fases finais de Europeus), evidenciando ser “demasiado forte” para uma selecção turca aquém das expectativas.
Com o pleno de nove vitórias nos últimos nove encontros que disputou, com um score agregado de 28-0 (!), a Itália promete muito…
Belenenses promovido aos Campeonatos Nacionais
Três anos depois de os seus sócios, por vontade maioritariamente expressa, terem adoptado a corajosa decisão de recomeçar a constituir direitos desportivos, a partir do escalão mais baixo do futebol português (na altura o 6.º, mas que, entretanto, se virá a converter no 7.º, com a criação da “Liga 3”), o Belenenses garantiu hoje o regresso aos campeonatos nacionais, tendo matematicamente assegurado – ainda com três jornadas por disputar – a promoção ao Campeonato de Portugal, para a próxima época, de 2021-22.
Esta é a terceira subida de divisão consecutiva do Belenenses: após se ter sagrado Campeão Distrital do 3.º escalão da Associação de Futebol de Lisboa em 2018-19 e de, na temporada de 2019-20, ter sido o 1.º classificado do campeonato distrital do 2.º escalão, à data da sua interrupção, devido à pandemia, o Belenenses sagrou-se esta tarde virtual vencedor da I Divisão Distrital da época de 2020-21, com um magnífico registo de 14 vitórias, 1 empate e 1 derrota, nas 16 jornadas disputadas (tendo, nesta altura, 15 pontos de vantagem sobre os mais directos perseguidores, a três jornadas do fim – sendo que, a equipa do Restelo apenas terá mais dois jogos a realizar, dada a desistência do Vialonga).
Com estas três promoções em outros tantos anos, o Belenenses atinge – com pleno êxito, sem “falhas” – a metade do caminho de enorme dignidade que decidiu trilhar, dando um primeiro grande “salto”, desde as provas distritais, regressando às competições de índole nacional.
Tendo visto entretanto a sua caminhada “alongada” em função da introdução, a partir da próxima época, de um novo escalão (“Liga 3”), que se intercalará entre a 2.ª Liga e o Campeonato de Portugal, serão necessárias ainda outras três subidas de divisão, para o ambicionado regresso à I Liga. Que o Belenenses continue a ter sucesso nas cada vez mais desafiantes e exigentes etapas que tem pela frente, neste brioso percurso.
Resumem-se da seguinte forma os números-chave de cada uma das últimas três temporadas (actualização após o termo do campeonato):
Época Escalão Classif. J V E D GM GS P 2018-19 3.º 1.º 30 27 1 2 143 - 17 82 2018-19 Final Campeão 1 1 - - 3 - 2 3 2019-20 2.º 1.º 20 18 - 2 62 - 16 54 2020-21 1.º 1.º 18 15 2 1 38 - 10 47 Total 69 61 3 5 246 - 45 186
O Pulsar do Campeonato – 15ª Jornada

(“O Templário”, 10.06.2021)
É verdade que o Coruchense fez um campeonato “à parte” (apenas tendo cedido um empate, ante o Mação, e sofrido uma única derrota, na Glória do Ribatejo, nos 15 jogos disputados), sagrando-se destacadíssimo vencedor da prova, assim como o Abrantes e Benfica realizou muito boa campanha (tendo assegurado já, com o 2.º lugar obtido, a presença na próxima edição da Taça de Portugal – sendo que está, igualmente, bem encaminhado na Taça do Ribatejo), mas o Amiense, com uma notável “recta final”, ascendendo a um absolutamente inesperado 4.º lugar, tal como o emblema da Glória, com uma excelente 7.ª posição (em igualdade pontual com o 6.º, U. Tomar), merecem especial realce no balanço global do Distrital da I Divisão desta atípica temporada.
Destaques – O primeiro destaque da 15.ª e última ronda do campeonato vai precisamente para um impressionante desempenho do Amiense, que, muito motivado pela perspectiva de alcançar um sensacional 4.º lugar, conseguiu, já nos derradeiros dez minutos, uma então já inesperada reviravolta, acabando por vencer o Cartaxo, por 3-2, relegando assim o adversário para o 5.º posto.
Por seu lado, a turma da Glória do Ribatejo culminou de forma exemplar uma admirável época (está, também, ainda em prova na Taça do Ribatejo) – tendo sido, conforme referido, a única a conseguir derrotar o vencedor da competição –, impondo um empate a dois golos na recepção ao Mação (3.º classificado), terminando o campeonato apenas com três derrotas, fixando-se num brilhante 7.º lugar na tabela final, a par do 6.º classificado, U. Tomar.
Em jogo claramente de “fim de estação”, ainda assim o Abrantes e Benfica fez questão de não deixar os seus créditos por mãos alheias, goleando por robusta marca de 7-0 o já despromovido Moçarriense (penúltimo classificado), confirmando, pois, a posição de vice-líder.
Digno de realce foi também o triunfo averbado pelo Torres Novas, frente ao U. Tomar, impondo-se por 3-2 num desafio de características incomuns. Quando, aos 9 minutos, os tomarenses, chegaram à vantagem de 2-0, poucos poderiam adivinhar a reviravolta que viria a suceder, que premeia a abnegação com que os torrejanos encararam esta partida (o que, contudo, não lhes permitiu melhor que o 11.º lugar final, não obstante em igualdade pontual com o 9.º e o 10.º).
De forma algo “inexplicável”, tão depressa como obtivera tal superioridade – tendo, adicionalmente, desperdiçado mais uma “mão cheia” de ocasiões para ampliar a contagem – a equipa nabantina a deixaria escapar, também num período de apenas cerca de cinco minutos, após a meia hora de jogo. Para, na segunda metade, pese embora a insistência, os unionistas não só não conseguirem voltar a transpor com sucesso a barreira defensiva contrária, como, expondo-se ao risco, acabarem por sofrer o decisivo contra-golpe – não tendo tido já, nos cerca de 20 minutos que se jogaram ainda até final, o necessário “sangue frio” para ripostar a tal contrariedade.
Um desfecho inesperado, a deixar uma imagem bastante negativa neste fecho de campeonato – três desaires sucessivos nas três últimas jornadas, provocando uma queda do 3.º ao 6.º lugar, posição muito aquém das expectativas para esta época (o União teria sido 5.º classificado caso tivesse vencido) –, a qual urge procurar rectificar na Taça do Ribatejo.
Surpresa – A “surpresa” da jornada registou-se no Entroncamento, onde a equipa local, desanimada pela confirmação da despromoção, e num encontro do qual sabia não poder resultar já qualquer alteração na sua classificação (14.º) não conseguiu melhor que a igualdade (2-2) ante o “lanterna vermelha”, Riachense, que, nos onze jogos anteriores, sofrera dez derrotas (apenas tendo obtido um empate, já no final de 2020, ante o Moçarriense). Por curiosidade, o grupo dos Riachos conseguiu, neste campeonato, uma única vitória, sobre o 4.º classificado, Amiense.
Confirmações – Nas restantes três partidas, confirmou-se o favoritismo de (i) Coruchense (triunfando por 3-1 em Samora Correia), (ii) Fazendense (minimizando o decepcionante desempenho no campeonato, recuperando até ao 8.º lugar, ao bater por 4-1 uma equipa de Ferreira do Zêzere, que surgiu, nesta retoma da competição, claramente em esforço, denotando grandes dificuldades, mas tendo conseguido, ainda assim, ganhar a sua “final”, ante o Entroncamento AC, garantindo a permanência na I Divisão – isto, após a A. F. Santarém ter confirmado que a insolvente SAD do Fátima não poderia inscrever-se nas provas Distritais), e (iii) de Rio Maior (1-0, ante o Alcanenense), com os riomaiorenses, ao invés, a evidenciar, neste final de temporada, uma surpreendente vitalidade, com três vitórias em quatro jogos, o que lhes proporcionou subir até ao 10.º lugar.
Uma palavra final para o incontestável mérito do Coruchense na conquista do 1.º lugar: para além dos 10 pontos de vantagem sobre o mais “próximo” rival, goleou o vice-líder, Abrantes e Benfica, por 5-1; o Cartaxo (5.º), por 7-1; tendo vencido, nomeadamente, em Amiais de Baixo (4.º), Tomar (6.º), Fazendas de Almeirim (8.º – também com goleada, por 4-0) e Samora Correia (9.º).
II Divisão Distrital – Na série Norte, em jogo em atraso, o At. Ouriense derrotou o Espinheirense por 3-0, bastando-lhe apenas mais um ponto para confirmar o 1.º lugar e consequente promoção
A Sul, o Salvaterrense viu o seu jogo com o Águias de Alpiarça adiado, o que possibilitou ao Benavente (vencedor do Porto Alto, por tangencial 1-0) retomar, à condição, a liderança – mas, mais importante, somou pontos que poderão eventualmente, no cenário menos favorável, vir a revelar-se determinantes na definição do que virá a ser o melhor dos 2.º classificados das duas séries, o qual será também promovido à I Divisão Distrital.
Antevisão – Para o próximo fim-de-semana estão agendados os jogos dos 1/4 de final da Taça do Ribatejo, cujo alinhamento, porém, depende ainda da conclusão da eliminatória precedente, com a disputa, prevista para esta quinta-feira, do Fazendense-Riachense (favoritismo total para os visitados), Rio Maior-Alcanenense (com a curiosidade de reeditarem o confronto de há apenas quatro dias) e Entroncamento-Glória do Ribatejo.
Pelo que o único embate já com ambos os adversários definidos, é o U. Tomar-Fátima, com os tomarenses – depois de terem goleado, nas eliminatórias anteriores, em Marinhais e no Espinheiro – a receberem outra equipa do escalão secundário, 2.º classificado da série Norte (que se estreia nesta edição da Taça), necessitando, pois, confirmar dentro de campo o seu natural favoritismo.
Na II Divisão Distrital (em que se disputa, também nesta quinta-feira, a 15.ª jornada, e, no Domingo, a 16.ª e antepenúltima ronda), estavam agendados para aquele mesmo dia (13 de Junho), por coincidência, os embates entre 1.º e 2.º classificados de ambas as séries (At. Ouriense-Fátima e o decisivo Benavente-Salvaterrense), os quais deverão, assim, ter de ser adiados; destacam-se ainda, a Norte, o Fátima-Caxarias (já esta quinta-feira) e o Caxarias-Espinheirense (no Domingo); e, na série Sul, também neste dia 10, o Benfica do Ribatejo-Benavente.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 10 de Junho de 2021)
O Pulsar do Campeonato – 14ª Jornada

(“O Templário”, 03.06.2021)
Com o 1.º lugar já garantido pelo Coruchense, mantém-se acesa a disputa pelo 2.º lugar – da qual, porém, o U. Tomar se viu entretanto já arredado, restringindo-se agora os candidatos a tal posição a Abrantes e Benfica, Mação e, remotamente, Cartaxo –, assim como pela manutenção, após ter sido jogada já a penúltima ronda do campeonato (o qual tem o seu termo agendado para o próximo Domingo), pese embora subsistam ainda três encontros em atraso, a disputar precisamente nesta quinta-feira, para acerto de calendário, e que poderão assumir cariz determinante em tal luta.
Destaques – O principal destaque da 14.ª jornada vai para o categórico triunfo do Abrantes e Benfica no terreno do Cartaxo, por 4-1, o que possibilitou aos abrantinos não só retomar o 2.º posto, como colocar-se em situação privilegiada para garantir essa classificação, que proporcionará a qualificação para a próxima edição da Taça de Portugal, dado a turma de Abrantes receber, na derradeira partida, o Moçarriense, já com a sua situação (despromoção) definida.
Não obstante, a turma da Moçarria esteve justamente em evidência no passado fim-de-semana, ganhando por 2-1 a uma irreconhecível equipa do Fazendense (2.º classificado do campeonato precedente, à data da sua suspensão), a qual somou um único ponto desde a retoma da competição, tendo, consequentemente, baixado ao 10.º lugar – e que, em situação limite, poderá inclusivamente vir a ver-se ainda inesperadamente envolvida na disputa pela manutenção! Ao invés, o Moçarriense, com grande dignidade e brio, operando, nos dez minutos finais, sensacional reviravolta no marcador, alcançou aquele que foi, apenas, o seu segundo triunfo na prova.
Destaque ainda, pela positiva, para a excelente campanha que o grupo da Glória do Ribatejo vem realizando, tendo vencido, com alguma naturalidade, nos Riachos, frente ao agora “lanterna vermelha”, Riachense (que acompanhará o Moçarriense na descida ao escalão secundário), mas por convincente marca de 3-0, ascendendo a um notável 6.º lugar na pauta classificativa… somente um ponto abaixo do U. Tomar!
Por seu lado, o Samora Correia realizou também boa operação, na visita a Alcanena, derrotando o Alcanenense por tangencial 1-0, subindo à 7.ª posição, igualmente a um ponto de distância da equipa da Glória.
Surpresa – O desfecho mais imprevisto foi o desaire caseiro do U. Tomar, batido por 1-2 pelo Amiense, num jogo com características algo peculiares: o União chegou ao intervalo já em desvantagem (0-1), e em inferioridade numérica; ainda assim, não virando a cara à luta, porfiou em busca da igualdade, vindo, contudo, a ser penalizado pela decisão da equipa de arbitragem, de Beja, em “exame” para acesso aos Nacionais, ao assinalar uma muito contestada grande penalidade, que originou o 2-0. Até final, os unionistas, não “entregando os pontos”, tudo fizeram para procurar evitar o resultado negativo, mas mais não conseguiriam que o ponto de honra.
Um resultado que afasta os nabantinos dos lugares de topo, tendo baixado ao 5.º posto, não podendo agora aspirar já a melhor que o 4.º lugar, e, mesmo esse, dependente do… Amiense (que, entretanto, fez já a “festa” da manutenção em Tomar) derrotar o Cartaxo na última jornada (para além de um indispensável triunfo do U. Tomar em Torres Novas, frente a um adversário que se defronta com posição ainda bastante delicada na tabela).
Confirmações – Nos outros desafios, o Coruchense não teve dificuldade em vencer, precisamente ante o Torres Novas, por 3-1, tendo o Mação batido também o Rio Maior, neste caso por tangencial 1-0, uma margem mínima que não estaria nas expectativas gerais.
Por fim, o Ferreira do Zêzere fez valer o factor casa para se impor, também por 1-0, frente ao Entroncamento, em partida que poderá ter sido crucial para as – nesta altura muito complexas – contas da manutenção, atendendo nomeadamente aos jogos em atraso, a disputar ainda por Ferreira do Zêzere (recebe o Rio Maior), Torres Novas (visitado pelo Riachense, num “derby” do município) e Entroncamento (recebe o Amiense).
Isto numa altura em que não estará ainda definido se serão três os clubes a despromover (caso em que restaria por preencher uma indesejada “vaga”) – em função da descida do U. Almeirim ao Distrital – ou quatro, dependendo de a insolvente SAD do Fátima, prematura desistente do Campeonato de Portugal, poder eventualmente vir a retomar a actividade, caso em que seria (re)integrada na I Divisão Distrital. A verdade é que são nada menos do que cinco os clubes (Fazendense, Ferreira do Zêzere, Rio Maior, Torres Novas e Entroncamento) que não podem ainda “dormir descansados”…
II Divisão Distrital – Na série Norte, disputou-se um único encontro, com o At. Ouriense a golear o Vasco da Gama por 7-0, cimentando a sua posição de liderança. A Sul, o Salvaterrense – que, entretanto, em função de acerto de calendário, ascendeu ao 1.º lugar – ganhou em Samora Correia (4-2), enquanto o Benavente, agora dois pontos atrás, goleou o Rebocho por inusitados 11-0!
Campeonato de Portugal – Chegou ao termo esta “maratona”, que, à partida, envolveu um total de 96 equipas, das quais apenas duas alcançaram o ambicionado prémio máximo, da promoção à II Liga (Trofense e C.F. Estrela da Amadora), enquanto outras 22 – entre elas o U. Santarém (que, já apurado, empatou 1-1 com o Marinhense, na derradeira partida) – tiveram a “terminação”, com a qualificação para a nova “Liga 3”, escalão em estreia na estrutura orgânica do futebol nacional na próxima época, o qual será intercalado entre a II Liga e o Campeonato de Portugal.
Antevisão – Ainda antes do fecho do campeonato, disputa-se, também esta quinta-feira, a eliminatória correspondente aos 1/8 de final da Taça, contudo, apenas com quatro jogos agendados, com destaque para o Abrantes e Benfica-Mação e Espinheirense-U. Tomar, sendo de anotar a singular desistência do 1.º classificado da I Divisão Distrital, Coruchense.
Na última jornada do principal escalão, as atenções estarão centradas no Abrantes e Benfica-Moçarriense, Glória do Ribatejo-Mação e Amiense-Cartaxo (disputa pelo 2.º lugar) e, noutro plano, no Torres Novas-U. Tomar, Fazendense-Ferreira do Zêzere, Rio Maior-Alcanenense e Entroncamento-Riachense (na luta pela “sobrevivência” na I Divisão).
Na II Divisão Distrital, sem qualquer jogo agendado na série Norte, o Salvaterrense desloca-se a Alpiarça, para defrontar o Águias, cabendo ao Benavente receber o Porto Alto.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 3 de Junho de 2021)
João Almeida 6.º no “Giro de Itália”
Ao contrário do que sucedera na estreia, no ano passado, desta feita João Almeida começou mal a prova, perdendo, logo de início, bastante tempo. Não obstante, mostrou uma enorme fibra, recuperando lugares sobre lugares, até ao último dia, surgindo entre os primeiros nas etapas de alta montanha (duas vezes 2.º classificado), culminado com o 5.º lugar no contra-relógio final, que só não lhe permitiu concluir na 5.ª posição final na geral por 5 centésimos de segundo de diferença, em relação a um notável Daniel Martínez, “gregário de luxo” do grande vencedor do “Giro” de 2021, o colombiano Egan Bernal, o qual, aos 24 anos, junta mais uma grande volta ao seu palmarés, depois de ter vencido o “Tour” em 2019.
No caso de João Almeida – mesmo tendo sido penalizado por algumas contradições e hesitações a nível da definição do “chefe-de-fila” da equipa -, mais este brilhante desempenho é a cabal confirmação de um grande “voltista”, como o próprio assumiu, candidato aos lugares de topo das principais competições por etapas do mundo. É de notar ainda a curiosidade de ter sido o único ciclista a repetir a presença no “Top-10” nas duas últimas edições do “Giro”.
Quanto a Nélson Oliveira, tendo realizado uma prova relativamente discreta, sem se evidenciar na sua especialidade (contra-relógio), acabou por finalizar numa posição interessante na classificação geral.
Classificação geral final:
1.º Egan Bernal (Colômbia) – Ineos Grenadiers – 86h 17′ 28”
2.º Damiano Caruso (Itália) – Bahrain Victorious – a 01′ 29”
3.º Simon Yates (Reino Unido) – Team BikeExchange – a 04′ 15”
4.º Aleksandr Vlasov (Rússia) – Astana-Premier Tech – a 06′ 40”
5.º Daniel Martínez (Colômbia) – Ineos Grenadiers – a 07′ 24”
6.º João Almeida (Portugal) – Deceuninck-Quick-Step – a 07′ 24”
7.º Romain Bardet (França) – Team DSM – a 08′ 05”
8.º Hugh Carthy (Reino Unido) – EF Education-Nippo – a 08′ 56”
9.º Tobias Foss (Noruega) – Jumbo-Visma – a 11′ 44”
10.º Daniel Martin (Irlanda) – Israel Start-Up Nation – a 18′ 35”
…
27.º Nélson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 1h 36′ 27”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da “Volta à Itália”:
- 5 vitórias – Alfredo Binda (1925, 1927, 1928, 1929 e 1933); Fausto Coppi (1940, 1947, 1949, 1952 e 1953); e Eddy Merckx (1968, 1970, 1972, 1973 e 1974)
- 3 vitórias – Giovanne Brunero (1921, 1922 e 1926); Gino Bartali (1936, 1937 e 1946); Florenzo Magni (1948, 1951 e 1955); Felice Gimondi (1967, 1969 e 1976); Bernard Hinault (1980, 1982 e 1985)
- 2 vitórias – Carlo Galetti (1910 e 1911); Costante Girardengo (1919 e 1923); Giovanni Valetti (1938 e 1939); Charly Gaul (1956 e 1959); Jacques Anquetil (1960 e 1964); Franco Balmamion (1962 e 1963); Giuseppe Saronni ((1979 e 1983); Miguel Indurain (1992 e 1993); Ivan Gotti (1997 e 1999); Gilberto Simoni (2001 e 2003); Paolo Salvoldelli (2002 e 2005); Ivan Basso (2006 e 2010); Alberto Contador (2008 e 2015); Vincenzo Nibali (2013 e 2016)
- 1 vitoria – Luigi Ganna (1909); Carlo Oriani (1913); Alfonso Calzolari (1914); Gaetano Belloni (1920); Giuseppe Enrici (1924); Luigi Marchisio (1930); Francesco Camusso (1931); Antonio Pesenti (1932); Learco Guerra (1934); Vasco Bergamaschi (1935); Hugo Koblet (1950); Carlo Clerici (1954); Gastone Nencini (1957); Ercole Baldini (1958); Arnaldo Pambianco (1961); Vittorio Adorni (1965); Gianni Motta (1966); Gösta Pettersson (1971); Fausto Bertoglio (1975); Michel Pollentier (1977); Johan De Muynck (1978); Giovanni Battaglin (1981); Francesco Moser (1984); Roberto Visentini (1986); Stephen Roche (1987); Andrew Hampsten (1988); Laurent Fignon (1989); Gianni Bugno (1990); Franco Chioccioli (1991); Evgeni Berzin (1994); Tony Rominger (1995); Pavel Tonkov (1996); Marco Pantani (1998); Stefano Garzelli (2000); Damiano Cunego (2004), Danilo Di Luca (2007); Denis Menchov (2009); Michele Scarponi (2011); Ryder Hesjedal (2012); Nairo Quintana (2014); Tom Dumoulin (2017); Chris Froome (2018); Richard Carapaz (2019); Tao Geoghegan Hart (2020); Egan Bernal (2021)
O Pulsar do Campeonato – 13ª Jornada

(“O Templário”, 27.05.2021)
Ainda com duas jornadas por disputar, num campeonato esta temporada reduzido a metade da sua extensão normal, o Coruchense, vencendo em Tomar, garantiu, desde já, matematicamente, a conquista do 1.º lugar, repetindo assim os triunfos obtidos em 2015 e 2017 – e depois de ter sido, entretanto, 2.º classificado em 2019 e 3.º na época passada, à data da interrupção da competição. O emblema do Sorraia consegue, desta forma, a terceira promoção aos campeonatos nacionais, nos últimos sete anos.
Destaques – O grande destaque da 13.ª e antepenúltima ronda foi, precisamente, a vitória (1-0) averbada pelo Coruchense perante o U. Tomar, que ocupava – depois do acerto de calendário de meio da semana passada – o 3.º posto da pauta classificativa.
A formação de Coruche, necessitando apenas de um ponto para confirmar o 1.º lugar, entrou praticamente a ganhar, tendo apontado o seu tento ainda antes de completados cinco minutos. Defrontando uma equipa tomarense privada de dois dos seus “elementos-chave” na estrutura defensiva (Nuno Rodrigues e Siaka Bamba), os visitantes foram muito eficazes, colocando-se em posição privilegiada logo desde a fase inicial da partida.
Os unionistas – outra vez com uma má entrada em jogo, tal como sucedera em Abrantes – sentiram o golo sofrido, tendo o adversário voltado a assustar, à passagem da meia hora, desta feita sem concretizar. Por seu lado, os nabantinos desperdiçariam soberana ocasião de empatar, por volta dos 35 minutos, não aproveitando momento de desconcentração do guardião contrário, tendo igualmente criado outras duas situações de perigo ainda antes do intervalo.
Na segunda metade o Coruchense adoptou uma toada de contenção, centrando-se sobretudo em ir gerindo o tempo – confiante que o objectivo (no mínimo, o empate) não lhe fugiria –, o que não impediria o União de criar ainda mais três boas oportunidades de golo, incluindo uma bola no ferro. Mas faltaria aos homens da casa um mínimo de eficácia para, pelo menos, evitar a derrota.
Destaca-se, igualmente, o triunfo averbado pelo Cartaxo, nas Fazendas de Almeirim, batendo o Fazendense (esta época com rendimento abaixo do que nos vinha habituando) por 2-0, ascendendo assim ao 2.º lugar, pese embora já a irrecuperáveis nove pontos do líder.
Realce, ainda, para mais um bom resultado do Mação, a confirmar o seu potencial, impondo-se por 2-0 em Samora Correia, subindo à 3.ª posição, que partilha agora com o Abrantes e Benfica, ambos somente a um ponto do Cartaxo, e, após esta jornada, dois pontos acima do U. Tomar.
Não tendo sido propriamente uma surpresa o desfecho do embate entre Rio Maior e Riachense, foi bem expressiva a goleada (6-0) imposta pelos riomaiorenses, o que lhes proporcionou ultrapassar igualar o Torres Novas na tabela, numa disputa muito apertada pela manutenção.
Surpresas – Ao invés, foram de alguma forma inesperados os empates registados no Abrantes e Benfica-Amiense (eram, antes deste encontro, respectivamente, 2.º e 10.º classificados), não tendo os abrantinos, actuando no seu reduto, conseguido desfazer o nulo; assim como no Glória do Ribatejo-Ferreira do Zêzere (neste caso, igualdade a duas bolas), sendo que os ferreirenses – a reagir muito bem à adversidade, que lhes provocara bem pesados desaires, por 0-7 (em Samora Correia) e 0-6 (em Alcanena, para a Taça), por duas vezes estiveram em vantagem, acabando por deixar escapar a vitória já nos derradeiros minutos.
Confirmações – Nos outros dois jogos os resultados enquadram-se no que seria expectável: vitória (3-1) do Entroncamento, na recepção ao Moçarriense, não desperdiçando a oportunidade de somar três preciosos pontos, recolando ao Ferreira do Zêzere e aproximando-se do Torres Novas, ao mesmo tempo que sentenciava o grupo da Moçarria, já virtualmente despromovido; e repartição de pontos (1-1) no Torres Novas-Alcanenense, bem mais vantajoso para os forasteiros, já tranquilos, que para os torrejanos, outra vez envolvidos na zona mais problemática da tabela.
II Divisão Distrital – Na série Norte, houve um resultado de “sensação”, com a goleada (4-1) obtida pelo Fátima no terreno do Espinheirense, a “devolver” a derrota (2-4) sofrida na primeira volta e “baralhando” as contas da promoção. O Caxarias-Vasco da Gama teve grande animação, com sucessivas cambiantes, terminando com triunfo dos visitados por 4-3.
A Sul, os dois primeiros ganharam e consolidaram posições: o Benavente, recebendo o Forense, venceu por 4-1; o Salvaterrense, também em casa, derrotou o Benfica do Ribatejo por 3-0, dispondo agora de uma margem de seis pontos face aos mais directos perseguidores (Forense e Porto Alto, tendo este vencido por 3-1 em Alpiarça).
Campeonato de Portugal – O U. Santarém, com um positivo empate a zero alcançado em Alverca, garantiu desde já – ainda com uma jornada por disputar –, tal como o seu adversário, o apuramento para a futura “Liga 3”.
Antevisão – Na I Divisão Distrital, com a questão do 1.º lugar já decidida, destaca-se, em especial, na disputa pelo 2.º posto, o Cartaxo-Abrantes e Benfica. O U. Tomar, que baixou à 5.ª posição, agora com remotas possibilidades de atingir ainda a vice-liderança, recebe o Amiense. Na luta pela “sobrevivência”, o Ferreira do Zêzere-Entroncamento afigura-se um embate cujo desfecho poderá vir a revelar-se crucial.
No escalão secundário, a Norte, teremos um único desafio, Vasco da Gama-At. Ouriense, o qual poderá permitir à turma de Ourém distanciar-se ainda mais na liderança. A Sul, o guia, Benavente, tem uma curta viagem até Coruche, para defrontar o “lanterna vermelha”, Rebocho, sendo amplamente favorito; por seu lado, o Salvaterrense desloca-se a Samora Correia, anotando-se ainda o Forense-Marinhais.
Na derradeira ronda da fase de qualificação para a “Liga 3”, com os dois lugares de apuramento da série já garantidos por Alverca e U. Santarém, os escalabitanos recebem o Marinhense, em partida que pouco mais traduzirá que “cumprir calendário”.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 27 de Maio de 2021)
Liga dos Campeões – Final – Manchester City – Chelsea
Manchester City – Ederson Moraes, Kyle Walker, John Stones, Rúben Dias, Oleksandr Zinchenko, Bernardo Silva (64m – Fernandinho), İlkay Gündoğan, Phil Foden, Riyad Mahrez, Kevin De Bruyne (60m – Gabriel Jesus) e Raheem Sterling (77m – Sergio Agüero)
Chelsea – Édouard Mendy, Reece James, César Azpilicueta, Thiago Silva (39m – Andreas Christensen), Antonio Rüdiger, Ben Chilwell, Jorge Frello Filho “Jorginho”, N’Golo Kanté, Kai Havertz, Mason Mount (80m – Mateo Kovačić) e Timo Werner (66m – Christian Pulišić)
0-1 – Kai Havertz – 42m
Cartões amarelos – İlkay Gündoğan (35m) e Gabriel Jesus (88m); Antonio Rüdiger (57m)
Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)
Estádio do Dragão – Porto
Com a final da “Liga dos Campeões” a ser disputada, pelo segundo ano sucessivo, em Portugal, desta vez no Porto, no regresso do público ao estádio, com cerca de 1/3 da lotação (aproximadamente 15.000 adeptos, repartidos pelas duas equipas finalistas), registou-se um jogo de grande intensidade competitiva, com as duas equipas muito encaixadas.
Coube ao Manchester City – ao qual era creditado maior favoritismo, atendendo nomeadamente ao percurso de ambas as equipas na “Premier League”, sendo que, por outro lado, chegava a esta final com apenas um empate cedido (ante o FC Porto) em 12 jogos disputados na competição – procurar assumir a iniciativa, mas tais tentativas esbarraram sempre na solidez defensiva do Chelsea, que chega ao termo da competição, após 13 jogos, com apenas quatro golos sofridos (menos um que o adversário).
Em paralelo, a formação de Londres – apenas derrotada, na edição deste ano da prova, pelo FC Porto – ia “mantendo em sentido” o oponente, procurando explorar o contra-ataque, o que viria a frutificar já próximo do intervalo, com Havertz, após um lançamento em profundidade, a contornar Ederson, e a empurrar a bola para a baliza deserta.
Na segunda metade a toada de jogo não se alterou significativamente, pese embora o City tentasse “apertar” mais, tendo, entretanto, o Chelsea beneficiado de oportunidade para ampliar a marca, com Pulišić a rematar ao lado. A melhor ocasião da turma de Guardiola surgiria já em período de compensação – numa fase já algo “em desespero” -, mas o resultado não se alterou, sendo Tuchel a fazer a festa (assim se “desforrando” da final perdida no ano passado, ao comando do Paris Saint-Germain).
Ao invés, as duas equipas de Manchester, favoritas à partida, acabaram por perder, ambas, as finais europeias desta temporada.
A lista de vencedores, nas 66 edições já disputadas da competição (sob as designações de Taça dos Campeões Europeus e, desde 1992-93, Liga dos Campeões), passou a ser assim ordenada:
- Real Madrid – 13 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14, 2015-16, 2016-17 e 2017-18)
- AC Milan – 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07)
- Liverpool – 6 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84, 2004-05 e 2018-19)
- Bayern München – 6 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01, 2012-13 e 2019-20)
- Barcelona – 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15)
- Ajax – 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95)
- Inter – 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10)
- Manchester United – 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08)
- Benfica – 2 (1960-61 e 1961-62)
- Nottingham Forest – 2 (1978-79 e 1979-80)
- Juventus – 2 (1984-85 e 1995-96)
- FC Porto – 2 (1986-87 e 2003-04)
- Chelsea – 2 (2011-12 e 2020-21)
- Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); e Borussia Dortmund (1996-97).
Liga Europa – Final – Villarreal – Manchester United
O Villarreal, clube que lidera o “ranking” histórico global da Liga Europa, culminou esse domínio com a conquista da edição desta época do troféu (sagrando-se assim vencedor, pela primeira vez, de uma grande prova europeia), em detrimento do Manchester United, no que constitui o 4.º título de Unai Emery na competição (depois dos obtidos pelo Sevilla, de 2014 a 2016).
Após um empate 1-1 no final do tempo regulamentar (pese embora o Manchester United ter procurado com mais insistência ganhar o jogo), o qual se manteve inalterado no prolongamento, teve lugar uma incrível série de 22 pontapés da marca de grande penalidade convertidos consecutivamente, até que – tendo, necessariamente, sido também os guarda-redes chamados a tentar marcar – David de Gea falhou a sua tentativa, proporcionando o triunfo da equipa espanhola por 11-10!
Foi o desfecho perfeito para uma excelente campanha do Villarreal, em que manteve a invencibilidade nos 14 jogos disputados (tendo somado 12 vitórias e 2 empates) – a que acresce ainda a vitória administrativa ante o Qarabağ, em encontro da última ronda da fase de grupos, não realizado devido a surto de “COVID” na rquipa do Azerbaijão.
No Palmarés da prova, após as 12 edições já disputadas sob o formato de “Liga Europa”, é a seguinte a lista de vencedores: Sevilla (2014, 2015, 2016 e 2020), At. Madrid (2010, 2012 e 2018), Chelsea (2013 e 2019), FC Porto (2011), Manchester United (2017) e Villarreal (2021).
Nas 38 edições anteriores (nas temporadas de 1971-72 a 2008-09), com a denominação da Taça UEFA, sagraram-se vencedores: Juventus (1977, 1990 e 1993), Inter (1991, 1994 e 1998) e Liverpool (1973, 1976 e 2001), com três títulos cada; Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979), Tottenham (1972 e 1984), Real Madrid (1985 e 1986), Göteborg (1982 e 1987), Parma (1995 e 1999), Feyenoord (1974 e 2002) e Sevilla (2006 e 2007), cada um com dois troféus; PSV Eindhoven (1978), Eintracht Frankfurt (1980), Ipswich Town (1981), Anderlecht (1983), Bayer Leverkusen (1988), Napoli (1989), Ajax (1992), Bayern München (1996), Schalke 04 (1997), Galatasaray (2000), FC Porto (2003), Valencia (2004), CSKA Moscovo (2005), Zenit St. Petersburg (2008) e Shakhtar Donetsk (2009).
Antes disso, criada em 1955, a par com a Taça dos Campeões Europeus, disputou-se, até à época de 1970-71, em 13 edições, a designada Taça das Cidades com Feiras, prova que seria precursora da Taça UEFA, apesar de não ser reconhecida a nível oficial pela UEFA, que teve por vencedores: Barcelona (1958, 1960 e 1966); Valencia (1962 e 1963) e Leeds United (1968 e 1971); Roma (1961), Zaragoza (1964), Ferencvaros (1965), D. Zagreb (1967), Newcastle (1969) e Arsenal (1970).
Num exercício de “consolidação” dos vencedores da competição nas suas três fórmulas/designações, temos os seguintes clubes que conquistaram mais do que um troféu: Sevilla (6); Barcelona, Juventus, Inter, Liverpool, Valencia e At. Madrid (3 cada); Leeds United, Borussia Mönchengladbach, Tottenham, Real Madrid, Göteborg, Parma, Feyenoord, FC Porto e Chelsea (2 cada).














