Liga Conferência Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Lille – Olimpija Ljubljana – 2-0
Slovan Bratislava – KÍ Klaksvík – 2-1
1º Lille e Slovan Bratislava, 3; 3º KÍ Klaksvík e Olimpija Ljubljana, 0
Grupo B
Maccabi Tel-Aviv – Breiðablik – 3-2
Zorya Luhansk – Gent – 1-1
1º Maccabi Tel-Aviv, 3; 2º Gent e Zorya Luhansk, 1; 4º Breiðablik, 0
Grupo C
Viktoria Plzeň – Ballkani – 1-0
Dinamo Zagreb – Astana – 5-1
1º Dinamo Zagreb e Viktoria Plzeň, 3; 3º Ballkani e Astana, 0
Grupo D
Club Brugge – Beşiktaş – 1-1
Lugano – Bodø/Glimt – 0-0
1º Beşiktaş, Club Brugge, Bodø/Glimt e Lugano, 1
Grupo E
Legia Warszawa – Aston Villa – 3-2
Zrinjski Mostar – AZ Alkmaar – 4-3
1º Zrinjski Mostar e Legia Warszawa, 3; 3º AZ Alkmaar e Aston Villa, 0
Grupo F
Genk – Fiorentina – 2-2
Ferencvárosi – Čukarički – 3-1
1º Ferencvárosi, 3; 2º Fiorentina e Genk, 1; 4º Čukarički, 0
Grupo G
Eintracht Frankfurt – Aberdeen – 2-1
HJK Helsinki – PAOK – 2-3
1º PAOK e Eintracht Frankfurt, 3; 3º HJK Helsinki e Aberdeen, 0
Grupo H
Ludogorets – Spartak Trnava – 4-0
Fenerbahçe – Nordsjælland – 3-1
1º Ludogorets e Fenerbahçe, 3; 3º Nordsjælland e Spartak Trnava, 0
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
West Ham – Bačka Topola – 3-1
Olympiacos – Freiburg – 2-3
1º West Ham e Freiburg, 3; 3º Olympiacos e Bačka Topola, 0
Grupo B
Ajax – O. Marseille – 3-3
Brighton – AEK – 2-3
1º AEK, 3; 2º Ajax e O. Marseille, 1; 4º Brighton, 0
Grupo C
Sparta Praha – Aris Limassol – 3-2
Rangers – Betis – 1-0
1º Sparta Praha e Rangers, 3; 3º Aris Limassol e Betis, 0
Grupo D
Atalanta – Raków Czestochowa – 2-0
Sturm Graz – Sporting – 1-2
1º Atalanta e Sporting, 3; 3º Sturm Graz e Raków Czestochowa, 0
Grupo E
Union Saint-Gilloise – Toulouse – 1-1
LASK – Liverpool – 1-3
1º Liverpool, 3; 2º Toulouse e Union Saint-Gilloise, 1; 4º LASK, 0
Grupo F
Stade Rennais – Maccabi Haifa – 3-0
Panathinaikos – Villarreal – 2-0
1º Stade Rennais e Panathinaikos, 3; 3º Villarreal e Maccabi Haifa, 0
Grupo G
Servette – Slavia Praha – 0-2
Sheriff Tiraspol – Roma – 1-2
1º Slavia Praha e Roma, 3; 3º Sheriff Tiraspol e Servette, 0
Grupo H
Bayer Leverkusen – BK Häcken – 4-0
Qarabağ – Molde – 1-0
1º Bayer Leverkusen e Qarabağ, 3; 3º Molde e BK Häcken, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Galatasaray – København – 2-2
Bayern München – Manchester United – 4-3
1º Bayern München, 3; 2º Galatasaray e København, 1; 4º Manchester United, 0
Grupo B
Sevilla – Lens – 1-1
Arsenal – PSV Eindhoven – 4-0
1º Arsenal, 3; 2º Lens e Sevilla, 1; 4º PSV Eindhoven, 0
Grupo C
Real Madrid – Union Berlin – 1-0
Sp. Braga – Napoli – 1-2
1º Napoli e Real Madrid, 3; 3º Sp. Braga e Union Berlin, 0
Grupo D
Benfica – FC Salzburg – 0-2
Real Sociedad – Inter – 1-1
1º FC Salzburg, 3; 2º Inter e Real Sociedad, 1; 4º Benfica, 0
Grupo E
Feyenoord – Celtic – 2-0
Lazio – At. Madrid – 1-1
1º Feyenoord, 3; 2º At. Madrid e Lazio, 1; 4º Celtic, 0
Grupo F
AC Milan – Newcastle – 0-0
Paris Saint-Germain – Borussia Dortmund – 2-0
1º Paris Saint-Germain, 3; 2º AC Milan e Newcastle, 1; 4º Borussia Dortmund, 0
Grupo G
Young Boys – RB Leipzig – 1-3
Manchester City – Crvena zvezda – 3-1
1º Manchester City e RB Leipzig, 3; 3º Crvena zvezda e Young Boys, 0
Grupo H
Barcelona – Royal Antwerp – 5-0
Shakhtar Donetsk – FC Porto – 1-3
1º Barcelona e FC Porto, 3; 3º Shakhtar Donetsk e Royal Antwerp, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – FC Salzburg
Benfica – Anatoliy Trubin, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Fredrik Aursnes, Orkun Kökçü (72m – Francisco “Chiquinho” Machado), João Neves, Ángel Di María (72m – David Neres), Rafael “Rafa” Silva (84m – Tiago Gouveia), João Mário (16m – Felipe Silva “Morato”) e Petar Musa (84m – Casper Tengstedt)
FC Salzburg – Alexander Schlager, Amar Dedić, Strahinja Pavlović (89m – Kamil Piątkowski), Samson Baidoo (71m – Oumar Solet), Aleksa Terzić, Mads Bidstrup, Lucas Gourna-Douath, Maurits Kjærgaard, Roko Šimić (71m – Petar Ratkov), Karim Konaté (59m – Sékou Koïta) e Oscar Gloukh (71m – Luka Sučić)
0-1 – Roko Šimić (pen.) – 15m
0-2 – Oscar Gloukh – 51m
Cartões amarelos – Anatoliy Trubin (2m), Rafael “Rafa” Silva (54m) e Nicolás Otamendi (69m); Lucas Gourna-Douath (21m), Samson Baidoo (58m), Roko Šimić (67m) e Sékou Koïta (90m)
Cartão vermelho – António Silva (13m)
Árbitro – Halil Umut Meler (Turquia)
O quarto de hora inicial deste desafio de estreia na Liga dos Campeões da presente temporada só não foi o exemplo acabado da “Lei de Murphy” porque o FC Salzburg desperdiçou, logo ao terceiro minuto, uma grande penalidade. De resto, um desastre completo para a equipa do Benfica.
Depois da conturbada saída de Odysseas Vlachodimos – que actuara em 57 dos últimos 61 desafios europeus do clube, disputados nas temporadas de 2018-19 a 2022-23 –, o Benfica fazia alinhar na baliza o jovem (22 anos) ucraniano Anatoliy Trubin, que acabara de fazer o seu primeiro jogo na equipa, quatro dias antes, em Vizela.
Coincidência ou não, na primeira intervenção que teve, logo aos dois minutos, numa saída precipitada da baliza, em vez de socar na bola, socou… o adversário, sendo o Benfica sancionado com a consequente grande penalidade, que Konaté, também desconcentrado, falhou clamorosamente, rematando muito por alto.
O conjunto austríaco apresentava um “onze” com uma média de idade muito jovem, que abordou este desafio com uma atitude atrevida, surpreendendo o adversário, em teoria favorito, e a jogar em casa, e que, naturalmente, pretendia também assumir a iniciativa do jogo e as investidas ao meio-campo contrário.
Tal proporcionou uma fase inicial bastante aberta, com João Mário, ainda cedo, a rematar ao poste, não tendo Musa conseguido fazer a recarga com a direcção certa, esbarrando num adversário.
O que se seguiu foi o culminar da tal “Lei de Murphy”: um atraso deficiente e desconexo de Bah, com Trubin, outra vez, desfocado do lance, Otamendi, com dificuldade, a evitar o golo, mas a bola, a fazer um “balão” e, na trajectória descendente, a embater na trave, com António Silva, posicionado sobre a linha de baliza, surpreendido com tal trajectória, instintivamente a afastar a bola com a mão, numa fracção de segundo irreflectida: aos 13 minutos, segunda grande penalidade contra o Benfica, e o defesa central expulso!
Desta feita a conversão seria confiada a Šimić, que não desperdiçou, colocando a sua equipa em vantagem. O Benfica, reduzido a dez, e a perder, tinha uma missão árdua pela frente.
O grupo reagiu bem, de forma solidária, conseguindo assentar o jogo, repor a calma possível e necessária, e, gradualmente, começando a empurrar a formação austríaca para a sua zona defensiva, obrigando o guardião Schlager a um par de boas intervenções.
Porém, todos os esforços seriam debalde perante nova descoordenação, logo no recomeço, com Morato e Aursnes a não acertarem as marcações, proporcionando a Gloukh ampliar a contagem para 2-0.
Ainda com cerca de 40 minutos para jogar, logo se perceberia que o desfecho da partida não se alteraria, agora com a equipa benfiquista animicamente derrotada.
Num balanço final, este terá sido um jogo atípico, em que o Benfica pagou caro as falhas “infantis” que cometeu, numa competição, de grande exigência, que requer rigor e concentração ao mais alto nível. Importa reagir de pronto.
Mundial de Râguebi – 2.ª Jornada

Grupo A
08.09.23 – França – N. Zelândia – 27-13
09.09.23 – Itália – Namíbia – 52-8
14.09.23 – França – Uruguai – 27-12
15.09.23 – N. Zelândia – Namíbia – 71-3
20.09.23 – Itália – Uruguai
21.09.23 – França – Namíbia
27.09.23 – Uruguai – Namíbia
29.09.23 – N. Zelândia – Itália
05.10.23 – N. Zelândia – Uruguai
06.10.23 – França – Itália
1º França, 8; 2º Itália, 5; 3º N. Zelândia, 5; 4º Uruguai, 0; 5º Namíbia, 0
Grupo B
09.09.23 – Irlanda – Roménia – 82-8
10.09.23 – África Sul – Escócia – 18-3
16.09.23 – Irlanda – Tonga – 59-16
17.09.23 – África Sul – Roménia – 76-0
23.09.23 – África Sul – Irlanda
24.09.23 – Escócia – Tonga
30.09.23 – Escócia – Roménia
01.10.23 – África Sul – Tonga
07.10.23 – Irlanda – Escócia
08.10.23 – Tonga – Roménia
1º Irlanda, 10; 2º África Sul, 9; 3º Escócia e Tonga, 0; 5º Roménia, 0
Grupo C
09.09.23 – Austrália – Geórgia – 35-15
10.09.23 – P. Gales – I. Fiji – 32-26
16.09.23 – P. Gales – Portugal – 28-8
17.09.23 – Austrália – I. Fiji – 15-22
23.09.23 – Geórgia – Portugal
24.09.23 – P. Gales – Austrália
30.09.23 – I. Fiji – Geórgia
01.10.23 – Austrália – Portugal
07.10.23 – P. Gales – Geórgia
08.10.23 – I. Fiji – Portugal
1º P. Gales, 10; 2º I. Fiji e Austrália, 6; 4º Geórgia e Portugal, 0
Grupo D
09.09.23 – Inglaterra – Argentina – 27-10
10.09.23 – Japão – Chile – 42-12
16.09.23 – Samoa – Chile – 43-10
17.09.23 – Inglaterra – Japão – 34-12
22.09.23 – Argentina – Samoa
23.09.23 – Inglaterra – Chile
28.09.23 – Japão – Samoa
30.09.23 – Argentina – Chile
07.10.23 – Inglaterra – Samoa
08.10.23 – Japão – Argentina
1º Inglaterra, 9; 2º Samoa, 5; 3º Japão, 5; 4º Argentina, 0; 5º Chile, 0
O Pulsar do Campeonato – Taça de Portugal – 1ª eliminatória

(“O Templário”, 14.09.2023)
13-0, 10-0, 8-0, 0-7, 6-0, 0-5, foram alguns dos resultados dos jogos da 1.ª eliminatória da Taça de Portugal da época de 2023-24, em desafios tão desnivelados que colocam bem em evidência o diferencial entre clubes estruturados para a disputa de competições de âmbito nacional (Liga 3 e Campeonato de Portugal) e os que militam em provas de cariz regional.
Do total de 32 representantes dos Distritais que disputaram esta jornada inicial da Taça, vinte defrontaram adversários de escalão superior (cinco da Liga 3 e quinze do Campeonato de Portugal), apenas um deles – o Olivais e Moscavide – conseguindo evitar a eliminação, ao vencer (2-1), em terreno alheio, o Real; sendo que vários outros sofreram tais inclementes goleadas.
Tinham ido a sorteio, na ronda de abertura, 112 clubes (18 da Liga 3 – excluindo as equipas “B”, de Sporting e Sp. Braga; 53 do Campeonato de Portugal – excluindo também as equipas “B”, de Alverca, Marítimo e V. Guimarães; e 41 dos Distritais), tendo ficado isentos 40 emblemas (entre eles, o U. Tomar, tal como Atlético, Barreirense, Oriental, Sp. Covilhã, Tirsense ou V. Setúbal).
Destaques – Para além da referida proeza do Olivais e Moscavide, registou-se apenas um outro “tomba-gigantes”, com o Limianos (Campeonato de Portugal) a superar, no desempate da marca de grande penalidade, o Varzim (Liga 3), depois de igualdade a duas bolas, após prolongamento.
As equipas do Alqueidão da Serra, Castrense, Quarteirense, Pombal, Tocha e U. Micaelense foram os outros seis representantes dos Distritais a seguir em frente (juntando-se aos nove clubes de tal divisão que tinham ficado isentos), tendo afastado rivais da sua igualha (idêntico escalão).
Nos três embates entre clubes da Liga 3, Felgueiras, Pêro Pinheiro – próximo adversário dos unionistas – e Sanjoanense impuseram-se, respectivamente, a Fafe, Caldas e Anadia, por curiosidade em partidas que terminaram empatadas no final dos 90 minutos, tendo duas sido decididas da marca de “penalty”, só os felgueirenses tendo desfeito o empate no prolongamento.
Nos cinco confrontos entre equipas que militam no Campeonato de Portugal, destaca-se a eliminação do histórico Beira-Mar, já vencedor da prova, em 1998-99, agora derrotado, por 1-3, pelo Florgrade, de Cortegraça, recente Campeão Distrital de… Aveiro. No reencontro entre Peniche e Marinhense (depois de se terem defrontado, para o campeonato, duas semanas antes), manteve-se o 0-0 até final dos 90 minutos, subsistindo o empate (1-1) após prolongamento, acabando os homens da casa por ser mais eficazes no desempate da marca de grande penalidade.
Por seu lado, no “derby” de Coimbra, o União 1919 resistiu ao superior poderio da Académica (Liga 3), mantendo o nulo até ao final do tempo regulamentar, vindo a soçobrar no prolongamento, já em inferioridade numérica, tendo a briosa acabado por ganhar por 3-0.
Confirmações – Recuperemos então a “história” das goleadas, em que os deveras expressivos números “falam por si”, com os clubes dos Distritais impotentes para opor resistência a quatro adversários da Liga 3 – 13-0 no Alverca-Gavionenses; 10-0 no Lusitânia Lourosa-Régua; 8-0 no Amora-V. Pico; e 0-5 no Fornos Algodres-O. Hospital – e a dois do Campeonato de Portugal, com 6-0 no U. Santarém-Proença-a-Nova; e 0-7 no Amiense-Benfica e Castelo Branco.
Tal como sucedera na última época, dos (três) representantes do Distrito de Santarém que disputaram a 1.ª eliminatória, apenas o U. Santarém – uma das equipas vitoriosas com goleada – garantiu o apuramento para a ronda seguinte (a par do U. Tomar, como antes referido, isento).
O Torres Novas (vencedor da Taça do Ribatejo), jogando em reduto alheio, ofereceu boa réplica face ao Alqueidão da Serra (3.º no Distrital de Leiria), tendo chegado a dispor de vantagem de dois tentos, acabando, contudo, por consentir o empate (2-2) que se registava no final dos 90 minutos, vindo ainda a sofrer o golo que ditou o 3-2 no derradeiro minuto do prolongamento.
Já no que respeita ao desfecho da partida de Amiais de Baixo, com o grupo da casa – recente vice-campeão distrital, em igualdade pontual com o Campeão – a ser goleado por 0-7 (0-4 ao intervalo) por conjunto que milita no escalão imediatamente acima, tal será de molde a suscitar reflexão. O Amiense confirmou, aliás, forte “aversão” a desafios com os albicastrenses, que, por curiosidade, tinham também já goleado, em Castelo Branco, por 9-0, há oito anos, igualmente para a Taça.
Apuraram-se nove clubes da Liga 3 (mais cinco que tinham ficado isentos no sorteio), vinte do Campeonato de Portugal (mais os 26 isentos) e sete do Distrital (mais nove isentos); aos quais se juntarão, na 2.ª eliminatória da Taça de Portugal, 16 equipas da II Liga. Como indicado, o U. Tomar será anfitrião do Pêro Pinheiro (Liga 3), enquanto o U. Santarém se deslocará ao Minho, para defrontar o Dumiense (turma também integrada no Campeonato de Portugal).
Antevisão – Neste fim-de-semana está de regresso o Campeonato de Portugal, já na sua 4.ª jornada, realçando-se os desafios: Marinhense (1.º) – U. Santarém (por ora, no 10.º posto); Lusitânia (13.º) – Sertanense (2.ª posição, depois de, no passado Domingo, em desafio que tinha ficado em atraso, ter derrotado o Rabo de Peixe, por 3-2); e B. C. Branco (6.º) – Alverca “B” (4.º).
Por seu lado, o U. Tomar (7.º classificado) viaja até à Serra da Estrela, para defrontar o Gouveia, nesta altura, no antepenúltimo posto (integrando um quarteto em igualdade pontual, que se posiciona entre o 9.º e 12.º lugares), pese embora um único ponto abaixo dos nabantinos.
Arranca também mais uma edição do Distrital da I Divisão – na centésima temporada de competições da Associação de Futebol de Santarém –, numa época que promete ser empolgante, com vários concorrentes com aspirações aos lugares cimeiros, com destaque, em especial, para Ferreira do Zêzere, Fátima e Fazendense, com Amiense e Mação também na luta, e Alcanenense e o recém-despromovido Coruchense a apostarem em formações repletas de juventude.
Na primeira jornada, destacam-se as seguintes partidas: logo a abrir o apetite, um entusiasmante Fazendense-Fátima, entre candidatos; por seu lado, o Ferreira do Zêzere terá a visita do Torres Novas, dois conjuntos que se conhecem bastante bem; o Mação recebe o recente Campeão do escalão secundário, Moçarriense; cabendo ao Coruchense deslocar-se ao terreno de outro promovido, o Vasco da Gama. Por curiosidade, nos Amiais de Baixo, cruzam-se os vice-campeões da I e da II Divisão Distrital da época finda, respectivamente, Amiense e Forense.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 14 de Setembro de 2023)
Portugal – Luxemburgo (Europeu 2024 – Qualif.)
Portugal – Diogo Costa, Nélson Semedo (60m – João Cancelo), Rúben Dias, Gonçalo Inácio, Diogo Dalot, Bruno Fernandes, Danilo Pereira (75m – Rúben Neves), Bernardo Silva (60m – Ricardo Horta), Diogo Jota, Rafael Leão (75m – Otávio) e Gonçalo Ramos (60m – João Félix)
Luxemburgo – Anthony Moris, Florian Bohnert (45m – Lars Gerson), Laurent Jans, Maxime Chanot (78m – Seid Korač), Enes Mahmutović, Michael “Mica” Pinto (54m – Vincent Thill), Yvandro Borges Sanches, Timothé Rupil (45m – Sébastien Thill), Leandro Barreiro, Danel Sinani e Alessio Curci (45m – Dirk Carlson)
1-0 – Gonçalo Inácio – 12m
2-0 – Gonçalo Ramos – 18m
3-0 – Gonçalo Ramos – 34m
4-0 – Gonçalo Inácio – 45m
5-0 – Diogo Jota – 58m
6-0 – Ricardo Horta – 67m
7-0 – Diogo Jota – 78m
8-0 – Bruno Fernandes – 83m
9-0 – João Félix – 88m
Cartões amarelos – Vincent Thill (55m), Enes Mahmutović (65m) e Lars Gerson (76m)
Árbitro – John Brooks (Inglaterra)
A discussão não terá uma conclusão definitiva, dado não ser possível fazer o contra-factual: a ausência de Cristiano Ronaldo (a cumprir jogo de castigo, devido ao cartão amarelo com que fora admoestado em Bratislava) teve influência no (notável) desempenho da selecção de Portugal neste jogo, ou ter-se-á tratado de uma coincidência? Com ele em campo teria a equipa portuguesa conseguido um resultado (e exibição) similar?
O que é facto é que Portugal fixou um novo “record” de goleadas, em mais de um século de história, superando o anterior máximo de 8-0, aplicado frente ao Liechtenstein (por duas vezes, em 1994 e em 1999, nas fases de qualificação para os “Europeus” de 1996 e 2000) e ao Kuwait (em 2003, em jogo particular).
Como se explica que tal tenha sucedido, justamente, ante a melhor selecção luxemburguesa das últimas (largas) décadas? Talvez, precisamente, por isso.
Nos quatro jogos disputados nesta fase de qualificação, frente aos restantes adversários, o Luxemburgo somou três vitórias (incluindo uma na Bósnia) e um empate (na Eslováquia), tendo sofrido um único golo… um contraste tremendo com os dois encontros com Portugal, nos quais encaixou um total de 15 golos!
Depois do 6-0 de Março, e atendendo à boa campanha que a equipa luxemburguesa vinha realizando, poderia até questionar-se – dadas também as exibições relativamente sombrias que a turma portuguesa vinha apresentando – se este jogo seria, de algum modo, susceptível a alguma (imprevista) surpresa.
Afinal, bastaram 18 minutos para colocar os luxemburgueses “KO”. Os dois golos sofridos num curto período de seis minutos desmontaram qualquer estratégia que o seleccionador contrário tivesse congeminado, numa abordagem que, distintamente do que foi característico da equipa durante numerosos anos, pretenderia ser mais ambiciosa e “atrevida”.
A partir daí, uma cada vez mais desconexa selecção do Luxemburgo, sem conseguir opor efectiva resistência, muito pouco conseguiria fazer para evitar o natural avolumar do resultado: ao intervalo eram já quatro os golos dos “Gonçalos” (ambos a bisar, com destaque para o defesa central do Sporting, Gonçalo Inácio, que se estreou a marcar).
De facto, “apenas” tiveram de dar boa sequência à avalanche de cruzamentos, ora de Bruno Fernandes, ora de Rafael Leão, verdadeiramente “endiabrados”, com realce para o centro-campista do Manchester United, em grande evidência.
E a toada do jogo não se alteraria na segunda metade: depois de Gonçalo Ramos e de Gonçalo Inácio, também Diogo Jota bisaria, havendo ainda oportunidade para Bruno Fernandes coroar a sua excelente exibição (três assistências para golo), marcando também, cabendo a João Félix fechar a contagem com um tento de assinalável execução técnica.
Chegou a pensar-se em atingir os “dois dígitos”, mas, nos minutos finais, os luxemburgueses cerraram fileiras em torno do seu sector defensivo, impedindo que se tivesse concretizado o 10-0. Mas, antes disso, outras flagrantes oportunidades tinham ficado por materializar, nomeadamente por Rafael Leão.
Para a história fica, não só a expressão do resultado – que, na continuidade dos jogos anteriores, se traduz num somatório de seis vitórias em seis jogos, e num fantástico “score” agregado de 24-0! – como, especialmente, a exibição quase “perfeita” realizada pelo colectivo português.
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 6 6 - - 24 - 0 18 2º Eslováquia 6 4 1 1 8 - 2 13 3º Luxemburgo 6 3 1 2 7 -16 10 4º Islândia 6 2 - 4 10 - 9 6 5º Bósnia-Herzegovina 6 2 - 4 5 - 9 6 6º Liechtenstein 6 - - 6 1 -19 -
6ª jornada
11.09.2023 – Eslováquia – Liechtenstein – 3-0
11.09.2023 – Islândia – Bósnia-Herzegovina – 1-0
11.09.2023 – Portugal – Luxemburgo – 9-0
Mundial de Râguebi – 1.ª Jornada

Grupo A
08.09.23 – França – N. Zelândia – 27-13
09.09.23 – Itália – Namíbia – 52-8
14.09.23 – França – Uruguai
15.09.23 – N. Zelândia – Namíbia
20.09.23 – Itália – Uruguai
21.09.23 – França – Namíbia
27.09.23 – Uruguai – Namíbia
29.09.23 – N. Zelândia – Itália
05.10.23 – N. Zelândia – Uruguai
06.10.23 – França – Itália
1º Itália, 5; 2º França, 4; 3º Uruguai, 0; 4º N. Zelândia e Namíbia, 0
Grupo B
09.09.23 – Irlanda – Roménia – 82-8
10.09.23 – África Sul – Escócia – 18-3
16.09.23 – Irlanda – Tonga
17.09.23 – África Sul – Roménia
23.09.23 – África Sul – Irlanda
24.09.23 – Escócia – Tonga
30.09.23 – Escócia – Roménia
01.10.23 – África Sul – Tonga
07.10.23 – Irlanda – Escócia
08.10.23 – Tonga – Roménia
1º Irlanda, 5; 2º África Sul, 4; 3º Tonga, 0; 4º Escócia e Roménia, 0
Grupo C
09.09.23 – Austrália – Geórgia – 35-15
10.09.23 – P. Gales – I. Fiji – 32-26
16.09.23 – P. Gales – Portugal
17.09.23 – Austrália – I. Fiji
23.09.23 – Geórgia – Portugal
24.09.23 – P. Gales – Austrália
30.09.23 – I. Fiji – Geórgia
01.10.23 – Austrália – Portugal
07.10.23 – P. Gales – Geórgia
08.10.23 – I. Fiji – Portugal
1º Austrália e P. Gales, 5; 3º I. Fiji, 2; 4º Portugal, 0; 5º Geórgia, 0
Grupo D
09.09.23 – Inglaterra – Argentina – 27-10
10.09.23 – Japão – Chile – 42-12
16.09.23 – Samoa – Chile
17.09.23 – Inglaterra – Japão
22.09.23 – Argentina – Samoa
23.09.23 – Inglaterra – Chile
28.09.23 – Japão – Samoa
30.09.23 – Argentina – Chile
07.10.23 – Inglaterra – Samoa
08.10.23 – Japão – Argentina
1º Japão, 5; 2º Inglaterra, 4; 3º Samoa, 0; 4º Argentina e Chile, 0
O Pulsar do Campeonato – Campeonato de Portugal – 3ª Jornada

(“O Templário”, 07.09.2023)
A precedente vitória do U. Tomar em campeonatos nacionais ocorrera no já distante dia 3 de Fevereiro de 2002, na recepção ao Teixosense, em partida a contar para a 20.ª jornada da III Divisão. Mais de vinte anos passados, na sua estreia, em Tomar, no Campeonato de Portugal, o União voltou a vencer, ao segundo jogo que disputa na presente temporada.
A atestar a “anormalidade” do registo de seis golos da ronda anterior, foram marcados, nesta 3.ª jornada, 16 tentos, tantos como no dia de arranque da prova – sendo que, em cada um dos três fins-de-semana decorridos, sempre houve um jogo adiado, tendo sido disputados seis encontros.
Destaques – A primeira nota de realce vai, pois, para o triunfo do U. Tomar, frente ao V. Sernache, fruto de um solitário golo, apontado por Siaka Bamba, à passagem dos dez minutos. Por curiosidade, o costa-marfinense, centro-campista – que, aliás, na última época, por várias vezes alinhou como defesa central –, foi o autor de todos os últimos quatro tentos unionistas, obtidos nos três jogos oficiais disputados pelo clube desde que, a 21 de Maio, se sagrou Campeão Distrital.
Após um desfecho desfavorável no desafio inaugural, em Coimbra, mas tendo deixado bons sinais, a turma nabantina abordou este primeiro encontro no seu reduto de forma personalizada, assumindo a iniciativa, empurrando o adversário para o seu sector defensivo.
E, ainda cedo, seria feliz: na sequência de um pontapé de canto, surgiu Siaka Bamba, a desviar de cabeça, para o fundo da baliza, fazendo o que acabaria por ser o único golo da partida, proporcionando ao emblema rubro-negro somar os seus primeiros (e tão importantes) três pontos.
Durante a primeira parte os tomarenses mantiveram maior ascendente. Para a segunda metade, após alterações tácticas, a equipa do V. Sernache surgiria mais afoita, porém revelando pechas na finalização. Na parte final do confronto, o grupo unionista teria de cerrar fileiras, defendendo, de forma solidária, a escassa mas preciosa vantagem, que conseguiria preservar até final.
Uma vitória muito importante, não só em termos aritméticos, da tabela classificativa, mas, principalmente, pelo efeito anímico, reforçando o nível de confiança da equipa, que vem mostrando capacidade competitiva neste escalão, mesmo que, até agora, tenha defrontado dois clubes recém-promovidos, os Campeões Distritais de Coimbra e de Castelo Branco.
Em destaque esteve também, precisamente, o Benfica e Castelo Branco, a impor-se no terreno do Mortágua, ganhando por 2-1, com a particularidade de os dois tentos terem sido alcançados na conversão de grandes penalidades, que lhe conferiram importante vantagem, de 2-0, no final do primeiro tempo. Foi também a estreia dos albicastrenses a ganhar nesta edição da prova.
Por seu lado, o líder, Marinhense, cedeu os primeiros pontos, empatando a uma bola na Sertã, mas não deverá ter ficado descontente por completo, dado que fora o Sertanense a inaugurar o marcador, logo aos doze minutos, tendo o conjunto da Marinha Grande restabelecido a igualdade logo no reatar da partida, após o intervalo.
Dos cinco clubes que, à 2.ª jornada, somavam dois empates, apenas um deles saiu vitorioso, tendo todos os restantes (V. Sernache, Mortágua, Gouveia e U. Santarém) sido desfeiteados na 3.ª ronda. A jovem equipa “B” do Alverca, recebendo justamente o Gouveia (que surpreendera pela positiva, ao ir pontuar a Santarém), ganhou por 3-1, tendo operado reviravolta no marcador, com o seu avançado, Rodrigo Freitas, em especial evidência, autor de um “hat-trick”.
Surpresa – Ao segundo jogo em casa, segunda surpresa negativa da parte do U. Santarém, batido por 0-1 pelo anterior “lanterna vermelha”, Peniche, com um tento apontado próximo da hora de jogo. A “procissão ainda vai no adro” mas os escalabitanos necessitam rectificar processos, de forma a sustentar as suas aspirações a lugares cimeiros.
Valer-lhes-á, como alguma forma de consolo, o facto de outro potencial candidato, o grupo do Fontinhas, ter passado, entretanto, a ocupar o último lugar da tabela, mas tendo um jogo em atraso, precisamente o referente a esta ronda, em que deverá receber o União 1919.
Confirmação – Na sequência da igualdade entre Marinhense e Sertanense – duas das equipas que tinham vencido os jogos até então realizados – a formação de Rabo de Peixe é agora a única que conta por triunfos os desafios disputados (apenas dois): tendo principiado por ir ganhar ao terreno do Fontinhas por 2-0, derrotou agora o outro clube dos Açores, o Lusitânia, por renhido 3-2.
Os visitantes começaram por surpreender, colocando-se em vantagem aos onze minutos, a qual, contudo, seria de curta duração, tendo os donos da casa empatado cinco minutos volvidos. Pouco depois do quarto de hora da segunda parte, mais dois tentos da turma de Rabo de Peixe pareciam garantir uma vitória tranquila; porém, com o 3-2, seria necessário manter a concentração até final.
Após a realização das três primeiras jornadas – sendo que são, nesta altura, seis os clubes com um jogo em atraso – o Marinhense lidera com sete pontos, um mais que o Rabo de Peixe, estando o Alverca “B” um degrau abaixo, seguindo-se um trio, formado por Sertanense, União 1919 e Benfica e C. Branco, com quatro pontos. O U. Tomar (um dos emblemas com um jogo a menos), mercê do triunfo averbado, subiu até ao 7.º posto, que reparte com o Peniche (este com três jogos).
Antevisão – O Campeonato de Portugal sofre a sua primeira pausa, para disputa da 1.ª eliminatória da Taça de Portugal, fase da qual, por sorteio, os tomarenses ficaram isentos.
Nos desafios que envolvem clubes desta série C, destaca-se o curioso “derby” de Coimbra, entre Académica e União 1919. Assinala-se também a coincidência de Peniche e Marinhense se voltarem a defrontar, apenas duas semanas depois do encontro para o campeonato. O Fontinhas joga, uma vez mais, com uma equipa açoriana, o Flamengos, da cidade da Horta (ilha do Faial).
O U. Santarém receberá o Proença-a-Nova (representante do Distrital de Castelo Branco), sendo amplamente favorito a seguir em frente. Do embate entre Pêro Pinheiro e Caldas (ambos a disputar a Liga 3) sairá o adversário dos nabantinos na eliminatória seguinte.
Por seu lado, os representantes do Distrital de Santarém têm a seguinte agenda: o Amiense (vice-campeão distrital) terá a visita do Benfica e Castelo Branco; cabendo ao Torres Novas (vencedor da Taça do Ribatejo) deslocar-se ao reduto do Alqueidão da Serra (Distrital de Leiria).
O Campeonato de Portugal será retomado no fim-de-semana de 17 de Setembro, com o União de Tomar a ir de longada até à Serra da Estrela, para defrontar o Gouveia. Realce ainda, na 4.ª ronda, para o embate entre Marinhense e U. Santarém, enquanto o Rabo de Peixe visita o União 1919.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 7 de Setembro de 2023)
Eslováquia – Portugal (Europeu 2024 – Qualif.)
Martin Dúbravka, Peter Pekarík, Denis Vavro, Milan Škriniar, Dávid Hancko, Juraj Kucka (75m – László Bénes), Stanislav Lobotka (83m – Patrik Hrošovský), Ondrej Duda, Ivan Schranz (63m – Tomáš Suslov), Róbert Polievka (63m – Róbert Boženík) e Lukáš Haraslín (83m – Dávid Ďuriš)
Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Rúben Dias, António Silva, João Cancelo (62m – Nélson Semedo), João Palhinha, Bruno Fernandes, Vítor Ferreira “Vitinha” (62m – Otávio), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e Rafael Leão (62m – Pedro Neto)
0-1 – Bruno Fernandes – 43m
Cartões amarelos – Ivan Schranz (35m) e Ondrej Duda (53m); Cristiano Ronaldo (62m)
Árbitro – Glenn Nyberg (Suécia)
Este era, teoricamente, o jogo mais difícil desta fase de qualificação. Tendo sido superado com êxito, atingindo-se um “record” histórico de cinco vitórias em cinco jogos, com 15-0 no agregado de golos, a selecção portuguesa tem – cumprida que está apenas a primeira metade deste apuramento – praticamente garantida a presença na fase final, do próximo ano, na Alemanha.
Uma vez mais o resultado parece ter sido bem melhor que a exibição, com a equipa da Eslováquia a começar por mostrar-se aguerrida, pressionando logo à saída do meio-campo de Portugal, que denotava dificuldades em dar fluidez ao seu jogo ofensivo.
A formação da casa criaria mesmo algumas situações de perigo, em especial, já a findar a primeira parte, com um remate ao poste. Sucedeu tal imediatamente antes do que viria a ser o único golo da partida: em dia de aniversário (29 anos) Bruno Fernandes teve (e ofereceu) uma bela prenda, com um remate cruzado, sem hipótese de defesa para Dúbravka, na sequência de uma boa arrancada.
Em termos psicológicos e motivacionais o ascendente passara para o lado de Portugal. No segundo tempo, sem ter criado grandes oportunidades para ampliar a vantagem, a equipa nacional começou, gradualmente, a privilegiar o controlo do jogo… e do tempo.
Ainda assim, não evitaria mais um susto, pouco antes da hora de jogo, com um remate de Schranz, a sair ao lado da baliza de Diogo Costa. Até final, pese embora a formação da casa não tenha baixado os braços, o resultado não se alteraria.
GRUPO J Jg V E D G Pt 1º Portugal 5 5 - - 15 - 0 15 2º Eslováquia 5 3 1 1 5 - 2 10 3º Luxemburgo 5 3 1 1 7 - 7 10 4º Bósnia-Herzegovina 5 2 - 3 5 - 8 6 5º Islândia 5 1 - 4 9 - 9 3 6º Liechtenstein 5 - - 5 1 -16 -
5ª jornada
08.09.2023 – Bósnia-Herzegovina – Liechtenstein – 2-1
08.09.2023 – Eslováquia – Portugal – 0-1
08.09.2023 – Luxemburgo – Islândia – 3-1



