Liga Conferência – 2024-25 – Calendário

É o seguinte o calendário completo da “UEFA Conference League” 2024-25:

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31 Agosto, 2024 at 9:57 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 2024-25 – Calendário

É o seguinte o calendário completo da “Europa League” 2024-25:

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31 Agosto, 2024 at 9:24 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2024-25 – Calendário

É o seguinte o calendário completo da “Champions League” 2024-25:

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31 Agosto, 2024 at 3:46 pm Deixe um comentário

Liga Conferência – 2024-25 – Sorteio

Igualmente com novo formato em estreia, neste caso, numa “Liga” disputada em seis rondas, com cada clube a defrontar um adversário de cada um dos “Potes” 1 a 6, é o seguinte o sorteio da “UEFA Conference League” 2024-25:

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As seis rondas serão disputadas, a 3 de Outubro (1.ª), 24 de Outubro (2.ª), 7 de Novembro (3.ª), 28 de Novembro (4.ª), 12 de Dezembro (5.ª) e 19 de Dezembro (6.ª e última jornada, com todos os 18 jogos no mesmo dia e à mesma hora).

A Final da Liga Conferência desta temporada é prevista disputar-se no “Stadion Wrocław”, em Wroclaw, Polónia, a 28 de Maio de 2025.

30 Agosto, 2024 at 2:20 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 2024-25 – Sorteio

Também com novo formato em estreia, numa “Liga” disputada em oito rondas, com cada clube a defrontar dois adversários de cada um dos “Potes” 1 a 4, é o seguinte o sorteio da “Europa League” 2024-25, indicando-se, para cada equipa, sequencialmente, os jogos a disputar em casa e fora, de forma alternada:

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As oito rondas serão disputadas, a 25 e 26 de Setembro (1.ª), 3 de Outubro (2.ª), 24 de Outubro (3.ª), 7 de Novembro (4.ª), 28 de Novembro (5.ª), 12 de Dezembro (6.ª), 23 de Janeiro (7.ª) e 30 de Janeiro (8.ª e última jornada, com todos os 18 jogos no mesmo dia e à mesma hora).

A Final da Liga Europa desta temporada é prevista disputar-se no “Estádio de San Mamés”, em Bilbau, Espanha, a 21 de Maio de 2025.

30 Agosto, 2024 at 12:52 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2024-25 – Sorteio

Com um novo formato em estreia, numa “Liga” disputada em oito rondas, com cada clube a defrontar dois adversários de cada um dos “Potes” 1 a 4, é o seguinte o sorteio da “Champions League” 2024-25, indicando-se, para cada equipa, sequencialmente, os jogos a disputar em casa e fora, de forma alternada:

(clicar na imagem para ampliar)

As oito rondas serão disputadas, entre 17 e 19 de Setembro (1.ª), a 1 e 2 de Outubro (2.ª), 22 e 23 de Outubro (3.ª), 5 e 6 de Novembro (4.ª), 26 e 27 de Novembro (5.ª), 10 e 11 de Dezembro (6.ª), 21 e 22 de Dezembro (7.ª) e 29 de Janeiro (8.ª e última jornada, com todos os 18 jogos no mesmo dia e à mesma hora).

A Final da Liga dos Campeões desta temporada é prevista disputar-se no “Allianz Arena”, em Munique, Alemanha, a 31 de Maio de 2025.

AC Milan, Arsenal, Atlético de Madrid, Bayern München, Benfica, Borussia Dortmund, Celtic, Crvena zvezda, FC Barcelona, FC Salzburg, Feyenoord, Internazionale, Manchester City, Paris Saint-Germain, PSV Eindhoven, RB Leipzig, Real Madrid, Shakhtar Donetsk e Young Boys são os 19 clubes que repetem a participação depois de terem disputado a fase de Grupos da Liga dos Campeões da época passada.

29 Agosto, 2024 at 6:51 pm Deixe um comentário

Patrícia Sampaio – Medalha de Bronze nos Jogos Olímpicos

A judoca tomarense Patrícia Sampaio, de 25 anos, atleta filiada na Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos, na categoria de “- de 78 kg”, no que constitui o primeiro pódio de Portugal nesta edição das Olimpíadas, “Paris – 2024”.

Num dia repleto de emoções, Patrícia Sampaio – treinada pelo seu irmão, Igor Sampaio – teve de enfrentar cinco adversárias, tendo vencido quatro delas, apenas tendo perdido nas meias-finais, num renhido duelo com a italiana Alice Bellandi, que viria a sagrar-se Campeã Olímpica.

Antes disso tinha-se superiorizado claramente, face à queniana Zeddy Cherotich (em menos de 30 segundos!), à francesa Madeleine Malonga (vice-campeã olímpica, há três anos, em Tóquio), e à chinesa Ma Zhenzhao.

Após ter sido afastada da final, defrontaria, no combate de disputa da medalha de bronze, a japonesa Rika Takayama, tendo Patrícia Sampaio levado a melhor, entrando na história do desporto em Portugal.

Este foi o ponto mais alto da sua carreira, até à data, depois de se ter sagrado Campeã da Europa de Juniores em 2018 e 2019, de ter alcançado também a medalha de bronze nos Mundiais de Juniores de 2017, 2018 e 2019 e de ter sido ainda Campeã Europeia de sub-23 em 2021, e, igualmente, medalha de bronze no Campeonato Europeu de 2023.

Foi a seguinte a constituição do pódio: medalha de ouro – Alice Bellandi (Itália); medalha de prata – Inbar Lanir (Israel); medalha de bronze – Patrícia Sampaio (Portugal) e Ma Zhenzhao (China).

1 Agosto, 2024 at 10:12 pm Deixe um comentário

3.ª vitória de Tadej Pogačar no “Tour de France”

Após dois anos em que foi suplantado por Jonas Vingegaard, o esloveno Tadej Pogačar voltou a ganhar o “Tour de France”, prova que conquista pela terceira vez, numa edição em que dominou, praticamente de princípio a fim.

Pelo quarto ano sucessivo, os dois lugares mais altos do pódio ficaram entregues aos dois ciclistas que têm monopolizado a vitória na competição nos últimos cinco anos, num empolgante “mano a mano”.

Desta feita, apesar das inúmeras tentativas de ataque do dinamarquês – não dispondo, porém, de uma equipa à altura, que lhe pudesse proporcionar o indispensável apoio –, Pogačar sempre se mostrou mais forte, acabando, em várias ocasiões, por deixar o seu competidor para trás, em especial nas etapas de alta montanha, tendo vindo, paulatinamente, a ampliar a vantagem, até ao último dia, em que ganhou também o contra-relógio individual, entre Monaco e Nice.

O também já vencedor, neste ano, do “Giro” de Itália, Pogačar, venceu nada menos de seis etapas nesta edição do “Tour” (entre elas, as três últimas!), passando a contar um total de 17 triunfos em etapas na “Volta a França” (14 das quais na montanha, um “record” já algo distante das 10 etapas ganhas por Eddy Merckx).

Para além de Remco Evenepoel, que fez como que uma corrida “à parte”, sempre algo distante do 1.º lugar, mas, semana a semana, consolidando a 3.ª posição na geral, João Almeida – integrando a equipa do vencedor – esteve também em grande evidência, alcançando, na sua estreia na principal prova velocipédica do Mundo, um excelente 4.º lugar, apenas superado pelo 3.º posto que Joaquim Agostinho obteve por duas ocasiões (1978 e 1979).

João Almeida continua a construir uma notável “folha de serviço”: 3.º lugar no “Giro” de 2023; 4.º no “Giro” de 2020 e no “Tour” de 2024; 5.º na “Vuelta” de 2022; 6.º no “Giro” de 2021; 9.º na “Vuelta” de 2023!

Os outros dois ciclistas portugueses mantiveram a regularidade a que nos habituaram, com Nélson Oliveira, com extrema pendularidade, a fixar-se numa posição em torno dos 50 primeiros. Desta vez, estiveram mais discretos a nível de investidas na tentativa de poder vir a chegar a uma vitória em etapa, mesmo que Nélson tenha integrado uma fuga promissora.

Esta volta ficou ainda marcada pela 35.ª vitória em etapas do “Tour”, por parte do “sprinter” britânico Mark Cavendish (por curiosidade, o último classificado da Geral), passando a ser “recordista” isolado, superando a contagem do belga Eddy Merckx.

Classificação geral final:

1.º Tadej Pogačar (Eslovénia) – UAE Team Emirates – 83h 38′ 56”
2.º Jonas Vingegaard (Dinamarca) – Team Visma – Lease a Bike – a 06′ 17”
3.º Remco Evenepoel (Bélgica) – Soudal Quick-Step – a 09′ 18”
4.º João Almeida (Portugal) – UAE Team Emirates – a 19′ 03”
5.º Mikel Landa (Espanha) – Soudal Quick-Step – a 20′ 06”
6.º Adam Yates (Grã-Bretanha) – UAE Team Emirates – a 24′ 07”
7.º Carlos Rodríguez Cano (Espanha) – Ineos Grenadiers – a 25′ 04”
8.º Matteo Jorgenson (EUA) – Team Visma – Lease a Bike – a 26′ 34”
9.º Derek Gee (Canadá) – Israel – Premier Tech – a 27′ 21”
10.º Santiago Buitrago (Colômbia) – Bahrain Victorious – a 29′ 03”

51.º Nelson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 3h 33′ 54”
68.º Rui Costa (Portugal) – EF Education – Easypost – a 3h 54′ 10”

É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:

  • 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
  • 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017)
  • 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955), Greg Lemond (1986, 1989 e 1990) e Tadej Pogačar (2020, 2021 e 2024)
  • 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984), Alberto Contador (2007 e 2009) e Jonas Vingegaard (2022 e 2023);
  • 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon  (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018) e Egan Bernal (2019) .

A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.

21 Julho, 2024 at 9:30 pm Deixe um comentário

EURO 2024 – 1/8 Final – 1/4 Final – 1/2 Finais – Final

   1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS       FINAL

EspanhaGeórgia4-1 EspanhaAlemanha2-1* AlemanhaDinamarca2-0 EspanhaFrança2-1 PortugalEslovénia0-0 PortugalFrança0-0 Espanha2 FrançaBélgica1-0


RoméniaPaíses Baixos0-3 Países BaixosTurquia2-1 Inglaterra1 ÁustriaTurquia1-2 Países BaixosInglaterra1-2 InglaterraEslováquia2-1* InglaterraSuíça1-1 SuíçaItália2-0

Melhores marcadores

  • 3 golos – Cody Gakpo (Países Baixos); Dani Olmo (Espanha); Georges Mikautadze (Geórgia); Harry Kane (Inglaterra); Ivan Schranz (Eslováquia); e Jamal Musiala (Alemanha)
  • 2 golos – Breel Embolo (Suíça); Donyell Malen (Países Baixos); Fabián Ruiz (Espanha); Florian Wirtz (Alemanha); Jude Bellingham (Inglaterra); Kai Havertz (Alemanha); Merih Demiral (Turquia); Niclas Füllkrug (Alemanha); Nico Williams (Espanha) e Răzvan Marin (Roménia)

14 Julho, 2024 at 9:55 pm Deixe um comentário

EURO 2024 – Final – Espanha – Inglaterra

EspanhaFrança2-1

Espanha Unai Simón, Dani Carvajal, Robin Le Normand (83m – Nacho Fernández), Aymeric Laporte, Marc Cucurella, Rodri (45m – Martín Zubimendi), Fabián Ruiz, Lamine Yamal (89m – Mikel Merino), Dani Olmo, Nico Williams e Álvaro Morata (68m – Mikel Oyarzabal)

Inglaterra Jordan Pickford, Kyle Walker, John Stones, Marc Guéhi, Bukayo Saka, Kobbie Mainoo (70m – Cole Palmer), Declan Rice, Luke Shaw, Phil Foden (89m – Ivan Toney), Jude Bellingham e Harry Kane (61m – Oliver “Ollie” Watkins)

1-0 – Nico Williams – 47m
1-1 – Cole Palmer – 73m
2-1 – Mikel Oyarzabal – 86m

“Melhor em campo” – Nico Williams

Amarelos – Dani Olmo (31m); Harry Kane (25m), John Stones (53m) e Oliver “Ollie” Watkins (90m)

Árbitro – François Letexier (França) 

Olympiastadion – Berlim (20h00)

Ganhou a competição, com todo o mérito e justiça, aquela que foi, de forma incontestável, a melhor selecção deste Europeu.

Os números são eloquentes: sete jogos, sete vitórias (mesmo que uma delas, frente à Alemanha, apenas no prolongamento), quinze golos marcados, apenas quatro sofridos.

E uma trajectória, em que sucessivamente, foi deixando para trás adversários como: Croácia; a anterior Campeã Europeia, Itália; a anfitriã, Alemanha; a vice-campeã do Mundo, França; e a agora duas vezes vice-campeã da Europa, Inglaterra (por curiosidade, estes quatro últimos, os países europeus que, a par da Espanha, se sagraram já Campeões do Mundo).

Quanto ao desafio da Final propriamente dito, a Inglaterra conseguiu, durante a primeira parte, encaixar no modelo de jogo da Espanha, de alguma forma conseguindo neutralizá-lo – sendo de realçar a inovadora aposta de Gareth Southgate, colocando Foden a fazer marcação directa a Rodri –, pelo que o nulo subsistia ao intervalo.

Paradoxalmente, a partida teria um relevante ponto de viragem, quando Luis de la Fuente se viu forçado a substituir precisamente aquele que acabaria por vir a ser eleito o melhor jogador do “EURO 2024”, devido a problemas físicos, fazendo entrar Zubimendi para o seu lugar.

Fosse por que a turma inglesa buscava ainda adaptar-se a essa mudança, ou, talvez com maior propriedade, pela irreverência da juventude espanhola, a verdade é que bastaram dois minutos do segundo tempo para a Espanha se colocar em vantagem, num lance de puro futebol, com Lamine Yamal (o “tal”, que completara 17 anos na véspera…) com uma excelente abertura, a desmarcar Nico Williams, que não se fez rogado, rematando cruzado, sem hipótese para Pickford.

No período imediatamente subsequente, a Espanha colocou em marcha o carrossel, com o guarda-redes inglês em evidência, a negar o golo num punhado de ocasiões.

Sem nada a perder, o seleccionador inglês procurou repetir a receita da meia-final, fazendo entrar, primeiro, Watkins (para a saída de Kane) e, pouco depois, Cole Palmer, que num momento de inspiração, de fora da área, desferiu um potente remate, para o fundo da baliza de Unai Simón, restabelecendo a igualdade.

Faltava pouco mais de um quarto de hora para o termo do encontro, e pensava-se já em mais um prolongamento (que, a suceder, teria sido o terceiro em quatro jogos para a Inglaterra)…

Quando, a quatro minutos do final, Oyarzabal (que substituíra também o avançado espanhol, Morata), combinou na perfeição com Cucurella, para, após receber de novo a bola, rematar de primeira, consumando o golo que proporcionava à Espanha a conquista do seu 4.º título de Campeã da Europa (depois de 1964, 2008 e 2012).

Num jogo que acabou por ter um resultado mais equilibrado que o efectivo desnível evidenciado dentro de campo (65/35% em termos de posse de bola, a favor da Espanha, e 16-9 em remates, dos quais 6-4 à baliza, para além de 10-2 em cantos), a Inglaterra teria, aliás, ainda soberana ocasião de empatar, nos derradeiros instantes, primeiro com Unai Simón a fazer uma defesa de recurso, e, na recarga de Guéhi, Dani Olmo, em cima de linha de golo, a salvar, de cabeça!

Depois de uma metade inicial com toada de jogo morna, uma segunda parte empolgante, a selar da melhor forma uma série de notáveis exibições da selecção espanhola, repleta de “sangue na guelra”.

14 Julho, 2024 at 9:53 pm Deixe um comentário

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