EURO 2012 – Grupo C – 1ª jornada – Espanha – Itália

EspanhaItália1-1

Espanha Iker Casillas, Álvaro Arbeloa, Gerard Piqué, Sergio Ramos, Jordi Alba, Xavi Hernández, Sergio Busquets, Xabi Alonso, Andrés Iniesta, David Silva (64m – Jesús Navas) e Cesc Fàbregas (74m – Fernando Torres)

Itália Gianluigi Buffon, Leonardo Bonucci, Daniele De Rossi, Giorgio Chiellini, Christian Maggio, Claudio Marchisio, Andrea Pirlo, Thiago Motta (90m – Antonio Nocerino), Emanuele Giaccherini, Antonio Cassano (65m – Sebastian Giovinco) e Mario Balotelli (56m – Antonio Di Natale)

0-1 – Antonio Di Natale – 61m
1-1 – Cesc Fàbregas – 64m

“Melhor em campo” – Andrés Iniesta (Espanha)

Amarelos – Jordi Alba (66m), Álvaro Arbeloa (84m) e Fernando Torres (84m); Mario Balotelli (37m), Leonardo Bonucci (66m), Giorgio Chiellini (79m) e Christian Maggio (89m)

Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)

Arena Gdansk – Gdansk (17h00)

10 Junho, 2012 at 8:40 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – Grupo B – 1ª jornada – Alemanha – Portugal

AlemanhaPortugal1-0

Entrando neste Europeu, uma vez mais, condicionada pelas polémicas suscitadas à volta do estágio em Óbidos, e pelas fracas exibições e resultados produzidos nos jogos de preparação, frente à Macedónia e à Turquia, a selecção portuguesa adoptou uma estratégia realista, procurando, em primeira análise, bloquear os espaços para as ofensivas alemãs, na expectativa de poder depois, em contra-ataque, espreitar a possibilidade de surpreender a equipa germânica.

O plano de jogo ia correndo bem, sem que a Alemanha criasse ocasiões de perigo, não obstante Portugal não ter tido também oportunidades de potenciar a sua estratégia, devido ao facto de não conseguir imprimir velocidade nas transições a partir da defesa.

Até que, a fechar o primeiro tempo, surgiria o lance que podia ter marcado (e, que, por outro lado, marcaria mesmo…) o jogo: Pepe, oportuno, a aproveitar um ressalto de bola na área alemã, rematou em força, de cima para baixo, com a bola a embater com estrondo na trave e a cair… em cima da linha de baliza; Portugal garantia o melhor “quase-golo” deste Europeu…

Na fase inicial da segunda parte, a toada de jogo não se alteraria substancialmente, com a Alemanha, respeitando Portugal, a experimentar grandes dificuldades para criar lances ofensivos, embora procurando pressionar cada vez mais.

À espera do erro, que aconteceria mesmo, a pouco mais de um quarto de hora do termo da partida; Mario Gomez, qual matador, não perdoaria. A Alemanha chegava ao golo… e à vitória.

A partir daí, com o tempo a correr de forma acelerada, a selecção portuguesa teria uma boa reacção, embora, naturalmente, “mais com o coração que com a cabeça”. Faltou então frieza e eficácia à equipa nacional, que não conseguiu aproveitar nenhum dos 11 (!) cantos que obteve…

Destaque para uma perdida de Varela, já muito próximo do final, na cara de Neuer, a não conseguir desviar a trajectória da bola do guardião alemão.

Estava consumado mais um desaire português frente aos alemães, repetindo o desfecho das partidas disputadas no Mundial 2006 e no Europeu 2008.

Golos precisam-se para o jogo com a Dinamarca, onde o “plano de jogo” terá de ser distinto: só a vitória interessa a Portugal…

Alemanha Manuel Neuer, Jérôme Boateng, Mats Hummels, Holger Badstuber, Philipp Lahm, Sami Khedira, Bastian Schweinsteiger, Thomas Müller (90m – Lars Bender), Mesut Özil (87m – Toni Kroos), Lukas Podolski e Mario Gomez (80m – Miroslav Klose)

Portugal Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe e Fábio Coentrão, Miguel Veloso, Raul Meireles (80m – Silvestre Varela), João Moutinho, Nani, Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (70m – Nélson Oliveira)

1-0 – Mario Gomez – 72m

“Melhor em campo” – Mesut Özil (Alemanha)

Amarelos – Holger Badstuber (43m) e Jérôme Boateng (69m); Hélder Postiga (13m) e Fábio Coentrão (60m)

Árbitro – Stéphane Lannoy (França)

Arena Lviv – Lviv (19h45)

9 Junho, 2012 at 10:09 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – Grupo B – 1ª jornada – Holanda – Dinamarca

HolandaDinamarca0-1

Holanda Maarten Stekelenburg, Gregory van der Wiel (85m – Dirk Kuyt), John Heitinga, Ron Vlaar, Jetro Willems, Nigel de Jong (71m – Rafael van der Vaart), Mark van Bommel, Arjen Robben, Wesley Sneijder, Ibrahim Afellay (71m – Klaas-Jan Huntelaar) e Robin van Persie

Dinamarca Stephan Andersen, Lars Jacobsen, Simon Kjær, Daniel Agger, Simon Poulsen, William Kvist, Niki Zimling, Dennis Rommedahl (84m – Tobias Mikkelsen), Christian Eriksen (74m – Lasse Schøne), Michael Krohn-Dehli e Nicklas Bendtner

0-1 – Michael Krohn-Dehli – 24m

“Melhor em campo” – Michael Krohn-Dehli (Dinamarca)

Amarelos – Mark van Bommel (67m); Simon Poulsen (78m) e William Kvist (81m)

Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)

Estádio Metalist – Kharkiv (17h00)

9 Junho, 2012 at 8:57 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – Grupo A – 1ª jornada – Rússia – R. Checa

RússiaR. Checa4-1

Não obstante a R. Checa ter entrado melhor no jogo, com algum predomínio na fase inicial da partida, sofreria duas “estocadas”, em rápidos contra-golpes da equipa russa, com uma eficácia assinalável, adquirindo desde muito cedo uma confortável vantagem.

No segundo tempo, a equipa checa, marcando cedo, daria a sensação de poder voltar a “entrar no jogo”. Contudo, a Rússia começaria por voltar a impor uma toada mais “morna” no encontro, embora sem abdicar de tomar a iniciativa, e mantendo sempre o controlo, para, repetindo a dose do primeiro tempo, de forma cínica, num curto intervalo de três minutos, acelerando o ritmo, voltar a marcar mais dois golos, assim arrumando definitivamente a contenda.

Uma vitória justa da Rússia, porventura por números algo exagerados, considerando a réplica que, a espaços, a R. Checa procurou dar, acabando penalizada pelas suas falhas a nível defensivo.

Rússia Vyacheslav Malafeev, Aleksandr Anyukov, Aleksei Berezutskiy, Sergei Ignashevich, Yuri Zhirkov, Roman Shirokov, Igor Denisov, Konstantin Zyryanov, Alan Dzagoev (84m – Aleksander Kokorin), Andrei Arshavin e Aleksandr Kerzhakov (73m – Roman Pavlyuchenko)

R. Checa Petr Cech, Theodor Gebre Selassie, Roman Hubník, Tomás Sivok, Michal Kadlec, Jaroslav Plašil, Petr Jirácek (76m – Milan Petržela), Václav Pilař, Tomáš Rosický, Jan Rezek (45m – Tomáš Hübschman) e Milan Baroš (85m – David Lafata)

1-0 – Alan Dzagoev – 15m
2-0 – Roman Shirokov – 24m
2-1 – Václav Pilař – 52m
3-1 – Alan Dzagoev – 79m
4-1 – Roman Pavlyuchenko – 82m

“Melhor em campo” – Alan Dzagoev (Rússia)

Amarelos – Não houve

Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)

Estádio Municipal de Wroclaw – Wroclaw (19h45)

8 Junho, 2012 at 9:36 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – Grupo A – 1ª jornada – Polónia – Grécia

PolóniaGrécia1-1

Uma primeira parte em que a Polónia impôs o seu ritmo, com a Grécia a denotar enormes dificuldades em “entrar no jogo”, como se os seus jogadores estivessem algo “perros” (com destaque, pela negativa, para Samaras, muito mal no flanco esquerdo) terminou com o desfecho lógico, a vantagem polaca.

Em todo este período, os gregos apenas por uma vez levaram o perigo até à baliza contrária, com Gekas a desviar de cabeça um cruzamento de Karagounis, na sequência de um livre, mas a bola sairia ligeiramente ao lado. Pelo contrário, os polacos, sempre mais rápidos, tiveram pelo menos mais duas ou três ocasiões de perigo junto da área grega.

Fernando Santos não foi também feliz, primeiro com a lesão do central Avraam Papadopoulos, que obrigaria a mexida na dupla de centrais, com a entrada do outro Papadopoulos (Kyriakos); mas este duo também pouco tempo estaria em campo: decorridos apenas 8 minutos, a expulsão de Sokratis Papastathopoulos (vendo dois cartões amarelos em menos de dez minutos…) forçaria o improviso de nova dupla, agora formada por Kyriakos Papadopoulos e Katsouranis.

Tendo ainda reclamado uma grande penalidade, por contacto (acidental) com a mão na área polaca, reclamação não atendida pelo árbitro, os gregos sairiam para o intervalo completamente de “cabeça perdida”…

Viria o técnico português a ter a felicidade de, fazendo entrar em campo, para o segundo tempo, Salpingidis, ver esta sua aposta – de forma muito oportuna, aproveitando uma falha de comunicação entre o guardião polaco e a sua defesa – marcar o golo que igualava o marcador.

E, num ápice, a configuração do jogo podia inverter-se radicalmente: culminando um rápido contra-ataque da Grécia, novamente com Salpingidis como protagonista, o guarda-redes polaco Szczesny teve de fazer falta, sendo expulso, proporcionando à Grécia passar para a frente do marcador… só que o guardião  suplente Tytoń entraria para defender a grande penalidade, apontada de forma denunciada por Karagounis!

Até final, com os polacos sem conseguirem encontrar o antídoto para contrariar a então bem organizada defensiva grega, seria inclusivamente a Grécia, em contra-ataque, a criar mais perigo.

Numa partida com cambiantes diversas, o empate acaba por se ajustar ao que ambas as equipas conseguiram fazer de melhor.

Polónia Wojciech Szczesny, Lukasz Piszczek, Marcin Wasilewski, Damien Perquis, Sebastian Boenisch, Rafal Murawski, Eugen Polanski, Jakub Błaszczykowski, Ludovic Obraniak, Maciej Rybus (70m – Przemysław Tytoń) e Robert Lewandowski

Grécia Kostas Chalkias, Vasilis Torosidis, Sokratis Papastathopoulos, Avraam Papadopoulos (36m – Kyriakos Papadopoulos), José Holebas, Giannis Maniatis, Kostas Katsouranis, Giorgos Karagounis, Sotiris Ninis (45m – Dimitris Salpingidis), Georgios Samaras e Theofanis Gekas (68m – Kostas Fortounis)

1-0 – Robert Lewandowski – 17m
1-1 – Dimitris Salpingidis – 52m

“Melhor em campo” – Robert Lewandowski (Polónia)

Amarelos – Sokratis Papastathopoulos (35m), Jose Holebas (45m) e Giorgos Karagounis (54m)

Vermelhos – Wojciech Szczesny (69m); Sokratis Papastathopoulos (44m)

Árbitro – Carlos Velasco Carballo (Espanha)

Estádio Nacional Narodowy – Varsóvia (17h00)

8 Junho, 2012 at 6:52 pm Deixe um comentário

«A culpa não é só de Merkel»

A possibilidade de a Zona Euro não se estilhaçar nas próximas cinco semanas dependerá daquilo que a chanceler Angela Merkel, decidir, face à pressão europeia e internacional a favor de uma resposta integrada à conjugação dos três problemas vitais que ameaçam letalmente o futuro da Europa: Grécia, bancos e juros da dívida pública. […]

[…] a escolha é entre uma Europa fragmentada, empobrecida, casulo de muitos e incertos conflitos, ou uma estratégia que combina as obrigações europeias, um Fundo europeu de garantia bancária, a manutenção integral da Zona Euro (incluindo Atenas), o alargamento temporal das metas de equilíbrio das finanças públicas, e um caminho que aponte para uma constituição federal europeia, no prazo de 3 a 5 anos, votada por todos os cidadãos europeus.

(Viriato Soromenho-Marques, Diário de Notícias – ler artigo completo).

4 Junho, 2012 at 9:18 am Deixe um comentário

Una cuestión de confianza

En fin, aprendí que una de las pocas cosas buenas que tienen las crisis es que demuestran de qué madera está hecha la gente.

Hoy, me entristece ver en España a tantas personas quejándose y lamentándose todo el día: en los medios, en la red y en la calle. Ya está bien. Dejemos de llorar.

No podremos salir de la crisis mientras sigamos siendo una sociedad quejumbrosa, ni mientras sigamos pensando que siempre la culpa de todo es de los demás.

Hay que ponerse a trabajar para cambiar nuestra suerte y abandonar de una vez el coro de los lamentos.

Los políticos, como dice un colega, hacen mal algo que nadie hace mejor que ellos. Hay que dejar que lo hagan, hay que controlarlos desde la oposición y desde los medios, y hay que cambiarlos en las elecciones, pero no podemos cifrar en ellos nuestro futuro, ni como sociedad, ni como personas.

He aprendido que la confianza (no el resentimiento, la envidia, la sospecha, ni la venganza) es lo que nos hace avanzar, lo que nos impulsa a crear, a cambiar y a innovar. La confianza es el aceite de nuestras relaciones (personales, sociales y profesionales), y es también el lubricante de los mercados.

Tenemos que recuperar la confianza y no dejarla escapar. Y tenemos que hacerlo antes de tocar fondo, ya que entonces será demasiado tarde y estará minada.

(José Luis Orihuela – eCuaderno)

31 Maio, 2012 at 8:20 pm Deixe um comentário

O ‘joker’ europeu

[…] Esse ponto é que dois anos e meio de impasses constituem a prova cabal que a crise do euro e da União Europeia decorre, mais do que do descontrolo financeiro grego, da impotência da própria governação europeia. […]

Realizaram-se 24 cimeiras desde o começo da crise, o que dá um bom filme da contumaz impotência europeia: todas elas foram, ou de conversa inconclusiva, ou de anúncio de decisões que, na maior parte dos casos, nunca passaram à prática. Como se todos soubessem o que há a fazer, mas ninguém soubesse como.

(Manuel Maria Carrilho, Diário de Notícias)

31 Maio, 2012 at 2:14 pm Deixe um comentário

Lux in Arcana

100 documentos originais dos Arquivos Secretos do Vaticano – a visitar, em Roma, nos “Museus Capitolinos”, até 9 de Setembro.

30 Maio, 2012 at 5:48 pm Deixe um comentário

Compte-rendu

Bastante trabalho, a consequente escassez de tempo e a canalização dessa pouca disponibilidade para um projecto entusiasmante (agora a começar a ganhar efectivo corpo…), que me vem ocupando nos últimos tempos (e continuará, pelo menos durante mais cerca de dois anos!…), levam a que este blogue tenha ficado algo ao abandono. Espero que possa voltar a dar “prova de vida” em breve…

29 Maio, 2012 at 10:29 pm Deixe um comentário

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