Liga dos Campeões – Play-off – Benfica – Fenerbahçe
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Richard Ríos, Enzo Barrenechea, Fredrik Aursnes, Leandro Barreiro, Kerem Aktürkoğlu (76m – Andreas Schjelderup) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (76m – Franjo Ivanović)
Fenerbahçe – Dominik Livaković, Nélson Semedo (17m – Çağlar Söyüncü), Mert Müldür (65m – Oğuz Aydın), Milan Škriniar, Jayden Oosterwolde, Archie Brown (65m – Jhon Durán), Frederico “Fred” de Paula Santos, Sofyan Amrabat (45m – İsmail Yüksek), Sebastian Szymański, Youssef En-Nesyri e Anderson “Talisca” Conceição
1-0 – Kerem Aktürkoğlu – 35m
Cartões amarelos – Sofyan Amrabat (30m), Anderson “Talisca” Conceição (79m) e Çağlar Söyüncü (87m); Bruno “Lage” Nascimento (Treinador – 64m), Leandro Barreiro (70m) e António Silva (85m)
Cartão vermelho – Anderson “Talisca” Conceição (82m)
Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)
Afinal, talvez Bruno Lage tivesse razão com a abordagem que adoptou para os dois jogos desta eliminatória: da Turquia trouxe o empate que parecia desejar; na Luz, a equipa benfiquista teve uma entrada em campo bem afirmativa, assenhoreando-se do controlo do jogo, que, não obstante, se poderia ter complicado em termos anímicos, com dois lances de golo invalidados em apenas cerca de vinte minutos.
Não estava ainda completado o terceiro minuto e já Leandro Barreiro desperdiçava uma soberana oportunidade de golo, com um remate à “queima-roupa”, salvo por Livaković.
Para, à passagem dos dez minutos, o mesmo Barreiro ser, outra vez, protagonista involuntário: na sequência de um canto, António Silva, posicionado no coração da área, livre de marcação, cabeceou para o fundo da baliza… mas o tento não seria validado por fora-de-jogo posicional de Leandro Barreiro, considerando-se ter interferência no lance, uma vez que tentara ainda disputar a bola (antes de se anichar nas redes) com Nélson Semedo.
À passagem dos 22 minutos, após um livre, na zona intermédia, descaído sobre o flanco esquerdo, apontado de forma larga, para o poste mais distante, seria o mesmo Leandro Barreiro a rematar de cabeça, com a bola a cruzar, pela segunda vez, a linha de golo… novamente invalidado, desta feita devido ao facto de o árbitro ter considerado faltoso contacto prévio com um defesa contrário (que se aproveitou de tal toque, sem intensidade, para se deixar cair…).
Receou-se que estas situações pudessem afectar a concentração e enervar a equipa, mas o Benfica dominava de tal forma, que, menos de um quarto de hora volvido, acabaria por marcar pela “terceira vez”, desta feita, a contar.
Adivinhe-se quem esteve na jogada: Leandro Barreiro! Um alívio defeituoso por parte da defesa turca foi bem aproveitado pelo centro-campista luxemburguês, que, de primeira, libertou para Aktürkoğlu, o qual, sozinho, do lado esquerdo, não teve dificuldade em marcar, num remate cruzado, sem hipótese para o guardião.
Barreiro teria ainda, antes do intervalo, ocasião para fazer aumentar a contagem. A superioridade evidenciada pelo Benfica nos primeiros quarenta e cinco minutos fora tão flagrante que a interrogação colectiva era de como se podia ter chegado ao intervalo meramente com um (ainda perigoso) resultado tangencial…
No recomeço, ambas as equipas pareceram adoptar mais cautelas, com o Benfica a procurar preservar a preciosa vantagem, e o Fenerbahçe a não querer comprometer, desde logo, o desfecho da eliminatória. Só aos 65 minutos Mourinho assumiria então o risco, com uma dupla substituição, fazendo entrar Jhon Durán e Oğuz Aydın para a zona de ataque.
Tal como sucedera em Istambul, En-Nesyri voltou a assustar, com um remate à trave, sem que Trubin pudesse ter evitado o possível golo. E, de seguida, também Talisca levava o perigo junto à área benfiquista. O jogo encaminhava-se para a sua fase derradeira (e decisiva) e a eliminatória mantinha-se incerta.
Até que, em espelho face ao que sucedera na 1.ª mão, seria, desta vez, o emblema turco a ficar em situação de inferioridade numérica, precisamente por expulsão de Talisca, que viu dois amarelos em apenas três minutos.
Faltavam oito minutos para os noventa, e o Benfica terá, enfim, respirado de alívio, confiante que o apuramento para a “Champions League” já não escaparia.
No conjunto das duas mãos, ficou bem patente a superioridade benfiquista, que não tinha necessidade de ter sofrido tanto, para acabar por garantir uma vitória pela diferença mínima, de um só golo, no conjunto dos 180 minutos.
Fica, por outro lado, a nota muito positiva de ter sido completado o sétimo jogo (quatro nas eliminatórias prévias da principal competição europeia, dois no campeonato, e um da Supertaça) ainda sem sofrer qualquer golo na presente temporada!
Liga dos Campeões – Play-off – Fenerbahçe – Benfica
Fenerbahçe – İrfan Can Eğribayat, Mert Müldür (79m – Oğuz Aydın), Milan Škriniar, Jayden Oosterwolde, Nélson Semedo, Sofyan Amrabat, Frederico “Fred” de Paula Santos (87m – İrfan Can Kahveci), Archie Brown, Sebastian Szymański, Jhon Durán (67m – Anderson “Talisca” Conceição) e Youssef En-Nesyri
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Richard Ríos, Enzo Barrenechea (64m – Franjo Ivanović), Florentino Luís, Fredrik Aursnes, Kerem Aktürkoğlu (77m – Leandro Barreiro) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (77m – Tiago Gouveia)
Cartões amarelos – Jhon Durán (27m), Jayden Oosterwolde (90m) e İrfan Can Kahveci (90m); Enzo Barrenechea (22m), Richard Ríos (63m), Florentino Luís (69m), Bruno “Lage” Nascimento (Treinador – 71m) e António Silva (90m)
Cartão vermelho – Florentino Luís (71m)
Árbitro – Daniel Siebert (Alemanha)
Bruno Lage conseguiu o 0-0 que tanto parecia desejar deste jogo. Mas conseguiu-o a bastante custo, depois de ter abdicado de disputar a primeira parte frente a um adversário que, ao longo do tempo, se revelou inferior.
Terá porventura pesado demasiado, no seu espírito, o 5-2 que o Fenerbahçe aplicara ao Feyenoord na semana passada, mas, a verdade, é que não há dois jogos iguais, e, finalmente, não haveria motivo para temer tanto o ambiente de Istambul.
Desenhando um “onze” que teria por principal missão colocar “trancas à porta”, ou seja, controlar o jogo a meio-campo (“reforçado” com a presença de Ríos, Barrenechea e, nas suas costas, Florentino), não dando hipóteses ao opositor, tal teve, em paralelo, por consequência, que o Benfica fosse quase inexistente em termos de ataque.
Na segunda metade, perante um rival que se revelara praticamente inofensivo, o técnico português arriscou a entrada de Ivanović, mas a sua tardia estratégia – para além de não se ter revelado a mais acertada em termos de criação de jogo – logo seria posta em xeque, quando Florentino, com dois cartões amarelos no curto intervalo de apenas dois minutos, provocou que a equipa passasse a jogar em inferioridade numérica.
De tanto ter procurado evitar o risco desta deslocação, o Benfica acabaria com o “credo na boca”, correndo sérios riscos de perder o jogo; claro que, entretanto, Bruno Lage fora obrigado a recuar nas suas intenções, voltando a fazer substituições de marcha à ré, com a entradas de Barreiro e Tiago Gouveia, por troca com Aktürkoğlu e Pavlídis.
Faltaria, então, alguma lucidez à formação turca, com um futebol estereotipado, mas com a turma portuguesa a acabar por ter também alguma felicidade em manter a sua baliza inviolada, não tendo evitado passar por um ou outro susto, sobretudo num lance de golo invalidado, por posição de fora-de-jogo de En-Nesyri, em recarga a bola rematada por Talisca, que Trubin, por instinto, desviara para a barra.
Fica por confirmar que a estratégia de deixar a resolução da eliminatória para o jogo da 2.ª mão, no Estádio da Luz, tenha sido a ideal; o nulo de Istambul mantém as duas equipas com aspirações, e o risco – que se pretendia minimizar – continua a ser máximo.
Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – Benfica – Nice
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Fredrik Aursnes (84m – Kerem Aktürkoğlu), Richard Ríos, Enzo Barrenechea (63m – Florentino Luís), Andreas Schjelderup (63m – Gianluca Prestianni), Franjo Ivanović (63m – Leandro Barreiro) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (81m – Henrique Araújo)
Nice – Yehvann Diouf, Antoine Mendy, Abdulai Juma Bah, Kojo Peprah Oppong, Jonathan Clauss (73m – Hamza Koutoune), Tom Louchet, Djibril Coulibaly (61m – Sofiane Diop), Melvin Bard, Teremas “Terem” Moffi (82m – Bernard Nguene), Badredine Bouanani (73m – Gabin Bernardeau) e Isak Jansson (73m – Jérémie Boga)
1-0 – Fredrik Aursnes – 19m
2-0 – Andreas Schjelderup – 27m
Cartões amarelos – Gianluca Prestianni (90m); Abdulai Juma Bah (33m) e Jonathan Clauss (65m)
Árbitro – Marco Guida (Itália)
Num balanço global desta eliminatória, vistos os dois jogos, dificilmente o Benfica poderia esperar um adversário mais inofensivo face ao que acabou por se revelar o Nice, que nunca mostrou capacidade para, de modo efectivo, disputar a qualificação para a ronda seguinte.
Isto, mesmo que – porventura confiada na vantagem adquirida em terreno alheio – a equipa portuguesa até tenha começado por permitir à turma francesa assumir maior iniciativa logo de entrada, na partida do Estádio da Luz, com Bard a obrigar Trubin a intervir, e, quase de imediato, Moffi a rematar por alto.
Caso para dizer que “o primeiro milho foi dos pardais”, ou que se tratou de “tiros de pólvora seca”, porque, ainda antes de concluídos os vinte minutos iniciais, na primeira oportunidade de que dispôs, o Benfica chegou ao golo, sentenciando a eliminatória.
Um lançamento em profundidade de Barrenechea, com grande visão, a solicitar Schjelderup, descaído sobre o flanco esquerdo, completamente isolado dentro da área, a assistir o seu compatriota, Aursnes, que, com um notável desvio, não deu hipóteses de defesa a Diouf.
Perante uma equipa já entregue ao seu destino, não tardaria o segundo golo, invertendo-se os papéis entre os dois noruegueses: desta feita, seria Aursnes a passar para Schjelderup – outra vez liberto de marcação, bem colocado, em zona central, à entrada da área (logo depois da meia-lua) – rematar de primeira, para o fundo da baliza, com a bola a entrar junto ao poste.
Só já após um pesado agregado de 4-0, o Nice “assustaria”, com Clauss a rematar com estrondo ao poste. Mas, até ao intervalo, não haveria mais lances dignos de relevo.
No reatamento, a turma francesa voltou a procurar dar sinal de algum inconformismo, tendo António Silva afastado uma bola perigosa, rematada por Bouanani.
Numa segunda parte jogada a ritmo moderado, ao estilo de jogo de pré-época, a formação benfiquista teria também um remate no ferro, outra vez por Schjelderup, a desperdiçar o que poderia ter sido o terceiro golo.
O Benfica avança para o “play-off”, após ter superado este primeiro embate, em que, praticamente, não foi colocado à prova, tal o diferencial de qualidade (e de experiência/maturidade) entre os dois conjuntos. Segue-se o Fenerbahçe, treinado por José Mourinho, em que será determinante manter a solidez defensiva e a eficácia demonstrada nestes dois encontros.
Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – Nice – Benfica
Nice – Yehvann Diouf, Antoine Mendy, Abdulai Juma Bah, Dante Santos (45m – Kojo Peprah Oppong), Jonathan Clauss, Morgan Sanson (28m – Tom Louchet), Hicham Boudaoui, Melvin Bard, Badredine Bouanani (79m – Sofiane Diop), Teremas “Terem” Moffi (89m – Bernard Nguene) e Isak Jansson (79m – Jérémie Boga)
Benfica – Anatoliy Trubin, Amar Dedić, António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Fredrik Aursnes, Richard Ríos, Enzo Barrenechea (77m – Florentino Luís), Andreas Schjelderup (66m – Gianluca Prestianni), Franjo Ivanović (77m – Leandro Barreiro) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (77m – Henrique Araújo)
0-1 – Franjo Ivanović – 53m
0-2 – Florentino Luís – 88m
Cartões amarelos – Abdulai Juma Bah (30m), Tom Louchet (79m) e Antoine Mendy (85m); Andreas Schjelderup (33m)
Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)
À partida para a primeira ronda eliminatória que o Benfica terá de enfrentar para alcançar a qualificação para a “Champions League” desta temporada, suscitavam-se algumas reticências, perante um adversário sem grandes pergaminhos, mas com reconhecida capacidade a nível defensivo e bom aproveitamento das transições, 4.º classificado no campeonato francês, apenas superado pelo Campeão Europeu em título, Marseille e Monaco.
A equipa portuguesa teve uma boa iniciativa logo nos minutos iniciais, não aproveitada por Schjelderup, a rematar por alto. Mas, de facto, na primeira metade, o jogo foi muito repartido, a meio-campo, com a formação francesa a procurar potenciar o apoio dos seus adeptos, à espreita da possibilidade de um qualquer rápido lance de contra-ataque.
Trubin foi chamado a intervir, mas, na marcação de um livre, Ríos colocou também à prova a concentração de Diouf, com uma defesa de recurso, a socar a bola, afastando-a da zona de perigo. O Benfica foi, contudo, pouco incisivo, e o Nice ia ganhando alguma confiança.
Não obstante, a melhor ocasião surgiria a findar o primeiro tempo, outra vez com o guardião da casa a negar o golo, qual guarda-redes de andebol, com uma estirada com o pé, desta feita a remate de Pavlídis.
O Nice voltou mais afoito para a segunda metade, procurando colocar o adversário “em sentido”, mas o rumo do desafio sofreria alteração de relevo ainda antes de completados dez minutos: numa jogada bem trabalhada, no flanco direito, iniciada em Dedić, prosseguida por Aursnes, a centrar com boa conta para Ivanović, que, liberto de marcação, marcou o seu primeiro golo pelo Benfica, logo no jogo de estreia!
Acusando o tento sofrido, como que denotando incapacidade para um “Plano B”, em que se visse em desvantagem, o Nice não criaria flagrantes ocasiões de golo, com o jogo a arrastar-se, algo incaracterístico.
Com a equipa ainda em ritmo de “pré-época”, e os jogadores ainda sem os noventa minutos nas pernas, Bruno Lage refrescou o meio-campo e o ataque, com as entradas de Prestianni, Florentino, Leandro Barreiro e Henrique Araújo.
E, sem que tal fosse expectável, Florentino, que fora chamado para assumir tarefas defensivas, viria a selar o desfecho do desafio (e, possivelmente, da eliminatória) com um remate de longe, a fazer lembrar o de Éder na Final do EURO 2016, um golo que terá sido determinante para o que resta desta 3.ª ronda de qualificação.
Sem ter realizado uma exibição convincente, o Benfica, patenteando, em qualquer caso, dispor de argumentos superiores, acabou, não obstante, por ser feliz no resultado alcançado, mais desnivelado do que poderia esperar-se, em função do desempenho dos dois conjuntos.
A eliminatória não estará fechada, mas um promissor meio caminho está já percorrido.
4.ª vitória de Tadej Pogačar no “Tour de France”
O esloveno Tadej Pogačar conseguiu o segundo bis no “Tour de France”, depois de ter vencido já nos anos de 2020 e 2021, repetindo o triunfo do ano passado, outra vez dominando toda a prova, numa edição que praticamente “não teve história”, tal a diferença entre os dois primeiros classificados (o esloveno e o dinamarquês ganharam a competição nos últimos seis anos) e o resto do pelotão – sendo que Pogačar nunca deu veleidades a Vingegaard de reduzir o atraso que definiu, ainda muito cedo, o vencedor da corrida.
Fica na retina a impressionante demonstração de força do belga Wout van Aert, a impor-se, na etapa final, de consagração, em Paris, numa fantástica arrancada na fabulosa subida de Montmartre, envolvida por uma incrível mole humana, depois do ataque de Pogačar ter esfrangalhado por completo o pelotão.
De assinalar a singularidade de – para além dos dois primeiros classificados – mais nenhum ciclista conseguiu repetir a presença no “Top 10” entre 2024 e 2025.
João Almeida, forçado a desistir (na 9.ª etapa) devido a uma queda sofrida na 7.ª etapa (tendo fracturado uma costela) perdeu uma oportunidade de cimentar a sua carreira, numa época em que saíra já vencedor de três provas: Volta à Romandia, Volta ao País Basco e Volta à Suíça.
Já com 36 anos, Nelson Oliveira, na sua 10.ª temporada ao serviço da Movistar, teve um registo bastante discreto, terminando em posição modesta (ainda assim, na primeira metade da tabela), mas tendo completado a sua 22.ª grande volta, em 22 participações (9 delas no “Tour”, onde se estreou em 2014, apenas tendo “falhado” as edições de 2017, 2018 e 2021)!
Classificação geral final:
1.º Tadej Pogačar (Eslovénia) – UAE Team Emirates XRG – 76h 00′ 32”
2.º Jonas Vingegaard (Dinamarca) – Team Visma – Lease a Bike – a 04′ 24”
3.º Florian Lipowitz (Alemanha) – Red Bull – Bora – Hansgrohe – a 11′ 00”
4.º Oscar Onley (Escócia) – Team Picnic PostNL – a 12′ 12”
5.º Felix Gall (Áustria) – Decathlon AG2R La Mondiale Team – a 17′ 12”
6.º Tobias Johannessen (Noruega) – Uno-X Mobility – a 20′ 14”
7.º Kévin Vauquelin (França) – Arkéa – B&B Hotels – a 22′ 35”
8.º Primož Roglič (Eslovénia) – Red Bull – Bora – Hansgrohe – a 25′ 30”
9.º Benjamin Healy (Irlanda) – EF Education–EasyPost – a 28′ 02”
10.º Jordan Jegat (França) – TotalEnergies – a 32′ 42”
…
74.º Nelson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 3h 41′ 03”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:
- 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
- 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017) e Tadej Pogačar (2020, 2021, 2024 e 2025)
- 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955), Greg Lemond (1986, 1989 e 1990)
- 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984), Alberto Contador (2007 e 2009) e Jonas Vingegaard (2022 e 2023);
- 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018) e Egan Bernal (2019) .
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.
Campeonato do Mundo de Clubes – 2025 – Final
3-0
Chelsea – Robert Sánchez, Malo Gusto, Trevoh Chalobah, Levi Colwill, Marc Cucurella, Reece James (77m – Kiernan Dewsbury-Hall), Moisés Caicedo, Cole Palmer, Enzo Fernández (61m – Andrey Santos), Pedro Neto (77m – Christopher Nkunku) e João Pedro (67m – Liam Delap)
Paris St.-Germain – Gianluigi Donnarumma, Achraf Hakimi (73m – Gonçalo Ramos), Marcos Corrêa “Marquinhos”, Lucas Beraldo, Nuno Mendes, João Neves, Vítor Ferreira “Vitinha”, Fabián Ruiz (73m – Warren Zaïre-Emery), Désiré Doué (73m – Senny Mayulu), Ousmane Dembélé e Khvicha Kvaratskhelia (58m – Bradley Barcola)
1-0 – Cole Palmer – 22m
2-0 – Cole Palmer – 30m
3-0 – João Pedro – 43m
Cartões amarelos – Pedro Neto (34m), Moisés Caicedo (36m), Malo Gusto (40m) e Levi Colwill (81m); Ousmane Dembélé (87m) e Nuno Mendes (90m)
Cartão vermelho – João Neves (85m)
Árbitro – Alireza Faghani (Austrália)
MetLife Stadium – East Rutherford (15h00 / 20h00)
Melhores Marcadores:
- 4 golos – Ángel Di María (Benfica), Gonzalo García (Real Madrid), Marcos Leonardo (Al-Hilal) e Serhou Guirassy (B. Dortmund)
- 3 golos – Cole Palmer (Chelsea), Erling Haaland (Manchester City), Fabián Ruiz (Paris St.-Germain), Germán Berterame (Monterrey), Harry Kane (Bayern München), Jamal Musiala (Bayern München), João Pedro Jesus (Chelsea), Kenan Yıldız (Juventus), Michael Olise (Bayern München), Pedro Neto (Chelsea), Philip “Phil” Foden (Manchester City) e Wessam Abou Ali (Al Ahly)
- 2 golos – Achraf Hakimi (Paris St.-Germain), Dušan Vlahović (Juventus), Federico Valverde (Real Madrid), Francisco Conceição (Juventus), Hércules do Nascimento (Fluminense), Igor Jesus (Botafogo), İlkay Gündoğan (Manchester City), Iqraam Rayners (Mamelodi Sundowns), Jérémy Doku (Manchester City), João Neves (Paris St.-Germain), Kingsley Coman (Bayern München), Lautaro Martínez (Internazionale), Leandro Barreiro (Benfica), Ousmane Dembélé (Paris St.-Germain), Pablo Barrios (At. Madrid), Paulo Henrique Filho “Paulinho” (Palmeiras), Randal Kolo Muani (Juventus), Samuel “Samu” Omorodion (FC Porto), Thomas Müller (Bayern München) e Wallace Yan (Flamengo)
Campeonato do Mundo de Clubes – 2025 – 1/2 finais
08.07.2025 - Chelsea - Fluminense 2-0 09.07.2025 - Paris St.-Germain - Real Madrid 4-0
Melhores Marcadores:
- 4 golos – Ángel Di María (Benfica), Gonzalo García (Real Madrid), Marcos Leonardo (Al-Hilal) e Serhou Guirassy (B. Dortmund)
- 3 golos – Erling Haaland (Manchester City), Fabián Ruiz (Paris St.-Germain), Germán Berterame (Monterrey), Harry Kane (Bayern München), Jamal Musiala (Bayern München), Kenan Yıldız (Juventus), Michael Olise (Bayern München), Pedro Neto (Chelsea), Philip “Phil” Foden (Manchester City) e Wessam Abou Ali (Al Ahly)
- 2 golos – Achraf Hakimi (Paris St.-Germain), Dušan Vlahović (Juventus), Federico Valverde (Real Madrid), Francisco Conceição (Juventus), Hércules do Nascimento (Fluminense), Igor Jesus (Botafogo), İlkay Gündoğan (Manchester City), Iqraam Rayners (Mamelodi Sundowns), Jérémy Doku (Manchester City), João Neves (Paris St.-Germain), João Pedro Jesus (Chelsea), Kingsley Coman (Bayern München), Lautaro Martínez (Internazionale), Leandro Barreiro (Benfica), Ousmane Dembélé (Paris St.-Germain), Pablo Barrios (At. Madrid), Paulo Henrique Filho “Paulinho” (Palmeiras), Randal Kolo Muani (Juventus), Samuel “Samu” Omorodion (FC Porto), Thomas Müller (Bayern München) e Wallace Yan (Flamengo)
Campeonato do Mundo de Clubes – 2025 – 1/4 de final
04.07.2025 - Palmeiras - Chelsea 1-2 04.07.2025 - Fluminense - Al-Hilal 2-1 05.07.2025 - Paris St.-Germain - Bayern München 2-0 05.07.2025 - B. Dortmund - Real Madrid 2-3
Melhores Marcadores:
- 4 golos – Ángel Di María (Benfica), Gonzalo García (Real Madrid), Marcos Leonardo (Al-Hilal) e Serhou Guirassy (B. Dortmund)
- 3 golos – Erling Haaland (Manchester City), Germán Berterame (Monterrey), Harry Kane (Bayern München), Jamal Musiala (Bayern München), Kenan Yıldız (Juventus), Michael Olise (Bayern München), Pedro Neto (Chelsea), Philip “Phil” Foden (Manchester City) e Wessam Abou Ali (Al Ahly)
- 2 golos – Achraf Hakimi (Paris St.-Germain), Dušan Vlahović (Juventus), Federico Valverde (Real Madrid), Francisco Conceição (Juventus), Hércules do Nascimento (Fluminense), Igor Jesus (Botafogo), İlkay Gündoğan (Manchester City), Iqraam Rayners (Mamelodi Sundowns), Jérémy Doku (Manchester City), João Neves (Paris St.-Germain), Kingsley Coman (Bayern München), Lautaro Martínez (Internazionale), Leandro Barreiro (Benfica), Pablo Barrios (At. Madrid), Paulo Henrique Filho “Paulinho” (Palmeiras), Randal Kolo Muani (Juventus), Samuel “Samu” Omorodion (FC Porto), Thomas Müller (Bayern München) e Wallace Yan (Flamengo)
Calendário das 1/2 finais:
08.07.2025 – Chelsea – Fluminense (MetLife Stadium – East Rutherford)
09.07.2025 – Paris St.-Germain – Real Madrid (MetLife Stadium – East Rutherford)
Campeonato do Mundo de Clubes – 2025 – 1/8 de final
28.06.2025 - Palmeiras - Botafogo (0-0) 1-0 a.p. 28.06.2025 - Benfica - Chelsea (1-1) 1-4 a.p. 30.06.2025 - Internazionale - Fluminense 0-2 30.06.2025 - Manchester City - Al-Hilal (2-2) 3-4 a.p. 29.06.2025 - Paris St.-Germain - Inter Miami 4-0 29.06.2025 - Flamengo - Bayern München 2-4 01.07.2025 - B. Dortmund - Monterrey 2-1 01.07.2025 - Real Madrid - Juventus 1-0
Melhores Marcadores:
- 4 golos – Ángel Di María (Benfica)
- 3 golos – Erling Haaland (Manchester City), Germán Berterame (Monterrey), Gonzalo García (Real Madrid), Harry Kane (Bayern München), Jamal Musiala (Bayern München), Kenan Yıldız (Juventus), Marcos Leonardo (Al-Hilal), Michael Olise (Bayern München), Pedro Neto (Chelsea), Philip “Phil” Foden (Manchester City), Serhou Guirassy (B. Dortmund) e Wessam Abou Ali (Al Ahly)
- 2 golos – Achraf Hakimi (Paris St.-Germain), Dušan Vlahović (Juventus), Federico Valverde (Real Madrid), Francisco Conceição (Juventus), Igor Jesus (Botafogo), İlkay Gündoğan (Manchester City), Iqraam Rayners (Mamelodi Sundowns), Jérémy Doku (Manchester City), João Neves (Paris St.-Germain), Kingsley Coman (Bayern München), Lautaro Martínez (Internazionale), Leandro Barreiro (Benfica), Pablo Barrios (At. Madrid), Paulo Henrique Filho “Paulinho” (Palmeiras), Randal Kolo Muani (Juventus), Samuel “Samu” Omorodion (FC Porto), Thomas Müller (Bayern München) e Wallace Yan (Flamengo)
Calendário dos 1/4 de final:
04.07.2025 – Palmeiras – Chelsea (Lincoln Financial Field – Philadelphia)
04.07.2025 – Fluminense – Al-Hilal (Camping World Stadium – Orlando)
05.07.2025 – P. St.-Germain – Bayern München (Mercedes-Benz Stadium – Atlanta)
05.07.2025 – B. Dortmund – Real Madrid (MetLife Stadium – East Rutherford)
Mundial Clubes – 2025 – Benfica – Chelsea
1-1 (1-4 a.p.)
Benfica – Anatoliy Trubin, Fredrik Aursnes (85m – Tiago Gouveia), António Silva, Nicolás Otamendi, Samuel Dahl, Florentino Luís (70m – Gianluca Prestianni), Leandro Barreiro, Ángel Di María, Orkun Kökçü (85m – João Veloso), Andreas Schjelderup (45m – Kerem Aktürkoğlu) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (70m – Andrea Belotti)
Chelsea – Robert Sánchez, Reece James (80m – Malo Gusto), Levi Colwill (118m – Aarón Anselmino), Benoît Badiashile (69m – Oluwatosin “Tosin” Adarabioyo), Marc Cucurella, Moisés Caicedo, Roméo Lavia (86m – Trevoh Chalobah), Enzo Fernández (80m – Kiernan Dewsbury-Hall), Cole Palmer, Pedro Neto e Liam Delap (80m – Christopher Nkunku)
0-1 – Reece James – 64m
1-1 – Ángel Di María (pen.) – 90m+5m
1-2 – Christopher Nkunku – 108m
1-3 – Pedro Neto – 114m
1-4 – Kiernan Dewsbury-Hall – 117m
Cartões amarelos – Evangelos “Vangelis” Pavlídis (50m), Florentino Luís (62m), Orkun Kökçü (82m), António Silva (90m+2) e Gianluca Prestianni (90m+6) e Tiago Gouveia (120m); Moisés Caicedo (61m), Cole Palmer (92m) e Levi Colwill (102m)
Cartão vermelho – Gianluca Prestianni (91m)
Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)
Bank of America Stadium – Charlotte (16h00 / 21h00)
Foi bastante difícil ter ficado acordado até à 01h40 para ver este desafio (e, depois disso, ainda mais algum tempo, a procurar digeri-lo): após as quase duas horas e meia de intervalo, na partida com o Auckland, em Orlando, desta vez terá sido, porventura, batido o record do jogo de futebol “mais longo” de sempre: tendo tido início às 21h00 (hora de Lisboa), só viria a ficar concluído praticamente quatro horas e quarenta mais tarde! E, tudo isto, para acabar num resultado destes…
Tão difícil como o Benfica conseguir ter exibições de nível consistente. Depois da muito boa meia hora inicial na partida frente ao Bayern, o desempenho desta noite fez lembrar um (outro) encontro com o Bayern, mas o de Novembro do ano passado, em Munique, da Liga dos Campeões: voluntária ou involuntariamente, a verdade é que, praticamente desde início a equipa benfiquista se viu remetida para o seu sector mais recuado, raras vezes conseguindo chegar ao meio-campo contrário.
Nestas circunstâncias, era expectável – uma mera questão de tempo – o que veio a acontecer (mais ou menos na mesma fase de jogo do que sucedera na Alemanha), com o Chelsea, naturalmente, a quebrar a barreira defensiva e a chegar ao golo. É verdade que, na primeira parte, pese embora um domínio quase permanente, só por duas vezes teve oportunidade de marcar, negadas por mais uma incrível parada de Trubin, e por um providencial corte, de cabeça, em cima de linha de baliza, de António Silva, outra vez a salvar um golo.
Ainda assim, o nulo ao intervalo era um resultado muito lisonjeiro para o Benfica. Esperava-se que pudesse haver rectificações para a segunda parte, mas a substituição de Schjelderup por Aktürkoğlu não traria efeitos práticos vantajosos. E, mesmo que o Chelsea não tivesse sido tão intenso, o jogo continuou a ser praticamente de “sentido único”.
O golo da formação inglesa acabaria por surgir de uma forma que não seria a mais previsível: Florentino fez um passe transviado, o Chelsea recuperou a bola, e o próprio médio teve de fazer falta, para travar a investida contrária, vendo, por isso, o cartão amarelo. Na conversão do livre, muito descaído para o lado esquerdo (quase junto à linha lateral), terá havido falta de comunicação entre o guarda-redes e os seus defesas, e a barreira (apenas de dois elementos) ficou mal posicionada. O lateral direito, Reece James, surpreendeu tudo e todos: quando se esperava o cruzamento para a área, visou directamente a baliza, apanhando Trubin desprevenido, tendo a bola, bem colocada, entrado junto ao primeiro poste, sem hipótese para o guardião, com reacção muito atrasada.
Só já dentro do quarto de hora final, Prestianni teria então uma flagrante ocasião para marcar, mas faltou-lhe a serenidade necessária.
Bruno Lage tinha acabado de fazer o que seriam as suas duas últimas substituições, com as entradas de Tiago Gouveia, e, inesperadamente, também do jovem João Veloso – “lançado às feras” num contexto muito adverso, a cinco minutos do final do embate, e com a equipa em forte risco de eliminação –, quando o encontro foi interrompido, devido às condições climatéricas (outra vez os trovões e relâmpagos, que, a cada repetição, obrigam ao adiamento da retoma do jogo por mais meia hora!).
Eram já cerca de 23 horas, e teve de esperar-se, (im)pacientemente: primeiro agendado para as 23h35, depois para a meia-noite, o desafio só seria reatado, para disputar os quatro minutos sobrantes, por volta das 00h45!
Tal como sucedera oito dias antes, a (demorada) paragem fez bem ao Benfica. Sem nada a perder, reentrou em campo verdadeiramente determinado a chegar ao golo, e seria premiado, já em período de descontos (haveria mais de oito minutos de compensação), quando um contacto com o braço de um defesa do Chelsea foi sancionado com grande penalidade.
Ao minuto 90+5, Di María, muito focado, não vacilou, apontando o seu quarto golo em outras tantos penalties de que dispôs nesta competição, o que, neste preciso momento, faz dele (por agora) o melhor marcador desta edição do Mundial de Clubes! Foi, também, o seu último golo ao serviço do Benfica, de que se despediu no final da contenda.
Assim chegado “ao céu”, empatando o encontro a uma bola, e ganhando o direito a disputar meia hora adicional – na qual entrava com ascendente mental –, a formação benfiquista viria, contudo a cometer um incrível “hara-kiri”, mas de forma ainda demorada e provocando grande sofrimento: Prestianni, que vira o amarelo ao minuto 90+6, seria novamente admoestado, logo no primeiro minuto do tempo extra, fazendo-se expulsar, com dois cartões em apenas três minutos!
O Benfica resistiria ainda durante toda a primeira parte do prolongamento, até à débâcle, com três tentos sofridos em menos de dez minutos, entre os 108 e os 117… Claro que, aqui, determinante foi o 1-2, quando Nkunku finalizou uma jogada nascida de uma perda de bola (não recuperada) de Leandro Barreiro, a meio-campo. Destroçada física e animicamente, a equipa portuguesa viu rebentar-se o dique, não sendo capaz de suster as rápidas transições do adversário, fechando a sua presença nesta competição com um revés demasiado castigador.
Um desempenho que, infelizmente, foi bem o reflexo do que foi esta temporada, repleta de equívocos, em que “tão perto” esteve de poder ter sucesso(s), mas em que acabaria por fracassar em “toda a linha”. Não basta o clássico e estéril “assumir de responsabilidades”; vai ser necessário agir(mos) todos.



