Grandes clássicos das competições europeias – (24) Manchester United – Benfica

Época Prova Ronda 1.ª Mão 2.ª mão 1965-66 TCE 1/4 M.United-Benfica 3-2 Benfica-M.United 1-5 1967-68 TCE Final M.United-Benfica 4-1 (Estádio de Wembley) 2005-06 LCE Grupo M.United-Benfica 2-1 Benfica-M.United 2-1 2006-07 LCE Grupo Benfica-M.United 0-1 M.United-Benfica 3-1 2011-12 LCE Grupo Benfica-M.United 1-1 M.United-Benfica 2-2 2017-18 LCE Grupo Benfica-M.United 0-1 M.United-Benfica 2-0 Balanço global J V E D GM GS Manchester United - Benfica 11 8 2 1 25 - 11
Num dos dois “Grandes clássicos das competições europeias” em que é interveniente um clube português, o balanço do confronto directo entre Manchester United e Benfica é claramente desequilibrado a favor do emblema inglês, registando o Benfica uma única vitória, em 11 jogos disputados.
Nestes encontros, destaca-se, em especial, o da Final da Taça dos Campeões Europeus da época de 1967-68, disputado em Londres, no Estádio de Wembley, com uma igualdade a um golo no final do tempo regulamentar, tendo a formação inglesa marcado três tentos no prolongamento, num período de apenas três minutos.
Assim como, por outro lado, o triunfo alcançado pelo Benfica na última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões de 2005-06, que lhe proporcionou o apuramento para os 1/8 de final (fase em que a equipa portuguesa superaria o então Campeão Europeu em título, Liverpool, vindo depois a ser afastada pelo futuro Campeão, Barcelona), tendo, em paralelo, eliminado o Manchester United.
A estreia dos confrontos entre os dois clubes remonta a 1965-66, época em que o Manchester United, depois de eliminar o Benfica (com uma sensacional goleada de 5-1 no Estádio da Luz), viria a ser surpreendido, nas meias-finais, pelo Partizan de Belgrado.
Também já na era da “Liga dos Campeões”, em 2006-07, a turma inglesa, vencedora do seu grupo de apuramento, afastaria ainda o Lille e a Roma (com uma goleada por 7-1), tendo sido desfeiteada nas meias-finais, pelo AC Milan.
Adicionalmente, os dois empates averbados na temporada de 2011-12 (1-1 na Luz e 2-2 em Old Trafford) contribuíram para que o Benfica vencesse o grupo (à frente do Basileia), tendo resultado, de novo, no afastamento da prova do então vice-campeão europeu, Manchester United (que, aliás, marcara presença na Final da competição em três das quatro épocas precedentes).
Nessa época o Benfica ultrapassaria ainda o Zenit (nos 1/8 de final), vindo a cair perante o Chelsea, clube que acabaria igualmente por conquistar o título.
Por fim, em 2017-18, o Manchester United, depois de ter sido igualmente 1.º classificado do grupo, seria eliminado logo nos 1/8 de final, pelo Sevilla.
Lituânia – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)
Lituânia – Ernestas Šetkus, Saulius Mikoliūnas, Markus Palionis, Edvinas Girdvainis, Vytautas Andriuškevičius, Domantas Šimkus, Vykintas Slivka, Modestas Vorobjovas, Mantas Kuklys (69m – Artūras Žulpa), Ovidijus Verbickas (77m – Donatas Kazlauskas)e Karolis Laukžemis (65m – Deimantas Petravičius)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Rúben Dias, José Fonte, Raphaël Guerreiro, Rúben Neves, William Carvalho, Bruno Fernandes (56m – Rafa Silva), Cristiano Ronaldo (79m – Gonçalo Guedes), João Félix e Bernardo Silva (89m – Pizzi)
0-1 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 7m
1-1 – Vytautas Andriuškevičius – 28m
1-2 – Cristiano Ronaldo – 62m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 65m
1-4 – Cristiano Ronaldo – 76m
1-5 – William Carvalho – 90m
Cartões amarelos – Não houve
Árbitro – Bas Nijhuis (Holanda)
Ter-nos-emos tornado demasiado exigentes?
Portugal ganha – em terrenos e frente a adversários em que, noutras ocasiões, por várias vezes, registava comprometedores resultados – e goleia (e, em concreto, no jogo desta noite, teve oportunidades para praticamente duplicar o resultado!)… mas não estamos satisfeitos.
Sobretudo porque a exibição não foi constante, nem sequer nivelada, ao longo dos noventa minutos, ao invés, denotando significativas oscilações.
E, desta vez, o que seria porventura o mais difícil – marcar o primeiro golo – até sucederia bem cedo, logo aos sete minutos, na conversão de uma grande penalidade.
Porém, ao invés de libertar a equipa para, tranquilamente, explanar a superior qualidade do seu futebol, a selecção portuguesa pareceu ter “desaparecido” do jogo, permitindo à Lituânia acreditar que – principalmente por via do recurso a lançamentos em profundidade – seria possível criar perigo. E não demoraria muito que a formação da casa chegasse mesmo ao golo, na sequência de um canto.
O conjunto nacional pareceu acusar o (inesperado) tento sofrido, denotando alguma ansiedade, pese embora João Félix tenha visto o guardião contrário negar duas boas ocasiões.
Fernando Santos também não estava satisfeito, mexendo na equipa pouco depois do início da segunda parte, fazendo entrar Rafa para o lugar de Bruno Fernandes, buscando maior mobilidade nas alas.
O tempo corria rápido e o golo não surgia… outra vez com João Félix (e também Bernardo Silva) a não conseguirem materializar em golos as oportunidades de que dispuseram.
Valeu então, já com mais de uma hora de jogo, um lance infeliz do guarda-redes – que vários “golos” salvara já antes -, a deixar a bola escapar-se para as suas redes, após um remate frouxo de Cristiano Ronaldo, a ressaltar no ombro de Šetkus, assim possibilitando, enfim, desbloquear uma partida que parecia complicar-se.
Sem dar tempo à Lituânia para se recompor, apenas três minutos volvidos, seria novamente Cristiano Ronaldo a sentenciar o desfecho da partida, com o seu terceiro golo. Chegaria ainda ao poker, atingindo a “estratosférica” marca de 93 golos apontados com a camisola das quinas.
A contagem seria encerrada, com William Carvalho outra vez a marcar (depois do oportuno golo apontado na Sérvia), já em período de compensação.
No final, a sensação foi a de dever cumprido (outra vez com um resultado amplo, porém, bem melhor que a exibição), na contagem decrescente para o apuramento, agora a três vitórias de distância (sendo que falta receber os dois últimos classificados, visitar o Luxemburgo… e a Ucrânia).
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Ucrânia 5 4 1 - 11 - 1 13 2º Portugal 4 2 2 - 10 - 4 8 3º Sérvia 5 2 1 2 10 - 12 7 4º Luxemburgo 5 1 1 3 5 - 8 4 5º Lituânia 5 - 1 4 4 - 15 1
6ª jornada
10.09.2019 – Luxemburgo – Sérvia – 1-3
10.09.2019 – Lituânia – Portugal – 1-5
(mais…)
Sérvia – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)
Sérvia – Marko Dmitrović, Nikola Milenković, Nikola Maksimović, Matija Nastasić, Aleksandar Kolarov, Nemanja Matić, Luka Milivojević (87m – Luka Jović), Darko Lazović (59m – Adem Ljajić), Dušan Tadić, Filip Kostić (83m – Aleksandar Katai) e Aleksandar Mitrović
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo (65m – João Cancelo), José Fonte, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, William Carvalho, Bruno Fernandes (85m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Gonçalo Guedes (70m – João Félix) e Bernardo Silva
0-1 – William Carvalho – 42m
0-2 – Gonçalo Guedes – 58m
1-2 – Nikola Milenković – 68m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 80m
2-3 – Aleksandar Mitrović – 85m
2-4 – Bernardo Silva – 86m
Cartões amarelos – Nikola Maksimović (10m) e Aleksandar Kolarov (65m); Rúben Dias (40m) e William Carvalho (89m)
Árbitro – Cüneyt Çakır (Turquia)
Quer pela lógica dos “rankings”, quer pelos resultados até então averbados na presente fase de qualificação, o desafio de Belgrado adivinhava-se quase como uma “final”, no que à decisão de apuramento (reservado aos dois primeiros classificados de cada grupo) respeita.
Apesar de estarmos ainda numa ronda relativamente prematura – para a selecção portuguesa – desta disputa, os comprometedores empates cedidos em casa ante os dois principais rivais colocavam já uma pressão importante, sendo praticamente “proibido” perder.
Ciente também do seu superior potencial, a equipa nacional entrou em campo determinada a assumir a iniciativa do jogo, perante uma formação da Sérvia na expectativa.
Assim decorreram os primeiros vinte minutos, com Portugal a controlar o jogo e a posse de bola, mas, com baixa intensidade e a ritmo denunciado, aparentemente incapaz de contornar a bem escalonada defensiva contrária, assente num rigoroso posicionamento táctico e na compleição física dos seus defesas.
Passada essa fase inicial, a equipa visitada começou a conseguir fazer chegar a bola a zonas mais adiantadas, através de rápidas transições, a solicitar os extremos. Entre os 30 e os 40 minutos, por uma, duas, três ocasiões, Tadić e Mitrović, levando a melhor em velocidade, geraram perigo junto da baliza de Rui Patrício, obrigado a aplicar-se para manter o marcador em branco.
Adivinhava-se o golo… que, contra o que era então a tendência do jogo, surgiria para Portugal, de forma algo fortuita: na sequência de um lançamento de Bruno Fernandes, houve uma falha de comunicação entre o guardião Dmitrović e Milenković, os dois a tentar ir à bola, a chocar, e o esférico a sobrar para William Carvalho, em zona em que não é vulgar a parecer, oportuno, a empurrar a bola para o fundo da baliza.
Na segunda metade, o cariz do encontro seria radicalmente diferente, com a Sérvia a ser forçada a correr mais riscos, em busca do golo, o que, naturalmente, proporcionaria espaços à turma portuguesa. Já depois de ter ameaçado por duas vezes, ambas por Cristiano Ronaldo, Portugal ampliaria a contagem, numa excelente execução de Gonçalo Guedes, descaído sobre a esquerda, a conseguir isolar-se frente ao guarda-redes.
Quando se esperaria que Portugal conseguisse fazer serenar a partida, controlando a boa vantagem já adquirida, a Sérvia conseguiria mesmo marcar e até poderia ter igualado o “placard”, logo de seguida, não fosse a intervenção de Rui Patrício, perante Ljajić.
O jogo estava agora, aberto, bem vivo, dando oportunidade a uma notável abertura de Bernardo Silva para Cristiano Ronaldo, que, eficaz, apontaria o terceiro tento português. Faltavam dez minutos para o final e a vitória estava confirmada… ou talvez não…
Na zona intermediária, Bruno Fernandes teria um passe infeliz, para trás, a libertar a rápida progressão de Tadić, que ofereceu o segundo golo a Mitrović.
Num confronto repleto de cambiantes, Portugal colocava-se à mercê de uns potencialmente “infernais” cinco minutos derradeiros. Mas a incerteza seria de pouca dura: no minuto imediato, Bernardo Silva colocaria o ponto final no jogo, fixando o 4-2.
Contrariamente ao que tem sido a “imagem de marca” da selecção portuguesa, o sector defensivo pareceu, desta vez, ser o mais oscilante, incapaz de transmitir a segurança necessária, com a metade ofensiva, em contraponto, com grande eficácia – mesmo após as dificuldades que denotara em todo o primeiro tempo -, a conseguir alcançar uns notáveis quatro golos no “Marakana” (reduto do Crvena Zvezda), obtendo assim um triunfo que poderá ser determinante para o que falta disputar.
De facto, foi suficiente um único encontro para que a situação se invertesse, a favor de Portugal: “bastar-lhe-á” agora vencer os quatro desafios ante as duas selecções teoricamente menos cotadas (Luxemburgo e Lituânia) para, matematicamente, garantir o apuramento; disporá ainda, adicionalmente, da partida na Ucrânia para, eventualmente, disputar o 1.º lugar.
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Ucrânia 5 4 1 - 11 - 1 13 2º Portugal 3 1 2 - 5 - 3 5 3º Luxemburgo 4 1 1 2 4 - 5 4 4º Sérvia 4 1 1 2 7 - 11 4 5º Lituânia 4 - 1 3 3 - 10 1
5ª jornada
07.09.2019 – Lituânia – Ucrânia – 0-3
07.09.2019 – Sérvia – Portugal – 2-4
(mais…)
Liga Europa – 2019-20 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Sevilla D. Kyiv Basel Sporting APOEL København Krasnodar PSV Eindhoven Qarabağ Malmö Getafe Rosenborg Dudelange Lugano Trabzonspor LASK Linz Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Lazio Arsenal FC Porto CSKA Moskva Celtic E. Frankfurt Young Boys Ludogorets Rennes Standard Liège Feyenoord Espanyol CFR Cluj V. Guimarães Rangers Ferencváros Grupo I Grupo J Grupo K Grupo L Wolfsburg Roma Beşiktaş Man. United Gent B. M'gladbach Sp. Braga Astana Saint-Étienne Başakşehir Wolverhampton Partizan Oleksandriya Wolfsberger Slovan Bratisl. AZ Alkmaar
A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 19 de Setembro, estando agendado para 12 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no Stadion Energa Gdańsk, na Polónia, a 27 de Maio de 2020.
Grandes clássicos das competições europeias
Ao longo de 64 anos de provas europeias de clubes, regista-se um conjunto de 24 confrontos directos entre alguns dos principais clubes da Europa, os quais se repetiram já por mais de dez vezes.
São os grandes clássicos das competições europeias (a que, numa série a desenvolver nos próximos meses, voltaremos de forma bem mais detalhada):
J V E D GM GS Real Madrid - Bayern München 26 12 3 11 41 - 39 Real Madrid - Juventus 21 10 2 9 26 - 25 Real Madrid - AC Milan 15 6 3 6 24 - 25 Real Madrid - Internazionale 15 6 2 7 20 - 19 Real Madrid - Ajax 14 8 1 5 27 - 15 Real Madrid - Borussia Dortmund 14 6 5 3 24 - 19 Real Madrid - AS Roma 12 8 1 3 24 - 9 Real Madrid - FC Porto 12 9 1 2 23 - 10 Real Madrid - Manchester United 11 5 4 2 22 - 17 Barcelona - AC Milan 19 8 6 5 30 - 23 Barcelona - Chelsea 17 6 6 5 29 - 21 Barcelona - Celtic 14 9 3 2 30 - 10 Barcelona - Juventus 13 4 4 5 15 - 14 Barcelona - Manchester United 13 6 4 3 24 - 15 Barcelona - Internazionale 12 6 4 2 20 - 9 Barcelona - Paris Saint-Germain 11 5 3 3 22 - 16 Juventus - Ajax 14 6 5 3 17 - 12 Juventus - Manchester United 14 6 2 6 17 - 17 Juventus - Olympiakos 12 8 2 2 25 - 9 Manchester United - Bayern München 11 2 5 4 13 - 16 Manchester United - Benfica 11 8 2 1 25 - 11 Bayern München - Anderlecht 12 7 2 3 25 - 14 Bayern München - Arsenal 12 7 2 3 27 - 13 AC Milan - Ajax 14 5 4 5 12 - 18
Em função do sorteio desta tarde, da fase de grupos da Liga dos Campeões, Barcelona e Inter reencontrar-se-ão para (pelo menos) mais dois jogos na presente temporada.
Liga dos Campeões – 2019-20 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D P. St.-Germain Bayern Man. City Juventus Real Madrid Tottenham Shakhtar At. Madrid Brugge Olympiakos D. Zagreb B. Leverkusen Galatasaray Crvena Zvezda Atalanta Lok. Moskva Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Liverpool Barcelona Zenit Chelsea Napoli B. Dortmund Benfica Ajax RB Salzburg Inter Lyon Valencia Genk Slavia Praha RB Leipzig Lille
A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 17 e 18 de Setembro, estando agendado para 10 e 11 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada disputa-se no “Atatürk Olimpiyat Stadı”, em Istambul, na Turquia, a 30 de Maio de 2020.
Liga dos Campeões – 2019-20 – Ranking global acumulado dos 32 clubes participantes

Os principais clubes ausentes desta 28.ª edição da “Liga dos Campeões” são: Manchester United (4.º lugar no ranking global da prova); Arsenal (6.º); FC Porto (7.º); AC Milan (9.º); Roma (18.º); PSV (23.º); Monaco (27.º); Schalke 04 (28.º); Panathinaikos (29.º); e Spartak Moscovo (30.º).
I Liga / I Divisão – 2.400 Jornadas – Ranking global
Com a disputa da 2.ª Jornada do campeonato da I Liga da temporada de 2019-20 (86.ª edição da prova), completam-se (para os três clubes totalistas) 2.400 jornadas na principal competição de futebol em Portugal, com o seguinte ranking acumulado (épocas de 1934-35 a 2019-20), considerando o sistema de pontuação de 2 pontos/vitória (vigente durante 61 temporadas):

(clicar no quadro para ampliar)
Notas:
- No campeonato da época de 1986-87, Benfica e Sp. Braga foram sancionados, ambos, com derrota por 0-3, no jogo que disputaram na última jornada
- No campeonato da época de 2007-08, Belenenses e U. Leiria foram sancionados com dedução de 3 pontos
- No campeonato da época de 2008-09, E. Amadora foi sancionado com dedução de 3 pontos
- Rio Ave e V. Guimarães têm em atraso o jogo da 1.ª ronda da época de 2019-20
(1989 – 1997)
(1997 – 2013)
(2013 – 2017)
(2013 – …)



