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Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Monaco – At. Madrid – 1-2
Brugge – B. Dortmund – 0-1

1º At. Madrid e B. Dortmund, 3; 3º Monaco e Brugge, 0

Grupo B
Inter – Tottenham – 2-1
Barcelona – PSV – 4-0

1º Barcelona e Inter, 3; 3º Tottenham e PSV, 0

Grupo C
Crvena Zvezda – Napoli – 0-0
Liverpool – Paris St.-Germain – 3-2

1º Liverpool, 3; 2º Napoli e Crvena Zvezda, 1; 4º Paris St.-Germain, 0

Grupo D
Schalke 04 – FC Porto – 1-1
Galatasaray – Lokomotiv Moskva – 3-0

1º Galatasaray, 3; 2º FC Porto e Schalke 04, 1; 4º Lokomotiv Moskva, 0

Grupo E
Ajax – AEK – 3-0
Benfica – Bayern – 0-2

1º Ajax e Bayern, 3; 3º Benfica e AEK, 0

Grupo F
Shakthar Donetsk – Hoffenheim – 2-2
Manchester City – Lyon – 1-2

1º Lyon, 3; 2º Shakthar Donetsk e Hoffenheim, 1; 4º Manchester City, 0

Grupo G
Viktoria Plzeň – CSKA Moskva – 2-2
Real Madrid – Roma – 3-0

1º Real Madrid, 3; 2º CSKA Moskva e Viktoria Plzeň, 1; 4º Roma, 0

Grupo H
Valencia – Juventus – 0-2
Young Boys – Manchester United – 0-3

1º Manchester United e Juventus, 3; 3º Valencia e Young Boys, 0

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19 Setembro, 2018 at 9:53 pm Deixe um comentário

Federer / Nadal / Djokovic – Grafismo interactivo

Federer - Nadal - Djokovic - Títulos ATP
Clicar na imagem para aceder ao grafismo interactivo, no qual podem consultar-se todos os titulos conquistados por Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic, filtrando por torneio, por escalão e por ano.

15 Setembro, 2018 at 7:17 pm Deixe um comentário

Roger Federer – Títulos por Torneio / ano

Federer-Titulos
Clicar na imagem para visualizar um gráfico interactivo, com a lista de torneios ATP conquistados por Roger Federer, por local e por ano (clicando em cada um dos círculos no mapa, visualizam-se os anos em que venceu esse torneio; clicando em cada um dos anos na linha do gráfico, surgem indicados no mapa os torneios vencidos).

10 Setembro, 2018 at 11:15 am Deixe um comentário

Liga das Nações da UEFA – 2018/19 – 1ª Jornada

LIGA A

Grupo 1 – Alemanha-França – 0-0

1.º Alemanha e França, 1; 3.º Holanda, 0

Grupo 2 – Suíça-Islândia – 6-0

1.º Suíça, 3; 2.º Bélgica, 0; 3.º Islândia, 0

Grupo 3 – Itália-Polónia – 1-1

1.º Itália e Polónia, 1; 3.º Portugal, 0

Grupo 4 – Inglaterra-Espanha – 1-2

1.º Espanha, 3; 2.º Croácia, 0; 3.º Inglaterra, 0

Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”). O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2020/21).

Os quatro melhores classificados de cada uma das Ligas A, B, C e D que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão nos “play-offs”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de quatro vagas na fase final dessa competição.

(mais…)

8 Setembro, 2018 at 9:43 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Play-off (1ª mão) – Benfica – PAOK

BenficaBenfica – Odisseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel, Alex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Andrija Živković (65m – Rafa Silva), Pizzi (79m – João Félix), Gedson Fernandes, Franco Cervi (79m – Haris Seferović) e Facundo Ferreyra

PAOKPAOK – Alexandros Paschalakis, Léo Matos, Fernando Varela, José Ángel Crespo, Vieirinha, Léo Jabá (81m – Yevhen Shakhov), Maurício, José Cañas, Dimitris Pelkas, Dimitris Limnios (52m – Amr Warda) e Aleksandar Prijović (87m – Chuba Akpom)

1-0 – Pizzi (pen.) – 45m
1-1 – Amr Warda – 76m

Cartões amarelos – Gedson Fernandes (52m) e André Almeida (83m); Vieirinha (71m), Dimitris Pelkas (84m) e Amr Warda (89m)

Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)

Na eliminatória derradeira para acesso à fase de Grupos da Liga dos Campeões – o que, em caso de apuramento do Benfica, lhe valeria um “jackpot” superior a 40 milhões de euros -, a equipa portuguesa terá tentado replicar a receita que tivera êxito na ronda precedente.

Mas cedo se perceberia que o PAOK dispõe, no momento presente, de bem maiores recursos que o Fenerbahçe; ao contrário dos turcos que, ao longo dos 180 minutos, praticamente se revelaram inofensivos, os gregos evidenciaram uma agressividade bastante superior, provocando alguns sustos na zona defensiva portuguesa.

Apesar de a turma benfiquista – logo aos cinco minutos – ter começado por colocar a bola no fundo da baliza de Paschalakis, num remate de Gedson Fernandes, o lance seria invalidado, por toque prévio em Ferreyra, assim resultando em posição irregular. À boa entrada do grupo da casa, rapidamente os forasteiros ripostariam, com forte pressão, a provocar algumas perdas de bola ao adversário e os tais “sustos”.

Seria já na segunda metade do primeiro tempo que o Benfica conseguiria voltar a assentar o seu jogo, investindo sobre a meia-defesa contrária, mas, paralelamente, evidenciando sempre muitas dificuldades na finalização. Aos 23 minutos, Pizzi desperdiçaria a primeira soberana ocasião de golo, a cruzamento atrasado de Cervi, com o remate a sair muito próximo da baliza, para, apenas quatro minutos volvidos, alvejar então a barra.

Começava também a dar nas vistas a boa exibição do guardião Paschalakis, que se revelaria praticamente intransponível, com duas boas intervenções, aos 28 e aos 29 minutos, também na sequência de acções de Pizzi. No curto espaço de seis minutos, o Benfica desaproveitava quatro boas possibilidades para marcar!

Por curiosidade, seria o próprio Pizzi a inaugurar o marcador, já em período de compensação, na conversão de uma grande penalidade, a castigar um derrube de Maurício a Gedson, colocando assim alguma justiça no resultado, face ao intenso domínio exibido pelo Benfica. Um golo que surgia precisamente na mesma altura do tento sofrido na semana passada em Istambul…

E, se na primeira metade, o Benfica fora já bastante mais dominador, no segundo tempo, até à passagem dos 65 minutos, acentuou-se a noite desinspirada dos seus atacantes, a desperdiçarem oportunidades sobre oportunidades: logo aos 49 e 50 minutos (por Ferreyra), ambas os lances com Paschalakis a dizer “presente”, tal como negaria outra ocasião de golo a Grimaldo, com uma vistosa intervenção.

Porém, numa fase em que a formação portuguesa começara a denotar uma baixa de rendimento (quebra física?), perdendo (mesmo que momentaneamente) o controlo do jogo, o PAOK voltaria a ameaçar, para, à passagem da meia hora, depois de um remate de cabeça de Varela à barra (na sequência da marcação de um livre), no ressalto, Warda rematar para a baliza, onde um desamparado Vlachodimos – perante a inacção da defesa – nada conseguiu fazer para impedir o tento do empate, alcançado no único remate à baliza da equipa grega em todo o jogo!

Num “tudo por tudo” final, com as entradas de João Félix e Seferović, o Benfica procuraria ainda retomar a posição de vantagem, voltando a estar muito perto do golo, ficando na retina, em especial, uma excelente abertura do jovem (estreante em jogos de competições europeias) João Félix para Ferreyra, que, todavia, não conseguiu desfeitear a mancha do guarda-redes grego. Até ao termo do desafio, ambos os jogadores entrados para os derradeiros dez minutos protagonizariam ainda outras duas ocasiões de perigo (a do jovem, já em tempo de descontos, com um remate cruzado), mas o resultado não se alteraria.

Por agora, um muito perdulário Benfica pagou bem alto o preço de tanto desperdício, numa noite em que podia ter inclusivamente alcançado uma goleada! Assim, de forma bastante ingrata, parte para Salónica em desvantagem na eliminatória. Se, na ronda anterior, marcar fora de casa era “apenas” fortemente “recomendável”, agora converteu-se numa “obrigação” imperiosa…

21 Agosto, 2018 at 9:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória (1ª mão) – Benfica – Fenerbahçe

BenficaBenfica – Odisseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel, Alex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio (75m – Andrija Živković), Pizzi, Gedson Fernandes, Franco Cervi e Facundo Ferreyra (63m – Nicolás Castillo)

Fenerbahçe – Volkan Demirel, Mauricio Isla, Roman Neustädter, Martin Škrtel, Hasan Ali Kaldırım, Nabil Dirar (86m – Barış Alıcı), ljif Elmas, Mehmet Topal, Mathieu Valbuena (61m – Mehmet Ekici), Giuliano e Alper Potuk (74m – Roberto Soldado)

1-0 – Franco Cervi – 69m

Cartões amarelos – Alex Grimaldo (79m); Roberto Soldado (78m), Mehmet Ekici (82m) e ljif Elmas (90m)

Árbitro – Aleksei Kulbakov (Bielorrússia)

Na estreia em jogos oficiais nesta temporada, o Benfica – com Vlachodimos, Gedson Fernandes e Facundo Ferreyra (e depois, ainda, Nicolás Castillo) como estreantes absolutos com a camisola do clube – enfrentava um desafio de importância crucial, numa perspectiva de apuramento para a Fase de Grupos da Liga dos Campeões, dados os avultados benefícios financeiros em liça, recebendo uma experiente equipa do Fenerbahçe, a qual, curiosamente, falhou nas cinco últimas tentativas de acesso a tal fase, que não atinge há dez temporadas.

A formação turca apresentou-se em campo com um posicionamento muito conservador, preocupada exclusivamente – de início a fim -, em preservar a sua zona defensiva, visando manter inviolada a sua baliza, não tendo obrigado Vlachodimos a mais que uma defesa digna desse nome.

Por seu lado, o Benfica assumiu, desde o primeiro minuto, a iniciativa, mas de forma bastante denunciada e a baixo ritmo, sem conseguir penetrar no último terço do terreno, raramente conseguindo importunar a defesa contrária, com excepção para duas situações de perigo, uma pouco depois da meia hora e a segunda mesmo a findar a primeira metade da partida, com um remate fraco de Ferreyra, à figura, que Demirel susteria sem dificldade.

No segundo tempo, a toada do encontro acentuar-se-ia de forma determinante – resultando numa estatística final de 66% de posse de bola para o Benfica e 19-3 em remates -, com a turma portuguesa, bastante mais determinada, aumentando a intensidade e a agressividade na recuperação de bola, a empurrar o conjunto turco para as imediações da sua grande área, mas continuando a aparentar não saber muito bem o que fazer com a bola…

Perante uma muralha defensiva que parecia intransponível, seria Cervi, com um remate cruzado, rasteiro, a bater o algo intranquilo Demirel, inaugurando o marcador, no que, porém, não seria mais que o solitário tento deste desafio.

Castillo teria ainda possibilidade de ampliar a marca, por duas vezes, por volta dos 85 minutos, enquanto o Fenerbahçe assustaria mesmo ao findar do encontro, mas o resultado não se alteraria.

Num balanço final, um resultado excessivamente curto face ao desempenho de ambas as equipas, perante a (estratégica?) atitude dos turcos, praticamente inofensivos, mesmo após o golo sofrido, nunca procurando jogar o jogo pelo jogo. Uma vitória benfiquista que apenas terá utilidade se o Benfica marcar em Istambul; caso contrário, a magra vantagem angariada poderá ser eventualmente de fácil anulação.

7 Agosto, 2018 at 9:51 pm Deixe um comentário


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