Posts filed under ‘Tomar’

Tornado em Tomar (imagens)

(clique na imagem para ver a reportagem da SIC)

Pode ler as notícias e ver as  imagens do tornado em Tomar, aqui.

7 Dezembro, 2010 at 9:53 pm Deixe um comentário

Tomar

Já conhece o novo blogue sobre Tomar?

19 Novembro, 2010 at 9:21 am Deixe um comentário

Festival de Estátuas Vivas de Tomar

Decorre este fim-de-semana (dias 18 e 19 de Setembro) o I Festival de Estátuas Vivas de Tomar, reunindo cerca de vinte figuras da História, recriadas por figurantes que percorrerão o centro histórico, até à Praça da República, com os espectadores a disporem de transporte gratuito até ao Castelo.

No Convento de Cristo, as “estátuas interactivas” poderão ser vistas junto do pórtico de Castilho ou da janela do Capítulo.

16 Setembro, 2010 at 10:35 pm Deixe um comentário

Evocação do Cerco de Tomar de 1190

Decorre no próximo dia 11 de Julho (domingo), entre as 10 e as 13 horas, no Turismo – Mata – Castelo Tomar, uma evocação do “Cerco de Tomar de 1190″.

Depois da conquista, e início da construção do Castelo de Tomar, por Gualdim Pais, a 1 de Março de 1160, os muçulmanos ripostariam, e, em 1190, sob o reinado de D. Sancho I, após terem começado por reconquistar o castelo de Silves e o Algarve, fariam mesmo recuar os portugueses até aos limites constituídos pelo Rio Tejo, conquistando sucessivamente os castelos de Alcácer do Sal, Palmela e Almada, cercando Santarém, destruindo Torres Novas e Abrantes.

A 13 de Julho de 1190, o Castelo de Tomar seria cercado por cerca de 900 guerreiros conduzidos pelo califa Almançor (Abu Yusuf Ya’qub al-Mansur), tendo os árabes chegado mesmo a transpor a porta de Almedina (que dá, actualmente, para a mata dos Sete Montes), a qual passaria a ser conhecida como Porta do Sangue.

Ao fim de 6 dias de ataques, sempre sob a defesa de Gualdim Pais (então já com a idade de 72 anos) e dos Templários – avisados do avanço muçulmano através das atalaias existentes entre o Castelo de Almourol e Tomar -, os cerca de 200 portugueses instalados no Castelo conseguiriam aí deter a ofensiva muçulmana, obrigando o rei de Marrocos a levantar o cerco a Tomar, dando oportunidade ao início de novo ciclo de expansão do domínio português sobre o território.

8 Julho, 2010 at 6:45 pm Deixe um comentário

Homenagem aos Campeões Nacionais 1973-74

Na vida, há coisas que dinheiro nenhum do mundo pode comprar…

Como o dia cheio, repleto de emoções, como que um sonho irreal, que me foi proporcionado no Sábado – ao longo do dia dei por mim a interrogar-me, por várias vezes, se “aquilo” estava mesmo a acontecer; se era realmente eu que estava ali, ao lado de ídolos da minha meninice, de quem coleccionei os famosos cromos (alguns ainda do tempo das figurinhas enroladas em rebuçados!…) e cujos nomes ouvi em tantos relatos pela rádio.

Os mesmos cromos que Conhé conserva ainda na sua carteira, com uma mini-colecção de diversos exemplares retratando os seus tempos de glória e que, orgulhosamente, me mostrava.

Ao regressar 36 anos no tempo, foi também como se regressasse à minha infância, ao meu próprio passado, à época em que morava ali, a “dois passos” do Estádio onde tantas tardes de festa se viveram.

Ou, também, como a emoção e a extraordinária alegria do reencontro que, conforme pude testemunhar, vi estampada nos rostos daquelas estrelas do futebol dos anos 70: foi impossível não vibrar com as carinhosas saudações que, em especial, foram atribuídas – e largamente retribuídas – por um Camolas, feliz que nem um menino! E, também, por Bolota, viajando expressamente desde o Canadá, onde se encontra radicado.

Ainda outro, de muitos momentos de emoções fortes, também a partir do Canadá, com a intervenção em directo para o Cine-Teatro Paraíso, via telemóvel, do capitão João Carlos, saudando os seus colegas Campeões ali reunidos (no que seria seguido também por Fernandes, a partir de França).

Intervenções bem complementadas pelas palavras da Presidente da Assembleia Geral do União de Tomar, Graça Costa, assim como pela emocionada alocução de Maria Júlia Filipe, recordando o seu pai João Lopes da Costa, e dando o grito de alerta de que o União irá prosseguir, a caminho e para além do centenário, com vitalidade reforçada.

O dia começou cedo, pelas 10 horas, com a inauguração da Exposição “Os Campeões de 1974”, patente na Galeria Templários, onde, em plena Rua Serpa Pinto, se começaram a juntar os Campeões, com oportunidade para apreciar as fotos e outro material alusivo ao evento – com destaque para a taça de Campeão Nacional -, também com a passagem emécran de imagens disponibilizadas pela RTP referentes à Final disputada a 23 de Junho de 1974, no Estádio Municipal de Coimbra, entre o União de Tomar e o Sporting Clube de Espinho, com o triunfo tomarense por 4-3, com três golos de Bolota e um do capitão João Carlos.

Seguindo-se para o Estádio Municipal, iniciar-se-ia o torneio triangular de veteranos, entre as equipas do União, do Espinho e do Benfica (“Sport Lisboa e Saudade”), que esta última, dirigida por Artur Santos, treinador da equipa do União que se sagrou campeã em1974, viria a vencer.

A começar a tarde, a sessão especial comemorativa, de homenagem aos Campeões, no Cine-Teatro Paraíso, com a excelente apresentação de Paulo Pereira, que, como referi já, teve oportunidade de dialogar via telefone com João Carlos e Fernandes.

De regresso ao Estádio, tempo para animadas conversas, recordando os “bons velhos tempos”, com inúmeras e curiosas histórias, como as que o sempre esfusiante Kiki (um entusiasmo contagiante) me contava, também com a participação de Faustino, recordando o dia em que passou de “não ter carro nenhum a ter dois carros e meio!…”, ou como, na célebre “liguilla” de 1970-71, num jogo disputado com o Marinhense, após ser substituído, teve de “fugir” do campo, ainda equipado, dadas as intenções “pouco amistosas” da claque da equipa adversária…

Assim como a recordação do generoso Faustino, ainda a propósito do jogo da Final de 1974, em que – dado que apenas os jogadores que jogavam recebiam o prémio de jogo – e com o marcador em 4-1, favorável ao União, “simulou” uma lesão para ser substituído, de forma a possibilitar que Fernando fosse também premiado…

Ou as histórias de Manuel José, com um magnetismo especial, que lhe é conferido – não só pelo seu estatuto no futebol nacional e internacional – também, talvez principalmente, pelas suas origens algarvias, sempre congregando à sua volta um grupo ávido de ouvintes, também com tempo para recordar junto com a comitiva espinhense, os tempos passados naquele clube, como jogador e o seu início como treinador.

Tendo vindo também à baila algumas das brincadeiras que, no fundo, contribuíram para uma grande união de grupo, factor chave nas conquistas do União, como o dia em que Raul Águas descobriu que tinha um gafanhoto dentro da camisola, a passear pelas costas…

Tal como, passando na rua, a caminho do Cine-Teatro, um tomarense se dirigir de forma espontânea a Nascimento, questionando-o se tinha vindo visitar a “sua baliza”…

Ocasião ainda para assinalar a simpatia com que fui tratado por Alexandre (proveniente da velhinha CUF) ou por José Jorge, grande unionista, árbitro do torneio.

Com o jantar de encerramento e entrega de troféus, no Hotel dos Templários, ficou reforçado o espírito de sã convivência que se viveu durante todo o dia, com a glória aos vencedores e a honra aos vencidos, os convidados espinhenses, também a caminho do centenário em 2014, curiosamente tal como o União de Tomar, quais “equipas-gémeas”.

Depois das intervenções dos Presidentes da Câmara Municipal de Tomar e de Espinho e dos vereadores da Câmara Municipal de Tomar, assim como dos representantes das equipas de veteranos do Espinho e do Benfica (Artur Santos), a derradeira intervenção ficaria a cargo de Raul Águas que manifestou a sua alegria pela ocasião – a par da tristeza em ver o Estádio sem bancada -, lembrando os que partiram já (Quim Pereira, João Lopes da Costa, Florival e Pavão) e deixando um apelo às autoridades no sentido de continuarem a apoiar o União de Tomar.

“Last but not least”, endereço os meus Parabéns à magnífica organização, da responsabilidade dos veteranos do União de Tomar, superiormente coordenados pelo incansável José Martins, com a excelente colaboração de outras figuras do clube, como Paulo Moura ou Ferreira, entre muitos outros, traduzindo um verdadeiro espírito de equipa.

Pessoalmente, é com imenso gosto que expresso o meu sentido agradecimento por esta inolvidável experiência que me foi proporcionada, grato pelo tratamento que me foi dispensado, que a todos apresento, nas pessoas do José Martins (a quem reitero o obrigado pelo amável convite) e do José Tapadas.

3 Maio, 2010 at 2:36 pm Deixe um comentário

U. Tomar – Homenagem aos Campeões Nacionais II Divisão – 1973-74


Apenas para “abrir o apetite” (seguir-se-ão mais fotos, aqui), uma foto de grupo dos Campeões Nacionais da II Divisão de 1973-74.

Constam do grupo: Manuel José, Carlos Pereira (ambos convidados), Caetano, Silva Morais, Kiki, Bolota, Barnabé, Alexandre e o árbitro da Final de 1974, Adelino Antunes (atrás), Cardoso, Aldino, Teixeira (massagista), Leonardo, Fernando, Camolas, Faustino, Maria Júlia Filipe (em representação do seu pai, o dirigente João Lopes da Costa), Raul e Raul Águas (ao meio), e, em primeiro plano, Machado

2 Maio, 2010 at 1:16 pm Deixe um comentário

6 anos de “Tomar”

Tomar

Há precisamente 6 anos (no dia 1 de Março de 2004, coincidindo com a comemoração do dia da cidade), nascia este blogue, que venho mantendo sobre Tomar.

Ao longo deste período, o prazer de escrever e divulgar a minha terra, traduziram-se em alguns “dossiers temáticos” de maior destaque, os quais – mais um ano decorrido – agora aqui recupero de novo:

A Lenda de Santa Iria, “Viagens Na Minha Terra”, Almeida Garret (8 a 12.03.04)

– “Viagem pela blogosfera regional”, com indicação de 100 “blogues” de cariz regional (10.03.04 a 01.04.04)

– “Os Templários – Esses grandes senhores de mantos brancos” Michel Lamy (15 a 19.03.04)

U. Tomar – Palmarés, Presenças na I Divisão, Classificações e Resultados (aos Domingos, entre 21.03.04 e 20.06.04)

Quinta do Bill – História e Discografia (22 a 28.03.04)

Inventário do Património Arquitectónico, com destaque individualizado a 40 monumentos e construções de Tomar, com base em página da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (23.03.04 a 01.05.04)

Fatias de Cá – História e espectáculos (30.03.04, 3, 10, 17, 24 e 31.07.04 e 31.10.04)

Fernando Lopes Graça – Vida e obra (31.03.04 a 02.04.04)

Gualdim Pais (5 e 06.04.04)

– “O Pêndulo de Foucault”, Umberto Eco (19.04.04 a 14.05.04)

Viagem pelas Freguesias (16 semanas dedicadas, cada uma delas, a uma freguesia do concelho de Tomar, de 03.05.04 a 17.09.04)

Museus de Tomar (17 a 21.05.04)

Reforma Administrativa do Território (14 a 18.06.04)

Sp. Tomar – Palmarés, Classificações na I Divisão e Presenças na Taça CERS (27.06.04 e aos Sábados e Domingos, entre 10.07.04 e 31.10.04)

Jácome Ratton (28.06.04 a 02.07.04)

Inês Pedrosa (16.07.04)

– “Crónica para Tomar”, António Lobo Antunes (13.09.04)

Resultados das eleições para Assembleia da República, no concelho de Tomar e no distrito de Santarém (12.01.05 a 21.02.05)

– “O Segredo dos Templários” (03.03.05 a 10.03.05)

Tuna Templária (05.04.05 a 06.04.05)

Jogos Sem Fronteiras em Tomar (25.04.05 a 29.04.05)

U. Tomar – “Crónicas da História” (10.06.05 a 31.07.05)

“Tomar”, de José-Augusto França (20.06.05 a 01.07.05)

Campeões Distritais de Futebol (25.07.05 a 03.08.05)

Taça Ribatejo Futebol (04.08.05 a 07.08.05)

Eleições Autárquicas (13.09.05 a 11.10.05)

Aqui reitero o meu OBRIGADO aos cerca de 200 000 visitantes desta página. Espero que possam continuar a dar-me o prazer da vossa visita!

Um OBRIGADO também a todos os que contribuiram para a divulgação deste blogue, em particular com menção muito especial às referências, que muito me honram, dos jornais “Cidade de Tomar” e “O Templário“, assim como ao convite de Pedro Rolo Duarte para falar um pouco (também) sobre Tomar, no seu programa na Antena 1.

1 Março, 2010 at 9:45 am Deixe um comentário

Tomar – 850 anos

Bandeira

Celebrando a data de início da edificação do Castelo Templário pelo mestre dos cavaleiros portugueses do Templo, D. Gualdim Pais, a 1 de Março de 1160, Tomar comemora hoje os 850 anos da sua fundação.

Tomar foi elevada à categoria de cidade por alvará de D. Maria II, de 13 de Fevereiro de 1844.

No programa comemorativo, destaca-se nomeadamente a sessão solene evocativa do dia do município, a partir das 15h30, na Biblioteca Municipal, com Lurdes Craveiro apresentando Maria José Bento, na sua conferência sobre o Infante D. Henrique em Tomar.

Por seu lado, a Sociedade de Geografia, em Lisboa, organiza também uma sessão comemorativa dos 850 anos da Fundação do Castelo Templário de Tomar, com abertura por Aires Barros, e intervenções de Fernando Larcher (“Fundação Templária de Tomar”), Pereira Brandão (“O tempo e a formação da nacionalidade”) e Humberto Baquero (“Portugal e a Ordem dos Templários”).

1 Março, 2010 at 1:00 am Deixe um comentário

A Janela explicada aos vindouros

Uma série de artigos sobre a famosa Janela do Capítulo, do Convento de Cristo em Tomar, de leitura obrigatória, no Tomar a Dianteira (I, II e III).

25 Novembro, 2009 at 10:33 am Deixe um comentário

A (não) descentralização do futebol português-2

Num ano em que o Distrito de Santarém perdera já um representante nos Campeonatos Nacionais de futebol (com a desistência do Abrantes do Campeonato da II Divisão), e em que Cartaxo e Torres Novas foram despromovidos da III Divisão para os Distritais, a aplicação de uma regra geral a uma situação específica, especial e de cariz algo excepcional como a da renúncia do Riachense à promoção aos Nacionais, faz com que a região passe a dispor de um único representante no Campeonato Nacional da III Divisão, o Rio Maior…

Sim, esse mesmo clube que viu todos os seus jogadores seniores rescindir o contrato por atrasos salariais de vários meses, e que – recorrendo aos juniores para as três últimas jornadas da prova, de forma a evitar a desclassificação – se viu mimoseado com desfechos de 16-1 (em casa, frente ao Sintrense) e 17-0 (com o Portosantense)!

Ou seja, a Associação de Futebol de Santarém – é verdade que, essencialmente, por responsabilidades imputáveis a clubes (os dirigentes do Rio Maior, em ultimato que fizeram aos jogadores imediatamente antes das rescisões fizera saber que, se as mesmas se concretizassem, o clube abandonaria a prática do futebol senior)  – corre o risco de na próxima época, de 2009-10, não ter qualquer representação no Campeonato Nacional da III Divisão… situação curiosa para uma prova que se denomina “Nacional”!

A aplicação de uma regra como a que está em causa, que privilegia as associações distritais mais poderosas, mais não faz que contribuir para o acentuar e mesmo perpetuar as já vincadas assimetrias entre litoral e interior do país. Estou convicto de que será de entendimento generalizado que tal não será o caminho mais adequado para o desenvolvimento harmonioso das regiões, nas suas várias componentes, económica, sócio-cultural, e, no caso concreto, desportiva.

Não sendo especialista em Direito, sei, não obstante, que as leis devem ter um carácter genérico e abstracto. Mas quando a interpretação da lei é cega a tal ponto que se proporciona a aplicações indevidas e injustas, não será altura de questionar tal aplicação?

17 Junho, 2009 at 10:22 pm Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Abril 2026
S T Q Q S S D
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.