Posts filed under ‘Sociedade’
E mais “gadgets”: Google Nexus One

(Google Nexus One – mais no TechCrunch e no Radar de O’Reilly)
Jornal digital de “borracha” – Skiff


Skiff reader – Na “era da tablet” (via What’s Next: Innovations in Newspapers)
Dubai

Sinal dos tempos…
http://sic.sapo.pt/online/flash/playerSIC2009.swf?urlvideo=http://videos.sapo.pt/reQzYY3cf1FK6zzEpcqe/mov/1&Link=http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/noticias-mundo/2010/1/edificio-mais-alto-do-mundo-inaugurado-no-dubai04-01-2010-144418.htm&ztag=/sicembed/info/&hash=0F4A2328-A71E-4EB4-ACC4-B756068B157F&embed=true&autoplay=false
(ver também a infografia publicada pelo jornal i)
Colecção integral da National Geographic
A colecção integral da National Geographic, desde o início da sua publicação, em 1888, é agora disponibilizada num único disco rígido, de 160 GB, pelo preço de cerca de 200 dólares dos Estados Unidos (com expedição apenas para os EUA e Canadá). Este suporte inclui igualmente todos os mapas publicados ao longo de mais de 120 anos. Em alternativa, é também proposta uma edição integral em 6 DVD, por cerca de 60 dólares.
50 anos do Metro de Lisboa
A sociedade do Metropolitano de Lisboa foi constituída a 26 de Janeiro de 1948, tendo-lhe sido atribuída a concessão para a instalação e exploração do respectivo serviço público em 1 de Julho de 1949. Os trabalhos de construção iniciaram-se em 7 de Agosto de 1955. Quatro anos depois, a 29 de Dezembro de 1959, era inaugurado o novo sistema de transporte.
EURO 2012 – Logotipo
http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/GwMIjDKcLYTOweJ5838p/mov/1
Foi hoje apresentado em Kiev o logotipo do EURO 2012, a realizar na Ucrânia e Polónia, formado por uma bola entre duas tulipas, com as cores das respectivas bandeiras nacionais. Este trabalho é da autoria do português Hélder Pombinho (da agência Brandia Central).
D. Manuel Clemente – “Prémio Pessoa” – 2009
O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, foi hoje distinguido com o Prémio Pessoa, concedido anualmente à pessoa de nacionalidade portuguesa que durante esse período – e na sequência de uma actividade anterior – tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país.
«Em tempos difíceis como os que vivemos actualmente, D. Manuel Clemente é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo», considerou o júri do Prémio Pessoa.
D. Manuel Clemente, de 61 anos, antigo Bispo auxiliar de Lisboa, foi nomeado Bispo do Porto em Fevereiro de 2007. Licenciado em História e Teologia, doutorado em Teologia Histórica, é presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, exercendo também funções de docência de História da Igreja na Universidade Católica Portuguesa, instituição em que é igualmente Director do Centro de Estudos de História Religiosa.
Nas edições anteriores, foram premiados:
2008 – Carrilho da Graça (arquitecto)
2007 – Irene Pimentel (historiadora e investigadora)
2006 – António Câmara (professor catedrático, empresário e investigador)
2005 – Luís Miguel Cintra (actor e encenador)
2004 – Mário Cláudio (escritor)
2003 – José Gomes Canotilho (constitucionalista)
2002 – Manuel Sobrinho Simões (investigador)
2001 – João Bénard da Costa (crítico e historiador de cinema)
2000 – Emmanuel Nunes (compositor)
1999 – Manuel Alegre (poeta) e José Manuel Rodrigues (fotógrafo)
1998 – Eduardo Souto de Moura (arquitecto)
1997 – José Cardoso Pires (escritor)
1996 – João Lobo Antunes (neurocirurgião)
1995 – Vasco Graça Moura (ensaísta)
1994 – Herberto Hélder (poeta)
1993 – Fernando Gil (filósofo)
1992 – Hannah e António Damásio (neurocientistas)
1991 – Cláudio Torres (arqueólogo)
1990 – Menez (pintora)
1989 – Maria João Pires (pianista)
1988 – António Ramos Rosa (poeta)
1987 – José Mattoso (historiador)
Cimeira do clima – Editorial
Um total de 56 jornais, de cerca de 45 países, decidiram unir esforços em defesa do ambiente, através de um editorial comum: «Se nós, com tão diferentes perspectivas nacionais e políticas, conseguimos concordar sobre o que deve ser feito, então certamente os nossos líderes também o conseguirão».
O texto adoptado, publicado em mais de 20 idiomas, alerta para a “terrível emergência” que afecta o planeta.
Cimeira de Copenhaga

(imagem El País)
A União Europeia prepara-se para assumir o fracasso da “Cimeira do Clima”, a realizar em Copenhaga, de 7 a 18 de Dezembro, sob o patrocínio da ONU, imputando tal desfecho aos EUA, em primeira análise, e à China.
Afigura-se irrealista a obtenção de um acordo vinculativo sobre a redução de emissões entre 2012 e 2020 – visando substituir o protocolo de Quioto –, com Obama a reiterar que não poderá assinar qualquer acordo internacional sem que o Senado aprove a lei de redução de emissões de dióxido de carbono.
Os dois países com maiores emissões, os EUA e a China não chegaram a um entendimento, sendo secundados por Indonésia, Japão, Índia e Brasil. Assim, um projecto de resolução dos países da zona Ásia-Pacífico, que previa um compromisso de redução dos gases com efeito de estufa em 50 % até ao ano 2050, acabou por capitular.
Deverá ser portanto necessário mais um compasso de espera, e uma abordagem faseada, por etapas, começando pelas estratégias para a tecnologia, financiamento e adaptação legislativa; apenas numa fase subsequente se passaria aos objectivos quantitativos em termos de reduções de emissões.
A Cimeira de Copenhaga mais não deverá resultar que numa mera declaração de intenções – um “pré-acordo” entre 191 países, preferencialmente estabelecendo objectivos ambiciosos e inclusivamente alguns procedimentos para os atingir, adiando contudo compromissos mais efectivos para data posterior, ainda indeterminada.
Para saber mais, consultar aqui diversos artigos sobre esta temática, publicados no último mês.
Tratado de Lisboa
Entra hoje em vigor o Tratado de Lisboa, cujo texto integral pode ser consultado aqui, o qual introduz algumas alterações de relevo a nível do funcionamento das instituições da União Europeia, nomeadamente:
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Criação do cargo de Presidente do Conselho Europeu (tendo sido designado – para o primeiro mandato, de dois anos e meio – o belga Herman van Rompuy)
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Política externa, de segurança e defesa comum – gerida por um alto-representante (simultaneamente vice-presidente da Comissão Europeia – tendo sido designada a britânica Catherine Ashton)
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Reforço dos poderes do Parlamento Europeu, em particular a nível da fiscalização do princípio da subsidiariedade
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Alargamento do sistema de dupla maioria (em detrimento da unanimidade e do direito de veto, agora mais limitado, aplicável por exemplo no caso de matérias fiscais) – a partir de 2014, o Conselho passa a tomar decisões com base numa maioria de 55 % dos Estados membros (no cenário actual, pelo menos 15), e desde que representem pelo menos 65 % da população da União Europeia
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Manutenção de um Comissário Europeu por país (em lugar de um sistema rotativo)
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Limitação do número de deputados no Parlamento Europeu a um máximo de 750 (Portugal viu reduzido o seu contingente, de 24 para 22)
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Direito de Petição – Um mínimo de um milhão de cidadãos da União Europeia podem reunir-se para obrigar a Comissão Europeia a propor legislação
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Carta dos Direitos Fundamentais passa a ter cariz vinculativo.










